MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

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Grato,

Félix Maier

Petrobras dos petralhas perde posto de maior do Brasil para Vale

Petrobras perde valor no mercado Indefinições do governo em relação ao complicado processo de capitalização da Petrobras já derrubaram preço de mercado e as ações da estatal na bolsa. Investidores estão preocupados

Tetê Monteiro - Estado de Minas

Publicação: 22/08/2010 10:18

Os investidores da Petrobras estão assustados. As indefinições em torno do processo de capitalização da empresa já fizeram a maior companhia brasileira perder R$ 70 bilhões em valor de mercado somente este ano, afirma o consultor-sócio da Global Financial Advisor, Miguel Daoud. Dados da Economatica também mostram que o valor de mercado da estatal passou de R$ 347 bilhões, em dezembro de 2009, para R$ 253 bilhões até o dia 19 deste mês, queda de 27%. Os papéis da empresa não escapam do disse me disse em relação à oferta pública e, por isso, os preços das ações PN (PETR4), as mais negociadas no Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) e que respondiam por 8,89% na composição geral do Ibovespa na sexta-feira, registram queda de mais de 25% no acumulado do ano.

Fonte: http://www.uai.com.br/htmls/app/noticia173/2010/08/22/noticia_economia,i=175416/PETROBRAS+PERDE+VALOR+NO+MERCADO.shtml

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Lula investe contra os estudos e a orientação técnica da empresa, que sustentam que as refinarias existentes atendem à demanda no Brasil. O próprio Lula afirmou que determinou a mudança dos planos da Petrobras. Ao atropelar o parecer da empresa, que garante existir capacidade técnica mais do que suficiente nas atuais refinarias para atender à demanda, deixa uma bomba de efeito retardado que terá de ser desarmada.

Nos próximos anos, a Petrobras se defrontará com o mais gigantesco programa de investimento petrolífero em todo o mundo. Para isso terá de agenciar recursos humanos, tecnológicos e financeiros crescentes. Competência e capacidade para esses desafios ela tem comprovado possuir.

Daí a necessidade de priorizar investimentos na exploração do pré-sal, expansão da Bacia de Campos, oleodutos, transportes, petroquímica, banindo a nociva subordinação da empresa a objetivos políticos e eleitorais.

A subordinação a interesses políticos e eleitorais na Petrobras não é saudáveL

Fonte: http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=5&id_noticia=339462

A HISTÓRIA QUE O PT NÃO VAI MOSTRAR NA TV

Começo a pensar que Dilma irá sim ganhar as eleições... Mas, como alguém pode votar numa mulher mentirosa e imoral como ela?

Isto é fácil de se explicar: os afins se atraem, quem vota nela são aqueles que a ela se assemelham, quem não tem moral e que tem coragem de fazer exatamente o que ela faz ou fez...

Ou então, não estão tendo acesso às informações necessárias para poderem tomarem ciência dos fatos!!!!

Repassem este vídeo. É muito importante para que se conheça a verdade

http://www.youtube.com/watch?v=j_HWHFrrkxg

Um blefe arriscado

Um Blefe Arriscado

Publicado: 13/08/2010 08:40

Ronaldo Ausone Lupinacci*

ronaldo.lupinacci@terra.com.br

Há não muito tempo atrás, o presidente venezuelano Hugo Chavez começou a armar seu país, reforçando consideravelmente o respectivo poderio bélico, sem que se apresentasse como justificativa alguma ameaça real. Depois, passou a falar de “ventos de guerra” que estariam começando a soprar na América do Sul com a instalação de bases militares norte-americanas na Colômbia(1), destinadas a ajudar no combate ao narcotráfico.

Voltou Chavez a falar de guerra nos últimos dias, para se contrapor à denúncia do ex-presidente colombiano Uribe, acerca do acobertamento, pela Venezuela, de redutos da guerrilha comunista (FARC). Se Chavez não merece ser levado muito a sério, o mesmo não se pode dizer de Fidel Castro. Não porque Fidel tenha maior credibilidade, mas porque é muito mais perigoso. A prova de tal afirmação se encontra, inclusive, na calorosa recepção que lhe ofereceram a superlativamente cega burguesia nacional - e os não menos cegos - políticos, artistas, intelectuais e... até autoridades religiosas tupiniquins, quando da visita do ditador cubano ao Brasil, no ano de 1990.

