MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

sábado, 31 de outubro de 2015

Ruth Moreira expressou o que todos os brasileiros decentes estão sentindo

84 anos de lucidez: expressou o que todos os brasileiros decentes estão sentindo...


Estou com vergonha do Brasil. Vergonha do governo, com esse impatriótico, antidemocrático e antirrepublicano projeto de poder.
Vergonha do Congresso rampeiro que temos, das Câmaras que dão com uma mão para nos surrupiar com a outra, políticos vendidos a quem dá mais.
Pensar no bem do País é ser trouxa.
Vergonha do dilapidar de nossas grandes empresas estatais, Petrobrás, Eletrobrás e outras, patrimônio de todos os brasileiros, que agora estão a serviço de uma causa só: o poder.
Vergonha de juízes vendidos.
Vergonha de mensalões, mensalinhos, mensaleiros.
Vergonha de termos quase 40 Ministros e outro tanto de partidos a mamar nas tetas da viúva, enquanto os brasileiros morrem em enchentes, perdendo casa e familiares, por desídia de políticos, se não desonestos, então, incompetentes para o cargo.
Vergonha de ver a Presidente de um país pobre ir mostrar na Europa uma riqueza que não temos (onde está a guerrilheira? era tudo fantasia?).
Vergonha da violência que impera e de ver uma turista estuprada durante seis horas por delinquentes fichados e à solta, fazendo barbaridades, envergonhando-nos perante o mundo.
Vergonha por pagarmos tantos impostos e nada recebermos em troca - nem estradas, nem portos, nem saúde, nem segurança, nem escolas que ensinem para valer, nem creches para atender a população que forçosamente tem de ir à luta.
Vergonha de todos esses desmandos que nos trouxeram de volta a famigerada inflação.
Agora pergunto: onde estão os homens de bem deste país?
Onde está a Maçonaria? a OAB? a CNBB? o LYONS? o ROTARY? As entidades de classe?
Onde estão os que querem lutar por um Brasil melhor? Por que tantos estão calados?
ONDE ESTÃO NOSSOS MAGISTRADOS?
ONDE ESTÁ A PROCURADORIA?
E OS NOSSOS MILITARES?
Tenho 84 anos e escrevo à espera de um despertar que não se concretiza.
Até quando isso vai continuar? SERÁ QUE TODOS TEMOS QUE SER SUBMISSOS?!
Até quando veremos essas nulidades que aí estão, sendo eleitas e reeleitas?
Estou com muita vergonha do Brasil.

A Verdade Reprimida

Prezados amigos e estimadas amigas,
Boa noite!
Escrevi o artigo anexado e inserido abaixo, com base em notícias amplamente divulgadas pelos meios de comunicação, das quais escolhi, como fonte, matéria da Folha de São Paulo, que resume tudo o que tem sido dito.
Sei que existem outras versões para os fatos - várias, talvez uma infinidade - entre elas a verdadeira, muito difícil de identificar, e a oficial, mas escolhi essa, que, se não for a verdadeira, bem poderia ser.
Assim, encaminho o texto como sendo o que penso (pessoalmente).
Tenham todos um bom fim de semana.
Um abraço do
Luís Mauro.

