MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

terça-feira, 30 de outubro de 2012


O Islã não é uma religião da paz
 
Félix Maier
 
Al-Azma - “A Crise”: calamidade para o Islã, com a unidade islâmica abalada quando Estados árabe-muçulmanos se aliaram ao Ocidente para combater outro Estado árabe-muçulmano, o Iraque (1991).

Al-Naqba - “O Holocausto”: calamidade para o Islã, comparada a Al-Azma, devido à perda da Andaluzia (Espanha) e da Palestina (Israel) e ao fim do Califado otomano.

Boko Haram - Grupo extremista islâmico que promove assassinatos de cristãos na Nigéria. Muitos cristãos são queimados vivos. O nome significa “educação ocidental é pecado”.

Cristofobia - Perseguição a cristãos, principalmente por parte de muçulmanos. No Egito, cristãos coptas são crucificados e na Nigéria  são sistematicamente queimados vivos por muçulmanos do Boko Haram e a imprensa não noticia nada (cfr. http://www.infocontinental.com/2011/04/27/cristianos-quemados-vivos-en-nigeria-por-musulmanes/). Segundo o Papa João Paulo II, em sua história de 2000 anos, o Cristianismo teve cerca de 60 milhões de mártires, sendo que 27 milhões sob o jugo comunista. Quanto mais crimes são cometidos por terroristas islâmicos, mais a imprensa fala em islamofobia.
 
CSI - Christian Solidarity International: ONG com sede em Zurique, Suíça, ajuda cristãos perseguidos em todo o mundo. No Sudão, onde o norte muçulmano escravizava cristãos e animistas residentes no Sul do país, somente no período de 9 a 19/3/2000, a CSI libertou 4.968 pessoas, pagando em média US$ 35.00 (trinta e cinco dólares) por cabeça. De 1995 a 2000, a CSI libertou mais de 30.000 escravos, que eram submetidos a trabalho forçado, abuso sexual - incluindo extração das genitálias -, islamização forçada, além de maus tratos, pouca comida e insultos racistas. Em 2011, o Sul do Sudão se separou do Norte.
 
Daawa - (Árabe) “Pregação”: islamitas moderados optam pela daawa, em vez da jihad, em suas pregações. Uma trégua, com certeza.
 
Dar Al-Harb - Território de guerra, “que deveria ser progressivamente conquistado para o Islã pela pregação ou, se necessário, pela força das armas” (BALTA, 2010: 5). Segundo a teologia islâmica, território não-islâmico é um território de guerra, que deve ser conquistado para Alá. Ou seja: o mundo inteiro.
 
Dar Al-Islam - Morada ou território do Islã. Junto com o Dar Al-Salam (território da paz), forma as terras da ummá, a comunidade dos muçulmanos.
 
Dhima ou Dimá – (Árabe) “Proteção”. Estatuto islâmico hoje em desuso. Os judeus e cristãos “deveriam pagar dois impostos, a djiziá e o kharaj, de que ficavam isentos os convertidos” (BALTA, 2010: 23). Isso explica, em parte, a rápida “conversão” ao islamismo durante o período das conquistas árabes.
 
Epístola de Qadir - Risala AL-Qadiriya: em 1019, Al-Qadir, califa de Bagdá, emitiu uma epístola político-religiosa, “na qual condenava a doutrina da ‘Criação do Alcorão’, proibia novas exegeses (interpretações do Livro) e fixava o credo oficial. Desse modo, ele ‘fechou a porta da ijtihad’ (esforço de pesquisa pessoal), segundo uma expressão em uso entre os muçulmanos. Também matou o espírito crítico e encorajou a taqlid ou ‘imitação servil’, em detrimento da inovação” (BALTA, 2010: 36-7). O impasse permanece até hoje: modernizar o Islã ou islamizar a modernidade?
 
