MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

O PT oficial e o PT clandestino



O PT oficial e o PT clandestino

Félix Maier

Lula foi uma liderança sindical criada e incentivada pelo general Golbery do Couto e Silva, “o bruxinho que era bom”, para neutralizar o projeto político de Leonel Brizola junto à classe trabalhadora, quando ocorresse a redemocratização, assim como para neutralizar as lideranças da esquerda radical, de modo que os idos de março de 1964 não se repetissem.

O “Lula secreto”, que no início dos anos 1970 tomou aulas de sindicalismo na Johns Hopkins University, nos EUA, sempre foi uma figura dúbia, de tal modo que Guido Mantega o considerava um “burguês” a serviço das montadoras e chegou até a boicotar um texto dele em um jornaleco esquerdista. Romeu Tuma Jr., no livro Assassinato de Reputações, afirma que Lula era um informante dos militares, conhecido como “Barba”, era amigo pessoal do delegado Romeu Tuma e, quando esteve preso, tinha muitas regalias, como não ficar atrás das grades, mas em uma espécie de prisão domiciliar.

Passados esses anos todos, descobriu-se que Lula, o “cabo Anselmo do ABC”, conseguiu enganar a todos, a começar por Golbery, que acreditava ter ajudado a criar uma oposição “digerível”, o Partido dos Trabalhadores (PT). O “Barba” provou que não é um democrata, mas uma figura desprezível que se ligou a tiranos sanguinários comunistas, como Fidel Castro, para transformar toda a América Latina em uma nova União Soviética. A União das Nações Sul-Americanas (Unasul), por acaso, não lembra a URSS?

O PT, em sua trajetória, sempre provou ser um partido autoritário, em que prevalece a ética leninista de que os fins almejados justificam os meios sujos utilizados. Provas? O PT não apoiou o candidato presidencial Tancredo Neves no Colégio Eleitoral, não assinou a Constituição de 1988, detonou o presidente Collor de Mello com seu “governo paralelo, instituiu o “orçamento participativo” em muitos municípios, tirando as prerrogativas dos vereadores, não apoiou Itamar Franco em um momento difícil, foi contra o Plano Real e a responsabilidade fiscal – além de outros arroubos autoritários que veremos adiante.

A história do PT é, principalmente, a história de Lula. Há o PT oficial (e o Lula oficial), propagado pela mídia, e o PT clandestino (e o Lula clandestino), escondido pela mídia. O PT oficial participou da Constituinte, embora tenha se negado a assinar a Constituição, por não ser stalinista como desejava. O PT clandestino quis retirar da Constituição a prerrogativa das Forças Armadas, no que diz respeito à garantia da lei e da ordem (GLO), com o intuito de enfraquecer a ultima ratio de defesa da democracia. Tanto é verdade que, quando Lula foi eleito presidente, seu governo criou a Força Nacional de Segurança, para substituir as Forças Armadas em ações internas.

Em 1989, Lula foi o candidato a presidente do PT oficial. Derrotado nas urnas, entrou em ação o PT clandestino e seu desavergonhado “governo paralelo”, com o objetivo de derrubar Collor. Depois de ampla campanha contra o presidente, em que se destacou o serviço secreto do PT, dirigido pelo araponga cubano-brasileiro José Dirceu, com a criação de dossiês e enxurrada de denúncias obtidas por petistas enquistados no governo, Collor foi destituído da presidência. Durante a “CPI dos anões do Congresso”, Esperidião Amin apelidou o serviço secreto petista de “PTPol”, a Interpol do PT. Coitado de Collor! Comparado às falcatruas perpetradas por Lula e pelo PT até os dias de hoje, com destaques para o “mensalão” e o Pasadenagate, Collor não passa de um pivete pé de chinelo.

Um fato grave do PT clandestino ocorreu naquela época, que não teve a devida repercussão na grande mídia. Um antigo guarda-costas de Fidel Castro, Juan Reinaldo Sánchez, autor do livro A vida secreta de Fidel, afirma que espiões cubanos participaram das campanhas presidenciais de Lula, desde 1989. E que os médicos cubanos, recém-contratados por Dilma Rousseff no programa Mais Médicos, não passam também de espiões a serviço de Cuba - um verdadeiro cavalo-de-troia comunista montado pelos “gregos” petistas, uma cunha cubana cravada no coração do Brasil.

O PT oficial nasceu defendendo a ética e pedia CPI para tudo. No entanto, ao comandar as primeiras prefeituras, apareceu a força do PT clandestino, com denúncias de corrupção aos montes, seja em Ribeirão Preto (Antonio Palocci), seja em Santo André (Celso Daniel), ou em São José dos Campos (Ângela Guadagnin, a “dançarina da pizza”). Quando o petista Paulo de Tarso Venceslau, em 1997, denunciou as falcatruas de Lula e do PT, a única providência do PT foi expulsá-lo do Partido, como é de praxe nesses casos. Provou-se que o PT é composto, não por donzelas puras, mas por vestais grávidas.