A Verdade Reprimida
Luís Mauro Ferreira Gomes
29 de outubro de 2015 

Matéria de Valdo Cruz e Igor Gielow, na Folha Digital, relata que o ministro da defesa teria exonerado o General-de-Exército Antônio Hamilton Martins Mourão do cargo de Comandante do Comando Militar do Sul, pelas críticas que fez ao governo Dilma Rousseff e pelo fato de que uma homenagem póstuma a um chefe da repressão na ditadura ocorreu em um quartel sob sua jurisdição.
As declarações do General podem ter sido incomuns nestes dias, mas ele nada mais disse do que aquilo que todos os brasileiros sabem, embora uns poucos se sintam impedidos de expressar e outros tantos o neguem por cumplicidade, por conveniência ou por medo.
Somente em regimes ditatoriais ou em “protoditaduras” como essa em que vivemos no Brasil e, felizmente, está a um passo de ser desmantelada, alguém pode ser punido por dizer a verdade.
Mais ainda, ele expressou o que quase todos os militares pensam, mesmo aqueles que ainda se sentem impossibilitados de declará-lo, por respeito à hierarquia e à disciplina.
Chega-se, porém, em determinadas condições extremas, à necessidade de não se confundir disciplina com omissão e ao imperativo de decidir-se pela lealdade à Pátria, acima de qualquer outra.
Mas não nos iludamos. Nenhum deles é nosso amigo, e os mais perigosos são os que assim parecem. Nossa destruição é objetivo prioritário que perseguem lenta, mas incansavelmente.
Para o bem do Brasil, cujo povo deposita em nós suas últimas esperanças, é preciso que permaneçamos unidos neste grave momento da vida nacional. A ofensa a um deve ser encara como um agravo a todos. Somente assim sobreviveremos para continuar como reserva de última instância.
Segundo a mesma fonte, o Senhor Aldo Rebelo teria dito que o General Mourão perdeu a condição de comando com a sequência de fatos.
Grande coisa! Ele é que nunca teve condições de ser ministro da defesa, pois não passa de político filiado a um partido nanico de ideologia sectária e ultrapassada, que deveria ter seu registro cassado pelas mesmas razões que não se permitem partidos nazistas.
Mas não somente ele é desqualificado para o cargo que exerce. Também quem o nomeou nunca teve as condições mínimas necessárias para presidir o País. O passado de militância em grupos terroristas e de fracassos administrativos da presidente deveriam ter sido suficientes para que os brasileiros não embarcassem nessa aventura irresponsável. Fraudes de todos os tipos, não obstante, têm-nos levado a viver esse pesadelo, faz cinco, quem sabe, treze anos.
Finalmente, a nação acordou e, com isso, o governo está nos últimos estertores. Ironicamente, poder-se-ia dizer que a presidente perdeu a legitimidade que nunca teve. Só falta finalizar o processo, o que ainda não aconteceu, porque os principais líderes oposicionistas agem em defesa de suas pretensões políticas pessoais, e isso leva a que cada um procure administrar o tempo da forma que mais lhe convenha. Uns querem o “impeachment” logo, outros, no meio do mandato, outros, ainda, preferem que ela continue “a sangrar” até as próximas eleições presidenciais. Enquanto isso, nada de relevante acontece, mas a crise se agrava cada vez mais.
Fazer qualquer coisa que dê sobrevida a esse governo é uma grande irresponsabilidade. O Brasil não suportará mais três anos de caos cada vez maior, sem nenhuma perspectiva de melhora, com esse governo incompetente, desacreditado erefém sem dinheiro para pagar a extorsão dos chantagistas que cobram pelo apoio.
Há um limite para tudo, e o governo petista já os ultrapassou todos. Agora, paga o preço das mentiras, das fraudes, das traições e dos crimes que seus integrantes cometeram sistematicamente.
Até os ratos sabem quando abandonar o navio. Insistir em preservá-lo é uma insanidade. Mas isso não vale para os ratos humanos, que preferem perder a vida a largar a fonte em que vêm mamando a tanto tempo. Deixemos que somente eles afundem com esse governo náufrago.
Manifestamos nossa solidariedade ao General Mourão. Permita Deus que o poder multiplicador do seu corajoso pronunciamento contribua para apressar esse naufrágio governamental, que, se não é, em si, a solução para todos os nossosproblemas, é o primeiro passo indispensável para árdua e demorada tarefa de recuperação dos estragos impostos pelas administrações petistas.
Em vez de retaliação, que Sua Excelência receba, brevemente, o justo reconhecimento da Nação por dizer o que precisava ser dito, quando mais precisávamos ouvi-lo.

Fonte: Defesa exonera comandante militar que criticou o governo

O autor é Coronel-Aviador, Vice-Presidente do Clube de Aeronáutica.

