MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Jornalistas irão avaliar os primeiros 100 dias do governo Dilma


"Bens e serviços públicos têm como característica essencial a impossibilidade de limitar o seu uso
àqueles que pagam por ele ou a impossibilidade de limitar o acesso a eles através de restrições
seletivas, com uma única exceção eticamente aceitável: o privilégio ou benefício dado aos portadores de deficiência física ou mental, incluindo as advindas com a idade ou aquelas resultantes de sequelas de acidentes ou fruto da violência." (Gerhard Erich Boehme)


Jornalistas irão avaliar os primeiros 100 dias do Governo da Presidente Dilma

Gerhard Erich Boehme


Sim, mas ... ... e os engenheiros e administradores serão ouvidos para que
os jornalistas possam produzir boas matérias?
Infelizmente esta não é a tradição brasileira e o Professor Stephen Kanitz,
um dos mais renomados administradores do Brasil, já nos alertou para o
problema, os jornalistas preferem ouvir sociólogos, economistas
governamentais e políticos, pois estes falam na mesma frequência.
Quanto aos jornalistas, o que questiono é o fato deles ouvirem economistas,
mas não todos, dão a palavra aos sociólogos, economistas governamentais
e aos políticos e não aos administradores e engenheiros. A critica tem
fundamento, pois se baseia no fato dos seres humanos serem divididos em
dois grandes grupos: os quantitativos e os verbais. Os primeiros são bons
em números, e os segundos, hábeis na fala.
É a grande divisão do ensino: exatas versus humanas, clássico versus
científico. Os bons de fala irão tornar-se advogados, jornalistas, sociólogos,
economistas governamentais, políticos. Tendem a ser românticos e de
esquerda, a acreditar na autoridade da palavra e nas soluções de cima para
baixo. Os bons em números irão tornar-se engenheiros, cientistas, químicos,
empresários, contadores, administradores. Tendem a ser pragmáticos,
apolíticos e a acreditar nas soluções de baixo para cima. Podem até falar
mal ou escreverem pior ainda, têm pouca influência política.
"Bens e serviços públicos têm como característica essencial a impossibilidade de limitar o seu uso
àqueles que pagam por ele ou a impossibilidade de limitar o acesso a eles através de restrições
seletivas, com uma única exceção eticamente aceitável: o privilégio ou benefício dado aos portadores de deficiência física ou mental, incluindo as advindas com a idade ou aquelas resultantes de sequelas de acidentes ou fruto da violência." (Gerhard Erich Boehme)
O que questiono igualmente é a qualidade do ensino de jornalismo no
Brasil, e o número de profissionais formados. O número é expressivo
porque nosso ensino tem sido voltado aos verbais. Afinal, é mais barato
formar um verbal do que um quantitativo. Bastam um professor e um
quadro-negro ou data show. Não é por menos que o Brasil forma mais
economistas do que engenheiros, quando no Japão a relação é oposta a
esta e é de 100 para 1. Os jornalistas, sociólogos e os economistas
governamentais falam na mesma frequência dos políticos e são, por isso,
seus principais assessores. Empolgam os políticos pelo discurso e pela
visão utópica de que podem consertar o mundo de cima para baixo. Sua
visão é lírica como a de um poeta, e foi justamente nas últimas gestões
presidenciais que os economistas governamentais mais influência tiveram e
os mesmo foram endossados pelos jornalistas que assim se deixaram
encantar. Precisamos deixar de ser platéia e ouvir menos os sociólogos,
economistas e políticos, e aí se inclui a imprensa, e ouvir mais as outras
profissões. Existiam várias soluções alternativas para os nossos problemas
e desafios, vindas de engenheiros, financistas, empresários, psicólogos e
contadores, que não alçaram voo por falta de ouvidos. As outras profissões
precisam sair da toca e preencher esse enorme espaço ocupado
exclusivamente pelo economista, pelo político e ... O fato de não ser tão
verbal quanto os economistas têm levado muitos a se omitirem
irresponsavelmente em suas contribuições.
Infelizmente se considerarmos o espectro da população brasileira, assim
entendida o termo espectro como é usado no meio farmacêutico, as nossas
publicações, com destaque aos jornais e revistas semanais, bem como a
mídia televisiva, mesmo os canais fechados, ao contrário de uma série de
países do mundo não apresentam artigos e reportagens com
administradores, os nossos jornais possuem suplementos sobre política,
negócios, economia, esportes, etc. e etc. mas não sobre administração e
engenharia.
"Bens e serviços públicos têm como característica essencial a impossibilidade de limitar o seu uso
àqueles que pagam por ele ou a impossibilidade de limitar o acesso a eles através de restrições
seletivas, com uma única exceção eticamente aceitável: o privilégio ou benefício dado aos portadores
de deficiência física ou mental, incluindo as advindas com a idade ou aquelas resultantes de
sequelas de acidentes ou fruto da violência." (Gerhard Erich Boehme)
Mas isso tem consequências, o país passa a ser mal administrado, pois o
povo brasileiro não faz uso da razão para avaliar o desempenho de nossos
políticos, principalmente os que estão no executivo, passando a ser então
alvo fácil da demagogia, do clientelismo e populismo, deles decorrendo a
sua consequência mais perversa: a corrupção. A qual no Brasil está
institucionalizada. Se não fosse assim não teríamos 37 ministérios e
secretarias de Estado com nível ministerial.
Com uma equipe deste tamanho é difícil administrar um governo. Ou estou
errado? Sem contar os custos, pois é uma forma de assegurar provento
máximo aos protagonistas do clientelismo político e dos que irão nePTizar o
Estado.
Acaso os jornalistas já se perguntaram quantas vezes o ex-presimente
conseguiu reunir seu ministério e formular ações e tomar decisões? E será
que a atual presidente conseguirá administrar tantas pessoas? Mesmo ela
sendo competente, como é dito.