Em 1990, após a derrubada do Muro de Berlim e o início da implosão da URSS, o PT clandestino entrou em ação com força total. Sem nada divulgar para a imprensa, Lula e Fidel Castro criaram o Foro de São Paulo, o qual tinha três objetivos imediatos: salvar o regime cubano, depois que Moscou deixou de remeter gorda mesada a Cuba, impedir o ingresso do México no NAFTA e eleger Lula presidente do Brasil. O objetivo estratégico do Foro, que engloba partidos políticos e movimentos esquerdistas em geral, além de grupos terroristas como as FARC, é comunizar toda a América Latina, tendo Cuba como farol ideológico. A Venezuela de Chavez-Maduro é o que hoje mais se aproxima desse objetivo final, seguido pela Bolívia de Evo Cocales, o Equador de Rafael Correa, a Argentina de Cristina Kirchner, a Nicarágua de Daniel Ortega e - last but not least - o Brasil de Lula-Dilma.

O atual ministro das Relações Exteriores do PT oficial, embaixador Luiz Alberto Figueiredo Machado, é mera figura decorativa, depois que o Itamaraty foi jogado no limbo pelo PT, não servindo para nada. O Inglês, que é o Esperanto que deu certo, chegou a ser retirado da prova obrigatória de candidatos ao Itamaraty. Para que falar a língua de Shakespeare, se o cara sabe falar “nóis pega os peixe”? Como prova da subserviência do Itamaraty à ideologia bolivariana, vale lembrar os vergonhosos casos de ingerência do Brasil e da Unasul em assuntos externos, como o asilo político concedido ao presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaia, e a crise do impeachment do presidente Fernando Lugo, no Paraguai, ocasião em que se aproveitou para expulsar o Paraguai do Mercosul e acolher a Venezuela. Nem é preciso falar da posição do governo petista (“anão diplomático”) frente a Israel, sempre apoiando os terroristas do Hamas, como se o país judeu não tivesse o elementar direito de defender sua população contra os milhares de foguetes disparados de Gaza. No entanto, a direção da política internacional está com o ministro do PT clandestino, Marco Aurélio “top top” Garcia.

Romeu Tuma Jr., em seu livro Assassinato de Reputações, enumera uma série de crimes cometidos pelo PT clandestino. Como exemplo, ele cita o caso insepulto de Celso Daniel, fazendo uma pergunta até hoje não respondida: “Por que Gilberto Carvalho ainda não caiu do caminhão?” Todos os brasileiros não comprometidos com o petralhismo esperam que esta e outras interrogações sejam respondidas no segundo livro de Tuma Jr., a ser publicado nas vésperas das eleições de outubro. Segundo Tuma Jr., até a Polícia Federal tem uma ala petista, que ele classifica de Gestapo do PT, cuja finalidade é confeccionar dossiês de adversários políticos. Ou seja, assassinar reputações. Vale lembrar os dossiês feitos pelos petralhas contra os candidatos presidenciais Roseane Sarney, José Serra, José Alckmin - além do próprio FHC.

O PT clandestino atua há bastante tempo no mundo virtual, não só nestes tempos de ação webterrorista feita por Franklin Martins para alavancar a reeleição de Dilma Rousseff - com o auxílio prestimoso do petista de carteirinha José Dias Toffoli, ministro do STF e atual presidente do TSE, que impediu que as urnas eletrônicas passassem por um teste público. É crescente o uso da internet para ataques contra a imprensa e desafetos políticos, configurando-se verdadeira guerrilha digital. Um exemplo foi o “tuitaço” promovido por Rui Falcão, presidente do PT, e simpatizantes contra a revista Veja, que publica tanto os “malfeitos” da petralhada, quanto os dos tucanos. Eles utilizam robôs e perfis peões, para fazer crer que houve grande adesão a um movimento, como #vejabandida. O # (hashtag ou marcador) colocado na frente de uma palavra ou expressão compete por atenção na rede. Em 2011, o PT lançou o Núcleo de Militância em Ambientes Virtuais. “A utilização massiva da internet, das redes sociais e de blogueiros amestrados faz parte das táticas de engodo e manipulação da verdade no Brasil”. Na China, os “peões” que defendem o governo comunista recebem 50 centavos por cada inserção de apoio. No Brasil, quanto ganham os insetos da falconaria petralha para assassinar as reputações de Aécio Neves e Eduardo Campos?

Até este insignificante escriba da internet é patrulhado por petistas. Um blog baba-ovo, com o nome de Os amigos do presidente Lula, colocou na internet a calúnia de que eu sou um “falsificador de cartas”. As cartas têm autoria, não inventei nada, apenas postei textos recebidos de colaboradores. Ainda estou pensando se processo ou não o difamador. Por ora, o link está aí, especialmente para o deleite dos petralhas, para que conheçam as cartas postadas por mim no site Usina de Letras e espumem de raiva.

Hoje em dia, devido ao poder imperial que adquiriu, de feição fascista, sem uma oposição efetiva, o PT já realiza ações clandestinas à luz do sol. Um exemplo é o decreto nº 8243, assinado por Dilma Rousseff, de modo a instalar conselhos (sovietes) e comissões em todos os órgãos públicos. Tal decreto é apenas o eco de um outro decreto, feito por um órgão de hierarquia superior, ao qual o PT está inteiramente subjugado: o onagro vermelho que se chama Foro de S. Paulo. O jurista Ives Gandra alerta para o perigo de tal ignomínia ser colocada em prática, tirando as prerrogativas do Congresso Nacional. Na verdade, o decreto de Dilma segue o modelo bolivariano de assalto às instituições, de modo a implantar um governo totalitário no Brasil como o que existe em Cuba. Espero que os congressistas rejeitem tal patifaria.

