MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

O Brasil no Ranking Mundial das Incompetências

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

O Brasil no Ranking Mundial das Incompetências ✰ Artigo de Sérgio Alves de Oliveira


A melhor explicação que se pode ter para a ausência de qualquer reação dos brasileiros frente à falência moral, política, social e econômica que dilacerou o país, está na sua absoluta incapacidade de enxergar essa realidade com as respectivas causas imediatas e mais remotas. A chamada democracia aqui em prática, que na verdade é a sua contrária, a “oclocracia” - cujo significado é a deturpação e a corrupção da democracia verdadeira - pode ser resumida como a ciência e arte de enganar e ser enganado.
Quem olhar o mundo e observar a situação de cada um dos seus povos, verá que o Brasil está muito longe de atingir pelo menos a metade da qualidade de vida que têm os povos em países mais desenvolvidos. Essa propalada riqueza que os governantes tanto gostam de festejar, e mentir, e que coloca o Brasil em 7º lugar no ranking  mundial do PIB, como uma das maiores “potências”, invariavelmente “esquece” de lembrar qual é o PIB “per capita”, e também qual é  o “Índice de Desenvolvimento Humano” (IDH) do país dentro do contexto mundial, índices que são, na verdade, demolidores dessa contumaz mentira governamental. O Brasil tem OITO MILHÕES de Km/2 e DUZENTOS MILHÕES habitantes, com um PIB inferior ao do Reino Unido, cujo território é de 245.000 Km/2 (menor que a Região Sul do Brasil), e onde a população é de apenas 63 milhões  (pouco mais de 1/3 da que tem o Brasil). Esse é só um exemplo, dentro de outras dezenas que poderiam ser citados, se considerado o PIB relativo ao porte do país (território e população). Com essa baita “atochada”, o Governo está dizendo que dá no mesmo  um pão para alimentar uma família que tem um só filho, e também um só pão  para alimentar outra família que tem dez filhos. Essa é a arte de enganar com números absolutos, ou seja, um sofisma grosseiro.
“Viajando” um pouco para entender qual é a verdadeira realidade do Brasil, se comparado com outras nações, basta olhar o “mapa mundi” (dados das Nações Unidas, de 2012) e verificar que estão localizados na faixa entre os Trópicos de Câncer e Capricórnio, ou seja, na Região Tropical do Planeta Terra (que se situa entre o Paralelo 23º26’16” Latitude Norte e o Paralelo 23º26’16” Latitude Sul), os 10 (dez) países mais pobres do mundo, onde uma média aritmética simples aponta o PIB “per capita” de US$ 353,00 (isto mesmo, trezentos e cinquenta e três dólares), todos esses países localizados no Continente Africano. A situação não muda se ampliarmos a análise para os 25 países mais pobres do mundo, quase todos também na África, exceto o Afeganistão, o Haiti e o Nepal.
Ora, se nos trópicos estão os países mais pobres do mundo, FORA DOS TRÓPICOS, ao contrário, estão os 10 países MAIS RICOS. Nestes países, o PIB “per capita” médio (média aritmética) é de US$ 97,000 (noventa e sete mil dólares),um “pouquinho” diferente” do que acontece nos  mais pobres ( US$ 353,00). A diferença na média do PIB “per capita” entre os 10 mais ricos e os 10 mais pobres resulta que a primeira é 274 vezes maior que a segunda. E não é mentira. A exceção fica por conta da Austrália, um país rico, onde uma pequena porção da sua extremidade Norte “invade” o Trópico de Capricórnio, adentrando na Região Tropical, área de domínio dos “pobres”.
Interessante é observar que praticamente todo o Continente Africano está situado na Zona Tropical do Planeta, áreados países mais pobres. O mesmo acontece com a maior parte Brasil e coma maior parte da América Latina. Do Brasil, só não está na Região Tropical a sua Região Sul, composta pelos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e o Paraná. Portanto a Região Sul em processo acelerado para conseguir a sua independência, com plebiscito “privado” (Consulta Pública) marcado para 2 de outubro deste ano, em paralelo com as eleições municipais, é a  única Região Não-Tropical do Brasil. Saliente-se, por oportuno, que a referida Consulta Pública, uma espécie de Plebiscito Privado, será feita por conta e risco do MOVIMENTO O SUL É O MEU PAÍS, que não poderá usar a estrutura da Justiça Eleitoral porque ela está impedida de ouvir o povo em tudo que não interessa aos poderosos da política, aos quais ela é vergonhosamente servil.