Campo de Batalha

Campo de Batalha

Segundo Batalha, as próximas 48 h serão decisivas para a História do Brasil.
Logo no dia de finados?
F. Maier

"Discordo inteiramente: a exoneração do general Mourão não foi um ato puramente administrativo, de rotina. Foi uma retaliação ao herói, general Mourão, pois heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as consequências (William Shakespeare, em O Menestrel).
O motivo da demissão, veiculada hoje pelos principais jornais, segundo fonte do MD teria sido as críticas que o general Mourão fizera ao governo (“a mera substituição da PR não trará mudança significativa no 'status quo'" e a vantagem da mudança será o descarte da incompetência, má gestão e corrupção" ... in verbis) e a autorização que dera para que, na 3ª. DE, grande unidade sob sua jurisdição, fosse formada a tropa em homenagem póstuma ao então coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, que atuou na repressão durante a “ ditadura militar ”.
Examinando-se as justificativas do MD percebe-se que a segunda - a autorização que dera ( o general Mourão ) para que, na 3ª. DE, grande unidade sob sua jurisdição, fosse formada a tropa para prestar homenagem póstuma ao então coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, que atuou na repressão durante a “ ditadura militar ” – indica, sutilmente, que o verdadeiro alvo é o general Villas Bôas.
Então, por que o MD não queimou etapas, exonerando, imediatamente, o general VB ? A resposta requer um raciocínio sutil: é por que o MD teme uma reação do general Mourão, com este, ainda, no comando do CMS. Depois de empossado um general de sua inteira confiança (será que existe esse general ?), o comunista Aldo Rebelo tentará consumar seu plano de exonerar o general VB.
Lembro as palavras do patriarca José Bonifácio de Andrada e Silva ao príncipe regente D. Pedro: PÕE ESTA COROA EM TUA CABEÇA, PEDRO, ANTES QUE ALGUM AVENTUREIRO LANCE MÃO DELA ... Renam Calheiros, Eduardo Cunha, Michel Temer, ou o próprio lularápio. As próximas 48 horas serão decisivas para o Brasil: ou um governo forte, de salvação nacional, ou a comunização do país.
Batalha"

VALE MANTER A ESTABILIDADE DA CRISE?

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PENSAR & REPENSAR
Oliveiros S. Ferreira
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VALE MANTER A ESTABILIDADE DA CRISE?