Outro projeto petista é convocar para setembro deste ano um plebiscito popular por uma constituinte exclusiva, de modo que o povo brasileiro dê carta branca ao projeto de acelerar a cubanização do País. Tal canalhice começou a ser levantada pelo PT depois das manifestações de junho de 2013 e agora toma novo fôlego. Por que o PT tem tanta pressa em realizar tal plebiscito? Como a reeleição de Dilma Rousseff não está garantida, com o crescimento de apoio da população aos candidatos Aécio Neves e Eduardo Campos, o PT quer acelerar o processo de comunização do País.

Se o PT oficial realiza ações cada vez mais ousadas, às claras, tendo em vista tornar o Brasil um país comunista, tendo Cuba como modelo, o que estaria neste momento fazendo o PT clandestino? Importando armas de Cuba e da Venezuela para armar suas futuras milícias, a exemplo do MST, do mesmo modo como fazia o comunista Salvador Allende quando foi presidente do Chile? Não sei. Tratando-se do PT, o pior ainda pode acontecer, porque infelizmente estamos vivendo em uma autêntica República dos Bandidos. 


Cunha cubana atinge o coração do Brasil


quarta-feira, 23 de julho de 2014

Mais um crime dos petralhas: Bombardeiros venezuelanos sobrevoaram céu brasileiro para atacar oposição na Bolívia

Revista Veja de Brasil revela polémicos vuelos desde Venezuela a Bolivia para ‘masacrar’ la oposición
Por UnoAmerica

Politica  
La revista denunció que naves venezolanas pasaron por cielo brasileño rumbo a Bolivia para 'masacrar' la oposición.
 
Martes, 22 de Julio de 2014
La revista Veja arremetió otra vez en contra del gobierno boliviano.

Esta vez, la pluma del periodista Duda Texeira en su reportaje titulado 'Connivencia diplomática' relata cómo en el 2007, cuatro aviones Hércules C-130 de la Fuerza Aérea Venezolana, cruzaron 114 veces el espacio aéreo brasileño, que traían soldados y vehículos blindados a Bolivia.

La intención de la ayuda militar de Hugo Chávez era supuestamente ayudar al gobierno boliviano a masacrar las protestas populares, sostiene, además de que estaban dirigidas en especial para atacar a los opositores pandinos. 

Consideran que el reportaje ratifica la injerencia venezolana. El candidato a diputado por la oposición Luis Felipe  Dorado, dijo que el reportaje revela una clara injerencia del Gobierno venezolano en el boliviano.

"Por eso es necesario hacer una investigación efectiva y transparente, para que identifique dónde aterrizaron esas naves y a dónde se replegaron los militares de Venezuela en Bolivia", afirmó Dorado.

Lamentó que en esta época de campaña electoral en el territorio nacional, será muy difícil hacerla, sin embargo es posible, si es que el binomio Evo Morales - Álvaro García Linera, pierden en las elecciones nacionales del 12 de octubre.

A pesar de las adversidades, el exparlamentario dijo que se harán los esfuerzos necesarios para impulsar  la denuncia planteada por la revista Veja.

Sin embargo, observa la incapacidad del Ministerio Público, ya que su persona junto con otros parlamentarios presentaron las demandas contra los vínculos de corrupción del coronel Fabricio Ormachea.

Además en contra de YPFB, las minas del Vicepresidente Álvaro García Linera y hasta la fecha no se han vistos avances de ninguna naturaleza.

Veja aliada con la derecha boliviana. En respuesta al artículo de la revista brasileña, el diputado del Movimiento Al Socialismo (MAS), Edgar Luis Fernández, acusó a Veja de estar aliada con la ultra derecha boliviana.

El parlamentario masista dijo que la finalidad del medio escrito del vecino país, es desprestigiar al gobierno del presidente Evo Morales.

Fernández recalcó que la revista perdió credibilidad, ya que  los periodistas que escriben contra el Gobierno boliviano no tienen bases de sustento.

Negó la incidencia del gobierno venezolano, sino que al ser amigo del mandatario-candidato, la gestión de Nicolás Maduro les prestó en alguna ocasión, su flota aérea como ayuda humanitaria.

La intención es destruir a la oposición. Según el constitucionalista José Luis Santistevan, la intención del ingreso de tropas militares venezolanas a Bolivia es destruir a la oposición.

"No es sorpresa la intervención venezolana a la soberanía del Estado boliviano y de toda norma de ciudadanía protectora del derecho internacional, incluidos los pactos que protegen la vida y las libertades democráticas", afirmó el también el analista político cruceño.

Dijo que en Bolivia, la soberanía se usó con beneficio de inventario, mientras se ataca a los Estados Unidos y a otras potencias, se promueve y acepta la violación de la dignidad nacional por parte de otros países como el venezolano, poniendo en peligro la vida de los ciudadanos.

Mencionó que si en Bolivia se vive en un Estado de derecho, se debe hacer una investigación al más alto nivel en la Asamblea Plurinacional.

Esto mediante un comisión legislativa conformada por todas las fuerzas políticas, con el fin de que el pueblo boliviano conozca la verdad de las violaciones a la soberanía y dignidad por parte del Gobierno de Venezuela y la complicidad del actual Gobierno.

Pérdida de imagen internacional. En esa línea, la decana de la carrera de Relaciones Internacionales de la Udabol, Roxana Forteza, comentó que ante las revelaciones del nuevo reportaje de Veja, Bolivia está perdiendo su  imagen internacional. Incluso aseveró que la desinstitucionalización de los aeropuertos en Bolivia, al parecer era para meter armas y militares extranjeros al territorio nacional. Desconfía que la Fiscalía General abra investigación, ya que se necesita más pruebas y un sistema legal imparcial.

