MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

O poder paralelo criminoso do PT no Brasil




O poder paralelo criminoso do PT no Brasil
  
Félix Maier

- Foro de São Paulo: braço internacional da América Comunista (o PT é sócio fundador).
- UNASUL: braço político internacional, reúne países da América do Sul, bolivarianos ou não.
- Forças Armadas da UNASUL (em andamento): a OTAN cucaracha.
- MST: braço armado do PT.
- OAB e STFdoB: braços jurídicos do PT.
- Ministério da Justiça: seu ministro é advogado do PT.
- PF: Gestapo do PT (denúncia feita por Romeu Tuma Jr.).
- CUT: braço sindical do PT.
- UNE: braço estudantil do PT.
- CNBdoB: braço “religioso” do PT ateu (Teologia da Libertação, de linha marxista).
- Anão Político: braço da chancelaria do PT, representado por Marco Aurélio “Top Top” Garcia, representa a ideologia bolivariana, em detrimento das funções originais do Itamaraty, colocado para escanteio.
- Petrobras: braço financeiro do PT e da base alugada (desvio de dinheiro para corruPTos e campanhas políticas do PT, como as de Lula e Dilma, denunciado no Petrolão).
- Eletrobrás e demais estatais: financeiras do PT.
- BNDES: banco internacional do PT, “financiou” (doou) obras no exterior, em atenção aos kamaradas bolivarianos, como Cuba, Venezuela etc., além de ditaduras africanas, mediante acordos secretos.
- Banco do Brasil: Banco Central do PT (junto com os Correios, deu origem ao Mensalão).
- Caixa Econômica: Banco da Habitação do PT, serve para campanhas demagógicas de programas como Minha Casa e Minha Vida, que já tem mais de 30% de inadimplentes (a conta será paga por você, idiota, que paga os impostos).
- Cartões corporativos: cartão de crédito petista, serve inclusive para pagar contas em motéis e comprar tapioca.
- Militante petista: contribui com 10% a 30% de seu salário para o PT; o governo Federal tem cerca de 100 mil "comissionados", não se sabe qual é o número de petistas; donde se conclui que o PT, com a roubalheira em geral e a contribuição de seus filiados, é o partido político mais rico do mundo.

Resumo da opereta cucaracha:

O Brasil, como se pode comprovar, tem sede política em Havana e filiais em Caracas e Brasília. Daí o receio do PT em perder o poder central, colocando todo o projeto do Foro de São Paulo em risco. Daí a ameaça de Lula, de convocar o "exército" de Stédile, promovendo uma guerra civil, com muito sangue.

E tem gente ainda que acha que não há motivo para o impeachment de Dilma Rousseff.


terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Perigo Comunista?


  
Perigo Comunista?