Kanitz nos apresenta uma crítica importante sobre a "tradição" de nossa
imprensa apresentar uma avaliação sobre os 100 primeiros dias do
presidente. Ele acerta, pois a avaliação deveria ser pautada, assim entendo
eu, nas decisões, e quando isso não ocorre, como é o caso, posto que as
mesmas foram procrastinadas por uma infinidade de razões, primeiro o
loteamento político do Estado e das estatais, este adiado devido às
disputas acirradas e a dança dos novos políticos e sindicalistas que
assumiram agora no dia 1º de fevereiro suas funções, ou seriam privilégios,
na Câmara e no Senado. O clientelismo político republicano, este
engendrado com a liderança do dono do Brasil, o Sr. José Ribamar Ferreira
de Araújo Costa, se associa e ao mesmo tempo colide com os interesses da
"república sindicalista do Brasil", com a emPTização do Estado e do
nePTismo nas estatais.
"Bens e serviços públicos têm como característica essencial a impossibilidade de limitar o seu uso
àqueles que pagam por ele ou a impossibilidade de limitar o acesso a eles através de restrições
seletivas, com uma única exceção eticamente aceitável: o privilégio ou benefício dado aos portadores
de deficiência física ou mental, incluindo as advindas com a idade ou aquelas resultantes de
sequelas de acidentes ou fruto da violência." (Gerhard Erich Boehme)
"Nunca, nunca n’istória deçe pâizzz .... ". Felizmente a frase está caindo em
desuso e as verdades começam a aparecer.
“É possível enganar algumas pessoas todo o tempo; é também possível
enganar todas as pessoas por algum tempo; o que não é possível enganar
todas as pessoas todo o tempo” (President Abraham Lincoln - February 12,
1809 - April 15, 1865)
Se observarmos os desafios e problemas brasileiros, que são inúmeros,
ainda que requeiram tempo, as soluções existem. Mas, dependem de
pesquisa científica, projetos sérios e planejamento. Em resumo, de uma boa
administração e de uma boa engenharia.
Mas, e os administradores? E os engenheiros?
Esta pergunta os eleitores de Luiz Inácio Lula da Silva não souberam fazer.
O mesmo ocorreu com os eleitores de sua candidata terceirizada. Mas isso
não é novidade, pois o Professor Dr. Stephen Kanitz, outrora professor da
FEA/USP, nacionalmente conhecido como colunista em importantes jornais
e revistas de circulação nacional, já nos havia alertando para a causa da má
gestão pública:
http://www.kanitz.com.br/veja/pais.asp
http://www.kanitz.com.br/veja/faltam_engenheiros_governo.asp
E quando confrontamos estes seus artigos com a realidade que se seguiu,
bem como com os seus artigos atuais, logo vemos que de fato além de ter
sido objetivo e "acertivo" em suas assertivas, fez suas profecias. E estas se
concretizaram.
"Bens e serviços públicos têm como característica essencial a impossibilidade de limitar o seu uso
àqueles que pagam por ele ou a impossibilidade de limitar o acesso a eles através de restrições
seletivas, com uma única exceção eticamente aceitável: o privilégio ou benefício dado aos portadores
de deficiência física ou mental, incluindo as advindas com a idade ou aquelas resultantes de
sequelas de acidentes ou fruto da violência." (Gerhard Erich Boehme)
Aos jornalistas, bem a eles deve ser dada a oportunidade de reflexão, pois
a partir destas palavras o desafio passa a ser maior, pois não podemos
mais aceitar a avaliação de um executivo, em especial o principal executivo
do país, com base na emoção, mas sim com base na razão. Cabendo aos
jornalistas avaliarem as decisões tomadas e o planejamento que está
sendo realizado. E temos que reconhecer, o legado é por demais cruel, pois
nada foi feito de efetivo para a liberdade do cidadão brasileiro nestes
últimos 16 anos. Ou seriam 120 anos?
"E a monarquia constitucional teria evoluído para o Império federalizado, como
desejava o Partido Liberal. Mas, partimos para a ruptura do bipartidarismo não
obrigatório (Conservadores e Liberais) e para a República, elegendo logo dois militares
que se transformaram em descumpridores da única constituição liberal que tivemos (a
Provisória e a clonada de 1891)". (Jorge Geisel - jorgegeisel@hotmail.com)
De minha parte, se considerarmos somente os nomes indicados para o
primeiro escalão, o que temos: o primeiro escalão do governo sendo
formado por nomes inexpressivos, muitos como o do atual ministro da
educação, comprovadamente incompetentes, sem a educação, formação,
habilidade e experiência necessárias, quando deveríamos ter executivos de
primeira e ministros com experiência administrativa, que saibam tomar
decisões não por critérios políticos, mas por critérios de custos, eficiência e
eficácia. Que saibam fundamentalmente observar um dos mais importantes
princípios para a construção de uma verdadeira nação é a fiel observação
ao princípio da subsidiariedade. Mas jornalistas são ignorantes neste
campo. Desconhecem como este princípio é fundamental.
"Bens e serviços públicos têm como característica essencial a impossibilidade de limitar o seu uso
àqueles que pagam por ele ou a impossibilidade de limitar o acesso a eles através de restrições
seletivas, com uma única exceção eticamente aceitável: o privilégio ou benefício dado aos portadores
de deficiência física ou mental, incluindo as advindas com a idade ou aquelas resultantes de
sequelas de acidentes ou fruto da violência." (Gerhard Erich Boehme)
E quando citamos os primeiros escalões cabe uma crítica especial ao atual
Presidente do IPEA, para que ele venha a ter o entendimento da diferença
entre eficiência e eficácia, para assim poder emitir opinião sobre a
produtividade do governo, pois ele ainda acredita que os funcionários
públicos na esfera federal sejam mais produtivos que os trabalhadores da
iniciativa privada.
Felizmente o IPEA atualmente não está apenas a serviço da doutrinação,
ainda vemos que produz bons estudos:
http://educacao.uol.com.br/ultnot/2011/02/03/cada-r-1-gasto-emeducacao-
gera-r-185-no-pib.jhtm
De minha parte recomendo que os jornalistas venham a avaliar os primeiros
"100 dias" com base nos mais importantes indicadores que levam uma
nação ao desenvolvimento e paz social, como os critérios d'The Heritage
Foundation , obviamente que poderão fazê-lo também com base em outros
indicadores, como os d’The Cato Institute ou do Fraser Institute.
Acesse: http://www.heritage.org/index/ranking.aspx
Se não o fizerem seguramente continuarão a cometer os mesmos erros de
sempre: entre atuar na causa e no efeito, continuarão a atuar no efeito,
privilegiando a cultura da lombada. Agora pergunto: Será que a cultura da
lombada caracteriza mesmo os brasileiros?
