MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

terça-feira, 30 de outubro de 2012


O Islã não é uma religião da paz
 
Félix Maier
 
Al-Azma - “A Crise”: calamidade para o Islã, com a unidade islâmica abalada quando Estados árabe-muçulmanos se aliaram ao Ocidente para combater outro Estado árabe-muçulmano, o Iraque (1991).

Al-Naqba - “O Holocausto”: calamidade para o Islã, comparada a Al-Azma, devido à perda da Andaluzia (Espanha) e da Palestina (Israel) e ao fim do Califado otomano.

Boko Haram - Grupo extremista islâmico que promove assassinatos de cristãos na Nigéria. Muitos cristãos são queimados vivos. O nome significa “educação ocidental é pecado”.

Cristofobia - Perseguição a cristãos, principalmente por parte de muçulmanos. No Egito, cristãos coptas são crucificados e na Nigéria  são sistematicamente queimados vivos por muçulmanos do Boko Haram e a imprensa não noticia nada (cfr. http://www.infocontinental.com/2011/04/27/cristianos-quemados-vivos-en-nigeria-por-musulmanes/). Segundo o Papa João Paulo II, em sua história de 2000 anos, o Cristianismo teve cerca de 60 milhões de mártires, sendo que 27 milhões sob o jugo comunista. Quanto mais crimes são cometidos por terroristas islâmicos, mais a imprensa fala em islamofobia.
 
CSI - Christian Solidarity International: ONG com sede em Zurique, Suíça, ajuda cristãos perseguidos em todo o mundo. No Sudão, onde o norte muçulmano escravizava cristãos e animistas residentes no Sul do país, somente no período de 9 a 19/3/2000, a CSI libertou 4.968 pessoas, pagando em média US$ 35.00 (trinta e cinco dólares) por cabeça. De 1995 a 2000, a CSI libertou mais de 30.000 escravos, que eram submetidos a trabalho forçado, abuso sexual - incluindo extração das genitálias -, islamização forçada, além de maus tratos, pouca comida e insultos racistas. Em 2011, o Sul do Sudão se separou do Norte.
 
Daawa - (Árabe) “Pregação”: islamitas moderados optam pela daawa, em vez da jihad, em suas pregações. Uma trégua, com certeza.
 
Dar Al-Harb - Território de guerra, “que deveria ser progressivamente conquistado para o Islã pela pregação ou, se necessário, pela força das armas” (BALTA, 2010: 5). Segundo a teologia islâmica, território não-islâmico é um território de guerra, que deve ser conquistado para Alá. Ou seja: o mundo inteiro.
 
Dar Al-Islam - Morada ou território do Islã. Junto com o Dar Al-Salam (território da paz), forma as terras da ummá, a comunidade dos muçulmanos.
 
Dhima ou Dimá – (Árabe) “Proteção”. Estatuto islâmico hoje em desuso. Os judeus e cristãos “deveriam pagar dois impostos, a djiziá e o kharaj, de que ficavam isentos os convertidos” (BALTA, 2010: 23). Isso explica, em parte, a rápida “conversão” ao islamismo durante o período das conquistas árabes.
 
Epístola de Qadir - Risala AL-Qadiriya: em 1019, Al-Qadir, califa de Bagdá, emitiu uma epístola político-religiosa, “na qual condenava a doutrina da ‘Criação do Alcorão’, proibia novas exegeses (interpretações do Livro) e fixava o credo oficial. Desse modo, ele ‘fechou a porta da ijtihad’ (esforço de pesquisa pessoal), segundo uma expressão em uso entre os muçulmanos. Também matou o espírito crítico e encorajou a taqlid ou ‘imitação servil’, em detrimento da inovação” (BALTA, 2010: 36-7). O impasse permanece até hoje: modernizar o Islã ou islamizar a modernidade?
 
