MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

segunda-feira, 27 de abril de 2015

COMO RECONHECER UM BRASILIENSE DE VERDADE

COMO RECONHECER UM BRASILIENSE DE VERDADE:

- Você se sente confortável com a umidade do ar em torno de 10%;

 - É turista de festa junina, vai a todas em junho;
- Você conhece os ministros e deputados como "o pai daquele cara da faculdade";
- Ao dirigir, você fica meio paranóico com os limites de velocidades 60, 70 e 80 e mais um montão de pardais;
- Você, de fato, para o carro na faixa de pedestres;
- Você, às vezes, tem medo de jogar lixo pela janela do carro;
- Ouve dizer "é bem pertinho"! E pensa tranqüilamente em 50 km;
- Todo fim-de-semana tem churrasco (casa do amigo, família, clube, etc.);
 - Caminha no "eixão" como se caminhasse na orla de Copacabana;
 - Sabe que fazer a tesourinha não é cortar cabelo; 
 -  Só pensa em trocar o "apê" de 79m2 por um imenso de 100m2;
 - Um dos programas prediletos de final de semana é ver apartamentos à venda nas quadras "cento" e "trezentos"  ;
  - Sonho dourado é morar num apê "vazado", "de canto e voltado pro nascente"; [com ou sem cobogó...]
- Você se sente à vontade com endereços em coordenadas cartesianas;
 - Sabe que ponta de picolé não é sorvete;
- Sabe que se
for a um endereço na quadras 300, 100 e 200 irá a um apartamento bom; mas nas 400 terá que subir escadas e nas 700 terá de  procurar vagas nas calçadas das casas;
- Você chama os amigos de seus pais de "tio" e "tia";
- Você vê alguém fazer barbeiragem no trânsito e diz: "Só pode ser goiano";
- Acha que de mar, o nosso céu não tem nada, e na primeira oportunidade dá uma escapada para praia;
- Saco cheio quando chegam os parentes querendo conhecer a torre e a Esplanada;
 - Acha chique ter amigo ou parente que "passou" num concurso público ou que tem filho na UNB ;
- todo mês bate ponto na "feira do Guará", na "feira da Torre" e na "feirinha dos importados", mas não conta pros amigos;
 - Você reclama para o amigo: "Não tem nada para fazer nessa cidade". Mas fica indignado quando alguém de fora reclama que em Brasília não tem nada para fazer;
- Você reluta, reclama e a noite acaba indo comer pizza no Primo Piatto, porque durante o dia já almoçou no Giraffas, ou foi comer na "carne de sol" da Asa Norte;
- Sabe perfeitamente o que significa quando alguém diz: "Eu moro no Lago";
 - Vive de jantarzinho em jantarzinho no apê com os amigos, depois de comprar vinho na adega do Carrefour; 
- Curte ver as crianças gostarem tanto de "descer para brincar debaixo do bloco" ou nas pracinhas das cidades satélites;
- Pelo menos dez pessoas do seu círculo de amizade fazem Direito;
- Fica irritado quando te perguntam se já viu o presidente, como se ele fosse seu vizinho;
- Você acha que casa com piscina é a coisa mais normal do mundo;
- Você sabe que ir ao "Gilberto" não quer dizer visitar alguém;
- Sabe que Samambaia não é uma planta;
- Que Riacho não é nenhum córrego;
- Quando diz "Vou ao Shopping" sabe-se que isso só pode significar ir ao Parkshopping, se não, diria "Vou ao Pátio", ou "Vou no Conjunto", u "Vou ao Alameda" ou "Vou ao Taguá", etc.;
- Sabe que se for ao shopping Pier 21, não é pra fazer compras;
 - Não tá nem aí pra ARUC mas diz que torceu por ela no carnaval;
- Já passou um carnaval ou feriadão em Caldas Novas;
- Morre de rir, ou de raiva, nas vésperas de feriados, quando te dizem: "o último que sair (da cidade) apaga a luz";
- Sabe que pra ir à padaria você leva, pelo menos, 20 minutos para se arrumar;
- Sabe que as 4 gírias da cidade são: "Véi", "Tipo", "Cara" e "Ninguém merece";
Se você concordou com mais da metade deste e-mail, você é realmente... Brasiliense!!!