Sérgio Alves de Oliveira
 Tocarei num ponto deveras delicado. O dilema será desvendar se o Brasil deve se livrar do comunismo ou o comunismo deve se livrar do Brasil. Eis a questão. 
De certo modo Marx não foi muito feliz na montagem da sua doutrina mais conhecida. Nenhum país, nem a própria Rússia, com a Revolução de 1917, conseguiu estabelecer um sistema político sócio-econômico que correspondesse à ideia original do genial pensador alemão. Apesar de compreender como poucos a natureza humana, com suas virtudes e deficiências, o sistema por ele imaginado só poderia funcionar se extirpadas fossem todas as deficiências e pequenezes morais da sociedade, individuais e coletivas. O mundo teria que ser perfeito. Ele superestimou, portanto, a sociedade. Desprezou as fraquezas humanas que, se infiltradas no seu modelo, o mutilariam ou destruiriam por inteiro. E isso está acontecendo, paulatinamente. Parece que estaria sendo reservado ao Brasil papel importante e até decisivo no seu destino, se a morte ou sobrevida do socialismo.
Foi com suporte na bandeira desenvolvida por esse filósofo que alguns povos tentaram implementar esse modelo. Mas todos, sem exceção, fracassaram. E fracassaram porque os verdadeiros marxistas sempre foram vencidos pelos falsos marxistas, que só viam na citada ideologia uma maneira de enganar e tirar proveito próprio. O que o mundo conheceu na prática foi um marxismo corrompido nas suas raízes, um marxismo falsificado, um pseudo-marxismo. No Brasil, especialmente, fez-se muitos cursos e formou-se muita gente em pós-graduação, mestrado, doutorado e pós-doutorado na forma deturpada dessa doutrina.. O marxismo falsificado tornou-se produto de exportação,tanto quanto aquelas bugigangas contrabandeadas do Paraguai.
A bandeira marxista foi erguida em várias partes do mundo. Porém ela teve força para atrair não só pequenos grupos de gente de bem, capacitada para pensar, idealistas, como também, principalmente, em maior quantidade, contingentes compostos pela pior escória da sociedade, que aí enxergaram a chance de subir na vida, independentemente da origem “ética” dos valores a serem conquistados na nova ordem.. Aproveitaram o fato de que não poderia haver bandeira mais “simpática” e atrativa de multidões que essa., qual seja, ”repartir a riqueza”, tirando dos que têm mais para entregar aos que têm menos.
Daí se explica a fortuna acumulada por tiranos da doutrina comunista em todo o mundo, que anteriormente estavam nas categorias dos que “tinham menos”.
Especialmente na América Latina e Caribe, ao redor da bandeira fincada por Marx, reuniu-se a escória das escórias da política. Após tomarem o poder nos respectivos países, enganando suas populações, fundaram uma entidade para abrigar esses governos depravados, alinhados à esquerda e ao socialismo na região, qual seja, o Foro San Pablo, fundado por Fidel Castro e Lula em 1990. .
Portanto o Foro de São Paulo não é uma entidade política plurinacional de esquerda, nem socialista, como consta na sua ata de fundação. É uma entidade criminosa que abriga tiranos, tiranetes e ladrões de toda espécie. Seu objetivo não é a ascenção social das classes mais baixas, embora seja este o discurso, porém a “ascenção social” de novas camadas privilegiadas em volta dos respectivos poderes, destronando os atuais ocupantes da classe dominante para tomar os seus lugares.
Prudente é salientar que a desonestidade nunca fez parte da ideologia comunista. Mas por toda essa ladroeira que está acontecendo, especialmente no Brasil, quem acaba “pagando-o-pato” é o comunismo que nada tem a ver com a obra desses falsários, desses estelionatários de ideologias. 
Mas de modo especial os militares do Brasil, avessos ao socialismo, têm essa errônea concepção. E disso se aproveitam os safados da “direita”, ditos de “oposição”, que não querem mais, nem menos, que ocupar o lugar dos atuais mandantes da política. Apesar disso, não são nada melhores que eles. Só estão do outro lado. Talvez no passado não tiveram tanta “competência” na arte de roubar do erário público. O perigo é que agora eles devem ter aprendido as novas técnicas de roubar, aperfeiçoadas durante o período de três mandatos consecutivos do PT e dos seus cúmplices. Nesse período chegou-se à mais alta sofisticação e refinamento na arte de desviar dinheiro público.
Em vista do exposto, o comunista ou socialista de verdade, aquele que tem sólido conhecimentos da doutrina, e com ela está afinado, não só não deve dar apoio a essa gente que está pronta para dar o golpe pseudocomunista, como também rezar, e rezar muito, para que isso não aconteça, porque se isso acontecer, certamente será o enterro definitivo do comunismo no mundo. Seria o “tiro de misericórdia” no modelo. O comunismo morreria com e no Brasil. Estabelecer-se-ia a total desmoralização dessa doutrina, já em estado terminal, corrompida que foi na sua execução.
Bem pensado, o comunismo teria muito a dar ao mundo, tanto quanto o capitalismo. Ressalte-se que não estou pensando no “comunismo” descaracterizado que tentam aplicar no Brasil. Cada ideoilogia tem as suas virtudes. Mas nenhum delas reconhece nada de virtude na outra. São “inimigas” mortais. Mas não há nenhuma razão para isso. O “Social Capitalismo”poderia colher o que cada um desses modelos tem de positivo e fundí-los numa nova ordem, abandonando todos os pontos que a experiência acumulada até agora recomendaria. Trabalhadores e empresários seriam parceiros, sócios na produção. Acabaria a compra e venda do trabalho e mesmo a “mais-valia”, que motivou tantas guerras ideológicas através dos tempos.
O que fazer então ? Quais as alternativas que se teria, num primeiro momento ?
Para quem acredita que a constituição está acima de tudo, seria preciso buscar, o IMPEACHMENT (impedimento) da Presidenta, ou a INTERVENÇÃO MILITAR prevista no art.142 da Constituição. O impeachment seria uma medida decretada pelo Congresso Nacional, perfeitamente dentro das faculdades constitucionais. Mas na prática seria trocar bosta por merda . Quem tomaria o lugar da Presidenta expulsa seria outra facção da mesma quadrilha, que talvez acabasse com o risco da ameaça comunista na forma entendida, mas nunca com a ladroeira, que é o maior dos problemas. Haveria só troca de ladrões.
Não consigo me posicionar no sentido de julgar o que seria PIOR. Seria a consumação no Brasil das propostas do Foro de São Paulo (esquerda, socialismo, etc), ou a aplicação do impeachment, tirando a Presidenta Dilma e colocando no seu lugar, como prevê a Constituição, o “vice”, Michel Temer? O que seria pior? Não estaríamos frente à situação de “se ficar o bicho pega e se correr o bicho come?”, como está na letra da música “Homem com H” ?
Restaria,ainda dentro da constitucionalidade, exigida pelos “crentes” da legalidade incondicional (onde eu não me enquadraria), a alternativa da INTERVENÇÃO MILITAR. Parece a melhor, a mais coerente. No mínimo, a “menos pior”.
Mas essa intervenção teria que ser provisória, somente pelo tempo necessário para limpar o país desse poder político sujo e estabelecer os princípios de uma nova ordem constitucional que primasse pela decência no ordenamento jurídico, político, social e econômico. Num “estalar-de-dedos”, certamente centenas ou até milhares de brasileiros, devidamente capacitados e honrados aceitariam expontaneamente essa missão de discutir entre eles e com a sociedade, as medidas mais acertadas para colocar o Brasil no melhor caminho. Mas esses, num primeiro momento, não poderiam sair das “urnas”, uma vez que essas, em grande parte,” abortam “o que há de pior na sociedade, na roda viva da OCLOCRACIA, que é a democracia na forma deturpada, degenerada, corrompida, e que tem conduzido o país nos períodos “ditos” de “normalidade”, no chamado ESTADO-DE-DIREITO, mas que na verdade correspondem ao contrário, ao ESTADO DE ANTIDIREITO, por estarem todas as fontes do direito contaminadas por vícios que anulariam qualquer modelo de estado-de-direito.

Sérgio Alves de Oliveira - Sociólogo e Advogado Gaúcho

Extra - Autoridade Palestina e OLP condenadas a pagar US$ 218 milhões por terrorismo

Extra - Autoridade Palestina e OLP condenadas a pagar US$ 218 milhões por terrorismo

[e-mail recebido de Osias Wurman, cônsul de Israel no Brasil]

NOVA YORK — Um júri popular de Nova York condenou a Autoridade Nacional Palestina (ANP) e a Organização para a Liberação da Palestina (OLP) a pagarem US$ 218 milhões em indenização às vítimas americanas em atentados ocorridos em Israel entre 2001 e 2004. A decisão se refere a seis casos envolvendo dez famílias. Israel considerou a decisão uma “vitória moral”, enquanto ANP e OLP afirmaram que vão recorrer.

As duas organizações foram consideradas culpadas de fornecer apoio material, entre outras acusações, em ataques cometidos pela organização Hamas e as Brigadas de al-Aqsa, que deixaram 33 mortos e 390 feridos.

As vítimas entraram com o processo em 2004, usando a Lei Antiterrorista dos Estados Unidos. Ela determina que vítimas americanas de organizações terroristas estrangeiras podem buscar indenização. A lei pode ainda triplicar o valor da recompensa oferecida às vítimas.

Segundo a promotoria, documentos internos mostram a responsabilidade de organizações palestinas nos ataques. A defesa argumentou que os terroristas agiram por conta própria.