Eurábia - Combinação das palavras “Europa” e “Arábia”. Trata-se da islamização da Europa moderna, motivada, principalmente, pelo “suicídio” daquele continente, onde as pessoas não querem mais ter filhos. “Estudo de uma equipe de sociólogos do EVS mostra que, em 1999, havia 62,1% de católicos e 25,8% de protestantes no continente. Em 2008, data do último relatório, registrou-se queda vertical nas proporções, para 36,7% e 14,5%, respectivamente. (...) Do lado muçulmano, ocorre o contrário. Eles são atualmente 44 milhões (6% da população europeia), depois de um aumento de 14,5 milhões de 1990 a 2010” (“Europa: queda vertical de católicos e protestantes! Crescem os sem igreja e os muçulmanos!” Ex-Blog do Cesar Maia, 28/10/2011). Os muçulmanos agradecem esse precioso presente, chucrán! Apesar dos magrebianos terem casa, comida e escola de graça, como é o caso da França, eles não se aculturam e exibem faixas em protestos: “O Islã é a solução”, “O Islã é minha pátria”. Já existe uma espécie de intifada na França, na Alemanha e na Inglaterra, com incêndios de carros e prédios públicos, e depredações em geral, a qualquer pretexto - com o apoio direto ou indireto dos sheiks nas mesquitas, que vociferam contra os “infiéis”. Deveriam ser deportados, já que cospem no prato em que comem.
 
Gharbzadegi - “Ocidentoxicação”: os muçulmanos veem a cultura ocidental como materialista, corrupta, decadente e imoral. Por isso, com o ressurgimento islâmico na atualidade, está aumentando o sentimento antiocidental, especialmente contra os EUA.
 
Holocausto cristão - Massacre promovido pelos turcos contra cristãos armênios durante a I Guerra Mundial, que configura verdadeiro genocídio. “O paralelismo com Auschwitz não é frívolo. O reinado do terror na Turquia contra o povo armênio foi uma tentativa de destruir a raça armênia. Os mortos chegaram a quase 1,5 milhão. Enquanto os turcos falavam publicamente de ‘reassentar’ sua população armênia - como diriam depois os alemães dos judeus na Europa -, as verdadeiras intenções do governo turco eram muito específicas. Em 15 de setembro de 1915, por exemplo - e existe uma cópia desse documento -, o ministro do Interior turco Talaat Pasha telegrafou uma ordem a seu prefeito de Aleppo. ‘Já foi informado de que o governo [...] decidiu destruir completamente todas as pessoas indicadas que vivem na Turquia [...] Deve-se pôr fim a sua existência, por mais trágicas que as medidas possam ser e sem consideração alguma quanto a idade nem sexo, nem quanto a qualquer escrúpulo de consciência’. Não foi exatamente isso que Himmler disse aos assassinos da SS em 1941?” (FISK, 2007: 446). Conta E. Boghos Dakessian o que ocorreu em Margada, no deserto sírio: “Os turcos trouxeram famílias inteiras até aqui para matá-las. Fizeram isso durante dias e dias. Amarravam-nos em filas, homens, crianças, mulheres, a maioria faminta e doente, muitos nus. Depois, empurravam-nos pela encosta até o rio e matavam um com um tiro. Então, o morto afundava, arrastava os outros e os afogava. Era mais barato assim. Custava só uma bala” (idem, pg. 447). O testemunho de Zakar Berberian, que morava em Balajik, no Eufrates, é consternador: “Mandaram os homens abandonar o povoado; levaram-nos e nunca os tornamos a ver. Mandaram as mulheres e crianças ao velho mercado. Chegaram os soldados e, diante das mães, foram pegando cada criança, crianças de seis, sete, oito anos, e a jogavam no ar e deixavam-na cair nas pedras. Se sobrevivessem, os soldados turcos pegavam-nas outra vez pelos pés e arrebentavam suas cabeças nas pedras” (idem, pg. 447). A respeito deste genocídio que os turcos até hoje negam ter ocorrido, veja o filme Ararat (2002), dirigido pelo egípcio descendente de armênios, Atom Egoyan.
 
