MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Papa Bento XVI acaba de pronunciar discurso sobre a situação política brasileira


O que está acontecendo na América Latina?

Importantíssimo: Papa Bento XVI acaba de pronunciar discurso sobre a situação política brasileira

Posted: 28 Oct 2010 05:54 AM PDT

Bento XVI acaba de se pronunciar sobre o momento político brasileiro.
Fala contra projetos do tipo PNDH-3, contra o aborto e a eutanásia.
Os católicos têm obrigação de tomar conhecimento,
sobretudo no momento pelo qual passa o Brasil

Do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira

Bento XVI: "Em determinadas ocasiões, os pastores devem mesmo lembrar a todos os cidadãos o direito, que é também um dever, de usar livremente o próprio voto para a promoção do bem comum (cf. GS, 75)".

Hoje às 7 horas da manhã (horário de Brasília) o Papa Bento XVI recebeu em Roma os bispos da Regional Nordeste 5 (Bispos do Maranhão) e tratou da defesa da vida e do dever que os bispos tem de, sempre que necessário, se pronunciarem sobre eleições.

O que nos enche de alento é que o Sumo Pontífice - sem mencionar nomes - atacou projetos de direitos humanos (leia-se PNDH-3) que ferem o direito fundamental à vida:

"Portanto, seria totalmente falsa e ilusória qualquer defesa dos direitos humanos políticos, econômicos e sociais que não compreendesse a enérgica defesa do direito à vida desde a concepção até à morte natural (cf. Christifideles laici, 38)."

Outro trecho importante:

"Quando os projetos políticos contemplam, aberta ou veladamente, a descriminalização do aborto ou da eutanásia, o ideal democrático – que só é verdadeiramente tal quando reconhece e tutela a dignidade de toda a pessoa humana – é atraiçoado nas suas bases (cf. Evangelium vitæ, 74). Portanto, caros Irmãos no episcopado, ao defender a vida «não devemos temer a oposição e a impopularidade, recusando qualquer compromisso e ambigüidade que nos conformem com a mentalidade deste mundo» (ibidem, 82)."

E também:

"Ao defender a vida não devemos temer a oposição e a impopularidade, recusando qualquer compromisso e ambigüidade que nos conformem com a mentalidade deste mundo."


Leia abaixo a íntegra do discurso:

Amados Irmãos no Episcopado,

Para vós, graça e paz da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo» (2 Cor 1, 2). Desejo antes de mais nada agradecer a Deus pelo vosso zelo e dedicação a Cristo e à sua Igreja que cresce no Regional Nordeste 5.

Lendo os vossos relatórios, pude dar-me conta dos problemas de caráter religioso e pastoral, além de humano e social, com que deveis medir-vos diariamente. O quadro geral tem as suas sombras, mas tem também sinais de esperança, como Dom Xavier Gilles acaba de referir na saudação que me dirigiu, dando livre curso aos sentimentos de todos vós e do vosso povo.

Como sabeis, nos sucessivos encontros com os diversos Regionais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, tenho sublinhado diferentes âmbitos e respectivos agentes do multiforme serviço evangelizador e pastoral da Igreja na vossa grande Nação; hoje, gostaria de falar-vos de como a Igreja, na sua missão de fecundar e fermentar a sociedade humana com o Evangelho, ensina ao homem a sua dignidade de filho de Deus e a sua vocação à união com todos os homens, das quais decorrem as exigências da justiça e da paz social, conforme à sabedoria divina.

Entretanto, o dever imediato de trabalhar por uma ordem social justa é próprio dos fiéis leigos, que, como cidadãos livres e responsáveis, se empenham em contribuir para a reta configuração da vida social, no respeito da sua legítima autonomia e da ordem moral natural (cf.Deus caritas est, 29).

O vosso dever como Bispos junto com o vosso clero é mediato, enquanto vos compete contribuir para a purificação da razão e o despertar das forças morais necessárias para a construção de uma sociedade justa e fraterna.

Quando, porém, os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas o exigirem, os pastores têm o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas (cf. GS, 76).

Ao formular esses juízos, os pastores devem levar em conta o valor absoluto daqueles preceitos morais negativos que declaram moralmente inaceitável a escolha de uma determinada ação intrinsecamente má e incompatível com a dignidade da pessoa; tal escolha não pode ser resgatada pela bondade de qualquer fim, intenção, conseqüência ou circunstância.

Portanto, seria totalmente falsa e ilusória qualquer defesa dos direitos humanos políticos, econômicos e sociais que não compreendesse a enérgica defesa do direito à vida desde a concepção até à morte natural (cf. Christifideles laici, 38).

Além disso no quadro do empenho pelos mais fracos e os mais indefesos, quem é mais inerme que um nascituro ou um doente em estado vegetativo ou terminal?


Brasão de S. S. Bento XVI


Quando os projetos políticos contemplam, aberta ou veladamente, a descriminalização do aborto ou da eutanásia, o ideal democrático – que só é verdadeiramente tal quando reconhece e tutela a dignidade de toda a pessoa humana – é atraiçoado nas suas bases (cf. Evangelium vitæ, 74).

Portanto, caros Irmãos no episcopado, ao defender a vida «não devemos temer a oposição e a impopularidade, recusando qualquer compromisso e ambigüidade que nos conformem com a mentalidade deste mundo» (ibidem, 82).

Além disso, para melhor ajudar os leigos a viverem o seu empenho cristão e sócio-político de um modo unitário e coerente, é «necessária — como vos disse em Aparecida — uma catequese social e uma adequada formação na doutrina social da Igreja, sendo muito útil para isso o "Compêndio da Doutrina Social da Igreja"» (Discurso inaugural da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe, 3).

Isto significa também que em determinadas ocasiões, os pastores devem mesmo lembrar a todos os cidadãos o direito, que é também um dever, de usar livremente o próprio voto para a promoção do bem comum (cf. GS, 75).

Neste ponto, política e fé se tocam. A fé tem, sem dúvida, a sua natureza específica de encontro com o Deus vivo que abre novos horizontes muito para além do âmbito próprio da razão. «Com efeito, sem a correção oferecida pela religião até a razão pode tornar-se vítima de ambigüidades, como acontece quando ela é manipulada pela ideologia, ou então aplicada de uma maneira parcial, sem ter em consideração plenamente a dignidade da pessoa humana» (Viagem Apostólica ao Reino Unido, Encontro com as autoridades civis, 17-IX-2010).

Só respeitando, promovendo e ensinando incansavelmente a natureza transcendente da pessoa humana é que uma sociedade pode ser construída. Assim, Deus deve «encontrar lugar também na esfera pública, nomeadamente nas dimensões cultural, social, econômica e particularmente política» (Caritas in veritate, 56). Por isso, amados Irmãos, uno a minha voz à vossa num vivo apelo a favor da educação religiosa, e mais concretamente do ensino confessional e plural da religião, na escola pública do Estado.

Queria ainda recordar que a presença de símbolos religiosos na vida pública é ao mesmo tempo lembrança da transcendência do homem e garantia do seu respeito. Eles têm um valor particular, no caso do Brasil, em que a religião católica é parte integral da sua história.

Como não pensar neste momento na imagem de Jesus Cristo com os braços estendidos sobre a baía da Guanabara que representa a hospitalidade e o amor com que o Brasil sempre soube abrir seus braços a homens e mulheres perseguidos e necessitados provenientes de todo o mundo? Foi nessa presença de Jesus na vida brasileira, que eles se integraram harmonicamente na sociedade, contribuindo ao enriquecimento da cultura, ao crescimento econômico e ao espírito de solidariedade e liberdade.

Amados Irmãos, confio à Mãe de Deus e nossa, invocada no Brasil sob o título de Nossa Senhora Aparecida, estes anseios da Igreja Católica na Terra de Santa Cruz e de todos os homens de boa vontade em defesa dos valores da vida humana e da sua transcendência, junto com as alegrias e esperanças, as tristezas e angústias dos homens e mulheres da província eclesiástica do Maranhão. A todos coloco sob a Sua materna proteção, e a vós e ao vosso povo concedo a minha Benção Apostólica.

Original em: BOLLETTINO Sala Stampa della Santa Sede, boletim diário de 28.10.2010



Obs.: Dia 31, Halloween, aproveite para queimar uma bruxa... (F. Maier)

Lula e Dilma privatizaram o gás do Pré-Sal

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Lula e Dilma privatizaram o gás do Pré-Sal

Artigo no Alerta Total – http://www.alertatotal.net/

Por Jorge Serrão e João Vinhosa

Por trás de todo grande lance de marketagem petista existe sempre um grande negócio. Agora surgem justificativas para os rumores de que o chefão Lula da Silva pretende ser ministro do Pré-Sal, caso se confirme a vitória presidencial de sua candidata Dilma Rousseff, que comandava a Casa Civil (repleta de escândalos de tráfico de influência) e presidia o Conselho de Administração da Petrobrás.

Lula e Dilma, tecnicamente, já privatizaram um dos grandes filões do pré-sal. Diferentemente do Gás Natural da Bacia de Campos e do Gás Natural da Bolívia, o Gás Natural do Pré-Sal não poderá ser transportado por gasoduto. O produto terá que sofrer uma mudança de estado, passando do estado gasoso para o estado líquido, para poder ser transportado em navios. Dessa maneira, como Gás Natural Liquefeito (GNL), será comercializado no mercado internacional.

Hoje, a Petrobras produz e comercializa o GNL no mercado interno por meio da Gemini – sociedade da qual detém 40% e que a White Martins é a sócia majoritária com 60% das quotas. Apesar de a tecnologia de liquefação de gás ser dominada por inúmeras empresas, a Petrobras declarou oficialmente que se associou à White Martins por ser ela a detentora da tecnologia de liquefação.

Dilma Rousseff, que – acumulando os cargos de Ministra de Minas e Energia e Presidenta do Conselho de Administração da Petrobras, se tornou a principal avalista da Gemini – deverá agora responder a seguinte pergunta:

Ao explorar o Gás Natural do Pré-Sal, a liquefação do produto será feita pela Gemini (leia-se White Martins), ou a Petrobras pagará os devidos royalties à White Martins pela apropriação de sua tecnologia?

Será que Dilma terá condições de reponder a tal pergunta antes do Halloween eleitoral de domingo?

Jorge Serrão é Jornalista, e João Vinhosa, Engenheiro.




