MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

quarta-feira, 23 de março de 2011

O antissemitismo castrista

CUBA CRIMINALIZA A NORMALIDADE

O antissemitismo castrista, assim como o de toda a ultra-esquerda, já é de longa data...

BEATRIZ W. DE RITTIGSTEIN – para o jornal venezuelano ‘EL UNIVERSAL’ - TRADUÇÃO DE FRANCISCO VIANNA

Terça feira, 22 de março de 2011

Nas ditaduras não existem instituições nem institucionalidade, não há independência de poderes, a justiça não é servida e qualquer desculpa é bastante para que as autoridades tomem em suas mãos a vida e o destino das pessoas. Assim ocorria na extinta URSS e continua ocorrendo em Cuba. Um caso ilustrativo é o do americano estadunidense Alan Gross, condenado há poucos dias a 15 anos de prisão, acusado de trabalhar para seu país num projeto de redes de informática clandestinas contra o governo comunista.

Gross foi preso em Havana em dezembro de 2009, segundo o ditador Raúl Castro, por ‘agir como agente de Washington na distribuição de sofisticados equipamentos de comunicação a opositores cubanos. Na realidade, ele ajudou a comunidade judia a ficar plugada na Internet. Esse foi o seu “crime”.

Como disse uma diplomata norte-americana: "Cuba criminaliza o que a maior parte do mundo considera normal, o acesso à informação e à tecnologia". As autoridades cubanas não apresentaram acusações contra Gross até fevereiro deste ano, ao anunciar seu julgamento; ou seja, ficou preso durante quinze meses sem saber de que o culpavam. A natureza do regime cubano e um processo judicial cheio de anomalias nos fazem pensar numa moeda de câmbio. Cuba busca libertar três cubanos e dois estadunidenses a serviço de seu sistema de inteligência, infiltrados nos EUA, sentenciados por espionagem e conspiração para assassinar.

Além do mais, Gross é judeu e isto deve ter pesado contra si. Fica suspeito que o governo cubano tenha "armado" contra uma só pessoa, um judeu, numa guerra cibernética entre EUA e Cuba. O antissemitismo castrista, assim como o de toda a ultra-esquerda, já é de longa data e inclusive motivou o envio de soldados cubanos à Síria para lutar contra Israel.

bea.rwz@gmail.com