Islã – Significa, em árabe, “submissão a Alá”. É a terceira religião monoteísta, revelada após o judaísmo e o cristianimso. Segundo a tradição islâmica, a palavra foi transmitida no idioma árabe pelo arcanjo Gabriel ao profeta Maomé e constitui o Corão (Al-Qur’an), composto por 114 suratas (capítulos) e 6.226 versículos. Os muçulmanos dividiram-se em 3 grupos a partir dos cismas ocorridos no ano 37 da Hégira (657 d.C.): xiitas (cerca de 10% da população), kharijitas (menos de 1%) e sunitas (quase 90%). Os sunitas, por sua vez, dividem-se em hanafitas (mundo turcófono, Índia, Paquistão e China), malequitas ou amalecitas (Alto Egito, Magrebe e parte da África negra), chafeítas ou xafitas (Baixo Egito, África negra oriental, Índia, Malásia, Filipinas, Tailândia e Inonésia) e os hanbalitas (Arábia Saudita e Qatar). Sunita é “o povo da comunidade e da tradição” (Ahl al-jama’a wal sunna); kharijitas são “os que saíram”, que abandonaram Ali, sogro de Maomé; xiitas (chi’at Ali), o partido de Ali, são “os que permaneceram fiéis”).
 
Jahiliyyah - “A barbárie”: é a definição que os fundamentalistas islâmicos dão aos Estados laicos modernos, sejam islâmicos ou não. Também aplicada aos Estados modernos onde grandes comunidades muçulmanas vivem sob regime não muçulmano (Caxemira, Israel, China, Filipinas, Kosovo, Chechênia etc.). “O Islã não pode aceitar qualquer convivência com a jahiliyyah. Ou permanece o Islã ou a jahiliyyah; nenhuma situação intermediária é possível” (Sayyid Muhammad Qutb, pensador islamita egípcio, autor de uma “fatwa” de agosto de 1995, em que conclama os muçulmanos às armas e à luta contra a jahiliyyah).
 
Janízaros - Jovens recrutados à força entre as famílias cristãs dos Bálcãs, a exemplo dos sérvios, “convertidos” à fé muçulmana e alistados na infantaria otomana. Durante a I Guerra Mundial, 1,5 milhão de armênios cristãos foram exterminados pelos turcos.
 
Jihad - Traduzido comumente por “guerra santa”, significa a batalha através da qual se atinge um dos objetivos do islamismo que é “reformar o mundo”. Por vezes, o jihad é considerado o 6º pilar do Islã, mas sem qualquer base ou reconhecimento oficial. Mujahid é aquele que leva a cabo uma guerra santa.
 
MRI - Movimento Revolucionário Internacionalista: com sede na Grã-Bretanha, apoia movimentos maoístas no mundo todo, como o Sendero Luminoso, no Peru, e o PKK, na Turquia. Os países ditos democráticos sempre foram um porto seguro para terroristas de toda a espécie, tanto comunistas como islâmicos. Londres é a maior incubadora do terrorismo internacional. Não é à toa que lá fica o túmulo de Karl Marx, além de bancos, jornais e organizações islâmicas voltadas para o terrorismo internacional.
 
Nakba - “Catástrofe”: é como os muçulmanos, especialmente os palestinos, chamam a criação do Estado de Israel, em 1948. Ou seja, a expressão de pau dos islâmicos só lamenta a própria “catástrofe”, esquecendo-se que promoveram dezenas de catástrofes no mundo, ao invadirem diversos países durante a expansão do Islã, que está longe de findar (Kosovo, Chechênia, Cachemira). Uma das maiores catástrofes promovidas pelos turcos foi o Massacre de Armênios cristãos, de 1915 a 1918, que deixou 1,5 milhão de mortos.
 