Obs.: Texto recebido de meu amigo Aquino, o "Cachorrão" (F. Maier).

Unidos contra a “presidenta” Dilma

Aproveitando o gancho da limpeza - expurgar o ladrão da hora - retransmito o texto abaixo para apreciação. Entendo que o Caiado devia ser o líder da campanha pró impeachment.
Saudações
Ernesto Caruso

Unidos contra a “presidenta” Dilma

Ernesto Caruso


​24/04/2015​
​​
       As passeatas de 15 de março e 12 abril são provas cabais do descontentamento do povo ordeiro contra o governo Dilma e o petê, mergulhados no “mar de lama”, comparável aos malfeitos da década de 1950, com o suicídio do presidente Getúlio Vargas e aos fundamentos da impugnação de mandato do presidente Fernando Collor de Melo, culminando por sua renúncia em dezembro de 1992.
A lembrar, que Collor derrotou o candidato Lula na primeira eleição direta pós regime militar, no segundo turno. E quem articulou a campanha do impeachment do Collor? - Luiz Inácio Lula da Silva. Os vídeos estão vivos e o demonstram. Não há razão para tentar ridicularizar os que perderam a eleição em 2014 e que representando a vontade do povo nas ruas investiguem, hoje, a podridão na administração central do país, através o meio legal da Comissão Parlamentar de Inquérito na casa Legislativa.
Não se cogitou que Lula agia por despeito face à derrota nas urnas ou por vingança contra o opositor na questão de aborto envolvendo a ex-mulher e a filha Lurian, trazida à luz na campanha do candidato eleito.
Prevaleceu o bom senso e a união de todos contra a corrupção.
Lula comentou em entrevista (1993): “... e ao invés de construir um governo, construiu uma quadrilha como ele construiu, me dá pena porque deve haver qualquer sintonia de debilidade no funcionamento do cérebro do Collor.” O mesmo cenário de hoje. Quadrilha que se viu no mensalão e com maior vigor no petrolão, a serviço do PT.
Mas, não se processa impeachment sem a participação de políticos, partidos e o Congresso Nacional, excluídos das manifestações de rua na fase inicial, onde se firmou a unidade de propósito do
​ “Fora ​ Dilma​!”, “Fora PT”, “Impeachment já!”.
Embora, a passeata de 12 de abril tenha sido menor em número nas capitais, o que não pressupõe mudança de objetivo e aplauso ao governo, se alastrou pelo interior a reforçar a visão nacional de repulsa aos 200 milhões de dólares dados como propina ao PT, segundo Pedro Barusco, tido como detalhista e organizado.
Assim, para ampliar a velocidade inicial torna-se impositiva a inclusão do meio político contra a corrupção como força amiga imprescindível para convencer os integrantes de todos os partidos e se alcançar os 2/3 necessários ao impedimento do governo atual.
Manter a pressão sobre o Congresso é o compromisso da sociedade que repugna o assalto ao tesouro nacional, sangra a Petrobras e coloca os recursos do BNDES a serviço de ditaduras como a de Cuba. Fomentar comícios em pontos importantes e tradicionais das cidades, com menor dispêndio em carros de som e, com a palavra livre ao cidadão, político ou não, incorporado ao tema contra o governo, a fim de extirpá-lo como tumor maligno. União de todos mesmo daqueles que livremente pedem a intervenção militar constitucional. Faixas, bandeiras e cartazes a engalanar o evento verde-amarelo.
Em complemento, faixas, bandeiras e cartazes que também estarão nos aeroportos de todo o Brasil, nos mesmos dias e horários, com efetivos pequenos de vinte, trinta pessoas, a bradar a voz de repulsa à corrupção, aos corruptos com nome e sobrenome. E, para pôr fim à caminhada sub-reptícia de se copiar no Brasil o domínio pelo governo central sobre os Poderes Legislativo e Judiciário, como se passa na Venezuela de Chávez e Maduro do socialismo ou morte.
Não é empreitada fácil, sabendo que o dinheiro roubado dos cofres públicos se presta à compra de tantos quantos que têm preço, mas não têm dignidade.


