MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Avança a invasão silenciosa do Brasil

Avança a invasão silenciosa do Brasil

Repasso uma mensagem/artigo do Portinari Greggio que deve ser lida, comentada e difundida à larga. O PT não esmorece na sua impatriótica meta de criar, na América do Sul, um sucedâneo da URSS encabeçado por Cuba. Ninguém parece ver ou dar atenção ao que vem acontecendo. A URSS sobreviveu por cerca de 76 anos e a URSAL chegará, concretizado o sonho petista, no máximo a 7 anos, se a nossa incúria permitir seu surgimento. Para evitar tal desastre, é imprescindível que os brasileiros se unam, abandonem o comodismo e, em lugar de protestos contra o aumento de passagens e que tais, lutem pelo Brasil, contra esse internacionalismo fajuto que acabará por levar-nos ao desastre. Meus sinceros cumprimentos ao autor pela sua clarividência. 
OJBR

Caros amigos:
Há duas semanas enviei a todos uma mensagem com a pergunta: Se estivessem na pele do Inácio, que fariam vocês em 2015?
Não sou adivinho. Mas um um pouco de lógica ajuda.
Na mensagem
Para isso, Inácio terá de fingir que rompeu com Dilma, ou pelo menos se afastou do governo de Dilma, a qual, coitada, é refém dos banqueiros internacionais, representados pelo Joaquim Levy. Desse modo, Inácio tirará o seu da seringa, fugindo – como sempre – da responsabilidade pela crise econômica e pelo arrocho fiscal dos próximos anos. Vai dizer que a revolução prometida pelo petê não avança por causa da “elite” reacionária. E vai reassumir o papel de defensor do povão. E vai exigir uma revolução autêntica, pura, profunda. Com essa conversa, aglutinará os ressentidos e todo o rebotalho com o qual se entende tão bem.
Mas essas manobras, convém lembrar, só servirão para segurar o atual eleitorado do petê e impedir que Inácio perca votos. Não resolverão seu principal problema, que é ganhar novos votos.
Inácio precisará achar algum meio de aumentar o eleitorado do petê.
A única saída é uma carta escondida na manga, que o petê já mostrou, mas poucos prestaram a devida atenção: dar um jeito de trazer para o Brasil milhões de imigrantes do Terceiro Mundo.
Não sei quantos, mas serão precisos muitos milhões até 2018.
Além disso, será necessário achar um modo dessa gente votar nas próximas eleições presidenciais.
A invasão já começou.
De lá para cá, várias coisas se confirmaram.
Primeiro, o petê se mostra atarantado, frustrado e perdido no espaço, ao ter de engolir Levy e sua equipe no Ministério da Fazenda. Adoraria livrar-se deles, mas já recebeu recados do FMI e da comunidade financeira mundial: se mexerem com a equipe econômica, perderão imediatamente a “credibilidade”.
Por essa razão, grande parte do petê, sem outra saída, vai entrar na farsa de Inácio, de afastar-se do governo e passar para a “oposição” radical e revolucionária.
Mas isso, todo o mundo já sabe.
O que mais preocupa é a outra parte do plano de traição, a invasão e a destruição do Brasil por “imigrantes” – leia-se invasores.
Vejam o que aconteceu hoje, e preparem-se para o pior.
Inácio compareceu hoje a uma festa da “comunidade boliviana” no Parque Pedro II, em São Paulo. Calcula-se que já existam cerca de 300 mil bolivianos nesta cidade. Na ocasião, Inácio mais uma vez manifestou seu desejo de dissolver o Brasil numa futura UNASUL, ou URSAL: “é preciso construir uma nação latino-americana forte.” Após deplorar alguns obstáculos e atrasos nesse projeto, Inácio prometeu: “nós vamos construir uma nação latino-americana forte, com um povo vivendo em harmonia, trabalhando, estudando e tendo acesso à cultura.” Ou seja, seguindo o exemplo de Inácio, que sempre trabalhou, estudou e se interessou por cultura.
Uma pergunta que ninguém, nem mesmo a mídia, faz: por que a população brasileira nunca foi consultada sobre essa fusão do Brasil numa entidade supranacional? Afinal de contas, o que se pretende é dissolver o Brasil. Acredito que o povo brasileiro deveria ser ouvido. Não conheço nada mais drástico, radical e revolucionário, no pior sentido do termo, do que aniquilar uma Nação. Por muito, muito menos, no passado, essa proposta era respondida com ferro e fogo pelos povos. A luta pela identidade e a integridade nacional foi a principal causa de quase todas as guerras, levantes e revoltas ao longo da História. Que espécie de sangue corre nas veias dum povo que se deixa, passivamente, aniquilar, que ouve um idiota como Inácio anunciar essa aniquilação e não reage?