Rua Judaica - www.ruajudaica.com

Tridente do Diabo: Mantega, Augustin e economistas da UNICAMP

No que deu a  nova matriz econômica do ministro Mantega, do Arno Augustin e dos economistas da UNICAMP (Belluzzo - convém lembrar -  foi um dos gênios do Plano Cruzado). Sem citar que a nova classe média deverá voltar de onde foi retirada com a recessão + alta da inflação desenhada para esse ano e também com um 2016 também muito difícil.

Reconstrução

BENJAMIN STEINBRUCH

Evito sempre citar muitos números em minhas colaborações nesta página por entender que o excesso de cifras torna o texto árido e aborrece o leitor. 

Mas peço licença hoje para fazer uma exceção, porque é necessário mostrar a dramática situação da indústria brasileira, cuja produção regride ano a ano a olhos vistos. 

Os números do ano passado já são conhecidos : a indústria como um todo teve uma produção 3,2% inferior à de 2013. A situação é muito grave na indústria de transformação, que apresentou queda de 4,2% --a extrativa cresceu 5,7%. 

A situação não seria ainda tão grave se algumas categorias da indústria de transformação tivessem escapado dessa tendência recessiva. Nada disso, todos os grandes setores terminaram o ano passado com quedas, algumas impressionantes. 

A indústria de bens de capital, cuja atividade reflete o ritmo de investimentos no país, teve redução de produção de 9,6%. A de bens de consumo duráveis, prejudicada bastante pela diminuição das vendas de veículos, caiu 9,2%. 

Nas categorias de bens intermediários e de bens de consumo não duráveis, as quedas foram menores, respectivamente de 2,7% e de 0,3%. 

Quando se tira um retrato da indústria manufatureira em dezembro para compará-lo com o de um ano antes, o resultado é deprimente, com números negativos de dois dígitos.

A categoria de bens de capital mostra redução de produção de 11,9%. Principal razão : a retração de 17,6% na fabricação de máquinas e equipamentos de transporte. 

É deprimente também a observação desse retrato em seus detalhes, quando se olha o que ocorreu em subsetores da indústria. 

Alguns exemplos : a variação da produção acumulada nos 12 meses de 2014 foi negativa em 57% nos artigos de joalheria/bijuteria; 25% em componentes eletrônicos; 24% em caminhões e ônibus; 19% em tubos de aço; 16% em fundição. 

O tamanho desses números negativos e a magnitude das perdas mostram que o país não enfrenta um problema trivial. Não há nenhuma dúvida, a indústria está minguando.
O índice de utilização da capacidade instalada, um bom indicador da saúde do setor, caiu seguidamente no ano passado. 

Estava em 84,6% em janeiro e encerrou dezembro em 81,3%, segundo dados da Fundação Getulio Vargas. 

Infelizmente, 2014 não foi um ponto fora da curva para indústria brasileira. O setor regride sistematicamente desde a crise global de 2008, à exceção do forte avanço de 2010, promovido por causa dos estímulos ao consumo interno. Levando em conta todo o setor industrial, inclusive a indústria extrativa, a produção se encontra hoje em um nível aproximadamente 6% inferior ao de antes da crise mundial. 

Em termos globais, a indústria brasileira perde participação. Trinta anos atrás, chegou a responder por quase 3% da produção industrial mundial. Hoje, segundo estimativas, tem pouco mais de 1,5%. 

O setor não retomará seu ciclo de crescimento sem redução de suas fragilidades decorrentes de elevados custos, que minam a competitividade da produção. E as razões desses custos são por demais conhecidas: 

(1) elevada carga tributária e complicado sistema de arrecadação que exige esforço infernal para o cumprimento das obrigações --são urgentes a reforma tributária e a simplificação do sistema;
(2) política cambial que não estimula a exportação;
(3) política monetária que jamais permite aos setores produtivos conviver com taxas civilizadas de juros;
(4) legislação trabalhista que engessa as relações entre empregado e empregador;
(5) enormes deficiências na infraestrutura. 

A correção de rumo da indústria brasileira exige um esforço genuíno para enfrentar esse conjunto de fatores que elevam custos e tiram competitividade. E também clama por ações para estimular a inovação, a abertura de novos mercados externos, a preparação de mão de obra, a proteção do mercado interno contra a pirataria e a concorrência desleal de muitos produtos importados, o crédito de longo prazo, a desoneração de insumos básicos para beneficiar toda a cadeia produtiva, o incentivo à economia verde. 

Essa reconstrução não é uma tarefa para amadores e nem pode ser feita unicamente por obra e graça das forças do livre mercado. 

Folha, 24.02.2015

BENJAMIN STEINBRUCH, 61, empresário, é diretor-presidente da Companhia Siderúrgica Nacional e Presidente do Conselho de Administração da Empresa. Escreve às terças-feiras, a cada 14 dias, nesta coluna.

Minha Casa, Minha Toca - corujas buraqueiras em Brasília

Minha Casa, Minha Toca
Corujas buraqueiras - Setor Militar Urbano - Brasília, DF
Ao fundo, som de quero-quero.


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

BUMBO NO PÉ DIREITO SOLDADOS!



BUMBO NO PÉ DIREITO SOLDADOS!

Luiz Ernani Caminha Giorgis
Cel Inf EM reformado EB

        No dia 20 de fevereiro passado estivemos no 3º Batalhão de Polícia do Exército participando da cerimônia dos 70 anos da Tomada de Monte Castelo pela FEB na Itália.
         No desfile da tropa constatou-se como é importante o bater do bumbo da Banda para o passo certo dos militares em passo ordinário. Ombro a ombro, cobertos e alinhados, arma em “ombro-armas”, ao som da Banda. Muitos civis presentes.
         Hoje, mais do que nunca, os militares precisam estar juntos com a sociedade civil. A quadra histórica pela qual passa o país não permite indiferenças e/ou idiossincrasias alienantes de quem quer que seja. Será ultrapassado pelos acontecimentos quem se mantiver na zona de conforto e não participar de uma forma ou de outra. Pelo menos observando.
         Falar do atual governo é lugar comum no cotidiano da nação. Ele já está dispensando comentários desse tipo. E está abaixo de qualquer crítica. Tudo que pode ser dito já o está, ou estará quando as revelações da justiça se tornarem de domínio público. Mas ele, governo, não tem a humildade de admitir seus erros. E assim estamos há doze anos. Desnecessário dizer que o governo anterior fez o atual, e deve estar sim, arrependido. No fundo de tudo a culpa é do Belzebu de nove dedos que colocou o país a seu serviço e do partido por ele criado. E a sociedade pensante não conseguiu retirar do governo esse partido abjeto, sem compromisso nenhum que não seja os seus próprios e da sanha de poder da malta que o compõe.
         O país aproxima-se do ponto de ruptura. Melhor assim, preferencialmente com um mínimo de legitimidade. Com exceção das Forças Armadas não há nenhuma outra instituição brasileira que tenha força e autoridade para garantir que a democracia possa seguir o seu processo de aperfeiçoamento sem a tentativa de assalto ao poder perpetrado pelos partidos de esquerda. Continuarão frustrados porque jamais o Brasil aproximar-se-á sequer de qualquer ideologia retrógrada e/ou do bolivarianismo deturpado pelo marxismo de outras repúblicas sul-americanas.
         Bumbo no pé direito cidadãos!        