Vejam o vídeo, onde há declaração inicial de Álvaro Dias. Lula é o articulador do impeachment

https://www.youtube.com/watch?v=zHe9XN-Ewlg

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Os gêmeos Dilma e Brasil

Os gêmeos Dilma e Brasil

Autoria desconhecida

PIADA ... Mas é verdadeira

Uma certa manhã, Dilma, Presidente do Brasil, ficou surpresa ao ler a seguinte notícia nos jornais:

Maria Sebastiana, uma jovem mãe brasileira, não assistida por qualquer Bolsa do governo, residente em Brasília, registra em cartório da capital Federal seus 2 filhos gêmeos, recém-nascidos: uma menina e um menino, com os nomes de Dilma e Brasil.

Honrada pelas circunstâncias, Dilma decide visitar a mãe em questão, para mostrar seus agradecimentos pela decisão de dar a seus filhos gêmeos o seu próprio nome e o nome do país que preside.

Ao chegar à modesta residência da jovem mãe, encontra Maria Sebastiana dando de mamar (peito) para a bebê Dilma. A Presidente reitera seus agradecimentos e pergunta para a mãe dos gêmeos:

- Aonde está Brasil, o irmãozinho dessa querida esfomeada, que não para de mamar?

Maria Sebastiana responde que Brasil está dormindo profundamente faz bastante tempo.

Estranhando a resposta, a Presidente tem a ousadia de aconselhar para que a mãe desperte o garoto, para que assim a Presidenta tivesse a oportunidade de vê-lo.

A resposta de Maria Sebastiana deixa a Presidenta sem fala:

- Senhora Presidente, acho melhor não acordar o Brasil porque, se Brasil desperta, Dilma deixa de mamar...

Salomão e o matrimônio gay

Salomão e o matrimônio gay

Enquanto isso, em 950 a.C., no palácio do Rei Salomão:

     — Majestade, esses dois homens requerem sua autorização para unirem-se em matrimônio.

     — Matrimônio? Aquele consórcio derivado do vocábulo que os romanos inventarão no futuro para referir-se à “mãe”?

     — Não sei, Majestade. Vossa Alteza é que sois o sábio aqui.

     — Certo, certo. Hum. Não ficariam satisfeitos apenas com um documento reconhecendo sua união civil?

     — Não, Majestade. Eles querem um matrimônio; e que seja realizado no templo.

     — Entendo. Façais o seguinte: ponde-os em cativeiro, se eles conseguirem se reproduzir, libertai-os e deferi a petição.

     — Sim, Vossa Majestade.

UMA OPORTUNIDADE PERDIDA

UMA OPORTUNIDADE PERDIDA

    Aileda de Mattos Oliveira (23/4/2015)

