MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

BANDIDOLATRIA E DEMOCÍDIO

BANDIDOLATRIA E DEMOCÍDIO
... Em "Bandidolatria e democídio – Ensaios sobre garantismo penal e a criminalidade no Brasil”, os autores desnudam a grande farsa do direito nacional e as mazelas de um judiciário, que descolados do princípio Geral do Bem Comum, se tornaram algozes impiedosos do próprio povo a quem deveriam servir...
ABAIXO, LEIA O RESUMO DESTA OBRA OPORTUNA E BASTANTE ESCLARECEDORA.
EM SUMA: MUTATIS, MUTANDIS, O LIVRO EXAMINA OS MEANDROS E AS CONSEQUENCIAS DA POLITIZAÇÃO DA VELHA TEORIA DO BOM SELVAGEM DE ROUSSEAU QUE ACABOU  PRODUZINDO O “BOM REVOLUCIONÁRIO” QUE VEM CONDUZINDO A HUMANIDADE DO SÉCULO DAS GUERRAS PARA O SÉCULO DO CRIME, PRINCIPALMENTE  POR QUE PONTIFICAM O MATERIALISMO, A MENTIRA, O EGOISMO, A FRAUDE , O EMBUSTE. ENFIM, A VIOLENCIA  ORGANIZADA DE ORIGEM POLÍTICA CONTINUANDO A  ESPALHAR  SUAS DEVASTAÇÕES MUNDO AFORA, E IPSO FACTO, CONTAMINANDO O PODER JUDICIÁRIO NACIONAL, POSTADO DE COSTAS PARA OS CLAMORES DA SOCIEDADE, DECORRENTES DAS ANGUSTIAS DO POVO.
Jorge B. Ribeiro
jorjagulha@uol.com.br


Editora Armada
BANDIDOLATRIA E DEMOCÍDIO - Ensaios sobre garantismo penal e a criminalidade no Brasil.
Leonardo Giardin de Souza e Diego Pessi, com prefácio de Percival Puggina e contracapa de Benê Barbosa.

PRIMEIRA RESENHA, pelo Dr. Sileno Cezar Guimarães, advogado e membro da Associação Brasileira de Direito Tributário.
Foi com muita honra e grande respeito pelos autores, que aceitei o convite dos editores da Armada, para fazer essa primeira resenha. Embora conhecesse de outros trabalhos, sua competência e grande força de caráter, não podia, de início, precisar a dimensão do que estava contido nestas páginas.
Nas palavras de Santo Agostinho: “A esperança tem duas filhas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las” acho mesmo que é hora de mudá-las. São inúmeras as desculpas “corretas” para fazer as coisas erradas, quando basta uma única para fazer a certa, coragem. Quem dirá, quando além da coragem, os Promotores Diego Pessi e Leonardo Giardin de Souza reúnem tantos outros predicados.
Em Bandidolatria e democídio – Ensaios sobre garantismo penal e a criminalidade no Brasil, os autores desnudam a grande farsa do direito nacional e as mazelas de um judiciário, que descolados do princípio Geral do Bem Comum, se tornaram algozes impiedosos do próprio povo a quem deveriam servir. 
Esse é o livro que Thomas Hobbes teria escrito, se conhecesse nossa triste situação. O Leviatã Brasileiro que nos oprime numa autofagia macabra, devora 60.000 vidas por ano (estima-se que os números sejam ainda maiores), das quais, 500 são de policiais abatidos no cumprimento do dever, tentando servir e resguardar a população indefesa e imersa em um sistema político – ideologizado e em ruinas. Pode-se dizer que perdemos mais soldados em solo pátrio, por ano, do que a Força Expedicionária Brasileira, durante a Segunda Guerra Mundial, enfrentando a potência militar mais destrutiva que o mundo já viu!
Dividindo o livro em duas partes, Diego Pessi e Leonardo Giardin desnudam o corpo social necrosado do “Estado de Direito”, de forma jamais mostrada na nossa literatura: fria, direta e sem rodeios. Não para especialistas, mas para todos que ainda não descobriram em que ou o porquê o direito (especialmente o Penal) se transformou nessa grotesca fábrica de cadáveres, quando o bem jurídico mais valioso de nossa Constituição, deveria ser... a vida humana.

