MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Revanchismo do governo petista contra o coronel Cordero,do Uruguai

Cel Ref Manuel J. Cordero Piacentini em ambulância-UTI ao ser extraditado para a Argentina

24/01 -

DOIS PESOS, DUAS MEDIDAS

Por Marli Nogueira*

A pior atitude que qualquer pessoa – ou governo – pode tomar em relação aos fatos da vida é a adoção de dois pesos, duas medidas. Ao anunciar o Plano Nacional de Direitos Humanos, o Planalto avisa, com toda candura de que é capaz quando lhe convém, que uma das diretrizes do Plano (a de número 23) é o “Reconhecimento da memória e da verdade como Direito Humano da cidadania e dever do Estado”, tendo como Objetivo Estratégico “Promover a apuração e o esclarecimento público das violações de Direitos Humanos praticadas no contexto da repressão política ocorrida no Brasil no período fixado pelo art. 8o do ADCT da Constituição, a fim de efetivar o direito à memória e à verdade histórica e promover a reconciliação nacional.”

Ocorre que a última coisa em que o governo pensou ao editar o malfadado Plano foi exatamente a Verdade, como qualquer pessoa minimamente inteligente é capaz de perceber.

Se o Brasil já conta com mais de 500 anos de história, não há motivo plausível para se pinçar apenas um curto período (de 1946 a 1988, segundo fixado no art. 8º do ADCT) para que sobre ele se investiguem “as violações de Direitos Humanos” então havidas. E as violações ocorridas logo após a proclamação da República, sob Floriano Peixoto, nosso segundo presidente, que foi obrigado a agir com violência para debelar a Revolta Federalista do Rio Grande do Sul e a Revolta da Armada, além de conter seus incontáveis opositores? E as violações perpetradas durante a ditadura de Getúlio Vargas, que promoveu perseguições em todo o território nacional? E outras várias violações, ocorridas em todos os governos? Ou será que apenas a partir de 1946 o
Brasil conheceu tais violações?

Fica patente, portanto, que o interesse do governo é afagar o ego dos terroristas (muitos deles hoje integrando o aparato estatal) que, pouco antes da Contra-Revolução de 1964 e durante grande parte do regime militar, infernizavam a vida de todos os brasileiros, não apenas com greves e badernas, mas também com assaltos a bancos e cofres-fortes, assassinatos (inclusive de seus próprios companheiros, por questões de “justiçamento”, o que equivalia a uma punição para todo aquele que decidisse voltar atrás na empreitada de transformar o Brasil em uma Cuba ou uma União Soviética) e guerrilhas. Um analista político isento dirá, com toda a clareza, que não haveria de ser com pedidos de “por favor”, “por gentileza”, que esses terroristas iriam prestar às autoridades as informações necessárias para que se impedissem novos assaltos, novos assassinatos, novos focos de guerrilhas, a fim de que elas pudessem evitá-las e, assim, salvar a vida de muitos brasileiros. Estávamos em guerra, cujas normas são próprias da situação. E elas são facilmente detectáveis em milhares de livros que tratam das guerras ocorridas ao longo de toda a história da humanidade. Dessa forma, a “verdade” que a Comissão Nacional de Direitos Humanos busca é apenas aquela que traga vantagens para seus integrantes e para a “companheirada” (não nos esqueçamos de que o próprio presidente da Comissão, Sr. Paulo Vannuchi, pertenceu ao movimento revolucionário ALN, Aliança Libertadora Nacional, de matriz castrista, que, como os demais, visava à instalação do comunismo no Brasil, o que agora está sendo buscado pela via gramsciana).

Por outro lado, se é mesmo para “resgatar a verdade”, então que se incluam, no Plano, outros fatos igualmente importantes da história do País e que até hoje não foram esclarecidos, tais como os citados abaixo (cito apenas uns poucos para não dar à listagem a extensão de um catálogo de telefones):

- o assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel, e de todas as testemunhas do crime, após ele ter descoberto o desvio de dinheiro público para o PT, segundo consta de varias reportagens jornalísticas;
- o assassinato do prefeito de Campinas, o Toninho do PT (ao que se noticiou, pelo próprio PT), que até hoje também constitui um “mistério”;
- a maracutaia das ONGs, cerca de 300 mil instaladas no Brasil (a revista Veja chegou a publicar uma matéria mostrando as irregularidades de uma ONG sediada em Santa Catarina, pertencente à senadora petista Ideli Salvatti);
- o “mensalão” do PT, com todos aqueles dólares transitando em cuecas, malas e caixas de uísque vindas do exterior, mas que, apesar da denúncia do deputado Roberto Jefferson, até hoje permite que os culpados andem livres e soltos mundo afora;
- os escândalos das ambulâncias, das sanguessugas, das emendas parlamentares, das verbas indenizatórias dos membros do Congresso, etc, etc, etc;
- o descaso com as populações carentes (por mais que se apregoe que “nunca na história deste país” os pobres foram tão assistidos), que acabam por se instalar em locais altamente perigosos, sujeitos a deslizamentos em épocas de chuva, sem que haja fiscalização alguma sobre suas construções e nem uma política de contenção de encostas, de limpeza de bueiros, entre outras, capazes de mitigar os efeitos dos temporais. E isso a despeito de as cenas de tragédia se repetirem ano após ano;
- o perdão de dívidas de países africanos, dando, de mão beijada, o dinheiro que a maioria dos brasileiros consegue produzir com imensas dificuldades. E pior: sem sequer nos perguntar se concordamos com tais medidas;
- o financiamento de obras em países outros, preferentemente da América Latina, desde que seus governantes também abracem a mesma ideologia ora reinante por aqui, igualmente sem consulta prévia e sem que nós mesmos já tenhamos a infra-estrutura que, benevolentemente, o governo busca implantar alhures (será que essas obras são, realmente, efetivas, ou será que a dinheirama toda não se destina a outros fins, impublicáveis?);
- a recepção calorosa ao ditador iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, o mesmo que duvida firmemente do holocausto e que se reelegeu de forma nada republicana, ao que a mídia noticiou;
- o afã com que se quer controlar a imprensa, o empresariado, as opções religiosas, enquanto se atribui aos “movimentos sociais” (verdadeiros grupos de guerrilha) um poder de dirimir os conflitos de terras, retirando do Judiciário essa função, em nítido desprezo ao direito de propriedade.

E muito mais.
Essa turma dos “direitos humanos” parece se esquecer de que também constitui uma imperdoável violação desses direitos toda ação política que, em tempo de paz, suga o dinheiro dos contribuintes sem fornecer-lhes, em compensação, os serviços públicos de qualidade que todo esse dinheiro poderia construir. Mas ao invés de realmente governar – o que significa restituir ao povo os seus impostos transformados em serviços (além de promover a concórdia e a união de todos) -, nossos políticos preferem servir-se de discursos adulatórios das massas, de políticas assistencialistas corruptoras da sociedade, de instigação de certas categorias contra outras, de distorcer o sagrado princípio democrático do império da lei (como estabelecido no caput do art. 5º da Constituição) para favorecer uns em detrimento de outros, de políticas de aparelhamento do Estado com a “companheirada” (tenham eles ou não competência e qualificação), além de viver nababescamente ao mesmo tempo em que cinicamente pregam a “proteção dos pobres”.

Afora tudo isso, há de se atentar para o fato de que a nossa Constituição “Cidadã” já estabelece, em seu artigo 5º, XXXIII, que “todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado”. O que se quer mais?

Está na hora, sim, de uma Comissão Nacional da Verdade. Mas que ela seja abrangente e imparcial, investigando inclusive – ou melhor, principalmente - os desmandos do atual governo, sem os quais o povo brasileiro iria muito bem, obrigado. Escolher de forma oportunista a “verdade” que se quer ouvir, enganando o povo com discursos ideológicos e, pois, afastados da realidade, configura atitude vil, abjeta e incompatível com a democracia e a liberdade.
Basta de dois pesos, duas medidas!

*A autora é Juíza do Trabalho em Brasília.

***

23/01 - UM PESO E DUAS MEDIDAS

http://www.averdadesufocada.com/index.php?option=com_content&task=view&id=2797&Itemid=1

Pela editoria do site http://www.averdadesufocada.com/

Para entendermos o que está acontecendo com a extradição do coronel reformado Manuel Juan Cordero Piacentini, é necessário que conheçamos a história da violência revolucionária que atingiu a América Latina.na década de 70. Em janeiro de 1966, foi criada a Organização Latino Americana de Solidariedade - OLAS -, numa reunião em Havana, com a presença de 700 delegados representando os movimentos revolucionários de 22 países. A sua finalidade era “Unir, coordenar e estimular a luta contra o imperialismo norte-americano, por parte de todos os povos explorados da América Latina”. O documento final determinava, por consenso, a existência de um Comitê Permanente, sediado em Havana, que se constituiria na genuína representação dos povos desses países. Dessa organização partiriam as ondas vermelhas, em cujas cristas estariam os movimentos revolucionários que inundariam a América Latina.