O pronunciamento terceirizado da ‘comandante em chefe’, transformada em solitário recruta ao surgir estranhamente de casaco verde-oliva, nem merece comentários.
A expectativa concentrava-se na Ordem do Dia do Comandante do Exército, alusiva à data histórica da Corporação, 19 de Abril. Solenidade antecipada, domingo era o dia, descartado, certamente, para os medalhados políticos irem para as suas bases ou para outros locais que não nos dizem respeito.
Quanto aos Generais, neles sim, reside a preocupação dos bons brasileiros que temem ocorrer, por simbiose, a perda, por esses homens, da personalidade, do compromisso com os comandados, do juramento militar, das obrigações e deveres com a soberania do Brasil, como tem acontecido, infelizmente, logo que adentram o Ministério da Defesa.
A aura petista, sabemos, é de tal maneira pestilenta que até a Ordem do Dia perdeu a grandiosidade de sua forma e de seu conteúdo para se revestir do estilo a gosto da pobreza intelectual e cerceadora dos sucessivos ministros.
Apesar disso, foi com muita propriedade que o Comandante fez atravessar no tempo os 367 anos que unem o trabalho hercúleo das forças luso-brasileiras e de seus heróis miscigenados aos miscigenados e heroicos pracinhas na Itália e, ainda, aos heroicos e miscigenados, vingativamente postos na Maré, pela presidente despeitada. Fala e imagens completaram-se. Muito bom o vídeo do Comandante.
No entanto, às vezes, no afã de falarmos com melódica sonoridade, o conteúdo da mensagem sofre a vertigem de um nocaute espetacular. Foi o que aconteceu com o conflito entre palavras que, esperamos, não tenha sido efeito adverso dos elogios, sem propósito, ao anterior Comandante, no almoço com a Reserva, em Brasília.
Parodiando a frase de César, tantas vezes repetida pela verdade contida, afirmamos que ‘não basta parecer Ordem do Dia, tem que ser Ordem do Dia’.
O Estado de São Paulo (p. A6, 17 de abril) explorou politicamente a má retórica, a ponto de dizer que “o general Eduardo Villas Bôas falou quatro vezes” a frase “uma nova Força Terrestre para o mesmo Exército”.
Nesse momento, o Comandante transformou-se num demiurgo pelo milagre realizado de uma “nova Força Terrestre no “mesmo” Exército. “Força Terrestre” não é “Exército”?
Talvez pensasse em termos de adestramento profissional, mas não ousou falar às claras, preferindo o contraditório, o jogo labiríntico das palavras, os subentendidos. Assim, agradou a gregos e a troianos, mas não àqueles que, como eu, não pertencem a nenhum dos grupos, brasileiros e patriotas que são.
Logo veio a afirmação agradável aos ouvidos dos antigos guerrilheiros, mas insustentável para nós, que queremos um Brasil livre de mafiosos e de entreguistas, e desejamos ver as cores nacionais triunfarem sobre o vermelho da traição.
Capciosa soou a declaração de que “... o mesmo Exército sempre democrático, apartidário...” (Noticiário do Exército). A palavra “apartidário” criou uma grande dúvida em nosso espírito, e a dúvida faz mais estragos que a certeza, já que a ambiguidade é incômoda à clareza e ao sossego psicológico da parte atuante da sociedade.
Se, pela acomodação do povo brasileiro e pelo apartidarismo anunciado da Força Terrestre, houver uma tentativa atrevida de implantação do regime comunista no país, esta Força manter-se-á omissa, fechada em si mesmo? Nesse caso, estará implicitamente acatando as imposições do Foro de São Paulo, deixando, portanto, de ser “apartidária” e se ombreando ao partido do governo. Ou, ao contrário, manter-se-á fiel às suas tradições, ao lado dos defensores da democracia, que não têm partido e somente defendem o Brasil?
A oportunidade de estabelecer, firmemente, a posição do Exército ante a sociedade, que concedeu à Instituição o primeiro lugar nas pesquisas de credibilidade*, assegurando-lhe a pronta presença contra todas as ameaças internas e externas, foi perdida pelo Comandante na segunda parte de seu pronunciamento, ao não imprimir nela um demonstrativo do “braço forte“ que todos nós esperávamos. A “mão amiga” foi a retórica para petista ouvir.
Se sabemos o passado do Exército, desconhecemos o que planeja no presente, e, por essa razão, deixamos registrado ao Comandante, o nosso desapontado parecer: uma Ordem do Dia redigida sob medida, visando, unicamente, à satisfação dos interesses cerceadores dos apátridas com os quais tem que conviver, não se coaduna com a Ordem do Dia ansiosamente esperada por todo o estamento militar e pelos civis, que estão aos militares irmanados. 

*Jornal Inconfidência, n.º 213, p. 13; fonte: FGV.

