MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Veja a tabela do seu Imposto de Renda sem a correção vetada por Dilma

Veja a tabela do seu Imposto de Renda sem a correção vetada por Dilma

Depois do veto da presidente Dilma Rousseff à correção de 6,5% da tabela do Imposto de Renda, o governo deve fixar o reajuste em 4,5%.
Na prática, o uso de um índice menor vai fazer com que pessoas que ficariam isentas continuem pagando imposto. Além disso, com a correção de 6,5%, quem hoje paga imposto poderia acabar caindo numa alíquota menor da tabela e pagar menos, o que não vai mais ocorrer.
O presidente do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis do Estado de São Paulo (Sescon-SP), Sérgio Approbato Machado Júnior, explica como a nova tabela deve ficar e como ficaria se a correção de 6,5% tivesse sido aprovada. Veja as situações:
  • Hoje: é isento (não paga imposto) quem ganha até R$ 1.787,77 por mês
  • Com 6,5% de correção: seria isento quem recebe até  R$ 1.903,97
  • Como deve ficar (4,5% de correção): será isento quem ganha até R$ 1.868,21
Esses valores acima se referem ao salário líquido, descontado o INSS (não é o salário total, bruto).

Exemplo de como é calculado o Imposto de Renda

Considerando-se um salário de R$ 2.800 por mês, a situação é a seguinte:
HOJE
  • Imposto de 15%, com parcela a deduzir de R$ 335,03
  • Paga R$ 84,97 de imposto por mês (15% de R$ 2.800 dá R$ 420; desse valor, abatem-se R$ 335,03, que é a parcela a deduzir conforma a tabela atual do IR)
COM CORREÇÃO DE 6,5%
  • Imposto de 7,5%, com parcela a deduzir de R$ 142,79
  • Pagaria R$ 67,21 de imposto por mês (7,5% de R$ 2.800 daria R$ 210; abatem-se R$ 142,79)
Mas, como a tabela deverá ser reajustada em 4,5%, esse contribuinte continuará pagando o imposto de 15%.
Veja nas tabelas abaixo como fica a sua situação de acordo com o salário líquido (descontando o INSS):

TABELA ATUAL, SEGUNDO O SALÁRIO LÍQUIDO

  • Até R$ 1.787,77: isento
  • De R$ 1.787,78 a R$ 2.679,29: alíquota de 7,5%, com parcela a deduzir de R$ 134,08
  • De R$ 2.679,30 a R$ 3.572,43: alíquota de 15%, com parcela a deduzir de R$ 335,03
  • De R$ 3.572,44 a R$ 4.463,81: alíquota de 22,5%, com parcela a deduzir de R$ 602,96
  • A partir de R$ 4.463,82: alíquota de 27,5%, com parcela a deduzir de R$ 826,15

COMO A TABELA DEVE FICAR COM A CORREÇÃO DE 4,5%

  • Até R$ 1.868,21: isento
  • De R$ 1.868,22 a R$ 2.799,85: alíquota de 7,5%, com parcela a deduzir de R$ 140,11
  • De R$ 2.799,86 a R$ 3.733,18: alíquota de 15%, com parcela a deduzir de R$ 350,10
  • De R$ 3.733,19 a R$ 4.664,68: alíquota de 22,5%, com parcela a deduzir de R$ 630,09
  • A partir de R$ 4.664,69: alíquota de 27,5%, com parcela a deduzir de R$ 863,32 

COMO A TABELA FICARIA COM A CORREÇÃO DE 6,5%

  • Até R$ 1.903,97: isento
  • De R$ 1.903,98 a R$ 2.853,44: alíquota de 7,5%, com parcela a deduzir de R$ 142,79
  • De R$ 2.853,45 a R$ 3.804,63: alíquota de 15%, com parcela a deduzir de R$ 356,80
  • De R$ 3.804,64 até R$ 4.753,95: alíquota 22,5%, com parcela a deduzir de R$ 642,15
  • A partir de R$ 4.753,96: alíquota de 27,5%, com parcela a deduzir de R$ 879,84
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