Creio que não.
Funcionários públicos, como os do DNIT - Departamento Nacional de
Infraestrutura de Transportes, acreditam que o que liga dois pontos no
espaço é a distância. Não estão de tudo errados, mas o que de fato liga dois
pontos no espaço, o ponto onde estamos e para aonde queremos ir é o
tempo que se gasta para tal.
"Bens e serviços públicos têm como característica essencial a impossibilidade de limitar o seu uso
àqueles que pagam por ele ou a impossibilidade de limitar o acesso a eles através de restrições
seletivas, com uma única exceção eticamente aceitável: o privilégio ou benefício dado aos portadores
de deficiência física ou mental, incluindo as advindas com a idade ou aquelas resultantes de
sequelas de acidentes ou fruto da violência." (Gerhard Erich Boehme)
Tempo é o que temos e não podemos dar ao luxo de desperdiçar, pois isso
abrevia nossas vidas e tudo o que retira de nós parte de nossas vidas é
escravidão. Ser eficiente e eficaz é obter resultados que economizam tempo
das pessoas, ser incompetente é colocar uma lombada no caminho para se
evitar um potencial acidente ou poder procrastinar obras necessárias.
Lombadas consomem tempo e irritam as pessoas, danificam veículos,
aumentam a poluição sonora e atmosférica, desgastam ruas, avenidas,
estradas e rodovias. Mas esta é a opção dos brasileiros, acreditam que se
deve atuar no efeito e não na causa. O problema é cultural.
A cultura da lombada nos é própria, entre gerar emprego, riqueza e renda
optamos, ou melhor, oPTam por querer distribuir riqueza. Uma riqueza que
não temos, mas que necessita de empreendedores para ser gerada, sem
penalizá-los através de uma abusiva e irracional carga tributária.
E o que é uma abusiva carga tributária? É aquela que converte recursos
retirados a fórceps da sociedade, dos que trabalham, e que não são
convertidos em bens e serviços públicos.
E quando temos uma abusiva carga tributária o que temos na realidade é
um cidadão sendo escravo de outro, pois o fruto de seu trabalho não é em
benefício próprio ou de uma sociedade mais justa, mas para gerar
privilégios a diversas classes especiais de pessoas que gravitam no entorno
do palácio do Planalto, mesmo que para isso haja justificativas de que
estamos numa democracia. Uma democracia uma pinoia, o que temos é a
oclocracia. Há uma enorme diferença entre ambas. Mas os jornalistas não
se dão conta disso.
"Bens e serviços públicos têm como característica essencial a impossibilidade de limitar o seu uso
àqueles que pagam por ele ou a impossibilidade de limitar o acesso a eles através de restrições
seletivas, com uma única exceção eticamente aceitável: o privilégio ou benefício dado aos portadores
de deficiência física ou mental, incluindo as advindas com a idade ou aquelas resultantes de
sequelas de acidentes ou fruto da violência." (Gerhard Erich Boehme)
Acaso os jornalistas saberiam responder a diferença entre a democracia e a
oclocracia? - Seguramente que não.
Tomemos uma pessoa normal, que trabalha praticamente seus 365 dias do
ano, destes 147 a 152 dias são destinados para pagar impostos, o que
representa 40% de um ano inteiro. Podemos fazer uma regra de três
quando existirem férias, feriados e descansos semanais, mas a relação se
mantém. Oficialmente é informado que a tributação que gira em torno de 36
a 38% do PIB, mas temos a bi-tributação. Muitos brasileiros são hoje
penalizados com uma carga tributária que supera mais de 50%, pois temos
a folha de pagamentos, cujos recursos poderiam ir para o bolso do
trabalhador, mas não, políticos acreditam que é a empresa que paga,
infelizmente não se dão conta de que quaisquer custos ou gastos
adicionais são repassados aos produtos e serviços, aos clientes, nós.
O Brasil é um dos países com a maior carga tributária de todo o mundo.
Agora, quantos dias no ano trabalha uma pessoa daquelas que o Professor
Dr. Márcio Pochmann, Presidente do IPEA, diz ser mais produtiva que o
cidadão normal. Cidadão normal é aquele que é pagador de impostos, que
deseja ter bons serviços públicos.
Essa abusiva carga tributária paga no Brasil prejudica não só os
trabalhadores, como também o setor produtivo, e por extensão toda a
sociedade e penaliza os mais pobres e miseráveis. Isso porque os produtos
e serviços deixam as fábricas e escritórios com preços superiores aos que
deveriam custar de fato com impostos dentro da realidade de um país em
desenvolvimento, mas que também enfrenta duras realidades, como a
escalada de violência sem precedentes.
Entre atuar nas causas da violência, oPTam por atuar no efeito, dando
direitos e mais direitos aos que nos retiram a vida, a liberdade e a
propriedade.
"Bens e serviços públicos têm como característica essencial a impossibilidade de limitar o seu uso
àqueles que pagam por ele ou a impossibilidade de limitar o acesso a eles através de restrições
seletivas, com uma única exceção eticamente aceitável: o privilégio ou benefício dado aos portadores
de deficiência física ou mental, incluindo as advindas com a idade ou aquelas resultantes de
sequelas de acidentes ou fruto da violência." (Gerhard Erich Boehme)
Entre fomentar a poupança interna e investir em infraestrutura, oPTam por
acumular dívidas e culpar governos anteriores.
Entre combater o tráfico de drogas na sua origem, com firme atuação a
partir de nossas Relações Exteriores e das Forças Armadas, oPTam por
atuar no efeito, dando proteção estatal aos consumidores de drogas para
sua recuperação, sem mesmo antes promover a cultura da responsabilidade
individual. Mas quantos serão de fato recuperados?
Entre investir no alcance e na melhoria da educação fundamental, oPTam
por sustentar o mais perverso dos mecanismos de concentração de renda
em todo o mundo, dos impostos pagos pelos mais pobres são financiados os
estudos universitários dos que podem pagar por eles ou os financiar de
forma justa e honesta.
