MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

CNV prepara teatrinho para o dia 10/12/2014: patifes a serviço do petralhismo e do bolivarianismo

Escreve o general Luiz Eduardo Rocha Paiva:
Caros amigos,

Lamento que só tenham publicado um trecho pequeno do que falei ao articulista sobre o relatório da CV.

Disse que o Relatório era uma hipocrisia, pois se vai responsabilizar toda a cadeia de comando até os Presidentes Militares por violações aos DH, deveria fazer o mesmo com os presidentes civis, pois tais violações houve antes, durante e depois do regime militar, e que estava havendo agora em vários estabelecimentos carcerários e delegacias do Brasil. Disse que a constância dessas violações revelam omissão, vista grossa ou incapacidade dos governos de sempre, mas não uma política de Estado.  

Afirmei que os governos atuais só se preocupam com DH quando a mídia noticia violações, mas que passado o assunto tudo volta ao que sempre existiu, daí o Brasil ser, hoje em dia, constantemente responsabilizado pela ONU por sua incapacidade de controlar a situação.

Conclui dizendo que as atuais vítimas de violações, ao contrário dos militantes da luta armada, não estavam presos por defender a revolução marxista-leninista, não eram filhos de deputados, artistas ou profissionais da mídia, portanto não eram das "elites" nem tinham "sobrenome". Que, por isso, nunca seriam indenizados nem contariam com a solidariedade da esquerda radical, revanchista e hipócrita, encastelada nos altos poderes da União.

Já tentei passar essas ideias em artigos para diversos jornais, mas depois de janeiro de 2011, eles sempre os recusam.

Gen Rocha Paiva 

JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO (app.folha.com/m/noticia/496375) - 07-12-2014
   
LUCAS FERRAZ - DE SÃO PAULO e JOÃO CARLOS MAGALHÃES - DE BRASÍLIA

Após dois anos e sete meses de trabalho, crises internas e resistência das Forças Armadas, a Comissão Nacional da Verdade entrega nesta semana seu relatório final com uma relação de aproximadamente 300 agentes do Estado acusados de crimes na ditadura (1964-85).

Será a primeira vez que o Estado brasileiro fará uma compilação com os nomes dos responsáveis pelas violações aos direitos humanos.

A lista, motivo de preocupação em setores do governo pelo impacto que terá junto aos militares, deve ser usada posteriormente pelo Ministério Público Federal em ações na Justiça contra agentes suspeitos de mortes, torturas e desaparecimentos no período e que ainda estejam vivos. Hoje, calcula-se que esse número seja de cem pessoas.

Os integrantes já anunciaram que o documento final vai pedir a responsabilização de militares, policiais e ex-agentes da repressão que cometeram crimes.

A Lei de Anistia não deve ser objeto de consideração, já que os integrantes chegaram ao consenso de que não caberia ao grupo pedir a sua revisão. Ainda que sua vigência atrapalhe as ações judiciais, alguns juízes já entendem que é possível processar os agentes usando outros argumentos – por exemplo, o de que o desaparecimento de uma pessoa nunca encontrada é um crime continuado, portanto fora do alcance da anistia.

A "indicação de autoria", expressão que será empregada pela Comissão da Verdade em seu relatório para nomear os culpados, será divida em três níveis, conforme a Folha apurou: 1) político-institucional, caso dos presidentes e ministros-militares que eram da cúpula do regime, a grande maioria já morta; 2) militares que tinham responsabilidade na gestão da repressão, como os chefes dos DOI-Codi (centros de repressão do Exército), e 3) militares e agentes diretamente envolvidos em mortes e torturas.

Em alguns casos, a lista incluirá o mesmo nome nos níveis 2 e 3, o que deve acontecer por exemplo com o coronel reformado do Exército Carlos Alberto Brilhante Ustra, que chefiou o DOI-Codi de São Paulo e é apontado pela Procuradoria em São Paulo e por ex-militantes como participante direto de homicídios e torturas. Ele nega.

Embora reconheçam limitações no trabalho do grupo, sobretudo numa investigação realizada mais de 40 anos depois do período mais violento da ditadura, os integrantes da comissão disseram à Folha que o documento a ser apresentado à presidente Dilma Rousseff, na próxima quarta, não irá envergonhá-los.

Para o coordenador Pedro Dallari, o maior feito será mostrar que os crimes e violações ocorridas na ditadura não eram exageros pontuais, como ainda hoje os militares insistem em dizer, mas sim uma política de Estado com regras próprias e uma estruturada cadeia de comando.

Militares da ativa e da reserva afirmam que não há expectativas com o documento final. "[Ele] vai mostrar as violações de um só lado, mas nenhuma de outro. E a esquerda? O relatório não terá credibilidade histórica", disse à Folha o general da reserva Luiz Eduardo Rocha Paiva. "A comissão se limitou a atender interesses revanchistas."

Editoria de Arte/Folhapress
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Essa (C)Omissão Nacional da Verdade, não fora o que poderá resultar do teatrinho do dia 10 em Brasília, nunca deveria ter sido considerada seriamente. Jogo de cartas marcadas. 
OJBR

 KAMARADAS

Estive revendo a relação de mortos e desaparecidos organizada pelos comissários da Omissão Nacional da Verdade e constatei a existência de mais um nome de um "morto pela ditadura militar". Trata-se de Gustavo Buarque Schiller, que cometeu o suicídio em 22 de setembro de 1985, atirando-se do alto de um edifício em Copacabana. Nesse caso, também bastaria que os comissários tivessem lido os jornais, mas acharam mais fácil imputar a morte à "ditadura militar". Enfim, mais uma morte, menos uma...

Azamba


Aos Kamaradas

Da Relação e Mortos e Desaparecidos durante o regime militar constituída pela Comissão Nacional da Verdade, esta deverá imputar aos militares a morte ou desaparecimento de 421 pessoas, segundo os jornais. Dessa relação fazem parte ROSALINO DE SOUZA (sabidamente justiçado durante a guerrilha do Araguaia por sua companheira, também militante, DINALVA CONCEIÇÃO TEIXEIRA - "Dina"), TITO DE ALENCAR LIMA (que sabidamente cometeu o suicídio na França em 10 de agosto de 1974) e ZULEIKA ANGEL JONES (que sabidamente morreu num acidente de automóvel, dirigido pela própria, em 14 de abril de 1976).
Se os comissários tivessem qualquer dúvida sobre isso  bastaria ler os jornais da época. Mas isso dá trabalho, Muito mais fácil é imputar à "repressão" essas mortes. Afinal, mais uma, menos uma...


Azamba 

Obs.: Azamba é Carlos Ilich Santos Azambuja, historiador. Esses comissários do povo bolcheniquim (bolchevique tupiniquim) são paus mandados da terrorista Dilma Rousseff, para promover o revanchismo contra os militares que impediram que os comunistas transformassem o Brasil num Cubão. Não passam - todos eles - de patifes a serviço do petralhismo (F. Maier).