(Dr.ª em Língua Portuguesa. Vice-Presidente da Academia Brasileira de Defesa )

quarta-feira, 15 de abril de 2015

II Guerra Mundial - O que consegue a tecnologia!

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O  que consegue a tecnologia!
 
Depois de ver cada foto antiga, clique e arraste o mouse sobre ela e verá o mesmo ambiente na atualidade.
Se fizer o movimento inverso sobre essa mesma foto, voltará a 1944.


  
Os crimes da organização criminosa Foro de São Paulo

Esquerda Hegemônica e Controle da Internet

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Regência Trina

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Regência Trina

Félix Maier

Dilma Rousseff (Josefa Bonifácia) não manda.
Michel Temer pensa que manda.
Renan Calheiros acha que manda.
Eduardo Cunha tem certeza que manda.
Por isso essa zona chamada Brasil.
Mas pode chamar também de Brasilistão:
um Afeganistão de bantustões indígenas, quilombolas e MST,
que rima com Mensalão, Petrolão, Bancão (BNDES) e Fundos de Pensão.
Não! Só tem uma rima: ladrão!

Habemus Chefe Militar - Um outro Mourão?

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ENCONTRO DOS OFICIAIS DA ATIVA E DA RESERVA, PROMOVIDO PELO GENERAL MOURÃO - COMANDANTE MILITAR DO SUL – COMEMORATIVO AO DIA 31 DE MARÇO DE 1964.
Até que enfim uma voz "se alevanta"! Existem Chefes com brios, patriotismo e moral.  Muito bom sinal, pois está em falta.

ENCONTRO DOS OFICIAIS DA ATIVA E DA RESERVA NO COMANDO MILITAR DO SUL - 31 DE MARÇO
Havia mais de 200 oficiais da reserva.  A solenidade esteve magnífica e o general Mourão deu um show de dignidade e coragem. Falou aquilo que há anos esperava ouvir de um General de Exército (quatro estrelas) da ativa. Não tergiversou, foi direto ao âmago do movimento de 1964. Falou do caos instalado à época no país, passou pela Intentona de 35 e acabou no comício da Central do Brasil. Citou ...o nome de militares do Exército assassinados por terroristas, inclusive o do soldado Mário Kozel Filho (numa perceptível ilação ao atentado em que o grupo da presidente participou...). E foi por aí afora. Sabemos que quando um 4 estrelas se manifesta, tem o aval de todos os outros 4 estrelas. Foi entoada a Canção do Exército (que tem uma letra guerreira e emocionante) cantada a plenos pulmões pelos militares presentes. A cerimônia militar foi enxuta e extremamente objetiva. O general Mourão citou sete diretrizes do EB até 2016, discorreu sobre a situação crítica da segurança dos cidadãos brasileiros e de sua preocupação com os seus pares e seus familiares...Foi emocionante, foi muito aplaudido. Aplaudido de pé por todos presentes. Alguns oficiais foram às lágrimas. O general estava feliz...Sentimo-nos representados por um Oficial General do Exército Brasileiro de mais alta patente! Saímos com a alma lavada! O Comando Militar do Sul concentra a maior parte da força de carros de combate e de veículos blindados do Exército. É considerado com alto grau de operacionalidade, pela qualidade do pessoal e de material. Lembrando que o Exército não fala. Age. E em toda nossa história: quando agiu, venceu!

Obs.: Texto de autoria desconhecida, recebido de amigo internauta. O outro Mourão (1964) era de Minas. Este é do Rio Grande do Sul. Mera coincidência? (F. Maier).

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quinta-feira, 9 de abril de 2015

Frente Brasileira de Informações (Front Brésilien de Información) - FBI



Frente Brasileira de Informações (Front Brésilien de Información) - FBI

Félix Maier

No dia 19/6/1965, Houari Boumedienne depôs Ben Bella, na Argélia. Enquanto Ben Bella era um aliado de Fidel Castro, Boumedienne desejava uma Argélia socialista, não internacionalista, mas como o do egípcio Násser. 