Eurábia - Combinação das palavras “Europa” e “Arábia”. Trata-se da islamização da Europa moderna, motivada, principalmente, pelo “suicídio” daquele continente, onde as pessoas não querem mais ter filhos. “Estudo de uma equipe de sociólogos do EVS mostra que, em 1999, havia 62,1% de católicos e 25,8% de protestantes no continente. Em 2008, data do último relatório, registrou-se queda vertical nas proporções, para 36,7% e 14,5%, respectivamente. (...) Do lado muçulmano, ocorre o contrário. Eles são atualmente 44 milhões (6% da população europeia), depois de um aumento de 14,5 milhões de 1990 a 2010” (“Europa: queda vertical de católicos e protestantes! Crescem os sem igreja e os muçulmanos!” Ex-Blog do Cesar Maia, 28/10/2011). Os muçulmanos agradecem esse precioso presente, chucrán! Apesar dos magrebianos terem casa, comida e escola de graça, como é o caso da França, eles não se aculturam e exibem faixas em protestos: “O Islã é a solução”, “O Islã é minha pátria”. Já existe uma espécie de intifada na França, na Alemanha e na Inglaterra, com incêndios de carros e prédios públicos, e depredações em geral, a qualquer pretexto - com o apoio direto ou indireto dos sheiks nas mesquitas, que vociferam contra os “infiéis”. Deveriam ser deportados, já que cospem no prato em que comem.
 
Gharbzadegi - “Ocidentoxicação”: os muçulmanos veem a cultura ocidental como materialista, corrupta, decadente e imoral. Por isso, com o ressurgimento islâmico na atualidade, está aumentando o sentimento antiocidental, especialmente contra os EUA.
 
Holocausto cristão - Massacre promovido pelos turcos contra cristãos armênios durante a I Guerra Mundial, que configura verdadeiro genocídio. “O paralelismo com Auschwitz não é frívolo. O reinado do terror na Turquia contra o povo armênio foi uma tentativa de destruir a raça armênia. Os mortos chegaram a quase 1,5 milhão. Enquanto os turcos falavam publicamente de ‘reassentar’ sua população armênia - como diriam depois os alemães dos judeus na Europa -, as verdadeiras intenções do governo turco eram muito específicas. Em 15 de setembro de 1915, por exemplo - e existe uma cópia desse documento -, o ministro do Interior turco Talaat Pasha telegrafou uma ordem a seu prefeito de Aleppo. ‘Já foi informado de que o governo [...] decidiu destruir completamente todas as pessoas indicadas que vivem na Turquia [...] Deve-se pôr fim a sua existência, por mais trágicas que as medidas possam ser e sem consideração alguma quanto a idade nem sexo, nem quanto a qualquer escrúpulo de consciência’. Não foi exatamente isso que Himmler disse aos assassinos da SS em 1941?” (FISK, 2007: 446). Conta E. Boghos Dakessian o que ocorreu em Margada, no deserto sírio: “Os turcos trouxeram famílias inteiras até aqui para matá-las. Fizeram isso durante dias e dias. Amarravam-nos em filas, homens, crianças, mulheres, a maioria faminta e doente, muitos nus. Depois, empurravam-nos pela encosta até o rio e matavam um com um tiro. Então, o morto afundava, arrastava os outros e os afogava. Era mais barato assim. Custava só uma bala” (idem, pg. 447). O testemunho de Zakar Berberian, que morava em Balajik, no Eufrates, é consternador: “Mandaram os homens abandonar o povoado; levaram-nos e nunca os tornamos a ver. Mandaram as mulheres e crianças ao velho mercado. Chegaram os soldados e, diante das mães, foram pegando cada criança, crianças de seis, sete, oito anos, e a jogavam no ar e deixavam-na cair nas pedras. Se sobrevivessem, os soldados turcos pegavam-nas outra vez pelos pés e arrebentavam suas cabeças nas pedras” (idem, pg. 447). A respeito deste genocídio que os turcos até hoje negam ter ocorrido, veja o filme Ararat (2002), dirigido pelo egípcio descendente de armênios, Atom Egoyan.
 
