MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

domingo, 31 de janeiro de 2016

Professora da al-Azhar: Allah permite que os muçulmanos estuprem mulheres não-muçulmanas

Professora da al-Azhar: Allah permite que os muçulmanos estuprem mulheres não-muçulmanas

Robert Spencer
17 de janeiro de 2016


A apreensão de moças Infieis e sua utilização como escravas sexuais é sancionada no Alcorão. De acordo com a lei islâmica, homens muçulmanos podem tomar "cativos da mão direita" (Alcorão 4: 3, 04:24, 33:50). O Alcorão diz: " Ó Profeta, em verdade, tornamos lícitas, para ti as esposas que tenhas pago seus dotes, assim como as que a tua mão direita possui, que Allah tenha feito cair em tuas mãos como como despojos de guerra "(33:50). 4: 3 e 4:24 estendem este privilégio aos homens muçulmanos em geral. O Alcorão diz que um homem pode ter relações sexuais com suas esposas e com estas jovens escravas: " É certo que (no final) prosperarão os fiéis, que são humildes em suas orações que evitam a conversa em vão, que são ativos em dádivas de caridade, que se abstêm de sexo, excepto com cônjuges ou cativas as quais sua mão direita possui, pois, (no caso delas) estão isentos de reprovação”. (Alcorão 23: 1-6).
O estupro de mulheres em cativeiro também é sancionado na tradição islâmica:
Abu Sirma disse a Abu Said al Khadri (que a bênção de Allah esteja sobre ele): O Abu Said, você ouviu o Mensageiro de Allah (que a paz esteja com ele) mencionando al-azl? Ele disse: Sim, e acrescentou: Nós saímos com o Mensageiro de Allah (que a paz esteja com ele) sobre a expedição ao Bil-Mustaliq e levamos cativas algumas excelentes mulheres árabes e nós desejávamos elas, pois estavamos sofrendo com a ausência de nossas esposas, (mas ao mesmo tempo), desejavámos o resgate. Então decidimos ter relações sexuais, mas observando azl (Retirando o órgão sexual masculino antes da emissão do sêmen para evitar a concepção). Mas nós dissemos: Estamos fazendo um ato enquanto que o Mensageiro de Allah está entre nós por que não perguntamos a ele? Então pedimos ao Mensageiro de Allah (que a paz esteja com ele), e ele disse: Não importa se vocês fazem isso porque cada alma que está para nascer até o Dia da Ressurreição vai nascer.  (Sahih Muslim 3371) (1)
É também na lei islâmica: ". Quando uma criança ou uma mulher é levada cativa, tornam-se escravos pelo fato da captura e o casamento anterior da mulher é imediatamente anulado" (Umdat al-Salik O9.13) (2)
O egípcio Sheikh Abu-Ishaq al-Huwayni declarou em maio de 2011 que "estamos na era da jihad", e isso significa que os muçulmanos tomariam escravos. Em uma entrevista posterior, ele explica:
Jihad é apenas entre muçulmanos e infiéis. Escravas de espólio e prisioneiros só devem ser tomados na guerra entre muçulmanos e infiéis. Os muçulmanos no passado conquistaram, invadiram, e tomaram países. Este é acordado por todos os estudiosos – não há desacordo quanto a isso de qualquer um deles, do menor ao maior, sobre a questão de tomar espólios e prisioneiros. Os prisioneiros e os espólios são distribuídos entre os combatentes, que incluiem homens, mulheres, crianças, riquezas, e assim por diante.
Quando um mercado de escravos é erguido, que é um mercado em que são vendidos os escravos e escravas sexuais, que são chamadas no Alcorão pelo nome de milk al-yamin, "o que sua mão direita possui" [Alcorão 4:24 ]. Este é um versículo do Alcorão que ainda está em vigor, e não foi revogado. As milk al-yamin são as escravos sexuais. Você vai ao mercado, olhar para a escrava, e a compra. Ela torna-se como a sua esposa, (mas) não precisa de um contrato (casamento) ou de divórcio como uma mulher livre, nem precisa de um wali (3). Todos os estudiosos concordam sobre este ponto, não há discordância sobre qualquer um deles. [...] Quando eu quiser uma escrava sexual, é só ir ao mercado e escolher a mulher de quem eu gostar e compra-la.
Na mesma época, em 25 de maio de 2011, uma política kuwaitiana, Salwa al-Mutairi, também se manifestou a favor da prática islâmica de escravidão sexual de mulheres não-muçulmanas, enfatizando que a prática está de acordo com a lei islâmica e os parâmetros da moralidade islâmica.
Um comerciante me disse que gostaria de ter uma escrava sexual. Ele disse que não iria ser negligente com ela, e que o Islam permitia esse tipo de coisa. Ele estava falando a verdade. Eu expus a situação [deste homem] para os muftis em Meca. Eu disse a eles que eu tinha uma pergunta, uma vez que eles eram homens que se especializaram no que era halal (4), e o que era bom, e quem amava as mulheres. Eu disse: "O que é a lei de escravas sexuais?"
O mufti disse: "Com a lei de escravos do sexo, deve haver uma nação muçulmana em guerra com uma nação cristã, ou uma nação que não seja da religião, não da religião do Islam. E deve haver prisioneiros de guerra. "
 "Isto proibido pelo Islam?", Perguntei.
 "Absolutamente não. Escravas sexuais não são proibidas pelo Islam. Pelo contrário, escravas sexuais estão sob uma lei diferente daquela da mulher livre. A mulher livre deve ser completamente coberta, exceto no rosto e nas mãos. Mas a escrava sexual pode estar nua da cintura para cima. Ela difere muito da mulher livre. Enquanto a mulher livre exige um contrato de casamento, a escrava sexual não – ela apenas precisa ser comprada por seu marido, e é só isso. Por isso, a escrava sexual é diferente da mulher livre. "
 A exploração selvagem de meninas e mulheres jovens é, infelizmente, um fenômeno cultural, mas apenas na lei islâmica é que possuem sanção divina.
"Allah permite que os muçulmanos estuprem mulheres não-muçulmanas, a fim de humilhá-las, afirma o professor islâmico," Zee News , 17 de janeiro de 2016:
Washington: Uma professora islâmica afirmou que Allah permitiu que homens muçulmanos estuprem as mulheres não-muçulmanas, a fim de "humilhar-las", afirmou o relatório.
Suad Saleh, que é professora da famosa Universidade de Al-Azhar, no Cairo, Egito, fez as declarações durante uma entrevista a um canal de TV (ver acima).
De acordo com a reportagem no The Inquisitr News, no vídeo postado por LiveLeak, Saleh diz que Allah deu aos homens muçulmanos uma forma de ter relações sexuais com mulheres escravas que é "legítima".
Saleh sugere que a única vez que é aceitável que os homens muçulmanos escravizem uma mulher para fins sexuais é durante a "guerra legítima" entre os muçulmanos e os seus inimigos como a guerra com Israel.
Portanto, a professora islâmica diz que escravizar mulheres israelitas e estuprá-las seria inteiramente aceitável e incentivado, afirma o relatório Inquistr News.
"As prisioneiras de guerra são ‘aquelas a quem você possuir.’ A fim de humilhá-las, elas passam a ser propriedade do comandante do exército, ou de um muçulmano, e ele pode ter relações sexuais com elas assim como ele tem relações sexuais com suas esposas", lê-se na transcrição da entrevista fornecida pelo Instituto de Pesquisa de Mídia do Oriente Médio.
No entanto, depois que sua entrevista tornou-se viral, muitos, incluindo membros da comunidade muçulmana, condenaram seus argumentos e os denominaram de falsa propaganda do Islam.
NOTAS:
(1) Sahih Muslim (Al-Musnadu Al-Sahihu bi Naklil Adli) é um dos Kutub al-Sittah (seis ahadith principais) do hadith no Islam Sunita. É a segunda coleção de hadith em autenticidade depois do Sahih al-Bukhari, e é muito valorizado pelos Muçulmanos Sunitas, como também entre os Zaidi Shiitas. Foi colecionado por ibn al-Hajjaj, também conhecido como Imam Muslim. A tradução de sahih é “autêntico” ou “correto”.
(2) Umdat as-Salik wa Uddat an-Nasik (Reliance of the Traveller and Tools of the Worshipper – Confiança do Viajante e Ferrmentas e Oração, é um manual clássico da  jurisprudência (fiqh) da escola  Shafii.
(3) Wali - palavra árabe que significa "custódia", "protetor"
(4) Halal: legítimo segundo a sharia. Equivale ao hebraico kasher ou kosher
Tradução: William Uchoa
Revisão e notas (1,2,4): Heitor De Paola

