MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Governo Mundial, com Barack Obama no trono

Barack Hussein Obama


Leia em: http://www.armindoabreu.blogspot.com/

GOVERNO MUNDIAL SOCIALISTA ASSUME ESCANCARADAMENTE O PODER, COM BARACK OBAMA NO TRONO!

O Governo Mundial acaba de assumir, publicamente, o Poder Planetário, na pessoa de Barack Hussein Obama, respaldado internacionalmente pelo Conselho de Segurança da ONU: Organização das Nações Unidas.

*Atuando, até então, apenas nos bastidores, através de tentáculos supranacionais, como a própria ONU, o Banco Mundial, o FMI, o BID, o BIS, a OTAN, a União Européia e outras Áreas de Livre-Comércio ou Mercados Comuns;

*De instituições essencialmente privadas, com altíssimo poder de força e imposição da vontade, como o grupo de Bilderberg, a Comissão Trilateral, os Bancos Centrais Independentes ou Autônomos, o Royal Institute of International Affairs, o Council On Foreign Relations, as Antigas e Místicas Sociedades Secretas, O Partido Comunista Internacional e a Rede Mundial de ONG e Agências Reguladoras;

*Dos seus respectivos tentáculos regionais de segunda ou terceira linha, como as Universidades de maior prestígio mundial (Harvard, Yale/ Skull&Bones, Columbia, Chicago, Johns Hopkins, etc), A Sociedade de Mont-Pélérin, o Diálogo Internacional, o Consenso de Washington, o Foro de São Paulo e outros..., o Governo Mundial mostra a sua face socialista, na pessoa do presidente dos EEUU e do imenso poder político e militar que este representa, independentemente ou não da vontade popular delegada que o elegeu e dos milhões que, espalhados pela crosta terrestre, apenas assistem à tomada do poder mundial sem opinar e nada poder fazer.

E o núcleo central desse governo Mundial, o PODER BÉLICO e de INTELIGÊNCIA ESTRATÈGICA dos EEUU e seus principais aliados, supostamente comandado por Obama, aos poucos deixa de representar o bravo povo americano, por via da intensa e trilionária privatização de Meios Militares, terceirizados pela transferência a empresas de mercenários, como a Blackwater e congêneres, cujo efetivo controle acionário é inteiramente desconhecido do público, tornando-se no embrião do exército planetário.

E essa é a razão, suficientemente conhecida, para a desmoralização e o enfraquecimento dirigidos da Forças Armadas de todos os países politicamente submissos ao esquemão, como o Brasil.

Já o poder financeiro americano havia sido terceirizado no início de século XX, e no pós-guerra, em Bretton Woods, através da transferência do direito de emissão monetária do dólar e do respectivo controle da política financeira americana e mundial, ao Federal Reserve Bank, um cartel de bancos privado, controlado por uma oligarquia de banqueiros e financistas europeus, com apoio das chamadas organizações financeiras internacionais acima citadas.

A esse movimento seguiram-se outros que tornaram legalmente impossível, a qualquer país democrático, emitir moeda própria, devendo tomá-la emprestada à rede bancária a juros de mercado (definidos, incrivelmente, ao total alvedrio do banco central local, independente ou autônomo da vontade popular que elege governantes e políticos, porém jamais sua autoridade financeira e respectivos conselhos de política monetária, todos intocáveis!)

Num mundo globalizado, em que a concentração de poderes políticos, militares e econômicos se avoluma velozmente, transferindo-se e concentrando-se em um centro único de controle e irradiação de decisões, o livre-comércio e a livre-concorrência de mercado se transformam em peça de ficção, evoluindo, natural e caudalosamente, para um sistema socialista comandado pelo estado-único e planetário.

Como demonstramos em O PODER SECRETO, o modelo globalizado será, inicialmente, o chinês, para grandes e abundantes unidades populacionais, e o modelo cubano para as unidades menores, de escassos recursos naturais, até que a arquitetura planetária definitiva seja, finalmente, viabilizada e implantada.

Obama, em visita oficial protocolar, ao detonar ataques à Líbia, diretamente do Brasil, impondo sua própria segurança em nosso solo pátrio e revistando ministros brasileiros convidados a sua mesa, não apenas pôs a nu o grau de servidão e subserviência a que nos dispusemos, como também demonstrou, cabalmente, que o Poder concentrado em suas mãos já se sobrepõe à soberania e à autonomia dos estados-nacionais, passando ao arrepio de quaisquer das antigas normas diplomáticas de respeito, consideração e apreço à casa do seu anfitrião.

O mundo é terra arrasada e tem novos donos, como ficou bem claro nessa estranha visita.


Comentário

F. Maier

Com três dias de atraso, Dilma Rousseff finalmente condenou os ataques da OTAN contra a Líbia (22/3). Melhor seria se tivesse mostrado sua posição quando um certo presidente safado do Norte estava em visita ao Brasil e do Palácio do Planalto ordenou o ataque contra aquele país árabe. Se fosse Bush, a petezada e a petralhada toda teria ido às ruas para protestar contra o "império americano". Como se trata de um presidente afro-árabe-descendente de viés socialista, tudo é permitido ao bandidão da Casa Branca. Cadê os caras-pintadas? Ora, o dinheiro de Lula (e de Dilma) comprou a consciência dos estudantes gazeteiros, cuja nova sede da UNE custará dezenas de milhões de reais aos cofres públicos.

O caso líbio é um caso perdido, pois se trata do embate entre tribos que costumam se matar uns aos outros, podendo um novo líder ser ainda pior do que Gaddafi. Assim, por que interferir na política dos outros países? Onde fica a autodeterminação dos povos? Afinal, o governo islâmico do Sudão provocou a morte de mais de 2 milhões de pessoas e ninguém fez nada. Um plebiscito decidiu na divisão do país, o Norte muçulmano e o Sul cristão e animista. O Tibete, nas mãos dos chineses, também sofreu a perda de 2 milhões de pessoas e teve quase todos os templos budistas incendiados, e onde estava a valentia dos americanos?

Os novos ataques mostraram que a OTAN não passa de um antro de assassinos, à semelhança do que ocorreu contra a Sérvia no caso Kosovo. Tanto a Sérvia, então, quanto a Líbia, agora, tiveram toda sua infraestrutura destruída. Imagine amanhã, agitadores incentivando a autonomia da Nação Ianomâmi, com choques entre índios e forças policiais, e o que a OTAN poderá fazer? Não bombardear Roraima, mas lançar mísseis contra São José dos Campos e outros centros tecnológicos, nossas plataformas de petróleo, nossas refinarias e subestações de energia elétrica, ocasionando um caos total no País. E bombas contra o Palácio do Planalto, dependendo de quem será o inquilino na ocasião.

Abaixo Obama e demais governantes europeus assassinos!