No caso específico do Brasil, a sua maior “afinidade”, em todos os sentidos, está com os países pobres, inclusive no índice da corrupção, por razões que serão mostradas agora e mais tarde. Em primeiro lugar a sua localização geográfica é na Região Tropical (exceto o Sul), a exemplo de TODOS os países mais pobres do mundo. Por outro lado, a América Latina, onde o Brasil está, não conta com NENHUM REPRESENTANTE entre os 25 países mais ricos do mundo.
Por outro lado, o PIB “per capita” do Brasil é de apenas US$ 11,000 (onze mil dólares), em números redondos. A média dos dez mais ricos é de US$ 97,400, e a dos mais pobres, US$ 353,00. Isso significa que os US$ 11,000 do Brasil estão muito mais perto do PIB “per capita” dos pobres do que dos ricos. Onde fica a “7ª” Economia Mundial, tão festejada, enganosamente?
O pior de tudo é que o atual Governo incentiva essa aproximação do Brasil com os países mais pobres no projeto em andamento para reforma da educação, no ensino de “História”, onde os países que têm mais vínculos históricos e culturais com as nascentes do Brasil estão sendo abandonados e jogados na lata de lixo, para darem lugar aos países mais pobres da África e América Latina, que poucas ligações têm com o país. Sem dúvida é um atraso. Mas tudo indica “coerência” nesse desejo governamental. Como veremos adiante, os países pobres são os preferidos dos corruptos, tanto que é neles onde estão os maiores índices de corrupção no mundo. Aproximação com os países mais pobres indica fortalecimento da pobreza local para os corruptos agirem melhor, mais ”leves” e “soltos”. Apesar disso, esses mentirosos vivem prometendo riquezas para os incautos eleitores, que infelizmente caem fácil nessa armadilha.
Diversos fatores são decisivos nos destinos de um país, a saber:
(1) O primeiro, e talvez mais importante, é o aspecto “GEOGRÁFICO”, que acabamos de ver minuciosamente;
(2) O segundo, também importante, é a ”RELIGIÃO”, onde se constata que nos países mais atrasados e pobres é onde se pratica mais religião, ao contrário dos países mais ricos, onde ela é relegada para um segundo plano. Em 19 dos países mais ricos do mundo, 70% das suas populações afirmam que a religião não tem tanta importância. A exceção seria os Estados Unidos, que tem um povo rico e ao mesmo tempo religioso. Mas considere-se que a sua religião é fundamentalmente protestante, materialista, onde ganhar dinheiro é “agradar a Deus”, ao contrário da Igreja Católica, que prega isso como “pecado” , dizendo que  os ricos irão para o “inferno”, e só os pobres entrarão no céu. Assim, os povos dos países pobres são mais fiéis, achando que a religião e o sobrenatural andam de mãos dadas, e que o sofrimento da vida na terra será compensado com a felicidade na vida “eterna”. Nos países ricos, ninguém “espera” por Deus para prosperar e ganhar dinheiro. Em última análise, a religião prega a ideia que o “agora” não pode ser melhorado. Assim a pessoa deve focar no espiritual e esperar as “compensações” do próximo mundo. Até a Igreja Católica prega essa “besteira”. Nos países não-religiosos, as pessoas acreditam nas suas capacidades de alterar o destino para melhor pelo esforço e talento;
(3) Já o terceiro quesito se resume nas “INSTITUIÇÕES”. Os países ricos têm boas instituições; os pobres, ruins.  A correlação entre os países pobres e a corrupção é enorme. Nos países ricos a corrupção, também existente, é bem menor. Nos países pobres, a “danada” é tão grande que a metade das suas rendas é transferida para contas de bancos nos países ricos, fazendo falta às populações locais. No caso específico do Brasil, a podridão das suas principais instituições chegou a níveis intoleráveis. A corrupção está espalhada em todos os níveis de governo, nas cúpulas dos Três Poderes, nas empresas públicas, nos Estados e Municípios. Então chegamos a um terceiro item (os outros são a situação geográfica e o PIB “per capita”) que também liga o Brasil muito mais aos países pobres do que aos países ricos. Esse item é exatamente o alto índice de CORRUPÇÃO, cuja “má-fama” já se espalhou pelo mundo. Ainda quanto às Instituições, observe-se que nos países ricos as pessoas são contratadas para trabalhar selecionadas pelo mérito; nos mais pobres é pela “clan”, ”apadrinhamento”, parentesco , amizade ou razões políticas. Com isso os países pobres não têm acesso à inteligência e ao talento, ou seja, à melhor mão-de-obra disponível na sociedade.