Es una ilegalidad. Mientras que el exfiscal, Joadel Bravo, dijo que el reportaje de Veja refleja una ilegalidad, el hecho de invadir espacio brasileño sin autorización. "Ya que el permiso debe ser otorgado por el Congreso Nacional del Brasil y al carecer de ello, violenta la autonomía del vecino país", puntualizó. Como hombre de leyes, sugirió abrir una investigación del supuesto ingreso de naves venezolanas con fines oscuros a Bolivia.

"Es necesario hacer una investigación efectiva y transparente para que se identifique dónde aterrizaron esas naves y a qué parte de Bolivia, se replegaron los venezolanos".  

Luis Felipe Dorado 
Candidato a Diputado de UD

"Veja está aliada con la ultraderecha boliviana, su finalidad es despresitigiar al gobierno  de Evo Morales, esa revista perdió credibilidad, porque acusa sin fundamento".

Edgar Luis Fernández 
Diputado del MAS

"La intención del ingreso de tropas venezolanas a Bolivia es destruir a la oposición, no es sorpresa  la intervención de este país a la soberanía del Estado boliviano".

José Luis Santistevan
Constitucionalista 

"Ante las revelaciones de Veja, Bolivia pierde imagen a nivel internacional, incluso la desinstitucionalidad de aeropuertos, al parecer es para meter armas y extranjeros".

Roxana Forteza  
Decana de relaciones internacionales de la Udabol

Revista veja
Reportaje 'Convivencia Diplomática'

Duda texeira. En 2007, Venezuela sobrevoló el espacio aéreo brasileño para enviar soldados y vehículos militares para ayudar a Bolivia a las protestas de la masacre. A medida que los gobiernos de Bolivia y Venezuela son ideológicamente en sintonía con el brasileño, el caso fue silenciado. Parte de esta historia aparece en un informe confidencial del Ministerio de Defensa de Brasil. El texto narra la visita del militar y ministro de Defensa, Nelson Jobim, a Venezuela 13 y 14 de abril de 2008. El documento es parte de un paquete de 397 archivos, robados de mensajes de correo electrónico del sistema de la Cancillería y puesto a disposición en Internet por los hackers en mayo pasado.

Punto de vista

Susana Seleme   
Analista Política

"Nadie duda de la afinidad ideológica  entre los involucrados"

"Dada la gravedad de la nota de la revista Veja, para mantener un mínimo de objetividad periodística, habría que verificar tal denuncia por otros medios. Sobre todo, porque proviene de un hacker que robó la información del Ministerio de Relaciones Exteriores de Brasil. Es probable que sea cierto que un avión de Venezuela sobrevoló el espacio brasilero, en 2007 sin permiso, con tropas y armamento para reprimir protestas populares en Bolivia. Pero hay que probarlo, aunque nadie duda de que hay afinidad ideológica y política de los gobiernos involucrados. ¿Quizás por eso  se ha mantenido en secreto?.  En todo caso, el gobierno de Evo Morales era una bandera del socialismo del siglo XXI, impulsado por el extinto Hugo Chávez. Hoy poco se habla de socialismo, pero el régimen de Morales hizo creer  a muchos ingenuos que aquí había asonadas para derrocarlo."

Fuente: El Día, Diario de Bolivia

Olimpíadas 2016: Informativo nº 112/2014 DEC - Exército Brasileiro

O planejamento dos governos petistas, na prática, é inexistente, em todos os setores da vida nacional.
 Já passamos vergonha na Copa do Mundo e o país ainda será bastante cobrado para o bom êxito das Olimpíadas de 2016.
 Recentemente, os principais aeroportos do Brasil foram privatizados pelo governo do PT, para evitar o caos na Copa do Mundo. Logo o PT, que sempre bateu contra as privatizações. Cometeu estelionato eleitoral e isso será cobrado nas eleições de 2014.
 Agora, mais uma vez, o governo apela para o Exército, na certeza de que a missão, mesmo com o prazo reduzido, será cumprida. 
 Grande abraço. Osório

Leia o Informativo nº 112/2014 do Departamento de Engenharia e Construção (DEC) do Exército Brasileiro clicando no link abaixo:

A verdadeira Comissão da Verdade: as Forças Armadas brasileiras lideram pesquisa Datafolha

Pesquisa Datafolha divulgada em 21/07/2014

Essa é a "Comissão da Verdade" de VERDADE. Mas ela incomoda a todos - políticos, OAB, mídia, certa justiça ideológica e à própria "Comissão da Omissão da Verdade". RP.

[RP = General Luiz Eduardo Rocha Paiva]
 
    Pesquisas confirmam que as Forças Armadas são a instituição de maior confiança do povo brasileiro

 

Pesquisa Datafolha encomendada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e divulgada nesta segunda-feira (21) aponta que as Forças Armadas são a instituição com maior nível de confiança dos brasileiros.

Os partidos políticos são os menos confiáveis, de acordo com levantamento.

O estudo ouviu 2.126 pessoas, em 134 municípios de todas as regiões do país, entre os dias 6 e 10 de junho.

A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A OAB encomenda a pesquisa anualmente há mais de dez anos.