Jornalista diz: "europeus são afeminados e as mulheres estão em perigo"

Jornalista diz: "europeus são afeminados e as mulheres estão em perigo"

A qualidade dos impostos

A qualidade dos impostos

Vittorio Medioli

PUBLICADO EM 31/01/16 - 03h30

O presidente dos Estados Unidos durante o período da Primeira Guerra Mundial, Prêmio Nobel da Paz, Thomas Woodrow Wilson, do Partido Democrático, marcou seu tempo com atitudes contraditórias em assuntos raciais, mas foi considerado o “pai do idealismo” político.
A ele se devem inovações especialmente na consolidação de direitos do cidadão, limitando abusos de poder do Estado.
Reitor de Princeton, berço que forneceu uma dezena de presidentes aos Estados Unidos, deixou uma frase lapidar: “A história da liberdade é a história da luta para limitar o poder do governo”. O governo é, por natureza, tirânico, seja de uma cor ou de outra, disposto a cuidar mais de seus interesses que da nação.
Trata-se de um organismo com estômago no lugar do cérebro e sem braços. Não constrói, não se esforça, se alimenta apenas do que consegue tirar da labuta dos outros. A condição parasitária do Estado precisa, evidentemente, de limitações para não resvalar em desgraças como o petrolão.
Deve-se constatar que, quando se arroga entrar em setores competitivos, fracassa, como no caso da Petrobras. Mesmo com um monopólio que a protege, os riscos de desmandos são imensos.
A lei sacra faz referência ao dízimo, mas a máquina do Estado cobra quatro dízimos do governado. O excesso faz, assim, do cidadão brasileiro um escravo moderno à mercê dos faraós que ocupam o poder, dito acintosamente “democrático”.
Açoitado, tratado como sonegador, privado do seu direito constitucional à boa-fé, o cidadão enfrenta limitações no Brasil que superam os limites de uma organização civilizada de direito. Acorrentados pela burocracia e asfixiados pelos tributos que alimentam um Estado perdulário e afamado, tirano e velhaco, o cidadão e as famílias sofrem privações ilegais.
Basta considerar a natureza regressiva da CPMF, esquecida pela chefe do Estado brasileiro, descrevendo-a como panaceia e ao par que será mais uma praga sobre a economia nacional e devastará milhares de empregos.
Evidentemente, Dilma não entendeu o significado antropofágico desse tributo, como não entendeu que, dando desconto na energia elétrica em 2013, um bem escasso, levaria o sistema ao colapso e a desgraçar várias estatais do setor.
Quem paga hoje tarifas elétricas extorsivas, o deve exatamente a essas escolhas.
A CPMF fará amargar privações de alimentos na mesa do trabalhador, perda nas empresas, que terão mais limitações à competitividade. Quem ganhará, como sempre, serão os banqueiros, que receberão uma contribuição sobre movimentações financeiras de difícil fiscalização no repasse ao erário.
A defesa canina de teses vencidas caracteriza a presidente em seus sofridos cinco anos de governo, contudo poderá IMPOR mais essa cobrança com o apoio de parlamentares domesticados.
Quem estava lá no Planalto, na semana passada, para dar força à CPMF, brilhando a óleo de carvalho, o presidente do Bradesco, patrão de Joaquim Levy. O “cara” que festeja o maior lucro de todos os tempos em 2015, o pior ano da história da economia nacional, marcado com 1,5 milhão de novos desempregados.
Thomas Woodrow entendeu que o governo tem tendência a exagerar, a ser um tirano. Deve ser vigiado com rigor e limitado para não ser uma força destruidora, como vem se revelando o governo brasileiro.
A perda de liberdade individual gerada por uma praga descabida vai da impossibilidade de comprar um sorvete até um remédio, de ir e vir, de prover por si, sem ajudas, o que faz falta.
Retirar do cidadão brasileiro 40% de suas rendas num país com salário mínimo de US$ 215 e uma renda per capita de US$ 6.000 é absurdo. O Estado gasta para si mais que qualquer outro congênere do planeta sem retornar uma assistência minimamente decente. Ao mesmo tempo convive com gastos escabrosos, intoleráveis para uma democracia que pretenda o progresso.
A palavra “imposto” retrata uma ação unilateral, IMPOR. Uma coerção num país em via de desenvolvimento, com mais de 25 milhões de pessoas abaixo da linha da dignidade. A CPMF se abaterá cruelmente sobre os mais fracos com o encarecimento dos alimentos e dos produtos básicos.
Essa preocupação não passa na consciência dos governantes, que não explicam como será distribuída ainda essa arrecadação nem dizem que quem pagará é quem menos tem condição para tanto.
A qualidade desse tributo é péssima, a qualidade do tributo passa longe da preocupação do Estado. Provoca, assim, agressões à economia popular, aos mais fracos, a quem trabalha, não distingue absolutamente nada. A CPMF é um delírio de quem está gravemente ofuscado. Pior ainda, não cortou suas gorduras, não podou seus exageros.
Tributo de qualidade é aquele que se vincula ao desenvolvimento, a fazer crescer a economia que emprega e arrecada. Só com essa preocupação se poderá civilizar plenamente e engrandecer uma nação.