Sucede que Fidel Castro reapareceu, agora, no centro do noticiário internacional exatamente para falar sobre os riscos de uma guerra nuclear, que seriam iminentes em decorrência da instabilidade motivada por sucessivos incidentes na península coreana, e, sobretudo, pelas fricções desencadeadas entre o Irã e os Estados Unidos, acerca do programa nuclear impulsionado por Mahmoud Ahmadinejad, naquele mesmo país em que se apedrejam mulheres supostamente infiéis.

O retorno de Fidel deu-se mediante vistoso show publicitário, com a presença da imprensa estrangeira, denotando que tudo foi bem calculado para causar forte impacto nos meios políticos, e no público em geral. Como pretexto, Castro valeu-se de que dias antes o chefe do Estado-Maior conjunto dos Estados Unidos havia assegurado existir um plano de ataque ao Irã, caso este se equipasse com armamento nuclear(2).

Outros fatos, de menor envergadura, vêm ocorrendo no sentido de compor um cenário de tensão, como, por exemplo, a interceptação de dois bombardeiros russos (aptos a disparar ogivas atômicas) pelo sistema de defesa do Canadá na costa atlântica da América do Norte, onde não havia nenhum motivo plausível para trafegarem(3). Parece, portanto que está sendo fabricado, pouco a pouco, um quadro de confrontação bélica de grandes proporções. O risco é real?

Não parece, por enquanto. Tudo indica que se acha em processo de montagem, isto sim, uma (mais uma!) gigantesca farsa política. Contudo, uma farsa que pode se tornar perigosa, tanto quanto é perigoso brincar com o fogo. É evidente que a Coréia do Norte, na qual faltam até os alimentos, carece das mínimas condições para enfrentar militarmente os Estados Unidos, ou quem quer que seja. Isso, desde que não conte com o patrocínio de sua tutora, a China... Por igual, o Irã, desde que não conte com sua protetora, a Rússia. Estarão todos eles dispostos a produzir uma guerra de extensão planetária? Só se pode pensar que não. Todavia, o blefe encerra um risco. E, o risco pode se tornar realidade, infelizmente, uma vez que estão presentes os dois ingredientes básicos de um conflito bélico: a insanidade humana e o gigantesco arsenal de armas de destruição coletiva.

Por ora, entretanto, o que mais importa analisar é o blefe. Para responder às indagações que surgem a tal respeito, é preciso excogitar o que resultaria de um teatral cenário de guerra, gerado por provocações contínuas, como as que vêm acontecendo (entre outras, o Irã disse já ter cavado valas para sepultar soldados norte-americanos invasores de seu território(4)). E, excogitar, também, das vantagens para aqueles de quem Fidel Castro é mero porta-voz, ou títere como todos os dirigentes visíveis dos regimes comunistas. Emergem, então, duas hipóteses que se entrelaçam.

Sempre foi projeto dos revolucionários a instalação de um super-governo mundial, uma república universal, na qual a identidade de cada Estado não passaria, talvez, de mera fachada. Isso consta da Declaração de Oslo de 1962, emitida pela Internacional Socialista(5), como já constara do Estatuto da Internacional Comunista aprovado em 1920. Passos importantes foram dados, rumo à referida república universal, tais como a constituição da hoje extinta União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), mas substituída pela Comunidade de Estados Independentes, da União Européia, e, mais recentemente da UNASUL, ora em fase de organização na América Latina. A crescente ingerência de organismos internacionais (ONU, OEA), coadjuvados por ONGS bem financiadas, em questões internas de alguns países compõe a mesma estratégia. Supõe-se, então, que os republicanos universalistas estejam descontentes com a morosidade da caminhada, e, com as resistências que estão enfrentando (nos Estados Unidos, em Honduras, na Colômbia e na Hungria, por exemplo), e pretendam, agora, pisar no acelerador. Dispõem de trunfos poderosos, sobre os quais não sobra espaço para falar hoje. Esta primeira hipótese não foi aventada por mim; em linhas gerais foi considerada, juntamente com algumas outras similares, por estudiosos europeus há mais de vinte anos atrás, ou seja, ainda no período da chamada Guerra Fria. Daí a sua consistência.