Atuar na causa é envidar todos os esforços, seja com nossas Relações
Exteriores e Forças Armadas para que não sejam produzidas as drogas nos
países vizinhos e para cá trazidas, ou melhor, traficadas. Atuar no efeito é
dar assistência a um jovem drogado e colocar os policiais e militares de
forma despreparada para combater pequenos traficantes, isso enquanto os
grandes traficantes, as principais cabeças participam de foros
internacionais, como o Foro San Pablo, ou ocupam o Palácio do Planalto a
convite oficial do Governo Brasileiro, quando não contam com a proteção
oficial para comandar o tráfico a partir de penitenciárias de segurança
máxima. Não se dão conta da permeabilidade da lei, por conta de uma
Constituição e legislação penal escrita sob a síndrome do preso político,
sem contar a porosidade das penitenciárias e prisões.
"Bens e serviços públicos têm como característica essencial a impossibilidade de limitar o seu uso
àqueles que pagam por ele ou a impossibilidade de limitar o acesso a eles através de restrições
seletivas, com uma única exceção eticamente aceitável: o privilégio ou benefício dado aos portadores
de deficiência física ou mental, incluindo as advindas com a idade ou aquelas resultantes de
sequelas de acidentes ou fruto da violência." (Gerhard Erich Boehme)
A questão é que devemos saber responder às perguntas:
1. Onde são produzidas as drogas?
2. Como e por onde elas entram no Brasil?
3. E o que necessita ser feito para erradicar a produção nos países
produtores e fechar as fronteiras para que não entrem no Brasil?
Mas a cultura da lombada permeia o tecido social brasileiro, e os
jornalistas, principalmente os de esquerda concorrem para que a nossa
juventude seja destruída e a violência se faça cada dia mais presente. Quais
são as ações conjuntas realizadas?
Outra evidência de nossa cultura da lombada é que entre a opção de
criarem incubadoras nas áreas de cultura, esportes, gastronomia, turismo,
etc., oPTam por um assistencialismo que cria dependência física, moral e
financeira junto aos políticos no governo ou nas estatais por eles
"controladas".
Entre ...
E se considerarmos nossa história, em especial o período de 1964 a 1985,
vemos que hoje entre fazer uma boa gestão face a violência, vemos que
oPTam por administrar o Brasil com base no espelho retrovisor.
Os números são assustadores, ou melhor, aterradores.
"Bens e serviços públicos têm como característica essencial a impossibilidade de limitar o seu uso
àqueles que pagam por ele ou a impossibilidade de limitar o acesso a eles através de restrições
seletivas, com uma única exceção eticamente aceitável: o privilégio ou benefício dado aos portadores
de deficiência física ou mental, incluindo as advindas com a idade ou aquelas resultantes de
sequelas de acidentes ou fruto da violência." (Gerhard Erich Boehme)
Senão vejamos:
· 410 mortes, todas elas com características de violência, a grande maioria com
requintes de crueldade jamais vistas;
· 2.700 vítimas de sequelas físicas e mentais que tiveram como origem a violência;
· 550 vítimas de tortura.
Estes são números que não se referem ao período citado, pois este período deve ficar
na história, seguramente estudado. Estes números são os de hoje, do dia de hoje. E no
Brasil. Esta é a realidade brasileira atual.
Amanhã serão seguramente mais o mesmo tanto, senão mais. Consomem mais de 20%
do tempo de nossos noticiários, mas não nos comovem. Fechamos o ano de 2009 com
150 mil mortes devido a violência, mais de 1 milhão de vitimas com sequelas físicas e
mentais, somente devido a violência. 2010 já está fechando as estatísticas com mais de
180 mil mortes devido a violência no Brasil. Somente com a procrastinação de decisões
por parte do ex-presidente Lula tivemos mais de mil mortes no início deste ano devido
as chuvas: uma tragédia prevista.
E se fizermos uma visita nos hospitais públicos e centros de atendimento de urgência
em todo o país seguramente veremos que a maioria, primeiro devido a falta de
atendimento e depois devido a falta de recursos materias e humanos, são vítimas de
tortura, um número seguramente maior que este. São brasileiros resignados.
Confiavam nos serviços públicos, ou melhor, nos políticos que elegeram.
Esta é a triste realidade brasileira que vejo quando recebo uma mensagem de um
esquerdista idiota, seguramente pleonasmo quando defendem a pandilha que hoje
nos governam, sedentos por uma maior presença do Estado, na realidade dos
"companhero", assim promovendo a emPTização, o nePTismo e dando a continuidade
ao clientelismo político, que faz com que o Brasil tenha um dono e tenha um nome: Sr.
José Ribamar Ferreira de Araújo Costa.
"Bens e serviços públicos têm como característica essencial a impossibilidade de limitar o seu uso
àqueles que pagam por ele ou a impossibilidade de limitar o acesso a eles através de restrições
seletivas, com uma única exceção eticamente aceitável: o privilégio ou benefício dado aos portadores
de deficiência física ou mental, incluindo as advindas com a idade ou aquelas resultantes de
sequelas de acidentes ou fruto da violência." (Gerhard Erich Boehme)
O caso recente do Militante do Movimento de Libertação Popular (MOLIPO), Ruy Carlos
Vieira Berbert, seguramente deve causar indignação, não apenas por ter sido
enterrado em uma vala comum e com nome falso, mas isso em respeito à família, pois
como militante de um grupo terrorista sabia muito bem contra quem e a mando de
quem lutava, e não era pela democracia, mas para implantar aqui um regime totalitário,
seguramente muito pior contra o qual diziam lutar. A luta era pelo poder, naqueles
tempos era feita de outra maneira, mesmo às custas da divisão de países, de milhões
de mortes e muita opressão.
Veja os recursos da estrutura pública que foram usados neste caso, com viagens e
mais viagens de parlamentares e toda a mobilização de uma imprensa útil, quando na
realidade bastaria a estrutura da Polícia Civil e Técnico-científica de São Paulo para
fazer a exumação e retirar amostras do corpo para fins de identificação de DNA,
procedimento este rotineiro em casos similares que ocorrem no nosso dia-a-dia.
Somente idiotas ou sedentos por privilégios discutem o período citado fora do âmbito
da pesquisa histórica, desconsiderando um tema consensado pela sociedade, a
verdadeira história que deve ser tratada o que de fato lhe reserva, ser o ramo da
ciência que se ocupa de registrar cronologicamente, apreciar e explicar os fatos do
passado, em especial este de 1964 a 1985.
