MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

sexta-feira, 31 de julho de 2015

UMA ÚNICA SAÍDA

UMA ÚNICA SAÍDA

“CONTRIBUIR PARA A DEFESA DA DEMOCRACIA E DA LIBERDADE, TRADUZINDO UM PAÍS COM PROJEÇÃO DE PODER E SOBERANO, DEVE SER O NOSSO NORTE!

GEN MARCO ANTONIO FELICIO DA SILVA”

                 O jornal britânico “Financial Times”, ao abordar a grave crise moral, política, social e econômica pela qual passa o País, afirma que o Brasil tem sido comparado a um filme de terror sem fim e, ainda, complementa: Incompetência, arrogância e corrupção quebraram a magia do Brasil. O jornal americano “Washington Post” em seu editorial intitulado “Recessão e corrupção: a podridão crescente no Brasil” cita a operação Lava-Jato e atribui a crise enfrentada por Dilma aos escândalos de corrupção na Petrobras.

Sem dúvida, ambos os jornais publicaram o que milhões de brasileiros já sabem: Lula, Dilma e o PT, criminosamente, levaram o País à ruína. A caixa preta das falcatruas da Odebrecht está aberta. Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, companheiro de Lula, negocia delação premiada. Marcelo Odebrecht, preso, se inteligente, mirando-se em Marcos Valério, se ainda possível, negociará, também, a sua delação, pois, como dizem os assaltantes de rua, perdeu!!!!

                Enfrentamos situação de estagflação (inflação alta e recessão), desemprego em alta e queda de renda, desequilíbrio fiscal e falta de confiança dos investidores. Infraestrutura completamente deteriorada. Saúde, Educação e Segurança Pública em situação crítica. A permear tudo isso, corrupção generalizada, patrocinada pelo PT (os dois últimos tesoureiros do partido estão presos) com o apoio do governo e Política Externa de cunho ideológico, prejudicial aos interesses nacionais. 

                Politicamente, temos uma Presidente ilegítima, que já não governa, e um Congresso comandado por acusados de alta corrupção e que faz uma reforma política de acordo com os interesses de deputados e senadores e não a reforma política exigida pela maioria da população. O Vice-Presidente, colocado como se fora um primeiro-ministro, tenta angariar uma base de apoio político ao governo, praticando a mesma velha política danosa de distribuição de cargos em empresas públicas e nos órgãos de governo, criando novos feudos partidários, uma das causas da corrupção que assola o País.

                A oposição, que tem como líderes FHC e Aécio Neves, porta-se como covarde aproveitadora, muito embora diga que perdeu as eleições para uma organização criminosa. Discurso pleno de demagogia, taxando o impeachment como ilegalidade, embora constitucional, sem apresentar qualquer ação efetiva, pois, além do telhado de vidro, não quer o desgaste de assumir o governo do País e tomar medidas impopulares.

                Enquanto isso, os índices econômicos pioram a cada dia, na medida em que a confiança na recuperação do País cai. A queda do valor do superávit primário e a posição negativa das agências de risco, perante a crise, são sintomas extremamente negativos.
                Face ao exposto, tornam-se ridículas as declarações do Ministro da Defesa, menosprezando a crise, classificando-a como de superação de dificuldades ocasionais e do Presidente do STF, este alinhado com o discurso do governo, como originária da crise econômica internacional.

                A luz no fundo do túnel chama-se Sérgio Moro e equipe com a inteligência, competência e ação corajosa para abrir as entranhas cancerosas do País, expondo-as à luz do dia,  extirpando-as, embora ações em contrário e pressões de toda ordem.

                Cabe à população apoiá-lo e, no dia 16 de Agosto próximo, ir para as ruas e mostrar a sua indignação com a destruição do País, exigindo a única saída: punição dos culpados e a queda deste desastrado, ideológico e criminoso governo petista que envergonha a Nação perante o mundo.

              Observação final: Qual a origem do dinheiro recebido pelos valorosos e ardorosos advogados que defendem os acusados da operação Lava-Jato?