Eugenia à Hitler: Com o zika vírus, volta à baila a legalização do aborto.

Olá!

A mídia tem falado constantemente sobre os casos de Zika vírus e a microcefalia. Como se não bastasse, aproveitaram a situação para retomar o debate sobre a legalização do aborto

Haja ou não vínculo causal entre o Zika vírus e a microcefalia, os bebês afetados pela condição neurológica não devem pagar com suas vidas. O aborto dos bebês que padecem dessa condição é uma prática eugênica, muito cara a regimes ideológicos e totalitários

No caso do Brasil, o objetivo final daqueles que estão instrumentalizando a situação de disseminação do Zika vírus é alegalização total e irrestrita do aborto. Como não podem propô-la descaradamente, precisam fazê-lo por etapas. E contarão com a OMS para atingir esse objetivo. 

Você pode enviar um e-mail à diretora da OMS, Margaret Chan, para pedir que, na reunião a ser realizada amanhã (01/02) para tratar do tema, o aborto não seja considerado uma solução:

http://www.citizengo.org/pt-
pt/lf/node%3Anid%5D-oms-nao-instrumentalize-o-zika-virus-para-promover-o-aborto
A nota oficial da OMS sobre o vírus, publicada neste mês, assinala o seguinte:
  • Apenas uma em cada quatro pessoas contaminadas com o vírus sofrem seus sintomas. A taxa de hospitalização é baixa. 
  • Os efeitos são leves: febre não elevada e conjuntivite durante 2 a 7 dias. 
  • Para combatê-lo, a OMS sugere repelentes de mosquito, roupas claras, mosquiteiros, limpar produtos que permaneçam na água e a pulverização de veneno contra o mosquito.
  • Os pacientes devem permanecer em repouso, beber líquidos e tomar analgésicos. 
  • “Os organismos que estão investigando esses surtos estão encontrando provas cada vez mais numerosas de uma relação entre o vírus Zika e a microcefalia, embora sejam necessárias mais investigações para entender essa relação. Também estão sendo investigadas outras causas possíveis”. 
Em pouco tempo as feministas fizeram do mosquito seu melhor aliado:
  • Monica Roa, porta-voz de Women’s Link World Wide: “Uma notícia de alcance tão massivo pôs em evidência as grandes lacunas em matéria de educação sexual que ainda existem (...) O Ministério da Saúde tem de adotar uma postura clara. Não digo que tenha de recomendar a todas as mulheres com Zika que abortem, mas que possa informá-las sobre quais são suas opções”. 
  • Débora Diniz, professora da Faculdade de Direito na UNB e pesquisadora do Instituto de Bioética Anis disse: “Falar do direito ao aborto no caso de um diagnóstico de microcefalia no feto significa reconhecer que as mulheres podem tomar decisões reprodutivas”. 
Políticos e meios de comunicação abortistas se unem à campanha:
  • O Vice-ministro da Saúde da Colômbia, Fernando Ruiz Gómez: “Todas as gravidezes na Colômbia são consideradas agora de alto risco”.
  • O Secretário de Saúde do Mato Grosso do Sul, Nelson Tavares, disse: “Devemos mudar as questões culturais sobre o debate a respeito do aborto (...) A questão não é ser a favor ou contra o aborto, mas discutir cientificamente qual será a profundidade que daremos na questão da autorização do aborto em casos de microcefalia ou anencefalia”. 
  • Editorial da Folha de São Paulo: “O mais racional seria revisar as normas e despenalizar a interrupção da gravidez. A legislação já tem três quartos de século. Parece justo, além disso, que a mudança seja submetida a um plebiscito ou referendo, dado seu caráter controverso”. 
A diretora da OMS, Margaret Chan, se soma à estratégia do pânico:

"O nível de alerta da organização é extremamente alto por quatro motivos: primeiro, pela possível relação do vírus com os casos de microcefalia em bebês, pela disseminação internacional que se espera dele, pela falta de imunidade da população exposta a ele e pela ausência de uma vacina ou ferramentas de diagnóstico rápido (...) O vírus se expande de maneira explosiva". 
Tudo isto depois de reconhecer que:

"Não se estabeleceu uma relação causal entre o Zika e a microcefalia."

Não obstante, ela afirma ter “fortes suspeitas”. As razões? Em 2015, foram registrados 3.500 casos de bebês com microcefalia frente os 150 casos do ano anterior. Além disso, assinala, o vírus foi detectado no líquido amniótico de algumas mulheres grávidas e no cérebro de bebês falecidos.

