MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

quinta-feira, 31 de março de 2016

Missa em memória aos mortos na luta armada

GRUPO TERNUMA

= Terrorismo Nunca Mais =


Informo a todos os nossos associados e amigos que a Missa em memória dos mortos na luta armada será celebrada às 20:00 horas do dia 31 de Março, na Paróquia Militar de São Miguel Arcanjo e Santo Expedito (EQN 303/304 - Asa Norte, Brasília – DF).

Compartilhem e compareçam.

Gen Bda Paulo Chagas
Presidente

= Nenhuma ditadura serve para o Brasil =

BRASIL: 10% dos homicídios do Mundo e 12º país mais violento do mundo


BRASIL: 10% dos homicídios do Mundo e 12º país mais violento do mundo

Prezado participante da Pela Legítima Defesa FÉLIX MAIER

https://youtu.be/z9u_bDcWBEs

Quando o IPEA publicou o Mapa da Violência de 2013, Cel Paes de Lira denunciou fraudes nos números apresentados. Hoje, pesquisa do próprio IPEA confirma e apresenta um número ainda maior do que o Cel calculou que seria aproximadamente o verdadeiro.

Clique aqui ou copie e cole

https://youtu.be/z9u_bDcWBEs

Diogo Waki

Coordenador Paulista da PLD


PS. No Facebook, curta e compartilhe
https://www.facebook.com/pelalegitimadefesa

Relíquia de um monstro sagrado

Há 50 anos, Anthony Hopkins, que era músico e ainda não tinha começado a carreira de ator, compôs uma valsa e nunca ouviu sua execução. Isto aconteceu em Viena e veja quem o fez!
 
https://www.youtube.com/watch?v=1LGVGekPSzo

Amigos do IPCO - 2016

Prezados Amigos do IPCO

É com imenso prazer que convidamos a todos aqueles, que nos acompanharam em nossas atividades no ano de 2015, a se cadastrarem para receber o cartão de Amigos do IPCO 2016.
Todos aqueles que assim procederem receberão o cartão que os franqueará para as atividades públicas do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, quer sejam, as conferências públicas, a participação em nossas campanhas de mobilização e divulgação de nossas obras e manifestos.

Clique no link abaixo, e preencha os dados requeridos que nos possibilitará enviarmos para seu endereço de correspondência o seu cartão de Amigos do IPCO – 2016

http://www.ipco.org.br/site/serv/mcard/confmsc.php?Reg=35353334&Meta=66656c69782e6d61696572353040676d61696c2e636f6d

O cartão é gratuito e a todos que o receberem serão convidados  a, voluntariamente, darem uma contribuição para o incremento de nossas atividades.

Esta concessão não estabelece vínculos jurídicos de qualquer espécie, quer sejam comerciais ou associativos, devendo ser renovada a cada ano.

Servirá apenas como identificação de um participante ativo que simpatiza com nosso pensamento e métodos de ação.

Atenciosamente

Diogo Waki
Diretor de Relações Institucionais do
Instituto Plinio Corrêa de Oliveira

Professor VILLA analise o impeachment e o destino de LULA

Professor VILLA analise o impeachment e o destino de LULA

https://www.youtube.com/watch?v=yR5cg1wiKMs
 
Obs: Lula está processando o historiador Marco Antonio Villa @VillaMarcovilla

IVES GANDRA analisa IMPEACHMENT e reações dos países vizinhos

IVES GANDRA analisa IMPEACHMENT e reações dos países vizinhos


https://www.youtube.com/watch?v=RQzuB5S-v-Q
https://www.youtube.com/watch?v=ILWFSv-s6tw

MARINA É O PT CAMALEÃO



MARINA É O PT CAMALEÃO

Sérgio Alves de Oliveira - Advogado e Sociólogo 
 
A disparada de Marina Silva nas pesquisas recentemente realizadas, que apontam a mesma na liderança das preferências para as eleições presidenciais que se avizinham, traz à tona a probabilidade de mais um engodo vir a ocupar a cadeira presidencial, a exemplo da história mais recente, onde  Lula e Dilma ,legítimos representantes da massa ignara, para “azar” de todos os brasileiros, tomaram esse lugar há mais de “13” anos.  Como disfarce, e para enganar os trouxas, ”eles” simulam  troca de acusações de todo  tipo, como se fossem de oposição um ao outro, quando na verdade são “farinha do mesmo saco”, todos “lobos em pele de carneiro”, inclusive  a aparente e falsa “oposição” do PSDB ,de FHC e seus seguidores, da mesma linha ideológica, porém disfarçada.

Aquele sistema político que adotaram no Brasil , denominado  impropriamente de DEMOCRACIA, como está escrito na Constituição ,está impregnado por uma série de vícios capazes de descaracterizar  esse modelo, tornando-o uma mentira, uma oclocracia.

Aristóteles (384 a.C  - 322 a.C) ,filósofo da Antiga Grécia, classificou as formas de governo em PURAS e IMPURAS. Segundo ele, as  primeiras (as formas puras) seriam a MONARQUIA (governo de um só), a ARISTOCRACIA (governo dos melhores) e a DEMOCRACIA (governo do povo). As segundas (as formas impuras),que seriam  as respectivas corrupções das primeiras, residiriam na  TIRANIA (Monarquia deturpada) ,na OLIGARQUIA  (Aristocracia degenerada ),e na DEMAGOGIA ( Democracia desvirtuada). Mais tarde o geógrafo e historiador grego  POLÍBIO (203 a.C  -  120 a.C) manteve essa classificação aristotélica, mas substituiu  a DEMAGOGIA por OCLOCRACIA. Essa “oclocracia” seria o completo desvirtuamento da democracia, por ausência de consciência política razoável do povo que a praticasse, ignorância política, e também por deficiência de cultura ,inteligência e caráter do respectivo povo. Todas essas ausências contaminariam os princípios que devem nortear a democracia verdadeira e a transformariam na  sua contrária, na OCLOCRACIA, que seria o “antônimo” da democracia, segundo a visão de Políbio.

Essa realidade que fincou raízes fundas no Brasil conseguiu a “proeza” de fazer com que a implantação da República, com aquele  golpe militar de 1889 - origem dessa “coisa” que muitos insistem em dizer ou pensam ser  democracia -  tenha sido uma catástrofe política ao Brasil, de funestos efeitos, pior ainda que o antigo regime da Monarquia que ela aboliu, com D. Pedro I  e D. Pedro II.  Saliente-se, inclusive, que Dom Pedro II  fez mais pelo Brasil do que todos os presidentes da “república” fizeram.  Por isso sou forçado a cair em risos  ,sempre que surge esse “papo” ridículo, batido e cansativo dos políticos , principalmente, e também de muita  “gente boa” que anda  por aí, que atribuem a  tudo o  que é ilícito ,ou não presta,  na política, a expressão pretensamente pejorativa  de  que dito acontecimento não seria   “republicano”.