quinta-feira, 30 de julho de 2015

O Estado ditatorial

O Estado ditatorial

 Osmar José de Barros Ribeiro

Nos dias que correm, o Brasil vive um momento talvez decisivo na sua História. É chegada a hora de uma faxina geral nos usos e costumes da sociedade, desde sempre permeada pelo patriarcalismo das classes dirigentes, no mais das vezes cevadas pelos favores do Estado. Foi assim desde os tempos de Colônia, passando pelo Império e chegando à República. Desta ou daquela forma, habituamo-nos a considerar a ação do Estado como solução para todo e qualquer problema.
Hoje, atingimos um ponto a partir do qual as decisões serão tomadas com a certeza de que não desejamos regressar a um passado problemático e doloroso quando, sendo governo um partido de orientação esquerdista voltado para a conquista definitiva do Poder, ele nada mais tem a oferecer que problemas em todas, sem exceção, Expressões do Poder Nacional.
Externamente, demos as costas a aliados tradicionais e a valiosos parceiros comerciais. Sem maiores protestos, assistimos os “iluminados” petistas dobrarem-se docemente às exigências de governos bolivarianos, apoiarem ditadores de países da África e, preocupando-se mais com a Argentina do que com o Brasil, quase levarem o Mercosul à total inoperância. Acresce que a obediência aos ditames do Foro de São Paulo decretou toda uma série de fracassos diplomáticos e, à quase paralisia, o outrora orgulhoso e eficiente Ministério das Relações Exteriores.
Internamente, os governos petistas lançaram-se, sem meias medidas, à elevação dos gastos ditos sociais, à concessão de aumentos disparatados para determinadas carreiras do serviço público e a gastos mal feitos nos setores da educação e da saúde. Isso, sem falar na criação, à custa do erário, de “campeões nacionais”. Em resumo, agiram e agem ainda como se os cofres do Tesouro fossem inesgotáveis. O resultado, obviamente, não poderia ser outro: inflação, desemprego, juros na estratosfera e inquietação popular, coisas que independem da “vontade política” ou que outro nome tenha, dos governantes.
Aos desacertos internos e externos veio somar-se o problema da corrupção, permeando a alta administração da Petrobras além de setores do Executivo, do Legislativo e do Judiciário, com reflexos negativos no moral social. Hoje, nesse ambiente de caos, pela primeira vez na nossa História assistimos grandes empresários serem presos em virtude de ligações complicadas com a alta cúpula estatal e líderes políticos temerem por seu futuro em função de contatos pouco republicanos com firmas importantes. Não pairam dúvidas quanto a estarmos convivendo com uma organização criminosa, enquistada no Estado, que foi estruturada e cresceu a partir do primeiro governo petista, sem que isso signifique que até então fossemos dirigidos por castas vestais.
Mantidos na ignorância por longos anos, extratos ponderáveis da sociedade brasileira aceitam e esperam que o Estado os sustente de alguma forma e lhes diga como e o que fazer. Fácil concluir que vivemos num Estado ditatorial que se arroga tal direito e faz taboa rasa do livre arbítrio de cada cidadão para guiar-se na vida e nas atividades do dia a dia. É o inferno do dirigismo estatal, onde a burocracia tudo sabe e tudo pode.
A saída para o problema existe. Há que reduzir ao máximo o apetite pantagruélico do Estado Leviatã, através a eliminação pura e simples de Ministérios, Secretarias e cargos em comissão, de forma a caber ao governo central apenas aquelas atividades ligadas à moeda, às relações exteriores e à defesa do território nacional. Que as demais sejam (e quase sempre o são) entregues à iniciativa de cidadãos empreendedores contando, se e quando possível, com o apoio necessário; que os recursos gerados nos estados e municípios neles permaneçam, em lugar de serem recolhidos pela União. Em resumo, que nos tornemos uma verdadeira Federação.

Osmar José de Barros Ribeiro, em 28 de julho de 2015

Sóbrio?

Sóbrio?

Alamir  Longo

Quem vê aí nessa imagem esse pária em decadência,
Vencido pela demência e tomado de podridão,
Nem parece o charlatão emante de avião moderno,
Enfiado dentro dum terno forradinho de mutreta,
Que arrepiava até o capeta nas profundezas do inferno.

Maior medo desse cabra é um dia ser investigado :
Ter seus podres revirados cabo a rabo na sua vida
Com a teta quase perdida nem dorme de encagaçado !
Caso seja desmamado dessa vaquinha tetuda,
Será um Deus nos acuda, com noites longas e frias
Pois vai terminar seus dias numa cela da Papuda

Alamir Longo é poeta e compositor Gaúcho.



quarta-feira, 29 de julho de 2015

Urgente: ajuda humanitária para cristãos iraquianos e sírios perseguidos pelo ISIS

Urgente: ajuda humanitária para cristãos iraquianos e sírios perseguidos pelo ISIS

Urgente: ajuda humanitária. Um amigo americano, que ajuda cristãos iraquianos e sírios perseguidos pelo ISIS, acabou de fazer contato comigo sobre a possibilidade de mandar ao Brasil viúvas cristãs com filhos pequenos. Ele pode pagar a passagem aérea para o Brasil, mas grupos e organizações do Brasil precisariam providenciar VISTO DE ENTRADA no Brasil e assumir outras responsabilidades fundamentais, inclusive patrocínio e sustento dessas famílias prejudicadas pela guerra.

Se você sabe quem poderia ajudar, por favor, encaminhe essa comunicação aos seus contatos.

Os cristãos do Iraque e Síria estão em grande crise humanitária. Infelizmente, o governo dos EUA só dá preferência para imigrantes islâmicos, deixando no abandono as vítimas cristãs.

Se você não sabe o que fazer, pelo menos ore.

