MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012


Black is beautiful! White is wonderful!

Félix Maier

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, assumiu no dia 22/11 a presidência da mais alta corte brasileira. A notícia, propalada em toda a mídia, fez questão de repetir que se trata do primeiro negro a assumir o posto. Puro engano. Segundo o site da Fundação Cultural Palmares, Barbosa é o terceiro negro a presidir o STF - cfr. em http://www.palmares.gov.br/2012/02/joaquim-barbosa-sera-o-terceiro-negro-da-historia-do-stf/. Só faltou o site informar quem foram os dois primeiros.

Para marcar posição naquela semana que teve o Dia da Consciência Negra (dia 20/11) e dia 23/11, o Black Friday, não só nos EUA mas também na Terra dos Papagaios (embora, aqui, não passe de “Black Fraude”...), o cerimonial do STF emitiu 2.000 convites, sendo que muitos deles para personalidades negras, como Lázaro Ramos, ou que se apresentam como negras, ainda que não o sejam de fato. Festa na senzala?

A presidente da República Dilma Rousseff também compareceu ao evento. Chamou a atenção sua expressão carrancuda durante toda a cerimônia. O que estaria pensando a presidente? Em indulto de Natal aos mensaleiros petralhas, principalmente ao "camarada d'armas", José Dirceu?

No Brasil de Barbosa, assim como nos EUA de Obama, fala-se mais na cor da pele destas personalidades do que nas personagens em si. Nos EUA, todos os pecados de Obama são perdoados simplesmente por ser negro, como o seu incontido belicismo, que é ainda maior do que o de Bush Filho. O Nobel da Paz - que ironia! - não cumpriu a promessa de desativar Guantánamo, mandou metralhar Osama bin Laden no Paquistão e ordenou a matança de milhares de islâmicos lançando mísseis a partir de Veículos Aéreos Não-Tripulados. Enquanto Bush ordenava ataques “cirúrgicos” contra os chefões da Al-Qaeda, Obama ordena ataques contra extremistas islâmicos em geral, principalmente no Paquistão, no Iêmen e na Somália. Desde 2004, em suas “guerras de drones”, os EUA já mataram cerca de 2.400 pessoas, incluindo civis inocentes, como mulheres e crianças.

Na Terra dos Papagaios, Joaquim Barbosa é louvado por muitos, mas odiado por toda a petralhada, devido à sua ação firme para condenar os mensaleiros petistas e aliados. As louvações à sua pele são ainda maiores do que a sua postura frente à Ação Penal antipetralhas que conduziu no STF, como relator. Por outro lado, imagino os impropérios que são ditos pela petralhada contra o nosso "Batman", incluindo palavrões e frases infamantes relacionadas à cor de sua pele. Uma prova desse racismo pode ser visto na fala odiosa do petralheiro condenado pelo STF, João Paulo Cunha - cfr. em O PT rasga a fantasia: Negro filho da mãe! Negro traidor! E os integrantes dos movimentos negros, o que têm a dizer sobre esse crime racista?


O problema no Brasil, hoje, é saber quem realmente é negro. Segundo o IBGE, todos os negros-negros e os pardos são considerados negros e somam mais de 50% da população brasileira. Seriam em torno de 97 milhões de habitantes. Obviamente, esse dado estatístico não tem nenhuma credibilidade por contrariar um dado científico: a miscigenação brasileira foi feita entre brancos e negros e não entre negros e negros. Na verdade, de acordo com o Censo 2010, a população negra é de 15 milhões de pessoas, os pardos somam 82 milhões e os brancos, 91 milhões.

Essa malandragem do IBGE traz em si mesma uma concepção de racismo às avessas, o racismo negro, por querer impor o sangue negro como sendo preponderante na mistura das "raças", eliminando sumariamente o sangue branco. No fundo, o que essa gente quer dizer é que o sangue negro é mais nobre que o branco. E na Nigéria, o mestiço ou pardo seria considerado branco?

