MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Ladeira abaixo

Ladeira abaixo

Opinião de PARNAHYBA
Por Gilson Victorino
Em 24/07/2017


Piratas Saqueiam R$ 100 milhões por ano na Amazônia

O país caminha para o completo rompimento do tecido social, para o desmoronamento da ordem pública. Vamos céleres para o ponto em que cada um vai defender o que é o seu, como no “velho oeste”. Vamos ter uma guerra civil (se é que já não a estamos tendo em determinados locais) de natureza absolutamente original. As parte combaterão, empregando força bruta, não por ideologia, mas por segurança para seus entes queridos.

Filósofos garantem que pessoas lutam até a morte por apenas três razões: pela sobrevivência, por ideologia ou para defenderem os seus. MST, MTST  e congêneres, afora poucos líderes, são pelegos que correriam do enfrentamento tão logo medidas hábeis fossem adequadamente aplicadas. Bandidos, por certo, sempre retrairão quando confrontando forças que inspirem real possibilidade de ameaçar suas vidas, como na regra geral - sobrevivência - ditada pelos sábios. Se hoje dominam cidades é porque percebem inexplicável incolumidade. Saíram correndo do Complexo do Alemão. Voltaram porque a ação foi incompleta, tanto tática tanto pela ausência de desdobramentos sociais que se impunham.

Se as autoridades não fizerem a sua parte, a tempo e a hora, o desespero fará com que a sociedade se defenda sozinha. Pessoas de bem passarão ao justiçamento segundo seus pessoais critérios. Ainda aí, qualquer sucesso alcançado será efêmero, de modo que não haverá solução para o caos reinante. Na ausência da lei e da ordem, novos “controladores oportunistas” surgirão e atingiremos a clímax da catástrofe com tudo arrasado! Nada a preservar.

Autoridades nacionais diversas, na proteção de interesses pessoais e corporativos, estão esperando “demais” para porem ordem no país, o que agrava o problema tornando-o mais difícil de ser controlado.

As instituições estão fragilizadas. As medidas de restauração de equilíbrio e de fortalecimento das instituições não estão sendo aplicadas adequadamente. Há agravamento crescente da crise política que nos engolfa, razão matriz de todas as demais.

As soluções constitucionais previstas para tais casos não podem esperar mais. Não podem deixarem de ser usadas ou seguirem o lento processamento que se observa, sob o risco de se tornarem ineficazes.