(4) ”CADA POVO TEM O GOVERNO QUE MERECE”:  É uma frase escrita pelo filósofo francês Joseph de Maistre, ferrenho defensor da Contrarrevolução Francesa, que se notabilizou escrevendo “Considérationsurla France”, em 1811. Ele queria retorno da monarquia na França, derrubada pela Revolução Francesa, que para o escritor não teria dado certo. Hoje a sua célebre frase é adotada como voz corrente nas democracias “capengas”, como a do Brasil. Deve ser vista separadamente, ao invés de incluída no item INSTITUIÇÕES (acima), que também poderia, como um dos fatores determinantes da prosperidade ou atraso de um povo e uma nação. Sem qualquer dúvida a principal responsável pela prosperidade ou pobreza de um povo nas democracias é a sua classe política dirigente. Porém os responsáveis por essas escolhas são os eleitores de cada povo. Assim os políticos e dirigentes públicos são os responsáveis diretos e os eleitores são os responsáveis indiretos, inclusive das próprias desgraças vindas da política. Mas na verdade, se “cada povo tem o governo que merece”, como afirmou Maistre, na via inversa também “cada governo tem o povo que merece”, afirmo “jo”. Disso decorre que ninguém representa com maior fidelidade o povo brasileiro do que aqueles que esse mesmo povo escolheu para comandá-lo. Lula, por exemplo, tem a cara, a alma e a pequenez da maioria do povo do Brasil que vota nele. Mas esse “sujeito” não passa da versão tupiniquim moderna do tirano IDI AMIN DADA, Presidente de UGANDA (África) entre 1971 e 1979, a quem o povo chamava de “o Comedor da África”, que nos seus passeios escolhia um casal e comia os dois, a mulher na cama, e o homem no espeto.                           
Mas o povo gosta de se fazer de “santinho” e “vítima” de toda essa situação caótica em que colocaram o Brasil, de bom tempo para cá, destacadamente nos últimos  12 anos de PT. Mas o povo não tem nada de “santinho” nem de “vítima”. É tão culpado e ordinário quanto aqueles que o representam. Os protestos violentos que grassam por aí ocorrem só porque a grande maioria dos que protestam não estão incluídos entre os beneficiários de toda essa corrupção. Assim, mantidas as proporções, o povo é tão “potencialmente” corrupto quanto aqueles que o representam na política e que ele mesmo escolheu. Irretocável, portanto, a frase do filósofo francês. Mas nem todos do povo são corruptos, assim como nem todos da política. Mas são poucos os que “escapam”. A única diferença está na questão de “oportunidade”, que os políticos têm mais. Desse modo, para que o povo tenha o direito de exigir uma “faxina geral” na política, primeiro ele deverá faxinar-se a si próprio, em termos de valores morais e políticos. Se o povo brasileiro olhar-se no espelho com humildade e imparcialidade, observará que seu caráter coletivo se assemelha bastante ao mau-caráter que estava acampado na Antiga Grécia, época dos sofistas, onde o maior de todos os crimes era dizer a verdade, que era mais grave que matar, roubar ou estuprar, e que por tal motivo Sócrates foi condenado à morte, bebendo cicuta, por não abdicar do direito da apontar a verdade. Mas a razão de Maistre não se limita e esse aspecto, ou seja, de que o povo merece o governo que tem. No caso do Brasil ele também tem razão no caso da substituição da Monarquia pela República, através daquele golpe militar dado em 1889 (esse foi um golpe mesmo), que instituiu a República. Proporcionalmente aos respectivos tempos, na monarquia o Brasil teve muito mais avanços políticos, sociais e econômicos do que no tempo posterior republicano, à sombra do qual foi instalada uma pseudodemocracia que passou a escolher a pior escória do país para comandá-lo, e que deu margem às consequências negativas do poder do povo em escolher os seus representantes. Por isso, em nenhum país do mundo se ajusta melhor que no Brasil a frase “cada povo tem o governo que merece”, lamentavelmente como uma projeção negativa.