É muito estranho que grupos de "defesa de afrodescendentes" queiram chamar de negra, p. ex., uma morena como Thaís Araújo ou Camila Pitanga. Elas têm, digamos, uns 50% de sangue branco e outros 50% de sangue negro. São, naturalmente, "morenas", não "negras", como muitos (racistas de cor?) querem impor. Chamá-las de "negras" equivale a chamá-las também de "brancas", o que efetivamente elas também não são. Nesse mesmo erro incorreu Paula Barreto, branca, filha do produtor de cinema Luís Carlos Barreto, que se casou com um negro, o jogador de futebol Cláudio Adão, e que não aceita a denominação do termo "pardo": “Tenho horror a ele. É feio, preconceituoso. Meus filhos são negros e são felizes". Pelo visto, virou mesmo moda de muito "moreno-claro" se apresentar como "negro ébano", só para acompanhar a onda politicamente correta em voga e entrar numa faculdade pela janela, usando a escada das cotas racistas.

O racismo às avessas teve grande impulso com FHC (o que “tinha um pé na cozinha”), que na deliberação do Programa Nacional dos Direitos Humanos, criado em 1996, deu início à divisão do Brasil em um país bicolor: "Determinar ao IBGE a adoção do critério de se considerar os mulatos, os pardos e os pretos como integrantes do contingente de população negra". Assim, os mestiços, ainda que tenham 50% de sangue europeu, passam a ser tratados como africanos puros, um absurdo! Com uma penada, FHC pretendeu acabar com uma instituição nacional, a "mulata".

Em futuro ainda distante, o Brasil será composto por uma maioria de mestiços. Tanto brancos e negros serão minorias nesse universo, fato que os integrantes dos movimentos negros não aceitam. Frases como "black is beautiful!" e "white is wonderful!", no futuro, não significarão mais nada, pois todos seremos morenos.

Brown is beautiful!

 

Leia, ainda, de minha autoria:

Racismo cordial: qual é a sua cor predileta?


Raça e Inteligência



 

Leia de Guilherme Fiuza:

Obama, o Robin Hood canastrão


Conteúdo imoral na escola


 

Publicado em 18/11/2012 | MIGUEL NAGIB

 

“Os pais têm direito a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.” É isso que estabelece o artigo 12 da Convenção Americana de Direitos Humanos (CADH), da qual o Brasil é signatário. Ocorre que esse direito não vem sendo respeitado por nossas escolas. Burocratas e “especialistas” em educação decidiram educar nossos filhos por nós. Decidiram acabar com a formação moral que lhes damos em casa. Para eles, tudo não passa de “preconceitos” e “tabus”. Do MEC e das secretarias de Educação partem as diretrizes. Nas salas de aula, professores despreparados, perturbados ou pervertidos – é difícil saber – as colocam em prática.

Em Ceilândia, cidade-satélite de Brasília, um professor de Educação Física resolveu fazer uma “brincadeirinha” com seus alunos: quem errasse a jogada tinha de responder a perguntas como “você é virgem?” ou “já fez sexo oral em Fulano?” Em Recife, crianças de 7 a 10 anos aprendem em sala de aula que “brincar com o pênis e com a vulva é gostoso” e que “o papai acha muito gostoso quando seu pênis fica duro”. Em Contagem (MG), o dever de casa dos alunos do 4.º ano de uma escola municipal – falamos de crianças de 10 anos – é responder “o que é sexo anal”, “o que é boquete“ e “como dois homens fazem sexo”.

Os episódios se sucedem. O que chega ao nosso conhecimento é apenas uma fração do que acontece no interior das salas de aula; é o que “vaza” por acidente. Mas pelos “vazamentos” podemos estimar o volume e a qualidade do esgoto moral que circula pelas tubulações do sistema de ensino.

Quem já tentou sabe que é inútil argumentar com esses “educadores”. Os pais que reclamam são tratados como ignorantes e retrógrados.

Qual a solução? Simples: basta que o MEC e as secretarias de Educação proíbam a veiculação de temas como sexualidade – que envolve inevitavelmente uma abordagem moral – nas disciplinas obrigatórias. Se o governo quiser usar as escolas para tratar desses assuntos, que crie uma disciplina facultativa, como se dá com o ensino religioso. É a única saída compatível com o art. 12 da CADH.

Isso vai acontecer? Não neste governo, com certeza. Embora a presidente da República tenha declarado, ao vetar o “kit gay”, que “nós não podemos interferir na vida privada das pessoas”, o MEC continua trabalhando de modo incansável para destruir a autoridade moral dos pais sobre seus filhos. É possível obrigar o governo a agir, mas na Justiça isso pode levar anos.