30/10/2015
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Comentários políticos (possivelmente também os meus) e programas políticos de televisão são o melhor recurso, de uns tempos para cá, para sair de um estado de melancolia e entrar no de desespero. Todos dizem o mesmo e se alguns acrescentam argumentos, contribuem para formar opinião de que o sistema político brasileiro acabou ... ao estilo de um bang-bang italiano, tal como José Roberto de Toledo descreveu em 22/10 último.
Provas evidentes de que realmente se conversa sobre o nada são algumas fórmulas de salvação nacional sugeridas. Fernando Henrique Cardoso, em palestra a empresários (OESP 22/10), deixa claro que o esforço de quem quer que seja para resolver problemas que nos afligem estará fadado ao malogro por falta de apoio popular decorrente da crise de legitimidade do sistema político. Em entrevista à Folha de S.Paulo, afirma que “estamos indo ladeira abaixo e alguém vai ter que pôr um limite. Se [Dilma] fosse capaz de botar o limite, já devia ter posto.” Antes, havia dito que a presidente “teria uma saída histórica. Apresentar-se como coordenadora de um verdadeiro pacto. Em que não estivesse pensando em vantagens para seu grupo político, só no futuro do país, e propondo que o conjunto das forças políticas se unisse para fazer algumas coisas. ... aprovado esse pacto, em um ano ela renunciaria.”
E, em programa de TV, comentaristas políticos dos mais reputados hesitam em refutar a sugestão de um deles - entregar ao STF a solução da crise. Invoca-se esse Tribunal como se seus membros tivessem, porque são membros do STF... o condão de encontrar pessoas e organizações que, por sua ação, dessem ao povo a garantia de que pensam no País e não em vantagens pessoais. Se porventura esse Tribunal decidisse que o que melhor atenderia aos problemas brasileiros fosse a Constituição de 1824, voltaríamos legitimamente à monarquia, devendo ele mesmo decidir a quem, de qual ramo da Casa de Bragança, seria entregue o poder moderador?
Quando se dá ao Judiciário a tarefa que Partidos no Congresso deveriam tomar a si, é porque a Política não mais existe. Já a sugestão de Fernando Henrique, de que Dilma convoque os sábios e a eles apresente sua renúncia, não seria desprezível – resta saber se é factível e se é legítima. Importante notar é que há quem afirme a ilegitimidade das instituições e quem sugira que a solução da crise deve vir delas mesmas.
Visitemos o passado e veremos que, nele, a grande crise não foi a de 1964, mas a de 1955, quando as FFAA se dividiram – e, portanto, o Estado rachou e a única conseqüência foi a de que os cientistas políticos passaram a desprezá-lo e deixaram de raciocinar levando em conta os fatores reais do poder.
Em 1954, o Presidente da República suicidou-se. Imaginou-se que os efeitos negativos do dramático gesto de Vargas persistiriam com a eleição, em 1955, de um político ligado ao getulismo e a tudo o que forçara Generais a manifestar-se contrários ao Governo, reclamando a renúncia do Presidente para que o inquérito parlamentar sobre as acusações que Lacerda levantara pudesse ser conduzido com isenção.
Esperava-se que a UDN tivesse candidato capaz de se opor a Kubitschek e Goulart. A direção udenista fazia da situação uma idéia que seria muito parecida com a de algumas das análises de hoje. Mas era, evidentemente, para todos os fins, contrária a que se tentasse um “golpe”. O candidato da UDN, o Gen. Távora, não despertou entusiasmo e foi derrotado. Kubitschek foi eleito.
Imediatamente alguns grupos se opuseram à sua posse alegando que ele não obtivera a maioria absoluta dos votos, fizera uma aliança com o PCB então na ilegalidade e Jango continuaria a política de Vargas. O MMC – Movimento Militar Constitucionalista - cujo objetivo era garantir a posse aos eleitos, fossem corruptos ou comprometidos com as artes do passado, reuniu alguns Coronéis contra a opinião de alguns Generais. A legalidade estaria com os que tinham o apoio dos tribunais.
Em novembro de 1955, o Cel. Mamede proferiu violento discurso que abriu a grande crise. O Procurador Geral da República opinou, em despacho solicitado pelo Presidente Carlos Luz, que Lott, Ministro da Guerra, não poderia puni-lo visto que não tinha autoridade funcional sobre quem estava subordinado ao Ministro Chefe do EMFA. Lott demitiu-se, provocando a ação dos Coronéis organizados no MMC. O Congresso reuniu-se e iniciou a discussão de proposta para a cassação de Carlos Luz contra a lei que regulava o impedimento, que previa um minucioso processo para afastar-se um Presidente da República. Foi um longo debate político e jurídico na Câmara e no Senado enquanto o Exército ocupava as ruas e os edifícios do Governo em todo o Brasil. Uma grande movimentação militar neutralizou operacionalmente os aeroportos do País e militares e civis contrários à posse dos eleitos foram presos.
Apesar da proclamada ilegalidade do ato, o Congresso aprovou o fim do mandato de Carlos Luz, e verificou-se uma divisão nas FFAA. Em reação ao que considerava um golpe de Estado, o Ministro da Marinha zarpou para Santos a bordo do cruzador Tamandaré sob tiros dos canhões das fortalezas que guarnecem a entrada da baía de Guanabara.
Essa crise que, felizmente, foi superada sem combate militar, é um pano de fundo contra o qual poderá ser examinada a crise atual, que o STF não tem como arbitrar. Os que podem falar pelas FFAA e fixar posições já o fizeram. E não embarcaram rumo a Santos – permanecem garantindo a estabilidade... Da crise? Afinal, se, em 1955, Carlos Luz pôde ser substituído pelo Presidente do Senado, tudo leva a crer que, hoje, não há consenso com relação ao nome que poderá substituir Dilma caso seu impedimento venha a ser, algum dia, decidido pelo Congresso.