E os privilégios não são apenas as indenizações e aposentadorias milionárias, para as
quais não contribuíram, mas a certeza da luz dos holofotes que irão assegura público
para os livros, artigos, filmes e documentários, sem contar a indevida projeção dentro
da sociedade contra a qual lutavam, mas hoje dizem por ela ter lutado.
"Bens e serviços públicos têm como característica essencial a impossibilidade de limitar o seu uso
àqueles que pagam por ele ou a impossibilidade de limitar o acesso a eles através de restrições
seletivas, com uma única exceção eticamente aceitável: o privilégio ou benefício dado aos portadores
de deficiência física ou mental, incluindo as advindas com a idade ou aquelas resultantes de
sequelas de acidentes ou fruto da violência." (Gerhard Erich Boehme)
Os Primeiros 100 Dias da Dilma e dos Governadores
Stephen Kanitz
http://blog.kanitz.com.br/2011/01/os-primeiros-100-dias-da-dilma.html
Daqui 100 dias, teremos várias reportagens avaliando os 100 primeiros
dias do governo Dilma.
Isto é uma tradição jornalística infeliz, mas basta pesquisar o Google para
ver como ela é frequente.
John Kennedy se rebelou contra esta tradição, tentando cunhar a frase
1000 dias, mas fracassou.
Avaliar um governo nos seus primeiros 100 dias, é mais um erro da
imprensa mundial.
Não há nada na literatura da avaliação em administração, que estabeleça
100 dias como um período adequado.
Pelo contrário. Estes 100 dias vêm de um fato histórico que nada tem a ver
com administração, que é os 100 dias da volta de Napoleão de seu exílio de
Elba.
Administradores profissionais não tem 100 dias, precisam mostrar para
que vieram logo no primeiro dia.
E isto é tão fácil. Diretores que esperam 10 anos para serem promovidos
para a Presidência já tem uma lista pronta de 10 itens para fazer no Dia 1.
E mais 10 itens para o Dia 2.
Afinal sabem há mais de 10 anos, e não 4 meses, que poderão ser
Presidentes, e sabem de cor o que pretendem fazer.
Portanto já se passaram 30 dias. O que a velha imprensa está demorando
tanto para fazer uma avaliação ?
Porque todos tiveram 30 anos para fazer um MBA mas nenhum jornal ou
revista achou interessante bancar a educação continuada de seus
jornalistas. Deu no que deu.
"Bens e serviços públicos têm como característica essencial a impossibilidade de limitar o seu uso
àqueles que pagam por ele ou a impossibilidade de limitar o acesso a eles através de restrições
seletivas, com uma única exceção eticamente aceitável: o privilégio ou benefício dado aos portadores
de deficiência física ou mental, incluindo as advindas com a idade ou aquelas resultantes de
sequelas de acidentes ou fruto da violência." (Gerhard Erich Boehme)
O texto merece reflexão, assim espero, pois já se foi o primeiro mês de
governo, o qual me parece, por ter uma visão crítica, segue a tradição não
apenas da cultura da lombada, mas também o velho ditado: “O Brasil só
começa a trabalhar depois do Carnaval”.
Será que a equipe da Presidente Dilma Vana Rousseff Linhares saberá
fazê-lo?
A imprensa em geral e isso inclui a que os atoleimados chamam também de
PIG, estes citam, escrevem que seria um tempo extremamente curto para a
antecipação de qualquer tipo de avaliação. Há inclusive quem alegue que
sequer a equipe de governo encontra-se plenamente formada, levando-se
em conta que são muitos os cargos dos segundo e terceiro escalões ainda
não preenchidos. Mas a eles, aos jornalistas, falta o uso da memória, afinal
qual foi mesmo o principal lema de campanha? O qual passou a fazer parte
do Programa de governo de Dilma 2011-2014 e do discurso do posse. Acaso
não era o compromisso com a continuidade da mudança. Continuidade com o
(des)governo Lula, naturalmente.
Neste aspecto, portanto, já poderíamos ter alguma base para o início de
uma apreciação crítica das opções adotadas pelo governo federal. Porém, é
em torno de medidas já implementadas nesses primeiros dias - ou de
anunciadas intenções - que acredito que já possamos iniciar o necessário
reconhecimento dos caminhos que vão sendo desenhados pelo novo
governo. Quem esperava uma boa gestão já tem com que se decepcionar,
pois o resultado não é nem um pouco animador. E estas palavras não são só
minhas.
Na área fiscal, o governo ainda não concluiu o estudo que faz para
anunciar os chamados cortes orçamentários, mas fontes do ministério
divulgam que o mesmo deverá ficar entre 35 e 40 bilhões de Reais, tendo
também um caráter definitivo, não existindo a possibilidade de parte desse
corte vir a ser descontingenciado ao longo do ano, dependendo da
arrecadação.
"Bens e serviços públicos têm como característica essencial a impossibilidade de limitar o seu uso
àqueles que pagam por ele ou a impossibilidade de limitar o acesso a eles através de restrições
seletivas, com uma única exceção eticamente aceitável: o privilégio ou benefício dado aos portadores
de deficiência física ou mental, incluindo as advindas com a idade ou aquelas resultantes de
sequelas de acidentes ou fruto da violência." (Gerhard Erich Boehme)
Infelizmente o Brasil necessita de uma reengenharia, um orçamento tomado
com base zero talvez seria uma boa opção. A inércia dos gastos públicos é
irracional, pois sustentam programas contra os quais dom Pedro II já
lutava, como os que alimentam a “indústria da seca”, hoje com nomes
pomposos como “transposição”, mas que seguem a mesma práxis dos que
outrora colidiam com o espírito empreendedor de D. Pedro II. Esta foi
inclusive uma das causas de ter simpatizantes, principalmente nas Alagoas,
a favor da “república”. Não foi só contra a abolição, que tirou privilégios
dos senhores de escravos, estes republicanos de primeira hora é que
mudaram o rumo do Brasil, e como nas ferrovias não era possível colocar
lombadas. Como as ferrovias eram a marca de nosso Império, estas foram
combatidas, quando vieram as estradas passaram então a se realizar,
puderam colocar fisicamente as suas lombadas. Até então se resumiam aos
entraves promovidos nos gabinetes.