Ummá - “Desde as primeiras conquistas elaborou-se a teoria do Dar el Islam, o ‘território do Islã’ ou ‘território da paz’, que é formado pelas terras da ummá, a comunidade dos muçulmanos, em oposição ao ‘território da guerra’, Dar el Harb, que deve ser conquistado para a charia, a lei islâmica, seja pela pregação da palavra, seja pela força das armas. (...) Agindo com maior realismo, os juristas muçulmanos definiram igualmente a existênia do Dar el Solh, ou ‘território da trégua’, que pode conservar-se em paz mediante o pagamento de tributos. Eles também determinaram que as relações entre o ‘território do Islã’ e o ‘território da impiedade’ poderiam ser regidas pela daruriyya [daruriá], ou ‘estado de necessidade’, em condições ditadas pela superioridade dos infiéis ou por imperativos econômicos, técnicos e sociais” (BALTA, 2010: 27).


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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Terrorismo no Brasil: Todas as pessoas mortas por terroristas de esquerda


12/01/2010

às 15:29

TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 1 – OS 19 ASSASSINADOS ANTES DO AI-5


O que é que os livros de história e boa parte da imprensa escondem de você, leitor? Apenas a verdade.

As esquerdas alegam que o Regime Militar, ao longo de 21 anos, matou 424 dos seus militantes. É um número provavelmente inflado. Mortos comprovados são 293 – os outros constam como “desaparecidos” e se dá de barato que tenham sido mortos por “agentes do regime”. Nessa conta, diga-se, estão quatro militantes da ALN-Molipo que foram mortos pelos próprios “companheiros”. Ela também inclui os que morreram de arma na mão no Araguaia – já lembro a lista total. Este post tem outro objetivo. E, antes que prossiga, uma questão de princípio: não deveria ter morrido uma só pessoa depois de rendida pelo Estado. Ponto final. Não há o que discutir sobre este particular.

O que não se diz é que o terrorismo de esquerda matou nada menos de 119 pessoas, muitas delas sem qualquer vinculação com a luta política. Quase ninguém sabe disso. Também se consolidou uma outra brutal inverdade histórica, segundo a qual as ações armadas da esquerda só tiveram início depois do AI-5, de 13 de dezembro de 1968. É como se, antes disso, os esquerdistas tivessem se dedicado apenas à resistência pacífica.

Neste primeiro post sobre as vítimas dos terroristas de esquerda, listo apenas as pessoas mortas antes do AI-5: nada menos de 19. Em muitos casos, aparecem os nomes dos assassinos.

Se vocês forem procurar na lista dos indenizados com a Bolsa Ditadura, muitos homicidas estão lá, sendo beneficiados por sua “luta contra a ditadura”. Ou, então, suas respectivas famílias recebem o benefício, e o terrorista é alçado ao panteão dos heróis. Quem fez a lista dos assassinados pela esquerda é o grupo Terrorismo Nunca Mais. “Ah, lista feita pelo pessoal da direita não vale!!!” E a feita pela extrema esquerda? Vale? Ademais, estes fatos estão devidamente documentados. Seguem os nomes das 19 pessoas assassinadas antes do AI-5 e, sempre que possível, de seus algozes. Ao longo do dia, publicarei os outros 100 nomes.

Ah, sim: PARA AS VÍTIMAS DA ESQUERDA, NÃO HÁ INDENIZAÇÃO. Como vocês sabem, eles não têm nem mesmo direito à memória. Foram apagados da história pela Comissão da Mentira.

AS VÍTIMAS DAS ESQUERDAS ANTES DO AI-5

1 – 12/11/64 – Paulo Macena,  Vigia – RJ
Explosão de bomba deixada por uma organização comunista nunca identificada, em protesto contra a aprovação da Lei Suplicy, que extinguiu a UNE e a UBES. No Cine Bruni, Flamengo, com seis feridos graves e 1 morto

2 – 27/03/65- Carlos Argemiro Camargo, Sargento do Exército – Paraná
Emboscada de um grupo de militantes da Força Armada de Libertação Nacional (FALN), chefiado pelo ex-coronel Jeffersom Cardim de Alencar Osorio. Camargo foi morto a tiros. Sua mulher estava grávida de sete meses.

3 – 25/07/66 – Edson Régis de Carvalho, Jornalista – PE
Explosão de bomba no Aeroporto Internacional de Guararapes, com 17 feridos e 2 mortos. Ver próximo nome.