Em outubro de 1969, Miguel Arraes, Marcio Moreira Alves, Almery Bezerra e Everaldo Noroes criaram, em Paris, a Frente Brasileira de Informações (FBI), ligada a organizações de esquerda, de oposição ao governo militar do Brasil. Com os recursos recebidos de Boumedienne (roubo do cofre de Adhemar de Barros, no Rio), Miguel Arraes cobriu as despesas da FBI, que passou a desenvolver guerra psicológica contra o Brasil, especialmente contra as Forças Armadas, fazendo denúncias de “genocídio” contra indígenas, ações de esquadrões da morte e, finalmente, a palavra mágica, que tanta comiseração causa aos esquerdosos até hoje: “tortura”. 

No dia 15/11/1969, o jornal El Siglo, porta-voz do Partido Comunista Chileno, anunciou em editorial a criação da FBI em Paris, com filiais no Brasil e em outros países latino-americanos. O Chile, com um regime marxista em vias de ser instalado por Salvador Allende, era um refúgio de terroristas e exilados brasileiros (“Betinho”, FHC, José Serra, Plínio de Arruda Sampaio, Francisco Weffort, Darcy Ribeiro, Fernando Gabeira, Alfredo Sirkis), e foi o primeiro país a lançar seus boletins em espanhol - Frente Brasileña de Informaciones, na Casilla Postal 3.594 - Santiago do Chile. 

No Uruguai, Paulo Schilling e Carlos Figueiredo de Sá, ex-juiz da Justiça do Trabalho e militante da ALN, ambos cassados pelo AI-5, assumiram a coordenação da rede. O jornal uruguaio De Frente, na edição de 8/1/ 1970, dava início à campanha da FBI, publicando a matéria “Torturas en Brasil”. 

No dia 15/1/1970, houve uma reunião no Centro de Convenções Mouber Mutualité, pertencente aos sindicatos comunistas de Paris, no Quartier Latin, com representantes de partidos políticos, sindicatos e personalidades da esquerda mundial. Tendo ao fundo uma foto de Carlos Marighella, George Casalis, professor da Faculdade de Teologia Protestante de Paris, presidiu a cerimônia, em que participaram da mesa Miguel Arraes, o advogado Jean-Jacques de Félice, Jean-Paul Sartre, Michel de Certau, o padre jesuíta redator da revista Notre Combat, Pierre Jalée - presidente do Comitê de Defesa da revista “Tricontinental”, Jan Talpe - físico belga e ex-professor da USP expulso do Brasil por envolvimento com a ALN, e Lengi Maccario - Secretário-geral da Federação Italiana de Metalúrgicos. Em um livreto da FBI, foram transcritas mensagens de solidariedade e apoio a várias organizações, como a Liga Comunista (Seção Francesa da IV Internacional), o Movimento Separatista Basco (ETA), o Comitê Palestino, a Fundação Bertrand Russel e o Comitê de Iniciativa Belga de Solidariedade com a América Latina. 

Os boletins da FBI, editados em francês e espanhol, focalizavam temas como “perseguição de religiosos e operários católicos”, “extermínio de índios”, “exploração de flagelados”, “ditadura militar”, “tortura de presos políticos”, “esquadrões da morte”. 

A Anistia Internacional se aliou à frente de mentiras da FBI, os “subversivos da pena”, no dizer do general Del Nero em seu livro A Grande Mentira