O diretor da OMS das Américas é mais explícito em uma mensagem com forte conteúdo eugênico:

"Não podemos tolerar que continuem nascendo crianças com más-formações."
Se quiser enviar um e-mail à diretora da OMS, basta utilizar o link abaixo: 
Estamos diante de um verdadeiro problema: a proliferação do Zika vírus em nosso país. Porém, é muito estranho ver que o governo não está se esforçando verdadeiramente para solucioná-lo de maneira adequada. Subitamente, o tema da legalização do aborto volta a inundar a mídia, como se o assassinato de bebês fosse resolver o problema da disseminação do vírus!
Ajude-nos a pressionar a OMS, pois se a tática dos abortistas prevalecer na reunião de amanhã (01/02), haverá graves consequências para a causa da vida em nosso país.
Mais uma vez, muito obrigado!
Atenciosamente,
Guilherme Ferreira e toda a equipe de CitizenGO 

Obs.: Falar em matar fetos com más-formações lembra a eugenia promovida por Hitler, que mandou matar milhares de deficientes físicos e mentais, inclusive recém-nascidos.
Morte piedosa - Gnadentod: em 1/9/1936, Hitler assinou o Programa T4 (Aktion T4), para extermínio de recém-nascidos inválidos. “Aqueles que eram selecionados para morrer recebiam altas doses de Luminal. Eram meninos espásticos, incapazes de falar ou de caminhar. Quem os via de fora, imaginava que eles estavam dormindo. Na verdade, eles estavam morrendo” (depoimento do doktor F. ao historiador Robert Jay Lifton - MAINARDI, 2012: 43) (*). Na primeira fase, foram mortos 5.000 recém-nascidos. Na 2ª fase, foram exterminados também adultos inválidos, doentes mentais, epiléticos, alcoólatras. Os médicos injetavam “uma mistura de morfina, de escopolamina, de curare e de cianureto” (idem, pg. 43).

(*) MAINARDI, Diogo. A QUEDA - As memórias de um pai em 424 passos. Record, Rio e São Paulo, 2012

F. Maier

Memorial em Berlim

Dr. Karl Brandt (à esquerda) era o médico de Hitler





Luiz 51, o novo Papa Brasileiro

Luiz 51, o novo Papa Brasileiro

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

O ministro da Justiça e o advogado de 11 réus da Lava Jato vão juntos a praia da Bahia

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Âncora

O ministro da Justiça e o advogado de 11 réus da Lava Jato vão juntos a praia da Bahia

http://polibiobraga.blogspot.com.br/2016/01/o-ministro-da-justica-e-o-advogado-de.html




Salvador, via WhatsApp

O mais vistoso dos advogados dos bandidos da Lava jato, Kakay, e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, cruzaram pela mesma praia e pela mesma barraca da praia de uxua, Trancoso, Bahia, no final de semana.

À noite, jantaram no restaurante Jacará, na mesma mesa.

Kakay garantiu aos jornalistas que discutiram apenas amenidades, porque são velhos amigos.

Kakay defende 11 dos réus da Lava Jato, quase todos na cadeia.

Osvaldão, o herói negro do Araguaia

O herói negro do Araguaia 

Documentário “Osvaldão” remonta trajetória de um dos comandantes mais emblemáticos da guerrilha brasileira

http://www.otempo.com.br/divers%C3%A3o/magazine/o-her%C3%B3i-negro-do-araguaia-1.1221164
A história da Guerrilha do Araguaia (1968-1974), que reuniu cerca de 80 pessoas no interior do país com a intenção de preparar uma insurgência comunista para combater a ditadura militar, demorou cerca de 20 anos para vir à tona. O assassinato de muitos dos seus integrantes privou a sociedade civil não só do conhecimento das atrocidades do aparato repressivo, mas também de personagens como Osvaldo Orlando da Costa.
Nascido em Passa Quatro, o guerrilheiro negro foi comandante de um dos três destacamentos que ocupavam a mata nos entornos do rio Araguaia, no norte do país. E é dessa história que se ocupa o documentário “Osvaldão”, que entra em cartaz na semana que vem.
Dirigido pelos paulistas Vandré Fernandes, Ana Petta, Fabio Bardella e André Michiles, do coletivo Gameleira, “Osvaldão” se vale de depoimentos, imagens de arquivo e reconstruções fictícias para traçar o percurso de uma das mais importantes figuras da Guerrilha do Araguaia.
Na adolescência, o negro de quase dois metros de altura foi para o Rio de Janeiro estudar na Escola Técnica Nacional. Na capital fluminense, se tornou campeão de boxe pelo Vasco e encabeçou um movimento de estudantes. De lá, Osvaldão partiu para a Tchecoslováquia, onde estudou engenharia, e, depois, partiu para a China, onde aprendeu técnicas de guerrilha. Retornou ao Brasil com a missão de preparar a insurreição comunista às beiras do Araguaia.
Discurso. O longa traz depoimentos de camponeses do Araguaia, ex-colegas de escola no Rio e em Passa Quatro, familiares e outros ideologicamente afinados com as intenções “subversivas” de Osvaldão. Por outro lado, há falas reveladores de quem estava do lado dos militares: um fazendeiro, um soldado envolvido na busca e captura dos guerrilheiros e um camponês que conhecia bem Osvaldão e, depois de capturado, foi utilizado para encontrá-lo.
“A gente também quis dar fala para quem estava do lado do Exército. Não ficar só do lado do Osvaldo”, conta Vandré Fernandes, um dos diretores. “Porém, é difícil construir esse discurso plural e criar esse paradoxo dentro do filme”, explica Fabio Bardella, que também dirigiu o filme. “As pessoas não falam muito sobre o Araguaia. É sempre difícil e muito delicado. Principalmente o Exército, porque eles sabem que são os vilões da história”, conclui.
Os problemas não ficaram restritos somente à impossibilidade de se conseguir “versões oficiais” vindas de autoridades. Na produção, os diretores descobriram que ainda perdura uma certa espiral do silêncio em locais que foram cenário da perseguição dos guerrilheiros.
“Quando a gente chegou em Palestina do Pará, tentamos fazer entrevista num ‘povo fala’, botamos as câmeras, os microfones, e quando falamos que era sobre o Osvaldo, a população deu uma desaparecida”, recorda Vandré. “A gente passava pela farmácia, pela padaria, pelo comércio, e não tinha ninguém. As pessoas, até hoje, ainda têm medo de uma repressão. Claro, o local ainda é muito vigiado. Isso é muito forte”, diz.
Mas “Osvaldão” também coloca em evidência o personagem enquanto negro – mesmo que ele não estivesse, diretamente, advogando em razão disso. “O Osvaldo era um ativista do movimento comunista”, diz Vandré. “Mas a gente achou que era importante dar esse destaque a um herói negro, porque, geralmente, na própria ditadura se fala pouco dos negros”. A partir disso, vieram os convites para Antonio Pitanga, Leci Brandão, Renegado e Criolo, que emprestam suas vozes ao filme.
O filme também explora o aspecto simbólico de Osvaldão, o coloca como uma espécie de mito – em contraste com outros personagens da resistência. “Ele poderia ser aquele cara muito moldado, certinho. Mas, não, ele frequentava terreiros, ia ao forró. Essa que é a riqueza do Osvaldo, que o diferencia muito de nomes como Lamarca, Marighella, que eram urbanos e tinham aquela determinação mais militar, mas o Osvaldo tinha essa coisa mais brasileira”, finaliza Vandré.