4 – 25/07/66 – Nelson Gomes Fernandes, almirante – PE
Morto no mesmo atentado citado no item 3. Além das duas vítimas fatais, ficaram feridas 17 pessoas, entre elas o então coronel do Exército Sylvio Ferreira da Silva. Além de fraturas expostas, teve amputados quatro dedos da mão esquerda. Sebastião Tomaz de Aquino,  guarda civil, teve a perna direita amputada.

5 – 28/09/66 – Raimundo de Carvalho Andrade – Cabo da PM, GO
Morto durante uma tentativa de desocupação do Colégio Estadual Campinas, em Goiânia, que havia sido ocupado por estudantes de esquerda. O grupo de soldados convocado para a tarefa era formado por burocratas, cozinheiros etc. Estavam armados com balas de festim. Andrade, que era alfaiate da Polícia Militar, foi morto por uma bala de verdade disparada de dentro da escola.

6 – 24/11/67 – José Gonçalves Conceição (Zé Dico) – fazendeiro – SP
Morto por Edmur Péricles de Camargo, integrante da Ala Marighella, durante a invasão da fazenda Bandeirante, em Presidente Epitácio. Zé Dico foi trancado num quarto, torturado e, finalmente, morto com vários tiros. O filho do fazendeiro que tentara socorrer o pai foi baleado por Edmur com dois tiros nas costas.

7 – 15/12/67 – Osíris Motta Marcondes,  bancário – SP
Morto quando tentava impedir um assalto terrorista ao Banco Mercantil, do qual era o gerente.

8 – 10/01/68 – Agostinho Ferreira Lima – Marinha Mercante – Rio Negro/AM
No dia 06/12/67, a lancha da Marinha Mercante “Antônio Alberto” foi atacada por um grupo de nove terroristas, liderados  por Ricardo Alberto Aguado Gomes, “Dr. Ramon”, que, posteriormente, ingressou na Ação Libertadora Nacional (ALN). Neste  ataque, Agostinho Ferreira Lima foi ferido gravemente, vindo a morrer no dia 10/01/68.

9 – 31/05/68 – Ailton de Oliveira,  guarda Penitenciário – RJ
O Movimento Armado Revolucionário (MAR) montou uma ação para libertar nove de seus membros que cumpriam pena na Penitenciária Lemos de Brito (RJ) e que, uma vez libertados, deveriam seguir para a região de Conceição de Jacareí, onde o MAR pretendia estabelecer o “embrião do foco guerrilheiro”. No dia 26/05/68, o estagiário Júlio César entregou à funcionária da penitenciária Natersa Passos, num pacote, três revólveres calibre 38. Às 17h30, teve início a fuga. Os terroristas foram surpreendidos pelos guardas penitenciários Ailton de Oliveira e Jorge Félix Barbosa. Foram feridos, e Ailton morreu no dia 31/05/68. Ainda ficou gravemente ferido o funcionário da Light João Dias Pereira, que se encontrava na calçada da penitenciária. O autor dos disparos que atingiram o guarda Ailton foi o terrorista Avelino Brioni Capitani.

10 – 26/06/68-  Mário Kozel Filho – Soldado do Exército – SP
No dia 26/06/68, Kozel atua como sentinela do Quartel General do II Exército. Às 4h30, um tiro é disparado por um outro soldado contra uma camioneta que, desgovernada, tenta penetrar no quartel. Seu motorista saltara dela em movimento, após acelerá-la e direcioná-la para o portão do QG. O soldado Rufino, também sentinela, dispara 6 tiros contra o mesmo veículo, que, finalmente, bate na parede externa do quartel. Kozel sai do seu posto e corre em direção ao carro para ver se havia alguém no seu interior. Havia uma carga com 50 quilos de dinamite, que, segundos depois, explode. O corpo de Kozel é dilacerado. Os soldados João Fernandes, Luiz Roberto Julião e Edson Roberto Rufino ficam muito feridos. É mais um ato terrorista da organização chefiada por Lamarca, a VPR. Participaram do crime os terroristas Diógenes José de Carvalho Oliveira, Waldir Carlos Sarapu, Wilson Egídio Fava, Onofre Pinto, Edmundo Coleen Leite, José Araújo Nóbrega, Oswaldo Antônio dos Santos, Dulce de Souza Maia, Renata Ferraz Guerra Andrade e José Ronaldo Tavares de Lima e Silva. Ah, sim: a família de Lamarca recebeu indenização. De Kozel, quase ninguém mais se lembra.