Assim, se pode imaginar, que num dado momento de apreensão e pânico generalizados, causados por uma série de incidentes potencialmente graves, seria criada uma coordenação supranacional, como entidade para assegurar a “paz”. Tal entidade governativa, em seguida à obtenção da “paz”, e contando com o esfacelamento das soberanias, passaria a por em prática o programa neocomunista-ecologista, através dos instrumentos clássicos de transformação do regime sócio-econômico (propaganda, força e burocracia), ou quiçá de outros, talvez até no estilo Khmer Rouge, adotado no desditoso Cambodge nos anos 70.

Ao lado disso, há um conjunto de fatos correlatos, tendentes ao progressivo isolamento dos Estados Unidos, que se encaixa muito bem naqueles mesmos propósitos acima aventados. A opinião pública norte-americana ficaria, assim, pressionada por fatores de ameaça, a começar pela destruição de sua economia. Em outras palavras, far-se-ia a reedição da chantagem utilizada durante a Guerra Fria expressa na fórmula alternativa red or dead (vermelho ou morto). O isolacionismo dos Estados Unidos também não é invenção minha, até porque já se patenteou no passado.

Mas, afora o risco de que tal sinistro jogo político degenere em guerra, é possível antever uma outra conseqüência, que tenderá a se antecipar ao clima de confronto armado. Os progressos dos republicanos universalistas – que não são outros senão os esquerdistas, isto é comunistas, socialistas e afins - até agora dependeram da mantença da opinião pública num estado de bobeira geral, de anestesia, gerada no ambiente de desinformação induzida pela guerra psicológica, que pode cessar quando as coisas ficarem mais claras. E, se isso vier a acontecer, fatalmente eclodirão divisões dentro de cada país, especialmente naqueles onde a disputa ideológica se apresenta mais acirrada. Se o blefe se confirmar será, sem dúvida, muito arriscado.

*O autor é advogado e agropecuarista.(1)

http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2009/08/10/chavez-diz-que-ventos-de-guerra-comecam-soprar-na-america-do-sul-757339865.asp(2) http://www1.folha.uol.com.br/mundo/779451-fidel-aparece-de-uniforme-militar-no-parlamento-cubano-pela-1-vez-em-4-anos.shtml(3) http://www1.folha.uol.com.br/mundo/775695-canada-diz-ter-interceptado-dois-bombardeiros-russos-no-atlantico.shtml(4) http://www1.folha.uol.com.br/mundo/781128-ira-cava-valas-para-enterrar-soldados-dos-eua-diz-militar.shtml(5) http://pt.wikipedia.org/wiki/Internacional_Socialista(publicado em http://www.jornalnovafronteira.com.br/?p=MConteudo&i=1426 em 13.08.10)

Todo adorador de Fidel ama a mentira


http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/direto-ao-ponto/so-pode-amar-fidel-quem-odeia-a-liberdade-2/

22/08/2010

às 7:00 \ Direto ao Ponto

Augusto Nunes

Todo adorador de Fidel ama a mentira

“Quero que fique bem claro: não somos comunistas!”, diz Fidel Castro logo depois da chegada ao poder. Poucos sabiam que estava mentindo. “Não foi assassinado um só cidadão, não foi torturado um só prisioneiro”, afirma no trecho seguinte. Muitos já sabiam que mentia.” Em Cuba, há 42 anos não se tem notícia de repressão nem de brutalidades policiais”, declama num discurso de 2001. O mundo inteiro sabia que Fidel sempre mentiu. Até quando não precisa, comprova o trecho final do vídeo.

Na conversa gravada pela emissora de TV do governo cubano, o ditador caribenho paga com mentiras protocolares os afagos que recebe do presidente do Brasil. “Querido…”, murmura o visitante ao despedir-se, caprichando na pose de viúvo antecipado. “Eu me sinto muito bem”, garante o octogenário devastado pelo câncer. Os dois haviam trocado ideias por duas horas e meia, diz o locutor em off. Não se fica sabendo que ideias Lula tinha para trocar.

A voz e o olhar informam que o maior governante de todos os tempos sempre quis ser Fidel, embora comece a desconfiar de que, se viver um pouco mais, Fidel vai morrer lamentando não ter sido Lula. O visitante tem a expressão confiante de quem virou amigo de infância do antigo ídolo, pode até dar-se ao desfrute de chamá-lo de “querido”. Admira o companheiro ditador, claro, mas já consegue contemplá-lo sem a cara de quem viu Nossa Senhora exibida por Franklin Martins no dia em que conheceu aquele que sempre quis ser.