Obs.: A cinematografia nacional tem uma predileção especial para contar a história de bandidos: Lampião, O Bandido da Luz Vermelha, Lúcio Flávio, Pixote, Lamarca, Cidade de Deus, O que é isso companheiro?, Última Parada - 174, Olga e, agora, Osvaldão. O sonho do PCdoB de Osvaldão era transformar o Brasil num ditadura comunista, como a cubana ou norte-coreana. Um vagabundo desse quilate agora é alçado a "comandante", a herói nacional. Isso só ocorre porque vivemos numa República dos Bandidos (F. Maier).
 

Exército lança livro em Porto Velho sobre sua história em RO e Acre


 

Exército lança livro em Porto Velho sobre sua história em RO e Acre

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Existe alguém mais petista que FHC?

País

Hoje às 09h59 - Atualizada hoje às 10h14

"PT representa parcelas da opinião brasileira e, como tal, melhor que continue ativo", diz FHC

O ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso defendeu o Partido dos Trabalhadores (PT), após o PSDB protocolar na Procuradoria-Geral Eleitoral uma representação em que pede a sua extinção. "O PT representa parcelas da opinião brasileira e, como tal, melhor que continue ativo, que se livre das mazelas que o acometem e que o PSDB se prepare para vencer dele nas urnas", afirmou em entrevista à Folha de S. Paulo, no domingo (24).
FHC ponderou que não haveria razão para ser consultado sobre a ação, já que não faz parte da "hierarquia formal de mando do PSDB", Mas o ex-presidente afirmou que, se consultado, "diria ser mais apropriado deixar que os procuradores cuidem desse tema".
"O PSDB já fez o que lhe cabe: uma consulta ao Tribunal Superior Eleitoral sobre o uso de recursos ilícitos na campanha de 2014. Da resposta afirmativa a essa investigação pode até mesmo caber nulidade de registro partidário. Se a lei assim dispuser, nada a fazer, senão cumpri-la."
Da acordo com a Folha de S. Paulo, o ex-presidente voltou a dizer que o avanço do processo de impeachment da presidente Dilma ficou difícil, citando problemas de congressistas na Justiça.
"Em um Congresso cujos chefes principais estão sob suspeita judiciária e que, eventualmente tenham usado o impeachment como manobra de defesa de seus interesses e não por sua legitimidade intrínseca, ficou difícil separar alhos de bugalhos", disse, afirmando porém que há base legal para impeachment, citando as, segundo disse, "reiterada pedaladas fiscais" e o uso de recursos públicos para fins eleitorais.
"Engana-se a presidente ao imaginar que por estar convencida de que não se beneficiou de malfeitos está imune a ações de impeachment. Este abrange a responsabilidade político-administrativa, mesmo quando não se trata de 'crime' praticado pessoalmente."
Ainda segundo a reportagem, FHC afirmou que o dirigente que sofre um impeachment não necessariamente se transforma em réu. "Sua penalidade é deixar o cargo, por haver desrespeitado normas constitucionais, como no caso das pedaladas fiscais. Ao mesmo tempo, há a recessão econômica e a incapacidade de superar a conjuntura fiscal negativa."
Fernando Henrique Cardoso criticou a comparação que Dilma fez com a crise política vivida por Getúlio Vargas: "O forte da Presidente Dilma não é seu conhecimento da história. O pedido de impeachment de Getúlio se deu em um contexto de alta radicalização política, exacerbada pela Guerra Fria, que envolveu na briga as Forças Armadas e mesmo setores internacionais. Fazia-se crer que haveria a repetição no Brasil da República sindicalista do peronismo."
Para o ex-presidente, seria mais apropriada a comparação com a experiência vivida pelo ex-presidente Fernando Collor, "quando as consequências da retenção dos depósitos bancários criaram uma exasperação na sociedade e a pouca habilidade do presidente em lidar com o Parlamento, associado a imputações de corrupção palaciana, levou o país a sustentar o impeachment".
O tucano também criticou a declaração de Dilma sobre a Operação Lava Jato, afirmando que haveria "pontos fora da curva". Para FHC, ela tenta "diluir a gravidade dos fatos revelados" pela operação. Ele também comentou as críticas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à forma como a apuração da Lava Jato está sendo conduzida. "Os acordos de colaboração constituem instrumentos legais aprovados pelo Congresso. Tentar desmoralizá-los cria um clima que favorece ações futuras de nulidade das provas por inconsistências processuais", afirmou.
FHC comentou ainda a carta em que advogados repudiam "abusos" na operação. Para o ex-presidente, ela perde "peso pelo fato de muitos dos subscritores serem advogados dos acusados", podendo, segundo diz, "haver interesses menos nobres em sua sustentação".