Se você pode ajudar, comunique-se comigo neste email: juliosevero@hotmail.com

Se você sabe de outros países onde há organizações cristãs que poderiam ajudar esses refugiados, entre em contato comigo.

Atenção: Essas famílias são de uma linha quase parecida com cristãos católicos. Meu amigo americano que as está ajudando é evangélico. Mas não importa se você é católico ou evangélico: o importante agora é resgatar quem precisa ser resgatado da fúria islâmica.

Facebook in English: https://www.facebook.com/lastdayswatchmanofficial

A OPOSIÇÃO SOMOS NÓS!

A OPOSIÇÃO SOMOS NÓS!

Aileda de Mattos Oliveira
(28/07/2015)

O País desceu muitos degraus na escala moral e da compostura pela baixa qualidade da política exercida pelos seus dirigentes e aliados, portanto, tem que reagir com energia e repulsa, para impedir que o indecoroso conceito de impunidade que regula a filosofia da pior estirpe de velhacos de nossa história, venha a ditar as normas pedagógicas da “nova escola”.

Cuidemos de tirá-los do trono, destruindo o seu projeto de poder indefinido. Essa gente, durante o governo militar, articulou-se em guerrilhas para instituir a “democracia comunista”, a tão “justiceira sociedade igualitária”. Hoje, no poder, a igualdade existe, mas entre eles próprios, na divisão do dinheiro da Nação em que o montante das cotas indica o preço de cada um.

A presidente sempre teve arroubos por cofres. Mas, a parcela do povo tutelada, os “famosos” artistas repetidores de roteiros, os intelectuais de bares e a mídia escamoteadora da verdade, entregaram-lhe a chave do erário, como se entrega o mapa do tesouro a um pirata. A festança foi grande até o momento.

O cobertor emporcalhado, que agasalhava o Executivo, cobriu as Casas do Congresso e o STF. Se os Três Poderes engajaram-se na proteção dos interesses partidários, seus integrantes, com raríssimas exceções, já estão contaminados e é necessário urgência na limpeza geral do centro do poder.

Destaca-se nessa aliança entre o partido vermelho e seus aliados a identidade de ações no jogo da baixa política na qual o que menos importa são as questões nacionais. Tanto que nomes representativos das Casas participam da lista como beneficiários de substanciais somas para manter providencial desinteresse em fiscalizar os vários golpes do Executivo e acordos por ele assinados sem que passassem pelo Congresso e recebessem ou não o seu aval.

Isso não significa harmonia entre Poderes, mas cumplicidade de interesses, em detrimento do interesse maior que é o da Nação. Foram eleitos para servi-la, mas em troca deixa-lhe arruinada.

Esses mesmos parlamentares citados pela Justiça acusam-na, atacam a PF, o MP, o íntegro juiz Sérgio Moro, por terem descobertos as falcatruas em que se meteram. Legisladores que ofendem, quando acusados, as instituições que zelam pela execução das leis que eles mesmos elaboraram, é uma prova de que o País não poderá mais contar, na defesa de sua soberania, com decisões idôneas, cívicas, isentas, porque poucos nomes não estão manchados.

Acrescente-se à já conhecida deficiência intelectual da presidente, os gracejos do emproado vice que não se coadunam com a seriedade da situação, classificando-a de “crisezinha” (1), numa linguagem aquém de seu cargo, expressada a jornalistas estrangeiros, no exterior, de maneira pejorativa, comprovando a qualidade da política brasileira sempre apoiada em mentiras. Demonstrou desapreço por si mesmo, pelo País que deveria bem representar e pelo povo que lhe paga a viagem.

Foi assim com Collor, com FHC, que não desperdiçava momento, nos países em que ia dar conta de seu serviço de apátrida, para descrever o Brasil à sua maneira e semelhança: acanalhado. Agora, aproveitando o País fragilizado, deita falação aos que ainda desconhecem as suas ligações transnacionais. Finge-se indignado, porque há objetivos obscuros que devemos impedi-lo de pôr em prática. Foi assim, também, com Lula, “o honoris causa” da malandragem e da corrupção.

Não podemos cair na armadilha da falsa oposição, que FHC pensa em liderar para tumultuar.

Nós somos a verdadeira oposição, apartidária, sem muletas parlamentares, que somente se prendem a nossos braços para tirar proveito da situação caótica que ajudaram a implantar.

Esta é a hora da extrema limpeza. Não percamos mais tempo. Encontremos o nosso líder fora dos quadros políticos comprometidos.

(1) Estado de S. Paulo, 21/7/2015, A6.