11 – 27/06/68 – Noel de Oliveira Ramos – civil – RJ
Morto com um tiro no coração em conflito na rua. Estudantes distribuíam, no Largo de São Francisco, panfletos a favor do governo e contra as agitações estudantis conduzidas por militantes comunistas. Gessé Barbosa de Souza, eletricista e militante da VPR, conhecido como “Juliano” ou “Julião”, infiltrado no movimento, tentou impedir a manifestação com uma arma. Os estudantes, em grande maioria, não se intimidaram e tentaram segurar Gessé que fugiu atirando, atingindo mortalmente Noel de Oliveira Ramos e ferindo o engraxate Olavo Siqueira.

12- 27/06/68 – Nelson de Barros – Sargento PM -  RJ
No dia 21/06/68, conhecida como a “Sexta-Feira Sangrenta”, realizou-se no Rio uma passeata contra o regime militar. Cerca de 10.000 pessoas ergueram barricadas, incendiaram carros, agrediram motoristas, saquearam lojas, atacaram a tiros a embaixada americana e as tropas da Polícia Militar. No fim da noite, pelo menos 10 mortos e centenas de feridos. Entre estes, estava o sargento da PM Nelson de Barros, que morreu no dia 27.

13 – 01/07/68 – Edward Ernest Tito Otto Maximilian Von Westernhagen – major do Exército Alemão – RJ
Morto no Rio, onde fazia o Curso da Escola de Comando e Estado Maior do Exército. Assassinado na rua Engenheiro Duarte, Gávea, por ter sido confundido com o major boliviano Gary Prado, suposto matador de Che Guevara, que também cursava a mesma escola. Autores: Severino Viana Callou, João Lucas Alves e um terceiro não-identificado. Todos pertenciam à organização terrorista COLINA- Comando de Libertação Nacional.

14 – 07/09/68 – Eduardo Custódio de Souza – Soldado PM – SP
Morto com sete tiros por terroristas de uma organização não identificada quando de sentinela no DEOPS, em São Paulo.

15 – 20/09/68 – Antônio  Carlos  Jeffery – Soldado PM – SP
Morto a tiros quando de sentinela  no quartel da então Força Pública de São Paulo (atual PM) no Barro Branco. Organização terrorista que praticou o assassinato: Vanguarda Popular Revolucionária. Assassinos: Pedro Lobo de Oliveira, Onofre Pinto, Diógenes José Carvalho de Oliveira, atualmente conhecido como “Diógenes do PT”, ex-auxiliar de Olívio Dutra no Governo do RS.

16- 12/10/68 – Charles Rodney Chandler – Cap. do Exército dos Estados Unidos – SP
Herói na guerra com o Vietnã, veio ao Brasil para fazer o Curso de Sociologia e Política, na Fundação Álvares Penteado, em São Paulo/SP. No início de outubro de 68, um “Tribunal Revolucionário”, composto pelos dirigentes da VPR (Vanguarda Popular Revolucionária), Onofre Pinto (Augusto, Ribeiro, Ari), João Carlos Kfouri Quartin de Morais (Maneco) e Ladislas Dowbor (Jamil), condenou o capitão Chandler à morte, porque ele “seria um agente da CIA”. Os levantamentos da rotina de vida do capitão foram realizados por Dulce de Souza Maia (Judite). Quando retirava seu carro das garagem para seguir para a Faculdade, Chandler foi assassinado com 14 tiros de metralhadora e vários tiros de revólver,  na frente da sua mulher, Joan,  e de seus 3 filhos. O grupo de execução era constituído pelos terroristas Pedro Lobo de Oliveira (Getúlio), Diógenes José de Carvalho Oliveira (Luis, Leonardo, Pedro) e Marco Antônio Bráz de Carvalho (Marquito).

