MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Porque a mulher da Noruega passou uma descompostura em Temer na sua visita oficial

Porque a mulher da Noruega passou uma descompostura em Temer na sua visita oficial

por Juvencio Lemos 


Caros amigos:

Até algumas décadas atrás - mais precisamente, até a década de 1990 - os chefes de Estado se tratavam com respeito e cerimônia. As nações eram soberanas. Nenhum chefe de Estado tolerava que governos estrangeiros se intrometessem nos assuntos internos do seu país. Era protocolo fundamental, cujo descumprimento se considerava grave insulto, desses que exigem pedidos públicos de desculpas, sob pena de rompimento ou esfriamento de relações.
Mas partir da década de 1990 houve mudança nesse código internacional de etiqueta, e alguns chefes de Estado passaram a tratar os demais com familiaridade de vizinhos de cortiço. 

Por que essa súbita transformação? 

Porque na década de 1990 o mundo havia mudado. Os governantes da geração da II Guerra Mundial haviam saído de cena, e vários dos novos primeiros ministros ou presidentes das nações do Ocidente eram moleques das revoltas estudantis de 1968. Irresponsáveis, maconheiros, ex-hippies, ex-terroristas, sexualmente promíscuos e ambidextros, haviam feito carreira na política e agora, graças às liberalidades e brechas das democracias, estavam no poder. Gente como Chirac, Toni Blair, Schröder, Joschka, os Clintons, Gordon Brown, Barroso, Zapatero, Henrique Cardoso, Dirceu, os Kirchners, e muitos outros. Nunca reconheceram sua imbecilidade juvenil, nunca se arrependeram de nada, nunca aprenderam coisa nenhuma, nunca pagaram por seus crimes e transgressões... e no fim deu certo. Chegaram lá. 

Democracia serve para isso.

Os moleques de 1968 não surgiram por acaso. Eram parte da primeira geração do pós-Guerra e cresceram numa época em que o mundo passava por grandes transformações. As ideologias da Escola de Frankfurt, que viera da Alemanha e se enraizara nos Estados Unidos na década de 1930, já predominavam nas universidades de todo o Ocidente. Quando os moleques chegaram à maioridade na década de 1960, essas ideologias já haviam saturado os campi universitários, excluído toda a oposição, e virado moeda de curso forçado. A geração de 1968, portanto, é o que é porque foi formada dentro das várias colorações da ideologia da Escola de Frankfurt. É a mesma que orienta os fefeleches brasileiros, os caras formados na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, a FFLCH, donde seu merecido apodo fefeleches. Ou em qualquer outra grande universidade por aí - UFRJ, UNICAMP, UnB, etc. - pois todas são iguais nessa deformação.

Bem, vamos ao assunto desta mensagem. 

A primeira-ministra da Noruega pertence à segunda geração de fefeleches a governar aquele país.

Quando Temer apareceu por lá, ela lhe passou descompostura pública por causa do mau comportamento dos brasileiros, os quais, segundo ela, não haviam seu dever de casa na preservação da selva amazônica.

Se Temer fosse um estadista brasileiro de quarenta ou cinquenta anos atrás, teria mandado a gordinha tomar algo, virado as costas e embarcado de volta. 

Mas não.

Para que a ofensa não fique sem resposta, o excelente site dos ruralistas brasileiros www.noticiasagricolas.com.br publicou uma nota esclarecedora das reais razões da gordinha.

Além de atrevida, ela é safadinha e desonesta.

O negócio dela não é proteger a selva, coisa nenhuma.

Leiam. É interessante. Basta clicar.

Um abraço.

Vejam como são as coisas. O Presidente do Brasil foi admoestado na Noruega porque não se esforça para proteger a Amazônia dos brasileiros que vivem nela....