MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Obras do período militar - éramos felizes e não sabíamos...

CAROS AMIGOS

É SEMPRE BOM MOSTRAR ÀS NOVAS GERAÇÕES, QUE NÃO VIVERAM ESSE PERÍODO, QUE OS GOVERNOS MILITARES FIZERAM MUITO PELO BRASIL,EMBORA OS GOVERNOS "DEMOCRÁTICOS" POSTERIORES, O PARTIDO DOS TRABALHADORES (PT) E A IMPRENSA DE ESQUERDA E A VENDIDA INSISTEM EM INFORMAR QUE FORAM  "ANOS DE CHUMBO", DE PERSEGUIÇÕES DE DESGRAÇA, DE TORTURA, EMBORA SAIBAMOS QUE OS CIDADÃOS DE BEM NÃO PASSARAM POR NADA DISSO. PELO CONTRÁRIO. COMPARADO AOS DIAS DE HOJE, ERAM FELIZES E NÃO SABIAM. 

NAQUELES ANOS O GOVERNO INVESTIA EM PAZ E PROGRESSO E NÓS VIVÍAMOS TRANQUILOS. TUDO FUNCIONAVA. PODÍAMOS SAIR NAS RUAS SEM MEDO. OS BANDIDOS E TERRORISTAS ESTAVAM ATRÁS DAS GRADES E O PODER JUDICIÁRIO ERA RESPEITADO. ALIÁS, AS PESSOAS ERAM RESPEITADAS.

O DINHEIRO PÚBLICO ERA BEM EMPREGADO. NÃO HAVIA MENSALÕES, PETROLÕES, E OUTROS ÕES.
NÃO EXISTIAM PRESIDENTES E POLÍTICOS MULTIMILIONÁRIOS COM DINHEIRO ROUBADO DA NAÇÃO.  

NENHUM DOS PRESIDENTES MILITARES FICOU RICO, NEM SEUS PARENTES
ERA REALMENTE UM PAÍS SÉRIO.

ESSA É A RAZÃO DA NOSSA GERAÇÃO NÃO ACEITAR O QUE ESTÁ ACONTECENDO ATUALMENTE, INCLUINDO A COMUNIZAÇÃO DO PAÍS QUE A NOSSA GERAÇÃO COMBATEU SONHANDO EM UM PAÍS MELHOR PARA NOSSOS FILHOS E NETOS.

POIS HOJE OS TERRORISTAS DAQUELES ANOS ESTÃO DE VOLTA COM UM PROJETO DE PODER MUITO MAIS CRUEL DO QUE A CONTRA-REVOLUÇÃO DE 1964 ABORTOU.

ESTÃO TODOS POR AÍ, PREPOTENTES, INCOMPETENTES E SOLTOS GRAÇAS A UMA ANISTIA CONCEDIDA PELO ULTIMO PRESIDENTE MILITAR.

ATÉ QUANDO ? 

QUEM TEM CONHECIMENTO DA HISTÓRIA, SABE QUE ELA SE REPETE.

ABRAÇOS

 CADETE PAULO ROBERTO (*)

PS: POR FAVOR, DIVULGUEM O TEXTO ABAIXO, PORQUE POUCOS O CONHECEM.


(*) PAULO ROBERTO DA SILVA GOMES - Coronel de Cavalaria do Exército

ALGUMAS OBRAS DO PERÍODO MILITAR


OBRAS DO SETOR RODOVIÁRIO

1.     Duplicação  da Rio-São Paulo, inclusive com a nova pista de subida da Serra das Araras.

2.       Concretização das ligações  ainda incompletas ou inexistentes: Rio-Salvador; Curitiba-Porto Alegre, Campo Grande-Cuiabá e Cuiabá-Goiania.

3.       Novo traçado  da BR-040 no trecho Petrópolis -Juiz de Fora, com duas pistas. A BR-040 liga o Rio de Janeiro a Belo-Horizonte e Brasília.

4.       Construção da Ponte Rio-Niterói, com 14 km, inaugurada em 1974.

5.       Construção das rodovias: a) Rio-Santos, b) Santos-São Paulo c) São Paulo-Campinas (Bandeirantes). Prosseguimento com pavimentação  da rodovia Anhanguera até a BR-040, melhorando a ligação São Paulo-Brasília.

6.       Melhoramento do traçado e reconstrução  com asfaltamento (antes era em terra) da Belém-Brasília.

7.       Construção da Cuiabá-Santarém com 1.750 km, pelos 8º e 9º Batalhões  de Engenharia de Construção. Esta obra permitiu o desenvolvimento do Projeto  SINOP e 500 km ao norte de Cuiabá, além de levar o progresso para a área por ela servida.