Como agia (e ainda age...) a quadrilha (que o STF declarou que não existe...)

Como agia (e ainda age...) a quadrilha (que o STF declarou que não existe...)

Minuciosa descrição de todos os atos ilícitos praticados pela máfia do petrolão,
contando com a participação explícita do LULLALAU e da  DILMENTIRA.
            Ao Exmo. Procurador-Geral da República
Dr. Rodrigo Janot Monteiro de Barros
Referência : Inquérito Policial 1114/2014
DPF Curitiba – Operação Força-Tarefa Lava-Jato
Denúncia crime no setor petroquímico brasileiro
Auro Gorentzvaig, brasileiro, empresário, portador do RG 11.620.589-1 SSP-SP e do CPF 033.972.698-90, residente e domiciliado  na Rua Jaime Costa, 360, Vila Andrade, São Paulo, SP CEP 05692-140, vem por meio desta apresentar denúncia contra : Dilma Vana Rousseff, presidente da República Federativa do Brasil; Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente da República; José Sérgio Gabrielli de Azevedo, ex-presidente da Petrobras; Paulo Roberto Costa, ex-diretor  de Abastecimento e Petroquímica da Petrobras, pelo fato relevante que segue:
1 – A reunião
Em 26 de Fevereiro de 2009, às 16h30, na sede do Centro Cultural do Banco do Brasil, em Brasília, onde à época funcionava o gabinete da Presidência da República do Brasil, participei de reunião marcada pelo prefeito de São Bernardo  do Campo (SP), Luiz Marinho, com o então presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva; o então ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, o então diretor de Abastecimento e Petroquímica da Petrobras, Paulo Roberto Costa,              e o presidente da Petrobras Química SA (Petroquisa) José Lima.
A reunião foi solicitada por Auro Gorentzvaig, conselheiro e acionista da Petroquímica Triunfo, sociedade entre a Petrobras e a Petroplastic no Rio Grande do Sul. Na referida reunião, disse o presidente da República que tinha ganhado todas as ações judiciais contra a Petrobras e que de tal modo havia se esgotado toda a discussão sobre a Petroquímica Triunfo e, portanto, a estatal deveria respeitar tanto o acordo de acionistas quanto as decisões do Poder Judiciário. Ao que o então presidente Lula respondeu, após, em um gesto de informalidade, colocar a mão sobre a minha perna : “...O Poder Judiciário não vale nada, o que vale é a relação entre as pessoas...”. Em claro jogo de cena e farsa, o Presidente da República pediu a Paulo Roberto Costa que fosse nomeado um juiz arbitral para tentar dirimir o impasse e a minha consequente recondução ao Conselho de Administração da Petroquímica Triunfo de imediato.
Paulo Roberto Costa disse : “...Presidente, sua ordem é uma determinação...”. Confirmando o jogo de cena, quarenta dias depois fomos expropriados à sombra de uma operação de incorporação, na totalidade das ações da Petroquímica Triunfo, as quais foram repassadas para a Braskem, empresa do grupo Odebrecht, em total e flagrante desrespeito aos direitos da acionista Petroplastic : direito de preferência, direito adquirido e o Programa Nacional de Desestatização                  do Governo Federal, sendo que a Petrobras está qualificada como sócia promotora da iniciativa privada brasileira e fomentadora do desenvolvimento permanente da companhia.
2 – Quem estava por trás de Paulo Roberto Costa :
A decisão de falar pessoalmente com o presidente da República se deu pelo fato de que todas as decisões do setor petroquímico no País passam pelo gabinete presidencial. Todos os empresários do setor, incluindo eu, sabiam que Paulo Roberto Costa funcionava como operador de Lula dentro da Petrobras. Meses antes, Paulo Roberto Costa, hoje um dos réus nos processos decorrentes da Operação Lava-Jato, que apura desvios na Petrobras, comandou reunião na sede                     da Petrobras, no Rio de Janeiro, com a presença de Boris Gorentzvaig, Caio Gorentzvaig e Auro Gorentzvaig, representantes da Petroplastic. Na ocasião, Paulo Roberto Costa, diretor da área de petroquímica nos informou : “...No setor Petroquímico já estava definido que só empresas atuariam no setor : uma era a Odebrecht, a outra será definida”. Ao que perguntei : “E a Petroquímica Triunfo ?” Ele respondeu : “...A Triunfo será eliminada, conforme as diretrizes estabelecidas pelo presidente da República”. A saída, então, foi conversar com quem de fato dava as ordens a Paulo Roberto Costa : o então presidente Lula.
3 – Oferta pelas ações da Petrobras
Em audiência de conciliação na Justiça Estadual do Rio Grande do Sul, a Petrobras pediu R$ 355 milhões pela sua parte na Petroquímica Triunfo. Em juízo, a Petroplastic concordou em pagar (oferta vinculante) o valor pleiteado pela petroleira nacional. A Petrobras recuou em sua decisão e, oito meses após a audiência de conciliação, repassou de maneira ilegal 100% das ações da Petroquímica Triunfo, transação avaliada em R$ 117 milhões. Ou seja, recusou R$ 355 milhões em dinheiro à vista, por 85% do capital social da empresa, operação que causou prejuízo de R$ 305 milhões à Petrobras, aos cofres públicos e ao Tesouro Nacional, um claro crime de lesa pátria em benefício da Braskem, do Grupo Odebrecht.
Os participantes da transação são : Paulo Roberto Costa, Dilma Vana Rousseff, José Sérgio Gabrielli de Azevedo e Luiz Inácio Lula da Silva.
No mesmo período, como demonstrou a Operação Lava-Jato, da Polícia Federal, coincidentemente Paulo Roberto Costa recebeu US$ 23 milhões de propina em bancos na Suíça. O pagamento foi feito pela Odebrecht, sendo o diretor                  de plantas industriais da empresa o senhor Rogério Santos  de Araújo.
4 – Compra de Petroquímicas pela Petrobras :
Durante anos fomos convidados a fazer parte de um esquema criminoso que funcionava na Petrobras. Acionistas das empresas recebiam, inclusive, os dividendos em pagamentos por fora.
Por rechaçar a oferta ilegal, fomos sistematicamente atacados pela presidência da Petrobras, através de José Sérgio Gabrielli de Azevedo, pelo diretor Paulo Roberto Costa, pelo Conselho de Administração, sob o comando de Dilma Vana Rousseff. Todos faziam questão de ressaltar que tinham costas quentes : o então presidente Lula . Quem aceitou fazer parte do jogo de corrupção, agora comprovado pela Operação Lava-Jato, recebeu aportes bilionários. O Grupo Suzano, por exemplo, vendeu a Suzano Petroquímica para a Petrobras e Unipar por R$ 4,1 bilhões. A Ipiranga foi comprada pela Petrobras por US$ 4,6 bilhões. E a Unipar integralizada à Petrobras e sócias por valores bem acima do mercado.
Vale ressaltar que uma avaliação independente feita a pedido do Grupo Odebrecht pelo Banco Bradesco de Investimentos estimou que a Quattor (junção das petroquímicas Suzano e Unipar) valia R$ 2,56 bilhões. Causa estranheza o valor excessivo que a Petrobras pagou pela Suzano, que possuía dívida de R$ 1,4 bilhão. Não obstante, o Grupo Suzano de Papel e Celulose obteve um empréstimo de R$ 1 bilhão junto ao BNDES.
Vários empresários do setor nos procuraram para dizer que enquanto todos estavam ganhando dinheiro, poderíamos ser prejudicados. Isto fica evidente ao observarmos, agora, a situação da Petroquímica Triunfo e 33% do Copesul, cujo valor do patrimônio deveria ser de aproximadamente a R$ 1,8 bilhão. Quattor, Ipiranga e Petroquímica Triunfo foram incorporadas pela Braskem, que se apoderou de tudo em clara demonstração de concentração de mercado e conflito                 de interesses. Os acionistas da Ipiranga, Unipar e Suzano também foram remunerados com valores bilionários.
Nós, acionistas da Petroquímica Triunfo e Copesul, ficamos sem nada, apenas discordar do monopólio idealizado por Odebrecht e executado por Lula e Dilma.
5 – Da participação de Dilma Rousseff
Dilma Rousseff, ex-secretária de Energia do Governo do Rio Grande do Sul, na gestão do petista Olívio Dutra, iniciou o assédio à nossa empresa, já naquele período. A Triunfo e o Copesul estão localizadas na cidade de Triunfo, no Rio Grande do Sul.Já na condição de Conselheira da Petrobras e Ministra do Governo Lula, a agora presidente reeleita Dilma Vana Rousseff deixou claro, em várias ocasiões, que seguia ordens do então presidente da República para concentrar o monopólio do sistema Petroquímico Brasileiro nas mãos da Odebrecht, beneficiando o estado da Bahia na arrecadação de impostos. Operação que contrariou a legislação vigente – Lei nº 6151 do II Plano Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – que estabeleceu a Indústria Petroquímica Nacional, de economia de mercado e livre concorrência, fomentando o regime de competição e desenvolvimento tecnológico de forma a beneficiar o consumidor final. È o que determina a lei !