Essa corrupção da democracia brasileira – que também é fonte da “outra” corrupção ,a derivada, que hoje assola terrivelmente o pais , na política -  teve força para fazer com que as forças do mal sempre estivessem presentes e fossem decisivas nas eleições, patrocinadas por uma “Justiça Eleitoral” cuja função não passa de homologar e dar toda a proteção e segurança  possível a essa verdadeira bandalheira política, com o “selo” da  Justiça. Mas essa mesma  Justiça  não “fica para trás”, também praticando as suas próprias “bandalheiras”, diretamente, como a escancarada  fraude que protagonizou com as urnas eletrônicas e apuração das eleições presidenciais de 2014,2º Turno, que deu a vitória (fraudada) a Dilma Rousseff. Todo mundo sabe, talvez mais que todos o “Bonner”, da Globo,  mas tudo  ficou e vai ficar por isso mesmo.

A melhor definição que se poderia dar a  essa pseudodemocracia seria a de ser ela “a ciência e  arte de enganar e escolher os  piores”. A consequência imediata dessa oclocracia  reside no fato de  que os vencedores escolhidos nas urnas eleitorais normalmente são  os piores, dentre os piores. Mas o que significaria o sentido emprestado à expressão “os piores, dentre os piores”?

A “demonização” que fazem da imagem de Adolf Hitler em todo o mundo, especialmente entre os políticos, certamente não provém dos horrores que ele  cometeu, ou teria cometido ,especialmente contra os judeus, com extermínio de milhões de pessoas  desse valoroso povo nos campos de concentração . Essa verdadeira “ojeriza” que os políticos de todo o mundo têm  contra  o “fuhrer” decorre mais da imagem que ele tinha e da descrição nada elogiosa que ele   deu aos políticos da sua  terra natal, a Áustria, no livro  “Mein Kampft  (hoje de circulação proibida). Escreveu ele, na prisão onde estava recolhido ,que (na Áustria)  “eram atraídos a fazer política os elementos da pior escória da sociedade”. Deu para perceber onde se quer  chegar, com a expressão “os piores, dentre os piores” ?  Não se aplicaria essa visão que Hitler tinha dos políticos da Áustria ,daquela época, se comparados com os do Brasil , de hoje?

Mas se considerarmos a verdade que está no brocardo que emergiu  da sabedoria de todos os povos, de que “cada povo tem o governo que merece”, do qual decorre necessariamente uma consequência , qual seja, (também) “ o governo  tem o povo que merece”, o enorme vício da falsa democracia brasileira tem raízes   primeiro  na pobreza da mente do seu povo, cuja consequência é a da ter o seu desgraçado destino social e econômico  traçado pela pior escória da sociedade, excetuada aquela minoria, tanto do povo, quanto da política, sem a força  necessária, justamente por serem minoria, para alterar esse  terrível quadro.

Até poderia parecer a algum desavisado que o  foco aqui  discutido estaria no combate à democracia. Não é nada disso. Pelo contrário, a  democracia é o melhor dos modelos políticos que já foram concebidos. Poderá haver melhor, mas ainda não se conhece. Mas nem tudo que “dizem” ser democracia de fato o é. Isso  vai depender sempre da consciência política do povo, da sua conscientização. Se ela for boa, os políticos que representam o povo corresponderão  aos interesses desse mesmo povo ,e terão as virtudes necessárias para  dirigir os interesses da nação. Caso contrário, o desastre estará instalado. No caso do Brasil , esses “desastres” se repetem e se agravam progressivamente. Os governos do  Regime Militar (de 1964 a 1985), que na verdade não foram muito bons, contudo podem ser considerados melhores, ou “menos piores”, que todos os outros governos civis subsequentes ,que foram, a cada novo mandato, progressivamente piorando. Especialmente nos dois mandatos que somam 8 anos de governo de FHC (cujo “esquerdopatismo” pode ser comprovado pela criação do  Ministério da Defesa ,em lugar dos 3 Ministérios Militares; pela promulgação de leis que legalizaram a maconha e outras que indenizavam com verbas milionárias  os terroristas, etc ) -  e que foi   agravado  nos  13 anos de PT, então  já com o  esquerdismo à flor da pele, mais assumido, pautados no socialismo  fabiano,  no  gramscismo  e na seita dos “Illuminati”, os estragos políticos, morais, econômicos e sociais  no país foram de grande monta, devendo levar  algumas décadas para recuperá-los, nessa hipótese, contudo, sempre  contando  com o afastamento imprescindível e imediato dessa cambada de salafrários do poder, ou seja, com uma reformulação dos valores políticos na consciência coletiva do povo para a prática da verdadeira democracia.
Mas essa reforma não poderia ser obtida pelas vias “democráticas”, nem políticas, em curso, como as conhecemos, pelas razões já apontadas, ou seja, pelas suas inexistências. A democracia está totalmente ausente nessa terra , onde a sua política  também é imprestável e não conduz o seu povo para realizar as suas infinitas  potencialidades. A única alternativa que nos restaria seria então o emprego da força, por quem de direito, para num primeiro momento afastar  os Três Poderes, todos comprometidos nessa situação que levou o Brasil à beira do caos, para que logo após se reinstalasse o Estado de Direito, hoje abandonado, e que pudesse abrigar um modelo de verdadeira democracia.

Sabe-se que a analogia pode enriquecer qualquer discussão. Então vamos recorrer a ela para explicar o fenômeno da ascensão política de  Marina Silva, mais uma enganação  com boas chances  de acontecer, a exemplo das escolhas eleitorais  de FHC, Lula e Dilma, que deixaram o Brasil  quase destruído durante os  longos 21  anos somados dos seus  governos. 

Interessante é observar que os militares que  governaram durante o mesmo tempo que esse “trio” civil, (de 1964 a 1985) ,apesar das campanhas difamatórias que buscaram desmoralizá-los, orquestradas pelos governos do PT e pelos  ex-terroristas,  fizeram muito mais pelo Brasil do  que os governos “plenamente democráticos” ,que acabamos de referir. Só para dar um exemplo, as cinco maiores usinas hidrelétricas hoje em funcionamento no Brasil foram construídas durante o Regime Militar. As analogias sobre as quais iremos trabalhar são as seguintes:

(1) O CAMALEÃO: Esse impressionante réptil  tem a capacidade de mudar de cor   toda vez que precisa camuflar-se por algum interesse ou necessidade própria, até defensiva. Também as pessoas têm essa capacidade. Especialmente na política as novas cores partidárias podem camuflar. E “eles” sabem disso. Às vezes basta uma mudança de partido político ou um discurso novo para que isso aconteça.

