MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

domingo, 22 de novembro de 2015

​I​slamização acontece aos poucos. Um exemplo em São Bernardo do Campo.

Repasso. É importante observar que a "conversão" de brasileiros ao islamismo é preponderante entre aqueles que, considerando-se menosprezados pelo poder público, fazem dela um protesto contra o atual estado de coisas. A esquerda, eterna pescadora em águas turvas, faz-se presente. OJBR

Aos Kamaradas
A Islamização acontece aos poucos. E o governo e os sernhores  congressistas mais preocupados com os caminhoneiros, com o povo acampado no gramado em frente ao Congresso Nacional e com uma palestra do General MOURÃO a militares em recinto fechado......
Leiam com atenção!
Azamba

sábado, 30 de agosto de 2014


​I​
slamização acontece aos poucos. Um exemplo em São Bernardo do Campo


Minha avó (e certamente a avó de muitos de vocês) dizia que "sopa quente se come pelas beirinhas." Esta frase tem servido como analogia a muitas situações da vida, bem como a estratégia de ação. Vejamos um exemplo. 
No dia 8 de agosto houve uma pequena manifestação contra o "Genocídio em Gaza." Apenas mais uma, alguém diria, com a diferença desta ter sido realizada em São Bernardo do Campo. Vamos apenas mencionar fatos relacionados a esta manifestação, sem fazermos (muitos) comentários, deixando que você "ligue os pontos."

Esta manifestação foi organizada por um conjunto de entidades, tais como a CDIAL (Centro de Divulgação do Islam para América Latina), a mesquita Abu Bakr, de São Bernardo do Campo (veja foto abaixo), sindicatos de servidores municipais, CMP (Central de Movimentos Populares), MSTL (Movimento Sem Terra de Luta), MST (Movimento dos Sem-Terra), partidos políticos (PCR, PT), o "Movimento Negro-Muçulmanos-Católicos-Evangélicos" (eu não sei bem o que vem a ser isso), a Campanha para a libertação de Ahmad Saadat (um ex-líder da Frente Popular para a Libertação da Palestina, sob custódia em Israel) e pelo grupo ZUMALUMA Embú das Artes.

Cartaz convocando para a manifestação, sendo que o local de encontro e aglomeração dos manifestantes foi dentro de em uma mesquita

Mesquita Abu Bakr, em São Bernardo do Campo. Abu Bakr foi um dos principais companheiros de Maomé, tendo-o sucedido após a sua morte, tornando-se o primeiro califa. Ele era o pai de Aisha, a esposa-criança de Maomé. O atual califa do Estado Islâmico tem como nome de guerra Abu Bakr Al-Bagadadi.

Antes de continuarmos, um pequeno desvio no assunto do artigo, para falar sobre este grupo ZUMALUMA Embú das Artes. Segundo o site, a Fundação Zumaluma foi fundada pelo rapper Kaab Al-Qadir (presidente da Fundação), de um desejo de prover aos moradores do Inferninho sua própria noção histórica. Ainda segundo o site, "as influências do Hip-Hop e da cultura negra, assim como o espírito de resistência, deram nome à Associação ZUMALUMA, formado pelas iniciais de ZUmbi dos Palmares, MAlcolm X, Martin LUther King e Nelson MAndela." Malcolm X verdadeiro nome era Al Hajj Malik Al-Habazz. (Lembrem-se que o islão no Brasil tem os negros como alvo)

Segundo uma entrevista ao Diário de São Paulo, Kaab Al Qadir (cujo nome de batismo deve ser diferente, pois ele é brasileiro) participou de alguns grupos de rap  desde o final dos anos 80 como o Tribunal Negro, Organização Xiita, Diagnóstico e Jihad Brasil, Ele criou projetos sociais, festivais de música, uma biblioteca comunitária e um espaço para orações e divulgação da religião islâmica chamada Mussalah Rahmah (Casa da Misericórdia).
Cartaz da Zumaluma

Agora, voltemos a manifestação. Conforme visto, diversas organizações se fizeram presente. Nas fotos abaixo vemos bandeiras dos movimentos dos sem-terra (MST e MSTL). Pode-se ver também bandeira do PSTU.

 Bandeiras dos movimentos dos sem-terra e do PSTU

A manifestação ocupou a entrada principal da Igreja Matriz de São Bernardo do Campo. Fazer presença junto a templos religiosos das outras religiões é uma das maiores expressões de supremacia do islão político. (a Igreja Matriz daria uma bela mesquita, não é?)
Manifestantes islâmicos ocupam a entrada da Igreja Matriz
Para juntar ultraje à ofensa, um padre, vestido como se fosse celebrar alguma cerimônia religiosa, não só apenas participa da manifestação, mas se manifesta dando apoio aos manifestantes. Será este o pároco Giuseppe Bortolato (CS)? Talvez com a melhor das intenções, o que este padre fez foi legitimizar a manifestação e a presença do islão como um interlocutor.

Ou talvez este padre, com a melhor das boas intenções, está caindo no "conto do diálogo inter-religioso", que só existe nos países que não sejam islâmicos, pois nos países islâmicos, regidos pela Lei Islâmica (Sharia),é crime promover qualquer outra religião que não seja o islão.