6 - Da participação de Edison Lobão
Na condição de Ministro das Minas e Energia do Governo Lula, o maranhense Edison Lobão também deixou claro que Paulo Roberto Costa, Dilma Vana Rousseff, José Sérgio Gabrielli de Azevedo e ele próprio seguiam as determinações do presidente Lula.
Reforçou também que era Lula quem determinava como deveriam ser tocados os esquemas dentro da Petrobras. Hoje, com as estarrecedoras descobertas da Operação Lava-Jato, vemos que tudo o que nos foi dito era verdade. Edison Lobão dizia que Lula mandava fazer. Não dava atenção à Lei, como o então presidente deixou claro ao afirmar, em seu gabinete provisório no Centro Cultural do Banco do Brasil, que “o Poder Judiciário não vale nada”.

7 – Da participação de José Sérgio Gabrielli
Sindicalista e nascido na Bahia, José Sérgio Gabrielli de Azevedo foi o executor do monopólio que beneficiou o grupo Odebrecht. Coube a ele, durante anos a fio, facilitar o acesso da companhia baiana em várias obras de grande porte e negócios superfaturados feitos nas altas esferas da Petrobras.
A Operação Lava-Jato demonstra, depois de meses de investigações, que o grupo Odebrecht participou de esquemas bilionários e criminosos dentro da estatal.
8 – Da participação de Paulo Roberto Costa
Réu em vários processos decorrentes da Operação Lava-Jato, Paulo Roberto Costa fez acordo  de delação premiada, instrumento jurídico contemplado pela legislação nacional e que obriga o acusado a relatar o que sabe em troca de redução de pena.
Operador do esquema de corrupção que funcionava em algumas diretorias da Petrobras, Paulo Roberto Costa confessou que recebia propina de várias empresas, entre elas justamente o Grupo Odebrecht, para facilitar negócios superfaturados e, na sequência, repassar recursos a  partidos políticos, como o PT, o PMDB, PP, entre outros.
Paulo Roberto Costa Sempre nos procurou para ofertas escusas. Diante de nossa recusa em participar dos esquemas criminosos, hoje claramente revelados pela Operação Lava-Jato, o então diretor da estatal transferiu a Petroquímica Triunfo de forma graciosa para a Braskem, beneficiando de maneira escandalosa o Grupo Odebrecht, assim como o Estado da Bahia na arrecadação tributária, em detrimento de outros estados da federação.
Realizada de forma ilegal, a operação criminosa envolve cifras bilionárias, em claro prejuízo aos cofres públicos e ao povo brasileiro.