Na primeira:
PARTE I – “Os Profetas do Inferno: Bandidolatria, Sociedade Amordaçada e o Democídio Brasileiro”
O Promotor de Justiça, Diego Pessi, nos leva àquele homicídio em 25 de agosto de 2016, de uma mãe, enquanto buscava o filho na saída da escola perto de casa, em Porto Alegre... Ela teria reagido? Quem era aquele homem que cometera aquela violência impensável à luz do dia? Como alguém pode ser tão cruel? O autor não perde tempo em relatar o que já sabemos pelos jornais, mas nos conduz, a partir deste caso, numa narrativa segura, dos acontecimentos, recriando – com riqueza de detalhes inéditos – o dramático calvário judicial em que a tragédia se transformou, passando pelas celas, corredores, secretarias, salas de audiências, despachos, decisões interlocutórias, sentenças e tudo o mais que de outra forma, não poderíamos saber, à medida em que nos aponta cada pressuposto inválido, falso postulado, meias verdades, relativismos jurídicos e ideologias desconstrutivistas, sintomáticos de uma alucinação coletiva de direito desvirtuado, à qual chamou de “Bandidolatria”, um surto esquizofrênico generalizado numa espécie de histeria togada, onde o criminoso se faz vítima das “injustiças” sociais, cujo único ato de bondade é a redenção piedosa dos criminologistas. Ainda que às custas do sangue dos que padecem.
Nasce, portanto, um paradoxo principiológico, pois esta exacerbação normativa provoca a mais perniciosa anomia social que se possa imaginar no DEVER SER de algo que não se compreende o que realmente É, moldando ou “amoldando” o Magistrado aos critérios morais e utilitários de outrem . Quem, o quê ou por quê?
Aqui começa a segunda parte da jornada:

PARTE II – Leonardo Giardin de Souza
“A vingança de Nêmesis: despotismo togado e bandidolatria – decifrando a esfinge do garantismo penal”
Nêmesis, a deusa da vingança, que se indigna com a injustiça dos homens, não raras vezes, era representada como uma espécie de segunda face de Têmis, sua irmã, a deusa da ética e dos valores morais superiores... Essa é a grande herança dos gregos, que nos permitiu erigir a civilização ocidental, sobre os alicerces da justiça.
Leonardo Giardin escolheu, com grande propriedade e conhecimento, esta representação de um mítico Estado de Direito descolado da realidade social. Mesmo porque, os percalços acadêmicos de um sistema de ensino intoxicado por ideologias revolucionárias de uma esquerda pós-moderna derrotada em todos os campos, transformou o judiciário no leito do Procusto de toga que nos desconjunta e decepa-nos as extremidades, para que caibamos no discurso do marxismo cultural. Quando até mesmo Jesus Cristo é lançado às feras da hermenêutica e comparado aos bandidos das delações premiadas da vida, a subversão óbvia de valores, rapidamente confere ao réu a aura de messias injustiçado, e à vítima, o objeto da Nêmesis cega e vingativa, sem a Têmis que lhe guie.
Essa é a simbiose necessária para que o judiciário represente seu papel de pilar de sustentação do estado constitucional que emana da vontade geral de seu povo. Aqueles valores éticos, aquela moral que nos identifica como uma nação instrumentalizada pelo Estado de Direito.
Este livro é a epopeia literária de dois Promotores de Justiça que, de heróis solitários, transformaram-se em iconoclastas impiedosos, contra a farsa de um Estado democida, em nome de uma deusa pagã revolucionária, de um simulacro de direito violento e injusto por sua própria natureza. Tudo desmistificado, segundo a ótica de grandes nomes do pensamento ocidental contemporâneo, de Olavo de Carvalho a Theodore Dalrymple, passando por Voegelin, Samenow, Scruton... propositadamente suprimidos da literatura acadêmica nacional, de sorte a escamotear num jogo perverso de sombras e luzes difusas, os ensaios da contumácia criminosa.
Sócrates disse: “Ninguém faz o mal voluntariamente, mas por ignorância, pois a sabedoria e a virtude são inseparáveis”. Será?
Se você leu este texto até aqui, permita-me um conselho, leve esta obra para casa, indique-a para aquele aluno de direito que você estima, ele precisa saber essas verdades que podem nos salvar.


Em pré-venda a partir de 10/março/2017 pelo e-mail bandidolatria@editoraarmada.com.br. AGUARDEM!