8.       Construção da Transamazônica aproveitando em grande parte mão-de-obra desempregada do Nordeste como conseqüência de uma terrível seca naquela região.

9.       Construção e asfaltamento da Rodovia Cuiabá-Porto Velho (Rodovia Marechal Rondon): 1.442 km, eliminando o estrangulamento do Noroeste  em relação ao centro do país. Antes, o tempo de viagem era de trinta dias, e com a entrega,  passou a ser de  24 horas.

10.    Construção e pavimentação  da Rodovia  Brasília-Barreiras-Salvador, incluindo a  execução  da ponte sobre o Rio São Francisco. A Rodovia foi construída  pelo  4º Batalhão de Engenharia  de Construção (Barreiras).

11.    Construção e pavimentação da ligação do  sul  do Piauí a São  Luis e Belém, executada, parcialmente, pelos  2º  3º  Batalhões de Engenharia de Construção (Teresina e Picos).

12.    Construção e pavimentação de estradas da rede do Nordeste, possibilitando encurtamento superior a 600 km nas viagens entre Brasília-e São  Luis, Brasília  e  Fortaleza  e Brasília  e  Recife.

13.    Acréscimo total à rede do Nordeste, entre estradas  pavimentadas e não  pavimentadas, ligações e acessos foi de 5  mil quilômetros.

14.   Asfaltamento da maioria das estradas do Rio Grande  do  Sul.

OBRAS DO SETOR FERROVIÁRIO:

1.       Ferrovia  da Soja no  Paraná  e  Santa  Catarina.

2.       De  Carajás (Pará-Maranhão) - com 890 km ligando a província mineral da Serra do  Carajás ao porto  da Madeira, próximo a São Luis.

3.       Do  Aço (Minas Gerais-Rio de Janeiro-São Paulo). O seu projeto revelou-se muito caro pelo número elevado de viadutos e túneis, além de suas características técnicas, muito rigorosas. Sua construção, ora foi interrompida, ora ganhou metas desaceleradas, mas não foi concluída. É usada, apenas, parcialmente.

4.       Do TRIGO, (Roca Sales-Passo Fundo) iniciada e interrompida  na década de 1950. A retomada de sua construção  tornou-se viável após  a primeira crise do petróleo (1973)  e pelo fato de ter sido confiada  ao 1º Batalhão Ferroviário (Lages). Concluída em 1980.

5.       Ferrovia Minas-Distrito Federal, partindo de Pires do Rio (Minas Gerais), que foi concluída pelo 2º  Batalhão  Ferroviário - o seu destaque é a ponte sobre o Rio Araguari construída por  administração direta   daquela organização militar.

6.       A construção inicial dos trechos dos metrôs do Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre e Recife.


OBRAS  NOS SISTEMAS PORTUÁRIOS;

Foram construídos inúmeros portos e os maiores existentes foram ampliados e modernizados, com largo investimento em aquisição  de equipamentos de  grande  porte.

PORTOS CONCLUIDOS:

1.       Porto  de  Sepetiba - os estudos para a localização do  porto na Baia de Sepetiba tiveram início  em  1973, pelo governo  do  então Estado da Guanabara. A partir de 1974, foram assumidos pelo antigo Departamento Nacional de Portos e Vias Navegáveis, sucedido  pela  Portobrás. A primeira etapa da obra, o terminal  de CARVÀO na Ilha da Madeira, entrou  em operação em 1982. Foram ainda previstos o terminal para Minerais de Ferro e o de carga geral.

2.       Porto  de  Praia  Mole,  em  Vitória, foi inaugurado oficialmente  em novembro de 1984. Possibilitou a movimentação de 3 milhões de toneladas/ano  de produtos  siderúrgicos e 8 milhões de t/ano de carvão. É um porto artificial  em mar  aberto e sua localização na Ponta do Tubarão é favorecida pelo acesso ao terminal da Companhia Vale do Rio Doce.

3.       Porto  da Ponta  da Madeira - situado a 9 km de São Luis, é parte do Projeto  Carajás. Possui  instalações de descarregamento de vagões, estocagem de minérios, sistema de embarque por uma linha de transportadores, repeneiramento e rebritagem.

4.       Porto  de  Estrela - situado  no Rio Taquari (Rio Grande do Sul), foi inaugurado em 1977, tornando-se o primeiro entroncamento intermodal  conectando hidrovia-ferrovia e rodovia.

5.       Porto  de Trombetas - situado à margem direita do Rio Trombetas, afluente do Amazonas. Escoou em 1984 cerca de quatro milhões de toneladas de BAUXITA. Foi iniciado em 1967, quando foram descobertas as primeiras jazidas de BAUXITA a 80 km, da Cidade de Oriximiná (Pará). O primeiro embarque para o mercado internacional deu-se em agosto de 1979. A BAUXITA levada da mina por ferrovia  num percurso de 30 km.

