MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Vocês conhecem aquela história do cara que batia carteiras no naufrágio do Titanic?

Não basta o vexame nacional e internacional com a BR e o PT, sedento de dinheiro, já está partindo para outra. 
OJBR 

Vocês conhecem aquela história do cara que batia carteiras no naufrágio do Titanic?

Caros Últimos da Rua da Fonte e outros amigos:
O petê tem duas obsessões conjugadas: roubo e subversão.
Se apenas roubasse, seria o mal menor.
Mas combina roubo com ideologia, e essa mistura multiplica o prejuízo.
Vejam o caso abaixo.
No meio da maior crise de sua história, com seus dirigentes presos, investigados ou condenados, o petê, em vez de recuar, ou de disfarçar, faz o contrário: parte para novas roubalheiras.
Dessa vez, a coisa envolve a Eletrobrás e a Nicarágua, governada pelo subcomunista Daniel Ortega.
Mas é bom que os envolvidos no rolo se cuidem.
A Eletrobrás é negociada em Wall Street com o símbolo EBR. Portanto, está sujeita à fiscalização da Securities Exchange Commission, a mesma repartição que está iniciando ação penal contra os dirigentes da Petrobrás.
Em janeiro de 2010 o papel da Eletrobrás era negociado a US$ 24 em Nova Iorque.
De repente, em 1o. de fevereiro, despencou para US$ 13.
Motivo: Dilmão, aceitando o palpite do Skaff, baixou um pacote que arruinava as geradoras e distribuidoras, no intuito de cortar as tarifas de energia sem mexer nos impostos que sobre elas incidem.
De lá para cá, as cotações da Eletrobrás continuaram a cair.
Hoje, é negociada a pouco mais de US$ 2 por ação. Ou seja: desvalorizou-se 1.000% em quatro anos.
Apesar de tudo, seus diretores não largam o osso, e partem para outra bandalheira.
Um dia me contaram a história dum cara que aproveitava o naufrágio do Titanic para furtar carteiras dos passageiros em pânico, não obstante o fato de que iria morrer junto com eles em poucos minutos.
Eu não acreditei.
Mas hoje acredito. Não há limite.
Um abraço
AC Portinari Greggio
São Paulo, SP


25/11/2014 - 05:00

Eletrobras investe na Nicarágua

VALOR ONLINE
Por Rodrigo Polito, Cláudia Schüffner e Guilherme Serodio
Um grupo de acionistas minoritários da Eletrobras questiona a aprovação pelo conselho de administração da empresa de um aporte de US$ 100 milhões para a construção de uma hidrelétrica na Nicarágua, no momento em que a empresa reporta prejuízo de R$ 2,7 bilhões no terceiro trimestre e admite que poderá não pagar dividendos em 2014. O empreendimento é tocado pela Centrales Hidroeléctricas de Nicaragua (CHN), empresa criada pela Eletrobras e a Queiroz Galvão, construtora que teve dois de seus executivos presos por pagamento de suborno à Petrobras pelos investigadores da operação "Lava-Jato". O presidente da CHN é Marcelo Paes Fernandez Conde, filho de Luiz Paulo Conde, que presidiu Furnas, subsidiária da Eletrobras, entre 2007 e 2008.
A indicação de Conde, ex-prefeito do Rio de Janeiro, para Furnas foi atribuída ao deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), depois que o parlamentar venceu queda de braço com o governo, em que a moeda de troca foi a prorrogação da Contribuição Provisória para Movimentações Financeiras (CPMF). Presidindo a estatal, Conde tentou mudar o comando da Fundação Real Grandeza, fundo de pensão dos funcionários de Furnas. Mas foi seu sucessor, Carlos Nadalutti Filho, quem conseguiu destituir o diretor de investimentos e o presidente da fundação.
Na última semana, o investidor Roberto de Moura Campos, minoritário da Eletrobras, questionou oficialmente o diretor Financeiro e de Relações com Investidores (RI) da Eletrobras, Armando Casado, pela aprovação, pelo conselho da estatal, do aporte imediato de US$ 100 milhões para a construção de projetos com a CHN, entre eles a usina de Tumarín.
O aporte será para o início de implantação da usina, que terá custo de US$ 1,1 bilhão e 253 megawatts (MW) de capacidade. O aporte foi aprovado no mesmo dia em que dois executivos ligados à Queiroz Galvão foram presos pela Polícia Federal, na "Lava-Jato".
"Após sucessivos prejuízos bilionários da Eletrobras, causa perplexidade a decisão do conselho de administração de realizar investimento na hidroelétrica de Tumarín. Tem-se a impressão de que a administração está completamente alheia aos sérios problemas internos da empresa e toma decisão de caráter político, que nada tem a ver com os reais interesses da empresa", afirmou Campos, na carta enviada ao diretor da Eletrobras.
Ex-conselheiro e ainda suplente do conselho fiscal da Eletrobras, Marcelo Gasparino ficou espantado com a decisão de investimento na Nicarágua. Ele lembrou que a empresa precisou, em julho, de empréstimo R$ 6,5 bilhões do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal para cumprir seu plano de negócios e calcula que serão necessários outros R$ 3,5 bilhões.