A boa notícia é que os pais não precisam esperar de mãos atadas. Nosso conselho é processar por danos morais as escolas e os professores que transmitirem aos seus filhos conteúdos que se chocarem com os seus valores e convicções. Além do dano moral causado aos seus filhos – o que precisa ser avaliado caso a caso –, há o dano decorrente da violação a sua autoridade moral. Em situações como essas, dependendo do caso, as indenizações podem passar de R$ 20 mil.

Ou, se quiserem agir preventivamente, ajuízem, com base no art. 12 da CADH, ações para que as escolas e os professores dos seus filhos sejam obrigados a se abster, sob pena de multa, de veicular conteúdos morais nas disciplinas obrigatórias; e orientem seus filhos a lhes reportar em casa o que virem e ouvirem na sala de aula. Se os professores e as escolas começarem a ser processados e condenados, é possível que pensem duas vezes antes de ensinar a crianças de 10 anos “o que é boquete” e “como dois homens fazem sexo”.

Miguel Nagib, advogado, é coordenador do grupo Escola Sem Partido (www.escolasempartido.org).

 

 

DNA – Positivo, Lula é o Pai do Mensalão!!!


 

Mensalão no STF:

 

Faltam Lula, Lulinha, o BMG, Romero Jucá,

Daniel Dantas, João Batista de Abreu,

Márcio Alaor de Araújo,

Ivan Guimarães, Ricardo Annes Guimarães,

Flávio Pentagna Guimarães,

Fernando Pimentel, Carlinhos Cachoeira

e Dilma Rousseff, a "filha do mensalão"

 

Provas do envolvimento dos acima citados no Mensalão:

























 

Autópsia da corrupção: Maurício Marinho, dos Correios, recebe propina

Extraído da Wikipédia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlinhos_Cachoeira):

Carlos Augusto de Almeida Ramos,[1] mais conhecido como Carlinhos Cachoeira, também denominado pela imprensa de Carlos Augusto Ramos (Anápolis, 3 de maio de 1963[2]), é um empresário brasileiro, preso sob acusações como envolvimento no crime organizado e corrupção.

O nome de Carlinhos Cachoeira ganhou repercussão nacional em 2004 após a divulgação de vídeo gravado por ele onde Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil José Dirceu, lhe faz pedido de propina para arrecadar fundos para a campanha eleitoral do Partido dos Trabalhadores e do Partido Socialista Brasileiro no Rio de Janeiro. Em troca, Diniz prometia ajudar Carlinhos Cachoeira numa concorrência pública carioca. A divulgação do vídeo se transformou no primeiro grande escândalo de corrupção do governo Lula[3][4]

 

Veja o mensalão em história de quadrinhos:


Facool - História em quadrinhos relata a história do mensalão


Imagens de mensalão em história de quadrinhos


A História do Mensalão em Quadrinhos - YouTube


Angeli conta a História do Mensalão em Quadrinhos


Folha de S.Paulo conta bastidores do "mensalão" em quadrinhos


 

Leia os textos de Félix Maier acessando o blog e sites abaixo:





 

Para conhecer a história do terrorismo esquerdista no Brasil, acesse:

Wikipédia do Terrorismo no Brasil


 

Para conhecer o terrorismo biológico de petistas contra plantações de cacau no Sul da Bahia clique em


 

Leia sobre o Movimento Militar de 31 de Março de 1964: O Cruzeiro - 10 de abril de 1964 - Edição extra

Leia sobre os antecedentes do Movimento de 1964 em Guerrilha comunista no Brasil e Apoio de Cuba à luta armada no Brasil: o treinamento guerrilheiro

Leia Julgamentos da Contrarrevolução de 1964 – Rachel de Queiroz, Roberto Marinho, Editorial do JB e Luiz Inácio Lula da Silva

A  Virada  Islamista  da  Turquia, 10 Anos Depois


por Daniel Pipes
The Wall Street Journal
13 de Novembro de 2012


Original em inglês: Turkey's Islamist Turn, 10 Years Later
Tradução: Joseph Skilnik

Será que a Turquia está—devido ao seu tamanho, localização, economia e sofisticada ideologia islamista—posicionada para se tornar o maior problema do Ocidente no Oriente Médio?