(2) O LOBO EM PELE DE CORDEIRO:  Essa parábola tem origem bíblica, do Novo Testamento: “Cuidado com os falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores”  (Matheus,7:16). Dita parábola cabe como uma “luva”, tanto em Marina, quanto em Lula.  Ambos se projetaram na vida política com as mesmas bandeiras. Lula com a sua anunciada origem pobre e de humilde operário metalúrgico (duvido até que ele tenha aprendido a desentortar um prego, já que ele nunca trabalhou e sempre fez só política, desde a origem sindicalista) . Por sua vez também  Marina igualmente  levantou a bandeira da  sua  origem pobre e pele negra.  Mas nessa disputa Marina ganha longe de Lula , por sua aparência também de “coitadinha”, algo que Lula não tem, embora ele possa ter diversas outras caras.  Essas “propriedades” conseguem comover as pessoas que têm bom coração quando estão frente a alguma urna para votar. Assim quem vota é o coração, enganado pela pele de cordeiro que o candidato-lobo veste ,e  que acaba sendo eleito. A razão e a inteligência não são acionados,  sucumbindo ante o coração, que no caso é quem decide. E a sociedade acaba pagando um alto preço durante muito tempo por essa “bondade” de muitos.

(3) CORUJA-DE-CORREDOR:  Marina também pode ser equiparada à “coruja-de-corredor” ,bem conhecida na vida rural. A  característica mais conhecida desse tipo de coruja  é voar pulando de pau em pau nos corredores das fazendas, na caça de  roedores ou répteis. Assim também procedem algumas  pessoas, como  Marina Silva. Ela começou a fazer política em 1985,lá no Acre, pelo Partido dos Trabalhadores-PT, chegando a ser eleita e reeleita para o Senado.  Mas resolveu se transferir para o Partido Verde-PV, algum tempo depois ,mais tarde também abandonando esse partido para fundar a “Rede”, um novo partido político, pulando novamente de “pau” para filiar-se ao Partido Socialista Brasileiro-PSB, para concorrer à Presidência da República, após o acidente aéreo que vitimou Campos, onde  quase chegou à Presidência, obtendo a terceira colocação, que também já havia conquistado nas eleições anteriores,  de 2010. Ela também fez parte de  um outro  partido, esse  informal, para aumentar o seu currículo partidário, qual seja, o partido-Religião Evangélica, após abandonar a Igreja Católica. Mas sem dúvida a “coruja-de-corredor” é boa de voto, o que não se pode confundir com qualquer eventual mérito em democracias  degeneradas, ou oclocracias ,ambientes contaminados e propícios  à germinação de políticos  sem as qualidades necessárias, como “FHC”, Marina e Lula ,ambos “da Silva”. Dando esse texto por encerrado,  a verdade é que ninguém até hoje conseguiu bater o recorde de Marina Silva, como a maior “vira-casaca” de todos os tempos.

Obs.: E mulher-melancia, no exemplo acima, não é no sentido do homem que não consegue comer sozinho uma melancia... tendo que dividir com outros... (F. Maier)

 

ESPETACULAR - Partida de futebol Lava-Jato Brasil x Bandidos do PT

ESPETACULAR - Partida de futebol Lava-Jato Brasil x Bandidos do PT

https://www.youtube.com/watch?v=rXfxhdeD5AE

Comentário geopolítico do coronel Gelio Fregapani

COMENTÁRIO GEOPOLÍTICO 240 de 26 de março de 2016


Assuntos: Casa dividida, Medidas indispensáveis e Você sabia?

Uma casa dividida não para em pé

A manifestação pró-PT do dia 18 de março mostrou  que ainda existe alguma polarização partidária, mas não dá para comparar com a manifestação anticorrupção do dia 13, esta muitas vezes maior e principalmente mais autêntica e quase apartidária apesar do PT ser o alvo principal. Quanto a passeata petista ouve-se ainda rumores de que muitos ali teriam comparecido apenas pelos 30 reais e um sanduiche de mortadela, o que diminui sua já pequena importânciaPoliticamente a casa não está tão dividida; O PT derreteu miseravelmente enfraquecido não só pelas denúncias de corrupção como pela ingenuidade de usar os parcos recursos existentes em um assistencialismo exagerado tentando dividir o bolo antes do mesmo crescer e também, (embora apenas no início ) ter assustado os sanguessugas da cúpula financeira internacional  resultando numa um tanto forçada recessão. Entretanto o pior legado do governo PT foi criar diferenças raciais, étnicas, religiosas, ideológicas que até pouco tempo não existiam, dividindo o nosso povo entre pobres e ricos, entre brancos e negros, entre a sociedade nacional e os índios e, de certa forma entre católicos e evangélicos. Essas divisões sim, ainda podem trazer consequências trágicas. Politicamente o PT está no fim. Os ratos estão pulando do navio em profusão e confrontos só existem entre forças equivalentes, o que não é o caso, mas a simples saída de Dilma não propiciaria uma solução previsível à economia, seja com o vice-presidente  ou, em caso de novas eleições, sem um vencedor suficientemente forte para implementar medidas impopulares. Contudo não haverá confronto agora. O atual governo cairá em meses; é tempo de pensar no "day after"

 

O day after

Já sabemos que o Governo atual não se sustentará e podemos supor que breve inicie a disputa pelo espólio. Claro, todos estarão contra os corruptos e em princípio todas as formas de socialismo estarão repudiadas, mas Dificilmente haverá consenso e ninguém que assuma terá força para implementar as medidas corretas e isto se tiver vontade de fazê-lo. Aliás, na linha sucessória nenhum teria moral para isto.