FARC: Uma paz que gera a guerra

Uma paz que gera a guerra

Eduardo Mackenzie

Não é uma piada, nem uma anti-frase. Em certas condições, a paz pode gerar a guerra, pode desatar as formas mais terríveis da guerra. A paz não é um bem em si. Sozinha, a paz não é uma resposta à violência. A paz decretada, a paz injusta, leva à guerra. O que leva à paz é o Direito e a Segurança. Assinar a paz não é  garantia de que haverá paz. Uma forma de paz pode ocultar uma forma de guerra. Mente quem diz que a forma como foi assinada a paz após a Primeira Guerra Mundial não teve nada a ver com o estouro da Segunda Guerra Mundial. Uma paz mal negociada pode ser o estímulo de uma nova guerra, e até de um conflito pior. Quantas vezes a História, inclusive a nossa, a colombiana, nos ensinou isso? Fazer o inventário desses fatos não é o objetivo deste artigo.
Há uma paz que engendra a guerra. Disso sabem muito bem os indivíduos que orientam as FARC. Como estão fazendo a paz com Santos, eles se preparam para continuar a guerra contra a Colômbia. Há alguns dias, um general do Equador revelou que as FARC haviam aumentado suas compras de armas desde que começaram a negociar a paz com Santos. A notícia é extraordinária, porém poucos na Colômbia a interpretaram. Não viram que essa verdade desgarra forçosamente os sonhos de paz que há no país, ilusões que Santos e seu governo exportam com tanto êxito para o exterior, onde os atores políticos parecem ignorar os detalhes cruéis da “negociação de paz”.
Entretanto, o que revelou o General-de-Brigada Fernando Proaño Daza, que comanda os militares equatorianos deslocados na fronteira com a Colômbia, é capital. O general Proaño sabe o que diz. Suas palavras foram: “Desde que se iniciou o processo de paz [na Colômbia] incrementou-se o tráfico [de armas], capturamos uma grande quantidade de munição, armamento e então, pudemos determinar que eles aproveitaram esta situação para fortalecer sua situação em prevenção do que possa suceder futuramente”. A agência EFE, autora da notícia, não se perguntou por que há tão poucas capturas de guerrilheiros colombianos no Equador, onde se dá esse tráfico de armas quase de forma transparente, porém deu outro detalhe: “Nos últimos dias o Comando Operacional Número 1 ‘Norte’ [do Exército do Equador] descobriu uma oficina artesanal de armas e apreendeu mais de 1.300 barras de explosivos (pentolita), destinados a grupos irregulares (…) com um peso de quase seis quintais (600 quilos)”.
Também encontraram, na zona fronteiriça, 20.000 quilos de cimento, 4.931 galões de gasolina artesanal e outros elementos químicos, como adubos, destinados à elaboração de cocaína.
Se isso ocorre no Equador, o que pode estar ocorrendo na Venezuela? As FARC sempre utilizaram a Venezuela de Chávez e de Maduro como bastião militar e plataforma de narco-tráfico. O tráfico de armas por essa fronteira pode ser ainda maior.
A pergunta mais óbvia é: será que as FARC estão gastando milhões de dólares em armas, explosivos e produtos químicos para escondê-los ou para entregá-los gentilmente à ONU em 23 de março próximo, ou dentro de seis meses, uma vez assinem a paz com Santos? Não. O que isto quer dizer é que as FARC se preparam para a guerra, posto que vão assinar a paz. Essa é sua lógica. A única que conhecem desde que foram criadas.
Preparam-se para a guerra rearmando-se e anunciando que não entregarão suas armas, dizendo que as esconderão e que só eles controlarão esses esconderijos, e advertindo que as Forças de Defesa e Segurança da Colômbia, as forças legítimas do Estado, deveriam por sua vez “se desarmar”, tão-logo Santos assine a paz. A réplica do mandatário colombiano a este último ponto é inaudível.
“Nenhum tratado de paz deve ser considerado como tal se este foi concluído reservando secretamente a matéria de uma futura guerra”. A pertinência deste parágrafo com a situação que a Colômbia vive neste momento é assombrosa. Entretanto, foi escrito em 1795 por Immanuel Kant em seu famoso “Projeto de Paz Perpétua”, que não é exatamente um texto utópico nem angelical, senão uma pertinente incursão da filosofia no campo político. Kant não se deixava impressionar pela noção de “paz”. Ele estimava que, embora seja certo que a paz, em teoria, pode ser só uma “doce fantasia”, ela pode ser convertida na prática no “grande cemitério da espécie humana”. Pois a paz que conduz à guerra pode adquirir um poder destrutor capaz de arrasar ao mesmo tempo todas as partes do conflito e chegar, como lembra a especialista Monique Castillo, em sua introdução ao opúsculo de Kant, à paz dos cemitérios, ao repouso eterno ao qual o filósofo alude ironicamente em seu título alemão de sua obra: “a paz terna” (perpétua dos mortos).
As FARC se preparam para uma falsa paz, rearmam-se em segredo com a ajuda de ditaduras com fronteiras com a Colômbia e, ao mesmo tempo, dizem, em Havana, que pedirão, com Santos, ao Conselho de Segurança da ONU que “verifique o cessar fogo bilateral e definitivo” e o “processo de deixação de armas”.
Sua guerra continuada necessita de um acordo de paz confuso, como o que estão obtendo de Santos. Esse “acordo”, o mostrado esta semana, é completamente opaco. Os verificadores não serão só da ONU, se o Conselho de Segurança aceitar jogar esse papel - o que não obtiveram ainda -, senão que haverá “verificadores” de um grupo internacional de países sob a hegemonia chavista, a CELAC. Criada em 2010, a CELAC exclui o Canadá e os Estados Unidos, assim como a França, os Países Baixos, a Dinamarca e a Grã Bretanha, embora esses países possuam territórios nas áreas geográficas que a CELAC diz representar.
A tal “verificação” é outro mistério. Não se sabe se haverá “verificadores” ou só “observadores”. Tampouco sabe-se onde serão localizadas as “zonas de concentração” aonde irão parar as sangrentas hostes narco-terroristas, e não sabe-se se elas aceitam realmente essa “concentração” (alguns cabeças das FARC negaram esse ponto). Tampouco está dito de que tamanho serão essas zonas e qual será o comportamento aceitável das tropas de Timochenko dentro dessas zonas.
Tampouco a Colômbia sabe em que consistirá a “deixação” das armas das FARC, nem como o acordo de cessar fogo “bilateral” afetará a força pública. Ela ficará imobilizada em todas as partes, sobretudo nas “zonas de concentração” e na periferia destas? Em que consistirá o “desarmamento” das Forças Militares? Este ponto demente do desarmamento bilateral é sacado toda vez pelos chefes farianos quando os efeitos da “pedagogia da paz”, bem financiada por Santos com o dinheiro dos contribuintes, cresce como espuma na imprensa colombiana e internacional.
Ante semelhante confusão, como pode o Parlamento Europeu dizer que “o processo de paz [da Colômbia] é um acordo com base sólida?”. Não foi isso o que disse na terça-feira passada, em Estrasburgo, a chefe da diplomacia européia, Federica Mogherini?
De qual “base sólida” falam quando o mesmo Procurador Geral da Colômbia, Alejandro Ordóñez Maldonado, enviou um documento à Corte Penal Internacional (CPI) onde explica que o acordo escandaloso sobre justiça entre Santos e as FARC “gera impunidade frente à solução de conflitos internos” e “não é consistente com o objetivo do Estatuto de Roma de acabar com a impunidade para os crimes de guerra, lesa-humanidade e genocídio”. De que “base sólida” falam, quando o mesmo alto funcionário reitera que esse acordo “ensina um caminho para que os perpetradores atuais e futuros [de tais crimes] escapem da justiça?”.
Até hoje, os cidadãos e os partidos políticos - mediante o voto em eleições -, e a força pública - mediante seus combatentes e seus sacrifícios -, haviam proscrito as FARC em vista de sua natureza criminosa e de sua ação sangrenta. Com o acordo de paz, as FARC poderiam escapar do lugar onde a democracia as haviam posto e instalar-se de contrabando no centro da vida do país para culminar sua guerra contra a democracia. Elas designam assim a Colômbia como sua presa, embora a Colômbia queira fazer a paz com elas. Farão isso mediante um falso acordo de paz e sem haver mudado de métodos e objetivos, sem haver reconhecido que sua ação violenta foi um erro, sem haver provado que merecem um novo estatuto. Obterão essa vantajosa posição gratuitamente, sem haver vencido o Estado, só pelo gesto alucinado de um mandatário que já não respeita a Constituição de seu próprio país.
Tradução: Graça Salgueiro

