MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Não, o problema em Londres não é o “Extremismo Islâmico”

Não, o problema em Londres não é o “Extremismo Islâmico”



https://bordinburke.wordpress.com/2017/06/06/nao-o-problema-em-londres-nao-e-o-extremismo-islamico/

Só que o buraco é muito mais embaixo, na medida em que a doutrina islâmica não apenas vai na contramão dos costumes de nossa civilização calcada na moralidade judaico-cristã e nos valores derivados da liberdade individual, como também busca impor a outros credos as exigências de seu próprio código de conduta.
Pior: ela almeja que o aparato estatal aplique seu poder coercitivo para estabelecer a lei da Sharia – exatamente como ocorreu em outros países hoje dominados por esta ideologia nefasta -, e assim passa a demandar do governo instituído tão logo seu número de adeptos supera o de devotos das demais crenças (ou mesmo de ateus) da nação considerada.
Resultado de imagem para irã antes do islamismo
Ou seja, o que ocorreu na London Bridge sábado passado é apenas mais um capítulo do esforço histórico de dominação determinado por Maomé em seu leito de morte, em meio a seus últimos suspiros, como derradeiro desejo – a surata 9 do Alcorão: infiéis devem converter-se ao Islam, pagar o zakat (imposto por ter professado outra fé) ou então sentir o frio da lâmina da cimitarra em sua gargantas.
E não adianta depositar esperanças naqueles muçulmanos ditos “moderados” (leia-se: aqueles que não levam tão a sério sua religião, e ignoram especialmente os trechos do Alcorão posteriores à migração do profeta sanguinário de Meca para Medina).
Além do fato de que a maioria deles deixa claro que, por convicção, jamais entregaria às autoridades jihadistas de cujos planos maléficos tivessem conhecimento, não se pode ignorar a circunstância de que este pessoal, muito embora represente a maioria dos islamistas, sente tanto medo daqueles tarados pelas setenta e poucas (eternas) virgens do paraíso quanto nós.
Ou seja, eles, muito embora, a princípio, não estejam dispostos a tirar a própria vida pela causa, não vão mover uma palha para evitar que a Europa fique cada vez mais parecida com o lugar de onde eles (ou seus antepassados) fugiram – como seu silêncio constrangedor diante dos atentados na Inglaterra que tão bem os acolheu já deixou muito claro, aliás.

Neste sentido, Andrew C. McCarthy redigiu um ótimo artigo para a revista digital National Review, cujos principais trechos transcrevo a seguir:
…uma indignada Theresa May anunciou que seu governo estaria liderando esforços para deter e derrotar o “extremismo islâmico” ao redor do mundo. Ela ainda afirmou que este movimento semeia ódio, planta divisões e promove sectarismo, constituindo uma ideologia contrária aos valores ocidentais da democracia, liberdade e direitos humanos,  além de ser incompatível com o próprio Islam – uma perversão da religião…
…O que sabe Theresa May sobre o Islam para decidir o que seria sua perversão? Muito pouco, por certo. Caso contrário, ela não usaria a expressão “extremismo islâmico”, a qual é uma grande redundância…
…Se você é um islamista no Ocidente, você é, por definição, um extremista. Um islamista, por definição, é um muçulmano que acredita que o Islam exige a imposição da Sharia – seu retrógrado e totalitário sistema social e código legal.
…A noção de liberdade e democracia do Ocidente assegura aos indivíduos o direito de fazerem o que quiserem de suas vidas. Nós traçamos um limite entre o secular e o sagrado, rejeitando o estabelecimento do Estado religioso. O Islam, a seu turno, não pode aceitar o secularismo em sua sociedade, porque isto implica em abandonar a Sharia e negar os ditames de Alah – ofensa grave denominada apostasia, a qual costuma ser punida com a morte tanto por organizações terroristas quanto por governos de países islâmicos….
…Theresa May não está totalmente errada. Estamos sendo confrontados por uma ideologia, sim: a supremacia da Sharia, a crença de que a lei islâmica precisa ser imposta à sociedade. Limitar nosso foco aos jihadistas violentos é permanecer cegos àquilo que inspira esses jihadistas. Isto é que precisa ser enfrentado, se tivermos estômago para tal.
Este problema, no Brasil, ainda é uma abstração, visto que, muito embora a “religião da paz” seja a que mais cresce por aqui (sem esquecer que “paz”, para o Islam, nada mais é do que a submissão de todos ao Alcorão), seus adeptos ainda não se encontram em número suficiente para causar problemas semelhantes aos enfrentados pelo Velho Mundo atualmente. Mas, por certo, ainda chegará o dia em que precisaremos de um(a) estadista como a Primeira Ministra Polonesa para defender nosso povo sem papas na língua.