17 – 24/10/68 – Luiz Carlos Augusto – civil – RJ
Morto, com 1 tiro, durante uma passeata estudantil.

18 – 25/10/68 – Wenceslau Ramalho Leite – civil – RJ
Morto, com quatro tiros de pistola Luger 9mm durante o roubo de seu carro, na avenida 28 de Setembro, Vila Isabel, RJ. Autores: Murilo Pinto da Silva (Cesar ou Miranda) e Fausto Machado Freire (Ruivo ou Wilson), ambos integrantes da organização terrorista COLINA (Comando de Libertação Nacional).

19 – 07/11/68 – Estanislau Ignácio Correia – Civil – SP
Morto pelos terroristas Ioshitame Fugimore, Oswaldo Antônio dos Santos e Pedro Lobo Oliveira, todos integrantes da Vanguarda Popular Revolucionária(VPR), quando roubavam seu automóvel na esquina das ruas Carlos Norberto Souza Aranha e Jaime Fonseca Rodrigues, em São Paulo.

Por Reinaldo Azevedo

 


TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 2


TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 3


TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 4


 
 

Melô do mensalão

Félix Maier

dezembro de 2005

Delúbio Soares riu na cara de todos os brasileiros ao dizer que, no futuro, as denúncias da corrupção petista, como o mensalão, serão apenas uma piada de salão. Lula, dentro do mesmo espírito de deboche, disse que mensalão não existe, no máximo será tema de sambistas e pagodeiros para o próximo carnaval. É o cúmulo do cinismo, pois a Polícia Federal descobriu que, somente nas empresas de Marcos Valério, foram encontradas mais de 80.000 notas frias. Como disse Diogo Mainardi na revista Veja (nº 1934, de 7/12/2005), "Lula já teria sido deposto se jornais, revistas e redes de televisão não estivessem tomados por seus partidários". Nem foi preciso Mainardi lembrar as falanges petistas que protegem o corrupto regime comunofascista de Lula, fazendo marchas de protestos a favor, como a UNE, a CUT e o MST, em troca de farta verba pública. A corrupção sistêmica da República dos Barbudinhos está sendo acintosamente ignorada pela OAB e pela ABI, que dinamitaram Collor e se calam covardemente diante de uma corrupção mil vezes mais grave.

Atendendo à proposta de Lula, fiz uma singela composição, Melô do mensalão. A letra deverá ser marcada em ritmo de rap (ritmo e palavrão), gênero musical preferido de marginais como os traficantes de drogas dos morros cariocas. Uma questão de coerência.

 

Refrão:

Já disse com muito veneno

Zulaiê Cobra numa piada de salão:

Na República dos Bandidos,

O chefe é o Bandidão (bis)

Lula, alienado como um mongol,

Repete que não sabe de nada não.

Que tudo é tramóia das elites,

Que querem pisá-lo no chão.

Apesar das 80.000 notas frias de Valério,

Lula diz que não existe mensalão.

A gente manda o homem pro Pinel

Ou para uma cela do cadeião?

Refrão...

Muito antes da roubalheira atual,

Já tinha malandro de montão.

A CPI do Banestado foi enterrada

Por mais de um Mentor de plantão.

Atendendo a petistas e tucanos,

As investigações foram pro lixão.

Isso prova que Lula e FHC

São gêmeos siameses, mermão!

Refrão...

A máfia não gosta só de dólares

Pra forrar o largo cuecão.

Tem contas em paraísos fiscais,

Pra enfrentar qualquer furacão.

Enquanto prega o desarmamento,

Põe na cintura um tresoitão.

De Toninho do PT a Celso Daniel

Já foram nove pro caixão.

Refrão...

Não é só de dinheiro

Que vive a Bancada do Mensalão.

Alugaram uma casa em Brasília

Pra dar asas à imaginação.

Contrataram as meninas de Mary Corner

Pra baixar o tesão.