Islã – Significa, em árabe, “submissão a Alá”. É a terceira religião monoteísta, revelada após o judaísmo e o cristianimso. Segundo a tradição islâmica, a palavra foi transmitida no idioma árabe pelo arcanjo Gabriel ao profeta Maomé e constitui o Corão (Al-Qur’an), composto por 114 suratas (capítulos) e 6.226 versículos. Os muçulmanos dividiram-se em 3 grupos a partir dos cismas ocorridos no ano 37 da Hégira (657 d.C.): xiitas (cerca de 10% da população), kharijitas (menos de 1%) e sunitas (quase 90%). Os sunitas, por sua vez, dividem-se em hanafitas (mundo turcófono, Índia, Paquistão e China), malequitas ou amalecitas (Alto Egito, Magrebe e parte da África negra), chafeítas ou xafitas (Baixo Egito, África negra oriental, Índia, Malásia, Filipinas, Tailândia e Inonésia) e os hanbalitas (Arábia Saudita e Qatar). Sunita é “o povo da comunidade e da tradição” (Ahl al-jama’a wal sunna); kharijitas são “os que saíram”, que abandonaram Ali, sogro de Maomé; xiitas (chi’at Ali), o partido de Ali, são “os que permaneceram fiéis”).
 
Jahiliyyah - “A barbárie”: é a definição que os fundamentalistas islâmicos dão aos Estados laicos modernos, sejam islâmicos ou não. Também aplicada aos Estados modernos onde grandes comunidades muçulmanas vivem sob regime não muçulmano (Caxemira, Israel, China, Filipinas, Kosovo, Chechênia etc.). “O Islã não pode aceitar qualquer convivência com a jahiliyyah. Ou permanece o Islã ou a jahiliyyah; nenhuma situação intermediária é possível” (Sayyid Muhammad Qutb, pensador islamita egípcio, autor de uma “fatwa” de agosto de 1995, em que conclama os muçulmanos às armas e à luta contra a jahiliyyah).
 
Janízaros - Jovens recrutados à força entre as famílias cristãs dos Bálcãs, a exemplo dos sérvios, “convertidos” à fé muçulmana e alistados na infantaria otomana. Durante a I Guerra Mundial, 1,5 milhão de armênios cristãos foram exterminados pelos turcos.
 
Jihad - Traduzido comumente por “guerra santa”, significa a batalha através da qual se atinge um dos objetivos do islamismo que é “reformar o mundo”. Por vezes, o jihad é considerado o 6º pilar do Islã, mas sem qualquer base ou reconhecimento oficial. Mujahid é aquele que leva a cabo uma guerra santa.
 
MRI - Movimento Revolucionário Internacionalista: com sede na Grã-Bretanha, apoia movimentos maoístas no mundo todo, como o Sendero Luminoso, no Peru, e o PKK, na Turquia. Os países ditos democráticos sempre foram um porto seguro para terroristas de toda a espécie, tanto comunistas como islâmicos. Londres é a maior incubadora do terrorismo internacional. Não é à toa que lá fica o túmulo de Karl Marx, além de bancos, jornais e organizações islâmicas voltadas para o terrorismo internacional.
 
Nakba - “Catástrofe”: é como os muçulmanos, especialmente os palestinos, chamam a criação do Estado de Israel, em 1948. Ou seja, a expressão de pau dos islâmicos só lamenta a própria “catástrofe”, esquecendo-se que promoveram dezenas de catástrofes no mundo, ao invadirem diversos países durante a expansão do Islã, que está longe de findar (Kosovo, Chechênia, Cachemira). Uma das maiores catástrofes promovidas pelos turcos foi o Massacre de Armênios cristãos, de 1915 a 1918, que deixou 1,5 milhão de mortos.
 
Ummá - “Desde as primeiras conquistas elaborou-se a teoria do Dar el Islam, o ‘território do Islã’ ou ‘território da paz’, que é formado pelas terras da ummá, a comunidade dos muçulmanos, em oposição ao ‘território da guerra’, Dar el Harb, que deve ser conquistado para a charia, a lei islâmica, seja pela pregação da palavra, seja pela força das armas. (...) Agindo com maior realismo, os juristas muçulmanos definiram igualmente a existênia do Dar el Solh, ou ‘território da trégua’, que pode conservar-se em paz mediante o pagamento de tributos. Eles também determinaram que as relações entre o ‘território do Islã’ e o ‘território da impiedade’ poderiam ser regidas pela daruriyya [daruriá], ou ‘estado de necessidade’, em condições ditadas pela superioridade dos infiéis ou por imperativos econômicos, técnicos e sociais” (BALTA, 2010: 27).


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