Já se passou uma década tumultuada desde que o Partido da Justiça e do Desenvolvimento foi eleito pela primeira vez em 3 de novembro de 2002. Quase que despercebidamente, o país deixou a era pró Ocidente iniciada por Mustafa Kemal Atatürk (1881-1938) e entrou na era anti Ocidente de Recep Tayyip Erdoğan (nascido em 1954).

Primeiro ministro turco Recep Tayyip Erdoğan na capa da revista Time em 2011.

A eleição de 2002 foi seguida de 10 anos de idas e vindas entre frágeis governos de centro esquerda e centro direita. Os anos de 1990 também testemunharam a primeira vez em que um primeiro ministro islamista tomou posse, Necmettin Erbakan, permanecendo no poder por um ano antes de ser deposto via um golpe militar "light" em 1997. Visto o passado, aquele período marcou o intervalo entre a morte de Turgut Özal em abril de 1993, o imponente ex- primeiro ministro e presidente e a ascensão de Erdoğan ao cargo de primeiro ministro em 2003.

Foi uma época de oportunidades políticas perdidas, má gestão econômica e corrupção endêmica. A era foi marcada pelo escândalo Susurluk de 1996—no qual a investigação de um acidente de tráfego municipal levou a revelações sobre as conexões do governo com a máfia e de assassinatos patrocinados pelo estado—além da resposta ineficiente ao terremoto de 1999, expondo a até agora desconhecida abrangência da incompetência e insensibilidade.

Tal falta de competência fez com que o eleitorado se voltasse para o Partido da Justiça e do Desenvolvimento, recentemente constituído, mais conhecido como AKP, não devido as suas diretrizes islamistas e sim pelas promessas de filiação à União Européia, mais democracia e liberdade. Auxiliado por um sistema político excêntrico que determina que os partidos obtenham 10% dos votos para que possam fazer parte do parlamento, o AKP obteve 34% dos votos passando a controlar 66% das cadeiras em 2002.

Erdoğan discursando em uma reunião do AKP no 10º aniversário da tomada do poder.

O eleitorado aparentemente animado pelos resultados—principalmente pelas reformas inspiradas na Europa e crescimento econômico espelhado na China—retribuiu com 47% dos votos ao AKP em 2007 e 50% em 2011. A popularidade permitiu que Erdoğan se entrincheirasse, seu partido e sua ideologia ("Minaretes são nossas baionetas, domos nossos capacetes, mesquitas nossas barracas e fiéis nosso exército").

Acima de tudo, Erdoğan colocou de lado as forças armadas (a mais alta autoridade turca desde os dias de Atatürk) e o restante do "estado profundo"—os serviços de inteligência, o judiciário, os responsáveis pelo cumprimento da lei e seus aliados criminosos. O governo AKP também reverteu o legado de Atatürk de olhar para o Ocidente em busca de inspiração e liderança.

O colapso quase que total das forças anti-islamistas—Atatürkistas, socialistas, adoção de um estilo de vida ocidental, forças armadas e outras—é o mais importante desdobramento da década passada. Os líderes da oposição não foram muito além de dizer "não" às iniciativas do AKP, apresentando poucos programas de valia, adotando frequentemente posições ainda piores das adotadas pelo AKP (como por exemplo promover políticas pró Damasco e pró Teerã). Na mesma linha, intelectuais, jornalistas, artistas e ativistas reivindicavam e reclamavam mas não propuseram nenhuma visão alternativa, não islamista.

Assim o AKP entra na segunda década no poder com Erdoğan cacarejando em uma reunião do partido a respeito de "um histórico começo" e sobre governar o país como nenhum político turco governou desde Atatürk.

Seu desafio principal é se conter e não exagerar. No entanto, há indícios de que é justamente isto que ele está fazendo—alienando os não sunitas, as minorias não de língua turca, tomando emprestado em demasia, impondo a lei da Shariah com rapidez excessiva, alterando a constituição e debilitando as forças armadas encarcerando a liderança passada. Na esfera internacional, flerta com uma guerra com a Síria, malvista, dispondo de relações cada vez mais tensas com o Irã, Iraque e Chipre. Uma aliança próspera de outrora com Israel evaporou-se.