A disputa tende a levar a um acordo ou a um vencedor, pois não cessando os choques torna-se inevitável a intervenção militar antes que o País se esfacele.  Podemos supor que após desgastantes debates emergem  dois grupos principais: os desenvolvimentistas e os partidários de uma inserção maior no mercado mundial, mesmo em posição subalterna, aliados aos ambientalistas adoradores das árvores nativas. Com esses últimos, nitidamente entreguistas, repetiríamos o primeiro mandato de FHC, vendendo ao estrangeiro o que resta de nacional, estatal ou privado, propiciando um curto período de dinheiro farto após o qual não mais haveria desenvolvimento nem soberania nem empregos.  A crise econômica, passado o pequeno período de bonança ressurgiria com mais força ameaçando tornar o País em apenas uma expressão geográfica a disposição de todo o mundo. Isto nenhum exército do mundo iria tolerar. Nem o nosso.
Caso o grupo desenvimentista venha sobrepujar, o processo para conter a desnacionalização encontrará forte oposição da cúpula financeira internacional e de seus "boys" nacionais, mas com o orgulho despertado e umas poucas medidas o resultado apareceria em três meses, desde que esteja sob a chefia de um líder forte e que conte com o apoio das Forças Armadas para que possa implementar as medidas necessárias, mesmo que impopulares.
Fácil de dizer, mas que medidas milagrosas seriam estas, e se são tão boas por que não foram aplicadas antes?
Então vamos, resumidamente, as medidas:
1 – Baixar violentamente os juros. – Não é possível gastar metade do orçamento nacional  com o pagamento de juros e fazer alguma coisa mais. Mas se os investidores resolverem retirar seu dinheiro, que por sinal nem existe? – estabeleça-se um limite e se necessário imprima-se. O capital retirado tenderá a ser empregado em alguma atividade produtiva para não ser simplesmente corroído pela inflação, o que fatalmente aconteceria com o aumento da moeda circulante antes do aumento da produção.
2 - Abrir frentes de trabalho e reavaliar todas as bolsas, mantendo só as indispensáveis, para que seja feito algo de útil e se resgate a dignidade de quem não tenha outro emprego
3 – Diminuir para um terço o número dos senadores, deputados federais, deputados estaduais e de vereadores.
Dar maior proteção a indústria nacional de capital nacional segundo os princípios de Alexander Hamilton, que ensina que sem reserva de mercado nenhuma industria nova pode competir com uma estrangeira já estabelecida
4 – Expulsar as ONGs estrangeiras e auditar as nacionais.
5 – Acabar com a gratuidade nas universidades federais, mas nestas financiar fortemente as pesquisas.
6 – Incentivar a agricultura e reprimir as invasões de terra produtiva e controlar o ambientalismo radical que impeça o progresso.
7- Simplificar a Justiça e criar punições mais fortes para juízes prevaricadores
8 – Desenvolver armamento nuclear e vetores de transporte no País, pois é o único meio de ser respeitado e dem assegurar que não seremos agredidos nem pressionados demasiadamente


Você sabia?
     Que o desarmamento das pessoas de bem e i incentivo a "não resistência" fracassaram em seu pseudo objetivo de diminuir os crimes de morte, mas atingiram o objetivo de acovardar a população, treinando a mesma a ceder à ameaças, para que o próprio povo exija do governo que ceda quando houver alguma ameaça ao país?
Que Snowden e Grenn Greenwald deunciam desde 2011 que Brasil seria alvo de golpes políticos e judiciários por causa do presal. ?
Que desde que a Petrobras iniciou a produção na camada pré-sal, a CIA e as petrolíferas americanas aguçaram os ataques a Petrobras e ao País?
Que a desnacionalização da economia é raiz da desindustrialização, do apartheid tecnológico do desemprego, enfim do subdesenvolvimento ?

Que o governo do FHC vinha cumprindo com rara eficiência o roteiro do Consenso de Washington sobre a desnacionalização da economia e que as administrações petistas em termos gerais deram continuidade à desestruturação entreguista dos governos de Collor e FHC?

 Que no regime militar, a maior parte da receita era direcionada à infraestrutura que perdura até hoje gerando, paralelamente, empregos em massa. Já nos governos civis,  um mínimo é direcionado para a infraestrutura?

Que os militares, para dar empregos criavam frentes de trabalho, as quais abriam estradas que levavam o progresso e ajudavam a ocupar o vazio do território. Com isto além do trabalho davam dignidade ao desempregado
Que os governos civis preferem conceder bolsas aos desempregados, favorecendo a ociosidade s tirando a dignidade  

Que a ressurreição de Nosso Senhor inspire o nosso País para ressuscitar também

Gelio Fregapani
adendo


Oito cenários Brasileiros à procura da realidade

A publicação Relatório Reservado define oito cenários. Esta matéria não é nada mais que um exercício de futurologia.

A publicação Relatório Reservado define oito cenãrios. Esta matéria não é nada mais que um exercício de futurologia. Foto - Agência Brasil

Matéria de um Relatório ReservadoPublicado 21 Março 2016

As fichas estão sendo apostadas no impeachment de Dilma Rousseff e na prisão de Lula.  Mas a ambiência institucional e a volatilidade dos fatos suportam as mais variadas hipóteses, algumas indesejáveis e outras até extravagantes.
.  Escolha o que gostar mais e trabalhe por ele. Mas não espere encontrar uma opção tranquilizadora.

-  CENÁRIO  1:
São cumpridos os ritos do impeachment na Câmara e no Senado, e Dilma Rousseff já está pré-condenada por todos. É possível, bem razoável, que Sergio Moro tenha mais alguma gravação “fortuita” para dar o xeque-mate na presidente. Tudo muito rápido. A esquerda patrocina a ideia do exílio de Dilma. Ela vira uma versão grosseira e mal educada de Zélia Cardoso de Mello. Ficará lembrada como a pior presidente da República de todos os tempos.


- CENÁRIO  2:

Lula não assume a Casa Civil devido à interpretação condenatória do STF, é preso e, logo a seguir, é sentenciado  –  no melhor  estilo  Sergio  Moro,  a  toque de caixa. Pega de 20 a 30 anos de prisão.  Algo similar à condenação de Marcelo Odebrecht.  A militância do PT desiste de reagir diante do massacre da mídia e da maioria crescente da população, que coloca em dúvida a lisura do ex-presidente. Isto não impede o impeashment.

-  CENÁRIO  3:

Lula consegue assumir o ministério.  Faz um discurso seminal em horário nobre. Chama todos à militância. Faz anúncios irresistíveis, a exemplo de um programa de recuperação social e econômica.  Lula quebra a espinha dorsal da mídia ao usar à exaustão o  horário  pago  de televisão. Falaria por volta de 10 minutos no horário do Jornal Nacional ou no intervalo da novela das 21 horas.  O ex-presidente, com esse show off, reduz a animação dos “coxinhas”.
Ainda nesse cenário, Dilma surfa no desarmamento dos espíritos patrocinado por Lula.  O impeachment é postergado.  Lula e Dilma determinam uma devassa fiscal seletiva e um levantamento de todos os passivos trabalhistas e previdenciários de veículos de comunicação escolhidos a dedo. O PT se salva.


-  CENÁRIO  4:

Lula é preso. Dedica-se a escrever seus diários. Relata como foi perseguido por Sergio Moro, na lenta transformação do regime em um macarthismo verde e amarelo.
Com dois ou três anos de cárcere, vai se tornando um ícone, um Nelson Mandela tupiniquim. 


- CENÁRIO  5: 

Dilma Rousseff não aguenta a onda e renuncia antes do término da abertura da sessão de impeachment. Lula vence a batalha das liminares no STF e permanece no Gabinete Civil da Presidência.
Com um pedido público emocionado de Dilma, segue no cargo mesmo com a renúncia da presidente.  Michel Temer assume.  Vai governar com Lula. O ex-presidente fica mais à vontade, na medida em que Temer passa a ser investigado no esquema de arbitragem dos preços do etanol na BR Distribuidora e, em segundo plano, do feudo na Companhia Docas de Santos. 