(Dr.ª em Língua Portuguesa. Vice-Presidente da Academia Brasileira de Defesa)

terça-feira, 14 de julho de 2015

INTELIGÊNCIA MILITAR, por Waldo Luís Viana

INTELIGÊNCIA MILITAR
“Malandro é malandro, Mané é Mané...”
Bezerra da Silva
 
Waldo Luís Viana*
 
         Nenhum país do mundo que se preze tem menos de dois serviços secretos. Israel tem cinco e os Estados Unidos o mesmo número, distinguindo-se a ultrassecreta Nasa militar, repartição oculta da Nasa civil, tão admirada no mundo inteiro por suas proezas espaciais. Foi essa agência encarregada do famoso projeto “Guerra nas Estrelas”, escudo antimísseis continentais que pôs a pique a União Soviética e todo o sistema comunista então vigente no Leste Europeu, até 1989.
         O sempre desmoralizado pela esquerda internacional, o presidente Ronald Reagan liquidou o muro de Berlim e precipitou a queda do regime soviético então dirigido por Mikhail Gorbachev (1992).
         A KGB, polícia secreta soviética aparentemente dissolveu-se e resgatando seus fundos secretos na Suíça montou as máfias econômicas e oligarquias que hoje comandam a Rússia e são simbolizadas pelo ex-chefe dessa mesma agência, o eterno “czar” Alexander Putin.
         É assim, em rápidas pinceladas que o mundo funciona. Mesmo nos Estados Unidos, há uma escala de informações secretas dos níveis 1 a 17 e o próprio presidente só é cientificado até o nível cinco, porque os serviços secretos sustentam sempre a possibilidade de que um homem, mesmo no comando de uma Nação de força global, possa enlouquecer...
No Brasil, porém, temos uma agência que tenta copiar os serviços secretos do resto do mundo, mas é uma caricatura grotesca, constituída por servidores públicos a ela alçada por concurso e arapongas de ocasião. Ambos os grupos fazem clipes de notícias velhas de jornal e grampeiam telefones. Servem apenas informes à presidência no café-da-manhã, trazendo relatórios que nem sempre antecipam acontecimentos, como os das últimas semanas, que deixaram o governo perplexo e o poder vigente com a cara no chão.
         Nossa presidenta “incompetenta” gelou com a queda vertiginosa de sua popularidade, após tantos meses de governo mentindo sistematicamente para o povo, tal como o seu antecessor, o Sr. Lula da Silva Rosa Diamante.
         Apesar disso tudo, porém, o Brasil ainda tem Forças Armadas, embora dirigidas por “machões” do Itamaraty que cuidam diligentemente de assegurar os parâmetros do revanchismo petista contra os militares, chamando pomposamente a estratégia de pôr sobre controle civil as instituições militares através de um pretensioso  ministério da Defesa.
         Examinando-se bem, entretanto, os organogramas dessas Forças, descobriremos que estão intactas as estruturas afirmativas de seus comandos e estados-maiores. E aí surge um fenômeno subterrâneo, embora não oculto, que são os serviços secretos e reservados das Forças Armadas, subdivididos em graus, funções e missões.
         Nossa inteligência militar não foi – graças a Deus – destruída, invadida ou desmantelada pela máquina de corrupção petista, que não conseguiu  romper ou dividir os militares, em nenhum de seus escalões. Nem a tal “Comissão da Verdade”, uma pantomima macabra que apura só um lado do passado entre 1964 e 1985[1] pôde intimidar a atividade castrense que se manteve altiva e independente, apesar de todos os descalabros e a montanha de irregularidades que temos assistido, praticados pela administração há dez anos.
         Aliás, como uma ex-guerrilheira poderia fazer de outro modo? Guerrilheiros e terroristas, que se especializaram em destruir, como é que por milagre haveriam de construir alguma coisa? Como um governo com 39 ministérios e 23 mil cargos em comissão poderia não produzir um rombo imenso nas contas públicas e fazer retornar a malsinada inflação, de cuja lembrança os mais velhos têm as piores e dantescas recordações?
         Pois a voz das ruas fez-se pesar e o governo petista, na sua malandragem típica, tentou forçar as Forças Armadas a entrar na briga, gerar mais insegurança interna e, a posteriori, os malandros de alto escalão iriam chamar de fascistas os dois grupos, os arruaceiros reivindicadores das ruas e os militares que os venceriam por gravidade...
         Ora, a inteligência militar, ou seja, gente especializada, criteriosa e discreta, que sabe distinguir informe de informação, avisou ao governo de que não iria embarcar nessa canoa furada. O petismo não iria se escorar em quem sempre desprezou e de quem no fundo tem medo atávico. Afinal de contas, ex-terrorista, mesmo no governo, tem medo da polícia e dos militares. Sempre acha que poderá ser enquadrado, como em épocas pretéritas.
         Cumpra-se a lei” – oferece ao governo o conselho da inteligência militar. A Aeronáutica sabe muito bem das viagens “imprecisas” da dona Rose Diamante no Aerolula. Dos movimentos dos mensaleiros e até ofereceu proteção especial ao ministro Joaquim Barbosa, à revelia da cúpula governamental.
         Os mesmos que mataram o prefeito Celso Daniel já não podem fazer o mesmo contra o ministro Joaquim Barbosa. Os falcatrueiros que querem se manter no poder a qualquer preço vão ter que seguir os trâmites da democracia em que eles fingem acreditar.
         A inteligência militar está intacta, assim como a base da Polícia Federal, que tem um contingente enorme de gente ousada e bem-intencionada.  Sem falar nos jovens procuradores do Ministério Público que eles tentaram amordaçar a qualquer preço.  Com esses grupos o petismo não poderá contar, porque os malandros foram adivinhados.
         E malandro adivinhado vira Mané. As estratégias estão se esgotando e a nossa incompetenta presidenta e seu arsenal de prestidigitações está praticamente liquidado. Se eles contavam com o povo das ruas – mesmo aquele encabrestado pelo famigerado e ridículo programa bolsa-família – já não contam mais, diante da realidade dantesca da saúde, da educação e da segurança nas cidades brasileiras. Rodovias e circulação urbanas nem se fale, vez que a realidade está clamando e a corda em constrição pesa no pescoço do governo.
         Se os malandros não podem contar com as Forças Armadas, cujos oficiais-generais foram alertados pela inteligência do perigo iminente, vai perceber em breve a debandada dos malandros do Congresso, principalmente os do PMDB, que não querem também ser Manés. E plebiscito e referendo são coisas de Manés...
         Parece que o país está mudando mesmo. O povo não acredita mais em balelas porque já sofreu muito; os militares vão ficar fora do processo, alertados a tempo dos vícios do governo; os juízes, se puderem, vão pôr mesmo os mensaleiros na cadeia, inclusive o ideólogo-mor da tentativa de recubanização do Brasil, malograda em 1964 e 1970. Sem falar no ex-presidente, cujos crimes e desvios vão produzir um novo Mané...
         O grupo que desejava se eternizar no poder, embora cheio de recursos dentro da Nação e no exterior,  parece que não conseguirá mais lograr os seus intentos sobre as esperanças de milhares de brasileiros.
         Nós temos uma Pátria e por ela seremos capazes de morrer. Não gosto de lemas, mas agora fica adequado aquele, cantado com vigor e firmeza por nossos militares: “Brasil acima de tudo!”
         E para nós civis também...
E nem precisamos de cinco serviços secretos para ver o que é translúcido aos olhos dos homens de bem...
____________________
*Waldo Luís Viana é escritor, economista, poeta e já está realmente de saco cheio.
Teresópolis, 4 de julho de 2013.
(Quero avisar aos incautos que meus artigos são recebidos por 22 mil formadores de opinião pública. Não tenham medo)