(o islamismo é mono-cultural)
Padre participa da manifestação, dando legitimidade à mesma

É de se notar também a presença da bandeira do Hamas na foto da ocupação da entrada da Igreja Matriz (acima), bem como na foto mostrada abaixo. Veja qual o simbolismo por detrás da Bandeira do Hamas (ADL):
Descrição: Um círculo de marfim preto-aparado é ajustado contra um fundo retangular verde. A [mesquita] Al Aksa está no centro do círculo em segundo plano. Em primeiro plano, um homem, com a cabeça coberta por uma lenço (chamado de kafiya), possui um rifle M-16 na mão direita e um Alcorão em sua mão-esquerda. Uma bandeira esvoaçante verde acima de sua volta diz que "não há outro Deus além de Alá." As letras vermelho em torno do diâmetro do círculo dizem: "Izzedine al-Qassam Brigadas dos Mártires". As letras verdes abaixo é um verso do Alcorão: "Lo, você não os está matando, mas foi Alá que os matou."
Explicação: O imaginário islâmico neste emblema é codificado no uso do verde, que é a cor do Islão, assim como na bandeira e no Alcorão sendo segurado pela mão da figura. O verso do Alcorão na parte inferior refere-se ao papel dos fiéis muçulmanos na luta dentro da guerra santa (Jihad). A Al Aksa evoca tanto o Islã, assim como o nacionalismo palestino. O rifle M-16 significa militância do grupo e sua prontidão para usar a violência .
Lema do Hamas: Alá é a finalidade, o Profeta o modelo a ser seguido, o Alcorão a Constituição, a Jihad é o caminho, e a morte por Alá é a sublime aspiração. 

A bandeira do Hamas sendo empunhada durante a manifestação (esquerda) e uma figura da bandeira do Hamas por completo (direita)

Parece “bonitinho” para a “esquerda revolucionária” apoiar o Hamas, afinal, eles “são revolucionários.” Só que a revolução do Hamas, como de qualquer grupo islâmico, tem como o objetivo a implementação da lei islâmica (Sharia). Precisamos saber o que a lei islâmica tem reservado para nós, kafirs (não-muçulmanos). 
Outro fato que merece menção é esta foto, que mostra muçulmanos brasileiros levantando o dedo indicador, um gesto sunita que representa a "unicidade de Alá." Este sinal identifica e une os sunitas de todo o mundo.
Muçulmanos brasileiros levantam o dedo indicador, afirmando que apenas Alá é deus, em frente a Igreja Matriz de São Bernardo do Campo (o rapper Kaab Al-Qadir é o segundo a partir da esquerda)
Muçulmanos e
​s​
trangeiros, "participando de um acampamento", também levantam o dedo indicador: apenas Alá é deus.

Lembre-se sempre, o objetivo político de todo o muçulmano é lutar pela implementação da lei islâmica (Sharia) em todo o mundo, diferindo apenas o modo de operação, seja ele violento e rápido, ou pacífico e vagaroso.

Lembre-se também da Lei dos Números do Islão.

Agora vejamos um pouco da ação política e entender como a islamização se desenvolve. Membros do CDIAL (Centro de Divulgação do Islam para América Latina) foram até a Assembléia Legislativa de São Bernardo do Campo, promovendo a manifestação, e também solicitando que a Assembleia Legislativa aprovasse uma moção de repúdio contra o governo de Israel acusando-o de promover um genocídio na Palestina.
Visita à Assembléia Legislativa de São Bernardo do Campo

O Vereador Toninho da Lanchonete (PT) foi aparentemente um dos mais ativos em prol da aprovação da moção, a tal ponto de colocar na sua website a imagem e o texto abaixo. Nesta mesma website não encontrei menção alguma as atrocidades cometidas pelo Estado Islâmico.
Vereador Toninho da Lanchonete (PT) durante a manifestação. Ele é o terceiro a partir da direita.

Mulheres muçulmanas posando para uma foto defronte ao símbolo da CDIAL

É interessante notar que este é um dos modos (não apenas o único*) de como acontece a islamização na Europa: através de ligações de grupos de ativistas islâmicos com setores políticos da Esquerda. E esta aliança dá dividendos: em 2012, 93% dos muçulmanos franceses votaram no Partido Socialista de François Hollande, no segundo turno das eleições, um fator importante na vitória socialista (Business Insider).

O Brasil segue este rumo? Eu torço para que a Esquerda acorde.

(*que fique registrado que existem outros fatores que permitem a islamização, como interesses econômicos ligados a Sharia financeira, conquista de mercados no Oriente Médio, etc.)

Enquanto isso, nenhuma menção sobre as atrocidades de verdade. Os dois grupos, a "esquerda revolucionária" e os grupo islâmicos, parecem só se interessar em algum conflito quando ele envolve judeus, de modo a demonizá-los.

Os dois desenhos abaixo retratam isso muito bem.

Vejam bem, nada do que foi descrito neste artigo é ilegal. O direito à associação é garantido na Constituição, bem como o direito a representação política. Se setores da Esquerda e os islamistas se aliam, isso é um direito deles.

Contudo, é nosso direito, e nosso dever, de defender a nossa Constituição de modo que ela não seja, no futuro, corrompida com aspectos da Sharia, ou mesmo, substituida por ela.

Caso contrário, o nosso futuro será o mesmo da Europa.