-  CENÁRIO  6:
O TSE encontra provas do uso da grana do petrolão para o financiamento de campanha da chapa Dilma/Temer.
Game over. Lula é preso. Dilma e Temer rolam o despenhadeiro. O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, assume a presidência da República, com o compromisso de realizar eleições em  90 dias. Moro alveja Cunha frontalmente. Assume o presidente do Senado Federal, Renan Calheiros, que carrega um portfólio de denúncias de documento falso, peculato e falsidade ideológica. Renan também cai na rede de Moro.  Ascende, então, um togado. O presidente do Supremo – Ricardo Lewandowsky  ou, a  partir de setembro, Carmem Lucia – cai de paraquedas  na  Presidência  da  República.  A partir de 2017, portanto na segunda metade do mandato, a eleição do presidente se dará por voto indireto. Os atores que sobem no proscênio da envergonhada política nacional, concorrendo no voto direto ou indireto, são Aécio Neves e Nove cenários à procura da realidade Geraldo Alckmin, Eduardo Paes, José Serra, Ciro Gomes, todos sabidamente patos para Sergio Moro.
Sim, restam Marina Silva e Jair Bolsonaro.  A julgar pela ausência no momento mais crucial da República, Marina trocaria as eleições no Brasil pelas do Tibet.  E Bolsonaro, mesmo que concorra conforme as mais rigorosas normas democráticas, será golpe de qualquer maneira.


-  CENÁRIO  7:
A tensão cresce no país.  A nação corre o risco de se transformar em uma praça de guerra.
A primeira bala perdida, um número maior de feridos, um confronto corpo a corpo com as forças da ordem e pronto:  terão extraído o magma fumegante que assopraram com convicção. Sangue e porrada na madrugada. Dilma, na condição de comandante em chefe, convoca o Conselho Nacional de Defesa, dentro dos estritos ditames constitucionais.  Sentados no Conselho, o ministro da Defesa, os três comandantes militares e o chefe da Casa Civil  –  Lula  or  not Lula.
Juntos, analisam a exigência de se lançar mão do Estado de Emergência, instituto cabível na situação citada. Golpe? Nenhum, pois a iniciativa está prevista na Constituição. Na excepcionalidade da circunstância, a ordem tem de ser mantida.  As negociações com o Congresso e o Judiciário mudam muito!

-  CENÁRIO  8:
O onipresente  Sergio Moro avança no seu projeto de dizimar  a  classe  política  e  refundar  o Brasil.  Todas as lideranças estão ameaçadas para valer: Lula e Dilma, é claro, mas também FHC, Aécio Neves, Geraldo Alckmin, Renan Calheiros, Eduardo Cunha, Michel Temer et caterva.  Os políticos se reúnem para firmar um pacto, um governo de coalizão nacional, compartilhado entre os partidos. Todos acolhem que esta é a melhor solução não somente para a sobrevivência jurídica, mas para tirar o Brasil do atoleiro. Os líderes acordam que a fórmula para estabilizar a economia brasileira é promover um ajuste relâmpago no estilo Campos-Bulhões.
Com o Congresso apavorado, os políticos se unem salvam a si mesmos.


Nota GF: Isto abrange quase todos os principais cenários possíveis. O mais provável poderia ser o nº 8 e o "menos ruim" o nº 6

A baixa da maré vermelha

A baixa da maré vermelha

Osmar José de Barros Ribeiro, em 29 Mar 2016

Até há pouco tempo, o êxito das ações empreendidas pelo Foro de São Paulo no sentido de transformar a América do Sul num continente vermelho, parecia incontestável. Afinal, a Venezuela, o Brasil, a Argentina, a Bolívia, o Paraguai e o Equador estavam nas mãos de gente plenamente confiável e obediente aos ditames da sua cúpula.
Porém, como diz um antigo ditado popular, “o homem põe e Deus dispõe”. O primeiro a cair foi Lugo, o bispo garanhão, presidente do Paraguai, cujo impedimento pelo Congresso custou ao país a suspensão do Mercosul, numa clara manobra para permitir o ingresso da Venezuela, levada a cabo pelo Brasil e Argentina, com o apoio do Uruguai .
A Argentina derrotou o kirchnerismo em novembro passado. Semanas depois, foi a vez das eleições na Venezuela representando, com a conquista de dois terços do Congresso pela oposição, o princípio do fim do bolivarianismo no poder. Mais recentemente, os bolivianos recusaram-se a aceitar a continuidade de Evo Morales após 2019. No Equador, Rafael Correa já anunciou que não tentará a reeleição em 2017.
No Brasil, uma crise política e econômica, agravada por denúncias de corrupção, leva a um melancólico final o governo petista, após quase 13 anos no poder.  Não obstante, o Foro de São Paulo recusa-se a ver a morte da galinha dos ovos de ouro e busca, além de apoio interno, respaldo externo.
Evo Morales propôs uma reunião de emergência da União das Nações Sul-americanas (Unasul) para defender a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pois, segundo ele, está sendo gestado no Brasil "um golpe do Congresso", maquinado por "grupos oligárquicos dos Estados Unidos", para evitar que Lula seja candidato nas próximas eleições presidenciais.
Por seu turno, o ministro das Relações Exteriores do Uruguai, Rodolfo Nin Novoa, afirmou que está circulando, em todos os Países da Unasul, documento fazendo um chamado e um pedido para que seja respeitada a ordem institucional no Brasil.
O equatoriano Rafael Correa disse que a América do Sul está sendo ameaçada por tentativas de desestabilização dos governos progressistas da região e que a América Latina “abraça Lula” que teve seus direitos violados por uma “condução coercitiva”.
Na verdade, estamos às vésperas de sérios problemas, mais internos que externos, haja vista que o Partido dos Trabalhadores tornou-se, pela vontade de Lula, instrumento da estratégia do Foro de São Paulo para restaurar o comunismo na América Latina. Com esse objetivo foram criados, artificialmente, conflitos ideológicos do “nós contra eles”, “brancos versus negros”, “ricos contra pobres”, “nordeste contra sul”, tudo no melhor estilo da luta de classes.
Contudo, a maré vermelha está se desfazendo. As recentes derrotas da esquerda são devidas, além da realidade econômica, ao fato de que seus líderes aderiram à corrupção, sem considerar a crescente intolerância popular a ela. Cresce assim, a cada dia, a probabilidade de Lula ser preso e Dilma Rousseff sofrer impeachment.
Tudo considerado, o que de melhor aconteceu no Brasil, vem sendo o clamor por integridade no trato dos negócios governamentais. Continuemos a envidar esforços nesse sentido.