O documento final determinava, por consenso, a existência de um Comitê Permanente, sediado em Havana, que se constituiria na genuína representação dos povos desses países. Dessa organização partiriam as ondas vermelhas, em cujas cristas estariam os movimentos revolucionários que inundariam a América Latina. A OLAS passou a ser dirigida por representantes de Cuba, Brasil, Colômbia, Peru, Uruguai, Venezuela, Guatemala, Guiana e México. Orientada política e ideologicamente pelo Partido Comunista da União Soviética - PCUS-, Caberia à OLAS conduzir e impulsionar, operacionalmente, o processo revolucionário. Nos debates predominavam as discussões sobre a utilização da luta armada e pregava-se que "todos os movimentos de libertação têm o direito de responder à violência armada do imperialismo com a violência armada da revolução” e que “a luta revolucionária deve estender-se a todos os países latino-americanos”.
Che Guevara influenciava os jovens com suas teorias de que: “Na América Latina luta-se de armas na mão, na Guatemala, na Colômbia, na Venezuela e na Bolívia e despontam já os primeiros sinais no Brasil. Quase todos os países deste continente estão maduros para essa luta que só triunfará com a instalação de um governo socialista. O ódio intransigente ao inimigo deve ir além das limitações naturais do ser humano. Deve se converter em violenta, seletiva e fria máquina de matar. Nossos soldados têm de ser assim, um povo sem ódio não pode triunfar sobre um inimigo brutal.”
Assim, os tentáculos do Movimento Comunista Internacional (MCI) expandiam-se para a América Latina de forma organizada. A partir de então, surgiram inúmeras organizações que participaram da luta armada, todas recebendo apoio em dinheiro, armamento e munição, fornecidos pela União Soviética por intermédio de Cuba, além de cursos de treinamento de guerrilha nesse último país.
No Brasil, foram criadas 29 organizações terroristas e outras 22 que optaram por outras “formas de resistência”, sob o pretexto e a justificativa de lutarem contra a “ditadura”.
No Chile, o Movimiento de Izquierda Revolucionário (MIR), fundado em 1965 durante o governo de Eduardo Frei, iniciou, efetivamente, suas atividades revolucionárias em 1967.
Quando a luta armada terminou, o número de vítimas passava de 4.000.
Na Argentina, vários grupos estavam em atividade, porém dois eram particularmente poderosos: os Montoneros e o Ejército Revolucionário del Pueblo (ERP). Entre 1970 e 1973, o terror aumentou suas ações. Em 1971, eles fizeram 21 tentativas de invasão de unidades militares, 466 atentados a bomba, assassinaram 110 pessoas e seqüestraram outras 117. Na década de 1969 -1979, foram praticados pelas organizações terroristas argentinas 21.000 atentados a bomba, 1.748 sequestros e 1.501 assassinatos. Em 1983, ao término da luta armada, o saldo de mortos era superior a 30.000 pessoas.
Hoje, são muitos os ex-montoneros que estão no governo da presidente Cristina Kirchner.
No Uruguai, o Movimiento de Liberación Nacional (Tupamaro), que atuava desde 1963, intensificou as suas ações a partir de 1971. Quando os terroristas foram derrotados o número de vítimas era superior a 1.000.
Nas últimas eleições foi eleito presidente o antigo tupamaro Pepe Mujica . No Senado e na Câmara dos Deputados a representação de ex-militantes tupamaros é grande.
Durante a guerrilha revolucionária, o coronel reformado Manuel Juan cordero Piacentini, na época um jovem major, combateu os Tupamaros .
Um peso e duas medidas
Casado há 32 anos com uma brasileira, residente em Santana do Livramento, Cordero foi preso em 26/02/ 2007. Sua extradição foi pedida pela Argentina e pelo Uruguai Os crimes dos quais é acusado teriam sido cometidos na Argentina. Seu pedido de refúgio foi negado. Doente, em agosto do ano passado, a Justiça determinou o cumprimento da prisão no âmbito domiciliar para tratamento médico.
Ainda em agosto de 2009, o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a extradição do uruguaio para Argentina, mas a redação final da decisão foi publicada apenas em dezembro.. Um mês depois , de publicada a sentença, Cordero, hoje, dia 23/01/2010, em uma ambulância-UTI, foi entregue às autoridades argentinas, na cidade de Paso de los Libres.
Interessante é comparar esse processo com o que envolve o italiano Cesare Battisti, ex-militante do movimento extremista de esquerda Proletários Armados pelo Comunismo (PAC), preso em Brasília desde março de 2007. Em 28/11/2008, o Comitê Nacional para os Refugiados (Conare) rejeitou por 3 votos a 2 o pedido de refúgio de Battisti. O ministro Tarso Genro e militantes da luta armada no poder defendem a permanência de Battisti no Brasil. O pedido de extradição foi feito pelo governo italiano em maio do ano passado, sob a alegação de que Battisti foi condenado naquele país à prisão perpétua, por quatro homicídios ocorridos entre 1977 e 1979.
O ex-deputado petista Luiz Eduardo Greenhalgh, advogado de Battisti e ideologicamente ligado à seu cliente, afirma que os crimes foram imputados falsamente ao italiano. “Os delitos, ainda que falsamente imputados a Battisti no pedido de extradição, são frutos de ação política, e o Brasil impede a extradição por crimes dessa natureza. Nossa Constituição, nossas leis, nossa jurisprudência e o tratado de extradição entre Brasil e Itália impedem a extradição por crimes políticos”, diz ele. Melhor seria se dissesse: "nossa ideologia não permite punir um companheiro"; "Crimes cometidos em nome da ideologia vermelha são crimes políticos" ; "reações à violência comunista são considerados crimes comuns"
Battisti tem a seu favor o fato de o Supremo ter rejeitado a extradição de outros três italianos — Pietro Mancini, Luciano Pessina e Achille Lollo, todos esquerdistas, militantes nos anos 70. Mancini foi condenado na Itália a 20 anos de prisão por ter cometido vários crimes. Lollo, por ter incendiado o apartamento onde residia a família de Mário Mattei, um militante de direita. No incêndio morreram carbonizados dois filhos de Mattei ( com 8 e 12 anos).. Pessina, também condenado, por vários atentados a bomba, sem vítimas . Nos julgamentos, o STF concluiu que a motivação para os pedidos teria fundo político. Quando a extradição é rejeitada, o estrangeiro pode viver livremente no Brasil. "O STF, por sua tradição de respeito às garantias constitucionais e aos direitos Humanos tem se posicionado frontalmente contra esse tipo de iniciativa”, diz Greenhalgh, referindo-se ao que chama de extradições políticas, ele mesmo casado com uma militante da luta armada no Brasil.
Ele afirma, em defesa de Battisti que ele — oriundo de uma família de militantes comunistas — ingressou na militância política muito jovem, no fim da década de 70 e início dos anos 80, quando havia "enorme disputa entre o mundo capitalista e o comunista."
O processo de Battisti está confuso. Apesar do STF ter votado pela extradição, caberá ao presidente Lula a última palavra. Comentam que se procura uma saída para manter o companheiro de ideologia no país. Provavelmente pelo lado humanitário (?) Lula decidirá pela permanência de Battisti no país. Mais um assassino, comunista, livre, leve e solto no Brasil. A ideologia vermelha justifica qualquer ato: os assaltos, os atentados, os sequestros e os assassinatos.
O major Cordero na década de 70, jovem também, lutou contra a guerrilha vermelha, quando havia enorme disputa entre o mesmo mundo capitalista e comunista que motivou Battisti a cometer os quatro assassinatos. Só que, como Cordero não estava do lado dos companheiros que hoje estão no poder, os crimes atribuidos a ele não são políticos, são crimes comuns, sem direito às benesses que favorecem os "resistentes". Um peso e duas medidas, justiça ideologicamente comprometida.

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Comentários

Carlos Alberto Pires da Silva IP:201.34.56.xxx 23-01-2010 22:44:31

Hoje estamos extraditando militares estrangeiros que lutaram contra facções criminosas autodenominando-se combatentes contra o regime ditatorial.
Amanhã será a vez de nossos militares que cumpriram seus deveres de defensores da Pátria e da Ordem.
Esses cretinos mafiosos não têm nada a ver com movimentos políticos esquerdistas, são assassinos cruéis que mataram meninos e 8 e 12 anos.
Um País que acoberta esses vândalos que moral pode ter de condenar os militantes do Comando Vermelho combater o crime organizado se nós importamos a pior escória que pode haver no mundo.


Roberto - Vejam o artigo e reflitam IP:189.62.57.xxx 23-01-2010 23:05:12

Cara Editora

Em vez de tratar de dar-nos suas "liçoes tergiversadas da hisória" porque nao admite que o que os preocupa a voces é o artigo do jornalista da Folha de Porto Alegre transcrito abaixo..
Como lhes disse mais de uma vez, sou oficial da PM e nao queremos NADA que nos assemelhe com estes assassinos do passado. Já batante trabalho temos com limpar o nome da corporaçao quando temos deliquentes que matam sem pensar seres humanos que por mais que sejam talvez marginais devem ser educados para a sociedade .
Em boa hora, que vá Cordero (que nao foi nada cordeiro pelo visto) pagar pelos seus crimes como devem fazer todos..

Saudaçoes

Extradição de uruguaio pode abrir precedente contra Lei da Anistia
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GRACILIANO ROCHA
da Agência Folha, em Porto Alegre
A possível extradição do coronel reformado uruguaio Manuel Cordero, 71, pode abrir caminho para que crimes cometidos durante a ditadura brasileira (1964-1985) sejam investigados e reforçar a contestação da constitucionalidade da lei 6.683, a Lei da Anistia.
Para a Argentina, que requereu sua extradição, Cordero cometeu crimes de lesa-humanidade durante a ditadura daquele país (1976-1983). A entrega dele deveria ter ocorrido na terça, mas foi suspensa por razões médicas. Ele está internado em Santana do Livramento (RS).
A Lei da Anistia impede a responsabilização de pessoas por crimes de motivação política entre 1961 e 1979, quando foi promulgada.
Tanto juristas favoráveis à revisão da anistia quanto os contrários a ela veem na extradição do uruguaio, autorizada pelo Supremo Tribunal Federal em 2009, a abertura de um caminho, no futuro, para processos contra militares brasileiros suspeitos de crimes durante a ditadura.
Isso porque Cordero --oficial ativo da Operação Condor, aliança das ditaduras sul-americanas para eliminar opositores de esquerda-- responderá pelo sequestro de uma criança em 1976. Ele também é suspeito do desaparecimento de 11 pessoas.
O STF acolheu a tese da Procuradoria-Geral da República sobre a equivalência entre desaparecimento forçado (pelo qual é acusado na Argentina) e sequestro, previsto no Código Penal Brasileiro: são crimes continuados e, portanto, não abrangidos pela Lei da Anistia.


Mario T. Silva - Covardes. IP:201.5.41.xxx 23-01-2010 23:26:07

São covardes! O que fazem é o mesmo que "bater em defunto"! Não imaginam o que podem estar provocando! Não levam em consideração que o Brasil não é mais um País de jovens, e sim um País de velhos, e os velhos sabem muito bem das atrocidades cometidas por essa laia! Continuam cobras venenosas, só matando mesmo! É tudo tendencioso. Esta notícia veiculada na "rede roubo" ops! rede grobo, foi anunciada hoje por um âncora ao lado do Alexandre Garcia. Castigo? A fisionomia do Alexandre Garcia não era boa. Vagabundos, ladrões, subversivos! Mas isso vai passar, como em Honduras, no Chile, etc. Não percebem que a única coisa que conseguem fazer é cavar a própria cova! Burros! Hipócritas! COVARDES!!!


Mario T. Silva - Ao Sr. Roberto. IP:201.5.41.xxx 24-01-2010 00:55:53

Pelo visto o Sr. deve ser um jovem e idealista oficial da PM, muito louvável! Continue na sua luta! É importante que tenhamos pessoas assim. Mas será que seu posicionamento seria o mesmo se tivesse sido oficial da PM na década de 60? Vendo seus companheiros de farda serem assassinados por terroristas dispostos a tudo para a implantação do comunismo por ordem de Cuba, URSS ou China? O Sr. mesmo poderia ter sido "justiçado", como foram muitos de seus companheiros de farda. Tudo se inverteu após a abertura política neste País, Sr. Roberto! Houve um giro de 90° à esquerda. Seus ensinamentos básicos é que foram atingidos por tergiversações da corja comunista que sempre emperrou o desenvolvimento deste País. Pelo que eu percebo, aqui não há essa preocupação que o Sr. insinuou, como o próprio texto do site diz em seu título, o que não concordamos é com um peso e duas medidas. Não vejo nenhuma tergiversação no que foi escrito, ou o Sr. desconhece a história do terrorista Battisti? O assassinato de seu colega de farda Alberto Mendes Junior? Esses marginais que matam sem pensar, como o Sr. mencionou, é resultado desta situação, causada pelos comunistas. No período do governo militar não existia isto! A autoridade era respeitada! Se o Coronel Cordero foi extraditado, por que não extraditar Battisti? Quem lhe escreve é um Sr. de idade Sr. Roberto, que já passou por vários governos, e que conheceu os jovens militares que combateram essa corja que aí está, e sempre teve a certeza que jamais levaria um tiro nos cornos por não ter cumprido a missão ou por ter pedido baixa!!! Como era praxe entre êles!


Homem Americano - PRECISAMOS DE BAYGON? IP:187.41.163.xxx 24-01-2010 04:33:46

Senhora editora,poupe-nos, por favor.

Acaso a senhor não percebeu que certas figuras que comentam os posts aqui neste site são petralhas? Quer coisaq mais ignóbil que as declarações do comentarista Roberto? Ele se diz oficial da PM. òtimo. Como força auxiiar, nenhum conhecimento tiveram as polícias militares sobre as informações do CIEx. Tinham aárdua tarefa de auxiliar no policiamento, tarefa ademais vinculada diretamente à sua atividade fim. Raraos eram os policiais militares que podiam ter acesso a informações, contudo, tais informações eram privativas de oficiais dos quadros superiores.

Desculpe-me, mas, este site está se tornando impossível de ser acompanhdo. Não rasguei meus cotovelos e joelhos rastejando nas campanhas em que operei para ouvir ou ler idiotices de pessoas não qualificadas para o debate.