Enquanto esses cortes não se definem, o governo Dilma já tomou a decisão
inédita de apenas disponibilizar aos ministérios 1/18 do orçamento por
mês, diferenciando-se da liberação de 1/12, típica desse período em que o
governo ainda não definiu o orçamento final com que pretende trabalhar.
Simples, uma decisão que pode ser até interpretada como inteligente, mas
sem critérios técnicos. E temos ainda as ameaças referentes ao valor do
“salário mínimo”, ou melhor, salário do aposentado, pois este mínimo é um
referencial para tal.
Sem contar a enganação ou jogo de cena com as Centrais Sindicais para
esse novo valor, em troca da atualização dos valores da tabela de descontos
do Imposto de Renda da Pessoa Física.
Sem alternativas o Banco Central por sua vez teve que elevar a taxa básica
de juros de 10,75% ao ano para 11,25%. Se não o fizesse o imposto
inflacionário volta a se fazer presente e não podemos esquecer que ele é o
pior imposto, pois penaliza cruelmente os mais pobres.
"Bens e serviços públicos têm como característica essencial a impossibilidade de limitar o seu uso
àqueles que pagam por ele ou a impossibilidade de limitar o acesso a eles através de restrições
seletivas, com uma única exceção eticamente aceitável: o privilégio ou benefício dado aos portadores
de deficiência física ou mental, incluindo as advindas com a idade ou aquelas resultantes de
sequelas de acidentes ou fruto da violência." (Gerhard Erich Boehme)
Um triste cenário, muito embora o ex-Governador Roberto Requião, hoje
Senador, não acreditar nisso, sua incompetência endossa maior presença
do Estado, mas ele na se dá conta que a contrapartida a eles são recursos
tirados da população e o governo o faz, entre outras tantas, imorais e
amorais, através de uma das seguintes maneiras:
1. aumento de impostos;
2. endividamento interno e externo;
3. emissão de moeda – o imposto inflacionário;
4. superfaturamento dos produtos e serviços das empresas estatais;
5. apropriação indébita do patrimônio do cidadão, seja relativizando o
direito à propriedade ou outro artifício político-demagógico;
6. emissão de títulos públicos - emissões de títulos da dívida, como agora,
sem limites pré-definidos;
7. corte dos investimentos em bens e serviços públicos, o que acarreta no
aumento de violência, problemas com a saúde e baixa qualidade do
ensino fundamental.
Aumentos de impostos escravizam o cidadão, pois ele passa a trabalhar não
para si, mas para fazer frente a estes saques, que hoje ultrapassam dois
quintos dos infernos. Não somos mais escravos em tempo integral, isso
devemos ao Império, mas estamos nos tornando escravos em tempo parcial,
e não apenas devido às lombadas, mas pelo fato de pagarmos tentos
impostos e estes não retornarem ao cidadão em bons serviços públicos.
Endividamento, pois transfere o “abacaxi” às futuras gerações.
Emissão de moeda – o imposto inflacionário – gera miséria, cria incertezas
graves na economia que penalizam os mais pobres.
"Bens e serviços públicos têm como característica essencial a impossibilidade de limitar o seu uso
àqueles que pagam por ele ou a impossibilidade de limitar o acesso a eles através de restrições
seletivas, com uma única exceção eticamente aceitável: o privilégio ou benefício dado aos portadores
de deficiência física ou mental, incluindo as advindas com a idade ou aquelas resultantes de
sequelas de acidentes ou fruto da violência." (Gerhard Erich Boehme)
Produtos e serviços das estatais penalizam a todos, como gasolina que já é
uma das mais caras do mundo, compramos impostos e ganhamos um pouco
menos da metade em uma gasolina de má qualidade, ou um Diesel que mata,
um etanol que faz seu passeio irracional pelo Brasil e o GNL que alimenta
paraísos fiscais.
A relativização da propriedade, inclusive a intelectual desestimula o
empenho, a criatividade e o empreendedorismo, gera uma sociedade de
irresponsáveis que passam a ser mais avessos a cobiçar a propriedade
alheia, ou a pregar a “distribuição de renda”.
A emissão de títulos alimenta a especulação, quando não estimula o golpe
por parte do governo, não respeitando contratos estabelecidos.
Mas a emenda sai pior que o soneto, pois elevar os juros estimula a
especulação, faz com que haja a entrada de dólares e acentua a tendência à
valorização do Real frente ao dólar. Com isso passamos a regredir, nossos
produtos com valor agregado, os que efetivamente geram emprego, riqueza
e renda, perdem mercado, inclusive o interno, hoje infestado de produtos
chineses, e direcionam nossa economia para as commodities, deixamos de
ser criativos e passamos a ser cada vez mais copiativos.
Nossos engenheiros, quando muito, passam a se empenhar em fazer
engenharia reversa, que é o termo técnico de se fazer cópia, quando não
mudam de ramo ou empreendem a diáspora econômica brasileira, ou como
menciona o genial Luciano Pires, passam a ser refugiados éticos.
O problema do câmbio, assim, passa a ter mais um vetor a estimular a sua
valorização e aponta para consequências graves nos resultados projetados
para o saldo da balança comercial para esse ano.
"Bens e serviços públicos têm como característica essencial a impossibilidade de limitar o seu uso
àqueles que pagam por ele ou a impossibilidade de limitar o acesso a eles através de restrições
seletivas, com uma única exceção eticamente aceitável: o privilégio ou benefício dado aos portadores
de deficiência física ou mental, incluindo as advindas com a idade ou aquelas resultantes de
sequelas de acidentes ou fruto da violência." (Gerhard Erich Boehme)
Nesse sentido, tendo como objetivo deter a queda no preço do dólar, a
Secretaria do Tesouro Nacional já definiu que serão realizadas novas
emissões de títulos da dívida, sem limites pré-definidos, para o
financiamento da compra de dólares pelo Fundo Soberano do Brasil, o que
elevará, ainda mais, o nosso explosivo endividamento. Transferimos
irresponsavelmente o problema às gerações futuras. Sem contar a
irresponsabilidade de se fazer investimentos em dólares, quando sabemos
da dificuldade dos norte-americanos em dar credibilidade a sua moeda.