Se apenas há um ano a Turquia apareceu na Newsweek e em outras revistas como a "nova superpotência" do Oriente Médio, a excessiva ambição de Erdoğan—frequentemente atribuída ao sonho de recuperar o poder e prestígio do Império Otomano (1200-1923)—agora pode estar expondo os limites da influência Turca. Distanciando-se da OTAN, cercado de forma crescente por estados antagonistas, afligido pela crise interna, Ancara encontra-se cada vez mais isolada e afastada do status de grande potência.

A Vespa turca a caminho da fronteira Síria perto de Akçakale.

Caso Erdoğan perca o apoio eleitoral, prepare-se para que ele adote meios não democráticos a fim de manter-se no poder. Ele delineou esse caminho antes mesmo de se tornar primeiro ministro, com a famosa declaração "Democracia é como um bonde. Quando se chega no ponto, se desce". Sua mentalidade proto-ditatorial já pode ser vista em tais passos como o desafio ao judiciário independente, fomento a teorias conspiratórias ridículas com o objetivo de encarcerar os oponentes, detenção de inúmeros jornalistas e a emissão de multas absurdas contra empresas de mídia menos amigáveis. Estes meios autocráticos vêm crescendo com o passar do tempo.

Após uma década de governo razoavelmente democrático, crises iminentes—a econômica, a Síria e com a minoria curda da Turquia—podem sinalizar que chegou a hora de Erdoğan saltar do bonde democrático. À medida que o AKP vai arreganhando os dentes, preste atenção e veja a República da Turquia rejeitar ainda mais o Ocidente e começar a lembrar os regimes repressivos, estagnados e hostis que caracterizam o Oriente Médio muçulmano. E fique atento para ver se os líderes ocidentais percebem as mudanças e se agem na mesma proporção ou se continuam se apegando a uma visão do país de Atatürk que não existe mais.

Tópicos Relacionados:  Islã Radical, Turquia e Turcos Esse texto poderá ser reproduzido ou reencaminhado, contanto que seja apresentado em sua íntegra juntamente com informações completas sobre o autor, data, local da publicação e URL original.

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terça-feira, 20 de novembro de 2012

Piada pronta: Cachoeira é condenado a 5 anos de prisão e será solto...

