MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

sábado, 26 de dezembro de 2015

Um nordestino desenvolveu a Coca Zero

A COCA-COLA QUE POUCOS CONHECEM


HTTP://RODRIGORIBEIRO.ADM.BR/A-COCA-COLA-QUE-POUCOS-CONHECEM/

UM PAÍS QUE NÃO PRESTIGIA SEUS TALENTOS NÃO VAI CHEGAR A LUGAR ALGUM, NÃO TERÁ FUTURO. POIS VEJA SÓ MAIS ESSA E SAIBA QUE NÃO É SÓ NO FUTEBOL QUE EXPORTAMOS TALENTOS: A COCA-COLA LEVOU 25 ANOS EM INTRINCADAS PESQUISAS SECRETAS PARA DESENVOLVER A COCA ZERO, HOJE UM TREMENDO PRODÍGIO EM VENDAS. O MAIOR SUCESSO DA EMPRESA EM 40 ANOS! MAS E O QUE O SUCESSO DE UMA DAS MAIORES MULTINACIONAIS DO MUNDO TEM A VER COM O POBRE BRASIL DESPERDIÇAR TALENTOS?


Voce sabia? O pesquisador master do projeto Coca Zero, o cérebro por trás do sucesso, um pessoa supervalorizada e comemorada pelos súditos de Mister Bush é tal de doctor Silva. Só pode ser brasileiro com esse nome não é verdade?
E se eu lhe disser que o primeiro nome dele é Raimundo? E do nordeste Brasileiro. Atende por doctor Raimundo Alves da Silva, nascido no sertão seco e sofrido do Ceará. A cidade natal de nosso doutor Raimundo é uma tal de Arneiroz. Ela fica no alto sertão cearense, conhecido lá como região dos Inhamuns, 400 km ao sudoeste da capital Fortaleza. Lugarzinho longe de tudo, um poeiral danado e de muita miséria. Quando ele nasceu, há 45 anos, Arneiroz tinha só 6 anos que havia se emancipado do município de Tauá. Não tinha quase nada em Arneiroz da civilização tecnológica. Coca-Cola só tinha em Tauá!
A família Silva morava na zona rural, em um sítiozinho distante da cidade, de colégio, posto de saúde e tudo o mais. Na casinha da família não havia nem luz, água encanada, piso, nem fogão.
O pai fugindo da seca, veio para São Paulo, onde trabalhou de pedreiro.
Quando chegou em São Paulo, com seis anos, ele já era meio assim auto-didata. Praticamente se alfabetizara sozinho, já que pouco conseguia ir à escola no sertão, porque ficava muito longe de casa e o ‘transporte da família, um jumento, morrera de fome e sede na seca.
Doctor Silva cita agradecido ao pai, pobre, mas trabalhador e dedicado à família e que em São Paulo fez muitos sacrifícios para que nosso dedicado Raimundo estudasse e se formasse. Ele conseguiu passar no vestibular para a Química da USP e a partir daí decolou!
Após graduar-se, conquistou uma bolsa de uma ONG para pós-graduação em Campinas, depois outra para mestrado, seguida de doutorado na famosa Massachusetts Institute of Technology.
Quando beber uma Coca Zero, lembre-se que seu alquimista inventor foi um brasileiro, nascido bem pobre, fugido da seca, que venceu por esforço próprio.