Obs.: Dia 31, Halloween, aproveite para queimar uma bruxa... F. Maier



Bento XVI e o Silêncio dos Bispos

http://padrepauloricardo.org/blog/bento-xvi-e-o-silencio-dos-bispos/

qui, 28/10/2010

Pe. Paulo Ricardo de Azevedo Júnior

Faltando três dias para a votação do segundo turno, o acalorado debate eleitoral ganhou um interlocutor de peso: o Papa Bento XVI. Num discurso pronunciado, nesta manhã de quinta-feira, para bispos do Nordeste – reconhecida base eleitoral do PT de Dilma Rousseff – Bento XVI condenou com clareza “os projetos políticos” que “contemplam, aberta ou veladamente, a descriminalização do aborto”.

Com o discurso de hoje, Bento XVI rompe, desde o mais alto grau da hierarquia católica, o patrulhamento ideológico que o PT vem impondo a bispos do Brasil através de ameaças, pressões diplomáticas, xingamentos e abusos de poder.

É conhecida a absurda apreensão, a pedido do PT, de milhares de folhetos contendo o “Apelo a Todos os Brasileiros e Brasileiras”, em que a Comissão em Defesa da Vida, da Regional Sul I da CNBB, exortava os católicos a não votar em políticos que defendam a descriminalização do aborto. É conhecida a denúncia do bispo de Guarulhos, Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, de que tem sido vítima de censura e perseguição por parte do PT (cf. Revista Veja ). É arquiconhecida a prisão de leigos católicos que realizavam o “ato subversivo” de distribuir nas ruas o documento dos bispos de São Paulo.


O Papa convida os bispos à coragem de romper este patrulhamento e falar. Ao defender a vida das crianças no ventre das mães, os bispos não devem temer “a oposição e a impopularidade, recusando qualquer acordo e ambigüidade”.

O pronunciamento de Bento XVI ainda exorta os bispos a cumprirem “o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas”. E, numa clara alusão a uma das propostas do PNDH-3 do PT, se opõe à ausência “de símbolos religiosos na vida pública”.


Com seu discurso, o Papa procura evitar que o Brasil continue protagonista de um fenômeno que seria mais típico do feudalismo medieval, do que de uma suposta democracia moderna. De fato, durante a Baixa Idade Média, era comum que os posicionamentos e protestos mais decididos fossem os do Papa, enquanto os do episcopado local, mais exposto às pressões e ao poder imediato dos senhores feudais, eram como os de um cão atado à coleira. Pode até ensaiar uns latidos, mas quem passa por perto sabe que se trata de barulho inofensivo.


Ao apagar das luzes da campanha de segundo turno, o Pontífice parece preparar o terreno para que a Igreja do Brasil compreenda, sejam quais forem os resultados das eleições, que é inútil apelar para um currículo de progressos sociais e de defesas dos oprimidos do Partido dos Trabalhadores, quando seu “projeto político” está tão empenhado em eliminar os seres humanos mais fracos e indefesos no ventre das mães.



Segue abaixo o discurso do Santo Padre Bento XVI


Amados Irmãos no Episcopado,



«Para vós, graça e paz da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo» (2 Cor 1, 2). Desejo antes de mais nada agradecer a Deus pelo vosso zelo e dedicação a Cristo e à sua Igreja que cresce no Regional Nordeste 5. Lendo os vossos relatórios, pude dar-me conta dos problemas de caráter religioso e pastoral, além de humano e social, com que deveis medir-vos diariamente. O quadro geral tem as suas sombras, mas tem também sinais de esperança, como Dom Xavier Gilles acaba de referir na saudação que me dirigiu, dando livre curso aos sentimentos de todos vós e do vosso povo.


Como sabeis, nos sucessivos encontros com os diversos Regionais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, tenho sublinhado diferentes âmbitos e respectivos agentes do multiforme serviço evangelizador e pastoral da Igreja na vossa grande Nação; hoje, gostaria de falar-vos de como a Igreja, na sua missão de fecundar e fermentar a sociedade humana com o Evangelho, ensina ao homem a sua dignidade de filho de Deus e a sua vocação à união com todos os homens, das quais decorrem as exigências da justiça e da paz social, conforme à sabedoria divina.


Entretanto, o dever imediato de trabalhar por uma ordem social justa é próprio dos fiéis leigos, que, como cidadãos livres e responsáveis, se empenham em contribuir para a reta configuração da vida social, no respeito da sua legítima autonomia e da ordem moral natural (cf. Deus caritas est, 29). O vosso dever como Bispos junto com o vosso clero é mediato, enquanto vos compete contribuir para a purificação da razão e o despertar das forças morais necessárias para a construção de uma sociedade justa e fraterna. Quando, porém, os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas o exigirem, os pastores têm o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas (cf. GS, 76).


Ao formular esses juízos, os pastores devem levar em conta o valor absoluto daqueles preceitos morais negativos que declaram moralmente inaceitável a escolha de uma determinada ação intrinsecamente má e incompatível com a dignidade da pessoa; tal escolha não pode ser resgatada pela bondade de qualquer fim, intenção, conseqüência ou circunstância. Portanto, seria totalmente falsa e ilusória qualquer defesa dos direitos humanos políticos, econômicos e sociais que não compreendesse a enérgica defesa do direito à vida desde a concepção até à morte natural (cf. Christifideles laici, 38). Além disso no quadro do empenho pelos mais fracos e os mais indefesos, quem é mais inerme que um nascituro ou um doente em estado vegetativo ou terminal? Quando os projetos políticos contemplam, aberta ou veladamente, a descriminalização do aborto ou da eutanásia, o ideal democrático – que só é verdadeiramente tal quando reconhece e tutela a dignidade de toda a pessoa humana – é atraiçoado nas suas bases (cf. Evangelium vitæ, 74). Portanto, caros Irmãos no episcopado, ao defender a vida «não devemos temer a oposição e a impopularidade, recusando qualquer compromisso e ambigüidade que nos conformem com a mentalidade deste mundo» (ibidem, 82).


Além disso, para melhor ajudar os leigos a viverem o seu empenho cristão e sócio-político de um modo unitário e coerente, é «necessária — como vos disse em Aparecida — uma catequese social e uma adequada formação na doutrina social da Igreja, sendo muito útil para isso o “Compêndio da Doutrina Social da Igreja”» (Discurso inaugural da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe, 3). Isto significa também que em determinadas ocasiões, os pastores devem mesmo lembrar a todos os cidadãos o direito, que é também um dever, de usar livremente o próprio voto para a promoção do bem comum (cf. GS, 75).


Neste ponto, política e fé se tocam. A fé tem, sem dúvida, a sua natureza específica de encontro com o Deus vivo que abre novos horizontes muito para além do âmbito próprio da razão. «Com efeito, sem a correção oferecida pela religião até a razão pode tornar-se vítima de ambigüidades, como acontece quando ela é manipulada pela ideologia, ou então aplicada de uma maneira parcial, sem ter em consideração plenamente a dignidade da pessoa humana» (Viagem Apostólica ao Reino Unido, Encontro com as autoridades civis, 17-IX-2010).


Só respeitando, promovendo e ensinando incansavelmente a natureza transcendente da pessoa humana é que uma sociedade pode ser construída. Assim, Deus deve «encontrar lugar também na esfera pública, nomeadamente nas dimensões cultural, social, econômica e particularmente política» (Caritas in veritate, 56). Por isso, amados Irmãos, uno a minha voz à vossa num vivo apelo a favor da educação religiosa, e mais concretamente do ensino confessional e plural da religião, na escola pública do Estado.


Queria ainda recordar que a presença de símbolos religiosos na vida pública é ao mesmo tempo lembrança da transcendência do homem e garantia do seu respeito. Eles têm um valor particular, no caso do Brasil, em que a religião católica é parte integral da sua história. Como não pensar neste momento na imagem de Jesus Cristo com os braços estendidos sobre a baía da Guanabara que representa a hospitalidade e o amor com que o Brasil sempre soube abrir seus braços a homens e mulheres perseguidos e necessitados provenientes de todo o mundo? Foi nessa presença de Jesus na vida brasileira, que eles se integraram harmonicamente na sociedade, contribuindo ao enriquecimento da cultura, ao crescimento econômico e ao espírito de solidariedade e liberdade.


Amados Irmãos, confio à Mãe de Deus e nossa, invocada no Brasil sob o título de Nossa Senhora Aparecida, estes anseios da Igreja Católica na Terra de Santa Cruz e de todos os homens de boa vontade em defesa dos valores da vida humana e da sua transcendência, junto com as alegrias e esperanças, as tristezas e angústias dos homens e mulheres da província eclesiástica do Maranhão. A todos coloco sob a Sua materna proteção, e a vós e ao vosso povo concedo a minha Benção Apostólica.

Por que não votar na Dilma


Uma análise perfeita de Rodrigo Constantino

REPASSEM URGENTEMNTE. PRECISAMOS ATINGIR 100 MILHÕES DE ELEITORES ATÉ DOMINGO.

Porque não votar na Dilma.

- repassado pelo Bolg Coturno Noturno

Do blogueiro Rodrigo Constantino:

Perplexo ao ver que pessoas de bom nível financeiro e social desconheciam certos fatos sobre Dilma e o PT, resolvi resumir os 10 principais motivos pelos quais não voto na candidata:

1- não voto em ex-terrorista e ex-assaltante que lutava para implantar no país uma ditadura comunista como a cubana, e que até hoje afirma ter orgulho dessa luta, sem ter mudado de lado;

2- este foi o governo mais corrupto da história deste país! O livro "O Chefe" refresca a memória do que foi esse governo. José Dirceu é "chefe de quadrilha", Lula claramente sabia de tudo, e Erenice Guerra é braço-direito de Dilma. Roubaram como ninguém! E foram pegos roubando! Votar neles significa dar uma carta em branco, autorizar a roubalheira, dizer que não se importa com isso tudo. É matar de vez a ética! E não esqueça de Celso Daniel, assassinado de forma até hoje obscura;

3- essa turma tem um projeto autoritário de poder, e está disposta a tudo por isso. O PNDH-3 dá uma idéia do que eles realmente querem: censurar a imprensa de vez e transformar o Brasil numa grande Venezuela, do camarada Chávez. O PT fundou com o ditador Fidel Castro o Foro de São Paulo, onde até os sequestradores e traficantes das FARC chegaram a participar;

4- em economia o governo foi totalmente irresponsável, o crédito estatal já representa metade do crédito no país, e isso é um perigo. Nenhuma reforma estrutural (previdenciária, trabalhista e tributária) foi feita. O partido condena as privatizações como se fosse um pecado tirar as tetas estatais dos sindicatos, políticos corruptos e apaniguados. Se hoje temos crescimento, isso se deve mais às reformas de FHC, ao contexto internacional e aos estímulos insustentáveis do governo, cuja conta vamos ter que pagar depois;

5- no âmbito internacional, Lula se aliou aos piores ditadores do mundo, fez um estrago na imagem do Itamaraty, abraçou assassinos e politizou o Mercosul, sem falar de seu discurso anti-americano mais que atrasado;

6- o PT aparelhou toda a máquina estatal, toda! Os sindicalistas tomaram conta de tudo, incluindo a Polícia Federal, o que é um risco enorme ao Estado de Direito. Tomaram conta das estatais, das agências reguladoras, do Itamaraty, dos fundos de pensão, das ONGs, e até do STF!