[1] Disfarçada e despudoradamente o decreto da “presidenta” remonta a 1946, quando deveria investigar os idos de 1935, ano cingido pelo infamante episódio da Intentona Comunista.
 



Leia as últimas postagens de Félix Maier:

O paradoxo dos muçulmanos

Os muçulmanos não estão felizes.

· Eles não estão felizes em Gaza.
· Eles não estão felizes na Cisjordânia.
· Eles não estão felizes no Egito.
· Eles não estão felizes na Líbia.
· Eles não estão felizes na Argélia.
· Eles não estão felizes em Tunis.
· Eles não estão felizes em Marrocos.
· Eles não estão felizes no Iêmen.
· Eles não estão felizes no Iraque.
· Eles não estão felizes no Afeganistão.
· Eles não estão felizes na Síria.
· Eles não estão felizes no Líbano.
· Eles não estão felizes no Sudão.
· Eles não estão felizes na Jordânia.
· Eles não estão felizes no Irã.
 
E onde os muçulmanos estão felizes ?
Eles estão felizes na Inglaterra.
Eles estão felizes na França.
Eles estão felizes na Itália.
Eles estão felizes na Alemanha.
Eles estão felizes na Suécia.
Eles estão felizes na Holanda.
Eles estão felizes na Dinamarca.
Eles estão felizes na Bélgica.
Eles estão felizes na Noruega.
Eles estão felizes em U.S.A.
Eles estão felizes no Canadá.
Eles estão felizes na Romenia.
Eles estão felizes na Hungria.
Eles estão felizes na Austrália.
Eles estão felizes na Nova Zelândia.
Eles estão felizes no Brasil.
 
Eles estão felizes em qualquer país no mundo não governado por muçulmanos.
 
E quem eles culpam?
· Não o Islam.
· Não a liderança deles.
· Não a si mesmos.
 
Culpam os países onde estão vivendo livremente e bem.
A democracia é realmente boa para eles: a democracia, em que podem viver confortavelmente, aproveitar a alta qualidade de vida, que boa parte deles não construiu e nem trabalhou para ter. Pode, essa boa parte, manter seus costumes, desobedecer às leis, explorar os serviços sociais, fazer paródias de nossa política e de nossos tribunais.

Geralmente, mordem a mão que os alimenta.

E, além disso, eles nunca vão para a Rússia, Vietnam, Coréia do Norte, Cuba ou Cambodja.

