MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Objetivos Nacionais Ameaçados

Objetivos Nacionais Ameaçados

Opinião de PARNAHYBA
Gilson Victorino
Em 24/06/2017


Está sendo repetitivo e é necessário, todavia, quando não resultam em ecos hábeis, primeiro, há que se falar mais alto, depois, com mais contundência e por fim, em tom de exigência mesmo.  A mera repetição não progressiva, sem consequência, acaba não sendo mais ouvida, porque os ouvintes se habituam, então, achando-a enfadonha. A partir daí, resta inútil, posto que a opinião pública se insensibiliza.

As ações do EB, e do seu comandante, têm sido muito boas. O comandante do EB tem conseguido boa visibilidade, mas a sociedade ainda não entende os projetos nacionais estratégicos que defende, por isso, não lhes dá a imprescindível prioridade que requerem.

A sociedade brasileira, ainda que no íntimo deposite grande confiança na idoneidade das FFAA como ente protetor, porta-se do mesmo modo que as dóceis ovelhas que, no dia a dia do pastoreio "temem" o cão pastor que as guarda, com a própria vida, do lobo predador. Isso se deve a intensa propaganda gramsciana que moldou nos corações e nas mentes brasileiras a imagem de torturadores, nazistas ou fascista para todos os militares. A partir dessa imagem recôndita o alerta patriótico das FFAA se apresenta como quimera, e é desconsiderado.

Insistir e repetir não basta, tem de haver cobrança efetiva. Apontar genericamente e esperar que alguém faça também não basta, tem de ser protagonista na ação. E para isso as FFAA têm de ter maior participação política nos projetos que almejem a conquista, a proteção e a preservação dos objetivos nacionais, particularmente, os permanentes. Francamente, exigindo ações a eles conducentes e, fortemente, rejeitando as ações que os degradem.

Tais atos não são rebeldes ou golpistas, posto que os objetivos nacionais permanentes são alvos pétreos da NAÇÃO BRASILEIRA.
24/06/17 07:13:09: Gilson Victorino: Opinião de PARNAHYBA Por Gilson Victorino Em 24/06/2017

Está sendo repetitivo, e isso é necessário, todavia, quando não resulta em ecos hábeis, primeiro, há que se falar mais alto, depois, com mais contundência e por fim, em tom de exigência mesmo.  A mera repetição constante, não progressiva, sem consequência, acaba não sendo mais ouvida, porque os ouvintes se habituam, então, achando-a enfadonha. A partir daí, resta inútil, posto que a opinião pública se insensibiliza.

As ações do EB, e do seu comandante, tem sido muito boas. O comandante do EB tem conseguido boa visibilidade, mas a sociedade ainda não entende os projetos nacionais estratégicos que defende, por isso, não lhes dá a imprescindível prioridade que requerem.

A sociedade brasileira, ainda que no íntimo, deposite grande confiança na idoneidade das FFAA como ente protetor, porta-se do mesmo modo que as dóceis ovelhas que, no dia a dia do pastoreio "temem" o cão pastor que as guarda, com a própria vida, do lobo predador. Isso se deve a intensa propaganda gramsciana que moldou nos corações e nas mentes brasileiras a imagem de torturadores, nazistas ou fascista para todos os militares. A partir dessa imagem recôndita, o alerta patriótico das FFAA se apresenta como quimera, e é desconsiderado.


Insistir e repetir não basta, tem de haver cobrança efetiva. Apontar genericamente e esperar que alguém faça também não basta, tem de ser protagonista na ação. E para isso as FFAA têm de ter maior participação política nos projetos que almejem a conquista, a proteção e a preservação dos objetivos nacionais, particularmente, os permanentes. Francamente exigindo as ações a eles conducentes e, fortemente, rejeitando as ações que os degradem. Tais atos não são rebeldes ou golpistas, posto que os objetivos nacionais permanentes são alvos pétreos da NAÇÃO BRASILEIRA.