Em seguida Inácio exaltou o governo do cocaleiro Evo Morales, pela “prosperidade” que trouxe à Bolívia, sem mencionar que essa prosperidade (passageira, aliás) foi obtida às custas do Brasil, graças ao brutal aumento extorquido nas compras de gás boliviano. Esse gás, diga-se, só chega ao Brasil porque a Petrobrás pesquisou, explorou e construiu a infraestrutura necessária, a qual foi confiscada pelo índio Morales sem indenização, com apoio de Inácio - outro crime de traição pelo qual um dia talvez venha a ter de responder.
O deputado José Américo, do petê de São Paulo, afirmou que a integração defendida por Lula é atrapalhada pelo preconceito das elites. “Só o preconceito das elites das Américas impede uma integração ainda maior.”
Ao subir no palanque, Inácio foi apresentado à multidão de bolivianos como o “imigrante mais famoso do Brasil”, e “pai da integração social da América Latina.”
Depois do discurso de Inácio a platéia – milhares de bolivianos – puxou o coro “AQUI VIVO, AQUI VOTO”, protesto da comunidade boliviana pelo direito ao voto no Brasil.
Prestem muita atenção: os bolivianos “exigem” o direito de votar nas eleições brasileiras. Quem os está instruindo para “exigir”? Isso é apenas o primeiro balão de ensaio.
Que fazer?
Para começo de conversa, acho que é preciso introduzir, como prioridade na agenda da oposição, a revogação dum dispositivo da constituição de 1988 – a maior fraude ideológica da História do Brasil – inscrito entre os Princípios Fundamentais da república. Trata-se do parágrafo único do artigo 4o. :
Parágrafo único. A República Federativa do Brasil buscará a integração econômica, política, social e cultural dos povos da América Latina, visando à formação de uma comunidade latino-americana de nações.
Quem inseriu esse absurdo texto na constituição, além de traidor, desconhecia tudo da História do Brasil. Está na cara que esse tipo de "ideal" só pode ter surgido na mente de gente formada nas universidades. A nossa História de verdade foi gigantesca empresa de conquista e ocupação, seguida de longo trabalho de consolidação e unificação. Não se concebe que o sacrifício de tantos por tanto tempo seja, sem mais nem menos, anulado por moleques irresponsáveis e despreparados. Até porque a experiência demonstra que, quando se juntam povos e regiões subdesenvolvidas com outras mais avançadas, quem paga a conta e se atrasa com o peso morto é a segunda. Enxertar pobreza nunca gerou riqueza em lugar nenhum. Até mesmo a fusão da Alemanha Ocidental com a outra metade comunista (a qual não poderia ser comparada com os curarachas da América Latina) só serviu para sobrecarregar o lado sadio. A Alemanha Ocidental gastou, nos primeiros vinte anos da reunificação, cerca de dois trilhões de euros – aproximadamente 100 bilhões de euros por ano. A única coisa que ganhou, até o momento, foi sensível aumento de corrupção e problemas sociais. E, é claro, a nudista Angela Merkel no poder.
Acordos de cooperação, tratados de amizade e comércio, alianças, coisas assim, são admissíveis e necessários na vida das nações. Mas não necessitam dessa inútil e açodada declaração de princípio. Não é preciso entender de geopolítica para perceber que o excesso de amizade com vizinhos facilmente degenera em promiscuidade, daí a necessidade de manter a devida distância. Qualquer um que tenha morado em condomínios conhece essa verdade. A constituição de 1988, verdade seja dita, não vale o papel em que foi escrita. Mas esse dispositivo, em especial, é o mais absurdo, porque logo de cara nega a própria constituição, pois promete liquidar a mesma nação cujos fundamentos políticos e jurídicos pretende estabelecer.
Isso me faz lembrar a anedota dum parlamentar francês do século 19, famoso por suas declarações estapafúrdias (deve ser antepassado da Dilma). Ao receber uma medalha, perfilado, solenemente, ele jurou: “Desfraldarei esta espada para defender os nossos ideais e, se preciso for, para combatê-los.”
Um abraço
AC Portinari Greggio
São Paulo, SP