MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

OFICIAL DO EXÉRCITO COMPLICA A VIDA DE DILMINHA BANG-BANG

André Luis de Carvalho é Oficial do Exército da Arma de Comunicações. Aprovado em concurso público ingressou no TCU.

Abraços
F

11/02/2015 17h08 - Atualizado em 11/02/2015 17h24
MINISTRO QUER REDISCUTIR PAPEL DO CONSELHO DA PETROBÁS EM PASADENA.
Dilma presidia Conselho da estatal na época da compra de Pasadena.
Em julho de 2014, TCU não apontou Dilma entre os possíveis responsáveis.
*(O Ministro André Luis de Carvalho é resendense - Veja post abaixo)
Alexandro Martello - Do G1, em Brasília
O ministro-substituto do Tribunal de Contas da União (TCU), André Luis de Carvalho, pediu nesta quarta-feira (11), durante sessão em Brasília, que o tribunal avalie novamente a responsabilidade do antigo Conselho de Administração da Petrobras - entre os quais está a presidente Dilma Rousseff - na compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos.
Ele solicitou ainda o áudio e o vídeo da reunião do Conselho de Administração da Petrobras em que foi definida a compra da refinaria de Pasadena e, também, que o secretariado que auxiliou os conselheiros na tomada de decisão fossem ouvidos.
Decisão anterior
Em julho de 2014, o TCU não apontou entre os possíveis responsáveis a presidente Dilma Rousseff, presidente do conselho de administração da Petrobras na época da compra de Pasadena. Isso significa que, no entender do TCU, ela não teve responsabilidade pelo prejuízo. Entretanto, também havia decidido que isso poderia voltar à pauta no futuro.
Antes, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, havia determinado o arquivamento de apuração para averiguar se houve crime, por parte de Dilma, na aquisição da refinaria.
Relator do processo
O atual relator do processo no TCU, ministro Vital do Rêgo, declarou, ao ser questionado sobre a proposta de voltar a rediscutir o papel do Conselho da Petrobras na compra de Pasadena, que deve levar o assunto ao plenário da casa. Atualmente, os ex-executivos da Petrobras já foram notificados para prestar esclarecimentos no processo de tomadas de conta especial que apura a responsabilidade de cada um na compra de Pasadena.
"[O processo de tomada de contas] Já está sendo feita. O processo já está aberto. As citações já foram expedidas. Estamos com prazo de 15 dais para as alegações dos citados. Todas as contribuições que os ministros da corte puderem oferecer na instrução processual, vamos levar em conta (...) Todas as nossas matérias, nos vamos ter apoio e confirmação do plenário. O prazo é o prazo regimental. A unidade vai tomar as precauções. Vamos cumprir dentro da rapidez e necessidade que merece o estudo", declarou o ministro Vital do Rêgo.
Primeira decisão do tribunal
Em julho do ano passado, o plenário do TCU aprovou, por unanimidade, relatório do ministro José Jorge que aponta prejuízo de US$ 792,3 milhões à Petrobras pela compra da refinaria de Pasadena, nos EUA, em 2006.
O acórdão cita como possíveis responsáveis pelo prejuízo ex-membros da diretoria da Petrobras, entre eles o ex-presidente da estatal José Sérgio Gabrielli, o ex-diretor da área internacional da Petrobras Nestor Cerveró e o ex-diretor de Abastecimento e Refino Paulo Roberto Costa, preso em uma operação da Polícia Federal suspeito de envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas (envio de recursos para fora do país sem declará-los). Todos eles tiveram os bens bloqueados.
Ao tornar os bens dos suspeitos indisponíveis, o tribunal visa garantir recursos para ressarcir a empresa no caso de uma condenação ao final do processo, que ainda está em fase inicial. Os suspeitos ainda vão apresentar suas defesas para análise do tribunal.
Entenda o caso
A compra da refinaria de Pasadena negócio também é alvo de investigações da Polícia Federal (PF) e do Ministério Público Federal (MPF), por suspeita de superfaturamento.
A aquisição de 50% da refinaria, por US$ 360 milhões, foi aprovada pelo conselho da estatal em fevereiro de 2006. O valor é muito superior ao pago um ano antes pela belga Astra Oil pela refinaria inteira: US$ 42,5 milhões. Depois, a Petrobras foi obrigada a comprar 100% da unidade, antes compartilhada com a empresa belga. Ao final, aponta o TCU, o negócio custou à Petrobras US$ 1,2 bilhão.
"Quando a guerra grassa e o perigo é iminente, Deus e os Soldados são o clamor do povo. Quando a paz é feita e todas as coisas são restabelecidas, Deus é ignorado e os Soldados esquecidos." (Ditado Inglês)