MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

domingo, 31 de janeiro de 2016

Professora da al-Azhar: Allah permite que os muçulmanos estuprem mulheres não-muçulmanas

Professora da al-Azhar: Allah permite que os muçulmanos estuprem mulheres não-muçulmanas

Robert Spencer
17 de janeiro de 2016


A apreensão de moças Infieis e sua utilização como escravas sexuais é sancionada no Alcorão. De acordo com a lei islâmica, homens muçulmanos podem tomar "cativos da mão direita" (Alcorão 4: 3, 04:24, 33:50). O Alcorão diz: " Ó Profeta, em verdade, tornamos lícitas, para ti as esposas que tenhas pago seus dotes, assim como as que a tua mão direita possui, que Allah tenha feito cair em tuas mãos como como despojos de guerra "(33:50). 4: 3 e 4:24 estendem este privilégio aos homens muçulmanos em geral. O Alcorão diz que um homem pode ter relações sexuais com suas esposas e com estas jovens escravas: " É certo que (no final) prosperarão os fiéis, que são humildes em suas orações que evitam a conversa em vão, que são ativos em dádivas de caridade, que se abstêm de sexo, excepto com cônjuges ou cativas as quais sua mão direita possui, pois, (no caso delas) estão isentos de reprovação”. (Alcorão 23: 1-6).
O estupro de mulheres em cativeiro também é sancionado na tradição islâmica:
Abu Sirma disse a Abu Said al Khadri (que a bênção de Allah esteja sobre ele): O Abu Said, você ouviu o Mensageiro de Allah (que a paz esteja com ele) mencionando al-azl? Ele disse: Sim, e acrescentou: Nós saímos com o Mensageiro de Allah (que a paz esteja com ele) sobre a expedição ao Bil-Mustaliq e levamos cativas algumas excelentes mulheres árabes e nós desejávamos elas, pois estavamos sofrendo com a ausência de nossas esposas, (mas ao mesmo tempo), desejavámos o resgate. Então decidimos ter relações sexuais, mas observando azl (Retirando o órgão sexual masculino antes da emissão do sêmen para evitar a concepção). Mas nós dissemos: Estamos fazendo um ato enquanto que o Mensageiro de Allah está entre nós por que não perguntamos a ele? Então pedimos ao Mensageiro de Allah (que a paz esteja com ele), e ele disse: Não importa se vocês fazem isso porque cada alma que está para nascer até o Dia da Ressurreição vai nascer.  (Sahih Muslim 3371) (1)
É também na lei islâmica: ". Quando uma criança ou uma mulher é levada cativa, tornam-se escravos pelo fato da captura e o casamento anterior da mulher é imediatamente anulado" (Umdat al-Salik O9.13) (2)
O egípcio Sheikh Abu-Ishaq al-Huwayni declarou em maio de 2011 que "estamos na era da jihad", e isso significa que os muçulmanos tomariam escravos. Em uma entrevista posterior, ele explica:
Jihad é apenas entre muçulmanos e infiéis. Escravas de espólio e prisioneiros só devem ser tomados na guerra entre muçulmanos e infiéis. Os muçulmanos no passado conquistaram, invadiram, e tomaram países. Este é acordado por todos os estudiosos – não há desacordo quanto a isso de qualquer um deles, do menor ao maior, sobre a questão de tomar espólios e prisioneiros. Os prisioneiros e os espólios são distribuídos entre os combatentes, que incluiem homens, mulheres, crianças, riquezas, e assim por diante.
Quando um mercado de escravos é erguido, que é um mercado em que são vendidos os escravos e escravas sexuais, que são chamadas no Alcorão pelo nome de milk al-yamin, "o que sua mão direita possui" [Alcorão 4:24 ]. Este é um versículo do Alcorão que ainda está em vigor, e não foi revogado. As milk al-yamin são as escravos sexuais. Você vai ao mercado, olhar para a escrava, e a compra. Ela torna-se como a sua esposa, (mas) não precisa de um contrato (casamento) ou de divórcio como uma mulher livre, nem precisa de um wali (3). Todos os estudiosos concordam sobre este ponto, não há discordância sobre qualquer um deles. [...] Quando eu quiser uma escrava sexual, é só ir ao mercado e escolher a mulher de quem eu gostar e compra-la.
