MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Diálogo de quase 400 anos. E vejam a atualidade...

Diálogo de quase 400 anos. E vejam a atualidade...
ONTEM, HOJE E SEMPRE...

O diálogo, da peça teatral "Le Diable Rouge", de Antoine Rault, entre os personagens Colbert e Mazarino, durante o reinado de Luís XIV, século XVIII, apesar do tempo decorrido, é bem atual. Basta substituir o nome de Colbert por Joaquim Levy e o do Superintendente Mazarino, pela presidenta.
Atente principalmente ao último trecho:

Colbert: (Levy)
- Para arranjar dinheiro, há um momento em que enganar o contribuinte já não é possível. Eu gostaria, Senhor Superintendente, que me explicasse como é possível continuar a gastar quando já se está endividado até o pescoço…

Mazarino: (Dilma)
- Um simples mortal, claro, quando está coberto de dívidas e não consegue honra-las, vai parar na prisão, mas com Estado é diferente! Não se pode mandar o Estado para a prisão, então, ele continua a endividar-se… Todos os Estados o fazem!

Colbert: (Levy)
- Ah, sim? Mas como faremos isso, se já criamos todos os impostos imagináveis?

Mazarino: (Dilma)
- Criando outros!!!

Colbert: (Levy)
- Mas já não podemos lançar mais impostos sobre os pobres.

Mazarino: (Dilma)
- Sim, é impossível.

Colbert: (Levy)
- E sobre os ricos?

Mazarino: (Dilma)
- E os ricos também não. Eles parariam de gastar.
E um rico que gasta faz viver centenas de pobres.

Colbert: (Levvy)
- Então, como faremos?

Mazarino: (Dilma)
- Colbert! Tu pensas como um queijo, um penico de doente! Há uma quantidade enorme de pessoas entre os ricos e os pobres: as que trabalham sonhando enriquecer e temendo empobrecer. É sobre essas que devemos lançar mais impostos, cada vez mais, sempre mais! Quanto mais lhes tirarmos, mais elas trabalharão para compensar o que lhes tiramos. Formam um reservatório inesgotável.
É a classe média!