9 – Da formação do monopólio
A arquitetura da construção do monopólio do setor petroquímico (indústria de base de primeira e segunda geração) responsável entre outras coisas pela produção de eteno e cloro, matérias primas básicas para fabricação de fios, cabos, móveis, pneus, automóveis, aviões, eletroeletrônicos, embalagens, brinquedos, garrafas, etc.
O monopólio do setor foi idealizado por Emílio Odebrecht, que disse ao então presidente Lula que deveria ter crescimento de escala na indústria petroquímica para participar do mercado global. É o marketing superando o direito. Lula, Dilma, Edison Lobão, José Sergio Gabrielli, Paulo Roberto Costa, juntamente com os grupos Suzano, Ipiranga, Unipar e Odebrecht criaram então a Braskem, que tem como sócia minoritária a Petrobras, com 49,99% e o Grupo Odebrecht como sócio majoritário com 50,01%, com contrato de exclusividade de 25 anos!
Como uma indústria de base de tal importância pode estar concentrada nas mãos de uma única família? Como a Petrobras pode ter como sócio, na Braskem, o Grupo Odebrecht, envolvida em crimes de corrupção conforme revela a operação “Lava Jato”? Pagando propina de US$ 23 milhões para o diretor da estatal, Paulo Roberto Costa? A quem interessa que poucas empresas controlem o setor? Quem ganha com isso?
Basta verificar quanto o Grupo Odebrecht gasta com o financiamento de muitas campanhas eleitorais dos partidos políticos flagrados na Operação Lava-Jato ! Em quanto a Braskem e o Grupo Odebrecht, o Grupo Suzano foram beneficiados com financiamentos públicos através de bancos como o BNDES, Banco do Brasil e Caixa, com juros subsidiados ?
10 – Abuso de poder
A Petrobras, sócia institucional, na qualidade de promotora e fomentadora da Petroquímica Triunfo, empresa de natureza privada, como determina a lei, com 30 anos de existência, não poderia estatizar a companhia para depois entregar à concorrente, a Braskem (Grupo Odebrecht).
A Petroplastic, por sua vez, participava do empreendimento (Petroquímica Triunfo) na condição de sócio privado nacional e controlador da companhia, qualificado pelo acordo de acionistas e com base no plano do governo. Vale destacar que o status de “controlador” é condição personalíssima do acionista privado nacional. De tal modo, passa a ter o benefício dessa condição a partir do cumprimento da obrigação de fazer, como de fato, ao honrar a obrigação, o fez. A Petrobras desrespeitou de forma flagrante o direito de preferência da acionista Petroplastic e o Programa Nacional de Desestatização do governo federal. A Triunfo foi eleita a melhor empresa do setor petroquímico brasileiro de 1989 a 2009, conquistando todos os prêmios das revistas especializadas, com caixa permanente de US$ 100 milhões, para um plano de futuro desenvolvimento.
11 - Concorrência desleal
A Petrobras, na qualidade de promotora da iniciativa privada brasileira, assume a administração da Petroquímica Triunfo em 1985 com um marketing share de 24% do mercado nacional e transfere para a Braskem a maior fatia do setor, reduzindo a participação da Triunfo para 3% do mercado nacional em 2009. Ou seja, a incorporação, além de ser feita por um preço bem menor do que realmente valia, provocou uma diminuição da importância da Triunfo no mercado, centrando força apenas na Braskem.
12 – Conflito de interesse
Como pode a Petrobras, sócia institucional na Petroquímica Triunfo, trabalhar para a concorrente Braskem ?
Isso é uma clara demonstração de que a estratégia da Petrobras, da Presidência da República e do Grupo Odebrecht era usar dinheiro público e da estatal na compra e eliminação de concorrência, repassando o monopólio do setor para a Odebrecht, em clara e inconstitucional concentração de mercado.
13 – Improbidade administrativa
Não poderiam os funcionários da estatal Petrobras prejudicar a Petroquímica Triunfo e trabalhar em prol da Braskem.Hoje, boa parte deles trabalha justamente na Braskem. Ou seja, transferiram patrimônio público para uma empresa privada para, em seguida, serem contratados pela Braskem, que foi a beneficiada em um negócio bilionário no setor petroquímico.
14 – Atentado
O Excelentíssimo Juiz de Direito de Porto Alegre, Mauro Caum, sentenciou que se houvesse qualquer movimento de ações na Triunfo, antes da reforma do capital, dar-se-ia como um atentado. O juiz Mauro Caum foi afastado, sendo nomeada para cuidar do caso a desembargadora Ana Maria Nedel Scalzilli que não estava preventa na Câmara, mas cassou a liminar do juiz, admitindo a incorporação da Triunfo pela Braskem, sem entrar no mérito da questão, e ignorando todos os direitos da Petroplastic (sócio privado da Triunfo). Um claro desrespeito ao acordo de acionistas, ao Programa Nacional de esestatização do Governo Federal e da legislação vigente no País. Coincidentemente, o escritório de advocacia Scalzilli - Advogados Associados, que presta serviços para a Odebrecht, pertence ao filho da desembargadora, Dr. Fabrício Scalzilli.
Diante do aqui exposto e após ser orientado pelo Exmo Procurador da República, Douglas Fischer, o Procurador da República, Bruno Calabrich, em reunião realizada na sede da Procuradoria-Geral da República, em Brasília, em 28 de janeiro de 2015, às 15 horas, apresento esta denúncia por escrito endereçada ao Procurador-Geral da República, Dr. Rodrigo Janot Monteiro de Barros, ao Juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, e à Polícia Federal, a fim de que as providências legais sejam tomadas conforme determina a legislação brasileira.
Saliento e deixo claro que a presente denúncia tem por objetivo a apuração dos fatos ilegais e criminosos aqui relacionados, envolvendo autoridades, funcionários públicos, privados e empresários. Todos os fatos aqui descritos foram por mim presenciados e vivenciados como cidadão e empresário.
Sendo o presente relato a máxima expressão da verdade, coloco-me, desde já e em qualquer tempo, à disposição das autoridades brasileiras para novos e esclarecedores depoimentos e apresentação de documentos, fotos, ações judiciais e tudo o mais necessário para o completo esclarecimento de como um esquema bilionário montado dentro da Presidência da República prejudicou os cofres públicos, a Petrobras, o País e o povo brasileiro.
Atenciosamente,
Auro Gorentzvaig
Petroquímica Triunfo
São Paulo, 02 de fevereiro de 2015

