MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

ONU: a favor do aborto e contra a família

ONU: a favor do aborto e contra a família

De 6 a 9 de outubro será realizada na Cidade do México a revisão do chamado Consenso de Montevidéu da Comissão Econômica para América Latina e Caribe, CEPAL, organismo dependente das Nações Unidas.
O chamado Consenso de Montevidéu foi o documento aprovado na reunião realizada entre 12 e 15 de agosto de 2013. O objetivo da reunião no México é avaliar os avanços e reprogramar objetivos.
O documento de trabalho censura o que – segundo seus autores – são retrocessos, "sintomas de estancamento e retrocesso na região”. Citamos textualmente:
  • Ressurgimento de discursos conservadores: oposição ao aborto, exaltação da família
  • A ideologia da família como valor fez com que ressurgisse a aliança entre os setores mais conservadores
  • Ressurge com êxito a oposição ao aborto
  • Os direitos sexuais e reprodutivos continuam como tema pendente, limitando fortemente a autonomia da mulher.
Renato , a CEPAL afirma que defender a vida desde a concepção até a morte natural e a família é um retrocesso!
Você pode enviar agora uma mensagem à CEPAL para mostrar sua insatisfação:
Na opinião dos autores do documento, as "restrições aos direitos reprodutivos dos adolescentes” supõem uma "imposição da maternidade não desejada”.
O relatório também lamenta que no Chile, em El Salvador, Honduras, Nicarágua e República Dominicana "o aborto não tenha sido despenalizado em nenhuma de suas circunstâncias”.
Chile afirma que seu primeiro desafio é a despenalização do aborto:
"O regime legal proibitivo implica a negação dos Direitos Humanos das Mulheres”.
Entre o que consideram êxitos e avanços, destacam a lei de identidade de gênero na Argentina e o casamento entre personas do mesmo sexo na Argentina, Uruguai, Colômbia e Brasil.
Também parabenizam o Uruguai pela legalização do aborto em 2012 e a Colômbia pela sentença T.-841 da Corte, que permite o aborto no caso de supostos "danos à saúde mental” da mãe.
Entre os objetivos para a agenda do futuro, encontra-se o acesso universal à saúde sexual e reprodutiva (eufemismo para o aborto) e aos métodos contraceptivos.
Além disso, o feminismo deve avançar, "ampliando a democracia dentro da família, promovendo políticas de direitos para todos os seus membros, incluindo a política de liberdade sexual ".
Chegam inclusive a assegurar que, para o desenvolvimento, a família não é necessária, mas é fundamental a perspectiva de gênero:
"O desenvolvimento econômico e democrático, a estabilidade política, a geração de empregos e a promulgação de leis são condições para o desenvolvimento desde que esses processos incorporem a perspectiva de gênero”.
Sem dúvida, trata-se de uma agenda com um marcado viés ideológico, que, em vez de reconhecer o direito à vida e o apoio social às mulheres com gestações com complicações, defendem o descarte da vida 'que incomoda'.
Em vez de defender a família como célula básica da sociedade e fator de estabilidade e desenvolvimento, consideram-na como uma "ideologia” e uma ameaça.
Obviamente não é isso o que pensa a sociedade latino-americana nem seus jovens. Mostre você também sua oposição!
Renato , mais uma vez, obrigado por seu apoio. 
Atenciosamente, 

Guilherme Ferreira e toda a equipe de CitizenGO