A questão é contraditória, paradoxal, porque, ao mesmo tempo, tentam trazer seu sistema de vida falido e transformar os países que os acolheram no país que abandonaram...

Isso é a mais absoluta verdade... por isso mesmo:

Dá para entender?

Dilma "A cafetina da Luta Armada"

Dilma "A cafetina da Luta Armada"

Fernando Gabeira
 
A presidente foi traída pela delação. Passei a semana navegando pela costa do Maranhão, caprichosamente desenhada pelo mar. São as Reentrâncias Maranhenses, e as percorri já dentro dos limites da Amazônia Oriental. Meu objetivo era o arquipélago de Maiau. Ao chegar mais próximo dele, o nome das cidades já tem um traço indígena: Cururupu, Apicum Açu. Deixei para trás uma grande crise política. Na Ilha dos Lençóis, consegui ver com os nativos alguns noticiários de tevê. Impressionou-me o impacto da Bolsa Família nessas ilhas maranhenses: a maioria dos habitantes ganha salário do governo.
Quando as notícias eram sobre corrupção na Petrobras eles associavam seu lamento à situação da saúde pública: tanta gente precisando, os hospitais caindo aos pedaços. A tese de Dilma de que não respeita os delatores, comparando-os aos que trocaram de lado no período da ditadura, entrou por um ouvido e saiu pelo outro.O que penso sobre isso ficou claro num artigo que escrevi, criticando a má-fé dos que comparam os delatores premiados a Judas e Joaquim Silvério dos Reis.

Na Ilha dos Lençóis não existe polícia, nem uma cultura antipolicial. Os problemas são resolvidos pela comunidade. Um criminoso jamais pode fugir porque da ilha só se sai de barco e, passando a voz, os barqueiros se recusam a tirá-lo de lá.
Considero uma farsa comparar um empresário que enriquece com a Petrobras com os militantes que deserdaram na luta armada. Naquela época havia tortura. A denúncia, por mais condenável, visava à preservação física. E havia também um compromisso coletivo de tudo fazer para preservar a vida e a liberdade dos companheiros soltos. Será que Dilma considera o grupo de empresários que manobrava as licitações na Petrobras companheiros que devam resistir a tudo para salvar os outros e o projeto do socialismo? Será que considera que o grupo mafioso formado por políticos e milionários tinha nosso mesmo objetivo pretérito: o socialismo, a ditadura do proletariado? Não acredito que ela coloque os interesses nacionais de uma investigação no mesmo nível das torturas e prisões do período militar.

Ela não é tão pouco inteligente assim. Como comparar um sonho, ainda que equivocado, de transformação social, com o propósito puro e simples de roubar a maior empresa estatal? Será que ela considera todo o núcleo desbaratado e preso pela Polícia Federal uma célula transformadora, com outros objetivos além de enriquecer e se perpetuar no poder? Não acredito que ela confunda a VAR- Palmares com o Clube dos Empreiteiros. Nem que ela considere o Ricardo Pessoa aquele Bom Burguês, um homem rico que ajudava o MR8.

O lugar onde estou é muito louco. Dunas intermináveis, o vento forte, a crença de que o Rei Dom Sebastião, morto em 1578, em Alcacer Quibir, está enterrado aqui com seu cavalo branco e todas as joias que conseguiu trazer. No entanto, pareceume uma loucura maior uma presidente do Brasil dizer, nos EUA, com todas as letras, que não respeita delator, assim de forma abstrata, como se colaborar com a polícia fosse uma das maiores baixezas humanas. Se a mensagem que Dilma e o PT querem transmitir de que o roubo na Petrobras se equivale à resistência armada e de que a corrupção é apenas uma continuidade no combate ao capitalismo, tenho razões para protestar.

Escrevi muita coisa criticando a luta armada. Estou cansado de tocar no assunto. Infelizmente, tenho de voltar a ele por uma questão de justiça: a resistência era feita por idealistas. Mesmo quando se assaltava um banco, arriscava-se a vida. O dinheiro, ao que me consta, não era tocado por indivíduos mas destinado à organização. Os assaltos eram feitos com declarações políticas inequívocas. Ninguém enriqueceu. Pelo contrário: os que não aderiram ao PT têm grandes dificuldades, como todos os brasileiros.

Dilma atua, nesse caso, talvez inspirada pelos marqueteiros, como uma cafetina da luta armada. Tenta justificar um assalto aos cofres públicos desqualificando os assaltantes que se arrependeram e querem devolver o dinheiro ao país. No seu discurso, acusados pelo rombo na Petrobras, ela, Lula e os tesoureiros que ainda estão soltos substituem os idealistas da resistência.

Ninguém deve ter acreditado no argumento de Dilma. Vejo que seu índice de rejeição está nas alturas. Não pretendia voltar ao tema, mas ele introduz uma novo atalho para a impunidade. Sabe com quem está falando? No passado, descobertas no crime, autoridades se escudavam no poder. Na versão atual, mistificadores escondem-se atrás do próprio passado.

