MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

domingo, 13 de setembro de 2015

O fim do sonho Levy, o Chicago toy nas garras do PT


O fim do "sonho Levy"
Quando Levy chegou para o segundo governo de Dilma, o "Chicago boy" foi eleito a tábua de salvação do país, munido de seu pragmatismo para arrumar as contas do governo. O desafio era grande, mas ele tinha o compromisso de apoio da presidente ao ajuste fiscal. De lá para cá (e 9 meses se passaram), Levy perdeu a queda de braço com a parte desenvolvimentista da equipe econômica e o Brasil, o grau de investimento.

"Chicago toy"
Joaquim Levy não é "Chicago boy". É só um "Chicago toy" nas garras do PT.

TCU: acabou, Dilma
O Antagonista informa: a fatura está mesmo liquidada no TCU. Os ministros irão rejeitar as contas de Dilma Rousseff, abrindo caminho para o impeachment por crime de responsabilidade.
Obrigado, Standard & Poor's.

Renuncie, Dilma!
Se houvesse um resquício de inteligência em Dilma Rousseff, ela renunciaria.
Vamos lá, Teco, diga ao Tico para a mulher cair fora. É o único caminho digno.

Lula, o desclassificado de risco
Em 2008, Lula comemorou o grau de investimento como uma conquista do Brasil (e sua, claro). Ontem, em Buenos Aires, ao lado da doida que governa a Argentina, ele disse que a perda do grau de investimento "não significa nada. Significa que apenas a gente não pode fazer o que eles querem. A gente tem que fazer o que a gente quer".
Lula é um desclassificado de risco.lula_pinoquio_400x400


Aspirina não basta
Para tentar segurar o dólar, o BC leiloou 1,5 bilhão de verdinhas. É como tentar curar câncer com aspirina.

"No Brasil, a economia amanheceu ontem mais próxima de mudar a política"
Geraldo Samor, da Veja.com, é de longe o melhor colunista econômico do Brasil. Destacamos dois trechos do que ele escreveu ontem:
a) Os empresários, da última vez que abriram a boca, adotaram uma postura contemporizadora. Munidos aparentemente das melhores intenções, pediram à sociedade que desse espaço de manobra para o Executivo fazer o que tinha (e ainda tem) que ser feito. Mas com a recente tentativa de inflexão da política econômica — autopsiada por meu colega Cristiano Romero em sua coluna no Valor Econômico — é provável que os mesmos empresários estejam hoje revendo suas posições sobre o que vale a pena preservar num governo que, além de ser incapaz de um mero mea culpa sincero e abrangente, nunca terá a convicção intelectual necessária para transitar do 'free lunch economics' para uma abordagem 'you get what you pay for'.
b) Os próximos meses mostrarão que anteontem foi uma data simbólica. Foi o dia em que o quarto governo consecutivo do PT, por seus atos e omissões, tirou de muitos brasileiros a capacidade de pagar a prestação da casa própria, do carro, o cursinho de inglês do filho — mas acima de tudo, o sentimento de dignidade que só existe quando há crescimento econômico, emprego e moeda forte.
Quando James Carville dizia que “é a economia, estúpido,” ele apontava uma verdade fácil de aceitar: as pessoas votam com o bolso, e quanto mais emprego e renda, maior a chance de quem está no Poder continuar nele.
No Brasil, a economia amanheceu ontem mais próxima de mudar a política.

Pressão será insuportável
Ao rebaixar o Brasil para o grau especulativo, a Standard & Poor’s pode ter selado o destino de Dilma Rousseff. Para o cientista político Antônio Lavareda, a pressão para que renuncie à presidência será insuportável. “Grande parte da sociedade já percebia que o governo Dilma está inviabilizado”, afirma Lavareda. “Agora, a perda do grau de investimento é o reconhecimento internacional dessa inviabilidade.” Em meio a toda essa lambança, um personagem deve se fortalecer: o vice-presidente Michel Temer. “A sucessão tem nome: Temer”, resume o especialista.

E ainda tem a Petrobras
A Standard & Poor's indicou hoje que a Petrobras também corre o risco de perder o grau de investimento.
Os analistas afirmam que a causa é a corrupção na estatal.
É extraordinário que ainda não tenha perdido.

Começou...
Operador de um grande banco de investimento informou ao Antagonista que os clientes do exterior, incluindo muitos fundos, já começaram a colocar ordens de realocação de capital, por causa das restrições estatutárias que exigem o 'investment grade'. A avalanche de ordens de realocação travou até o sistema bancário da entidade financeira.
Começou, Dilma. Começou, Levy.