Neste mesmo ano de 1970, a leiga Judite Fasolini Zanata e 23 padres e freiras brasileiros foram estudar no Instituto Lumen Vitae, filiado à Universidade Católica de Louvain, na Bélgica, infiltrada por comunistas. No segundo ano do curso, para cumprir determinação acadêmica, o padre Jacques Von Nieuvenhouse exigiu que ela deixasse de lado a ideia de dissertar sobre a teologia da libertação e se ativesse a fatos mais “concretos” sobre o Brasil, como sua situação política, econômica, social e cultural, e que deveria escrever sobre a tortura. Como subsídio, sugeriu que lesse livros de Márcio Moreira Alves, Miguel Arraes, Dom Hélder Câmara, Dom Antônio Fragoso e outros, além da revista esquerdista Croissance des Jeunes Nations. Voltando ao Brasil, Judite assim se referiu à sua tese: “Vim a me certificar tratar-se de matéria inclusa numa campanha contra o Brasil no exterior [...] Premida pela necessidade de terminar com aproveitamento o curso e confiando em que a orientação do Padre Jacques era correta, fiz a tese nos moldes indicados por ele, sem aquilatar o crime que estava cometendo contra minha pátria. Servi de instrumento dessa campanha inconscientemente, vendo agora que fui aproveitada na minha boa-fé pelo orientador da tese” (cit. AUGUSTO, 2011: 171).   

No período de 15 Mar a 9/4/1972, na Igreja São Clemente, em Nova York, a FBI apresentou um extensa programação contra o Brasil, englobando conferências, debates, filmes e representações; a programação contou com a presença do teatrólogo Augusto Boal, do cineasta Gláuber Rocha e de Márcio Moreira Alves, entre outros. 

Em Maio de 1972, Miguel Arraes viajou sigilosamente para Santiago do Chile, onde manteve contato com o presidente Salvador Allende; a viagem tinha como finalidade a organização de uma seção latino-americana do Tribunal Bertrand Russell  (TBR) e articular a FBI na Argentina, Peru e México. 

No dia 30/10/1972, o jornalista Castello Branco assim escrevia em sua coluna: “Ficamos sem saber se a campanha é movida por grupos esquerdistas internacionais, instruídos por brasileiros exilados, ou se ela é inspirada por correntes econômicas e políticas interessadas em torpedear o processo de desenvolvimento de nosso país.” (Del Nero, op. cit., pg. 421). 

Em 1973, a FBI promoveu 2 campanhas contra o Brasil: a 1ª foi iniciada na Bélgica, para suspender a realização da Feira “Brazil Export 1973; o Comitê Belgo-Europa-América Latina e o também belga Movimento Cristão para a Paz desenvolveram intensa campanha para suspender a Feira; a outra campanha ligava-se ao “julgamento” do governo brasileiro pelo Tribunal Bertrand Russel; foi desenvolvida campanha para recolher dados e identificar pessoas dispostas a testemunhar no “julgamento”, previsto para outubro. 

Um dos principais membros do TBR, o Senador italiano Lélio Basso, seguindo os passos de Miguel Arraes, esteve no Chile, convidando terroristas e foragidos a testemunharem perante o Tribunal; o militante da ALN, Fernando Soares, asilado na Itália, foi ao Uruguai também para convidar terroristas para o mesmo fim. 

Com a Contrarrevolução Chilena (11/9/1973) e a deposição de Allende, as atividades da FBI foram suspensas no Chile, com a revoada dos subversivos, e o julgamento do Brasil e de outros países latino-americanos foi adiado. 

Em novembro de 1973, o Comitê Francês da Anistia Internacional, em ligação com a FBI, organizou um Congresso sobre tortura, repetindo as acusações de sempre contra o Brasil; uma das poucas reações vistas foi a do professor Denis Bucan, romeno naturalizado francês; comentando notícia do jornal Le Figaro sobre o evento, Bucan destacou que a Anistia Internacional nunca tinha feito nenhuma crítica contra a tortura e o extermínio nos países comunistas. 

Aliás, convém lembrar que no livro O ópio dos intelectuais, Raymond Aron, pensador francês, faz a mesma crítica contra seus pares. Segundo Luís Mir (op. cit., pg. 394), a FBI era uma “estrutura política que abrigaria todas as organizações armadas e de oposição à ditadura, tornando-se uma rede de informações internacionais de poderoso alcance político na denúncia de torturas e violações dos direitos humanos no Brasil. (...) centenas de pessoas trabalhando em várias capitais europeias e latino-americanas e expressivo número de voluntários estrangeiros sem remuneração”. “Era impressionante o trabalho dessas figuras de proa, esses artistas de cinema e escritores, que montaram lá em Paris o Front Brésilien de Información; uma central de informação contra o Governo do Brasil. Dom Hélder Câmara ia lá fazer palestras. Aliás, contam que em uma de suas palestras estava presente o dissidente russo Soljenitzyn. O cardeal mandou ‘brasa’, falou mal do Brasil e no final o russo perguntou para ele: - Mas, depois disso, o senhor vai voltar para lá? - Vou. O russo arrematou: - Vai? Não entendi nada!” (Gen Div Negrão Torres - HOE/1964, Tomo 8, pg. 102-3). 