6.       Construção do terminal açucareiro em Recife e salineiro em Areia  Branca.

CONSTRUÇÀO  DE  AEROPORTOS 

1.       Aeroporto  Internacional do Rio de Janeiro,

2.       Aeroporto  Internacional de  Guarulhos em São  Paulo.

3.       Aeroporto  Internacional de Confins a 47 km do Centro de Belo Horizonte, Atualmente denominado  Tancredo Neves.

ÁREAS ECONÔMICA E SOCIAL:

1.       O chamado milagre  econômico no período de 1968-1974 caracterizado pela taxa média de crescimento do PIB de 10%.

2.       A profunda mudança  no perfil energético do País, acelerada a partir de 1979.

3.       As grandes obras de infra-estrutura em ESTRADAS, PORTOS  e AEROPORTOS.

4.       Os grandes  sistemas  da ELETROBRÁS, distribuição de energia e TELEBRÁS.

NA ÁREA  SOCIAL:

A criação  do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS),  o Sistema Financeiro e de Poupança e o Sistema de Habitação, centrado no Banco Nacional da Habitação (BNH) e o Funrural, beneficiando milhões de brasileiros que trabalham no campo. Como conseqüência do desenvolvimento econômico, o crescimento  do número de empregos e da renda nacional, com seus efeitos  inseparáveis na renda individual.

NA ÁREA EDUCACIONAL:

O destaque maior foi a eliminação da figura vergonhosa e desalentadora dos milhares de excedentes anuais. Aqueles estudantes aprovados em concursos para as universidades, porém não matriculados por falta de vagas, e o Projeto  Rondon, que o governo FHC manteve com outro nome.

OUTROS  PROGRAMAS, tais como:

1.       Programa de  construção de hidroelétricas com destaque para ITAIPÚ,  Tucuruí  e  Sobradinho.

2.       Programa de aceleração da busca de auto-suficiência de petróleo a partir  de 1979, com destaque para a exploração da Bacia de Campos.

3.       Programa de desenvolvimento da  energia  NUCLEAR que permitiu ao País incorporar essa tecnologia estratégica.

4.       Programa de substituição de importações de insumos básicos e bens de capital, com destaque para a criação e expansão  de siderúrgicas e fábricas de cimento e implantação de pólos petroquímicos.

5.       Programa Nacional do  ÁLCOOL, com destaque para a criação de empregos no campo, acompanhada de melhoria salarial, e para ampla fabricação de carros a álcool, os quais  passaram  da proporção  de 96%  dos veículos novos de ciclo Otto, na metade da década de 1980, para menos de 1% em 2003. Um brutal retrocesso histórico.

6.       O amplo programa de mineração, com destaque para o projeto Carajás.

7.       O amplo programa de construção Rodoviária, com destaque para as interligações de todas as capitais do Sul,  Sudeste, Nordeste, Centro-Oeste e Norte-Ocidental, além das ligações com Brasília.

8.       Construção da Ponte Rio-Niterói.

9.       A  implantação de corredores de exportação.

10.     10. O grande programa de construção de aeroportos internacionais e do Sistema Integrado de Defesa Aérea e Controle de Trafego Aéreo (SINDACTA).

11.     OS DESENVOLVIMENTOS REGIONAIS   com os Programas  Integração de Nacional (PIN).

12.     Programa de Redistribuição de Terras (Proterra) e Progres.

13.     O extraordinário  êxito da Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco (CODEVASF) em pleno  Nordeste  brasileiro na produção agrícola.

14.     A expansão da agricultura e pecuária, apoiada pelas  empresas agropecuárias, que integraram grandes áreas, antes consideradas inservíveis para o plantio. Essa expansão passou a gerar receitas crescentes de exportação.

15.     15. Investimento e apoio à área  de pesquisa e desenvolvimento com a criação  ou reaparelhamento de inúmeros centros de pesquisa e apoio a projetos.

16.     A criação da Fundação MOBRAL, Movimento Brasileiro de Alfabetização com o objetivo  de cuidar da alfabetização e da educação contínua de adolescentes e adultos.

17.     Programa e ações políticas do Governo que garantiram a participação de nosso País em pesquisa  na ANTÁRTICA.

                     
               PERGUNTO: EXISTE HOJE MELHOR PROGRAMA SOCIAL DO QUE A GERAÇÃO DE POSTOS DE TRABALHO E RENDA DAQUELE PERÍODO?  

 
               NÃO HAVIA NECESSIDADE DE BOLSAS ESMOLAS. TODOS TINHAM ORGULHO DE SEREM BRASILEIROS E CONSTRUÍREM O BRASIL DO FUTURO.