Só que agora tem um sério porém: A nossa população não está mais
crescendo, de forma que possa diluir esta irresponsabilidade.
E o que é pior, entre os jovens encontramos o maior número de
desempregados, os que estão na economia informal ou os que estão ainda
para se iniciar no trabalho, posto que duas ou três décadas atrás o jovem
com curso superior entrava no mercado de trabalho com 22 a 24 anos,
agora está entrando com idade entre 28 e 30 anos em média. E o maior
número deles é formado de mulheres, as quais irão se aposentar em menor
tempo.
Ao mesmo tempo, o Banco Central reintroduziu as polêmicas operações de
swapp cambial reverso, equivalentes à compra de dólares no mercado
futuro, entre as suas medidas para atenuar um processo – a valorização do
Real – que é estimulado pela própria autoridade monetária, quando eleva a
taxa básica de juros.
Os esquerdistas logo apontarão os problemas para a economia de mercado,
e os que defendam a liberdade apontarão para um Estado inchado,
paquidérmico, incompetente e ineficaz, mais afeto ao clientelismo político,
com seu capitalismo de comparsas, sem mercado, e seu socialismo de
privilegiados, sem compromisso com bens e serviços públicos, a educação
fundamental de qualidade principalmente. Um Estado que cada dia mais se
centraliza e alimenta a corrupção e a diáspora brasileira.
"Bens e serviços públicos têm como característica essencial a impossibilidade de limitar o seu uso
àqueles que pagam por ele ou a impossibilidade de limitar o acesso a eles através de restrições
seletivas, com uma única exceção eticamente aceitável: o privilégio ou benefício dado aos portadores
de deficiência física ou mental, incluindo as advindas com a idade ou aquelas resultantes de
sequelas de acidentes ou fruto da violência." (Gerhard Erich Boehme)
"Bens e serviços públicos têm como característica essencial a
impossibilidade de limitar o seu uso àqueles que pagam por ele ou a
impossibilidade de limitar o acesso a eles através de restrições seletivas,
com uma única exceção eticamente aceitável: o privilégio ou benefício dado
aos portadores de deficiência física ou mental, incluindo as advindas com a
idade ou aquelas resultantes de sequelas de acidentes ou fruto da
violência." (Gerhard Erich Boehme)
Resta saber quem está certo? Eu sei a resposta, o problema é que o
brasileiro, assim dito no atacado, não opta pela razão e pela
responsabilidade, ele acredita em um outro mundo possível, talvez no
desejo de se criar o céu na Terra.
Desta forma deixa de reconhecer as causas dos problemas, opta, ou melhor,
oPTa, por apontar uma política econômica neoliberal como fonte de todo
mal. Resta então ao jornalista explicar melhor o que vem a ser este termo
“neoliberal”, pois os princípios liberais são, pelo que eu saiba, os mesmos
que foram postulados há muito tempo. E neste ponto cabe aos jornalistas
voltarem um pouco na história, pois essa história teve início nos séculos 17
e 18, com o liberalismo clássico, que nasceu da revolta contra a tirania dos
reis absolutistas, e não constitucionais, e a opressão do Estado sobre o
indivíduo. De forma simplificada, o liberalismo surgiu para implantar cinco
princípios: 1) liberdade de profissão, de empreendimento e de comércio; 2)
submissão dos reis e governantes às leis votadas pela população
representada – monarquia constitucional; 3) perda do direito do rei e do
Estado de confiscar bens e condenar pessoas sem processo e sem o direito
de defesa; 4) garantia constitucional do direito de propriedade; 5) proteção
judicial aos contratos juridicamente válidos.
"Bens e serviços públicos têm como característica essencial a impossibilidade de limitar o seu uso
àqueles que pagam por ele ou a impossibilidade de limitar o acesso a eles através de restrições
seletivas, com uma única exceção eticamente aceitável: o privilégio ou benefício dado aos portadores
de deficiência física ou mental, incluindo as advindas com a idade ou aquelas resultantes de
sequelas de acidentes ou fruto da violência." (Gerhard Erich Boehme)
Esse arcabouço legal libertou os indivíduos da tutela e da opressão do
Estado e criou a maior revolução econômica, científica e tecnológica da
história da humanidade. E também deu origem a um boom populacional,
pois novas técnicas passaram a ser empregadas na área da alimentação e
da saúde, acarretando maior longevidade à população mundial.
E as possíveis inconsistências que surgiram com o tempo foram
solucionadas quando se passou a ter o claro entendimento da importância
de observarmos o princípio da subsidiariedade para compor as soluções na
sociedade. Mas não na maior parte da América Latina. Esquecem que está
na raiz do princípio da subsidiariedade as soluções contra o poder de
governantes populistas e demagogos, e aqui cabe entender o real
significado desta palavra ou o poder de grandes grupos transnacionais,
inclusive os que estão sendo criados com ajuda governamental, tráfico de
influências e financiamento do BNDES.
Os dilemas e contradições, portanto, da condução da política macroeconômica
ficam evidentes. Mas temos outras ameaças, a recente crise
internacional nos foi favorável, mas como tantas outras, estão sendo
superadas, os impactos se fazem ainda presentes em sociedades tão
irresponsáveis como a nossa. Foi assim com os portugueses, espanhóis,
turcos, gregos, egípcios, etc..
E o mais grave, estamos perdendo mercado. Mas sem mercado, teremos
impactos nas nossas contas externas. A balança comercial já pende para o
lado errado, o melhor sinal é o turismo, já gastamos mais lá fora que os
“gringos” gastam por aqui. E quando a situação é desfavorável aumentam
as remessas de lucros e dividendos das empresas estrangeiras, o que é
obvio, pois nenhum investidor está disposto a perder dinheiro. Ou podemos
condená-los por isso?
Ou seria lícito nos apropriarmos da propriedade alheia?