Na mesma época, em 25 de maio de 2011, uma política kuwaitiana, Salwa al-Mutairi, também se manifestou a favor da prática islâmica de escravidão sexual de mulheres não-muçulmanas, enfatizando que a prática está de acordo com a lei islâmica e os parâmetros da moralidade islâmica.
Um comerciante me disse que gostaria de ter uma escrava sexual. Ele disse que não iria ser negligente com ela, e que o Islam permitia esse tipo de coisa. Ele estava falando a verdade. Eu expus a situação [deste homem] para os muftis em Meca. Eu disse a eles que eu tinha uma pergunta, uma vez que eles eram homens que se especializaram no que era halal (4), e o que era bom, e quem amava as mulheres. Eu disse: "O que é a lei de escravas sexuais?"
O mufti disse: "Com a lei de escravos do sexo, deve haver uma nação muçulmana em guerra com uma nação cristã, ou uma nação que não seja da religião, não da religião do Islam. E deve haver prisioneiros de guerra. "
 "Isto proibido pelo Islam?", Perguntei.
 "Absolutamente não. Escravas sexuais não são proibidas pelo Islam. Pelo contrário, escravas sexuais estão sob uma lei diferente daquela da mulher livre. A mulher livre deve ser completamente coberta, exceto no rosto e nas mãos. Mas a escrava sexual pode estar nua da cintura para cima. Ela difere muito da mulher livre. Enquanto a mulher livre exige um contrato de casamento, a escrava sexual não – ela apenas precisa ser comprada por seu marido, e é só isso. Por isso, a escrava sexual é diferente da mulher livre. "
 A exploração selvagem de meninas e mulheres jovens é, infelizmente, um fenômeno cultural, mas apenas na lei islâmica é que possuem sanção divina.
"Allah permite que os muçulmanos estuprem mulheres não-muçulmanas, a fim de humilhá-las, afirma o professor islâmico," Zee News , 17 de janeiro de 2016:
Washington: Uma professora islâmica afirmou que Allah permitiu que homens muçulmanos estuprem as mulheres não-muçulmanas, a fim de "humilhar-las", afirmou o relatório.
Suad Saleh, que é professora da famosa Universidade de Al-Azhar, no Cairo, Egito, fez as declarações durante uma entrevista a um canal de TV (ver acima).
De acordo com a reportagem no The Inquisitr News, no vídeo postado por LiveLeak, Saleh diz que Allah deu aos homens muçulmanos uma forma de ter relações sexuais com mulheres escravas que é "legítima".
Saleh sugere que a única vez que é aceitável que os homens muçulmanos escravizem uma mulher para fins sexuais é durante a "guerra legítima" entre os muçulmanos e os seus inimigos como a guerra com Israel.
Portanto, a professora islâmica diz que escravizar mulheres israelitas e estuprá-las seria inteiramente aceitável e incentivado, afirma o relatório Inquistr News.
"As prisioneiras de guerra são ‘aquelas a quem você possuir.’ A fim de humilhá-las, elas passam a ser propriedade do comandante do exército, ou de um muçulmano, e ele pode ter relações sexuais com elas assim como ele tem relações sexuais com suas esposas", lê-se na transcrição da entrevista fornecida pelo Instituto de Pesquisa de Mídia do Oriente Médio.
No entanto, depois que sua entrevista tornou-se viral, muitos, incluindo membros da comunidade muçulmana, condenaram seus argumentos e os denominaram de falsa propaganda do Islam.
NOTAS:
(1) Sahih Muslim (Al-Musnadu Al-Sahihu bi Naklil Adli) é um dos Kutub al-Sittah (seis ahadith principais) do hadith no Islam Sunita. É a segunda coleção de hadith em autenticidade depois do Sahih al-Bukhari, e é muito valorizado pelos Muçulmanos Sunitas, como também entre os Zaidi Shiitas. Foi colecionado por ibn al-Hajjaj, também conhecido como Imam Muslim. A tradução de sahih é “autêntico” ou “correto”.
(2) Umdat as-Salik wa Uddat an-Nasik (Reliance of the Traveller and Tools of the Worshipper – Confiança do Viajante e Ferrmentas e Oração, é um manual clássico da  jurisprudência (fiqh) da escola  Shafii.
(3) Wali - palavra árabe que significa "custódia", "protetor"
(4) Halal: legítimo segundo a sharia. Equivale ao hebraico kasher ou kosher
Tradução: William Uchoa
Revisão e notas (1,2,4): Heitor De Paola