Nova espécie
Equipe de cientistas descobriu numa caverna em Johannesburgo ossadas de uma espécie humana desconhecida, batizada de 'Homo Naledi', cuja característica principal é o cérebro pequeno.
A Standard & Poor's descobriu no Brasil espécie política de característica semelhante.

"Não faço essa renúncia"
Na entrevista que deu ao Valor, Dilma não juntou lé com cré. Disse que não renuncia, pois acha que não deve nada e que não fez nada de errado. Mas na mesma frase admite que a queda da popularidade é função de um processo.
Definitivamente, o Tico brigou com o Teco.

"Dilma Rousseff não é mais a presidente deste país"
O leitor Marcelo N. resume o sentimento dos cidadãos de bem:
"Joaquim Levy disse que 'os brasileiros devem encarar o aumento de impostos como um investimento'. Falta alguém colocar na cabeça dele o seguinte: 'Levy, nós, brasileiros que pagamos impostos, não queremos fazer qualquer sacrifício a mais para que uma energúmena acéfala e sua rede criminosa continuem à frente do Brasil. Acabou. Dilma Rousseff não é mais a presidente deste País.'"

Ações eleitorais sem sigilo
O ministro João Otávio de Noronha decidiu retirar o sigilo das duas ações de investigação eleitoral contra Dilma Rousseff que estão sendo relatadas por ele no TSE. Com isso, ficará mais difícil para Maria Thereza engavetá-las quando assumir a Corregedoria em outubro.
Espera-se ainda que Teori Zavascki encaminhe a Noronha a delação de Ricardo Pessoa.

O desclassificado e o discurso de 2008
Em 2008, Lula comemorou o grau de investimento concedido pela S&P.
Hoje, em Buenos Aires, o desclassificado disse que a perda da classificação "não significa nada".

Celebrado por Lula em 2008, selo agora 'não significa nada'


Agamenon: Sentando na Boneca Inflável
Enquanto o país vai pro buraco, a indústria de bonecos infláveis não para de crescer. Enormes bonecos de plástico, inflados pela inflação, tomam conta das manifestações no Brasil como Godzillas. Depois do Pixuleco Lula Presidiário e da Pinóquia Dilma, agora vão ser lançados os bonecos infláveis da Rosemery e da Dona Marisa. Só que o boneco da ex-Primeira Dama não foi inflado com gás, é cheio de Botox. O boneco do Joaquim Levy já está quase pronto e tem o patrocínio do Bradesco, que usou a Lei Rouanet para financiar a criatura gasosa. Maiores que os bonecos de Olinda, os bonecos infláveis se reproduzem feito ratos e, em vez de assustar as criancinhas, estão apavorando os membros do governo e da base criminal aliada. Quem não está gostando nada disso são os Birutas de Posto de Gasolina. Assim como os taxistas querem acabar com o Uber, os Sindicatos dos Birutas de Posto de Gasolina vão fazer uma manifestação em Brasília contra os Bonecos Infláveis de Manifestação.
As megaconstrutoras Queiróz Ladrão, Odecheque e Embargo Correa resolveram sair do ramo de obras superfaturadas para se dedicar inteiramente à indústria dos bonecos infláveis. O governo pretende lançar o programa assistencialista Meu Boneco Minha Vida e, assim, incentivar a construção de supercriaturas de plástico para o Brasil sair da recessão. Como ninguém se entende no governo, o ministro do Bradesco, Joaquim Levey, disse que está estudando um aumento do IOF, Infláveis Operações Fraudulentas, que vai taxar as negociatas governamentais. Esse imposto sobre a propina, certamente, não vai passar na Câmara e no Senado.
Por falar nisso, no tradicional desfile de Sete de Setembro, a presidenta, com medo de ser vaiada pelo povo, desfilou no meio dos Dragões da Independência, onde não foi reconhecida. Dilma anda muito carente. Com isso em mente (e como mente!), o genial marqueteiro João Sacanna sugeriu que Dilma Roskoff vá para Síria e, da Síria, siga a pé até a Alemanha, onde, finalmente, será recebida com carinho por alguém. Mas nem tudo é desgraça no Brasil. Depois do Mensalão, do Petrolão e do 7 x 1 da Alemanha, o país perdeu o grau de investimento, foi rebaixado e agora está na Segunda Divisão. O Brasil parece o Vasco da Gama, e o Lula virou uma espécie de Eurico Miranda. Embora eu ache que o Eurico não vá gostar nada dessa comparação...
Agora que Brasil perdeu seu grau de investimento, as donas de casa já estão se preparando para comer o pão que o diabo amassou

Baiano fecha delação
Fernando Baiano fechou acordo de delação com a PGR para entregar detalhes da compra de Pasadena que envolve diretamente Dilma Rousseff, então presidente do Conselho de Administração da Petrobras.
O novo delator também se comprometeu a oferecer provas de envolvimento no petrolão dos peemedebistas Renan Calheiros, Eduardo Cunha, Henrique Alves e do petista Delcídio Amaral.