(publicado nesta data em “O Estado de S.Paulo”)
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Para comentários: pensar-e-repensar@uol.com.br  
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ANTIGO TERRORISTA QUER A CABEÇA DO GENERAL MOURÃO

ANTIGO TERRORISTA QUER A CABEÇA DO GENERAL MOURÃO

No passado, o terrorista Aloysio Nunes Ferreira era capanga de Marighella, assaltava bancos e trem-pagador (Santos-Jundiaí), para implantar o comunismo no Brasil.
Hoje - a exemplo de muitos petistas, como a antiga terrorista Dilma Rousseff - continua roubando (segundo denúncia formulada à Operação Lava Jato), para poder se eleger e ter as regalias sem limites do poder.
Esse sujeito deve ser expulso do Senado, assim como todos os políticos envolvidos na Lava Jato.
F. Maier

Será que o ex-integrante da Ação Libertadora Nacional (ALN), ex-motorista e ex-guarda-costas do terrorista Carlos Marighela, atual senador Aloysio Nunes Ferreira, também não deve prestar informações ao povo brasileiro sobre as acusações de recebimento irregular de dinheiro de empresário?
Acho que os comunistas são mais traiçoeiros do que os escorpiões. Não há como mudar a natureza, mas os animais atacam por instinto de defesa. Os outros, pelo sentimento de ódio dos derrotados pela História.
"Eles que venham. Por aqui não passarão"!
Grande abraço. Osório
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Ministro responde Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado

O ministro da Defesa, Aldo Rebelo, recebeu, hoje, ofício do presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), com requerimento de informações relacionado a declarações atribuídas ao comandante militar do Sul, general Antônio Hamilton Martins Mourão. O senador solicitou respostas às seguintes perguntas:

"1- as declarações atribuídas ao Comandante do Comando Militar do Sul, no artigo, são verdadeiras?
2- se foram, é atribuição de Comandante Militar incitar a tropa com afirmações: "Eles que venham"?
3 - em outra cerimônia militar, celebração do 31 de março de 1964, o Comandante Militar do Sul diante de oficiais da reserva, segundo a matéria, celebrou o impedimento de que o país caísse "nas mãos da escória moral que, anos depois, o povo brasileiro resolveu por bem colocar no poder". Isso aconteceu?
4 - qual a postura do Ministério da Defesa em relação a estas declarações?
5 - há previsão nos procedimentos éticos das Forças para coibir manifestações que comprometam a ordem democrática?"

Em resposta encaminhada, também na tarde de hoje, o ministro Aldo Rebelo informou ao senador que determinou ao Comando do Exército que tomasse as providências, com brevidade e o rigor que o caso requer, para apurar os fatos relacionados aos questionamentos apresentados no requerimento, e que adotasse as medidas necessárias, visando a assegurar que o Exército Brasileiro continue a se pautar no estrito cumprimento de sua missão constitucional e a transitar no seio da Nação com elevada credibilidade que a sociedade confere as suas Forças Armadas.
Na semana passada, o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, antecipou ao ministro Aldo Rebelo que tomaria as providências, o que foi tornado público nesta quinta-feira (Informex no 36). O general Villas Bôas formalizou a transferência do general Antonio Hamilton Martins Mourão do Comando Militar do Sul para Brasília. O novo comandante Militar do Sul será o general Edson Leal Pujol, ex-comandante das tropas no Haiti.
Assessoria de Comunicação Social (Ascom)
Ministério da Defesa
61 3312-4070

Mais um babaca fala em "exoneração" do general Mourão

Mais um babaquinha falando que o general Mourão foi "exonerado", quase expulso do Exército.
Em que planeta habita esse sujeito?
As movimentações de militares são corriqueiras no Exército, muito mais para quem ocupa cargo de general. Diga alguém a esse tonto que esta semana houve reunião do Alto Comando do Exército, para promoções de generais e escolha de coronéis ao generalato (general-de-brigada). Um Informex publicou as movimentações, o que ocorre sempre que há promoções.
Será que o escrevinhador abaixo acha que o Comando Militar do Sul era de propriedade do general Mourão, que só poderia sair de lá para colocar o pijama?
F. Maier


448.RECADO
Verde oliva
GENERAL MOURÃO
Adriano Pires Ribas
Piressim.67@gmail.com
30 Out 2015