Após as Forças Armadas, a Polícia Federal e a OAB foram as instituições com melhor avaliação por parte dos entrevistados.

Dentre as insatisfações do brasileiro, a saúde figura em primeiro lugar, para 38% dos entrevistados. O número é maior que em comparação a 2003, quando somente 6% dos entrevistados se declaravam insatisfeitos com o setor.

A questão da violência pública vem em seguida para 15% dos entrevistados.

A corrupção aparece como a terceira maior causa de incômodo, para 14% das pessoas ouvidas pelo Datafolha.
Na educação, o descontentamento pulou de 4% em 2003 para 10% na pesquisa atual.



Leia os textos de Félix Maier acessando:
1) Mídia Sem Máscara
2) Piracema II - Nadando contra a corrente
3) Facebook  

Leia as últimas postagens de Félix Maier em Usina de Letras clicando em

 

Wikipédia do Terrorismo no Brasil


MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Uma seleção de artigos. Imperdível!

David e Golias

DAVID E GOLIAS


Por JoãoPereira Coutinho

Folha de S. Paulo

Sempre que escrevo sobre Israel, há um leitor que pergunta: você é judeu? A pergunta é reveladora. Significa que só um judeu pode ser suficientemente louco (ou sanguinário) para considerar que no conflito israelense-palestino é Israel quem tem razão.

Isso reflete o ar do tempo, devidamente criado pela mídia. É lógico que Israel não tem razão, dizem. É lógico que Israel sempre quis expulsar os palestinos do seu território. É lógico que Israel não quer a paz.

Infelizmente, nada disso é lógico e, pior ainda, nada disso sobrevive à história. Sim, a construção de assentamentos na Cisjordânia, pior que um crime, é um erro (obrigado, Talleyrand). Sim, Netanyahu é quase uma "pomba" no seu governo cada vez mais radicalizado.

E, sim, a direita israelense já não acredita na existência de dois Estados depois da retirada de Gaza (e dos foguetes que o Hamas passou a lançar contra Israel).

Mas antes de chegarmos a essas tristes conclusões, é preciso dizer três coisas que qualquer pessoa alfabetizada consegue entender.

Primeiro: o Hamas, que é tratado pelo jornalismo como uma mera "facção" (ou até como um interlocutor válido para a paz), é uma organização terrorista e islamita que nem sequer reconhece o direito à existência de Israel. Um pormenor?

Não. O essencial. O conflito de Israel com a Autoridade Palestina é um conflito territorial. É uma discussão sobre fronteiras; sobre a soberania de Jerusalém; sobre o destino dos refugiados palestinos; sobre o acesso à água -enfim, uma discussão racional.

O conflito com o Hamas é um problema ideológico. Basta ler a carta fundamental do grupo. Depois de prestar vassalagem à Irmandade Muçulmana (artigo 2) e de invocar os "Protocolos dos Sábios do Sião" (artigo 32) como argumento de autoridade (um documento forjado pela polícia czarista no século 19 para "provar" o conluio judaico para dominar o mundo), o Hamas não quer um Estado palestino junto a um Estado judaico.

Quer, sem compromissos de qualquer espécie, a destruição da "invasão sionista" (artigo 28) -do mar Mediterrâneo até o rio Jordão. Os foguetes que o Hamas lança não são formas de reivindicar nada: são a expressão da incapacidade de aceitar que judeus vivam no "waqf" (terra inalienável dos muçulmanos -artigo 11).

Acreditar no Hamas como "parceiro" para qualquer "processo de paz" é não entender a natureza jihadista do grupo. O Hamas não luta em nome da Palestina. Luta em nome de Alá.

Segundo: quando se fala nos "territórios ocupados", Gaza já não está no pacote. Israel se retirou de Gaza em 2005. O território -um antro de pobreza e corrupção- é governado pelo Hamas desde a vitória nas eleições parlamentares de 2006. A partir desse ano, o Hamas entendeu a retirada israelense como uma vitória do terrorismo -e não como o primeiro passo para criar as bases de um futuro Estado palestino.

Depois de Gaza, viria a Cisjordânia e finalmente a totalidade de Israel. Uma pretensão lunática que, sem surpresas, começou por embater frontalmente com a posição mais moderada da Autoridade Palestina. Resultado?

Em 2007, o Hamas e a Fatah (uma facção da OLP) viveram uma guerra civil "de fato" que teve de ser freada por Israel.

Por último, toda a gente sabe que a solução mais realista para o conflito passa pela existência de dois Estados com fronteiras seguras e reconhecidas.

Assim foi antes da partição da Palestina pela ONU (relembro a Comissão Peel de 1937). Assim foi com a Partição propriamente dita em 1947. E, para ficarmos nos últimos anos, assim foi em Camp David (2000). Foi o lado palestino que recusou essa divisão -o maior crime cometido por Yasser Arafat contra o seu próprio povo.
De tal forma que, hoje, já poucos acreditam em divisões. Os líricos falam de um Estado binacional para judeus e árabes (um delírio que ignora, por exemplo, o que se passou na antiga Iugoslávia). Os resignados falam de três Estados: o de Israel, o da Cisjordânia (talvez com ligação à Jordânia) e Gaza (o antro do Hamas).

Simples meditações de um judeu?