O professor estava certo

Ao bater no Zé com o bengalão.

Refrão...

O comunista Aldo "Dia do Saci" Rebelo,

Foi eleito pela  Frente do Mensalão.

Ateu, o substituto de Severino

Falou a frase mais engraçada da estação:

Pediu para que o coronel Nhô Cêncio

Não brigasse, “pelo amor de Deus!”, no verde salão.

Arthur Virgílio e o grampinho ACM Neto

Prometeram dar uma surra no Lula, na mão.

Refrão...

Roberto Jefferson estava certo

Ao apontar o dedo na cara do Frestão:

Sai rapidinho daí, Zé, senão

Você leva o presidente de roldão.

Abi Ackel não viu nada de anormal

Dentro da CPI do Mensalão.

A única coisa que ele enxerga

É pedra preciosa na mão...

Refrão...

A bordo do Air Force 51 (Aerolula),

O presidente passeia pelo sertão.

O Bolsa-Família se tornou

O voto de curral em moderna versão.

Bem-vindo dinheiro de Cuba e de Angola,

E de estatais e fundos de pensão!

Apesar da roubalheira petista,

Lula sobe nas pesquisas de opinião.

Que nação!



 Mensalão no STF:

Faltam Lula, Lulinha, o BMG, Romero Jucá,

Daniel Dantas, João Batista de Abreu, Márcio Alaor de Araújo,

Ricardo Annes Guimarães, Flávio Pentagna Guimarães,

Fernando Pimentel, Carlinhos Cachoeira

e Dilma Rousseff, a "filha do mensalão"



Provas do envolvimento dos acima citados no Mensalão:
























 

Autópsia da corrupção: Maurício Marinho, dos Correios, recebe propina

Extraído da Wikipédia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlinhos_Cachoeira):

Carlos Augusto de Almeida Ramos,[1] mais conhecido como Carlinhos Cachoeira, também denominado pela imprensa de Carlos Augusto Ramos (Anápolis, 3 de maio de 1963[2]), é um empresário brasileiro, preso sob acusações como envolvimento no crime organizado e corrupção.

O nome de Carlinhos Cachoeira ganhou repercussão nacional em 2004 após a divulgação de vídeo gravado por ele onde Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil José Dirceu, lhe faz pedido de propina para arrecadar fundos para a campanha eleitoral do Partido dos Trabalhadores e do Partido Socialista Brasileiro no Rio de Janeiro. Em troca, Diniz prometia ajudar Carlinhos Cachoeira numa concorrência pública carioca. A divulgação do vídeo se transformou no primeiro grande escândalo de corrupção do governo Lula[3][4]

 

Veja o mensalão em história de quadrinhos:

Facool - História em quadrinhos relata a história do mensalão


Imagens de mensalão em história de quadrinhos


A História do Mensalão em Quadrinhos - YouTube


Angeli conta a História do Mensalão em Quadrinhos


Folha de S.Paulo conta bastidores do "mensalão" em quadrinhos


 

Leia os textos de Félix Maier acessando o blog e sites abaixo:





 

Para conhecer a história do terrorismo esquerdista no Brasil, acesse:

Wikipédia do Terrorismo no Brasil




Para conhecer o terrorismo biológico de petistas contra plantações de cacau no Sul da Bahia clique em


 

Leia sobre o Movimento Militar de 31 de Março de 1964: O Cruzeiro - 10 de abril de 1964 - Edição extra

Leia sobre os antecedentes do Movimento de 1964 em Guerrilha comunista no Brasil e Apoio de Cuba à luta armada no Brasil: o treinamento guerrilheiro

Leia Julgamentos da Contrarrevolução de 1964 – Rachel de Queiroz, Roberto Marinho, Editorial do JB e Luiz Inácio Lula da Silva

Faça o download do ORVIL - O Livro Negro do Terrorismo no Brasil: http://www.averdadesufocada.com/images/orvil/orvil_completo.pdf

 


LIVRO NEGRO DO TERRORISMO NO BRASIL:


TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 1


TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 2


TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 3


TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 4