7- O presidente Lula é possivelmente a pessoa mais imoral que já vi na minha vida! Lula é mitomaníaco, mente compulsivamente, demonstra claros sinais de perversidade até. Seu populismo demagógico é absurdo e lembra os piores caudilhos que esse continente já teve (e ainda tem: Chávez na Venezuela, casal K na Argentina, Evo Morales na Bolívia, Rafael Correa no Equador). Lula ridiculariza as leis o tempo todo, misturando a função de presidente com a de garoto-propaganda de partido;

8- O MST apoia Dilma, e Dilma veste o boné do MST, literalmente. O MST é um movimento criminoso, financiado por nossos impostos, que invade propriedades privadas, que defende a revolução armada comunista em pleno século XXI;

9- Os piores "coronéis" do PMDB estão todos com Dilma! Sarney, Michel Temer, Ciro Gomes, Jader Barbalho, Fernando Collor, e muitos outros, todos aliados de Dilma. O fisiologismo chegou a patamares impensáveis no governo Lula, e tende a piorar com Dilma;

10- Censura da imprensa. Censura da imprensa. Uma vez mais: censura da imprensa. Ancinav, CNJ, PHDN-3, o PT já deu claras demonstrações de que pretende continuar sua tentativa de censurar a imprensa. A democracia corre perigo, de verdade. Como votar em alguém assim? Seria um atentado à nossa democracia, que ainda não está sólida o suficiente para resistir aos golpistas. Não seja cúmplice disso! Não vote em Dilma.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Vaticano repercute ameaças de morte feitas por petistas a bispos brasileiros


Vaticano repercute ameaças de morte feitas por petistas a bispos brasileiros


Posted: 26 Oct 2010 12:16 PM PDT


Caso de polícia -


Por Ucho Hadadd - ucho.info


Quando o governo do presidente Luiz Inácio da Silva divulgou a polêmica terceira edição do Programa Nacional de Direito Humanos (PNDH-3), estava explícito no documento o desejo palaciano de legalização do aborto. Meses antes, durante entrevista concedida a veículos da imprensa nacional, a candidata Dilma Rousseff disse que nenhuma mulher é favorável ao tema, mas que a legalização do aborto é uma necessidade de governo.


O assunto transformou-se na maior polêmica da atual corrida presidencial, o que obrigou Dilma a optar pela contradição. Enfrentando a resistência do eleitorado católico e evangélico, a candidata petista passou a ter uma postura dúbia. Longe de expor sua religiosidade e sem afirmar que é contra a legalização do aborto, Dilma passou a dizer, de uma hora para outra, que é de família católica e a favor da vida. E de quebra incorporou à sua fala a expressão “graças a Deus”, o que tem soado como falso.


Preocupados com a repercussão negativa que o caso teve no primeiro turno das eleições, o PT e o staff da campanha de Dilma Rousseff armaram uma operação, a partir de uma falsa denúncia, de que panfletos contra Dilma estavam sendo impressos em uma gráfica da capital paulista. O material, encomendado pela diocese de Guarulhos, na Grande São Paulo, tinha procedência e era de conhecimento da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil, a CNBB.


A partir de então, Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, bispo de Guarulhos, passou a ser alvo de ameaças de morte feitas por simpatizantes do PT. Responsável direto pelo serviço executado pela gráfica paulistana e apreendido pela Polícia Federal, o religioso defende o voto em candidatos contrários à legalização do aborto.


O imbróglio capitaneado pelo PT e pela campanha de Dilma Rousseff chegou à Santa Sé e foi noticiado pela Rádio Vaticana, que informou aos ouvintes que “infelizmente não se trata de um caso isolado” De acordo com a agência vaticana Fides, “receberam ameaças explícitas também o bispo de Lorena, Dom Benedito Beni dos Santos, e o bispo de Santo André e presidente da Regional Sul 1, Dom Nelson Westrupp”.


Em recente entrevista coletiva concedida na sede da CNBB, em Brasília, o presidente da entidade, Dom Geraldo Lyrio Rocha, que considera positiva a atual discussão sobre o aborto, disse que a ação do bispo de Guarulhos está “dentro da normalidade”.


Obcecados por fazer de Dilma Rousseff a sucessora de Luiz Inácio da Silva, os petistas erram ao tentar impor o seu desejo à força, o que mostra que o Brasil caminha a passos extremamente largos na direção de uma ditadura civil, como bem destacou Hélio Bicudo, ex-fundador do PT.

Erenice, cria dileta de Dilma Duchefe, muda versão: é outra mentirosa!


O Globo - 26/10/2010

Erenice muda versão

Ex-ministra agora admite que recebeu lobista, o que Casa Civil havia negado

Jailton de Carvalho

Em depoimento ontem na Polícia Federal, a ex-ministra Erenice Guerra entrou em contradição com a versão da Casa Civil e reconheceu, pela primeira vez, que teve uma reunião com o lobista Rubnei Quícoli, da empresa EDRB, interessada num financiamento de R$ 9 bilhões do BNDES. Quando o caso veio a público em setembro, a Casa Civil negara que a ex-ministra tivesse estado no encontro com Quícoli e dirigentes da EDRB.

Erenice — ex-braço-direito da candidata à Presidência Dilma Rousseff (PT) — também confirmou dois encontros com o lobista Fábio Baracat, da Master Top Airlines (MTA), empresa que estava tentando renovar contratos com os Correios.

Sobre o encontro com Quícoli, a exministra disse que, por meio de levantamento, soube que a reunião ocorreu em 10 de novembro de 2009, no Centro Cultural Banco do Brasil, sede provisória da Presidência, e foi presidida pelo assessor Vladimir, da Casa Civil. Erenice alega que “participou da reunião por alguns minutos, salvo engano, por 20 ou 30 minutos”, conforme consta no depoimento.

Erenice negou, porém, que tenha encaminhado o pedido da EDRB para a Chesf. A empresa reivindicava o empréstimo do BNDES para executar um projeto de energia solar na área da Chesf.

O depoimento começou às 9h30m e levou quatro horas. Erenice teve de responder a mais de cem perguntas do delegado Roberval Vicalvi sobre tráfico de influência e nepotismo, entre outras supostas irregularidades quando foi secretária-executiva e ministra da Casa Civil. Para a maioria das indagações, a resposta foi a mesma: não sabia, não conhecia.

Dois encontros com Baracat

Erenice deixou o governo em 16 de setembro, quando as denúncias sobre tráfico de influência vieram à tona. A polícia investiga o suposto envolvimento da ex-ministra nos negócios da Capital Assessoria, empresa do filho Israel Guerra, e de várias empresas do marido, José Roberto Camargo Campos.

Um dos sócios de Israel na Capital Assessoria é Vinícius Castro, ex-assessor de Erenice na Casa Civil. Erenice sabia que o filho pretendia criar uma empresa de assessoria com Vinícius.

Mas alegou que “não era do seu conhecimento que Vinícius e Israel estavam fazendo assessoria para empresas, se é que tal fato realmente aconteceu”. O encontro entre dirigentes da EDRB e Erenice foi agendado por Vinícius. Após a reunião na Casa Civil, Vinícius tentou negociar um contrato de lobby com a EDRB.

Pelos entendimentos iniciais, a Capital cobraria da EDRB R$ 40 mil/mês por seis meses e mais 5% dos R$ 9 bilhões em que estava orçado o projeto (cerca de R$ 450 milhões). Vinícius e Quícoli chegaram a trocar emails sobre os termos do contrato.

Sobre a MTA, a ex-ministra confirmou que teve dois encontros com Fábio Baracat, intermediados por Israel.

Um deles, na casa de Erenice. O outro, num restaurante. A ex-ministra alega que não se tratou de negócios e que teriam conversado sobre amenidades.

Erenice disse que não desconfiou das intenções de Baracat porque ele é muito jovem: “Na sua concepção, seria um amigo de seu filho do dia a dia; que, caso fosse um amigo mais velho, poderia ter despertado sua atenção como alguém interessado em se aproximar devido à intenção de criar vínculo de amizade visando interesses posteriores”.

Baracat disse à PF que pagou cerca de R$ 200 mil à Capital. A empresa de Israel ajudou a MTA a obter uma licença na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e, a partir daí, renovar um contrato com os Correios. A ex-ministra afirma que só tomou conhecimento de que “Fábio representava a MTA através de reportagens”, e que “Israel não comentou que estava assessorando Fábio”.

No depoimento, Erenice reconheceu ainda que contratou Paulo de Tarso Viana, sócio do marido José Roberto na Global Energy Investments, para trabalhar na Casa Civil.

Ela negou que tenha ajudado a Unicel e a Matra, empresas que contrataram os serviços de Camargo. Negou ainda que tenha ajudado Israel a liberar patrocínio de R$ 200 mil da Eletrobras para o ex-piloto de motovelocidade Luís Corsini. O ex-piloto disse que pagou R$ 40 mil a Israel.

Ao fim do interrogatório, a ex-ministra abriu mão do sigilo bancário, fiscal, telefônico e de seus e-mails.

Erenice confirmou ainda que o marido usou passaporte diplomático para viajar para a China e os EUA como representante da Unicel. Como marido da então ministra, ele tinha direito a passaporte especial. O visto foi pedido diretamente ao Itamaraty.

Dilma privatiza a Petrobras e diz que o patrimônio da estatal é "carne de pescoço"


26 de Outubro 2010

Dilma privatiza a Petrobras e diz que o patrimônio da estatal é "carne de pescoço"

Dilma Roussef perdeu o rebolado e fez ontem, no debate da Record, a mais grave ofensa à história da Petrobras e à honra das gerações de trabalhadores que lá trabalham ou que por lá passaram.