Não publique, se não quiser, mas, acredite, não tenho lá tanto interesse de publicar comentários spbre os posts e vê-los desmerecidos por nenhum maldito vermelho. Eles não desistirão nunca, nem eu. Se tiver que combatê-los novamente, farei a minha obrigação para com a humanidade, obrigação que não cumpri, pois permiti que voltassem para infernizar o nosso povo.


Luiza Fraga - Balança Viciada. IP:189.25.13.xxx 24-01-2010 05:55:36

Não se pode comparar o que houve na Argentina com o que aconteceu aqui. Se ele cometeu crimes, nada mais justo que seja remetido ao seu país para que responda por ele. AGORA, QUEM VAI JULGA-LO? E EM QUAIS BASES? SERÁ UM TRIBUNAL JUSTO OU DE EXCEÇÃO? SE FOR O SEGUNDO CASO,NÃO PODERIA TER SIDO ENTREGUE.

E Battisti, que foi pedido pela população e pelos familiares de suas vítimas? Protela-se à exaustão sua remessa para os tribunais italianos, por quê?
Evidentemente que a questão ideológica perpassa estes dois casos, pois há um alinhavo entre Battisti e os que lhe guardam as costas, mesmo com o clamor do povo brasileiro em fazer cessar esta vergonha de acobertar um assassino frio, como este maluco da Brigate Rosse.

Pergunto se alguém lembra dos nomes: Guillermo Rigoundeaux e Erislandy Lara? Pois são os dois boxeadores cubanos que pediram asilo no Brasil e foram deportados em tempo recorde, sob alegação estúpida de irregularidades nos documentos. Claro que estavam! Queriam asilo, ora bolas! Disse Tarso Genro: “ Nós vamos cumprir a lei, a Polícia Federal cumpriu a lei. A deportação foi feita porque os cubanos queriam ir embora", acrescentou. Devolver os atletas para Cuba foi o mesmo que matá-los. Para Genro, eles queriam, então, morrer????
Mas asilo para eles...bem, neste caso.................NÃO! Agora, para terrorista italiano...............SIM.
Um peso para várias medidas sim, dependendo de quem esteja pedindo e sendo pedido.


A editora - Para o Sr Roberto IP:189.61.0.xxx 24-01-2010 12:15:11

Incomoda muito a vocês a revelação da história. Os dados que estão na matéria são de várias fontes, todas confiáveis.Desminta-os, se for capaz. Essa história precisa ser levada ao público. Sabemos que o site é uma gota d'água, mas, é melhor que nada. Sempre alguém tomará conhecimento de fatos que se passaram no Brasil e que são "esquecidos", ou melhor,escondidos por conveniência por aqueles que estão no poder e que exercem pressão econômica sobre grande parte da mídia para que não publique determinados fatos.
Respeitamos muito a PM e sabemos que são muitos os policiais honestos que compôem essa corporação que teve grande participação na luta contra o terrorimo naa décadas de 60 e 70.Cremos, que foi essa instituição que teve mais componentes mortos nessa luta, em defesa da sociedade. Mesmo assim, o senhor que se diz oficial da PM ainda denigre a lembrança de seus companheiros de farda.Lamentamos que o senhor tenha voltado a nos visitar, se não crê em fatos verídicos por que perde seu tempo e nos faz ler suas baboseiras, que postamos apenas porque somos bem mais democráticos que o senhor e seus gurus vermelhos.


A editora - Para Homem Americano IP:189.61.0.xxx 24-01-2010 12:26:47

Senhor , é um prazer tê-lo com frequência em nosso site.Seus comentários reforçam a linha desse espaço- mostrar a verdade e , por meio do debate, levar aos jovens( nem creio que seja a situação do Sr Roberto) a verdade. Se não aceitarmos comentários contrários às nossas opiniões, não teremos oportunidade de rebatê-los com novos argumentos. Entendo sua revolta, mas peço-lhe, que como diz, continue na luta e a luta agora é essa , palavras, palavras e mais palavras. Na cabeça de alguém vai entrar!. Quem quiser continuar de antolhos , que continue...
Esperamos contar sempre com sua presença e com a sua experiência!!!


A editora - Para CID IP:189.61.0.xxx 24-01-2010 12:48:34

Seu comentário não foi publicado, pois apesar de concordarmos com grande parte de sua postagem , pensamos que foi desrespeitoso com a PM, que não é representada pelas opiniões do Sr Roberto. Aliás, nem sabemos se ele faz parte dessa corporação que arrisca a vida em defesa da sociedade.


Pedro Henrique Bougleux - Ao Sr Carlos Alberto Pires da IP:189.112.246.xxx 24-01-2010 12:59:46

Gostei de seu comentario aliás sempre os leio com atenção mas eu creio que isto ai é coisa grave e séria mereceria uma atenção maior.
Os quadrilheiros da America querem sangue dos que não conseguiram assassinar.........estão sedentos.
Eu creio que o momento exige uma campanha nacional entre os homens de bem para arrecadação de fundos objetivando o reequipamento e reaparalhamento de nossas Forças Armadas atualmente desarmadas, posso ser um sonhador mas ainda creio no setor produtivo responsavel e nos homens e mulheres de bem, ainda são muitos.


Carlos Alberto Pires da Silva IP:201.88.34.xxx 24-01-2010 13:51:49

Que me perdoe o Cid, mas acho que não devemos generalizar, uma vez que nosso objetivo é unirmos forças e não dividi-las como espera o inimigo.
Não concordo de maneira alguma com as proposições do Roberto que diz ser oficial sem a devida identificação. Cabendo a nós pesquisar mais profundamente se de fato pertence a essa Egrégia Corporação.
Talvez seja um esquerdista querendo semear joio onde estamos tentando plantar trigo e nos empurrando para a beira de um abismo divisionário.
Não sou oficial da PM, nem do Exército, Aeronáutica ou Marinha. Contudo a sua crítica foi muito pesada e isso pode gerar suscetibilidades e trazer conflitos com essa Força Auxiliar que como relata a própria Editora prestou relevantes serviços no combate à subversão e tiveram valorosos combatentes tombados nessa luta.
Mais uma vez solicito à Editora que passe um pente fino nos comentários a fim de evitarmos esses tipos de ataque que não trazem nenhum proveito a nossa causa, a nossa união. Muito pelo contrário só atraem divisões.


Um brasileiro IP:189.21.75.xxx 24-01-2010 14:53:42

Referindo a fala do major-PM, por algumas vezes eu alertei nos meus modestos comentários aqui neste site, que as nossas polícias e as Forças Armadas, infelizmente, estão "minadas" pelos vermelhos. Basta observarmos os inúmeros policiais que se lançam candidatos ou que já militam nos partidos de esquerda. Recentemente tivemos o exemplo daquele delegado arrogante da PF, que ficou um bom tempo nos holofotes da mídia e depois foi anunciada a sua pretensão com todo aquele estardalhaço: lançar-se candidato pelo PCdoB.
Percebam que aqui e acolá surge um desses que gostam de massagear o ego dos poderosos. Isso já é um indicativo de que ele estará do lado do sistema socialista que gradativamente está sendo implantado e certamente terá um cargo de relevância Polícia Secreta Brasileira, que eu não sei ainda como será chamada. Os que não estiverem de acordo com o sistema sofrerão as brutais penalidades impostas pelo regime, que vão desde prisão até o fuzilamento. Dom Helder, de saudosa memória, esquerdista até a medula, disse certa vez: "Quem bajula os poderosos, massacra os pequenos". Realmente o sistema "socialista" segue a risca esse pensamento.


Luiza Fraga - Pontos Chaves IP:189.25.13.xxx 24-01-2010 19:41:49

Calorosa celeuma por conta de um debate proposto com maestria - a situação é indefensável: o STF usa a mesma lei (Lei 6815/80) para tomar as mais díspares decisões. Os atletas cubanos foram deportados; coronel argentino extraditado; terrorista italiano assassino já julgado está em suíte VIP, sem data de ser alijado. E as fundamentações para decisões tão diferentes? RISÍVEIS!

A mudança de composição do STF, somada a à variação de entendimentos de alguns de seus membros, produziu uma reforma constitucional branca, onde, sem medo de errar, podemos buscar a fidelidade partidária de seus Ministros. Esta, senhores é a mais alta corte do país. Ela é do PETÊ.

Convém analisar tudo isso antes de aplaudir ou condenar determinada decisão, pois a mais alta corte do Poder Judiciário não age com independência.

Se é PM ou não, não faz a menor diferença - salvo o fato que a superficialidade em analisar os fatos demonstra apenas imaturidade política. Mais cuidado devemos todos ter antes de, desavisadamente, aplaudir uma decisão aqui ou vaiar outra acolá. Estão amaciando terreno e todas estas alterações no Supremo podem, também, ter sido para pior.

Grupo de parlamentares brasileiros apoiam Battisti na prisão

Chavismo em crise




24/01


Chavismo em crise

O Globo

As últimas ações do coronel Hugo Chávez confirmam que seu histrionismo cresce quando ele precisa desviar a atenção de problemas domésticos. Daí a declaração cômica de que testes de armas secretas da Marinha americana estariam por trás do terremoto no Haiti. Ou a afirmação de que "o império americano está tomando o Haiti sobre os cadáveres e as lágrimas de seu povo".

Quanto ao seu povo, os venezuelanos sofrem com a elevada inflação, o desabastecimento, os apagões (a energia elétrica escasseia por falta de investimentos em infraestrutura), a violência (Caracas é a cidade mais perigosa da América do Sul) e a ineficiência generalizada, uma vez que a ação preferida do governo é a estatização de empresas, sob qualquer pretexto. Há um ambiente propício também à corrupção. (...)

O Ternuma presta homenagens aos Heróis do Haiti: In Memoriam

IN MEMORIAM 2

O Ternuma expressa seu imenso pesar pela perda dos militares e civis que faleceram, em missão humanitária, no terremoto ocorrido no Haiti . Nesta hora de imensa dor, nos solidarizamos com os familiares e estamos certos de que suas mortes serão sempre lembradas com tristesa mas com orgulho pelo que estavam fazendo. Com certeza já passaram a integrar a galeria dos heróis da Pátria ! Descansem em paz !


- Soldado Antônio José Anacleto – Cabo

- Cabo Arí Dirceu Fernandes Júnior – Terceiro-sargento

- Primeiro-tenente Bruno Ribeiro Mario – Capitão (gaúcho)

- Segundo-sargento Davi Ramos de Lima – Subtenente

- Cabo Douglas Pedrotti Neckel – Terceiro-sargento (gaúcho)

- Coronel Emílio Torres dos Santos – General de brigada

- Soldado Felipe Gonçalves Julio – Cabo

- Major Francisco Adolfo Vianna Martins Filho – Tenente-coronel

- Coronel João Eliseu Souza Zanin – General de Brigada

- Soldado Kleber da Silva Santos – Cabo

- Segundo-sargento Leonardo de Castro Carvalho – Primeiro-sargento

- Major Márcio Guimarães Martins – Tenente-coronel

- Tenente-coronel Marcus Vinicius Macedo Cysneiros – Coronel

- Subtenente Raniel Batista de Camargo – Segundo-tenente

- Soldado Rodrigo Augusto da Silva – Cabo

- Terceiro-sargento Rodrigo de Souza Lima – Segundo-sargento

- Soldado Tiago Anaya Detimermani – Cabo

A Comissão da "Verdade", por general Santa Rosa, Chefe do DGP

Ideologia petista-comunista escancarada no PNDH3

Sexta-feira, 22 de Janeiro de 2010, 11:52

A COMISSÃO DA "VERDADE?"?