Empiricus - Link patrocinado - Alíquota mínima
Os mais esperançosos entendem que Joaquim Levy sai vencedor do episódio, dando lição de moral àqueles que aceitaram o déficit primário em 2016.
Para os mais reticentes, deixou de existir o motivo para o ministro continuar ocupando a Fazenda.
Sinceramente, eu não sei o que vai acontecer com o status do Levy de agora em diante, mas também não me importo com isso.
A perda do grau de investimento é estampada em todas as capas de jornais, os principais empresários do país estão revoltados.
Imagine só o clima para aumento de impostos…
Só tem uma alíquota em evidência agora, e ela tende a cair.
Aqueles saudosos 7% de aprovação de Dilma tornaram-se um luxo.

É Friboi?
Dilma mandou sua equipe econômica definir logo os cortes na máquina, mas o PT não abre mão do seu quinhão na Esplanada. Ministros petistas se uniram para pressionar Nelson Barbosa a poupar as pastas comandadas pelo partido.
O lema é: pode cortar na carne, mas não toque no meu bife.

Dilma mudou de ideia
Depois que o Antagonista publicou o cancelamento da viagem a Petrolina, Dilma mudou de ideia e resolveu manter a agenda oficial para inauguração de unidades do Minha Casa Minha Vida.
E ainda fez uma convocação geral de ministros para "engordar" o evento. O Palácio do Planalto já mobilizou ônibus e o 'kit mortadela' para a claque petista. A estratégia é manter as aparências.

Chegou a vez da Petrobras
A agência Standard & Poor's acaba de rebaixar também as notas da Petrobras e da Eletrobras. Dilapidadas pela administração petista, as duas estatais perderam o grau de investimento.
No caso da Petrobras, a situação é ainda pior. A companhia caiu dois degraus de uma só vez, tendo sua nota reduzida de BBB- para BB. Ficou abaixo do rating do Brasil.
O cenário é de terra arrasada.

O tumor PT
Empresários e imprensa vinham fingindo que havia duas doenças sem conexão: a econômica e a política. Agora, terão de render-se à evidência de que a doença é uma só. O nome dela é tumor PT. Remova-se a causa e os efeitos da doença diminuirão de forma gradativa, até a remissão completa e, possivelmente, a cura em cinco anos.
Os instrumentos constitucionais estão prontos para a extirpação rápida desse tumor.

Petrobras por um fio
A Moody's já havia retirado o grau de investimento da Petrobras em fevereiro após a divulgação do balanço com estimativa de perdas por corrupção. Ao reduzir agora em dois níveis o rating da estatal brasileira de petróleo, a Standard & Poor's apenas equiparou-se à Moody's.
Só a Fitch ainda mantém a Petrobras na primeira divisão das companhias internacionais. Até quando?

O efeito cascata
A redução do rating soberano do Brasil provocou um efeito cascata sobre 13 bancos. Perderam o grau de investimento BB, Caixa e BNDES, além de Itaú-Unibanco (e sua Holding) e o Bradesco, do patrão de Joaquim Levy.
Os demais são:
Safra
Citibank
Santander
Banco do Nordeste do Brasil
Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais
BTG Pactual e Pan, que já não possuíam grau de investimento, também foram rebaixados.

PT perde a "pimenta"
Fernando Rodrigues informa que a Pepper decidiu rescindir seu contrato com o PT. A Pepper está envolvida até o pescoço na Operação Acrônimo, que investiga o envolvimento do governador Fernando Pimentel num esquema de corrupção e lavagem de dinheiro.
A Pepper recebia do PT R$ 530 mil por mês para cuidar da estratégia do partido nas redes sociais, basicamente a operação de guerrilhas virtuais, os MAV, que adoram frequentar a área de comentários do Antagonista.
A PF descobriu que a Pepper mantinha conta na Suíça, conseguiu contratos com o BNDES e pagou até o cartão de crédito da mulher de Pimentel. Quer mais? Tem muito mais, acreditem.