Dilma tem dito mentirosamente que seu adversário José Serra quer "privatizar" o petróleo do pré-sal. No entanto, ao longo do governo Lula, como presidente do conselho de administração da Petrobras, ela entregou a exploração de petróleo para 108 empresas privadas, 53 delas estrangeiras. Ou seja, ela comandou uma das mais agressivas transferências do patrimônio de uma empresa petrolífera estatal para o setor privado. Confrontada com esse fato, ela descontrolou-se e desrespeitou os brasileiros.

Afirmou a candidata: "A diferença entre cê descobrir uma mina de ouro e descobrir uma minazinha, pequenininha. Então, o que que eu digo pra vocês, eu digo que eles estão querendo privatizar o filet mignon. A carne de pescoço era o que existia antes".

Com essa frase, Dilma confessou que privatizou, sim, o patrimônio da Petrobras - mas só a parte chamada por ela de "carne de pescoço". Trata-se de uma das mais reveladoras confissões dessa campanha. Em primeiro lugar, porque o petróleo é dos brasileiros, não importa de que profundidade venha.

Depois, porque, como Presidente do Conselho da Petrobras, Dilma comandou, sim, o leilão do Bloco 9 de exploração, que também inclui o petróleo do pré-sal.

APREENSÕES

Ternuma Regional Brasília

General-de-Exército Armando L. M. de Paiva Chaves

CRÔNICA 68

(24 Out 2010)

Nos círculos próximos, são colhidas intenções de não exercer o direito e obrigação do voto no próximo dia 3 de outubro. O motivo real é usufruir o feriadão, viajando. O motivo alegado é o desinteresse pelos candidatos, avaliados como vinhos da mesma pipa. Não obstante, até agora vinham opinando, elogiando e criticando um ou outro postulante.

É de entristecer a prevalência de uma motivação maior, sufocando o exercício da cidadania, que só oferece a oportunidade a cada quatro anos. Fugir à responsabilidade de escolher quem deverá governar o estado ou o país é omissão indesculpável, que acomete quem tem recursos para viajar e, supostamente, tem instrução e cultura suficientes para avaliar valores e desvalias dos candidatos.

A resultante é que não será eleito quem receber os votos da maioria dos brasileiros, mas da maioria dos que votaram. Sem dúvida, milhões decorrerão de avaliações conscientes, feitas no cenário presente e projetadas no futuro, que alcançará cada um, mas também os filhos e netos hoje representados, por não votarem. Haverá também outros milhões, analfabetos, iletrados, voltados para a angustiante luta pela sobrevivência, abrigados com seus rebentos em barracos ou tendo a rua por casa, ou tendo arua por casaus regbentosos para a angustiante luta pela sobrevivç sem saber se amanhã terão comida, remédios, instrução. Farão suas escolhas embalados por promessas calcadas no pouco que receberam, que para eles é muito.

Na democracia, não há voto de qualidade. Todos são iguais perante a lei. O miserável e o rico. O culto e o analfabeto. O que tem senso crítico e o que se deixa levar pela propaganda demagógica. O que busca a felicidade da nação e o que busca a sua própria, no emprego e na propina que a eleição lhe promete.

Eleição é um momento de maturidade nacional. O resultado das urnas deve representar o que o povo quer dos governantes eleitos. Se o voto é obrigatório, significa que todos são convocados a dar sua opinião, com pesos exatamente iguais.

Se a palavra pode convencer, o exemplo inspira, mormente quando vem do alto. Uma e outro são úteis para conduzir à boa escolha. Cristo, por dois mil anos, tem inspirado e convencido para o bem. Outros muitos, praticando seus ensinamentos, vêm servindo a humanidade, dirigindo seus povos, encaminhando-os para a justiça, a correção de desigualdades, a sobrevivência condigna, a paz e a felicidade nos lares.

A palavra de nosso primeiro mandatário não convence. Seu exemplo não inspira. Megalomania e obsessão de vitória distorcem seu discurso. A mentira multiplica suas realizações e encolhe as de seu antecessor, de quem colheu os frutos para os sucessos que lhe são creditados. A postura em comícios e reuniões públicas desmerece a liturgia do cargo, o respeito aos adversários e à ordem vigente, quando propugna por extirpar um partido da vida nacional.

Entretanto, há milhares que se convenceram, pelo usufruto que tiveram ou esperam colher. Que se inspiraram no sucesso de uma trajetória ascendente, iniciada na planície da pobreza e chegada ao mais alto cargo da república. Não há por que condená-los. Sua escolha é direito inalienável.

Há, sim, daqueles que reprovam o exemplo e o discurso, a obrigação de se contrapor, pelo voto. Faltar a ela deve pesar nas consciências como crime de lesa pátria. Não haverá perdão nem direito a crítica, se o país enveredar para destinos que ponham em risco a democracia e as instituições.

Roga-se a Deus que as apreensões não se concretizem. Que a obrigação de votar inflame o civismo e o resultado das urnas exprima realmente a vontade da maioria dos brasileiros.

Cardeal, o Homem da Dilma!


Cardeal, o Homem da Dilma!

Hiram Reis e Silva, Porto Alegre, RS, 26 de outubro de 2010.

“Se alguém acha que pode chegar aqui e se servir, sabe, cai do cavalo. Porque a pessoa pode me enganar um dia, pode me enganar, sabe, mas a pessoa não engana todo mundo ao mesmo tempo”. (Lulla da Silva)

A Revista Época expõe, mais uma vez, as entranhas da enxovalhada e putrefata camarilha petista. Grupo de filiados ao partido, ocupando posições de relevo junto ao governo federal, burlam a lei e graças a informações e contatos privilegiados conseguem empréstimo milionário no exterior. O banco alemão KfW acusa Valter Cardeal, homem de confiança de Dilma Rousseff, de engendrar uma fraude de € 157 milhões.

- Banco KfW ajuiza ação e diz que Cardeal, o homem forte de Dilma, sempre soube de toda a fraude na CGTEE.
Políbio Braga, segunda-feira, 18 de outubro de 2010

O inquérito da Polícia Federal e a ação posteriormente movida na Justiça Federal sobre o caso, não responsabilizam diretamente o presidente do Conselho de Adminsitração da CGTEE e diretor da Eletrobrás, Valter Cardeal, tampouco sua madrinha política e superiora hierárquica na época, Dilma Roussef, mas isto nada teve a ver com o que foi investigado. O editor requereu em juízo as cópias do inquérito e da ação e está de posse delas. O que revela com testemunhos, documentos e fotos a revista Época deste domingo: Cardeal e Dilma sabiam das negociações sobre os avais. Marcelo Ceccin, militante petista à época, como seus companheiros de diretoria, como Júlio Quadros, o presidente da CGTEE (Quadros foi presidente do PT), chegaram a viajar com ele para a Alemanha, mas ele acabou pagando o pato sozinho. Ceccin, que acompanhou Cardeal durante 20 anos, desde a CEEE, e trabalhou sob as ordens de Dilma, começou a abrir a boca.

Quando o editor denunciou as malfeitorias ocorridas nas barbas das diretorias da CGTEE e da Eletrobrás por gente sua, liderados por um diretor da própria estatal federal gaúcha, Marcelo Ceccin, mais uma série de empresários brasileiros e estrangeiros, o presidente do Conselho de Administração da CGTEE, Valter Cardeal, homem de confiança de Dilma Roussef, contratou uma das mais caras bancas de advogados do Paraná e ajuizou uma ação criminal contra o editor. Este foi o segundo processo judicial movido por Valter Cardeal contra o editor. O editor já tinha colocado restrições à ação do então presidente da Eletrobrás (hoje, Cardeal é um dos vices) no caso da usina eólica de Tramandaí, cuja implantação ele sistematicamente procurou obstaculizar. A fraude (avais falsos concedidos ilegalmente por diretores da CGTEE, visando empréstimos de US$ 157 milhões para a construção de usinas eólicas e de biomassa no RS e no PR) foi contra o banco alemão KfW.

Valter Cardeal acompanha Dilma Roussef há 20 anos. O caso atinge diretamente Dilma, porque à época das malfeitorias ocorridas na CGTEE ela era a ministra da área e superior hierárquico de todos os envolvidos, quase todos dirigentes e militantes do PT do RS. O banco KfW revela documentos em que demonstra que Dilma discutiu a questão dos avais na Alemanha. Ela o levou a Brasília. Dilma não dá um só passo na área de energia elétrica sem ouvir seu companheiro, amigo e confidente. O delegado Protógenes Queiroz, na Operação Satiagraha, chegou a investigar as relações existentes entre ambos. A última edição da revista Piauí, em reportagem de Rodrigues Pereira sobre Protógenes, revela que ele possui um pen drive com imagens do que viu.

O homem forte da Eletrobrás, presidente do Conselho de Administração da CGTEE, Valter Cardeal, costuma comparecer às audiências na 9ª. Vara Criminal, acompanhado dos advogados e de assessores que se deslocam do Rio e de Brasília. O editor defende-se nos casos através do advogado Luiz Francisco Corrêa Barbosa, mas também chegou a atuar sozinho num dos casos. O editor chamou para o banco de testemunhas o presidente da CGTEE, Sereno Chaise, além de uma dúzia de testemunhas, inclusive o então ministro Silas Rondeau. O caso da fraude está na Justiça Federal. Via judicial, o editor conseguiu todo o inquérito da Polícia Federal e também a cópia do processo, capa a capa. Está tudo resguardado por segredo de justiça.

Pois neste final de semana a revista Época revela uma notícia que ninguém conhecia no RS: a CGTEE está sendo processada pelo banco alemão KfW, uma espécie de BNDES da Alemanha, que quer indenização por prejuízos morais e materiais. A ação foi ajuizada na 10ª Vara Cível, em agosto, em Porto Alegre. O banco alega que o sr. Valter Cardeal sempre soube de tudo o que ocorria nas suas barbas, acosta fotos da visita dele a fornecedores alemães que forneceriam equipamentos para as usinas para as quais a CGTEE concedeu aval e transcreveu depoimentos comprometedores obtidos na própria Alemanha por gente que participou dos negócios em Porto Alegre.


Solicito Publicação

Coronel de Engenharia Hiram Reis e Silva
Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA)
Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS)
Acadêmico da Academia de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB)
Membro do Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul (IHTRGS)
Colaborador Emérito da Liga de Defesa Nacional
Site: http://www.amazoniaenossaselva.com.br/
E–mail: hiramrs@terra.com.br

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Dilma Rousseff é a maior mentirosa do Brasil


Dilma e Erenice: Madrastas da corrupção na Casa Civil


GUERRILHEIRA E CANDIDATA A PRESIDENTE DO BRASIL!