Escola sem Partido representa contra presidente do INEP por crime de abuso de autoridade e improbidade administrativa

Na falta de um referencial objetivo, que só poderia ser dado pelas normas legais que os definem, o que se compreende por 'direitos humanos' no contexto do Enem?

O advogado Miguel Nagib, presidente da Associação Escola sem Partido, requereu à Procuradoria da República no Distrito Federal que promova a responsabilização do Presidente do INEP por crime de abuso de autoridade e ato de improbidade administrativa, em razão de ilegalidades contidas no edital do Enem/2015.
De acordo com a representação (clique aqui para ler), ao estabelecer que seria atribuída nota zero à redação que desrespeitasse os direitos humanos, o INEP ofendeu a liberdade de consciência e de crença dos participantes do Enem, o que configura, em tese, o crime de abuso de autoridade, previsto na Lei 4.898/65.
Segundo Nagib, "ninguém pode ser obrigado a dizer o que não pensa para poder entrar numa universidade. (...) Por ser inviolável, a liberdade de consciência e de crença não permite que os direitos humanos sejam transformados em 'religião' do Estado laico e os indivíduos obrigados a professá-la, contra suas próprias convicções, para poder usufruir dos seus direitos."
Para o autor da representação, todavia, essa não é a única e talvez não seja a principal ilegalidade cometida pelo Presidente do INEP: "tão ou mais grave é o fato de a prova de redação do Enem haver sido transformada em filtro ideológico de acesso ao ensino superior".
O problema, explica Nagib, é que, apesar de exigir o respeito aos "direitos humanos", o INEP não exige dos candidatos e dos corretores nenhuma familiaridade com a legislação relativa aos direitos humanos. Ora, indaga a representação, "na falta de um referencial objetivo, que só poderia ser dado pelas normas legais que os definem, o que se compreende por 'direitos humanos' no contexto do Enem?"
Ao deixar de estabelecer esse referencial objetivo, conclui a representação, o INEP acabou permitindo a identificação dos "direitos humanos" com o "politicamente correto" -- que nada mais é, segundo Nagib, do que um "simulacro ideológico dos direitos humanos propriamente ditos" --, daí resultando, na prática, para os corretores das redações, o poder de impedir que indivíduos cujas opiniões contrariem as suas próprias concepções e preferências políticas, ideológicas, morais e religiosas possam entrar numa universidade, o que configura ato de improbidade administrativa por ofender o princípio constitucional da impessoalidade.
A Procuradoria da República deverá se pronunciar sobre a representação nos próximos dias.
http://escolasempartido.org/

Lula, o imaculado

Nosso messias de Garanhuns, o santo, o imaculado, está preparando caminho para ser declarado inimputável por problemas mentais.

No último dia 20, o ex-presidente reuniu-se com blogueiros amigos na sede do Instituto Lula. Blogueiros amigos são aqueles regiamente remunerados pela sociedade brasileira para promoverem a defesa do governo em seus blogs e sites. Não conheço a todos, mas os que conheço têm vultoso patrocínio do governo, de seu partido e de empresas estatais (em alguns casos esses patrocínio já alcança, ao longo dos anos, a casa dos sete dígitos). Creio que só isso deveria ser considerado suficiente para estabelecer um clima pouco propício a jactância e brincadeiras. Opinião a soldo? Sei não.