Não. Para começar, não sou judeu. E, para acabar, não é preciso ser judeu para compreender que, às vezes, e contra as nossas cegas emoções, Golias tem mais razão que David.

joão pereira coutinho
João Pereira Coutinho, escritor português, é doutor em Ciência Política. É colunista do 'Correio da Manhã', o maior diário português. Reuniu seus artigos para o Brasil no livro 'Avenida Paulista' (Record). Escreve às terças na versão impressa e a cada duas semanas, às segundas, no site.

Como funciona o Partido dos Trambiqueiros (PT)

Assim é que funciona o desgoverno do partido dos trambiqueiros...
Mulher de Franklin Martins fatura R$ 6 milhões
com o governo do PT em serviços de comunicação.
Franklin Martins diz que não tem nada a ver com isso.

 
Para entender melhor, leia este post publicado pelo blog em abril de 2012.
 
A mulher do jornalista Franklin Martins, ex-ministro das Comunicações de Lula e um dos coordenadores da campanha à reeleição de Dilma, viu multiplicar os repasses de órgãos do governo federal entre 2004 e 2014 para a empresa dela. A Cine Group, que tem Mônica Monteiro como sócia majoritária, ganhou R$ 34,2 mil em 2004 --ano em que foi registrada na Junta Comercial do DF. Em 2013, ganhou R$ 1,2 milhão.

Em dez anos, a empresa levou um total de R$ 6 milhões por serviços prestados com e sem licitação para órgãos como a Presidência e os ministérios do Turismo, Saúde e Cidades. A empresa, por exemplo, foi subcontratada para participar de ao menos cinco pronunciamentos em cadeia nacional de rádio e TV de Dilma entre 2011 e 2013.

O maior contrato da Cine Group, no valor de R$ 2,3 milhões, foi firmado com a EBC (Empresa Brasil de Comunicação) para produzir a segunda temporada da série "Nova África". Como ministro de Lula, Franklin foi um dos responsáveis pela criação da EBC. Ele diz diz que teve influência "zero" nos contratos da Cine Group com o governo. A Cine Group afirma que o relacionamento entre Mônica e Franklin não teve "nenhum peso" nos contratos. E que seus principais clientes são canais de televisão privados e estrangeiros.

Comentário : é incrível a cara de pau destes trambiqueiros. A mulher do cara tem uma empresa de comunicação, que é justamente a área de influência dele, justamente onde o cara foi o big boss. O marqueteiro da chefa do esquema tem mil fornecedores para escolher, mas escolhe justamente a produtora da mulher dele para triangular e repassar para o cara um tamiflu extra. É preciso varrer esta raça rampa abaixo. A quadrilha esta enraizada no poder !!!

Acesse o Blog do Coronel - http://coturnonoturno.blogspot.com.br/ 

terça-feira, 22 de julho de 2014

O que mudou no Brasil desde Março de 1964 para cá?

General-de-Brigada Paulo Chagas
 
O objetivo do movimento comunista é fazer a mudança da natureza do homem, tirando-lhe a iniciativa e a ambição (motores da evolução da humanidade), transformando-o em um ser amorfo, acomodado e submisso - a sociedade sem classes. O que é uma balela, porque, no final das contas, a sociedade comunista não as elimina, mas as resume a duas: o partido e o proletariado.


Para isto empenham-se para promover o rompimento com os valores judaico-cristãos que orientam, organizam e disciplinam a nossa sociedade – família, respeito à tradição, temor a Deus, respeito ao mestre, aos mais velhos e às instituições, valorização do mérito.

 
Essa desconstrução de princípios é fundamental para nivelar os homens por baixo, daí a quantidade de invejosos, iludidos, ingênuos, desajustados, incapazes, incompetentes e espíritos de porco que assumem as bandeiras e se identificam (ou pensam que se identificam) com o ideário comunista.

 
Em 64 vivíamos o ápice da sua segunda tentativa de tomada do poder e, consequentemente, da desconstrução dos valores culturais conservadores (morais, éticos e religiosos), chegando ao cúmulo da ousadia de subverter a disciplina militar para, logicamente, enfraquecer estas instituições e sua possível reação ao golpe.

 
O “basta”, representado pelas Marchas da Família com Deus pela Liberdade, foi a centelha para a reação e para a recuperação dos valores que estruturalmente suportam a sociedade brasileira. Ou seja, o movimento cívico militar reafirmou e recuperou estes valores, não permitindo que outros os substituíssem.

 
Na área econômica, basta dizer que o Brasil, em 64, era quase a 50ª economia do planeta, com uma inflação de 80% ao mês, sem indústrias e sem estruturas para evoluir e, ao final do período militar, após as duas crises do petróleo que mudaram a configuração econômica do mundo, o Brasil ocupava a 8ª posição neste ranking.

 
A atuação na área política foi o ponto fraco do regime militar, pois desprezou suas práticas ao invés de corrigi-las e não soube formar novas lideranças, capazes de dar continuidade ao trabalho dos técnicos, especialistas e militares que alicerçaram as bases para a evolução e deram o novo rumo ao Brasil. Hoje estamos nas mãos de uma classe política de politiqueiros, despreparados, mal-intencionados ou comprometidos com a ideologia da escravidão e da mediocridade!

 
Após o fim do Regime Militar houve no Brasil uma intensa preocupação em proteger o cidadão comum de uma possível ação “opressora” do poder do Estado. Foram criados instrumentos legais que restringem, condicionam e tolhem a agilidade da atividade de segurança pública e do processo judicial.