Dossiê (verdadeiro) sobre uma grande mentirosa.

1. Mentiu sobre seus títulos acadêmicos. Não é mestre nem doutora pela Unicamp.

2. Mentiu sobre a não autoria do dossiê fajuto sobre Da. Ruth Cardoso. A peça toda foi obra sua.

3. Mentiu sobre a reunião com Lina Vieira, da Receita Federal, em que pediu que a barra do Sarney fosse aliviada. A reunião existiu e ela pediu isso mesmo. Além disso, mandou apagar as fitas que documentavam o encontro.

4. Mente descaradamente sobre o PAC, com seus números falsos e roubalheiras várias.

5. Mentiu sobre sua não participação no enrosco da quebra da VARIG.

6. Mente sobre sua não participação nas ações armadas e terroristas do VAR-PALMARES.

7. Mente descaradamente sobre as intenções da oposição de privatizar a PETROBRÁS, Banco do Brasil e CEF.

8. Mente quando diz que não alterou o conteúdo do PNDH III previamente acertado com os militares.

9. Mente quando diz não ter envolvimento na negociata da TELEBRÁS e no PLANO NACIONAL DA BANDALHEIRA LARGA, junto com José Chefe da Quadrilha do Mensalão Dirceu.

E essa peça quer ser Presidente do Brasil...

Obs.: Lula é, com razão, chamado de o "maior mentiroso do Brasil" (digite no Google para conferir). Dilma Rousseff, sua substituta (a se crer no que apregoam os institutos de pesquisa), será conhecida como a "maior mentirosa do Brasil". Tal pai, tal filha. É, tudo a ver... (F. Maier)

Os perigos que rondam esta eleição

Dilminha Bang Bang


Leiam as plausíveis e prováveis consequências do RADICALISMO PETISTA DURANTE E LOGO APÓS AS ELEIÇÕES DE DOMINGO e saiba como se precaver de possíveis agressões e aborrecimentos, nas zonas eleitorais e nas ruas, principalmente após a vitória de JOSÉ SERRA.

Previsões do Prof. Geraldo Almendra.

NÃO DEIXEM DE VOTAR POR CAUSA DO "FERIADÃO" - O BRASIL CONTA COM O SEU SENSO DE RESPONSABILIDADE E PATRIOTISMO

Saudações

Francisco Vianna


***

Os perigos que rondam esta eleição

Geraldo Almendra

Se você ama seu país, e não quer que esta COR VERMELHA seja INTRODUZIDA na sua bandeira, mande essa mensagem para o máximo de amigos que puder e peça para que eles façam o mesmo. Recomende que ninguém quebre essa corrente de proteção às nossas liberdades individuais.

ESTRATÉGIA FASCISTA PARA EVITAR A VITÓRIA DE JOSÉ SERRA E O QUE NÓS PODEMOS E DEVEMOS FAZER
ATENÇÃO!

Nos dias que antecedem o segundo e decisivo turno das eleições presidenciais no Brasil, a sociedade vai testemunhar a multiplicação das camisas vermelhas de estrela única fazendo um assédio moral explícito e criminoso contra os eleitores que estão levando o candidato Serra a uma inesquecível e extraordinária vitória sobre a representante do mais sórdido político de nossa história.

No dia da eleição, grupos fascistas estarão próximos e dentro dos locais de votação portando máquinas fotográficas camufladas em celulares para intimidar e “cadastrar” os eleitores.
A já previsível derrota do PT tirou da gaveta o plano D, que prevê atos explícitos de assédio moral e, em alguns casos, também físico (agressões e ações de intimidação psicológica) para que a diferença real a favor de Serra seja eliminada.

O grotesco escândalo da Casa Civil, envolvendo diretamente a candidata do presidente e um dos seus lacaios está precipitando o desespero da visão do desabamento do castelo de cartas da administração pública mais corrupta de nossa história.

Nas favelas e nos guetos residenciais da pobreza em todo o país os “donos” do narcotráfico, seguindo as ordens dos comuno-fascistas, deixarão bem claro para os moradores em qual candidato votar e a orientação para que conquistem votos adicionais.

Estratégia de defesa para os eleitores de Serra:
- não aceitem provocações;
- usem roupas neutras para não correrem o risco de serem agredidos;
- se possível não levem crianças para os locais de votação;
- levem câmeras fotográficas e registrem os desvios de conduta dos lacaios dos fascistas;
- se perguntarem em quem vai votar, diga Lula e votem no seu verdadeiro candidato, o Serra, pois dentro da sala de votação ninguém poderá controlar seu voto e,
- se perguntarem em que votou diga Lula e aguardem a hora de comemorar no seio de sua família a libertação do país das mãos de um covil de bandidos;
- o mais importante: depois do voto saia das ruas e peça para todos os seus familiares fazerem o mesmo e deixe as forças policiais, militares e as Forças Armadas fazerem o seu papel de preservar a ordem no país depois da INESQUECÍVEL DERROTA DO PT.

É absolutamente previsível que, no momento em que os resultados das urnas começarem a mostrar a vitória de José Serra, o país será convulsionado, pela ‘maré vermelha’, com uma baderna generalizada liderada pelos fascistas lacaios da gangue dos quarenta, que irão ordenar às suas “tropas de choque” estacionadas em todo o país a tomada das ruas de asfalto, de pedra ou de terra.

Essa gente não aceitará a escolha democrática de José Serra por mais da metade da sociedade sem tentar – custe o que custar – tocar fogo no pavio da desordem social generalizada.
As tentativas de agressões a José Serra por militantes que abraçam Lula em fotos distribuídas na Internet já nos sinalizam o que poderá acontecer. As agressões já prometidas pelo fascismo petista durante as últimas aparições de Serra ou de seus aliados nas ruas de São Paulo, também reforçam a previsão de baderna.

NÃO VAMOS ACEITAR TAIS CONFRONTOS QUE NÃO SERVEM A NADA A NÃO SER AOS INTERESSES ESPÚRIOS DOS QUE ODEIAM A DEMOCRACIA E O CAPITALISMO PROCUTIVO DE MERCADO, E DEIXEMOS A ‘ONDA VERMELHA’ CHORAR NAS RUAS SEM NINGUÉM PARA SER AGREDIDO OU ASSASSINADO.

O inevitável vai acabar acontecendo. O país será tomado de uma onda de alegria e agradecimentos a Cristo por Ele ter-nos livrado das mãos de quem o desafiou. Será a ONDA AZUL, construtiva e saneadora.

Depois que as tentativas de baderna forem controladas pelas forças policiais, civis e militares, e pelas Forças Armadas, durante as muitas missas, Deus receberá os nossos sinceros agradecimentos pela libertação do maior país católico do mundo das mãos do demônio do fascismo, um regime de ateus que já deixou registrado, na história dos genocídios, milhões de vítimas por onde passou.

Ao final de cada missa, o Hino Nacional deverá ser cantado com nossa mão direita sobre o coração (e não enfiada em cuecas ou calcinhas cheias de dinheiro roubado dos contribuintes).

Com o levantamento dos tapetes da sujeira lulopetista, acumulada durante oito anos da gestão do Foro de São Paulo, uma nova Justiça – que não será refém de bandidos – cuidará de apurar e punir todos aqueles que tentaram conspurcar a democracia no país e dará aos que se deixaram iludir e votaram no fascismo petista, o conhecimento necessário para avaliarem bem a desgraça da qual se livraram.
Os únicos que continuarão habitando o submundo da corrupção e da destruição da democracia serão os canalhas ‘esclarecidos’, ateus e sem pátria, pois sua procura sempre será o paraíso do ilícito em vida, no qual as suas “virgens” são os milhares de cidadãos vítimas da miséria educacional e cultural.

A lição será aprendida. Nunca mais a sociedade aceitará os estelionatos eleitorais dos messias da leviandade, da mentira, da falsidade, da corrupção, do assistencialismo espúrio e comprador de votos, da manipulação dos ‘sem-consciência crítica’ e do suborno descarado dos ‘canalhas esclarecidos’, que apostam na transformação do Brasil numa Cuba continental.
Viva o Brasil!

Vamos dar uma salva de palmas, assim que as urnas definirem nossa nova esperança de um país livre do covil de bandidos, ao excelentíssimo presidente da República, José Serra, que, ao tomar posse, nos mostrará a verdadeira dimensão de um estadista, para possamos esquecer para sempre a figura desprezível – e de todos os seus lacaios – de quem enganou a sociedade desde que foi parido pela serpente do mal no pântano fedorento do submundo comuno-sindical.

Geraldo Almendra

26/outubro/2010

Dois dos agressores de Serra são amigos do peito de Lula

Manifestação em Campo Grande - RJ
Manifestação em Campo Grande - RJ


Dois dos agressores de Serra são amigos do peito de Lula



Ambos ladeiam o apedeuta (ignorante) pinóquio.

Se vc ainda tiver dúvidas sobre o poder de manipulação e dissimulação desta gente, olhe as fotos.

Não é montagem!

À esquerda e à direita dois dos amigos do Lula que participaram da agressão ao Serra.

Esse da direita, conhecido como "Mata-Mosquito", é candidato derrotado do PT para deputado estadual pelo Rio.

