MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

domingo, 31 de janeiro de 2016

Eugenia à Hitler: Com o zika vírus, volta à baila a legalização do aborto.

Olá!

A mídia tem falado constantemente sobre os casos de Zika vírus e a microcefalia. Como se não bastasse, aproveitaram a situação para retomar o debate sobre a legalização do aborto

Haja ou não vínculo causal entre o Zika vírus e a microcefalia, os bebês afetados pela condição neurológica não devem pagar com suas vidas. O aborto dos bebês que padecem dessa condição é uma prática eugênica, muito cara a regimes ideológicos e totalitários

No caso do Brasil, o objetivo final daqueles que estão instrumentalizando a situação de disseminação do Zika vírus é alegalização total e irrestrita do aborto. Como não podem propô-la descaradamente, precisam fazê-lo por etapas. E contarão com a OMS para atingir esse objetivo. 

Você pode enviar um e-mail à diretora da OMS, Margaret Chan, para pedir que, na reunião a ser realizada amanhã (01/02) para tratar do tema, o aborto não seja considerado uma solução:

http://www.citizengo.org/pt-
pt/lf/node%3Anid%5D-oms-nao-instrumentalize-o-zika-virus-para-promover-o-aborto
A nota oficial da OMS sobre o vírus, publicada neste mês, assinala o seguinte:
  • Apenas uma em cada quatro pessoas contaminadas com o vírus sofrem seus sintomas. A taxa de hospitalização é baixa. 
  • Os efeitos são leves: febre não elevada e conjuntivite durante 2 a 7 dias. 
  • Para combatê-lo, a OMS sugere repelentes de mosquito, roupas claras, mosquiteiros, limpar produtos que permaneçam na água e a pulverização de veneno contra o mosquito.
  • Os pacientes devem permanecer em repouso, beber líquidos e tomar analgésicos. 
  • “Os organismos que estão investigando esses surtos estão encontrando provas cada vez mais numerosas de uma relação entre o vírus Zika e a microcefalia, embora sejam necessárias mais investigações para entender essa relação. Também estão sendo investigadas outras causas possíveis”. 
Em pouco tempo as feministas fizeram do mosquito seu melhor aliado:
  • Monica Roa, porta-voz de Women’s Link World Wide: “Uma notícia de alcance tão massivo pôs em evidência as grandes lacunas em matéria de educação sexual que ainda existem (...) O Ministério da Saúde tem de adotar uma postura clara. Não digo que tenha de recomendar a todas as mulheres com Zika que abortem, mas que possa informá-las sobre quais são suas opções”. 
  • Débora Diniz, professora da Faculdade de Direito na UNB e pesquisadora do Instituto de Bioética Anis disse: “Falar do direito ao aborto no caso de um diagnóstico de microcefalia no feto significa reconhecer que as mulheres podem tomar decisões reprodutivas”. 
Políticos e meios de comunicação abortistas se unem à campanha:
  • O Vice-ministro da Saúde da Colômbia, Fernando Ruiz Gómez: “Todas as gravidezes na Colômbia são consideradas agora de alto risco”.
  • O Secretário de Saúde do Mato Grosso do Sul, Nelson Tavares, disse: “Devemos mudar as questões culturais sobre o debate a respeito do aborto (...) A questão não é ser a favor ou contra o aborto, mas discutir cientificamente qual será a profundidade que daremos na questão da autorização do aborto em casos de microcefalia ou anencefalia”. 
  • Editorial da Folha de São Paulo: “O mais racional seria revisar as normas e despenalizar a interrupção da gravidez. A legislação já tem três quartos de século. Parece justo, além disso, que a mudança seja submetida a um plebiscito ou referendo, dado seu caráter controverso”. 
A diretora da OMS, Margaret Chan, se soma à estratégia do pânico:

"O nível de alerta da organização é extremamente alto por quatro motivos: primeiro, pela possível relação do vírus com os casos de microcefalia em bebês, pela disseminação internacional que se espera dele, pela falta de imunidade da população exposta a ele e pela ausência de uma vacina ou ferramentas de diagnóstico rápido (...) O vírus se expande de maneira explosiva". 
Tudo isto depois de reconhecer que:

"Não se estabeleceu uma relação causal entre o Zika e a microcefalia."

Não obstante, ela afirma ter “fortes suspeitas”. As razões? Em 2015, foram registrados 3.500 casos de bebês com microcefalia frente os 150 casos do ano anterior. Além disso, assinala, o vírus foi detectado no líquido amniótico de algumas mulheres grávidas e no cérebro de bebês falecidos.

O diretor da OMS das Américas é mais explícito em uma mensagem com forte conteúdo eugênico:

"Não podemos tolerar que continuem nascendo crianças com más-formações."
Se quiser enviar um e-mail à diretora da OMS, basta utilizar o link abaixo: 
Estamos diante de um verdadeiro problema: a proliferação do Zika vírus em nosso país. Porém, é muito estranho ver que o governo não está se esforçando verdadeiramente para solucioná-lo de maneira adequada. Subitamente, o tema da legalização do aborto volta a inundar a mídia, como se o assassinato de bebês fosse resolver o problema da disseminação do vírus!
Ajude-nos a pressionar a OMS, pois se a tática dos abortistas prevalecer na reunião de amanhã (01/02), haverá graves consequências para a causa da vida em nosso país.
Mais uma vez, muito obrigado!
Atenciosamente,
Guilherme Ferreira e toda a equipe de CitizenGO 

Obs.: Falar em matar fetos com más-formações lembra a eugenia promovida por Hitler, que mandou matar milhares de deficientes físicos e mentais, inclusive recém-nascidos.
Morte piedosa - Gnadentod: em 1/9/1936, Hitler assinou o Programa T4 (Aktion T4), para extermínio de recém-nascidos inválidos. “Aqueles que eram selecionados para morrer recebiam altas doses de Luminal. Eram meninos espásticos, incapazes de falar ou de caminhar. Quem os via de fora, imaginava que eles estavam dormindo. Na verdade, eles estavam morrendo” (depoimento do doktor F. ao historiador Robert Jay Lifton - MAINARDI, 2012: 43) (*). Na primeira fase, foram mortos 5.000 recém-nascidos. Na 2ª fase, foram exterminados também adultos inválidos, doentes mentais, epiléticos, alcoólatras. Os médicos injetavam “uma mistura de morfina, de escopolamina, de curare e de cianureto” (idem, pg. 43).

(*) MAINARDI, Diogo. A QUEDA - As memórias de um pai em 424 passos. Record, Rio e São Paulo, 2012

F. Maier

Memorial em Berlim

Dr. Karl Brandt (à esquerda) era o médico de Hitler