Chefe da Força Nacional de Segurança pede demissão e diz que Dilma não tem 'escrúpulos'

Chefe da Força Nacional de Segurança pede demissão e diz que Dilma não tem 'escrúpulos'

- Atualizado: 30 Março 2016 | 21h 13

Coronel Adilson Moreira enviou um e-mail a subordinados com críticas ao governo e à presidente; ministério da Justiça afirma que declarações 'podem implicar falta disciplinar e gesto de deslealdade administrativa'


BRASÍLIA - Ao pedir demissão do comando da Força Nacional de Segurança de Pública, o coronel Adilson Moreira enviou um e-mail a subordinados com críticas ao governo e à presidente Dilma Rousseff. 
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“Minha família exigiu minha saída, pois não precisa ser muito inteligente para saber que estamos sendo conduzidos por um grupo sem escrúpulos, incluindo aí a presidente da República. Me sinto cada vez mais envergonhado. O que antes eram rumores, se concretizaram”, diz o texto.
Aos colegas, ele afirma que sempre viveu um “conflito ético de servir a um governo federal com tamanha complexidade política”.  “A nossa administração federal não está interessada no bem do país, mas em manter o poder a qualquer custo”, acusou.
Moreira estava no cargo de diretor da Força interinamente desde janeiro e disse no comunicado que gostaria de ficar até o final dos Jogos Olímpicos, mas que “agora em março não foi mais possível manter o foco na área técnica somente”.
A saída da diretoria a poucos meses da Olimpíada traz preocupação, porque a Força Nacional é responsável pela segurança durante o evento. A expectativa é que cerca de 10 mil homens sejam enviados ao Rio de Janeiro com esse objetivo.
O órgão é ligado ao Ministério da Justiça. A pasta afirmou, em nota, que considerou "graves" as declarações do coronel e que, como elas "podem implicar falta disciplinar e gesto de deslealdade administrativa", o ministério vai instaurar inquérito administrativo e levar o caso à Comissão de Ética Pública da Presidência da República, uma vez que ele mencionou o nome de Dilma. O órgão também pediu à Advocacia-Geral da União que verifique se cabe eventuais medidas judiciais contra Moreira.

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964




MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

Uma seleção de textos sobre o movimento cívico-militar de 1964.

O mínimo que você precisa saber para não ser considerado um idiota.

Com certeza, você não ouviu o seu Prof. de História - o vermelhinho - discorrer sobre o assunto.

http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=12991&cat=Ensaios

31 DE MARÇO DE 1964 - JAMAIS ESQUECEREMOS!

31 DE MARÇO DE 1964 - JAMAIS ESQUECEREMOS!

https://www.youtube.com/watch?v=gYyNtR4EzBA
https://www.youtube.com/watch?v=6O_ccvA1d90
 
https://www.youtube.com/watch?v=DuVQFQUiOcQ
https://www.youtube.com/watch?v=nMiELBPvLgI

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964




MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

Uma seleção de textos, reunidos por Félix Maier.
O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota.
Saiba o que seu Prof. de História vermelhinho jamais irá contar para você.


ESQUECER É TAMBÉM TRAIR!  


MANIFESTO DE OFICIAIS DA RESERVA


MANIFESTO DE OFICIAIS DA RESERVA

Os Oficiais da Reserva de Infantaria 1973, da Turma Santos Dumont, do CPOR/SP vêm a público, com acendrado patriotismo e ufania, enaltecer as Forças Armadas do Brasil - em especial o altaneiro, glorioso e invicto Exército de Caxias -, perenemente fiéis aos princípios ocidentais, cristãos e democráticos e maiores garantes da Soberania Nacional, pela comemoração de mais um aniversário da histórica Contrarrevolução de 31 de março de 1964. Este Movimento Cívico-Militar livrou o nosso País das garras de uma solerte ideologia materialista, internacionalista e ateia.
Estaremos sempre de atalaia na defesa e guarda de nossa Pátria amada!!

BRASIL ACIMA DE TUDO!!!

São Paulo, 31 de março de 2016.

Subscrevem este Manifesto, os seguintes oficiais: 2º Ten R/2 Duarte, 2º Ten R/2 Manfrini, 2º Ten R/2 Palhuca, 2º Ten R/2 Tieghi, 2º Ten R/2 Moretti, 2º Ten R/2 Munhoz, 2º Ten R/2 Teruo, 2º Ten R/2 Fagioli, 2º Ten R/2 Reple, 2º Ten R/2 Junior, 2º Ten R/2 Guidotti, 2º Ten R/2 Iwata, 2º Ten R/2 Bentini, 2º Ten R/2 Galafassi, 2º Ten R/2 Ventura, 2º Ten R/2 Araújo, 2º Ten R/2 Franz, 2º Ten R/2 Amaral, 2º Ten R/2 Castelucci, 2º Ten R/2 Brito, 2º Ten R/2 Neto, 2º Ten R/2 Walgdon, 2º Ten R/2 Neves, 2º Ten R/2 Matos, 2º Ten R/2 Massao, 2º Ten R/2 Gomes, 2º Ten R/2 Gomar, 2º Ten R/2 Cabrera, 2º Ten R/2 Franco, 2º Ten R/2 Veríssimo, 2º Ten R/2 Carli, 2º Ten R/2 Chacur, 2º Ten R/2 Cassará, 2º Ten R/2 Amancio, 2º Ten R/2 Braga, 2º Ten R/2 Mollon, 2º Ten R/2 Thenyson, 2º Ten R/2 Simas, 2º Ten R/2 Pizani, 2º Ten R/2 Rizzo, 2º Ten R/2 Cukier, 2º Ten R/2 Maluf, 2º Ten R/2 Mesquita, 2º Ten R/2 Ventura, 2º Ten R/2 Peres, 2º Ten R/2 Pimentel.

Senadores governistas querem punir Moro no Conselho Nacional de Justiça

22/03/2016 19h57 - Atualizado em 30/03/2016 20h40

Senadores governistas querem punir Moro no Conselho Nacional de Justiça

Senadores apontam que juiz autorizou escuta 'ilegal' sobre ex-presidente Lula.
Parlamentares pedem punição por conta da quebra do sigilo dos áudios.

Renan RamalhoDo G1, em Brasília

 Um grupo de 14 senadores governistas pediram nesta terça-feira (22) ao Conselho Nacional de Justiça a abertura de um processo disciplinar sobre o juiz federal Sérgio Moro, que conduz a Operação Lava Jato na primeira instância.

Os parlamentares apontam que ele autorizou uma escuta "ilegal" sobre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, realizada após o horário determinado para seu término, na última quarta (16). Para eles, houve "efetiva responsabilidade" de Moro no ato, porque "teve ciência do fato e não tomou atitude no sentido de apurar ou corrigir o crime".