Bandidagem petista em alta

Jorge Roriz
jornalismo@jorgeroriz.com.br

LULA: PEÇA DESCULPAS AO MÉDICO E A NAÇÃO BRASILEIRA
ASSISTA OS VÍDEOS E DECIDA SEU VOTO
POR QUE NÃO VOTO EM DILMA
Depoimentos de Erenice e do jornalista Amaury Jr. vão agitar a campanha eleitoral
A DÍVIDA INTERNA BRASILEIRA
SERRA FALA DA “JUSTIÇA” DOS “COMPANHEIROS”


LULA: PEÇA DESCULPAS AO MÉDICO E A NAÇÃO BRASILEIRA
Posted: 25 Oct 2010 11:57 PM PDT

O médico Jacob Kligerman, que atendeu José Serra (PSDB) depois que o presidenciável foi atingido por um objeto em uma caminhada no Rio de Janeiro, na última quarta-feira, vai pedir no Supremo Tribunal Federal (STF) uma retratação pública do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Cerqueira disse que vai basear a interpelação no artigo 144 do Código Penal, que dá a Kligerman o direito de pedir explicações em juízo. “O presidente insinua que o doutor Jacob teria participado de uma farsa, mas há uma ambiguidade em sua declaração. Ele não deixa clara a afirmação de que há envolvimento do doutor Jacob. Então queremos explicações”, disse Cerqueira.
“Fui acusado de farsante ao realizar um ato médico perfeito. O atendimento foi qualificado, da maneira que deveria ser feito”, afirmou. “Exijo uma retratação pública (do presidente), pois ele me acusou publicamente.”Filed under: JORNALISMO


ASSISTA OS VÍDEOS E DECIDA SEU VOTO
Posted: 25 Oct 2010 11:21 PM PDT

ACESSE BLOG E DIVULGUE
http://www.dilmavideos.wordpress.com
Se o que falam de Dilma é boatos, aqui vc vê ela falar com as próprias palavras. Assista também os depoimentos de Joelmir Beting, Silas Malafaia, Padre Leo, o fundador do PT, Helio Bicudo, o coodenador da Campanha de Dilma Ciro Gomes, Arnaldo Jabor, Marcelo Madureira, Alexandre Garcia e muito mais.
http://www.dilmavideos.wordpress.comFiled under: JORNALISMO


POR QUE NÃO VOTO EM DILMA
Posted: 25 Oct 2010 10:33 PM PDT

Do blogueiro Rodrigo Constantino:
Perplexo ao ver que pessoas de bom nível financeiro e social desconheciam certos fatos sobre Dilma e o PT, resolvi resumir os 10 principais motivos pelos quais não voto na candidata:
1- não voto em ex-terrorista e ex-assaltante que lutava para implantar no país uma ditadura comunista como a cubana, e que até hoje afirma ter orgulho dessa luta, sem ter mudado de lado;
2- este foi o governo mais corrupto da história deste país! O livro “O Chefe” refresca a memória do que foi esse governo. José Dirceu é “chefe de quadrilha”, Lula claramente sabia de tudo, e Erenice Guerra é braço-direito de Dilma. Roubaram como ninguém! E foram pegos roubando! Votar neles significa dar uma carta em branco, autorizar a roubalheira, dizer que não se importa com isso tudo. É matar de vez a ética! E não esqueça de Celso Daniel, assassinado de forma até hoje obscura;
3- essa turma tem um projeto autoritário de poder, e está disposta a tudo por isso. O PNDH-3 dá uma idéia do que eles realmente querem: censurar a imprensa de vez e transformar o Brasil numa grande Venezuela, do camarada Chávez. O PT fundou com o ditador Fidel Castro o Foro de São Paulo, onde até os sequestradores e traficantes das FARC chegaram a participar;
4- em economia o governo foi totalmente irresponsável, o crédito estatal já representa metade do crédito no país, e isso é um perigo. Nenhuma reforma estrutural (previdenciária, trabalhista e tributária) foi feita. O partido condena as privatizações como se fosse um pecado tirar as tetas estatais dos sindicatos, políticos corruptos e apaniguados. Se hoje temos crescimento, isso se deve mais às reformas de FHC, ao contexto internacional e aos estímulos insustentáveis do governo, cuja conta vamos ter que pagar depois;
5- no âmbito internacional, Lula se aliou aos piores ditadores do mundo, fez um estrago na imagem do Itamaraty, abraçou assassinos e politizou o Mercosul, sem falar de seu discurso anti-americano mais que atrasado;
6- o PT aparelhou toda a máquina estatal, toda! Os sindicalistas tomaram conta de tudo, incluindo a Polícia Federal, o que é um risco enorme ao Estado de Direito. Tomaram conta das estatais, das agências reguladoras, do Itamaraty, dos fundos de pensão, das ONGs, e até do STF!
7- O presidente Lula é possivelmente a pessoa mais imoral que já vi na minha vida! Lula é mitomaníaco, mente compulsivamente, demonstra claros sinais de perversidade até. Seu populismo demagógico é absurdo e lembra os piores caudilhos que esse continente já teve (e ainda tem: Chávez na Venezuela, casal K na Argentina, Evo Morales na Bolívia, Rafael Correa no Equador). Lula ridiculariza as leis o tempo todo, misturando a função de presidente com a de garoto-propaganda de partido;
8- O MST apoia Dilma, e Dilma veste o boné do MST, literalmente. O MST é um movimento criminoso, financiado por nossos impostos, que invade propriedades privadas, que defende a revolução armada comunista em pleno século XXI;
9- Os piores “coronéis” do PMDB estão todos com Dilma! Sarney, Michel Temer, Ciro Gomes, Jader Barbalho, Fernando Collor, e muitos outros, todos aliados de Dilma. O fisiologismo chegou a patamares impensáveis no governo Lula, e tende a piorar com Dilma;
10- Censura da imprensa. Censura da imprensa. Uma vez mais: censura da imprensa. Ancinav, CNJ, PHDN-3, o PT já deu claras demonstrações de que pretende continuar sua tentativa de censurar a imprensa. A democracia corre perigo, de verdade. Como votar em alguém assim? Seria um atentado à nossa democracia, que ainda não está sólida o suficiente para resistir aos golpistas. Não seja cúmplice disso! Não vote em Dilma.Filed under: JORNALISMO


Depoimentos de Erenice e do jornalista Amaury Jr. vão agitar a campanha eleitoral
Posted: 25 Oct 2010 05:26 AM PDT

Nesta segunda feira, a partir das 9 horas, a ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra e o jornalista Amaury Ribeiro Jr. – darão depoimentos, em inquéritos na Polícia Federal. Erenice pelos escândalos na Casa Civil, será perguntada como Dilma nada sabia, já que muitos dos fatos ocorrerem quando Dilma era ainda ministra e Erenice funcionária do Ministério. O jornalista vai falar sobre o dossiê contra os tucanos. Nos bastidores da política, os depoimentos vão agitar o mundo político e refletir na campanha de José Serra (PT), e Dilma Rousseff (PT).Filed under: JORNALISMO


A DÍVIDA INTERNA BRASILEIRA
Posted: 25 Oct 2010 05:11 AM PDT

ENTENDA COMO ESTÁ A DÍVIDA INTERNA BRASILEIRA. CLIQUE AQUFiled under: JORNALISMO


SERRA FALA DA “JUSTIÇA” DOS “COMPANHEIROS”
Posted: 25 Oct 2010 04:43 AM PDT

O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, fez campanha na praia de Copacabana com um inflamado discurso contra o governo Lula e o PT. Destacou os “três ou quatro escândalos por semana” que atingem aliados da candidata petista, Dilma Rousseff, atacou a “justiça dos companheiros” e cobrou punição para os envolvidos.
A justiça dos companheiros é sempre mais suave, lenta, que não anda, que é obstruída. Veja o que aconteceu com o dossiê dos aloprados, com todos esses escândalos. Ninguém na cadeia até hoje”, discursou Serra.
Temos que olhar o governo como entidade de todos e não de um partido, de um grupo de interesses. Itamar e Fernando Henrique presidiram a transição de governo com dignidade. Não houve transgressão. O presidente Fernando Henrique não foi além de declarar o seu voto (nas eleições de 2002). Hoje temos o contrário: o governo deixado de lado, para se encarnar em um partido, em uma candidatura. Precisamos ter no Brasil o modelo da honestidade e da verdade. Chega de escândalos. Fica até difícil recapitular, são três ou quatro por semana”.
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101025/not_imp629401,0.php

O BALANÇO MORAL DA ERA LULA - PARTE I

Fonte: (Paulo Zappi)


O BALANÇO MORAL DA ERA LULA - PARTE I

Geraldo Almendra

Nos últimos seis anos do desgoverno petista foram assassinados no país mais de 300 mil civis enquanto no Iraque no mesmo período morreram 110 mil civis.

Comparativamente ao total no Brasil, o Estado de São Paulo, que foi governado nos dois últimos mandatos pelo partido do próximo presidente do país – José Serra – ao desgoverno petista, é gritante a queda de assassinatos devido às políticas de segurança pública implantadas:

Entre esses assassinatos estão os cometidos pelos beneficiários dos indultos do desgoverno federal que se utiliza – com a ajuda direta de um Poder Judiciário relativista e apodrecido – de discutíveis critérios para libertar presos por tempo determinado, que acaba sendo indeterminado, pois muitos não voltam voluntariamente para as prisões e continuam a ceifar a vida de pessoas que vivem honestamente para sustentar suas famílias.

Enquanto o futuro presidente José Serra fazia o seu trabalho pensando na sociedade como um todo, o desgoverno do PT somente se interessava em plantar as sementes do domínio das consciências dos menos esclarecidos com um assistencialismo que cada vez aumenta mais no país a massa daqueles que já optaram viver como pelegos do projeto fascista do PT.

O desgoverno petista cometeu um crime social de proporções ainda não dimensionadas: nossa pirâmide social tem uma nova classe que já conta com milhões de participantes reféns do suborno pelo assistencialismo que não prepara ninguém para sair do círculo vicioso da venda de seus votos aos políticos inescrupulosos. Essa gente, sem perceber, virou uma tropa de choque para garantir a impunidade dos que estão afundando o país na lama da degeneração moral.

Abrir mão da luta pelo trabalho formal como contribuinte direto, pelo estudo continuado, e pela cultura, tem como principal consequência uma formação de uma legião de bárbaros desinformados e reféns das ordens dos canalhas da política prostituída.

Transformar a necessária assistência social aos mais pobres em um gigantesco, intencional, e criminoso programa de compra de votos como uma das formas mais espúrias de luta pelo poder político é um crime hediondo contra a sociedade, pois alimenta diversos movimentos de ruptura e preconceitos.

O Brasil está ficando sem capacidade financeira para promover o bem estar social daqueles que sustentam um poder público transformado em um covil de bandidos, pois os vazamentos criminosos do dinheiro público praticados durante o desgoverno petista estão levando o país a um beco sem saída: a uma guerra civil resultado das próprias disputas internas da mais sórdida burguesia público-privada da história do país. Vai faltar dinheiro, cargos, cartões de crédito corporativo e mordomias para satisfazer aos desejos de uma máfia nacional.

O pagamento de uma dívida pública irresponsável e inconsequente criada pelas políticas de preservação de um projeto de poder perpétuo fascista fundamentado no suborno assistencialista, no suborno corporativista, na transformação do poder público em empregador de milhões de militantes de um partido, e na prática de doações ou perdão de dívidas internacionais de países liderados por regimes ditatoriais, se apresenta para o próximo presidente – José Serra – um de seus principais desafios. O petismo deixou o país na trilha da prática de um calote de grandes proporções.

