MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

terça-feira, 11 de julho de 2017

Joseita Ustra comenta artigo do petista Waldir Damous


Joseita Ustra comenta artigo do deputado petista Waldir Damous

Joseita Ustra

Acabo de ler um artigo no Globo - 10/07/2017 - escrito pelo Senhor Waldir Damous - deputado Federal, PT/RJ e ex-presidente da OAB do RJ, intitulado "Estado de exceção", onde ele compara, com críticas severas, a Operação Lava Jato e o comando do Cel Carlos Alberto Brilhante Ustra no DOI de São Paulo.

O artigo começa com a seguinte frase do livro "A Verdade Sufocada": "Não é possível combater o terrorismo amparado nas leis normais, eficientes para os cidadãos comuns". "Os terroristas não eram cidadãos comuns". "Assim pensava o cel Ustra, torturador, comandante do DOI-CODI, na época da ditadura militar."

Pergunto ao defensor dos membros das organizações subversivo-terroristas e da Comissão da Verdade:

1- Os terroristas são cidadãos normais? O senhor jogaria uma bomba em um aeroporto onde várias pessoas esperavam um candidato à presidente da República, bomba que matou duas pessoas, deixou um jogador de futebol sem uma perna, um tenente-coronel com problemas para o resto da vida e 15 pessoas feridas, inclusive uma criança?

2- Um cidadão normal faria o mesmo em um quartel? Direcionaria uma Kombi, repleta de explosivos, que, errou o alvo escolhido - a entrada principal do quartel -, e  assim mesmo matou um soldadinho de 18 anos, feriu 5 militares e destruiu parte do quartel?

3 - Um cidadão normal mataria a coronadas um tenente da Polícia Militar/SP que se oferecera como refém a cinco terroristas para salvar sua tropa que estava ferida e precisava de atendimento médico?

4 - Eu poderia citar 119 assassinatos, fora os "justiçamentos" praticados pelos "heróis", crimes que foram omitidos pela Comissão da Verdade.

5 - Não creio que apenas o coronel Ustra era o único que pensava que as leis normais não eram suficientes para uma situação de guerrilhas - rural e urbana - que tomavam conta do Brasil. Pois, se assim fosse, nem poderes para criar exceções nas leis existentes, ele teria...

6 - O senhor como advogado, ex-presidente da OAB, sabe que não deveria rotular o coronel Ustra como torturador, pois nenhum dos processos a que foi submetido - sempre com "testemunhas oculares" das organizações terroristas - transitaram em julgado.

Continuarei amanhã, com os comentários que o senhor aldir Damous fez sobre a Lava Jato