MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

terça-feira, 12 de abril de 2016

PM prende sem-terra com quase R$ 20 mil em frente ao Congresso

Sem-terra, com essa barriga?

PM prende sem-terra com quase R$ 20 mil em frente ao Congresso

José Carlos dos Santos não soube explicar a origem do dinheiro e nem por que levou a quantia a ato anti-impeachment. Ele já foi liberado

Por: Laryssa Borges, de Brasília - Atualizado em


Sem terra preso (VEJA.com/VEJA)
A Polícia Militar prendeu por volta das 7h30 desta segunda-feira, em frente do Congresso Nacional, um manifestante ligado ao Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) que portava cerca de 20.000 reais em dinheiro vivo. Ele não soube explicar nem a origem do dinheiro nem o que fazia com os recursos no meio de uma manifestação sobre o impeachment da presidente Dilma Rousseff. O homem foi identificado como José Carlos dos Santos, tem 44 anos e disse que veio de São Paulo para protestar contra a votação do impeachment. Ele já foi liberado da delegacia.
Segundo relatos de policiais, o manifestante fazia parte do acampamento montado na altura do Teatro Nacional, a pouco mais de 1 quilômetro do Congresso. A PM fazia um patrulhamento de rotina, revistando as pessoas que acompanhavam a votação do parecer do deputado Jovair Arantes (PTB-GO), quando identificou o sem-terra em "atitude suspeita". "Ele estava com o pessoal do MST acampado no Teatro Nacional e estava com mochila quando foi abordado. Com a proximidade do patrulhamento da PM, ele ficou meio nervoso e os policiais resolveram abordá-lo com atitude suspeita", relatou um policial ao site de VEJA. Ele não deu esclarecimentos à PM e foi levado para a 5ª Delegacia de Polícia.


Dinheiro apreendido com sem-terra em Brasília
Dinheiro apreendido com sem-terra em Brasília(VEJA.com/VEJA)
De acordo com policiais que participavam da patrulha, o porte de dinheiro em espécie, ainda que em alta quantidade, não representa, pelo menos em princípio, crime. Mas a PM recolheu o suspeito porque "uma quantia expressiva em lugar público não é comum".
Na delegacia, Santos disse que ganhou o dinheiro em um processo e que guardava os valores com ele por segurança. A PM vai investigar o caso.