MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

INVEJA DA ARGENTINA


sábado, 13 de fevereiro de 2016

INVEJA DA ARGENTINA

CRÉDITOS AO ALCY LUIZ COLLETTI

http://ventura-memriasdoventura.blogspot.com.br/2016/02/inveja-da-argentina-creditos-ao-alcy.html
 
 Hoje, na maioria do Brasil, começou o ano de 2016. Em alguns lugares  os anestesiados, pra não dizer outra coisa, seguem na folia. Enfim,  finda a ilusão de mais um carnaval, do pão e do circo, voltamos a  triste realidade brasuca. E eu aqui em Florianópolis, repleto de  argentinos (há mais de 10 anos não tínhamos tamanha invasão), confesso  que estou estarrecido com o Macri, o promissor presidente argentino.
 
 Causa muita inveja em qualquer brasileiro, que sofre há anos com a  paralaxe cognitiva da política tupiniquim (quando não apenas a prática  é dissociada e diametralmente oposta ao discurso), ver um presidente  argentino efetivamente fazer aquilo que prega, aquilo que anunciou  para se eleger. Deve ser um choque.
  
 Eu já começava a crer que tal coisa seria impossível aqui na América Latrina.

  Em dois meses de governo, Macri retirou todas as restrições de
 importações, zerou o imposto de exportação de trigo, milho e carne,  reduziu imposto sobre soja, automóveis e motos, aumentando a  arrecadação no processo e provando, de uma vez por todas, a validade  da Curva de Laffer (alguém, por favor, ensine o que é isto pro  Raulzinho Apedeuta).
 
 Macri denunciou o acordo com o Irã, expulsou os falsos médicos cubanos  sob a justificativa de que não financiaria ditaduras para ludibriar a  população com uma pseudo-assistência médica, demitiu 19 mil  funcionários públicos da aparelhagem socialista (aqueles que só  aparecem dia 30 pra receber, e que foram indicados politicamente),  desmontou a "Ley de Medios" e anunciou que vai pagar todas as dívidas  dos seus importadores, no importe de US$ 5 bilhões, 80% nas mãos de  exportadores brasileiros.
 
  Há duas semanas, investidores internacionais fizeram fila em Davos pra  falar com ele. O governo argentino já quitou com credores italianos  uma dívida de US$ 2,3 bilhões (por US$ 1,350 bi), e está firme no  caminho de pagar a parcela restante com fundos "abutres", de US$ 9 bi,  com deságio de 30%. Se fizer isso, devolve a Argentina ao mercado  mundial de capitais, depois de 10 anos de kirchnerismo em que a  Argentina foi a leprosa do mundo.
 
  Tudo isso, repito, em DOIS MESES. Enquanto isso, no Brasil, a casa da mãe joana (Congresso )parado sob o comando de dois  corruptos, a lentidão do judiciário, e a Dona Lontra, sustentada por  um partido esfacelado pela contradição e pela corrupção generalizada,  convoca rede nacional para anunciar que ainda precisamos nos livrar de  uma doença medieval (depois do seu ministro da saúde sugerir que, na  falta de uma vacina bancada pelo Estado, tínhamos que torcer pra que o  próprio mosquito imunizasse as pessoas antes da idade fértil).
  
 Pior, alias, sinto-me enojado com o que está gastando esse partido  que mais rouba e roubou na história do Brasil, está gastando em  publicidade, em horário nobre, falando asneira, mostrando mentiras e  afirmando que o "melhor do Brasil é o brasileiro". Que brasileiro é  esse? O completo analfabeto político, imbecil, que acredita neste  partido corrupto ou aquele que padece nas filas dos hospitais,  inseguro, desesperado, desempregado, sem educação...? E o que estão  deixando de ser feito por conta desta verba publicitária bilionária? E  o que está sendo gasto para a realização das olimpíadas que não terá
 retorno graças ao descaso com a saúde e as doenças causadas pelos  pernilongos, chamados de vírus pela presidANTA?
 
 Será que o Macri não toparia prestar umas  quatro horas semanais de trabalho voluntário aqui no Brasil, não? Se  Dona Lontra concordasse em abrir mão do cargo por 20 horas/mês, penso  que certamente poderíamos até esquecer o papo do tal impeachment...