Condenado em processo do DF, Cachoeira será solto após 265 dias

20 de novembro de 2012 19h44 atualizado às 20h58
O bicheiro cumprirá em regime semiaberto a sentença pelas condenações por tráfico de influência e formação de quadrilha. Foto: Valter Campanato/Agência BrasilO bicheiro cumprirá em regime semiaberto a sentença pelas condenações por tráfico de influência e formação de quadrilha
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
Gustavo Gantois
Direto de Brasília
Na véspera da divulgação do relatório da CPI que investiga seu envolvimento com políticos e empresários, o bicheiro Carlinhos Cachoeira recebeu nesta terça-feira uma boa notícia. Após 265 dias preso, a juíza Ana Claudia Barreto, da 5ª Vara Criminal do Distrito Federal, decidiu soltar o contraventor após condená-lo a uma pena de 5 anos de prisão por tráfico de influência e formação de quadrilha. Como a punição é inferior a 8 anos, Cachoeira cumprirá a sentença em regime semiaberto.
CPIs: as investigações que fizeram história
Cachoeira, o bicheiro que abalou o Brasil
Conheça o império do jogo do bicho no País
CPI do Cachoeira: os desafios para desvendar o esquema criminoso
Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012, oito anos após a divulgação de um vídeo em que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedia propina.
O advogado do empresário, Nabor Bulhões, afirmou que a decisão veio no momento em que o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) estava próximo de conceder liberdade a Cachoeira. "A juíza que decretou a prisão, duríssima, ao receber as razões da defesa e os documentos provando que não tinha motivo para manutenção da prisão, porque os crimes imputados de tráfico de influência não ocorreram, permitiu a liberdade. Pode ter havido, eventualmente, formação de quadrilha, mas isso não justificava a manutenção da prisão", afirmou. De acordo com Bulhões, os impeditivos relativos à operação Monte Carlo "não prevalecem mais, não tem nada a ver com a situação".
Entre idas e vindas de recursos, Cachoeira quase foi solto no dia 15 de outubro, após o desembargador Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), ter concedido um habeas corpus a favor do bicheiro. No entanto, ele permaneceu no presídio da Papuda, em Brasília, por conta de outro processo decorrente da Operação Saint-Michel, da Polícia Civil do Distrito Federal.
A Saint-Michel é um desdobramento da Operação Monte Carlo e apura uma suposta tentativa do grupo comandado por Cachoeira para fraudar licitações de bilhetagem eletrônica no sistema de transportes de Brasília e entorno. Foi com base nesse processo que a juíza Ana Cláudia Barreto condenou Cachoeira pelos crimes de tráfico de influência e formação de quadrilha.
Cachoeira cumpre a pena na penitenciária da Papuda. A direção do presídio informou que ainda não foi notificada da decisão da Justiça, mas que a lista dos alvarás de soltura deve chegar por volta das 23h.
A assessoria do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) informou ao Terra que já encaminhou o alvará de soltura ao presídio da Papuda. No entanto, não confirmou se Cachoeira seguirá ainda hoje para Goiânia, onde mora, ou se cumprirá a pena em Brasília, onde ocorreram os crimes. No regime semiaberto, o condenado trabalha durante o dia e dorme na prisão.
Recurso
No andamento do processo consta que o próprio Cachoeira já recorreu da sentença assim que foi informado, ainda na Papuda, de sua condenação. A partir de agora, os advogados têm um prazo de cinco dias para entregar os documentos para a apelação. O criminalista Nabor Bulhões, que defende Cachoeira, afirmou que pedirá reconsideração à Segunda Turma do TJDFT.
O advogado informou, ainda, que Cachoeira vai aguardar em liberdade o julgamento do recurso. A informação não foi confirmada pelo TJDFT. Cachoeira, ainda segundo Bulhões, deve ser solto entre a madrugada de hoje e a manhã desta quarta-feira. Ele adiantou que o bicheiro seguirá para Goiânia assim que sair da Papuda.
Carlinhos Cachoeira
Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012, oito anos após a divulgação de um vídeo em que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedia propina. O escândalo culminou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos e na revelação do suposto esquema de pagamento de parlamentares que ficou conhecido como mensalão.
Escutas telefônicas realizadas durante a investigação da PF apontaram diversos contatos entre Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (GO), então líder do DEM no Senado. Ele reagiu dizendo que a violação do seu sigilo telefônico não havia obedecido a critérios legais, confirmou amizade com o bicheiro, mas negou conhecimento e envolvimento nos negócios ilegais de Cachoeira. As denúncias levaram o Psol a representar contra Demóstenes no Conselho de Ética e o DEM a abrir processo para expulsar o senador. O goiano se antecipou e pediu desfiliação da legenda.
Com o vazamento de informações do inquérito, as denúncias começaram a atingir outros políticos, agentes públicos e empresas, o que culminou na abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Cachoeira. O colegiado ouviu os governadores Agnelo Queiroz (PT), do Distrito Federal, e Marconi Perillo (PSDB), de Goiás, que negaram envolvimento com o grupo do bicheiro. O governador Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro, escapou de ser convocado. Ele é amigo do empreiteiro Fernando Cavendish, dono da Delta, apontada como parte do esquema de Cachoeira e maior recebedora de recursos do governo federal nos últimos três anos.
Demóstenes passou por processo de cassação por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Casa. Em 11 de julho, o plenário do Senado aprovou, por 56 votos a favor, 19 contra e cinco abstenções, a perda de mandato do goiano. Ele foi o segundo senador cassado pelo voto dos colegas na história do Senado.
Com informações da Agência Brasil.

O PCC é nossa Gaza!


movimento ordem vigília contra a corrupção





Posted: 18 Nov 2012 06:31 PM PST
 
 
A presidente telefonou para o Secretário-Geral da ONU a pedido do Egito. Ban Ki-Moon pede cessar-fogo e voará à região
 