A verdade é o apanágio do pensamento, o ideal da filosofia, a base fundamental da ciência. Absoluta, transcende opiniões e consensos, e não admite incertezas.

A busca do conhecimento verdadeiro é o objetivo do método científico. No memorável "Discurso sobre o Método", René Descartes, pai do racionalismo francês, alertou sobre as ameaças à isenção dos julgamentos, ao afirmar que "a precipitação e a prevenção são os maiores inimigos da verdade".

A opinião ideológica é antes de tudo dogmática, por vício de origem. Por isso, as mentes ideológicas tendem naturalmente ao fanatismo. Estudando o assunto, o filósofo Friedrich Nietszche concluiu que "as opiniões são mais perigosas para a verdade do que as mentiras".

Confiar a fanáticos a busca da verdade é o mesmo que entregar o galinheiro aos cuidados da raposa.

A História da inquisição espanhola espelha o perigo do poder concedido a fanáticos. Quando os sicários de Tomás de Torquemada viram-se livres para investigar a vida alheia, a sanha persecutória conseguiu flagelar trinta mil vítimas por ano no reino da Espanha.

A "Comissão da Verdade" de que trata o Decreto de 13 de janeiro de 2010, certamente, será composta dos mesmos fanáticos que, no passado recente, adotaram o terrorismo, o sequestro de inocentes e o assalto a bancos, como meio de combate ao regime, para alcançar o poder.

Infensa à isenção necessária ao trato de assunto tão sensível, será uma fonte de desarmonia a revolver e ativar a cinza das paixões que a lei da anistia sepultou.

Portanto, essa excêntrica comissão, incapaz por origem de encontrar a verdade, será, no máximo, uma "Comissão da Calúnia".

General-de-Exército Maynard Marques de Santa Rosa
Chefe do Departamento-Geral do Pessoal

Direitos Humanos, por Denis Rosenfield


http://arquivoetc.blogspot.com/2010/01/direitos-humanos-denis-lerrer.html


Segunda-feira, Janeiro 18, 2010

Direitos humanos

Denis Lerrer Rosenfield

O Estado de S Paulo

O atual governo, em íntima colaboração com os ditos movimentos sociais e as alas mais à esquerda do PT, está produzindo uma completa deformação dos direitos humanos. De perspectiva universal, eles estão se tornando, nas mãos dos que teimam em instaurar no Brasil uma sociedade socialista/comunista, um instrumento particular de conquista do poder. Acontece que essa conquista do poder é agora mais insidiosa, passando por uma ampla campanha de formação da opinião pública.

De fato, se perguntarmos a qualquer um se é favorável ou não aos "direitos humanos", a resposta será certamente "sim". Se fizermos a mesma pergunta por uma sociedade socialista/comunista, a resposta será majoritariamente "não". Eis por que a forma de influenciar a opinião pública pressupõe essa armadilha das palavras, que corresponde a um plano ideológico predefinido.

Eis uma das razões de por que o dito programa insistiu em abrir uma crise com os militares, com o intuito claro de indispor a sociedade brasileira com a instituição militar. O uso de expressões como "repressão política", agora alterada para "violação dos direitos humanos", tem precisamente o propósito de reabrir uma ferida, de preferência infeccioná-la, para que o projeto socialista/comunista possa tornar-se mais palatável. Afinal, os militares seriam, nessa perspectiva, os "repressores", enquanto os que pegaram em armas por uma sociedade comunista seriam as "vítimas", os "democratas".

Maior falsificação da História é impossível. Os que lutaram contra o regime militar, em armas, fizeram-no, por livre escolha, em nome da instalação do comunismo no Brasil. A guerrilha do Araguaia era maoista, totalitária. Não o fizeram pela democracia. São, nesse aspecto, responsáveis por suas escolhas e não deveriam ter sido agraciados com a "bolsa-ditadura". Se optaram pelo comunismo, deveriam ser responsáveis por sua opção e não deveriam colocar-se como vítimas. Lamarca, Marighella e o próprio secretário Vannuchi pretendiam instalar o totalitarismo no Brasil. O primeiro, aliás, era um assassino confesso, tendo matado covardemente um refém, um tenente da Polícia Militar de São Paulo, a coronhadas. Eis os heróis dos "direitos humanos".

Todo o documento está escrito na linguagem própria dos ditos movimentos sociais, que são organizações políticas com o mesmo propósito socialista/comunista. Em seus documentos não escondem isso, embora, para efeitos públicos, utilizem a linguagem mais palatável dos "direitos humanos". O "neoliberalismo" e o "direito de propriedade" se tornam os vilões dessa nova versão deturpada dos direitos humanos.

Reintegrações de posse não seriam mais cumpridas sem que antes uma comissão de "direitos humanos" fizesse a mediação entre as partes. Ou seja, uma decisão judicial perderia simplesmente o valor. Na verdade, esses comitês seriam erigidos em instância judiciária final, que decidiria pelo cumprimento ou não de uma decisão judicial. O MST julgaria a ação do MST. No Pará, onde esse modelo já foi aplicado, por recomendação da Ouvidoria Agrária Nacional, o caos é total. Até intervenção federal, encaminhada pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), foi pedida ao Supremo. A Justiça lá não era mais respeitada.

Qual é, então, o objetivo dessa diretriz de impedir o cumprimento de decisões judiciais? Legitimar, se não legalizar, as invasões dos ditos movimentos sociais, que teriam completa liberdade de ação. Sequestros, destruição de maquinário, corte de tendões do gado, incêndio de galpões, destruição de alojamentos de empregados e sedes de empresas não seriam mais crimes, mas expressões de ações baseadas nessa muito peculiar doutrina dos direitos humanos.

O agronegócio, em particular, vira vilão no documento. Não faltam críticas às monoculturas de eucaliptos, cana-de-açúcar e soja, que, nessa exótica perspectiva, seriam culturas atentatórias aos direitos humanos. A falta de qualquer cultura nos assentamentos seria, essa, sim, expressão de uma nova forma de agricultura. Os despropósitos, porém, não param por aí. Os setores de habitação e de construção civil são, também, novos alvos. Há propostas sobre novas abordagens do Estatuto das Cidades, que deveriam corresponder a essa nova doutrina. E até uma expressão algo enigmática de identificação de "terras produtivas" nas cidades, seja lá o que se queira dizer com isso. Em todo caso, o esquema é o mesmo. A invasão de um prédio em construção não seria suscetível de sentença judicial de reintegração de posse sem antes passar por uma "mediação" dos ditos movimentos sociais. Os mesmos que invadem são os que fariam a tal mediação.

Não pensem os industriais que essas medidas não os afetam. Também há no cardápio medidas dirigidas a esse setor. A expansão de uma usina de etanol, de uma siderurgia, de uma empresa de mineração deveria passar pela aprovação de um comitê de fábrica, por razões ditas ambientais. Não bastariam as licenças ambientais, já suficientemente rigorosas, mas, se esse plano for levado adiante, seria, então, necessário passar por esses novos "sovietes", porque é disso, na verdade, que se trata.

Para que as medidas sejam totais é imprescindível que a opinião pública seja controlada. Se elas forem mostradas em seu autoritarismo, certamente não passarão. Eis por que as empresas de comunicação deveriam estar subordinadas a um "conselho de direitos humanos", de fato, à autoridade dos novos "comissários da mídia", cujo poder poderia chegar a revogar uma concessão. Por exemplo, a filmagem divulgada pela Rede Globo de destruição dos laranjais da Cutrale seria, nessa nova ótica, atentatória aos "direitos humanos", por "criminalizar os movimentos sociais". Os novos comissários, que têm a ousadia de se apresentar como representantes dos direitos humanos, solapariam as próprias bases da democracia. Eis o que está em questão. O resto é palavreado!

Postado por ARTIGOS às 10:17 AM

Zilda Arns e o Cardeal Vermelho

NÃO CHORE PELA DRA. ZILDA ARNS e o Cardeal vermelho - MST‏
De: Jose Vargas Jimenez (jos_vargas@yahoo.com.br)
Enviada: segunda-feira, 25 de janeiro de 2010 9:15:59
Para:

OLHA AÍ AMIGOS, ANTES DE DERRUBAR UMA LÁGRIMA POR ESTA DOCE SENHORA, PENSEM ANTES...

COMANDOS!!!


MORITA


Zilda Arns e o Cardeal vermelho

A instituição que Zilda Arns fundou “a pastoral da criança”, atrás de uma fachada de cuidar de crianças, tinha – e tem – como objetivo primordial, canalizar dinheiro de entidades católicas internacionais, como Misereor e Cáritas, para o MST.

Lembrar que o MST é o braço armado do PT, que hoje conta com uma milícia treinada – e armada – pronta para enfrentar as forças armadas, em caso de ameaça ao implante do totalitarismo, que já está quase terminado.

Lembrar que o MST teve, como um dos mais ativos criadores, o cardeal vermelho Evaristo Arns, irmão de Zilda (ambos comunistas). Foi ele que disponibilizou, em São Paulo, toda a estrutura para o MST se instalar e crescer, inclusive pagando o aluguel de salas para os escritórios do MST. Foi ele que, usando a Igreja Católica, projetou os canais de desvio de verbas através de pastorais da terra e da criança, entre outras. Foi ele quem serviu de interlocutor para conseguir apoio e dinheiro para o MST com entidades terroristas como O EZLN (exército zapatista mexicano), as FARC, ou ongs globalitárias como a Americas Watch, a Anistia Internacional, a Cruz Vermelha Internacional, a Anti Slavery de Londres, a Brazil Network de Londres, a Survival International de Londres, a poderosa Catholic Institute for International Relations de Londres (CIIR), a RLF (British Right Livelihood Foundation) de Londres, a Pax Christi da Bélgica, a Gaia Foundation de Londres, a WWF – World Wild Fund for Nature – fundada pelo príncipe Philip da Inglaterra, a Oxfam, o Greenpeace , o INESC – Instituto de Estudos Sócio-Econômicos, o braço brasileiro da Brazil Network , a CIDA - Canadian International Development Agency – e o CCDP - Canadian Catholic Development and Peace.

Lembrar que essas entidades estão todas empenhadas em limitar a soberania brasileira, utilizando os mais variados pretextos, tais como ecologia, indigenismo, direitos humanos e causas de reforma agrária.

Portanto, quando Lula quer o desacreditado (mas que rende 1 milhão de dólares) prêmio Nobel da Paz para Zilda ele está sendo sincero e agradecido com uma das maiores batalhadoras pelo criminoso MST. Asinus asinum fricat. (Um burro coça o outro.) Os iguais se ajudam.

L Valentin

Orgulho de ser militar brasileiro

Homenagem aos militares brasileiros mortos no Haiti


VIVA O EB E ABAIXO OS POLÍTICOS CORRUPTOS.!


"Prometo cumprir rigorosamente... e dedicar-me ao Serviço da Pátria, cuja HONRA, Integridade e Instituições, defenderei com o sacrifício da própria vida!"


"A essência divina não pode ser inteiramente expressa pela linguagem humana. Apenas o sopro da vida, o espírito da alma que prescruta a luz, a compreende".
Jacob Boehme ( O Príncipe dos Filósofos Divinos ).

"What we do in life echoes in eternity".


Clica abaixo e veja por que os "Militares mostram o que é representar o povo brasileiro". Nas próximas eleições, escolha quem realmente lhe representa.

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1194812-7823-MILITARES+MOSTRAM+O+QUE+E+REPRESENTAR+O+POVO+BRASILEIRO,00.html

http://www.youtube.com/watch?v=CpBvwfPAz3o

Obs.: Mensagem recebida do tenente José Vargas Jiménez, autor do livro BACABA, que discorre sobre a Guerrilha do Araguaia - leia sobre o assunto neste Blog (F. Maier).

