MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

KARL MARX: Rei do plágio, mestre da impostura



KARL MARX: Rei do plágio, mestre da impostura

Félix Maier

O Marxismo é uma ideologia comunista, baseada principalmente no livro de Karl Marx, O Capital. As quatro principais teorias do Marxismo são: Mais-valia, Materialismo histórico, Materialismo dialético e Luta de classes. 

O Marxismo é uma doutrina baseada na impostura: “Como uma das teses de Karl Marx fosse a de que o capitalismo trazia o empobrecimento das classes trabalhadoras e como os dados que ele tinha na mão extraídos dos ‘blue books’, relatórios anuais da Câmara dos Comuns, indicassem precisamente o contrário, ele resolveu o problema atendo os dados de 30 anos antes” (Olavo de Carvalho). 

Marx é um mestre do plágio: “De Marat, se apropria da frase ‘o proletariado não tem nada a perder, exceto os grilhões’. De Heine, ‘a religião é o ópio do povo’; e de Louis Blanc, via Enfantin, sacou a fórmula ‘de cada um segundo suas capacidades, a cada um segundo suas necessidades’. De Shapper, tirou a convocação ‘trabalhadores de todo o mundo, uni-vos’, e de Blanqui, a expressão ‘ditadura do proletariado’. Até mesmo sua obra mais bem acabada e de efeito vertiginoso, ‘O Manifesto Comunista’ (1848, em parceria com Engels), tem-se, entre os anarquistas, como plágio vergonhoso do ‘Manifesto da Democracia’, de Victor Considérant, escrito cinco anos antes” (PONTES, 2003: 26-7). 

Marx foi um pensador sanguessuga, tem pouco de original. “Dispensado o tom arrogante das facciosas análises acadêmicas e verificado o grosso da obra, o pensar de Marx depende virtualmente do que ele leu, chupou, perverteu ou adaptou do pensamento dos outros, a começar por Demócrito (460-370 a.C.) e Epicuro (341-170 a.C.), na sua tese ateísta de doutoramento em Jena, 1841, passando por Hegel (1770-1831) e o próprio Feuerbach, ainda no campo filosófico, além de Rousseau (1712-1778), Saint-Simon (1760-1825), Fourier (1772-1837) e Proudhon (1809-1865), entre os reformistas sociais franceses, até chegar aos economistas clássicos ingleses Adam Smith (1723-1790), Mill (1773-1836) e sobretudo Ricardo (1772-1823), cuja concepção da teoria do valor-trabalho, mais tarde destroçada pelo austríaco Bohm-Bawerk (1851-1914), serviu de modelo para Marx – aqui ancorado no ‘erro de conta’ de Proudhon – extrair a sua célebre mais-valia e acirrar os ânimos da luta de classes, ideia, por sua vez, a ser creditada ao falangista Blanqui (1805-1881), francês considerado inventor da barricada e autor da expressão ‘ditadura do proletariado’ ” (idem, pg. 29-30).

  Marx tinha espírito diabólico, era acadêmico ocioso e nunca foi um correto cientista social. Tornou-se um ideólogo e um moralista, com sua "verdade particular que desejava impor como única, eterna e universal – o materialismo dialético. Com ele a tiracolo se supunha não só exercer alguma influência sobre os destinos do mundo, mas transformá-lo – o que em sua linguagem significava, antes, destruí-lo. Desse modo, tal como partiu anteriormente para liquidar com a filosofia, Marx atirou-se contra o mundo da economia burguesa, com ênfase na demolição da propriedade privada e do sistema capitalista de produção. Mas, para atuar na esfera diretamente política, o passo que deu a seguir – ou paralelamente – foi o de se instrumentalizar nas palavras de ordem do ideário político dos reformistas sociais franceses e, com mais empenho, nas cantilenas igualitaristas de Rousseau, Saint-Simon, Fourier e Proudhon” (idem, pg. 37). 

“Um tecido de grosseria, calúnias, falsificações e plágios. Marx é a tênia” (Proudhon, a respeito da obra de Marx, Miséria da Filosofia, 1847 – cit. in PONTES, 2003: 24). Leia Sobre a moralidade de Karl Marx, do cineasta e escritor Ipojuca Pontes, em http://www.olavodecarvalho.org/convidados/ipojuca2.htm.



O que disse Marx sobre a expansão dos EUA? “Bakunin censura os americanos por fazerem uma guerra de conquista que é um duro golpe na teoria fundada na justiça e na humanidade, mas que é conduzida no interesse da humanidade. É uma infelicidade se a rica Califórnia foi arrancada dos mexicanos preguiçosos que não sabiam o que fazer dela?” (Karl Marx, in Nova Gazeta Romana, 1849 - cit. in PONTES, 2003: 21).

Até aí, tudo bem, Marx seria apenas um falastrão, um impostor, um rufião, assim como inúmeros políticos de esquerda. O problema é o rastro de destruição deixado pelo marxismo em todo o mundo: mais de 100 milhões de mortos, segundo O Livro Negro do Comunismo (leia sobre a obra em http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=8532&cat=Ensaios).



Nota:


PONTES, Ipojuca. Politicamente Corretíssimos. Topbooks, Rio, 2003.