24/10/2010

Manifesto em Defesa da Democracia

Já somos 101 mil brasileiros unidos em defesa da Democracia, da liberdade de expressão, da verdade e da vida. Contra a corrupção, o uso de ardis para enganar a população, abuso do poder político, economico e da maquina publica. A postura inaceitável do chefe de estado em favor de um grupo.

Continuemos todos mobilizados. Divulgue a seus amigos o site www.defesadademocracia.com.br para mais assinaturas e para que conheçam depoimentos, notícias, artigos que evidenciam que nesta eleição só temos uma opção verdadeira e segura em favor dos valores da democracia.
Não deixe que as pesquisas decidam por você. Não deixe de convencer seus amigos e parentes do melhor caminho para o Brasil.

MANIFESTO EM DEFESA DA DEMOCRACIA

Por um Brasil de Verdades.

Controle da imprensa: Uma ideia fixa de chavistas e petralhas



O Globo - 26/10/2010

Teste para a liberdade de imprensa

São conhecidos os ingredientes do kit de inspiração bolivariano-chavista de cerceamento das liberdades de expressão e, em particular, de imprensa.

Nos mais diversos estágios, o kit é aplicado no Equador, Bolívia e Argentina. No seu lugar de origem, a Venezuela, foi fácil instituir normas restritivas ao trabalho da imprensa depois que a oposição, num enorme equívoco, decidiu não disputar as eleições legislativas de 2005, e permitiu ao caudilho Hugo Chávez controlar o Legislativo. Manietar a Justiça terminou sendo uma decorrência natural.

No Brasil, a primeira parte do método de instituição de mecanismos estatais de vigilância da imprensa independente, profissional, já foi aplicada, na forma da Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) — como em outros países —, na qual teatralizou-se a participação da “sociedade” em reuniões regionais para o recolhimento de sugestões de normas de “controle social da mídia”. Na verda de, toda esta mobilização, executada sob os auspícios do Planalto, serviu para que militantes variados — sindicais, partidários, de organizações ditas sociais — defendessem conhecidas teses usadas para justificar a censura sobre a imprensa e a produção cultural, sempre em nome da “democracia”.

Na Argentina, por exemplo, saiu dessas rodadas de “consulta popular” a famigerada Lei de Meios, inspirada pela Casa Rosada com o objetivo de destruir a estrutura empresarial dos dois mais fortes grupos independentes de comunicação do país, “Clarín” e “Nación”. Sob a justificativa de se reduzir a concentração de propriedade na mídia, investe-se contra a diversificação dos grupos, forçando-os a vender canais de TV e rádio, eficiente maneira de restringir a multiplicidade de anunciantes das empresas, razão direta de sua independência.

Quanto menos diversificados os grupos, entre as diversas plataformas de difusão de informações, mais dependentes de verbas públicas — e menos livres. Parte da lei já foi suspensa na Justiça.

A novidade no Brasil é a adoção de sugestões da tal Confecom em alguns estados. Na semana passada, de autoria de uma deputada estadual do PT, Rachel Marques, a Assembleia Legislativa do Ceará aprovou projeto de criação de um conselho, ligado à Casa Civil do governo, para fiscalizar a imprensa, nos moldes da Confecom. Cabe ao governador Cid Gomes (PSB) decidir levar adiante, ou não, a ideia, sem dúvida inconstitucional.

Conselho idêntico está em gestação na Ba-hia estado governado pelo petista Jaques Wagner, reeleito no dia 31. Sua Secretaria de Comunicação, porém, garante não haver intenção de amordaçar a imprensa. (Ora, basta manter a proposta na gaveta). Até em Alagoas, estado tucano, em que o governador Teotônio Villela disputará o segundo turno com Ronaldo Lessa (PDT), existe algo semelhante.

Nem São Paulo escapa: lá também há um projeto em tramitação.

Embora de total fragilidade jurídica, estas investidas regionais são um desafio ao próximo presidente, seja ele Dilma Rousseff ou José Serra, defensores declarados da independência da imprensa, subscritores da Declaração de Chapultepec, carta de princípios em defesa da liberdade de imprensa aprovada por representantes do setor de comunicações das Américas. Os dois sabem que uma das mais importantes missões do jornalismo é fiscalizar as ações do Executivo e do Legislativo.

Portanto, não pode ser controlado por eles.


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O Globo - 26/10/2010

Projeto sobre conselho de mídia até em SP

Texto na Assembleia Legislativa fala em fiscalização. Há propostas ainda em Mato Grosso, Bahia, Piauí e Alagoas

Além do Ceará, onde a Assembleia Legislativa aprovou semana passada um conselho com a função de fiscalizar a mídia, pelo menos outros cinco estados — incluindo São Paulo — encaminham projetos nessa área. Dois textos que tramitam na Assembleia de São Paulo tratam da criação de um Conselho de Comunicação.

Ambos foram apresentados em agosto e estão na Comissão de Constituição e Justiça, ainda sem data para serem votados.

De autoria dos deputados estaduais Antonio Mentor, líder da bancada do PT, e Edmir Chedid, do DEM, os projetos falam em contribuir para “a independência e o pluralismo dos meios de comunicação” e na defesa do “interesse público relacionado à atuação dos meios de comunicação de massa”. Também dizem que caberá ao conselho “zelar para que a aplicação das verbas de publicidade dos poderes públicos do estado seja feita de modo a fortalecer o pluralismos nos meios de comunicação”.

O texto de Mentor, porém, vai mais longe ao permitir que o novo órgão fiscalize e peça informações sobre a renovação de concessões de rádio e televisão.

Também diz que o conselho pode formalizar e denunciar ao Ministério das Comunicações algum desrespeito à legislação. Na justificativa do projeto, o petista cita que a 1aConferência Nacional de Comunicação (Confecom), convocada pelo governo Lula, tinha o objetivo de discutir propostas para novo marco legal para o setor. Mentor nega que o conselho tenha interesse em controlar reportagens.

— É uma visão equivocada de que um conselho como esse teria capacidade de censura. No texto, várias vezes há referência à liberdade de expressão. O nosso objetivo é que os meios de comunicação sejam cada vez mais democratizados e que o poder econômico exerça um papel menor.

Hoje, o critério para concessão de uma outorga é eminentemente econômico — afirmou, destacando que o conselho seria vinculado à Assembleia Legislativa e não ao governo.

O deputado estadual Gilmaci Santos (PRB), que apresentou um substitutivo ao projeto de Mentor, é contra. Ele justifica a necessidade um novo texto porque “qualquer medida que visa ameaçar a liberdade de expressão é uma afronta à democracia”.

“Atribuir competência a um conselho estadual é criar mecanismo de controle da informação divorciado por inteiro por fundamento maior que é a nossa legislação”, justificou, ao protocolar o substitutivo.

Em Mato Grosso, o deputado estadual Mauro Savi (PR), presidente da Assembleia Legislativa, já tem elaborado um pré-projeto prevendo a criação do Conselho Estadual de Comunicação. O texto será encaminhado ao Sindicato dos Jornalistas, que deverá propor sugestões, antes de ser encaminhado à Assembleia.

O pré-projeto estabelece como atribuições do conselho, entre outras, “realizar (...) estudos, pareceres, recomendações sobre toda questão relativa à comunicação social”.

Mauro Savi garante não existir traço autoritário: — Sou pela liberdade total e irrestrita da imprensa. Não concordo com a imprensa marrom.

A imprensa deve ser livre.

A presidente do Sindicato dos Jornalistas (Sindjor), Keka Werneck, diz que não há o objetivo de controlar ou censurar a imprensa.

A Associação Nacional dos Jornais (ANJ) condenou: — Qualquer instância de governo que vise a definir o que a mídia pode ou não veicular, que propõe algum controle ou tutela, é absolutamente inconstitucional.

Vivemos em uma democracia plena, que dá total direito de manifestação de pensamento e que prevê a punição a posteriori — disse Ricardo Pedreira, diretor-executivo da ANJ.


Governo baiano nega que haja tentativa de censura

Este ano, o governo baiano também pretende encaminhar à assembleia um projeto para a criar um Conselho de Comunicação, vinculado à Assessoria Geral de Comunicação do Estado.

O conselho serviria para auxiliar o governo “na elaboração de políticas públicas de comunicação social”, de acordo com o secretário de Comunicação, Robinson Almeida. Ele nega que seja instrumento de censura.

— O conselho é livre para discutir qualquer tema, mas a competência dele é auxiliar na elaboração das políticas públicas. Não teria poder de intervenção.

O anteprojeto de sua criação está sob análise da Casa Civil e da Procuradoria Geral do Estado, que darão o formato final do texto que irá para o Legislativo.

O presidente da Associação Baiana de Imprensa, Samuel Celestino, ponderou que é “inaceitável” qualquer cerceamento à liberdade de imprensa.


Em Maceió, sindicato quer um conselho deliberativo

Em entrevista ao programa “Roda Viva”, o governador da Bahia, Jaques Wagner, disse que o projeto atende o que determina a Constituição estadual de 1989, que prevê uma instância não para controlar a imprensa, mas para assessorar a área de comunicação do governo.

— Longe de mim fazer a bobagem de pretender controlar o incontrolável. Nem fiscalizar.

Graças a Deus tenho uma imprensa livre na Bahia. Detesto imprensa chapa branca e nunca constrangi órgão de imprensa.

No Piauí, um grupo de trabalho, com integrantes do governo e da Assembleia Legislativa, entregou em março ao então governador Wellington Dias, anteprojeto de lei prevendo a criação do Conselho Estadual de Comunicação, para que fosse enviado ao parlamento estadual. O anteprojeto diz que o conselho tem, entre suas atribuições “observar a produção e programação das emissoras de radiodifusão e telecomunicações no que se refere ao cumprimento de suas finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas”.

Em Maceió, o Sindicato dos Jornalistas quer que o governo siga o artigo 212 da Constituição estadual: tornar o Conselho deliberativo e normativo. Hoje ele é consultivo. Representantes de órgãos de comunicação temem que as discussões descambem para uma “política chavista


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O Globo - 26/10/2010

Imprensa em foco

Miriam Leitão

Os Estados Unidos viveram em 1971 e vivem agora o mesmo dilema: qual é o limite da imprensa? Ela deve ser censurada quando divulga documentos militares? No caso dos “Papéis do Pentágono”, sobre a guerra do Vietnã, o impasse foi decidido na Justiça. Agora, novo debate começa com os documentos do Wikileaks. Na América Latina, tentam pôr a imprensa a reboque dos governos

A divulgação de 400 mil documentos secretos da guerra do Iraque e Afeganistão, neste fim de semana, pela ONG especializada em capturar documentos, a Wikileaks, ajuda a revelar o que tentaram esconder: 15 mil mortes não registradas; excessos das empresas terceirizadas na guerra; uma intervenção mais séria do que se sabia do Irã no conflito; e a aceitação da tortura e das violações dos direitos humanos.