Segue abaixo a lista das pessoas que participaram da constituição do monopólio ilegal :
Maria das Graças Silva Foster, ex-diretora de Gás e Energia da Petrobras e atual presidente da estatal; Miguel Soldatelli Rossetto, ex-ministro da Agricultura e atual ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República; Gilberto Carvalho, ex-ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República; Carlos Heitor Rodrigues, ex-presidente do Sindipolo (Sindicato dos Trabalhadores na Indústria Petroquímica de Triunfo – RS); José Lima, ex-presidente da Petrobras Química SA (Petroquisa); Andreia Damiani, advogada da Petroquisa; Djalma Rodrigues, diretor da Petrobras; Patrick Horbach Fairon, diretor da Petrobras; Paulo César de Aquino, ex-presidente da Petroquisa; Edmundo Aires, ex-diretorda Petroquisa e ex-presidente do Conselho de Administração da Petroquímica

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista

"Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.
Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados."

OFICIAL DO EXÉRCITO COMPLICA A VIDA DE DILMINHA BANG-BANG

André Luis de Carvalho é Oficial do Exército da Arma de Comunicações. Aprovado em concurso público ingressou no TCU.

Abraços
F

11/02/2015 17h08 - Atualizado em 11/02/2015 17h24
MINISTRO QUER REDISCUTIR PAPEL DO CONSELHO DA PETROBÁS EM PASADENA.
Dilma presidia Conselho da estatal na época da compra de Pasadena.
Em julho de 2014, TCU não apontou Dilma entre os possíveis responsáveis.
*(O Ministro André Luis de Carvalho é resendense - Veja post abaixo)
Alexandro Martello - Do G1, em Brasília
O ministro-substituto do Tribunal de Contas da União (TCU), André Luis de Carvalho, pediu nesta quarta-feira (11), durante sessão em Brasília, que o tribunal avalie novamente a responsabilidade do antigo Conselho de Administração da Petrobras - entre os quais está a presidente Dilma Rousseff - na compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos.
Ele solicitou ainda o áudio e o vídeo da reunião do Conselho de Administração da Petrobras em que foi definida a compra da refinaria de Pasadena e, também, que o secretariado que auxiliou os conselheiros na tomada de decisão fossem ouvidos.
Decisão anterior
Em julho de 2014, o TCU não apontou entre os possíveis responsáveis a presidente Dilma Rousseff, presidente do conselho de administração da Petrobras na época da compra de Pasadena. Isso significa que, no entender do TCU, ela não teve responsabilidade pelo prejuízo. Entretanto, também havia decidido que isso poderia voltar à pauta no futuro.
Antes, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, havia determinado o arquivamento de apuração para averiguar se houve crime, por parte de Dilma, na aquisição da refinaria.
Relator do processo
O atual relator do processo no TCU, ministro Vital do Rêgo, declarou, ao ser questionado sobre a proposta de voltar a rediscutir o papel do Conselho da Petrobras na compra de Pasadena, que deve levar o assunto ao plenário da casa. Atualmente, os ex-executivos da Petrobras já foram notificados para prestar esclarecimentos no processo de tomadas de conta especial que apura a responsabilidade de cada um na compra de Pasadena.
"[O processo de tomada de contas] Já está sendo feita. O processo já está aberto. As citações já foram expedidas. Estamos com prazo de 15 dais para as alegações dos citados. Todas as contribuições que os ministros da corte puderem oferecer na instrução processual, vamos levar em conta (...) Todas as nossas matérias, nos vamos ter apoio e confirmação do plenário. O prazo é o prazo regimental. A unidade vai tomar as precauções. Vamos cumprir dentro da rapidez e necessidade que merece o estudo", declarou o ministro Vital do Rêgo.
Primeira decisão do tribunal
Em julho do ano passado, o plenário do TCU aprovou, por unanimidade, relatório do ministro José Jorge que aponta prejuízo de US$ 792,3 milhões à Petrobras pela compra da refinaria de Pasadena, nos EUA, em 2006.
O acórdão cita como possíveis responsáveis pelo prejuízo ex-membros da diretoria da Petrobras, entre eles o ex-presidente da estatal José Sérgio Gabrielli, o ex-diretor da área internacional da Petrobras Nestor Cerveró e o ex-diretor de Abastecimento e Refino Paulo Roberto Costa, preso em uma operação da Polícia Federal suspeito de envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas (envio de recursos para fora do país sem declará-los). Todos eles tiveram os bens bloqueados.
Ao tornar os bens dos suspeitos indisponíveis, o tribunal visa garantir recursos para ressarcir a empresa no caso de uma condenação ao final do processo, que ainda está em fase inicial. Os suspeitos ainda vão apresentar suas defesas para análise do tribunal.
Entenda o caso
A compra da refinaria de Pasadena negócio também é alvo de investigações da Polícia Federal (PF) e do Ministério Público Federal (MPF), por suspeita de superfaturamento.
A aquisição de 50% da refinaria, por US$ 360 milhões, foi aprovada pelo conselho da estatal em fevereiro de 2006. O valor é muito superior ao pago um ano antes pela belga Astra Oil pela refinaria inteira: US$ 42,5 milhões. Depois, a Petrobras foi obrigada a comprar 100% da unidade, antes compartilhada com a empresa belga. Ao final, aponta o TCU, o negócio custou à Petrobras US$ 1,2 bilhão.
"Quando a guerra grassa e o perigo é iminente, Deus e os Soldados são o clamor do povo. Quando a paz é feita e todas as coisas são restabelecidas, Deus é ignorado e os Soldados esquecidos." (Ditado Inglês)

Caminhão de lixo palestino é transformado em lançador múltiplo de foguete

Take a good look at one of the reasons Israel planes have so much trouble finding the source of the rockets and missiles.

For all who believe the stories and propaganda about Israel's attacks on civilian targets.
 