Além disso, querem punição por conta do despacho de Moro que, no mesmo dia, retirou o sigilo das gravações no inquérito. A peça ressalta a presença de diálogos de pessoa com prerrogativa de foro, destacando a presidente Dilma Rousseff.
A representação pede ao CNJ, órgão de controle do Judiciário, que apure as condutas e aplique uma das punições previstas na Lei da Magistratura: advertência; censura; remoção compulsória; aposentadoria compulsória; ou demissão.
Na semana passada, Moro justificou que algumas gravações de Lula, incluindo o diálogo com Dilma, foram feitos após ter decretado o fim das interceptações porque a operadora foi notificada depois. “Não havia reparado antes no ponto, mas não vejo maior relevância”, escreveu o juiz.
“Desnecessário dizer que a simples admissão pelo juiz de que a prova fora irregular basta para que seja considerada nula”, rebate a representação dos parlamentares. “Não ver ‘maior relevância’ em gravação feita após o horário autorizado, bem como que a Presidenta da República encontrava-se nas gravações somente é fato que demonstra seu desprezo pelo devido processo legal, pelo Estado de Direito e pelas instituições”, completa a peça.
Outros trechos dizem que a Lava Jato passou a ser conduzida de “forma midiática e espetacularizada” e que Moro “mostra-se seduzido pela ‘fama’”. “Seus atos tendem a incitar a população à subversão da ordem política e social”, afirma.
O pedido foi feito em nome de Ângela Portela (PT-RR), Donizeti Nogueira (PT-TO), Fátima Bezerra (PT-RO), Gleisi Hoffman (PT-PR), Jorge Viana (PT-AC), José Pimentel (PT-CE), Lídice da Mata (PSB-BA), Lindbergh Farias (PT-RJ), Regina Sousa (PT-PI), Paulo Rocha (PT-PA), Humberto Costa (PT-PE), Roberto Requião (PMDB-PR), Telmário Mota (PDT-RR) e Vanessa Grazziotin (PC do B-AM).
Após o protocolo no CNJ, a assessoria do senador Telmário Mota informou que ele não assinou o pedido e que os demais senadores inseriram seu nome “por ele ser governista”.

quarta-feira, 30 de março de 2016

Ex-ministros de FHC são processados. Corrupção generalizada pode “melar” Lava Jato? Veja o que ocorreu na Mãos Limpas

Ex-ministros de FHC são processados. Corrupção generalizada pode “melar” Lava Jato? Veja o que ocorreu na Mãos Limpas

Publicado por Luiz Flávio Gomes 
  
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Estamos finalizando o mês de março com três movimentos em ebulição: o primeiro é para tirar Dilma do poder e dar posse para Michel Temer (o mais pronto possível); o segundo é a operação abafa tudo (das castas implicadas em corrupção); o terceiro é para continuar a punição de todos os envolvidos com corrupção.
Ex-ministros de FHC processados
Faz parte dessa terceira frente a decisão da 1ª Turma do STF que aceitou recurso da PGR, interposto contra o arquivamento de processos (determinado por Gilmar Mendes, em 2002) que pedem a reparação de prejuízos relativos à ajuda do BC para bancos no tempo do governo FHC. Haverá a retomada de duas ações de reparação de danos por improbidade administrativa contra os ex-ministros do governo de Fernando Henrique Cardoso, do PSDB: Pedro Malan (Fazenda), José Serra (Planejamento, Orçamento e Gestão), Pedro Parente (Casa Civil), além de ex-presidentes e diretores do Banco Central. O recurso questionava a assistência financeira de R$ 2,97 bilhões do Banco Central dada, no governo FHC, aos bancos Econômico e Bamerindus, em 1994, dentro do Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional (Proer), que socorreu bancos em dificuldades. “Afundar um banco é muito mais rentável que roubar um banco” (Bertold Brecht). Gilmar Mendes tinha arquivado tudo sob o argumento (tido como inconsistente) de que os valores apontados “em muito ultrapassam os interesses individuais” dos envolvidos. Os ministros da 1ª Turma reverteram esse entendimento.
O STF e a Lava Jato, doravante, com tantas delações e provas, certamente tentarão fechar o cerco contra grande parte das castas dominantes, de todos os partidos. Mas não será tarefa fácil enquadrar as soberbas castas influentes e governantes. Os contra-ataques já estão começando. Essa foi a tática usada na operação Mãos Limpas na Itália (que acabou sufocada).
Operação Mãos Limpas
Dois magistrados italianos (Gherardo Colombo e Piercamillo Davigo), que atuaram durante longos anos na operação Mãos Limpas (Itália), foram taxativos[1]:
(a) a Mãos Limpas foi contra-atacada pelos políticos (que queriam preservar suas carreiras dentro das castas intocáveis – aprovaram leis de anistia, diminuíram prescrição, aboliram vários crimes, houve um decreto “salva-ladrão” etc.); (b) a magistratura italiana sofreu bombardeios pesados deles, particularmente midiáticos – “juízes comunistas”, “juízes interferindo na política”, “juízes parciais”, “o diabo também veste toga” etc.); (c) o apoio popular foi muito relevante enquanto se investigava a corrupção das castas poderosas, dos de cima (5 partidos desapareceram); (d) foi diminuindo ao longo dos anos e se derreteu quando começaram a investigar a corrupção de todos, não só dos políticos e empresários.
Mais:
(e) a Justiça criminal é impotente para mudar o cenário da corrupção, quando esta é difusa na sociedade[2]; (f) sem modificar a educação e a cultura pouca mudança acontece; (g) a Itália hoje é corrupta tanto quanto era antes da Mãos Limpas (aliás, ocupa a posição 61ª do ranking da Transparência Internacional; o Brasil está no 76º lugar).
Próximos passos no Brasil: as castas intocáveis (políticos e empresários envolvidos com a corrupção e as pilhagens do país) vão contra-atacar, ou seja, descarregarão todas as suas forças contra a Lava Jato e seus operadores. Enquanto se investigava o PT e seus aliados era uma coisa, agora há “planilhas” e delações contra todos. A Lava Jato “deixou de ser interessante” para as castas poderosas que querem continuar desfrutando dos seus privilégios seculares. Todos os deslizes legais da Lava Jato serão duramente castigados (por todos os políticos e empresários acusados de corrupção, pouco importando o partido).
De várias maneiras as castas atacarão: (a) destruindo a imagem dos juízes, procuradores e policiais; (b) tentando aprovar leis de anistia (o que favoreceria, desde logo, Eduardo Cunha, Renan, Lula, várias lideranças do PSDB etc.); (c) fazendo “acordão” para preservar os mandatos dos processados (Cunha, Renan etc.); (d) enfatizando que a corrupção é generalizada no país; (e) protelando as investigações (tanto quanto possível), (f) favorecendo a morosidade do STF (que até hoje só recebeu uma denúncia no caso Petrolão) etc.
Se não houver intensa mobilização da sociedade, as castas intocáveis vencerão mais uma guerra (apesar de perderem alguns soldados). Mais: sem educação de qualidade para todos e mudanças culturais profundas teremos o mesmo destino da Itália: continuaremos um país sistematicamente corrupto, longe da observância da lei e da Justiça para todos.
O Brasil é grande, é um gigante, mas não tem sido historicamente maior que suas castas influentes e governantes. Elas se julgam intocáveis e sempre ditaram as regras da ordem social, garantindo sua impunidade. Se esses pontos centrais não forem alterados, perderemos mais um século (o XXI). Nosso sistema socioeconômico e cultural é suicida: as castas querem para elas mais poder para fazer mais dinheiro e mais dinheiro para se conquistar mais poder e mais poder ainda para ter mais dinheiro e assim vai.
De qualquer modo, não se pode ir para ruas dizendo que “os políticos e os empresários [das castas envolvidas] são ladrões”, se no momento seguinte não temos comportamento condizente com as placas que levantamos nas “Avenidas Paulistas” do país.
Temos o direito e o dever de nos indignar e todas as críticas do mundo devemos lançar contra as castas poderosas, mas, em países profundamente cleptocratas, como o nosso, ninguém está isento de criar vergonha na cara. Mudar hábitos arraigados constitui um bom começo. A alternativa a isso é pior: seria cultivar o cinismo e deixar que o enterrem com a inscrição “aqui jaz mais um cínico e hipócrita” (que inclusive levantava bandeiras nas manifestações populares).
A propósito: o jornal O Globo divulgou pesquisa do Data Popular que diz: “80% dos entrevistados conhece alguém que já cometeu alguma ilegalidade, 70% admitem que já cometeram algum tipo de infração e 22% conhecem um corrupto. Porém, apenas 3% dos participantes se consideram corruptos”[3].
Corrupto é o outro (diz a matéria do jornal citado). Quando milhões vão às ruas por mais ética, o jornal flagra pequenos delitos no dia a dia. Apesar de admitir que já fez algo irregular, a maioria só enxerga desrespeito às regras em terceiros. Vale para o brasileiro a “lei da vantagem” ou a “lei de Gérson” (criada em meados de 70).
A matéria diz ainda ter identificado alguns “desvios éticos” praticados na sociedade e que deixam a falsa sensação de que faz parte do DNA dos brasileiros querer levar a melhor em tudo, seja ao não dar uma nota fiscal, tentar subornar o guarda para evitar multa, falsificar uma carteirinha de estudante, furar fila, comprar produtos falsificados, bater ponto para o colega, colar na prova da escola ou fazer “gato” na TV paga, entre outros.
Maioria admite que já fez algo irregular
Ex-ministros de FHC so processados Corrupo generalizada pode melar Lava Jato Veja o que ocorreu na Mos Limpas