(5) “INFLUÊNCIA DO MAGNETISMO DO PLANETA TERRA SOBRE A POBREZA OU RIQUEZA DOSPOVOS”: É claro que não assino esse quinto requisito para explicar o atraso ou progresso de um povo, mesmo porque não domino a matéria. Mas ouvi com muito interesse uma exposição feita por um médico magnoterapeuta, ainda nos anos 90, onde ele garantia que as forças magnéticas que se fazem presentes na Terra têm forte influência sobre as características de qualquer povo, conforme a sua localização.  Sublinhe-se que a magnoterapia é uma terapia da medicina alternativa baseada em suposta influência dos campos magnéticos estáticos sobre o corpo humano. Por essa teoria, surpreendente, é verdade, os povos assentados nas regiões próximas ao Equador, ou os povos tropicais, estariam numa zona de NEUTRALIDADE MAGNÉTICA, em relação aos dois Polos (Norte e Sul), o que poderia influenciar  a maior pobreza dessas regiões, por afetar suas populações com “lentidão”, “marasmo”, ”preguiça”, ”prostação”, ”aversão ao trabalho” e “desinteresse em prosperar”. Se procedente, ou não, essa teoria, nem importa, o fato é que na verdade a  Região Tropical, onde talvez, por desígnio do destino, ou por “azar”seu mesmo, o Brasil se situa, não conta com nenhum representante dos 25 países mais ricos do mundo, ao passo que os dez países mais pobres  estão todos nessa faixa, a faixa da pobreza. Seria essa região, portanto, uma faixa “amaldiçoada” pela natureza, condenando os seus povos aos perversos efeitos da pobreza e da corrupção? Seria, porventura, mera coincidência o fato da Região Sul do Brasil, a única localizada fora da Zona Tropical, ser mais rica, produtiva e trabalhadora que a maioria das outras regiões (exceto São Paulo), e que só não prospera mais por estar submetida às leis, à “cabeça” e às “correntes” de Brasília? Como exigir, assim, do Povo do Sul, que ele se submeta, sem rebelião, e sem desejo de autodeterminar-se, ao  regime de quase-escravidão que lhe impuseram, mandando a maior parte dos resultados da sua produção, trabalho e suor, sem retorno, para Brasília distribuir a seu bel prazer para outras regiões, suas “apadrinhadas” políticas, e cujas populações, já viciadas com essas “benesses” assistencialistas, retribuem essas generosidades com seus votos nas urnas eleitorais, beneficiando os seus “benfeitores”, com mandatos para cargos políticos? Seria concebível tirar o pão dos próprios filhos para dá-lo aos filhos dos outros?
(6) ”FATOR GENÉTICO”: também deve ser considerado como determinante da riqueza ou pobreza das nações. É evidente que fatores genéticos positivos podem ajudar qualquer povo a se desenvolver, inclusive podendo anular ou diminuir outras influências negativas. Israel serve de exemplo. Além de estar situado na Região Tropical, zona do atraso, seu território é muito pequeno, desértico e pobre, não tem riquezas naturais, petróleo, nem água suficiente. Mas é um país muito rico devido à competência do seu povo e das suas instituições. Mas esse país está na mesma região dos povos árabes, onde jorra petróleo, mas que não souberam superar as suas deficiências. Talvez seja por esse motivo o cultivo de tanto ódio que a parte mais idiotado mundo despeja sobre Israel. Ou seria inveja da capacidade desse povo? Mas outros exemplos podem ser encontrados onde o fator genético foi decisivo. Os países colonizados inicialmente pelos ingleses prosperaram. Os maiores exemplos são os Estados Unidos, o Canadá e a Austrália, hoje incluídos entre os países mais ricos e prósperos do mundo. Já as conquistas territoriais dos portugueses e espanhóis resultaram naqueles países que hoje estão todos numa “merda” de dar pena. Aí surge a seguinte dúvida: se a Austrália, por exemplo, tivesse sido colonizada pelos portugueses, como o Brasil, será que hoje ela seria um país rico? Tudo indica que não. Provavelmente a Austrália seria um país miserável, pior que o Brasil é hoje, porquanto a natureza não foi nada bondosa com seu território, que tem 70% do solo desértico, sem grandes rios, onde a água é escassa, um clima infernal, sujeito à furacões, tufões, tempestades violentas e grandes enchentes. Tinha tudo para ser um dos países mais pobres do mundo, mas é um dos mais ricos. Entretanto foi colonizada pelos ingleses, como os Estados Unidos, onde tudo funciona de maneira racional e inteligente. O povo australiano conseguiu com muita competência superar todas as adversidades decorrentes da sua natureza hostil, ao contrário de “outros” povos, cujas naturezas são bondosas, mas que não tiveram competência para aproveitá-las.
Observe-se que tanto o PIB, quanto o PIB “per capita”, que aqui serviram como balizadores para definição de “países ricos” e “países pobres”, não são de validade absoluta, podendo variar conforme a situação de cada país. Assim pode haver um PIB “ per capita” muito alto, mas com a riqueza e a renda de um país concentradas em meia dúzia de pessoas, como são os casos de alguns países produtores de petróleo no mundo árabe. O PIB “per capita”, ou mesmo o próprio PIB, podem ser muito altos e o povo muito pobre. Nestas condições, os verdadeiros países mais ricos do mundo não integram a lista dos que têm um alto PIB “per capita”, exceção da Austrália, que integra. Outra observação é que mesmo nos países com míseros PIB “per capita”, coincidentemente onde a corrupção é maior, podem estar localizadas as maiores fortunas pessoais do mundo.
Sérgio Alves de Oliveira- Sociólogo e Advogado
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