 
NOTE HOW IT IS FITTED TO SHOOT MISSILES
 
 
This is  a captured Palestinian garbage truck from Gaza.
The truck is set up to fire 9 Kasem rockets and then drive off innocently.
The note pasted on the drivers door says In case of traffic violations, please contact The Palestinian Authority.
The Israelis have evidence of ambulances and emergency vehicles set up the same way.
 
Doesn't it make you all "warm and fuzzy" that we just gave the Palestinians 400 million dollars from our (President, Barack Obama) US taxes? Just think how many more garbage trucks, emergency vehicles and rockets they can buy with 400 million dollars. 

O ANIVERSÁRIO DO PT - por Paulo Eboli

O ANIVERSÁRIO DO PT 

por Paulo Eboli



Sem entender porque, fui convidado para a festa dos 35 anos do PT.
Curioso como sou, resolvi comparecer.
Na chegada, a primeira surpresa: na verdade o PT está fazendo 40 anos, 35 oficiais e 5 por fora. Disse-me o Rui Falcão que isso não é caixa 2, mas sim um programa denominado Regressão Etária Não Contabilizada Bolivariana, adotado há muito por diversas damas do partido, como Dona Marisa Letícia e Marta Suplicy.
O salão estava lindamente decorado com anúncios de escritórios de advocacia e fotos coloridas das melhores prisões do país, vendendo ofertas tentadoras, como celas minimalistas assinadas por Philip Stark e solitárias retrofitadas de frente para o mar.
O serviço estava um pouco prejudicado pela greve dos garçons e o racha entre duas facções do pessoal da cozinha, mas, mesmo assim, o bufê não deixava nada a desejar. Como pièce de resistance, coxinhas deliciosas (provocação?) e quibes com receita exclusiva do Estado Islâmico. Na mesa de doces, maravilhosos comissários de chocolate – na verdade, brigadeiros, mas nome de milico não entra nessa festa.
Num palco improvisado, Lula, bêbado – desculpem-me pela redundância –, discursava aos berros pedindo a renúncia do Fernando Henrique e o fim da ditadura.
Dilma, linda, desfilava um modelito capa de liquidificador, que passou a adotar depois que perdeu peso e abandonou o estilo capa de bujão. Já meio alterada pelo consumo abusivo álcool misturado à gasolina, dizia a todos para não se preocuparem com a crise: “gentes, depois da tempestade vem a ambulância!”.
Enquanto isso, Ideli Salvatti não largava o pau de selfie da Erenice Guerra, enorme por sinal, tirando fotos indiscretas, como o flagrante do Zé Dirceu imitando a boca de c* da Graça Foster.
No auge da farra, um apagão deixou tudo às escuras. Quando a luz voltou, Dilma acusou Aécio pelo incidente e o dinheiro arrecadado com a venda de ingressos sumiu. Não por acaso, Genuíno saiu de fininho, logo depois, com um volume estranho sob o paletó.
E aí chegou o momento solene da festa: a banda de músicos cubanos, do programa Mais Músicos, atacou o Hino Nacional da Venezuela.
Fui embora.

A conta do Lula


VITÓRIA! A Eslováquia disse sim à vida e à família!

VITÓRIA! A Eslováquia disse sim à vida e à família!

Olá, Félix!
Há alguns dias eu lhe enviei uma mensagem para pedir seu apoio ao referendo em defesa da vida e da família realizado na Eslováquia no último sábado (07/02).
Caso não se lembre da campanha, você pode acessá-la aqui:
http://www.citizengo.org/pt-pt/17167-apoie-o-referendo-em-defesa-da-familia-na-eslovaquia
Hoje escrevo para lhe dizer que o resultado foi extraordinário! Antes de entrar em detalhes, porém, permita-me falar brevemente sobre o contexto no qual o referendo foi realizado.
Na Eslováquia, os índices de abstenção nos períodos de votação costumam ser muito elevados. Nas últimas eleições européias, apenas 13.05% da população participou do processo eleitoral. No referendo do último final de semana, porém, 21% dos eslovacos participaram da votação. Desses 21%, mais de 90% votou a favor da família, da vida e da liberdade de educação dos pais! É um índice impressionante, Félix!
Além disso, houve uma pressão imensa da mídia para desqualificar a iniciativa e grande parte desse trabalho foi feito sob a influência dos lobbies abortista e LGBT, que não queriam correr o risco de ver que suas propostas não são bem-vindas para a maioria esmagadora da população.
Como se não bastasse, o próprio presidente da Eslováquia, Andrej Kiska, posicionou-se contra o referendo. Após a divulgação dos resultados, ele disse:
"Sinto tristeza e desânimo depois do que esse referendo legou ao país”.
Mesmo com toda a resistência dos meios de comunicação e com toda a pressão dos grupos anti-vida e anti-família, os eslovacos disseram sim à família e sim à vida.
As assinaturas foram entregues aos coordenadores da organização Aliança pela Família, que preparou o referendo. Nosso diretor de campanhas para língua italiana, Matteo Cattaneo, foi até Bratislava para realizar a entrega.
O apoio de mais de 100.000 pessoas de todo o mundo foi muito importante para o excelente resultado do referendo. Portanto, Félix, quero lhe agradecer por seu apoio a esta campanha. Foi uma vitória espetacular!

Se você identificar algum ataque à vida, à família ou à liberdade em sua cidade ou em seu estado, não deixe de utilizar a nossa ferramenta de petições para fazer com que os políticos tomem conhecimento daquilo que os cidadãos realmente querem.
Basta acessa este link: http://www.citizengo.org/pt-pt/crie-uma-peticao. Porém, antes de criar sua petição, não deixe de ler o manual de criação de petições, que contém dicas valiosas para tornar sua iniciativa mais eficaz: http://www.citizengo.org/pt-pt/help
Félix, seguiremos trabalhando em todo o mundo para defender a vida, a família e a liberdade!
Um forte abraço.
Guilherme Ferreira e toda a equipe de CitizenGO
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CitizenGO é uma plataforma de participação cidadã que trabalha para defender a vida, a família e as liberdades fundamentais em todo o mundo. Para saber mais sobre CitizenGO, clique aqui,ou siga-nos via Facebook ou Twitter.