Pesquisa Data Popular sobre percepção de corrupção – Arte/O GLOBO

Em outro estudo realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a percepção dos entrevistados em relação a forma de agir do brasileiro reflete como tratamos as pessoas, mesmo as que nos são mais próximas: 82% acham que a maioria quer tirar vantagem, e só 16% dizem que as pessoas agem de maneira correta.
“O que tem é essa visão de que o brasileiro sempre quer tirar vantagem, ele passa pelo acostamento, fura fila, não devolve o troco, cola na prova, e isso afeta essa avaliação. As pessoas podem defender uma sociedade sem corrupção, mas, nessas pequenas coisas, elas não têm essa ética, e aí você começa a perder confiança. É uma confiança desconfiada — conta Renato da Fonseca, coordenador da pesquisa”.
“Dependendo dos óculos que você usa, da pessoalidade ou da impessoalidade, pode enxergar determinada atitude como um crime, se for alguém que você não conhece, ou mudar essa classificação para uma pequena infração ou delito, quando se trata de alguém próximo. Aqui há uma elasticidade moral muito grande, que se estica mais ou menos conforme a situação que se apresenta. No trânsito, por exemplo, respeito às regras, mas todos os dias vejo as pessoas cometerem infrações, e elas sequer conseguem enxergam isso, pois acham que dirigem melhor do que o outro” (Roberto DaMatta).
Os 10 delitos que você já ouviu falar são: (1) transporte “de graça”; (2) fraude do funcionário público no ponto; (3) fuga da blitz da lei seca; (4) habilitação comprada; (5) fraude na meia-entrada (falsidade de carteira de estudante); (6) sonegação de imposto (R$ 118 bilhões somente em 2015); (7) comprar produtos piratas; (8) crimes no trânsito; (9) suborno de guardas e (10) corrupção de fiscais.
Dizia Ruy Barbosa: “O problema do Brasil é a falta de indignação!”
O império das castas intocáveis contra-ataca: a mídia “engajada” com as grandes causas das castas dominantes será escalada para cumprir o papel de combatente da Lava Jato. Uma das técnicas será, doravante, ratificar o que o PT dizia: “a corrução é generalizada; todos praticamente somos corruptos; quem nunca pecou que jogue a primeira pedra”. A arma mais poderosa dos opressores (das castas) é o desânimo e a apatia dos oprimidos (do povo). Tudo será feito para desmobilizar a população. Se o nível de indignação popular diminuir, o apoio à Lava Jato vai se esfriando, até se esgotar.
  • CAROS internautas que queiram nos honrar com a leitura deste artigo: sou do Movimento Contra a Corrupção Eleitoral (MCCE) e recrimino todos os políticos comprovadamente desonestos assim como sou radicalmente contra a corrupção cleptocrata de todos os agentes públicos (mancomunados com agentes privados) que já governaram ou que governam o País, roubando o dinheiro público. Todos os partidos e agentes inequivocamente envolvidos com a corrupção (PT, PMDB, PSDB, PP, PTB, DEM, Solidariedade, PSB etc.), além de ladrões, foram ou são fisiológicos (toma lá dá ca) e ultraconservadores não do bem, sim, dos interesses das oligarquias bem posicionadas dentro da sociedade e do Estado. Mais: fraudam a confiança dos tolos que cegamente confiam em corruptos e ainda imoralmente os defende.
[1] Ver http://www.conjur.com.br/2016-mar-27/operacao-maos-limpas-nao-diminuiu-corrupcao-dizem-juizes-italianos, consultado em 28/03/16.
[2] Ver http://política.estadao.com.br/noticias/geral,quem-acabou-comaoperacao-maos-limpas-foiocidadao-comum,10000023323, consultado em 28/03/16.
[3] Ver http://oglobo.globo.com/brasil/corruptoooutro 18961820#ixzz449NWzUL4, consultado em 28/03/16.
Luiz Flávio Gomes
Professor
Jurista e professor. Fundador da Rede de Ensino LFG. Diretor-presidente do Instituto Avante Brasil. Foi Promotor de Justiça (1980 a 1983), Juiz de Direito (1983 a 1998) e Advogado (1999 a 2001). [ assessoria de comunicação e imprensa +55 11 991697674 [agenda de palestras e entrevistas] ]