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Guerrilha do Araguaia: Leia o livro BACABA


Livro Bacaba - Guerrilha do Araguaia‏

Senhores amigos Militares e civis, BOM DIA!

Sou Segundo Tenente Infante José Vargas Jiménez da Reserva Remunerada, Guerreiro de Selva nr 702 e estive combatendo os Guerrilheiros do PC do B no Araguaia, junto com CURIÓ, na época ele era Capitão Sebastião Rodrigues de Moura, quando eu era Terceiro Sargento do Exército e Comandava dez homens.

Me ajudem a divulgar a verdadeira História da Guerrilha do Araguaia e também o seu conteudo que serve de orientação aos militares profissionais que um dia poderão participar de uma guerra ou guerrilha como eu participei. Ser Comandante de Grupo de Combate, Pelotão, Companhia, Batalhão, Regimento, Brigada, Região Militar, Comando Militar e Comandante do Exército pelo Estatuto Militar e Regulamento é HIERÁRQUIA e DISCIPLINA, no entanto ser LÌDER, conquistando seus subordinados numa GUERRA é completamente diferente. Os que possuem posto e graduação tem que saber disto, senão, não conquistarão os seu subordinados numa guerra onde a vida de um depende do outro. Nesta guerrilha que participei meus comandados (Grupo de Combate), houve até um caso narrado no livro onde eles dizeram que matariam um capitão que estava comandando o meu grupo junto comigo no meio da selva (CURIÓ), (Hoje ele é Tenente Coronel aposentado como eu (Tenente)) caso ele engrossase comigo, após uma pequena DISCUSSÃO. Aí eu pude constatar que os havia conquistado.

Segue abaixo uma repercusão de meu livro e resumo de seu conteúdo.

Lhes informo que fiz a segunda edição de meu livro e agora estou fazendo o segundo : BACABA II, o qual pretendo lançar em Setembro de 2010, antes da eleições a Presidente da República.

Como ninguém me patrocinou por meu livro ser polêmico, vou necesitar da ajuda dos senhores para que me ajudem a divulgar o meu livro, para conseguir verbas e lançar este segundo livro.

Neste livro Bacaba II, irei narrar o resto da História Verdadeira da Guerrilha do Araguaia (1972/1974) e as repercusões do primeiro livro Bacaba, a qual foi muito grande, tendo me levado ao Congresso Nacional (Câmara dos Deputados Federais) a três Audiências Públicas. A primeira na Comissão de Mortos e Desaparecidos Políticos, a segunda na Comissão de Direitos Humanos e a terceira na Comissão Especial de Anistia a qual libera verbas aos terroristas/comunistas e famílias e, prá nós militares que lutamos para ter esta DEMOCRACIA que têmos hoje no BRASIL, não liberam NADA, ao contrário vivem nos ameaçando querendo acabar com a Lei da ANISTIA.

Nesta última audiência, fui ameaçado de morte pela platéia (família dos guerrilheiros) e, pela Comissão, ameçado de ser processado como torturador e preso por ter lutado contra os guerrilheiros do PC do B. Tive que ser retirado pelos seguranças pela porta dos fundos do Congrssso Nacional.

Nesta Audiência Pública levei os dossiês dos Ministros e Parlamentares do Govêrno "LULA" que na época dos anos 60 e 70, eram TERRORISTAS/COMUNISTAS, pois assaltavam, sequestravam, assassinavam, explodiam bombas e justiçavam os brasileiros que lutavam contra o Comunismo no Brasil, defendendo o Regime Militar.Os dossiês que levei e entreguei ao Presidende da Audiência Pública da Comissão especial de Anistia, Deputado Daniel Almeida do PC do B foramos de:

- TARSO GENRO, cujos codinomes na clandestinidade eram: "Carlos" e "Rui"; PAULO VANNUCHI, era militante da Ação Libertadora Nacional (ALN); DILMA ROUSSEFF,cujos codinomes na cladestinidade eram "ESTELA", "LUIZA", "PATRICIA" e "VANDA"; CARLOS MINC, codinomes "JAIR" e "JOSÉ"; JOSÉ DIRCEU, codinome DANIEL; JOSÉ GENOINO, codinome "GERALDO" e outros.

Então, neste meu livro BACABA II, irei publicar estes dossiês e tudo que aconteceu nestas três audiências públicas. Tenho tudo gravado para confirmar o que publicarei.

Por último também estive em Bacaba (nossa base de combate no Km 68 da rodovia Trasamazônica) no municipio de Marabá-PA, em Outubro deste ano a convite do Grupo de Trabalho Tocantins (GTT) do Ministério da Defesa, onde mostrei a eles a região (pois o local depois de 36 anos é dificel de reconhecer), onde foram enterrados alguns guerrilheiros mortos em combate na Guerrilha do Araguaia.

Então amigos para adquirir o meu livro autografado e com frete pago pelo correio (registrado) e só solicitar diretamente a mim pelo meu e-mail: jos_vargas@yahoo.com.br. é falado assim: ( jos onderlaine vargas arroba yahoo ponto com ponto br).

Se quizerem saber muito mais a respeito da repercusão grande no Brasil deste meu livro, acessem o site: www.google.com.br e pesquisem o seguinte: Livro bacaba, depois Chico dólar e depois José Vargas Jiménez. Verão que para uns brasileiros sou torturador e assassino porque lutei contra os Terroristas/Comunistas do PC do B que queriam impôr o regime Comunista no Brasil e para outros sou Herói, corajoso, valente, doido, maluco por estar peitando estes Ministros que estão no poder e que querem acabar com a Lei da Anistia.

Deixo a seus critérios este pedido para que me ajudem a divulgar o meu livro.

Respeitosamente.

Tenente Vargas - SELVA - Brasil acima de tudo e Tudo pela Amazônia.


***

BACABA - Memorias de um Guerreiro de Selva da Guerrilha do Araguaia

Autor: José Vargas Jiménez

Número de páginas : 136

Preço: R$ 30,00

Descrição

Você quer saber a História do Brasil que ainda não foi contada sobre como foram EXTERMINADOS e onde estão os guerrilheiros do Partido Comunista do Brasil(PC do B),mortos e desaparecidos, bem como os militares que morreram na Guerrilha do Araguaia,defendendo este regime Democrático que hoje existe no Brasil? Adquirá o livro BACABA - Memórias de um Guerreiro de Selva da guerrilha do Araguaia.

O autor é o Segundo Tenente da reserva do Exército Brasileiro,JOSÉ VARGAS JIMÉNEZ, cadastrado no Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS), como Guerreiro de Selva número 702, que vivenciou e participou da última fase da Guerra de Guerrilha do Araguaia no Sul do Pará, entre as Forças Armadas (FFAA) do Brasil, particularmente o Exército Brasileiro (Guerreiros de selva e Para-quedistas) e a Força Aérea Brasileira, e os guerrilheiros da Força Guerilheira do Araguaia (FOGUERA) do PC do B,que queriam impôr à força o regime Comunista no Brasi, como fizeram em CUBA, CHINA, RUSSIA, Etc.

Os fatos relatados são ilustrados com documentos Confidenciais e Secretos do Centro de Informações do Exército (CIE), para provar a autenticidade da realidade vivida pelo Tenente Vargas, à época Sargento que elucidam como se desenvolveu esta Guerra de Guerrilha, desde seu planejamento pelo PC do B (1968 - 1972), até o final, quando foram derrotados (exterminados) pelas Forças Armadas do Brasil. Contém também fotos dos guerrilheiros e militarres que morreram nesta operação, bem como de guerrilheiro capturado vivo pelo autor que hoje consta como "desaparecido" no Araguaia. SELVA


Obs.: Leia o "fichamento" de Bacaba em http://www.webartigos.com/articles/2928/1/chico-dlar-narra-a-guerrilha-do-araguaia/pagina1.html e a Audiência Pública em http://resistenciamilitar.blogspot.com/2009/01/audincia-pblica-com-chico-dlar-heri-da.html (F. Maier).

A santarrona de Forquilhinha

Janer Cristaldo

A “pérola das Antilhas” – isto é, o Haiti – gaba-se de ter sido o primeiro país latino-americano a declarar-se independente. Unidos sob a liderança de Toussaint L'Ouverture e, mais tarde, do ex-escravo Jean-Jacques Dessalines, negros e mulatos combateram as tropas francesas até a proclamação da independência em 1804. Independência para quê? Hoje, o Haiti é o país mais pobre do continente. Em um ranking de 180 países, seu PIB per capita ocupa o 130º lugar.

A Libéria – isto é, a Terra Livre - foi fundada no século XIX por escravos libertos dos Estados Unidos, não tendo conhecido o domínio colonial. O país foi criado pela American Colonization Society, organização criada em 1816 por Robert Finley, cujo objetivo era levar para a África negros livres ou negros que tinham sido libertos da escravidão. Segundo Finley e outros líderes americanos, os negros jamais seriam capazes de se integrar na sociedade do país. A única solução seria reenviá-los para a África, para evitar tanto a criminalidade como o casamento interracial.
Em 1821, a American Colonization Society adquiriu uma parcela de terra na África, onde se fixariam os primeiros colonos negros oriundos dos Estados Unidos. Em 1847, a Libéria declarou a sua independência, tornando-se o primeiro país africano a tornar-se independente.

Independência para quê? Hoje, a Libéria é ainda mais pobre que o Haiti. No mesmo ranking de 180 países, seu PIB per capita ocupa o 159º lugar.

Conclusão? Antes que me chamem de racista, apelo ao testemunho de George Samuel Antoine, cônsul do Haiti no Brasil. Sem saber que estava sendo gravado pela reportagem do SBT Brasil, Samuel Antoine disse: “O africano em si tem maldição. Todo lugar que tem africano lá tá fodido". Verdade que logo depois se apressou em dizer que foi mal interpretado. Mas não vejo muito como interpretar mal sua afirmação. Disse, está dito. Como cônsul, deve conhecer bem o país que representa.

Em 1957, o médico François Duvalier, mais conhecido como Papa Doc, foi eleito presidente do Haiti, onde instaurou um governo baseado no terror promovido pelos tontons macoutes, membros de sua guarda pessoal. Em 1964, no melhor estilo de Fidel Castro ou Hugo Chávez, decretou sua presidência vitalícia. Deu ordens para a produção de panfletos, onde, entre outras informações, designava-se deus. Foi quando o Haiti tornou-se a nação mais pobre do continente. Ao morrer, em 1971, foi substituído por seu filho, Jean-Claude Duvalier, o Baby Doc, que hoje come o amargo caviar do exílio em Paris.

Escrevi ontem sobre Zilda Arns, a Teresa de Calcutá tupiniquim, morta no terremoto, e afirmei: “quem conhece o que penso de Agnes Gonxha Bojaxhiu, a santarrona albanesa, sabe que nisto não vai nenhum elogio”. Não faltou leitor que me interpelasse. Que tens contra a madre Teresa? É leitor que não me acompanha. Entre outras proezas, madre Teresa recebeu das mãos de Baby Doc a "Légion d'honneur" haitiana. Isso sem falar nas flores que levava à tumba de um dos mais sanguinários ditadores dos Balcãs, Enver Hoxha, seu conterrâneo. Mas falava da Arns, a novel santa brasileira.

Escreveu um de meus interlocutores: “Janer, tua biografia poderia passar sem essa crônica. Misturas alhos com bugalhos e de leva ofendes a Zilda Arns. Essa mulher conseguiu criar, no Brasil, um serviço que reúne 250 mil voluntários e atende dois milhões de pessoas. O fato de ser religiosa apenas mostra a base para seus ideais. Independentemente da tua fobia por papas, bispos ou cardeais, poderias ter passado sem realizar essa agressão gratuita para uma pessoa cujo único crime foi a bondade”.