 
Neste cenário, houve incremento do crime organizado. Os novos instrumentos, ao dificultarem o exercício do poder coercitivo pelo Estado, facultaram aos criminosos maior liberdade de ação, banalizando o crime e difundindo no País um destrutivo clima de impunidade. Os legisladores, tentando proteger o cidadão “de bem” de uma possível ação repressora ou ditatorial, acabaram por proteger os criminosos.

 
Na mesma linha de oportunismo encontram-se movimentos de pressão social, como o MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra), o MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) e outros, que, apropriados por lideranças radicais e ideologicamente revolucionárias e escudados na legitimidade das questões sociais que representam, praticam a desobediência civil de forma crescente e planejada, podendo, a qualquer momento, ultrapassar a capacidade do poder de polícia dos governos estaduais, passando a ameaçar o próprio poder central da União.

Integrantes do MST já assumem publicamente a possibilidade de optar pela luta armada!

 
Hoje, em função desta permissividade, estamos outra vez no limiar do rompimento das estruturas conservadoras que, respeitando e valorizando as diferenças individuais, sempre foram as molas mestras da evolução da humanidade, não apenas do Brasil.

 
O rompimento com estas estruturas é o responsável último pelo caos que se aproxima, pois, “o socialismo dura enquanto durar o dinheiro dos outros”!
 
A situação atual do Brasil e a de todos os demais signatários do Foro de São Paulo demonstra que, neste rumo, irão todos acabar como Cuba, exportando mão de obra escrava, pois não lhes restará outra riqueza.

A vida luxuosa dos líderes do Hamas

O Hamas não é exatamente a organização terrorista favorita dos egípcios considerando-se os ataques terroristas do Hamas contra soldados egípcios e o seu envolvimento no golpe da Irmandade Muçulmana no Egito.
Isto pode ser visto nesses trechos da programação televisiva no quais os âncoras egípcios acusam os líderes do Hamas de levar uma vida luxuosa, com jantares em restaurantes e uma vida fácil à beira de piscinas com suas quatro esposas enquanto a luta se desenrola.
Eles denunciam também que os esquadrões que lançam foguetes operam dentro de áreas civis e estão atraindo uma nova “Nakba” para o seu povo [N.do.T: nakba: expressão árabe que significa “catástrofe” ou “desastre”].
Diz o apresentador egípcio Ahmad Musa ao ser exibida uma foto de Khaled Mashal (1) exercitando-se numa academia:
“Veja como o Khaled faz a jihad lá no Catar.”
Aparece uma foto do Khaled Mashal saboreando uma bela refeição, e então diz o apresentador:
“Esta é a jihad versão Khaled. Ei, Khaled, a Jihad está é em Gaza...”
É exibida uma foto do Khaled Mashal assistindo TV, o apresentador diz:
“Ou, é claro, ele está assistindo o canal de TV deles [do Hamas]. Está é a Jihad do Khaled Mashal e dos seus camaradas, eis os honrados e grandiosos jihadistas. Enquanto fazem esse tipo de Jihad, eles abandonam seu povo para ser morto. Se você for um homem de verdade, você tem de voltar para Gaza assim que acordar amanhã de manhã.”
Imagem de Isamil Haniya (2) sentado próximo a uma moça loura:
“A jihad dele é assim, Allah seja louvado... Esta é a grande jihad feita por Isamil Haniya e seus irmãos no Hamas.”
É óbvio que Khaled Mashal não irá para Gaza.
Por que vocês, nas Brigadas Al-Qassam (3), [escondem-se] entre os civis? Por que vocês usam os lares palestinos? Vocês deveriam manter seus esconderijos bem longe das casas das pessoas. Vocês sabem muito bem que quando vocês lançam um míssil de uma casa, um [outro] míssil irá cair dentro daquela mesma casa em um minuto. Vocês estão trazendo outra nakba sobre o seu povo.
Outro programa foi até bem mais explícito sobre o estilo de vida luxuoso no Hamas.
Mazher Shahin, apresentador de talk-show:
Nós não estamos dispostos a sacrificar nem mesmo um único cílio de um civil ou de um soldado egípcio em prol do Hamas e de todas as pessoas que fazem o jihad enquanto vivem abastadamente em todos os tipos de banquetes na beira de uma piscina...”
Eles incentivam o povo a entrar na luta, no terrorismo e na violência sob o pretexto de “Jihad”, enquanto eles mesmos estão sentados num hotel, na beira de uma piscina, ou numa praia de nudismo, comendo todo o tipo de comida, casando-se com quatro esposas e dirigindo um carro luxuoso de último modelo. O que é isso?! Que tipo de homens vocês são?
Vocês sabem onde fica a fronteira entre Israel e a Palestina. Se houver algum homem de verdade entre vocês, eu me disponho a levá-los no meu carro particular e às minhas custas até a fronteira de Gaza. Eu deixo vocês lá e direi: “Vai. Que Deus possa estar contigo. Gaza está lá. A Jihad lhe espera. Vá lá e mostra para todos nós que você é um homem de verdade.”
Enquanto isso as sugestões mais “moderadas” vindas da Arábia Saudita propõem que o Hamas desfilie-se da Irmandade Muçulmana.