O Pentágono, o Departamento de Estado, a Casa Branca condenaram a divulgação porque ela colocaria em risco os soldados americanos e seus informantes locais. A mesma alegação de 1971, quando se tentou na Justiça suspender a publicação dos documentos vazados por Daniel Ellsberg para o “New York Times” revelando os crimes do governo americano no Vietnã. O final da história foi um marco do jornalismo e do Direito: a Suprema Corte decidiu por 6 a 3 que a imprensa tinha o direito de informar.

De novo há muita polêmica em torno da ação da Wikileaks de divulgar o que os governos envolvidos com a guerra tentaram esconder.

O primeiro-ministro inglês, David Cameron, ficou em silêncio, o vice-primeiro-ministro, Nick Clegg, já avisou que quer saber até que ponto a Inglaterra foi conivente com os crimes. Ou seja, num momento em que a coalizão que governa a Inglaterra passa pelo seu teste de fogo, com os cortes no Orçamento, os dois partidos no governo divergem sobre as revelações da imprensa.

Entre o vazamento de Ellsberg e o do Wikileaks ocorreu a mais ampla revolução da comunicação de que se tem notícia na História. Pense no que evoluiu a tecnologia de informação em 40 anos. É muito mais difícil hoje criar barreiras à livre circulação da informação.

Até nos regimes autoritários está ficando difícil.

Neste contexto, em que os limites da transparência são forçados pelas armas da tecnologia, no Brasil reaparece a ideia de censurar a mídia. Desta vez, a censura tem o carinhoso nome de “controle social”, mas o efeito é o mesmo. Houve nos últimos anos uma captura do movimento social pelo governo ao custo de recursos públicos e aparelhamento.

Essa não é a primeira vez que o governo tenta criar conselhos e agências que supervisionem e monitorem o trabalho dos jornalistas. O que mais irrita é a dissimulação.

Jabuti não sobe em árvore.

Se está lá, alguém pôs. Como foi mesmo que apareceu no primeiro programa da candidata Dilma Rousseff a menção explícita a esse “controle social”? Depois isso foi tirado e a candidata passou a declamar a resposta de que prefere “o barulho da imprensa livre, ainda que injusta, ao silêncio das ditaduras.” Bela frase.

Só falta explicar o jabuti na árvore. Até porque ele aparece lá com uma certa frequência: nos projetos Ancinav e do Conselho Federal de Jornalistas, na Conferência Nacional de Comunicação, no Programa Nacional dos Direitos Humanos-3, na primeira versão do programa da candidata, no projeto de conselho de comunicação do Ceará e nas palavras do presidente.

Os governantes não devem fazer tão pouco da nossa inteligência. É óbvio que está em marcha uma tentativa de estabelecer, através de instâncias burocráticas e corporativas controladas pelo PT e seus aliados, uma nova forma de censura à imprensa, agora edulcorada com a ideia de que a sociedade é que quer.

De novo, não passarão.

Como não passaram as tentativas do começo do governo Lula porque a sociedade brasileira é mais vigorosa do que pensam. Mas os riscos não podem ser subestimados.

Na América Latina, o governo da Venezuela fechou uma rede de televisão, 32 rádios, duas TVs regionais, ameaça e prende jornalistas, instiga agressões físicas a empresas e profissionais e tem ampliado de forma extravagante a imprensa paga direta ou indiretamente pelo dinheiro público. Na Argentina, o casal que governa o país mandou sobre o grupo Clarín fiscais tributários, pressionou anunciantes privados, cancelou licença para serviços de provedor de internet, tenta estatizar a empresa de papel de imprensa e já falou em estatizar a própria imprensa.

Na ditadura de Cuba surgem cada vez mais furos no projeto de uma imprensa monolítica. Blogs, twitters furam o bloqueio. No Irã, as cenas de assassinato da estudante Neda correram mundo depois de gravadas por um celular e enviadas pelo twitter. A China, no alto do seu poder, tenta com todos os recursos tecnológicos evitar que saia qualquer notícia inconveniente como a do prêmio Nobel para Liu Xiaobo, mas ainda assim um blog chinês que postou apenas duas aspas com o texto em branco bateu recordes de visitas e apoios. Se os jornalistas contornaram proibições em outros momentos e regimes, mais facilmente conseguirão agora. Por isso o melhor é que os neocensores sejam sensatos, atualizemse, e abandonem seus velhos projetos.


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O Estado de S. Paulo - 26/10/2010

É inconstitucional Estados vigiarem mídia, avisa OAB

Em nota, a entidade repudia iniciativas de criação de conselhos de fiscalização em debate no Ceará, no Piauí, na Bahia e em Alagoas

Lucas de Abreu Maia

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) reagiu com veemência à criação de conselhos estaduais para fiscalizar e monitorar a mídia. Em nota divulgada ontem, a entidade repudiou as iniciativas, debatidas em ao menos quatro Estados, e as classificou de "inconstitucionais".

Na semana passada, a Assembleia Legislativa do Ceará aprovou a criação de um conselho de fiscalização da mídia no Estado. Piauí, Bahia e Alagoas também pretendem criar seus próprios colegiados - desta vez por iniciativa do Executivo. A criação de conselhos estaduais para monitorar a mídia surgiu na Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), convocada pelo governo no ano passado.

A polêmica ocupou a maior parte da reunião dos presidentes das 27 seccionais da OAB, ontem, em Brasília. Em nota de repúdio à criação dos conselhos, aprovada por unanimidade, a Ordem se diz preocupada com os males que esses órgãos "podem causar à livre manifestação de expressão e à liberdade de imprensa, fundamentais para a normalidade do Estado Democrático de Direito".

O presidente da entidade, Ophir Cavalcante, assinalou que a OAB poderá questionar judicialmente a criação dos conselhos. "Não podemos tolerar iniciativas que, ainda que de forma disfarçada, tenham como objetivo restringir a liberdade de imprensa. A OAB vai ter um papel crítico e ativo no sentido de ajuizar ações diretas de inconstitucionalidade (Adin) contra a criação desses conselhos", afirmou.

A Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e TV (Abert) também classificou de "inconstitucionais" as medidas. "De acordo com a Constituição, não cabe às assembleias criar esse tipo de conselho", disse Rodolfo Machado Moura, diretor de assuntos jurídicos da associação.

O diretor executivo da Associação Nacional de Jornais (ANJ), Ricardo Pedreira, também reagiu à criação dos conselhos. "É preocupante imaginar que possa haver instâncias controladas pelo Poder Executivo capazes de avaliar o que é conveniente para ser veiculado pelos meios de comunicação".

O presidente da Associação Nacional dos Editores de Revista (Aner), Ricardo Muylaerte, acredita que "o que está sendo proposto é uma maneira de "comer pela beirada" o assunto da censura propriamente dita".

Inconstitucional. O governo do Piauí rechaçou a proposta de criação de conselhos estaduais de comunicação no Estado após parecer da Procuradoria Geral do Estado, que classificou a proposta de inconstitucional, alegando que a matéria é de competência da União. "Não passa pela cabeça do governador Wilson Martins qualquer tipo de cerceamento de liberdade de expressão", assegurou o coordenador de comunicação do Estado, jornalista Fenelon Rocha.

O deputado estadual e presidente do PT, jornalista Fábio Novo, diz ser favorável aos conselhos para coibir abusos, mas defende a liberdade de expressão. Para o presidente do Sindicato dos Jornalistas, Luís Carlos Oliveira, o objetivo é democratizar os meios de comunicação e não censurar ou controlar.

No Maranhão, a criação do conselho de imprensa se arrasta desde 2007. A proposta foi entregue ao ex-governador Jackson Lago (PDT) e não foi retomada. As discussões cessaram quando ele teve seu mandato cassado, em abril do ano passado.


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Ex-Blog do Cesar Maia

26 de outubro de 2010

CRIADA A ULAN PARA CONTROLAR A IMPRENSA NA AMÉRICA LATINA: BRASIL ASSINOU ACORDO!

1. Na semana passada, foi criada em Bariloche (Argentina), no decurso do III Congresso Mundial de Agências de Notícias, aberto pela presidente Cristina Kirchner, a ULAN (União Latino-Americana de Agências de Notícias), que pretende organizar e controlar a mídia dos países comprometidos com o Socialismo do Século XXI de Hugo Chávez, operando como um contrapeso à mídia independente. O acordo nesse sentido foi subscrito pela Boliviana de Información (ABI), por Agencia Guatemalteca de Noticias (AGN), Andes de Ecuador, Agencia Venezolana de Noticias (AVN), Información Pública Paraguay (IPP), Prensa Latina (CUBA), Télam de Argentina.

2. Assinaram esse acordo ainda a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), que dirige a TV Brasil, a Agência Brasil e oito emissoras públicas (Rádio Nacional AM Brasília, Rádio Nacional FM Brasília, Rádio Nacional AM Rio de Janeiro, Rádio MEC AM Rio de Janeiro, Radio MEC AM Brasília, Rádio MEC FM Rio de Janeiro, Rádio Nacional do Alto Solimões AM e FM, Rádio Nacional da Amazônia – OC, e Radioagência Nacional.

3. Dentro de um mês, os signatários deverão designar uma comissão, que terá as responsabilidades de realizar os trâmites necessários para fixar as linhas de atuação da ULAN. A EBC terá de indicar, dentro de 30 dias, um representante para integrar a Comissão Executiva da nova entidade, que se encarregará de realizar as operações correspondentes para colocar em prática os delineamentos em matéria de cooperação informativa entre as agências latino-americanas.


E COMO NÃO PODIA DEIXAR DE SER, CUBA ESTÁ EUFÓRICA COM A ULAN!

(Prensa Latina-Cuba Debate) O sonho de ver nascer a União Latino-Americana de Notícias, (ULAN), começou a ser materializado com a assinatura neste dia 22, de uma carta de compromisso. O compromisso foi subscrito por representantes da Bolívia (ABI), Brasil (EBC), Cuba (Prensa Latina), Equador (ANDES), Guatemala (AGN), México (Notimex), Paraguai (IPP), Venezuela (AVN) e Argentina (Télam). O ato formal será em março de 2011 no Paraguai.