Não entendo como o General VILLAS BOAS, comandante do Exército, aceitou que o ministro da defesa exonere da posição que ocupava um general do valor do General de Exército Antônio Hamilton Martins MOURÃO, um quatro estrelas que faz jus ao símbolo que leva nos ombros. Um militar digno, respeitado e admirado por seus pares e subordinados hierárquicos, da ativa e da reserva. Em face das circunstâncias, provavelmente pedirá seu afastamento para a reserva. Espero que não o faça, espero que se mantenha na ativa porque o Exército precisa dele, o Exército precisa de comandantes desse calibre.
Mais ainda, foi exonerado por dizer verdades, o que correndo o risco nosso comandante deveria tê-lo feito. Foram críticas a um governo confuso, corrupto, mentiroso, sem credibilidade. Há muito merecendo o impedimento, pois com prejuízo da população brasileira, investe a custo zero, despeja nosso dinheiro, aos milhões em países que vivem a ideologia que aqui pretendem implantar, deixando às moscas nossos portos, aeroportos, estradas, a saúde e a educação.
Isso caracteriza crime de lesa pátria. Razão de sobra para que seja devolvida a rua de onde veio quem hoje dá as ordens. Sem falar nas imbecilidades que volta e meia grita para o mundo ouvir. É vergonha para nossa pátria, para os brasileiros, ainda maior que nos fazia passar aquele ministrão das cobras.

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

VÍDEO ESPECIAL: OPERAÇÃO ZELOTES MERGULHA NO SUBMUNDO DAS TRAMOIAS QUE ENVOLVEM OS GOVERNOS DO PT.

VÍDEO ESPECIAL: OPERAÇÃO ZELOTES MERGULHA NO SUBMUNDO DAS TRAMOIAS QUE ENVOLVEM OS GOVERNOS DO PT.

http://aluizioamorim.blogspot.com.br/2015/10/video-especial-operacao-zelotes.html




Convite para lembrar a Intentona Comunista de 1935 - Belo Horizonte


INTENTONA COMUNISTA

            Em 1864 o Brasil soberano foi invadido pelo Paraguai, que desejava despojá-lo de parte do seu território. Em 1935 outra potência estrangeira, dominada por ideologia escravagista, utilizou um brasileiro traidor, Luis Carlos Prestes que, cercado de assessores estrangeiros, iniciou a sublevação em três estados, sendo derrotada, mas não sem antes alguns heróis brasileiros derramarem seu precioso sangue pela PÁTRIA.
                                                                 
A fim homenagear nossos heróis e relembrar nossa VITÓRIA, as entidades
ABEMIFA, AREB/BH, Grupo Inconfidência, Círculo Militar/BH, Clube dos Subtenentes e Sargentos - EB, AOR/BH, ANVFEB/BH, Ex Combatentes, ABMIGAer, ombro a ombro com as entidades das Polícias Militar, Civil e Federal, Bombeiros Militares, e de civis patriotas

CONVIDAM

Os militares da ativa das Forças Armadas e da PMMG e a todos os belorizontinos para, juntos, irmos todos mostrar nossa eterna gratidão a todo os que deram a vida pelo Brasil, nos perfilando ao lado da sepultura
do CAPITÃO BENEDICTO LOPES BRAGANÇA
nosso herói assassinado na Intentona.
                                         
                 Data: 27 de novembro 2015 – Sexta-feira
                 Hora: 10:00
                 Local: Cemitério do Bonfim - Belo Horizonte

NÃO VÁ SÓ!  VÁ COM MAIS ALGUÉM!  MOSTREMOS QUE SOMOS MUITO!
                                                                              
                                                               Ten Cel Adalberto Guimarães Menezes – Ref Ex
                                                              Membro do Instituto Histórico e Geográfico MG

No link abaixo, importante trabalho feito pelo coronel Aluísio Madruga, herói da Guerrilha do Araguaia, sobre os brasileiros mortos durante a Intentona Comunista e os nomes dos assassinos a soldo de Moscou, a começar pelo bandido número 1, Luís Carlos Prestes. F. Maier

Pela Legítima Defesa: É preciso mudar alguma coisa para manter tudo como está.