Durante esse encontro, sentindo-se mais protegido pela gratidão dos circunstantes, Lula queixou-se da perseguição que alega estar sofrendo. Logo ele, alma sem jaça, cristal sem trinca, sendo mal falado e tendo seus negócios como objeto de investigações e especulações. Quem o ouve pode ser levado a crer que montou um governo e formou maioria parlamentar para si e para sua sucessora entre a mais nobre elite da política nacional. Até parece que entre os bons, buscou os melhores. Não é mesmo, Celso Daniel? Lula parece esquecer que após 13 anos no poder, seu partido e seus defensores estão constrangidos a se medirem com a régua que usavam para aferir seus adversários. E não conseguem ser muito otimistas. É uma linha de defesa que lembra o Tavares, aquele personagem canalha criado por Chico Anísio: "Sou, mas quem não é?".

O excesso de auto-estima de Lula é muito bem representado por frases como a que proferiu em 8 de abril de 2005, após a missa celebrada durante o funeral de João Paulo II. Inquirido por jornalista se havia confessado para poder comungar, o então presidente de primeiro mandato saiu-se com esta: "Sou um homem sem pecados". O escândalo do mensalão viria a público 36 dias depois.

Pois eis que, agora, durante o encontro com a fagueira comunidade de seus blogueiros, o ex-presidente, subiu o tom da gabolice e disparou: "Se tem uma coisa que eu me orgulho, neste país, é que não tem uma viva alma mais honesta do que eu. Nem dentro da Polícia Federal, nem dentro do Ministério Público, nem dentro da Igreja Católica, nem dentro da Igreja Evangélica. Pode ter igual, mas mais do que eu, duvido."

Pensando sobre a distância que medeia entre essa frase e a vida pessoal, familiar e política de Lula, sou levado a suspeitar de que nosso messias de Garanhuns, o santo, o imaculado, está preparando caminho para ser declarado inimputável por problemas mentais. Convenhamos, Lula!

www.puggina.org

Moro convida advogados a refutarem as provas


Moro convida advogados a refutarem as provas



Convite para palestra, no Rio de Janeiro: Dia do Holocausto

Convite para palestra - Rio de Janeiro
Dia do Holocausto
A data lembra a libertação do campo de extermínio de Auschwitz, 27/1/45. 


Folha de S. Paulo
 
FERNANDO LOTTENBERG

A dura lição do Holocausto

Há 71 anos, no dia 27 de janeiro de 1945, tropas soviéticas entraram no campo de extermínio nazista de Auschwitz, na Polônia, para liberar os poucos sobreviventes.
Diante do avanço das forças aliadas, os nazistas vinham esvaziando o campo no qual mais de 1 milhão de pessoas, a grande maioria judeus, foram exterminadas.
Permaneceram apenas algumas centenas, como os mais fracos e doentes, que não tinham força para participar das infames "marchas da morte". A tentativa nazista de esconder o genocídio, porém, foi em vão, como os próprios soldados soviéticos perceberam ao se depararem com pessoas em condições sub-humanas e evidências como roupas, malas e sapatos das vítimas.
Aquela data, libertadora ainda que tardia, foi escolhida pela ONU para marcar o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, que celebramos hoje. Mais do que nunca, o mundo precisa refletir sobre o crime inominável que matou 6 milhões de judeus no coração da "moderna" Europa pelo simples fato de serem judeus.
Hoje, infelizmente, está claro que as lições do Holocausto não foram aprendidas. A intolerância explode e mata em várias partes do mundo, embalada por ferramentas poderosas de comunicação, capazes de promover o ódio com eficiência inédita na história.
O antissemitismo cresce de forma alarmante, principalmente pela Europa e pelo Oriente Médio, agora conduzido por campanhas de ódio –cada vez mais explícitas– contra Israel.
Poucas décadas depois do Holocausto, judeus novamente temem andar pelas ruas europeias, em decorrência do antissionismo (a negação do direito de os judeus terem seu Estado em Israel), atualização do antissemitismo de outrora.
A chanceler alemã, Angela Merkel, disse no último sábado (23) que os alemães, e os europeus em geral, precisam fazer mais para combater o crescente antissemitismo na região. O presidente e o primeiro-ministro franceses já disseram o mesmo, após vários ataques contra judeus no país.
Neste mês de janeiro, um professor de escola judaica foi agredido em Marselha, ao ser identificado como judeu, por usar um quipá na cabeça. Assustado diante de tantos ataques, o líder da comunidade judaica local sugeriu que os judeus parassem de usar sinais externos que identificassem sua religião.
Numa manifestação contra Israel nas ruas da Alemanha há pouco tempo, ouviram-se gritos de "Hamas, Hamas, judeus à câmera de gás". O extremismo jihadista ataca em Paris, Copenhague, Toulouse e Jerusalém.
No Brasil, ainda estamos longe desse tipo de radicalismo e ações violentas. Presenciamos, no entanto, ataques contra homossexuais e praticantes de religiões de matriz africana.
E, cada vez mais, grupos de interesse, que trazem o antissemitismo em sua essência, promovem o mesmo ódio a Israel e as mesmas campanhas discriminatórias de ataques e boicotes contra o Estado judeu.
Criticar o governo de Israel ou o de qualquer outro país é um direito de todos, mas escolher Israel como Estado pária vai muito além do aceitável e só pode ser fruto da ignorância, da intolerância ou de ambos.
Por isso, a Conib (Confederação Israelita do Brasil) escolheu o combate à intolerância como tema deste ano na comemoração do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto.
O mundo e o Brasil não devem esquecer o que aconteceu (e ainda acontece) na Europa para que tudo aquilo não se repita.
A intolerância não pode ser tolerada, seja contra os judeus ou contra qualquer outro grupo. É essa a lição maior do Holocausto, e consideramos um dever compartilhá-la.
Aprendemos a distinguir quando a intolerância começa. E como ela termina.
FERNANDO LOTTENBERG, 53, é presidente da Conib - Confederação Israelita do Brasil