Notas:
1 – Khaled Mashal: chefe do sírio do Hamas. É considerado o líder de mais alto escalão. Declara ser o responsável por diversos ataques suicidas palestinos.
2 – Isamil Haniya: líder do Hamas na Faixa de Gaza. Primeiro ministro de facto da Autoridade Nacional Palestina (foi demitido por Mahmoud Abbas em consequência da disputa Hamas-Fatah, no entanto continuou exercendo o cargo). É sua a frase: “Superando as privações, nós iremos estabelecer o equilíbrio do terror. Desde as nossas ruínas nós iremos destruir Tel Aviv.”
3 – Brigadas Al-Qassam: braço armado do Hamas.


Publicado na The Frontpage Magazine.
Tradução: Francis LauerEnviar comentários para flauer@zoho.com.

Ainda:

Egípcios esperam que Israel destrua o Hamas

Quem são os palestinos mortos?

ONU: a maioria das vítimas de Gaza não deram importância aos avisos 

Dupla covardia: o uso de civis palestinos para atacar civis em Israel

Mundo condena Israel por proteger seu povo

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Dilma Rousseff injeta US$ 150 milhões em aeroportos de Cuba



Em vez de construir um dos 800 aeroportos regionais que prometeu em 2012, Dilma Rousseff mandou o dinheiro para remodelar e reformar os aeroportos cubanos. Uma espécie de "Mais Aeroportos" cubano. A notícia foi comemorada pelos jornais da ilha-prisão. Aqui no Brasil, a Folha de São Paulo prefere montar dossiês contra a oposição, mas não investiga estes empréstimos que ninguém sabe em que condições se deram, já que Fernando Pimentel, o petista que é candidato ao governo de Minas, colocou as operações sobre segredo de estado, por ordem da presidência da República. É hora da Oposição colocar o dedo na moleira deste governo corrupto.  


'Me acode, Lula!', por Ricardo Noblat

Quem disse indignado na semana passada: “A política está apodrecida no Brasil”?
E quem disse: “É preciso acabar com partidos laranjas, de aluguel, que utilizam seu tempo [de propaganda eleitoral no rádio e na TV] para fazer negócio"?
Por último, quem disse que deveriam “ser consideradas crime inafiançável doações de empresas privadas para partidos”?
Está de pé? Melhor sentar. Foi Lula quem disse. Acredite!
Estou de acordo: não é de hoje que Lula diz o contrário do que faz. Ou afirma algo que nega amanhã. Ou simplesmente reescreve fatos conhecidos.
Procede assim porque acha que a política é para ser feita assim. Aprendeu de tanto observar os costumes alheios quando era líder sindical ou político novato.
Aprendeu, também, depois de perder três eleições presidenciais seguidas.
Agora, chega! – concluiu em 1998 ao ser derrotado pela segunda vez por Fernando Henrique. Deve ser por isso que sempre o trata mal. Parece esquecido de que foi cabo eleitoral dele.
Adiante.
Lula mandou chamar à sua presença o presidente do PT, à época José Dirceu. E ordenou-lhe que jogasse as regras do jogo para elegê-lo. Não estava mais disposto a bancar o bobo.
A semente do escândalo do mensalão caiu em terra fértil quando Lula, na companhia de José Alencar, seu futuro vice, assistiu à compra por pouco mais de R$ 6 milhões do apoio do PL do então deputado Valdemar Costa Neto.
O negócio foi fechado em um apartamento de Brasília. Lula e Alencar ficaram no terraço. Dirceu, Delúbio Soares, tesoureiro do PT, e Valdemar, se trancaram num quarto.
O efeito devastador sobre o governo do escândalo do mensalão obrigou Lula a convocar uma cadeia nacional de rádio e de televisão para pedir desculpas aos brasileiros.



Dilma e Lula - Foto: Sebastião Moreira / EFE


Uma vez terminado o julgamento do mensalão, disse que ele jamais existiu. E acusou o Supremo Tribunal Federal, cuja maioria dos ministros foi nomeada por ele, de ter se curvado à pressão da mídia.
Incoerência? Que nada. Esperteza!
Em 2005, Severino Cavalcanti (PP-PE), presidente da Câmara dos Deputados, renunciou ao cargo e ao mandato para escapar de ser cassado. Recebera um mensalinho pago pelo dono de um restaurante.
Lula saiu em defesa dele três anos depois. Afirmou que o respeitava muito. E culpou parte da “elite paulista” pela queda de Severino. Ainda não existia a “elite branca” capaz de vaiar Dilma.
A um amigo, em conversa recente, Lula referiu-se a Dilma como “aquela mulher”. Lamentou não ter combinado abertamente com ela que a substituiria já este ano como candidato a presidente.
Dilma conta a história de que consultou Lula sobre seu desejo de voltar ao poder. E diz que ele negou o desejo.
Antes de se lançar candidato do PSB à vaga de Dilma, Eduardo Campos ouviu de Lula que não disputaria a eleição.
O “Volta, Lula!” esfriou. O “Me acode, Lula!” só faz esquentar. Para tristeza de Dilma.
Ela imaginou que chegaria às vésperas da eleição deste ano menos dependente de Lula. Mas não. Em primeiro lugar, depende de Lula para se reeleger. Em segundo, do engenho e arte do seu marqueteiro.
O tempo de propaganda eleitoral de Dilma será três vezes maior que o de Aécio e cinco vezes maior que o de Eduardo. Por que?
Porque Lula costurou uma aliança de 10 partidos, a maioria de aluguel, que doou a Dilma seu tempo de propaganda em troca de dinheiro e de cargos no governo.
Se tudo der certo, Lula promete acabar com os meios reprováveis que teriam ajudado Dilma a se reeleger.
Você acredita?

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