DNA da propaganda
A Pepper largou o PT ou o PT largou a Pepper? Como os cofres petistas estão vazios, é mais provável que Rui Falcão tenha combinado com a agência essa saída diplomática.
Mas isso não importa. Importa é que a Pepper já tem outro cliente de peso: o site Metropoles, do ex-senador condenado Luis Estevão. Parece que a defesa de políticos improbos está no DNA da agência.

Impeachment passa de 300 mil
Boa dia, Dilma. Chegamos ao fim do primeiro dia da petição online pelo impeachment com mais de 305 mil assinaturas.

Plano Cruzado
Depois do rebaixamento da nota do Brasil, o Itaú teve de rever seus cálculos.
A previsão, agora, é que o PIB caia 2,8% em 2015 e 1,2% em 2016.
Se esses números se confirmarem, o PIB per capita, entre 2014 e 2016, cairá 6,2%, o equivalente ao que caiu entre 1988 e 1990, com a moratória de José Sarney.
Roberto Setubal, dono do Itaú, deve estar aplaudindo Dilma Rousseff.

A tragédia da Petrobras
O saldão da Petrobras está pronto para iniciar.
Nas palavras de um executivo do alto escalão da empresa, citado pela Folha de S. Paulo, o rebaixamento da nota do Brasil foi uma "tragédia" e a decisão da S&P de jogar a estatal no grau especulativo passou a ser "inevitável" diante disso.
Agora acabou de vez o dinheiro da Petrobras.
A hipótese de um aumento de capital já foi descartada, porque o governo está falido.
Só restam, portanto, duas saídas: vender o que puder ser vendido, ainda que com prejuízo, e pressionar o Congresso a revogar urgentemente o sistema de partilha.

Deixe de ser tonto
São seis e meia da manhã e o pedido de impeachment de Dilma Rousseff já conta com 350 mil assinaturas.
Se você ainda não assinou, deixe de ser tonto e entre imediatamente aqui:
http://www.proimpeachment.com.br

O terceiro golpe
Bateu o desespero no Planalto.
Dilma Rousseff, segundo a Folha de S. Paulo, “estuda substituir Aloizio Mercadante na Casa Civil por um nome que atue como uma espécie de ‘primeiro-ministro’ e que não seja filiado ao seu partido, o PT”.
Dilma Rousseff, no ano passado, prometeu delegar a economia a Joaquim Levy e deu no que deu. Depois ela prometeu delegar a política a Michel Temer e acabou por esmagá-lo. Agora ela pensa em aplicar o mesmo golpe pela terceira vez.
Não vai dar certo.
Ninguém quer um primeiro-ministro. O que os brasileiros querem – na verdade, exigem - é outro presidente.

Esgotou-se o tempo
Os coordenadores do movimento pró-impeachment de Dilma Rousseff se reuniram com Eduardo Cunha ontem à tarde.
Segundo a Folha de S. Paulo, o presidente da Câmara disse que não vai “sentar em cima” dos requerimentos pela saída da presidente – entre eles, aquele protocolado por Helio Bicudo.
Que tal hoje, Eduardo Cunha?

O abatimento do PT
"Ministros, deputados e senadores do PT já consideram não apenas possível mas provável que a presidente Dilma Rousseff seja afastada do governo num processo de impeachment ainda neste ano. O clima é de abatimento".
A nota foi publicada na Folha de S. Paulo, por Mônica Bergamo, a interlocutora preferida daquela gente.

Os dinossauros da propina
O delator Augusto Mendonça, que fez 24 repasses ao PT, num total de 4 milhões de reais, disse ontem ao juiz Sergio Moro:
“Cada pagamento era deduzido do montante de propina devido. O momento das propinas e os valores eram indicados por Renato Duque, enquanto as contas e Diretórios do PT que recebiam os pagamentos eram indicados por João Vaccari”.
Se o presidente do TSE, Dias Toffoli, autorizar o investigação contra o PT - e ele tem de autorizar -, não há a menor dúvida: o partido será extinto.

O silêncio criminoso de Dilma
A ditadura venezuelana de Nicolás Maduro condenou o líder opositor Leopoldo López a 13 anos e nove meses de prisão.
Dilma Rousseff, criminosamente, calou-se.
Opositor venezuelano Leopoldo López pega 13 anos de prisão


O TSE pode cassar o PT
Já dá para ver o fim do PT.
O TSE está analisando um pedido de investigação para apurar se o PT usou dinheiro roubado da Petrobras para se financiar.
O pedido foi encaminhado pelo ministro João Otávio de Noronha e está na mesa do presidente do tribunal, Antonio Dias Toffoli.
Se as suspeitas de irregularidades forem comprovadas – e não há a menor possibilidade de que não sejam – o PT pode ser punido com a perda do registro.