Bondade? Em termos. Por trás da bondade, muitas vezes se esconde a perversidade. Para atender dois milhões de miseráveis é preciso que existam dois milhões de miseráveis. O número deles seria menor se houvesse uma política de redução da natalidade. Isto, como boa católica, Zilda Arns não admitia. Condenava anticoncepcionais e preservativos. The sperm is sacred, como diziam os Monty Python. Esta atitude criminosa da Igreja romana, que só aumenta a miséria no mundo, está dizimando africanos aos magotes, pela AIDS, nos países de predominância católica. A Teresa de Calcutá tupiniquim foi cúmplice desta política assassina. Com sua atitude hipócrita, Zilda Arns criava os miseráveis para depois atendê-los. A Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana é uma caftina de miseráveis. Não por acaso, só se expande em países pobres. Sem miséria, não é fácil ser santo. Falta clientela.

Este política pode ser vista em São Paulo. Quando alguma autoridade inventa de retirar os mendigos da rua, lá vêm as igrejeiras: "quem tirou daqui nossos mendigos? Queremos nossos mendigos de volta". Não estou usando de retórica. Esta frase eu a li no Ceciliano, boletim da paróquia de Santa Cecília, aqui ao lado de onde moro. Quando foram retirados os mendigos do largo que entorna a Igreja, os padres chiaram: queremos nossos mendigos de volta.

Miséria, bem explorada, dá lucro. Com milhares de mendigos na rua, estão garantidos os milhões de dólares que a Miseoror, a Cáritas e outras entidades européias enviam para a Igreja brasileira. Com estes milhões, Arns fornecia aos miseráveis uma sopa feita de arroz, milho, sementes de abóbora e cascas de ovo. Ontem ainda, esta gororoba foi saudada pelo senador Flávio Arns, seu sobrinho, como o grande "legado" deixado pela titia na luta contra a mortalidade infantil. Lula já pede um prêmio Nobel póstumo para a santarrona de Forquilhinha.

Obscurantismo, dizem os dicionários, é a atitude, doutrina, política ou religião que se opõe à difusão dos conhecimentos científicos entre as classes populares. O obscurantismo de Zilda Arns não se resume à condenação do controle de natalidade. Ao manifestar-se contra as experiências com células-tronco, a médica sanitarista de Forquilhinha está negando a ciência e condenando experiências vitais para a humanidade. "Quanto mais próximo se está da ciência, maior o crime de ser cristão", já dizia Nietzsche. Esta senhora, a estrela do terremoto no Haiti, de um obscurantismo que nos remete aos dias em que Galileu foi condenado pela Igreja Católica, está sendo hoje promovida a santa pela imprensa nacional.

Last but not least, não tenho fobia nenhuma por papas, bispos ou cardeais. Tenho asco. É diferente.

- Enviado por Janer @ 9:57 PM

Obs.: Não concordo com tudo o que o Janer Cristaldo disse, especialmente por seu viés anticlerical, que é mais do que virulento. No entanto, escreveu quase uma tese sobre o que vem a ser "miséria". Ela sempre dá lucro a alguém, seja na África, seja no Haiti, seja no Maranhão do coronel Sarney (F. Maier).

O jornalismo que o Brasil não precisa

Zé Laia e a mídia amestrada


O JORNALISMO QUE O BRASIL NÃO PRECISA

Geraldo Almendra

O jornalismo precisa exercitar a prática diária da inteligência conjugada com a firmeza moral, a coerência dos atos, e a honestidade. O leitor não pode ser tratado como consumidor de mentiras e manipulações a serviço do poder público mais sórdido de nossa história. O jornalismo precisa se comportar como um serviço público e não como um espetáculo degenerado de um hediondo instrumento pela disputa do poder político, disputa essa financiada pelos canalhas esclarecidos que estão dando sustentação à tentativa de transformar o país em um Cuba Continental.

O único programa que ainda consigo ver na TV Globo é seu jornal da manhã. O Jornal Nacional, com aquele cansativo casal que repetiu várias vezes, de forma leviana, que o que aconteceu em Honduras foi um golpe dos militares, este já não dá mais para ver, pois está absolutamente contaminado pelo relativismo do jornalismo amestrado que edita a verdade através das ordens do seu redator-chefe para não comprometer os poderosos que garantem para esta empresa verbas milionárias de propaganda ou financiamentos oficiais, sempre negociados no estilo de “pai para filho”.

Afinal de contas precisam ser mantidos os empregos de centenas de artistas que se omitem diante da degeneração moral do país e tratam de garantir sua sobrevivência a um custo ético sem limites.

O motivo de ser possível assistir o “Bom dia Brasil”: neste programa ainda existe um jornalista – o Sr. Alexandre Garcia – que não se vende e consegue manter sua integridade moral, mesmo sendo empregado de uma empresa de comunicação, talvez a maior responsável pela degeneração dos valores fundamentais que deveriam garantir os entrelaçamentos de relações sociais que sustentam uma sociedade digna, pois retransmite a devassidão e a degeneração moral da sociedade como valores a serem sutilmente incorporados no comportamento natural daqueles cometem a estupidez de dar audiência aos seus programas, especialmente às suas novelas, com raras exceções de exibições de alguma coisa que sirva para resgatar o país de sua falência moral, cultural e educacional.

Esta empresa que no passado batia palmas para o Regime Militar, agora, para agradar o petismo, contribui para ajudar na sórdida campanha de destruição de nossas Forças Armadas para que sejam colocadas em seu lugar o “Exército do Povo”, que está sendo estruturado pelo desgoverno petista graças à covardia e à traição à pátria de determinados comandantes que desonram as fardas que vestem e a bandeira do país que está sendo substituída pela bandeira do PT.

O Sr. Alexandre Garcia somente não foi excluído do quadro da TV Globo porque é muito difícil para uma empresa eliminar dos seus quadros um jornalista com sua qualificação profissional e com sua firmeza moral. Pegaria muito mal... e, no dia seguinte, ele estaria empregado em outra emissora tomando a audiência do jornal “Bom dia Brasil”.

Esta empresa de comunicação não necessariamente informa, mas essencialmente DESINFORMA, DEGENERA E MANIPULA a falência educacional e cultural do país. Se aproveita de uma liberdade de imprensa que raramente é utilizada para ajudar a sociedade a romper com o círculo vicioso da degradação moral a que o país está submetido, por responsabilidade das relações públicas e privadas absolutamente desonestas, corporativistas, sórdidas ou criminosas, sendo esta a maior realização da fraude da abertura democrática.

Hoje, 20 de janeiro de 2010, assistimos a uma oportuna e brilhante comparação feita pelo Sr. Alexandre Garcia, entre o trabalho de um soldado das Forças Armadas brasileiras salvando vidas no Haiti e, em seguida, absurdas cenas do desvio do dinheiro do contribuinte no escândalo do mensalão do DEM, rigorosamente igual ao do PT, este com 40 denunciados – menos o chefe – pelo Procurador Geral da República. São 40 canalhas que até hoje, graças ao submundo do apodrecimento da justiça no país, estão livres, leves e soltos, rindo de nossa cara e achando que eternamente concordaremos em aceitar o papel de imbecis, otários e palhaços do Circo do Retirante Pinóquio.

Infelizmente a contrapartida cor-de-rosa, no mesmo jornal, veio de imediato, com uma jornalista-apresentadora do programa afirmando, após a fala de Alexandre Garcia que, felizmente, “a maioria é do bem”.

Precisamos perguntar para essa carreirista, que se esmera sempre em ficar em cima do muro do puxa-saquismo aos seus superiores: - De quem você está falando cara-pálida? – Que maioria é essa? - De gente do poder público mais corrupto, promíscuo, calhorda, canalha, e muitos outros adjetivos na mesma linha, de nossa apodrecida história?

Como cidadão preciso dizer para essa senhora que sua postura como jornalista por citações ou comentários que acomodam os interesses depois das denúncias, muitas vezes, tem demonstrado o que de pior pode haver na sua profissão – uma profissão das mais nobres que, infelizmente, foi desqualificada pelos donos do poder por não mais ser necessário nem ter um curso superior para exercê-la -: a senhora é uma das representantes desse jornalismo decadente e servil que está a serviço dos filhos dos ovos das serpentes do submundo comuno-sindical que têm a cumplicidade da empresa para a qual trabalha. Esses canalhas estão sendo cúmplices da destruição de nossas esperanças de vivermos em uma sociedade digna e justa.

Talvez, em breve, tenhamos mais um (uma) fabricante de biografias fraudadas ou “escritora” de livros enaltecendo a corja do jornalismo marrom, para se dar bem na vida.

Sr. Alexandre Garcia. Espero que o senhor nunca nos decepcione. Sabemos que não pertence ao quadro do jornalismo espúrio que está transformando uma parte de nossa imprensa em servil do petismo, gente sórdida que pertence às gangs de terroristas, sequestradores e assassinos que estão em alta na cotação do desgoverno petista que lhes garante como sinecuras alguns dos mais importantes cargos em seu desgoverno.

A praga da imprensa marrom ou imprensa cor-de-rosa está se alastrando.

Cada vez mais os meios de comunicação dependem das verbas públicas e financiamentos oficiais para sobreviverem, sem deixarmos de considerar as relações espúrias e corporativistas entre cúpulas de empresas de comunicação e o poder público mais degenerado de nossa história.

O jornalismo que serve ao cidadão não pode ser transformado em propaganda ou matéria paga para garantir a continuidade das sórdidas relações públicas e privadas que estão afundando o país no mar da degeneração política e moral.

Estamos sendo testemunhas talvez do período mais sórdido de alguns meios de comunicação que divulgam notícias seguindo uma linha editorial não comprometida com a verdade dos fatos, mas sim engajada com os compromissos dos donos dos veículos de comunicação com o poder público, sem diferenciar sua visão e interpretação dos fatos com a realidade nua e crua que deve ser sempre noticiada.

O jornalismo marrom se manifesta através da omissão, da edição que omite de forma proposital, ou da distorção subliminar que induz aos cidadãos a erros de avaliação depois da divulgação dos fatos.

Quando a jornalista Fátima Bernardes, por exemplo, afirmou em horário nobre que os militares em Honduras deram um golpe, deveria ter esclarecido que esta era sua opinião e não um fato tacitamente comprovado, pois o parlamento e o poder judiciário daquele país evitaram um golpe comunista pelo presidente deposto que queria desrespeitar a Constituição. Mais tarde as eleições em que compareceu a maioria dos eleitores hondurenhos demonstraram, de forma tácita, que a grande canalhice não noticiada foi uma tentativa do Brasil e da Venezuela de colocar Honduras como participante do eixo do mal da América Latina. No futuro ainda teremos as entranhas dessa manobra sórdida com a participação do presidente Lula sendo mais claramente divulgadas e entendidas.

Este é um simples exemplo das centenas que ocorrem todos os dias do apodrecimento moral e ético do jornalismo do nosso país, que está sendo gradualmente tomando pelo espírito cor-de-rosa da canalha do jornalismo marrom.

A propósito. Quem está pagando a propaganda na TV Globo do filme que faz a apologia do político mais sórdido de nossa história diante das salas vazias dos cinemas com ingresso pago? - O contribuinte ou a TV Globo? Canalhice sem limites... Meus pêsames aos atores que aceitaram serem regiamente pagos com dinheiro dos contribuintes para participar dessa farsa e dessa fraude de biografia que está sendo descaradamente utilizada como propaganda eleitoral em um ano de eleição para presidente. Seus nomes estarão inscritos na lápide da falência moral do país.