Alguns presos do mensalão entraram de punho erguido na cadeia. Eles queriam dizer que a prisão era apenas a continuidade de sua luta. Dilma achou a maneira simbólica de erguer o punho, ao ser revelado o elo do petrolão com sua campanha. Foi traída pela delação. Mesmo quando arruínam o país, querem passar por incompreendidos salvadores.

Exército esclarece sobre denúncias de coletes balísticos e vidros blindados

MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
GABINETE DO COMANDANTE
CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DO EXÉRCITO

NOTA DE ESCLARECIMENTO – REPORTAGEM DO FANTÁSTICO

 
A propósito da notícia veiculada pelo Fantástico, em 05 de julho de 2015, versando sobre coletes balísticos e vidros blindados, o Centro de Comunicação Social do Exército presta esclarecimento, a seguir, sobre tópicos de maior relevância.

O Exército Brasileiro (EB) lamenta profundamente o falecimento do Policial Rodoviário Federal Luiz de Gonzaga Pereira Santos, morto no cumprimento do seu dever.

A Força Terrestre não teve acesso aos dados técnicos do colete, objeto da reportagem, tampouco ao resultado da perícia conduzida pelos órgãos de Segurança Pública. O EB dispõe apenas de informações inconclusivas, que deverão ser confirmadas até o término das investigações.

O Centro de Avaliações do Exército (CAEx) realiza seus testes à luz de rígidas normas técnicas. Desse modo, o Exército ratifica que as amostras dos coletes testadas e aprovadas pelo CAEx oferecem o nível de proteção para o qual foram certificadas.

Ressalta-se que o fabricante tem a responsabilidade de manter os produtos com a mesma qualidade e as especificações das amostras aprovadas pelo CAEx. Caso isso não ocorra, responderá por eventuais falhas na produção ou na alteração de caraterísticas dos artigos fabricados.

Em relação aos testes em coletes conduzidos pela Polícia Militar de São Paulo, o EB informa que não teve acesso à metodologia empregada e aos dados técnicos dos coletes apresentados para aquela avaliação. Por conseguinte, não cabe juízo de valor sobre a ação.

Sobre vidros blindados, a Força Terrestre comunica que já havia tomado providências administrativas, antes mesmo das reportagens, para a elucidação dos fatos e a sanção daqueles que venham a ser identificados como responsáveis.

Cumpre salientar que os episódios citados na reportagem teriam ocorrido muito antes da assunção da Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados pelo Gen Luiz Henrique e em organização militar não subordinada a essa Diretoria. Logo, não há nexo entre os fatos e a movimentação do referido Oficial-General.

O Exército Brasileiro ratifica que não compactua com qualquer tipo de irregularidade praticada por seus integrantes e reafirma seu compromisso de conduzir as ações pelo estrito cumprimento das normas legais, pela transparência dos seus atos e pela colaboração com outros órgãos para a elucidação dos fatos.
 
GENERAL DE BRIGADA OTÁVIO SANTANA DO RÊGO BARROS
Chefe do Centro de Comunicação Social do Exército

Coronel Ernesto Caruso sugere ao Exército homenagear generais presidentes

Prezados colegas de farda

Transmito as mensagens abaixo versando sobre a sugestão para ser instalado no Museu do Forte de Copacabana um Salão que renda homenagem aos generais presidentes com exposição de fotos, fatos, cópias dos jornais, objetos que abordam o desenvolvimento vivido no período de 1964 a 1985 e que reportem as ações comunistas de guerrilha e terrorismo em favor de se implantar no Brasil o marxismo-leninismo.
Museu que recebe da ordem de 600, 700... mil visitantes por ano.
Objetivo: manter vivo o período histórico para apreciação do público visitante. Sem pompa e sem pretender gerar crise, como sinto.
Saudações
Ernesto Caruso

On 24/06/2015 12:30, Ernesto Caruso wrote:
Prezado Senhor

Encaminho a VExcia uma contribuição da Reserva Proativa às vésperas de mais um aniversário do ato de terrorismo que matou o Soldado Mario Kozel Filho.
Aproveito a oportunidade para solicitar a possibilidade de ser feito um estudo para se instalar no Museu Histórico do Forte Copacabana um Salão que preste homenagem aos generais presidentes, expondo não só objetos pessoais possíveis, como fotos e documentos sobre o desenvolvimento do país vivido naquele ciclo, e complementar com todo o material existente versando sobre os atentados comunistas perpetrados contra a democracia.
Respeitosamente
Ernesto Caruso Cel Refo

MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
GABINETE DO COMANDANTE
CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DO EXÉRCITO