A imagem dispensa legendas: o sorriso abobalhado diz aos berros que o ministro da Comunicação Social, em êxtase, flutua sobre flocos de nuvens profundamente azuis. Ele se imagina mandando bala em Sierra Maestra, cavalgando tanques de guerra no centro de Havana, condenando ao paredón meia dúzia de ministros do tirano Fulgencio Baptista, insultando o imperialismo ianque no comício imenso e, até que enfim, decidindo o que os jornais podem ou devem publicar. Ninguém ama Fidel sem odiar a liberdade de imprensa. Ninguém ama Fidel sem desprezar a verdade.

Franklin Martins nunca será Fidel Castro, mas espanca a realidade com a desenvoltura de quem aprendeu com o chefe que, como os fins justificam os meios, a mentira é uma arma dos revolucionários. Na edição de VEJA da semana passada, o colunista Felipe Patury revelou que o ministro apresentou aos colegas de governo “uma ampla ─ e autoritária, para variar ─ pauta de reforma do setor de comunicação do país”. São 15 propostas sobre temas apresentados na Conferência Nacional de Comunicação, todos muito caros aos pastores do autoritarismo. Uma delas, claro, ressuscita outra versão do “controle social da mídia”, codionome usado pela censura quando participa de reuniões do PT.

Na quinta-feira, ao discursar no Congresso Brasileiro de Jornais, o candidato José Serra constatou que o governo Lula coleciona tentativas de cercear a liberdade de informação. “Ao dizer que o governo censura e persegue a imprensa, Serra falta com a verdade”, revidou o ministro. “Faltar com a verdade” é uma expressão muito apreciada por quem conjuga com excessiva frequência o verbo mentir. Quem mentiu foi Franklin. Três vezes: negou uma obviedade, colocou na boca do orador palavras que não foram ditas e fez de conta que é possível ver em Cuba um paraíso sem sonhar com a estatização dos meios de comunicação.

O ministro vive dizendo que, se voltasse no tempo, teria feito exatamente o que fez. Em setembro de 1969, quando militava no Movimento Revolucionário 8 de Outubro, o MR-8, foi ele o encarregado de redigir o manifesto que resumia as ideias e as exigências dos sequestradores do embaixador americano Charles Burke Elbrick. O texto tem 859 palavras. Os substantivos liberdade e democracia não aparecem uma única vez. Passados 41 anos, Franklin Martins só ficou 41 anos mais velho.

E menos cauteloso, confirmou na sexta-feira o documento que juntou as conclusões da reunião do Foro de São Paulo em Buenos Aires. Ele deveria ter combinado um texto mais esperto com o companheiro José Eduardo Cardozo, representante brasileiro no clube dos órfãos do Muro de Berlim fundado por Lula e Fidel em 1990.

Como se dispensou de cuidados, os devotos de seitas esquerdistas de 11 países latino-americanos aplaudiram a mensagem em que o presidente Lula descobriu que “a direita foi apeada do poder pela vontade popular”, saudaram o desempenho de Dilma Rousseff nas pesquisas eleitorais, revalidaram a declaração de guerra ao Grande Satã americano, reiteraram “total apoio à Revolução Cubana”, denunciaram a “feroz campanha midiática” urdida para derrubar os Irmãos Castro e reafirmaram que devem ser fixados “pelo povo” os limites da liberdade de imprensa.

“Para nós, a liberdade de imprensa é sagrada”, disse Franklin Martins na quinta-feira. Fidel também jurou que não era comunista.

Joãozinho politizado

Joãozinho, aluno de uma professora extremamente "PeTista", chega cedo à escola e diz à professora:

- Tia, lá em casa nasceram oito cachorrinhos... E todos eles vão votar na Dilma!

- É mesmo? Que bom!, diz a professora, toda feliz...

Uns quatro ou cinco dias depois, o Joãozinho novamente chega à professora e diz:

- Tia, lá em casa nasceram oito cachorrinhos... E cinco vão votar na Dilma!

Então, a professora intrigada pergunta:

- Ué? Não eram os oito cãezinhos que iam votar na Dilma???

- Eram... Mas três deles já abriram os olhinhos!!!!


Obs.: Colaboração de Francisco Vianna (F. Maier).