"Bens e serviços públicos têm como característica essencial a impossibilidade de limitar o seu uso
àqueles que pagam por ele ou a impossibilidade de limitar o acesso a eles através de restrições
seletivas, com uma única exceção eticamente aceitável: o privilégio ou benefício dado aos portadores
de deficiência física ou mental, incluindo as advindas com a idade ou aquelas resultantes de
sequelas de acidentes ou fruto da violência." (Gerhard Erich Boehme)
O resultado de 2010 foi negativo, ficou em US$ 70,6 bilhões. Somente de
remessas de lucros e dividendos, enviamos para fora do país US$ 30,4
bilhões. Mas o mais preocupante não são apenas essas medidas de curtoprazo,
nas áreas fiscal, monetária ou cambial nesse início de governo que
preocupam.
As intenções anunciadas são igualmente graves.
A Presidente Dilma Vana Rousseff Linhares já se manifestou favorável a
uma diminuição – ainda que gradual – da contribuição previdenciária
patronal sobre a folha de pessoal de 20% para 14%, ao mesmo tempo em
que o “ministro” da Previdência defendeu a criação da idade mínima para
as aposentadorias, como forma de se viabilizar o fim do fator
previdenciário.
Miriam Belchior, “ministra” do Planejamento, declarou que o governo irá
priorizar a aprovação do Projeto de Lei Complementar que estabelece um
limite para o crescimento dos gastos da União com pessoal, comprometendo
na prática, desse modo, qualquer processo de recuperação de perdas nos
vencimentos de diversas categorias dos servidores, ou a necessária
expansão do número de funcionários públicos, através da realização de
concursos.
Enquanto isso, Edson Lobão, o “ministro” de Minas e Energia – na realidade
o fiel preposto do dono do Brasil, o Sr. José Ribamar Ferreira de Araújo
Costa.
E a irresponsabilidade se volta aos nossos recursos, a Presidente Dilma já
declarou a sua intenção em retomar de imediato os leilões de petróleo das
áreas do pós-sal, ao mesmo tempo em que espera a regulamentação do
imbróglio sobre a distribuição dos royalties entre os estados para
deflagrar os primeiros leilões do pré-sal, sem se saber a viabilidade técnica
de sua exploração ou o potencial de desastres ambientais.
"Bens e serviços públicos têm como característica essencial a impossibilidade de limitar o seu uso
àqueles que pagam por ele ou a impossibilidade de limitar o acesso a eles através de restrições
seletivas, com uma única exceção eticamente aceitável: o privilégio ou benefício dado aos portadores
de deficiência física ou mental, incluindo as advindas com a idade ou aquelas resultantes de
sequelas de acidentes ou fruto da violência." (Gerhard Erich Boehme)
E para quem ainda acha pouco, foi também divulgada a intenção do governo
em enviar ao Congresso Nacional proposta de Emenda Constitucional
alterando o atual monopólio da União sobre as atividades do setor nuclear.
O objetivo seria o de contar com investimentos privados, inclusive
estrangeiros, para se levar à frente a idéia de se construírem quatro novas
usinas nucleares no país.
E ainda se critica o nacionalismo de nossos militares, eles ao menos não
eram tão irresponsáveis, muito embora o tenham sido, ao menos poderiam
nos ter legado uma mentalidade focada na liberdade econômica como o fez
Pinochet. Ou o investimento em educação fundamental de qualidade.
"Só é digno da liberdade, como da vida, aquele que se empenha em
conquistá-la". (Johann Wolfgang von Goethe 1749-1832 - Escritor alemão,
um dos maiores vultos da literatura européia)
E qual é a liberdade pela qual devemos lutar? Bem, assim entendo eu, é
aquela que não nos torne escravos, onde o fruto de nosso trabalho é nosso,
sem apropriações indevidas como o excesso de tributos que não retornam
em bens e serviços púbicos de qualidade e muito menos que retiram de nós
o nosso tempo ou a nossa propriedade, pois quando somos furtados, seja
este furto feito por um ladrão de galinhas ou um político na Esplanada,
somos igualmente escravos, pois nosso trabalho não retorna em bens e
serviços públicos de qualidade.
"Bens e serviços públicos têm como característica essencial a impossibilidade de limitar o seu uso
àqueles que pagam por ele ou a impossibilidade de limitar o acesso a eles através de restrições
seletivas, com uma única exceção eticamente aceitável: o privilégio ou benefício dado aos portadores
de deficiência física ou mental, incluindo as advindas com a idade ou aquelas resultantes de
sequelas de acidentes ou fruto da violência." (Gerhard Erich Boehme)
Aos nossos jornalistas faço ainda as seguintes perguntas:
Quando finalmente entenderão que a única alternativa que pode levar ao
desenvolvimento sustentável do Brasil é quando soubermos seguir outras nações que
de fato o conseguiram, e o fizeram através da observação de regras claras de
garantias ao direito de propriedade, do estado de direito e da economia de mercado?
Quando entenderão que não podemos confundir ou invadir os poderes (executivo,
legislativo e judiciário), que não podemos atropelar o princípio da subsidiariedade, com
a União atropelando os Estados, os Estados os Municípios, os Municípios as
Comunidades e estas as famílias? E o que é pior, que não podemos aceitar a invasão do
1º Setor nos demais setores da economia, sustentando assim o clientelismo político, a
demagogia, o assistencialismo, o paternalismo e a sociedade de privilegiados?
“Um Estado, o chamado 1º Setor, deve apenas atuar subsidiariamente frente ao
cidadão e não estar voltado para ocupar o papel que cabe ao 2º Setor - pois assim se
cria o estado empresário e com ele fomenta-se o clientelismo, a corrupção e o
nepotismo - ou 3º Setor - pois assim se promove o Estado populista que cria ou
alimenta os movimentos (antis)sociais, o paternalismo e o assistencialismo, bem como
que abre espaço para a demagogia político e perda da liberdade e responsabilidade do
cidadão. Caso contrário ele acaba criando o 4º Setor - quando o poder coercitivo
(tributação, defesa nacional, justiça e segurança pública) do Estado deixa de ser
exercido por ele e é tomado por parte de segmentos desorganizados ou não da
sociedade - cria-se então o Estado contemplativo, que prega a mentira, pratica a
demagogia e o clientelismo político, com seu capitalismo sem mercado, mas de
comparsas, ou seu socialismo sem compromisso com a educação fundamental e bons
serviços públicos, mas de privilegiados, e cria o caos social através da violência e
desrespeito às leis”. (Gerhard Erich Boehme)
Entenda melhor: http://www.youtube.com/watch?v=GwGpTy-qpAw