Prezado Sr Cel Enesto Caruso,

Agradecemos o envio de sua mensagem e estamos encaminhando sua demanda ao Chefe do CCOMSEx para despacho com o nosso Comandante.
Sugerimos que se mantenha atualizado com as notícias no site do EB (www.eb.mil.br) ou nas mídias sociais (Facebook, Twitter, Youtube, etc.).
Respeitosamente, 
Divisão de Relações Públicas/CCOMSEx
Acesse: www.eb.mil.br
Exército Brasileiro, Braço Forte - Mão Amiga

Prezados

Transmito o enlace abaixo para apreciação e divulgação aos mais jovens, pois que lhes sonegam a verdade histórica e enganam como faz a "presidenta" Dilma ao dizer que lutavam pela liberdade e democracia.
Covardes, sempre covardes, como nesse ato terrorista que fatalmente não atingiria o general, o coronel... mas um jovem soldado
 - SENTINELA A SERVIÇO DA PÁTRIA - 
-UM CORPO DESTROÇADO - 
- FIM DO SONHO NO ALVORECER DA VIDA - 
- DOR NO CORAÇÃO DA FAMÍLIA - 
- REPULSA AOS ASSASSINOS -
- HOMENAGEM AO HERÓI QUE SE IMPÕE.
Saudações
Ernesto Caruso




Leia as últimas postagens de Félix Maier:

https://twitter.com/fmaier50
http://www.midiasemmascara.org/colunistas/10217-felix-maier.html

O crime de tortura não é imprescritível segundo a Constituição Federal. Ao menos para os crimes de tortura cometidos antes da lei de 1997.

RECEBI UMA AULA DE DIREITO E QUERO COMPARTILHAR

O crime de tortura não é imprescritível segundo a Constituição Federal. O art. 5º, inc. XLIII não menciona a palavra imprescritível, e isto foi proposital, pois no inciso seguinte são citados os crimes imprescritíveis. E pela boa doutrina, nenhuma lei penal pode ter interpretação extensiva ou analógica, a não ser que seja para favorecer o réu. 

Prescrição é a perda do direito de punir do Estado com o decurso do tempo. Quando um crime prescreve não significa que deixou de ser crime, significa apenas que o Estado não pode mais punir o agente. 

O crime imprescritível é aquele que não pode sofrer prescrição, ou seja, o Estado não perde o direito de punir o criminoso por decurso do tempo. 

Curiosamente a própria Constituição em seu art. 5º, inc. XLIV, diz que são crimes imprescritíveis as ações de grupos armados, civis ou militares, contra a ordem constitucional e o estado de direito. Era exatamente o que os militantes guerrilheiros de esquerda (Dilma e companhia) faziam durante a Ditadura Militar. Agora querem pegar os torturadores alegando que o crime de tortura é imprescritível mas são seus atos imprescritíveis conforme a Constituição, que é a Lei Maior. Se nem a Constituição não pode retroagir, nenhuma lei infraconstitucional pode. É uma conclusão lógica. 

O Crime de Tortura foi definido em 1997 (Lei 9.455, de 4 de abril de 1997), ou seja, antes disso, não havia definição legal de tortura em nosso ordenamento jurídico e portanto, ninguém podia ser processado criminalmente por tortura por falta de tipificação penal. A lei penal não retroage, ou seja, qualquer tortura praticada antes de 4 de abril de 1997 lei não pode ser punida por esta lei. Estou falando de dois princípios penais básicos inseridos na Constituição: o Princípio da Legalidade (CF, art. 5º, inc. XXXIX) e o Princípio da Irretroatividade da Lei Penal (CF, art. 5º, inc. XL). Mesmo que se revogue a Lei da Anistia, os dois princípios mencionados valem para proteger os supostos acusados. Portanto, a comissão da verdade só serve para trazer à público os que ocorreu durante a Ditadura Militar, mas não tem como processar os torturadores.
 
"Quando a guerra grassa e o perigo é iminente, Deus e os Soldados são o clamor do povo. Quando a paz é feita e todas as coisas são restabelecidas, Deus é ignorado e os Soldados esquecidos." (Ditado Inglês)

Obs.: Texto recebido de um amigo internauta. Com a palavra os causídicos, principalmente os da Ordem dos Amigos do Brahma (OAB). F. Maier


CALENDÁRIO DO IMPEACHMENT
 
Gilberto Simões Pires - 06/ 07/ 2015
 
Segundo análise feita pelo pensador (Pensar+) Paulo Moura, tanto o PMDB quanto o PSDB já concordaram até numa data para deflagrar a queda de Dilma Rousseff.
 
Calendário do impeachment:
 
14 de julho – Depoimento de Ricardo Pessoa ao TSE;
21 de julho – Vence o prazo dado pelo TCU para a defesa das pedaladas fiscais de Dilma Rousseff;
16 de agosto – Protestos marcados pelos movimentos de rua;
Agosto – Julgamento das contas públicas de 2014, que devem ser reprovadas pelo TCU;
Outubro – Julgamento das contas da campanha de Dilma Rousseff, que devem ser reprovadas pelo TSE.
 
 
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