Geraldo Almendra

20/janeiro/2010

Ninguém comenta sobre a obra dos militares

Honras fúnebres aos militares brasileiros mortos no Haiti


Claudio Humberto

21/01/2010

Ninguém comenta sobre os militares

Tenho 60 anos de idade. Para um brasileiro representa uma enorme história política. Fico estupefato pela ingenuidade, falta de honestidade intelectual ou, pior, venalidade da imprensa de nosso País. Em meio a tanta corrupção - e nunca vi assim - ninguém com coragem, independência e honestidade de propósitos, para rememorar que os piores "ditadores temporários", os Presidentes com formação militar, eleitos pelo Congresso Nacional, não ficaram milionários, nem tiveram a benção de ter filhos inteligentíssimos nos negócios de alta tecnologia de comunicação. Onde está a fortuna do inesquecível Castello Branco? E a dinheirama roubada pela família do Orlando Geisel? E a fortuna depositada em paraísos fiscais, do valente João Figueiredo? Não vão achar. Sabem por que? Tinham espírito público, respeito e amor pela Pátria. Eu, de minha parte, não fui guerrilheiro, nem terrorista, sempre falei o que quis, de quem quis, e hoje pago aposentadorias gordas para quem se achava no direito - em meu nome, veja só! - para roubar e matar. Enfim, fui somente um BOM cidadão! Sou pessoa de identidade e endereço conhecido, e não tenho medo de calhordas. Tenho medo é de deixar para meus descendentes um país pior do que recebi, com todas as mazelas que possa ter tido. Viva Honduras!

Walner Barros Spencer
Nísia Floresta - RN


Os militares foram sérios, sim!

Prezado Walner Spencer, você falou tudo que eu sempre penso e falo para os mais jovens, e fiz questão de dizer isso bem claro para meus filhos quando adolescentes. Os militares no poder, deram um show de honestidade com a coisa pública, realmente não compraram fazendas, mansões, não mandaram dinheiro para o exterior, e isso já dava para que essa mídia maldita, pelo menos, lembrasse deles com respeito. Hoje fazem filmes sobre guerrilheiros, esses pilantras que recebem o "bolsa perseguição" muitos que nem foram perseguidos, pois nem eram vistos por viverem nas sombras e nos esgotos, por isso não podiam ser levados a sério. Quem lutou com as armas da palavra sempre foi ouvido e respeitado. Mas, essa mídia investigadora poderia procurar pelos bens que aqueles honrados cidadão brasileiros militares, que estiveram nos vários escalões do governo, deixaram para seu filhos, e mostrar isso para a sociedade. Será difícil, caro Valner, achar um político no Brasil atual, desses que estão ai todos assanhados por cargos eletivos, com algum percentual da dignidade de um Ernesto Geisel. Felizmente as Forças Armadas ainda priorizam o respeito à disciplina, à dignidade e ao patrimônio público. Isso ainda dá esperança. Um abraço.

Paulo Corrêa de Araújo
Vila Velha - ES


Presidente militares não enriqueceram

Existe uma bronca, postada pelo Sr. Walner Barros, no dia 06.12.2009, às 00:04, que vem de encontro aos meus pensamentos. Tenho 53 anos, e vivi minha adolescência em plena ditadura. Me lembro de todos os Presidentes Militares, e não ouço ninguém dizer que estão ricos, não ouço ninguém dizer que a corrupção era de 10% do que é hoje, não ouço ninguém dizer que a grande maioria dos políticos roubava descaradamente como acontece hoje, não ouço ninguém dizer que os Presidentes faziam todo tipo de merda e não acontecia nada, não ouço ninguém dizer que os filhos, sobrinhos, tios, qualquer parente dos Presidentes faziam falcatruas ou atos desonestos impunemente. Vem minha pergunta, será que é tão ruim assim? Em toda a minha adolescência eu fui a festas, fazia bagunça na escola, andava à noite pelas ruas procurando festas prá tentar penetrar, no bom sentido, e nunca, nunca, nunca mesmo um soldado do Exército, Marinha ou Aeronáutica sequer olhou para mim, e eu andava pelas ruas a pé, à noite, na Baixada Fluminense. Volta a pergunta, será que é tão ruim assim? Não digo Ditadura, mas um regime de exceção com tolerância zero com qualquer tipo de crime, só para voltarmos a nos acostumar com a honestidade... Será que seria tão ruim assim? Pior do que está não seria, disso eu tenho certeza.

Carlos Ramos
Campinas - SP


Placas no Brasil

O governo Militar, dito "dita branda", teve por vários anos crescimento de 10% ao ano, por este motivo vez várias hidrelétricas e a mais conhecida é a de Itaipú, que o PT tentou de várias formas prejudicar. Pessoas com a idade de Silvio Massarini (60) sabem muito bem disto, ponte Rio/Niteroi , BRs. por todo o Brasil e a mais conhecida é a Belém-Brasília, Embratel, Vale do Rio Doce, e tantas outras realizações naquele período, de lá para cá, fizeram alguma obra no Brasil? Não fizeram nada, apenas saborearam os quitutes deixados, esqueci, fizeram sim, várias placas em todas estas obras do Governo Militar, como a de Brasilia que tem uma placa do sr. Luiz Inácio no Aeroporto, dando a entender que foi Ele quem fez o aeroporto, tem uma também lá em Itaipú, este governo é uma piada de mau gosto e o tempo vai passar, ainda bem.

Mario Borges
Goiânia - GO

Dilminha Bang Bang, a Mentirosa


Nota oficial do PSDB, assinada por seu presidente, o senador Sérgio Guerra (PE), e que acaba de sair do forno:

"Dilma Rousseff mente. Mentiu no passado sobre seu currículo e mente hoje sobre seus adversários. Usa a mentira como método. Aposta na desinformação do povo e abusa da boa fé do cidadão.

Mente sobre o PAC, mente sobre sua função. Não é gerente de um programa de governo e, sim, de uma embalagem publicitária que amarra no mesmo pacote obras municipais, estaduais, federais e privadas. Mente ao somar todos os recursos investidos por todas essas instâncias e apresentá-los como se fossem resultado da ação do governo federal.

Apropria-se do que não é seu e vangloria-se do que não faz.

Dissimulada, Dilma Rousseff assegurou à Dra. Ruth Cardoso que não tinha feito um dossiê sobre ela. Mentira! Um mês antes, em jantar com 30 empresários, informara que fazia, sim, um dossiê contra Ruth Cardoso.

Durante anos, mentiu sobre seu currículo. Apresentava-se como mestre e doutora pela Unicamp. Nunca foi nem uma coisa nem outra.

Além de mentir, Dilma Rousseff omite. Esconde que, em 32 meses, apenas 10% das obras listadas no PAC foram concluídas – a maioria tocada por estados e municípios. Cerca de 62% dessa lista fantasiosa do PAC – 7.715 projetos – ainda não saíram do papel.

Outra característica de Dilma Rousseff é transferir responsabilidades.

A culpa do desempenho medíocre é sempre dos outros: ora o bode expiatório da incompetência gerencial são as exigências ambientais, ora a fiscalização do Tribunal de Contas da União, ora o bagre da Amazônia, ora a perereca do Rio Grande do Sul.

Assume a obra alheia que dá certo e esconde sua autoria no que dá errado.

Dilma Rousseff se escondeu durante 21 horas após o apagão. Quando falou, a ex-ministra de Minas e Energia, chefe do PAC, promovida a gerente do governo, não sabia o que dizer, além de culpar a chuva e de explicar que blecaute não é apagão.

Até hoje, Dilma Rousseff também se recusou a falar sobre o Plano Nacional de Direitos Humanos, com todas barbaridades incluídas nesse Decreto, que compromete a liberdade de imprensa, persegue as religiões, criminaliza quem é contra o aborto e liquida o direito de propriedade. Um programa do qual ela teve a responsabilidade final, na condição de ministra-chefe da Casa Civil.

Está claro, portanto, que mentir, omitir, esconder-se, dissimular e transferir responsabilidades são a base do discurso de Dilma Rousseff. Mas, ao contrário do que ela pensa, o Brasil não é um país de bobos."

Os gigolôs de terremoto

Zilda Arns

OS GIGOLLÔS DE TERREMOTO

Augusto Nunes

19 de janeiro de 2010

Até terremoto tem seu lado bom, imaginaram os estrategistas do Planalto no dia em que o Haiti acabou. Desde 2004 no comando da força de paz da ONU, ferido pela morte de Zilda Arns, de um diplomata e de 17 soldados, o Brasil conseguira com a tragédia o trunfo que faltava para assumir, livre de concorrentes, a condução das operações internacionais destinadas a ressuscitar o país em frangalhos. E então tomou forma a má ideia: que tal aproveitar a favorável conjunção dos astros para fazer do Haiti um protetorado da potência regional que Lula criou?

Eufóricos com o surto de inventividade, os alquimistas federais transformaram o velório de Zilda Arns em comício e escalaram Gilberto Carvalho para o lançamento, à beira do caixão, do novo projeto nacional. A frase de abertura surpreendeu os parceiros de roda de conversa: ”O Brasil perdeu uma grande militante e ganhou uma grande padroeira”. Alheio ao espanto provocado pela demissão sumária de Nossa Senhora Aparecida, substituída sem anestesia pela fundadora da Pastoral da Criança, o secretário particular do presidente foi ao que interessava: “Devemos adotar o Haiti a partir de agora. Temos até uma mártir lá”.

“Vou me empenhar para que Zilda Arns ganhe o Prêmio Nobel da Paz”, emendou Lula na roda ao lado. Expressamente proibida pelos organizadores do Nobel, a premiação póstuma foi autorizada uma única vez, para atender a circunstâncias excepcionais. Em 1961, o estadista sueco Dag Hammarskjöld, secretário-geral da ONU ao longo da década anterior, já estava escolhido quando, às vésperas do anúncio formal, morreu num acidente aéreo. Lula prometeu o que não acontece há 50 anos. Ou ignora a proibição(o q/é verdade) ou se acha mesmo o cara (o q/é verdade).

Enquanto o chefe apoiava candidaturas impossíveis em cerimônias fúnebres, Nelson Jobim e Celso Amorim articulavam o movimento de resistência à invasão do Haiti por soldados e médicos americanos, armados de remédios, alimentos e equipamentos de socorro. A coleção de fiascos começou com a tentativa de retomar o controle do aeroporto da capital. Quando preparava a contra-ofensiva, Jobim soube que os ianques estavam lá a pedido do governo haitiano.

Se não fosse tão desoladoramente jeca, o governo Lula teria aproveitado a vigorosa entrada em cena dos EUA para associar-se à única superpotência do planeta e aprender o que não sabe. No pós-guerra, por exemplo, os americanos organizaram a reconstrução do Japão e da Alemanha. O Brasil, que não consegue lidar nem com chuva forte, é um país ainda em construção. Mas o presidente acha que está pronto.

E preferiu disputar com Barack Obama o papel de protagonista.

Passada uma semana, só conseguiu ficar ainda mais longe da vaga no Conselho de Segurança da ONU, como avisa o resumo da ópera publicado neste 19 de janeiro pelo jornal espanhol La Vanguardia: “O terremoto ocorrido há uma semana desnudou a incapacidade da Organização das Nações Unidas para fazer frente a um desastre de tais dimensões. A onerosa missão dos 8.300 capacetes azuis não serviu para nada no momento de enfrentar a emergência e organizar a ajuda aos haitianos. O Brasil, que tem aspirações ao status de potência regional latino-americana, mostrou, como coordenador das forças da ONU, incapacidade e falta de liderança”.