Caros participantes da coalizão PLD, dia 27 passado foi votado e aprovado o relatório do PL 3722/2012, cujo relator foi o Dep. Laudívio Carvalho.
A coalizão PLD agradece imensamente a participação de todos que se dispuseram a escrever, telefonar ou se comunicar por todos os meios indicados, solicitando a adequação do texto ao resultado do referendo de 2005.
Infelizmente não fomos ouvidos e o nosso direito continua sendo desrespeitado.
Apesar de festejado nas redes sociais, é preciso que se diga a verdade sobre o relatório aprovado.
Com exceção do retorno da validade permanente do registro de armas e alguns outros pontos para dourar a pílula, o restante do texto trás dispositivos que aumentarão as exigências.
O pior é que deixa tudo para ser regulamentado por Decreto, onde o atual desgoverno ou qualquer outro que lá esteja, poderá inserir todo tipo de arbitrariedade nesse decreto, como ocorre hoje com o Decreto 5123/2004 que regulamenta a atual Lei 10826/2003.
Vejam alguns “avanços”:
- Não está expresso no texto o fim da discricionariedade para o registro e o porte e deixa para o Executivo regrar a identificação de munições e o tal do chip. (ficamos da mesma forma como é hoje, mesmo cumprindo todos os requisitos, a autoridade pode simplesmente negar o registro ou o porte);
- Chip em armas para rastreamento do cidadão (por enquanto consta que é só para identificação da arma. Que diferença faz para o criminoso?);
- Taxa de R$ 200,00 para comprar qualquer peça de arma (que pode ser uma simples mola ou parafuso – aumento do custo para desincentivar);
- Aumentou a pena para disparo de arma de fogo, que pode chegar a 8 anos de reclusão (imagine a situação do cidadão que fez um disparo de advertência para afugentar um criminoso e não tem como provar que foi em legítima defesa – as exceções do texto dão margem a todo tipo de entendimento subjetivo);
-Somente 100 munições por ano (quantidade insignificante para um treinamento minimamente adequado);
- Consta no relatório parte da Portaria 51 Colog que estabelece ilegalmente que o tiro é somente atividade formal. Tiro só é esporte se de alto rendimento, o que contraria a CF-88, a Lei Pelé, e o Estatuto do Idoso, que especificam o lazer e a recreação como parte do esporte.;
- Nos novos registros de arma além de seus documentos, deve constar seu endereço residencial e comercial!!!(assim se o cidadão perder o registro, o bandido poderá ir até a casa dele “devolver”; deve ser por isso!!!).
O projeto original do Dep. Peninha foi totalmente desfigurado.
Segue o link com a íntegra do relatório aprovado.
Até a página 58 temos a ficção. A partir da página 59 a realidade (começa o texto da lei proposta). Leiam.
Se houvesse realmente uma bancada da bala aprovariam um relatório ideal, de acordo com o resultado do referendo e de acordo com o discurso que fazem.
Ah! mas o texto ideal seria de difícil aprovação, podem dizer alguns. Mas como difícil se estão em maioria? Por que capitularam?
Políticos de todos os partidos, militares (ambos com raras exceções) e esse governo comunista consideram-se deuses de nosso destino e temem a população armada. Enxergam-nos somente como servos pagadores de impostos que devem ser conduzidos e controlados como gado. Não se entendem como servidores públicos que são mas sim se servem do público.
Há as raras exceções, como o Dep. Eduardo Bolsonaro que publicou em sua página do facebook que o relatório está longe do ideal, mas que era o possível e o Dep. Guilherme Mussi, que apresentou um voto em separado razoável.
No entanto, o texto aprovado pode piorar, pois há destaques a serem votadas no próximo dia 03 de novembro.
Portanto, vamos acessar a publicação anterior deste blog e escrever aos deputados protestando contra as restrições constantes no texto e cobrando coerência com o discurso.
É aquela velha tática política: “é preciso mudar alguma coisa para manter tudo como está”.
Saudações.
José Luiz de Sanctis
#PLDportejá

Pela Legítima Defesa

PLD em Foco 01.mpg

https://www.youtube.com/watch?v=LXaQDZzAfzI