MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Chegou a conta: A herança maldita do caganer Lula da Silva

A herança maldita do caganer Lula da Silva


Chegou a conta

Estão “se dando conta do problemão” que o lula deixou para a Dilma”.........

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=936338



Gente COLUNA (20/2/2011)

De Brasília


Chegou a conta

O corte de 50 bilhões de reais no orçamento da União é apenas uma pequena parcela da imensa conta deixada pelos oito anos de governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Tem muito mais coisa debaixo do tapete para o brasileiro pagar nos próximos anos. E não vai ser fácil. Nunca na história deste País um governo foi tão imprudente e praticou a gastança desenfreada dos dinheiros públicos como o dos companheiros do PT. E o resultado, maquiado por uma intensa propaganda enganosa, pela distribuição nada responsável do dinheiro público com a invenção do emprego sem trabalho, e também pela corrupção incentivada pela impunidade que tomou conta do Brasil, começa a aparecer.

O esbanjamento no "país de todos" - ou de alguns dos todos - legou a Dilma Rousseff uma herança maldita, que ela não poderá esconder. O País está quebrado. Não há dinheiro para investimentos. Por todo o território nacional as estradas estão em frangalhos. O sistema público de saúde é um dos piores do mundo, com as pessoas buscando mandados judiciais para conseguir internação ou um remédio, e morrendo nas filas dos hospitais. O ensino público chegou ao fundo do poço e estamos importando não apenas profissionais de nível superior, mas bombeiros, encanadores, carpinteiros e pedreiros do exterior. Dona Dilma, por enquanto, tenta não abrir o jogo, fazendo de conta que o seu governo é a continuação do anterior. Graças a Deus parece que não é. No sufoco, ela mandou cortar gastos.

Como resultado, milhares de jovens aprovados em concursos públicos não serão nomeados, muitos dos quais largaram empregos para assumir novo cargo. Centenas de milhares de outros que estudaram dia e noite, ficarão sem a chance de tentar um emprego público. O reaparelhamento das Forças Armadas entra em banho-maria. Já tivemos o primeiro apagão no sistema elétrico, que o ministro Lobão gaiatamente chamou de apenas uma "falta de energia". E a inflação volta a ameaçar, pondo em risco o sucesso do plano real. Sem dinheiro para investir em obras essenciais, a presidente tem que cortar gastos e mais gastos.

Para começar deve meter logo a tesoura na farra de mais de 100 mil ONGs que vivem do dinheiro público, grande parte formando um imenso mar de corrupção, nas verbas que sustentam a malandragem dos companheiros do MST e outros "movimentos" que usam o dinheiro público para invadir terras e levar intranquilidade ao campo. Esses 50 bilhões são quase nada diante do que ainda teremos que ver pela frente, lembrando que a dívida interna herdada pela companheira chega quase aos 2 trilhões de reais, mais de três vezes do total das nossas dívidas, coisa nunca vista na história deste País e que jamais poderá ser paga. E não dá para botar a culpa na ditadura militar nem no FHC.

Sucesso

Regada a vinhos finos, uísques de primeira e acepipes saborosos, foi um sucesso a festa de confraternização da magistratura do Paraná, com a presença do fino da justiça daquele estado. Tudo financiado pelo setor de eventos do Banco do Brasil naquele estado.

Sem sujos

Em Brasília, o governador Agnelo Queiroz decidiu que ninguém com ficha suja será nomeado para qualquer cargo durante a sua administração. É claro que não deve ter sido por isso que o PSDB acaba de romper com ele, decorrido pouco mais de um mês do início do governo.

Fialho

O engenheiro Fernando Fialho, presidente da Agência Nacional de Transportes Aquaviários, desembarca amanhã em Haia, Holanda, onde participará de reunião do Grupo de Trabalho Brasil-Países Baixos na Área de Transportes.

De fora

Enquanto o Piauí emplacou dois representantes na direção do Senado, ocupando duas importantes secretarias, as bancadas cearenses nas duas casas do Congresso Nacional não conseguiram abiscoitar nem mesmo uma suplência das mesas.

Paes

O jornalista Wilson Ibiapina reuniu em sua casa no lago de Brasília um bom número de amigos para homenagear o ex-deputado e ex-embaixador Paes de Andrade, que continua atuante na política, no batente diário na Secretaria Geral do PMDB nacional.