MADRID. A pedido do Egito, a presidente Dilma Rousseff telefonou, na noite deste domingo, para o Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-Moon, pedindo que ele convoque o Conselho de Segurança na busca de uma solução para o conflito entre Israel e a Palestina. Marco Aurélio Garcia, assessor especial da Presidência, criticou a inércia do Conselho quanto se trata de Israel e Palestina:
— Em qualquer assunto, como foi no caso do Congo, o Conselho de Segurança da ONU se reuniu imediatamente. Mas quando se trata do Oriente Médio, nada. Não dá para continuar esta inércia no tratamento do Oriente Médio!
Também neste domingo, Ban Ki-Moon pediu, em comunicado, Israel e Palestina trabalhem com o Egito visando um cessar-fogo:
— Isto deve parar. Exorto firmemente as partes a cooperar com os esforços liderados pelo Egito pela obtenção de um cessar-fogo imediato. Qualquer escalada maior inevitavelmente aumentará o sofrimento da população civil afetada e deve ser evitada — defendeu.
Ban deverá viajar à região para dar auxílio aos esforços de cessar-fogo, mas seu itinerário não foi divulgado. Ele se disse “profundamente triste” com as notícias de civis mortos neste domingo.
Dilma conversa com presidente do Egito
Pela manhã, a presidente Dilma conversou por telefone com o presidente do Egito, Mohamed Mursi, que tem atuado na negociação de paz. Segundo a Presidência, foi Mursi quem pediu para falar com ela. O assessor especial de assuntos internacionais da Presidência, Marco Aurélio Garcia, não descartou a hipótese de o Brasil participar de uma mediação no conflito:
— O Brasil sempre disse como intermediou mediação em várias outras ocasiões, em outras crises.
Mas disse que o telefonema de Mursi não foi para discutir ou propor mediação, mas sim fazer uma “consulta” sobre a posição do Brasil:
— Ele (Mursi) ficou muito satisfeito com a posição brasileira. Vamos continuar acompanhando a situação. No momento atual tudo indica que haverá possibilidade de uma posição mais negociada e de curto prazo.
Marco Aurélio criticou severamente o chamado quarteto para o Oriente Médio — isto é, as potências encarregadas de propor uma solução para o conflito — Estados Unidos, Rússia, União Europeia e ONU. Para Marco Aurélio, uma solução negociada no curto prazo é possível, mas no longo prazo é mais complexa :
— O grande problema é seguinte: o buraco está mais embaixo. Enquanto continuar essa política intransigente e esta desídia das grandes potências em relação ao conflito, esses fenômenos (os conflitos) vão se multiplicar.
Ele imagina que com uma crise grave como esta isto possa representar um “puxão de orelha” nos governantes.
— Em primeiro lugar (puxão de orelha) no quarteto, que está se ocupando mal do assunto. Em segundo lugar, que esse assunto seja levado ao Conselho de Segurança da ONU. Enquanto o Conselho não discutir isso…O ponto mais crítico de segurança entre Palestina e Israel não é discutido no Conselho de Segurança!
Há apenas dois meses, o quarteto saiu de um encontro em Nova Iorque sugerindo um acordo final de paz entre israelenses e palestinos “antes do final de 2012” e anunciando que um encontro preparatório seria organizado um mês depois para fechar a agenda da negociação. O que se produziu, no lugar disso, foi uma escalada da violência como há anos não ocorria.
Marco Aurélio também se mostrou preocupado com a sorte da região como um todo. Desde o início, segundo ele, o governo brasileiro está alertando que o problema na Síria iria agravar a situação no Oriente Médio, pois mexe com as situações no Líbano, na Jordânia. Sobre se o governo brasileiro vai ou não reconhecer o Conselho Nacional da Síria (a oposição) como interlocutor no país, como fez a França, ele disse que esta questão não foi colocada na mesa.
— Tem que examinar essa situação. A França deve ter seus argumentos.
Marco Aurélio disse que o não falou nem com autoridades israelenses nem com palestinos desde o início do conflito. O comunicado condenando a violência e pedindo solução pacífica apresentado ao Conselho de Segurança da ONU, segundo o assessor da presidência, foi feito em nome de todos os países-membros do Mercosul “para dar mais força”.
Já o novo comando islamista do Egito tem dito que não vai deixar Gaza —território palestino que está no centro do conflito e é dominado pelo grupo islamista Hamas — sozinha.
— O Egito de hoje não é o Egito de ontem, e os árabes de hoje não são os árabes de ontem — alertou Mursi na sexta-feira, segundo a agência estatal do Egito, Mena.
Nos bastidores, o Egito — o único da região, junto com Jordânia, a ter tratado de paz com Israel — quer evitar a qualquer custo uma escalada no conflito entre palestinos e israelenses.
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Comentário: Existe doidos e doidas que apesar da incompetência em seus países, tomaram gosto pelo poder de forma que, se acham capacitados para resolver problemas mundiais, inclusive, de se intrometer em guerras sinalizando o lado preferido. Ora, Sra Presidente! O que está acontecendo em São Paulo e em Sta Catarina não despertou nenhum interesse em querer ajudar dentro do seu país. Por quê será?  A síndrome LULA está contaminando de forma assustadora. Aqui, nossos brasileiros morrem assassinados todos os dias, ônibus estão sendo incendiados ao 
bel-prazer do interesse do TERRORISMO,   porque quer o PODER a qualquer preço. MOVCC
 