Com certeza, foi a forma do autor de Arquipélago Gulag chamar D. Hélder de mentiroso, pois se o Brasil fosse realmente governado por um regime truculento, ele seria preso e fuzilado quando retornasse ao País - como ocorreria em Cuba, se  o cardeal embusteiro fosse cubano.



RELAÇÃO DAS MAIORES HIDRELÉTRICAS EM FUNCIONAMENTO NO BRASIL, QUE ESTÃO PRODUZINDO MAIS DE 1000 MW

RELAÇÃO DAS MAIORES HIDRELÉTRICAS EM FUNCIONAMENTO NO BRASIL, QUE ESTÃO PRODUZINDO MAIS DE 1000 MW:

1- Hidrelétrica de Itaipu14000 MW-                                              Construída na década de 80;
2- Hidrelétrica de Tucuruí8370 MW-                                            Construída na década de 80;
3- Hidrelétrica de Ilha Solteira3444 MW-                                     Construída na década de 70;
4- Hidrelétrica do Xingó3162 MW-                                                Iniciada em 82 e concluída em 1994;
5- Hidrelétrica de Paulo Afonso IV2462 MW-                             Concluída em 1979;
6- Hidrelétrica de Itumbiara 2082 MW-                                         Concluída em 1981;
7- Hidrelétrica de São Simão1710 MW-                                       Concluída em 1978;
8- Hidrelétrica de Foz da Areia1676 MW-                                    Concluída em 1979;
9- Hidrelétrica de Jupiá1551 MW-                                                Concluída em 1974;
10- Hidrelétrica de Itaparica1500 MW-                                        Início da obra 79- operação 1988;
11- Hidrelétrica de Itá1450 MW-                                                    Início da obra 96, término 2000;
12- Hidrelétrica de Marimbondo1440 MW-                                  Construída de 1971 a 77;
13- Hidrelétrica de Porto Primavera1430 MW-                           Construída entre 1980 e 88;
14- Hidrelétrica de Salto Santiago 1420 MW-                             Entrada em operação, 1980;
15- Hidrelétrica de Água Vermelha1392 MW-                            Entrada em funcionamento 1979;
16- Hidrelétrica de Segredo1260 MW-                                         Construída entre 1987 a 91;
17- Hidrelétrica de Salto Caxias1240 MW-                                 Construída entre 1995 a 99;
18- Hidrelétrica de Furnas1216 MW-                                           Inaugurada em 1963;
19- Hidrelétrica de Emborcação1192 MW-                                  Início de operação 1986;
20- Hidrelétrica de Machadinho1140 MW-                                 Construída de 1997 a 2002
21- Hidrelétrica de Salto Osório1078 MW-                                  Entrou em funcionamento em 1975;
22- Hidrelétrica Luiz Carlos Barreto1050 MW-                           Início de operação, 1969;
23- Hidrelétrica de Sobradinho1050 MW-                                   Construída entre 1973 e 79

Notem que, das 23 maiores hidrelétricas em operação no país, 20 foram obras dos governos militares, sendo que Itaipu é a maior usina do mundo e Tucuruí a 5ª.

Não sequer UMA OBRA de grande porte no setor de energia, iniciada e terminada no governo petista.

A única coisa que estão fazendo é ressuscitar as termoelétricas, verdadeiros dragões para o meio ambiente e um veneno para a economia.

Nos últimos 25 anos não fizeram mais nada!