Boxe

Para participar do treinamento da seleção brasileira de boxe em Havana, o nosso Ministério da Defesa enviou uma tropa de 19 oficiais e praças à capital cubana. Não deverão encontrar por lá os boxeadores que o governo brasileiro entregou, com a valiosa ajuda do companheiro Hugo Chávez, ao regime dos Castro quando tentavam pedir asilo político em nosso País.

Excelência

É de 12 por dia a média de pessoas que procuram a Defensoria Pública do Distrito Federal para obter uma liminar que lhes garanta a internação numa UTI de hospital da rede pública na capital do País em que, seguindo o cara, a saúde pública tem "níveis de excelência".

Começou

Começou. Não é, sem dúvida, um bom sintoma a indicação do ex-ministro Geddel Vieira Lima para ocupar a vice-presidência de Crédito à Pessoa Jurídica da Caixa Econômica, principalmente com o apoio do deputado ACM Neto, que não deve ter lido o livro "Geddel vai às Compras", de autoria do seu avô, Antônio Carlos Magalhães, o saudoso Toninho Malvadeza.

RANGEL CAVALCANTE

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Taxa Média/Ano de Crescimento Econômico Real no Período de 1964 a 2010 em Percentuais do PIB

Ricardo Bergamini

Fonte de Consulta IBGE.
Períodos
1964/84
1985/89
1990/94
1995/02
2003/10
Média/Ano
6,29
4,39
1,24
2,31
4,02


1 – Nos 21 anos dos governos militares, o Brasil teve um crescimento econômico real médio de 6,29% ao ano.

2 – Nos 5 anos do governo Sarney, com moratória internacional e hiperinflação, o Brasil teve um crescimento econômico real médio de 4,39% ao ano.

3 – Nos 5 anos dos governos Collor e Itamar, o Brasil teve um crescimento econômico real médio de 1,24% ao ano.

4 – Nos 8 anos do governo FHC, o Brasil teve um crescimento econômico real médio de 2,31% ao ano.

5 – Nos 8 anos do governo Lula, o Brasil teve um crescimento econômico real médio de 4,02% ao ano.

Arquivos oficiais do governo estão disponíveis aos leitores.

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Presidentes ordenados segundo a taxa de crescimento do PIB

Em demolidora Nota Técnica, o professor titular do Instituto de Economia da UFRJ, Reinaldo Gonçalves - uma das poucas vozes lucidamente críticas que ainda restam na intelligentzia brasileira- apresenta conclusões definitivas sobre a evolução da renda no Governo Lula :

Primeira conclusão: fraco desempenho pelos padrões históricos do país

Segunda conclusão: muito fraco desempenho quando comparado com
outros presidentes

Terceira conclusão: retrocesso relativo

Quarta conclusão: país fortemente atingido pela crise global em 2009

Reinaldo não estaria certamente entre os nomes que o autista Emir Sader tinha em mente para o "grande debate" nacional que se propunha organizar na Casa de Rui Barbosa para festejar as realizações do governo Lula...

Presidentes ordenados segundo a taxa de crescimento do PIB

Posição / Presidente / PIB Brasil variação real (%):

1 Garrastazu Médici 11,9

2 Deodoro da Fonseca 10,1

3 Café Filho 8,8

4 Jânio Quadros 8,6

5 Juscelino Kubitschek 8,1

6 Costa e Silva 7,8

7 Eurico Dutra 7,6

8 Epitácio Pessoa 7,4

9 Ernesto Geisel 6,7

10 Nilo Peçanha 6,4

11 Getúlio Vargas II 6,2

12 Washington Luís 5,2

13 Itamar Franco 5,0

14 Rodrigues Alves 4,7

15 Prudente de Morais 4,5

16 José Sarney 4,4

17 Getúlio Vargas I 4,3

18 Castello Branco 4,2

19 Lula 4,0

20 Artur Bernardes 3,7

21 João Goulart 3,6

22 Hermes da Fonseca 3,5

23 Campos Sales 3,1

24 Afonso Pena 2,5

25 João Figueiredo 2,4

26 Fernando Henrique 2,3

27 Venceslau Brás 2,1

28 Fernando Collor -1,3

29 Floriano Peixoto -7,5

Elaboração: Reinaldo Gonçalves.


Obs.: Colaboração de meu amigo coronel JR Franco. Com exceção do governo Figueiredo, todos os outros governos militares comandaram um crescimento econômico superior ao de Lula (F. Maier).