Posted: 18 Nov 2012 05:51 PM PST
O PCC (Primeiro Comando da Capital) infiltrou integrantes em cursos que ensinam a manusear explosivos, realizados em pedreiras do Estado de São Paulo. A informação consta de investigações da Polícia Federal e do setor de inteligência do Exército.
Os documentos, sigilosos, informam que o objetivo da facção é aumentar a eficácia de suas ações em explosões de caixas eletrônicos.
Suspeita-se, no entanto, que a técnica também possa ser usada pelos criminosos para atacar policiais.
O treinamento para o uso de explosivos pode estar sendo feito por membros do PCC há, pelo menos, quatro anos.
HISTÓRICO
A Polícia Civil de São Paulo chegou a investigar, em 2008, essa prática da facção.
A apuração parou porque, na época, os policiais não tinham o acesso ao sistema que permite a pesquisa sobre os sócios das empresas que ministram os cursos -chamados de "blasters" ou de "cabo de fogo".
A equipe de policiais produziu, então, um documento e encaminhou à Secretaria da Segurança Pública do governo de São Paulo.
O relatório mostra que de 145 inscritos nos cursos de manipulação de explosivos em pedreiras 13 tinham ficha na polícia por tráfico de drogas e por roubo.
A Polícia Federal retomou o levantamento e trocou informações com o Exército.
ROUBOS
A preocupação cresceu com os constantes roubos de explosivos no Estado.
Neste ano, pouco mais de uma tonelada de dinamite foi levada por assaltantes em São Paulo.
Não há notícias de que esses explosivos tenham sido recuperados.
Em 2010, mais uma tonelada foi roubada, além de 11 quilômetros de pavio e 568 espoletas, responsáveis por acionar a detonação da dinamite em gel.
A suspeita é de que os explosivos estejam sendo enviados também para outros Estados do país.
Nos cursos, os criminosos se aproveitariam da falta de controle das pedreiras que permitem a inscrição de qualquer pessoa.
FALTA DE CONTROLE
Das 160 pedreiras que existem em São Paulo, só metade segue uma série de determinações do Exército.
Entre as exigências estão o controle sobre quem são os alunos que se inscrevem.
"Temos um controle sobre nossos associados, mas há outras pedreiras, menores, que podem não estar seguindo essas regras de segurança. Aí, a gente não pode fazer muita coisa", afirmou Osni de Mello, assessor técnico do Sindipedras (Sindicato de Indústria de Mineração e Pedra Britada de São Paulo).
Oficialmente, a Comunicação Social da Região Militar, responsável pelo Estado de São Paulo, informou não possuir informação de que o PCC infiltre pessoas em cursos de explosivos em pedreiras.
Declarou ainda que a Polícia Federal levanta a ficha criminal das pessoas inscritas nestes cursos.
A Polícia Federal não comentou o assunto.
SUL DE MINAS
Analistas da PF investigam o ataque ao Batalhão da Polícia Militar, na semana passada, em Campo Belo, sul de Minas Gerais.
As informações indicam que a facção recrutou jovens para atacar a PM.
Vários carros de policiais, estacionados no pátio do batalhão, foram atingidos.
A Polícia Militar de Minas Gerais se referiu à ação em Campo Belo como "ataque do tráfico", mas não citou o Primeiro Comando da Capital. Aqui

 

Comentário:

O Dílmon de Rousseff, a partícula elementar do pensamento da presidenta, volta a atacar. A presidenta não consegue conter as ações criminosas do PCC em São Paulo, porém se julga apta a comandar um plano de paz entre Israel e o terrorista Hamás, o qual prega a destruição do Estado judeu. Lembre-se, presidenta: antes de tudo, o PCC é nossa Gaza!

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O dílmon de Rousseff ataca novamente...


F. Maier