Enquanto os haitianos imploram pela salvação que teima em demorar, Celso Amorim continua implorando por audiências com Hillary Clinton. Enquanto soldados brasileiros lutam pelas vítimas do flagelo, Nelson Jobim luta para prolongar por cinco anos a permanência no Haiti das tropas que visita quando lhe convém.

Tanto os brasileiros que morreram em combate quanto os que continuam no Haiti merecem admiração e respeito. São heróis. Políticos que ignoram o pesadelo inverossímil para concentrar-se em disputas mesquinhas são gigolôs de terremoto.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Stalinácio da Silva e a intolerância anunciada


15/01 - A intolerância anunciada

http://www.averdadesufocada.com/index.php?option=com_content&task=view&id=2747&Itemid=34

Por D. Orani João Tempesta - Agência O Globo

Iniciamos o novo século com muitas esperanças e sonhos. Pensávamos que o mundo tivesse chegado a um amadurecimento tal que pudéssemos conviver com o diferente e no respeito mútuo. Entre tantos acontecimentos intolerantes em todos os cantos do mundo, um deles foi simbólico: em março de 2001 foi destruída uma das maiores estátuas de Buda já esculpidas pelo homem. Ficava a 240 km de Cabul, no Afeganistão, e era do século V da era Cristã. Era patrimônio da humanidade. Os "donos do poder" da época acharam que não poderiam tolerar tal "idolatria" e não fazia parte da "cultura" do momento. Os governantes passaram e os responsáveis de hoje estão procurando reconstruir o que um dia foi destruído.

Em nosso país há certa confusão com relação ao "Plano Nacional de Direitos Humanos". Um dos objetivos do plano é o de "desenvolver mecanismos para impedir a ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União", além de outras ideias e conceitos que mereceriam ser ainda mais discutidas. Ficaremos apenas com esta questão. A decisão de não ter símbolos já é uma opção por um dos segmentos religiosos.

Um país laico é aquele que respeita todas as religiões e sabe acolher a cultura de seu povo. Ditaduras intolerantes são aquelas que impõem ou uma única religião ou apenas o ateísmo. Na democracia todos podem se manifestar e são chamados a respeitar as ideias dos outros.
A cultura cristã e católica integra a história de nosso país. Temos nomes de cidades, ruas, locais e até mesmo em nossa bandeira ideias e símbolos ligados a diversos grupos que fazem parte de nossa nacionalidade.

Trata-se, antes de tudo, de uma questão de preservação da memória de nossa história e das raízes culturais da nossa identidade brasileira. Querer coibir a ostentação dos símbolos da cultura que berçou e construiu a nossa história é, isto sim, um verdadeiro sinal de intolerância.
O papel do Estado não é o de promover uma ideologia laicista, como se o laicismo não fosse também uma forma de religião. A função do Estado laico, longe de ser a de provocar o desenraizamento cultural e religioso ou coibir a manifestação pública de símbolos religiosos é a de garantir a liberdade religiosa à sociedade e a seus membros, em suas múltiplas manifestações, preservados a justa ordem pública e o respeito devido à diversidade.

A Igreja sempre procurou e procura estar em defesa dos direitos e valores humanos, porém, os dúbios caminhos ora escolhidos são realmente comprometedores e não ajudarão na construção de uma nação mais justa e solidária, que é o sonho comum de todos nós.

A estátua do Cristo Redentor, que, do cume do Corcovado, é um símbolo não só do Rio de Janeiro, mas do Brasil, que a ninguém ofende, seja para todos nós um anúncio de alegre acolhimento na construção da paz e da fraternidade e que dá a todos as boas-vindas de um povo feliz, livre e que quer viver e construir a paz!

Em nome dos direitos humanos dos terroristas

14/01 - Em nome dos direitos humanos

http://www.averdadesufocada.com/index.php?option=com_content&task=view&id=2740&Itemid=1

Plano Nacional dos Direitos Humanos III

Correio Braziliense

O Programa Nacional de Direitos Humanos mal saiu da gaveta e já provocou crises com os militares, a Igreja Católica, o agronegócio e as empresas de jornalismo, para citar as reações mais evidentes. Não à toa, a oposição, nas palavras do presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), o denomina “balaio de gatos”. São 500 proposições em 224 páginas. Prevê desde a criação de uma Comissão Nacional da Verdade, com poderes para apurar casos de violação dos direitos humanos durante a ditadura militar (1964-1985), até a descriminalização do aborto, a união civil entre pessoas do mesmo sexo, a realização de audiências para mediar conflitos no campo e o controle da produção editorial dos meios de comunicação.

A questão está justamente em que a reunião de tantas polêmicas num único documento tem potencial apenas para provocar barulho. Mas não sem consequências. É oportuno desfilar em ano eleitoral sustentando um guarda-chuva de supostas boas intenções, pouco importando se tal proteção se desintegrará ao longo do percurso, desde que isso só ocorra após o cômputo dos votos. Diversos grupos de interesse formam o cortejo sem se dar conta de que suas lutas são distintas e devem ser travadas em campos diversos. No embalo, escapa a percepção de que a imensa alegoria não sobreviverá à quarta-feira de cinzas. O difícil caminho da solução real se perde na ilusão de que a soma de algumas minorias resulta em maioria.

É sob o nobre nome dos direitos humanos que se promove a farsa, apresentada como produto de amplo debate com a sociedade. A bem da verdade, são, sim, temas incansavelmente debatidos. Porém, distantes do consenso — inexistente dentro do próprio governo. Responsável pela criatura, o secretário nacional de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, agiu como o jovem estudante de medicina Victor Frankenstein, famoso personagem da literatura do século 19 que, na obstinação por vencer a morte, deu vida a um monstro. Agora, em pleno recesso do Legislativo e do Judiciário, cabe ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva domar a fera. Mas ninguém se assuste, ela é inofensiva.

O Brasil é suficientemente maduro para rejeitar autoritarismos de toda ordem. A Lei da Anistia é um pacto social consolidado, assim como não está em jogo a liberdade de imprensa, reconquistada a duras penas no processo de redemocratização do país. Da mesma forma, nenhum acordo poderá se sobrepor à lei para dirimir conflitos entre produtores rurais e invasores de terras. Por fim, arremedos de reformas constitucionais são coisa do passado. Sob o Estado Democrático de Direito, o decreto presidencial forjado sob o manto dos direitos humanos terá que se dobrar ao maior dos direitos vigentes — a Constituição da República.

Homenagem aos militares mortos no Haiti


14/01/2010


Homenagem aos militares mortos no Haiti



O Exército prepara as homenagens que serão prestadas aos soldados mortos no terremoto do Haiti. Eles serão condecorados e receberão honras militares numa cerimônia que deve acontecer em Brasília. O governo brasileiro tenta trazer os corpos ainda neste fim de semana, no máximo. Mas a Organização das Nações Unidas (ONU) precisa concluir os procedimentos burocráticos para que os corpos possam ser transportados ao Brasil.Até agora, foram confirmadas as mortes de 14 militares e quatro continuam desaparecidos em Porto Príncipe, capital haitiana. A maior parte dos militares que morreram (dez) servia no 5º Batalhão de Infantaria Leve (BIL) em Lorena (SP). O município fica a 180 km da capital paulista. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva estará na cerimônia, e os familiares dos militares serão levados até Brasília
Portal Terra

As entranhas autoritárias do PT


Com a sua costumeira facilidade em resumir, numas poucas linhas, o verdadeiro drama hoje vivenciado pelo Brasil, a Maria Lucia assinala, desde o título, os perigos que nos ameaçam no início de um ano que, na medida em que se passarem os meses, tornar-se-ão mais e mais reais. O totalitarismo embebe a própria essência dos partidos de esquerda e, desta forma, eu acrescentaria que vejo, com receio, na inexistência de uma candidatura que a eles se oponha, a possibilidade de o PT permanecer no poder ou vir a ser substituído pelo PSDB. Não consigo esquecer a euforia com que, na rampa do Palácio do Planalto, FHC recebeu a figura de Lula (com direito até à queda dos óculos) e, muito menos, a entrevista do presidente do PSDB dizendo que de esquerda é o seu partido e que o PT não passa de um partido populista. Estamos bem arranjados! Todos são farinha do mesmo saco: uns vestem terno e outros vestiam (sempre é bom assinalar) macacão. Convém não esquecer que o PNDH-1 nasceu com FHC. De qualquer forma, evidenciar as entranhas totalitárias do PT (e por extensão da esquerda) é um serviço de valor inestimável e um alerta aos futuros governantes, sejam eles quais forem, de que ainda existe consciência crítica no Brasil.

OJBR

***

AS ENTRANHAS TOTALITÁRIAS DO PT

Maria Lucia Victor Barbosa

12/01/2010

O que pretende o PT? A quem interessa o Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3) gerado pela obsessão autoritária do secretário de Direitos Humanos Paulo Vannuchi, parido pela Casa Civil comandada pela candidata Dilma Rousseff e, o que é mais grave, transformado em decreto assinado pelo presidente da República Lula da Silva?

Não é estranho que em plena campanha da candidata do presidente, o governo petista com anuência de seu escalão mais alto onde se inclui o ministro da Justiça, Tarso Genro, resolva a afrontar as Forças Armadas, a Igreja, os produtores rurais, a imprensa, o Poder Judiciário? Afinal, voltou-se à carga para censurar a mídia, acabar com a propriedade, incitar ódios de cunho revanchista. Um figurino para Stalin não por defeito.

Seria esse arremedo de Constituição à lá Chávez uma satisfação dada à esquerda para que seja esquecido o desagradável fato de seu governo estar sendo o mais corrupto de toda nossa história? Governo de um partido que copiou tudo que antes duramente criticava, que cuspiu na ética que dizia ser o único a possuir, que transformou a ideologia que simulava ostentar em ganância de poder pelo poder.

Pode ser que o decreto que o presidente diz ter assinado sem ler – o que ser for verdade demonstra incompetência, irresponsabilidade e incapacidade para governar o país – seja uma demonstração de força. É como se a cúpula petista dissesse:

“Estamos pouco nos lixando para a repercussão negativa da constituição que nos sustentará no poder junto com Dilma Rousseff. Parabéns para nós que finalmente dominamos a arte da propaganda enganosa, que conquistamos todos os espaços no Estado. O Estado é nosso e nos o fortaleceremos cada vez mais. Não podemos perder o que conquistamos.

Ou será que a celeuma gerada pelo decreto a partir da revogação da Lei da Anistia não pretende desviar atenção de fatos mais preocupantes ou comprometedores para o governo?

Em todo caso, o PT é muito ardiloso. A capa que veste o PNDH-3 tem título cativante: direitos humanos. Esses direitos pareciam se restringir a punição a militares, como quer Paulo Vannuchi que propõe a revogação da Lei da Anistia. Só que o secretário de Direitos humanos não levou em conta que anistia quer dizer perdão, esquecimento para dois lados. Logo alguns militares retrucaram dizendo que não só tortura, mas terrorismo também é crime hediondo, que tem muitos terroristas no governo atual, incluindo a candidata do presidente.

Acesa a discussão sobre o tema, foram furtivamente apresentadas num calhamaço de 92 páginas as reais e profusas “leis” que Vannuchi diz ter colhido em congressos realizados pela sociedade civil e que, portanto, expressam dessa a vontade.

Que sociedade civil seria essa que não incluiu a imprensa, a Igreja, os produtores rurais, o Judiciário, os partidos políticos, as FFAA? Estaríamos diante dos “direitos dos manos”? Das massas de manobras das “democracias diretas”? Não seriam os “conselhos de direitos humanos” os sovietes do PT? Entretanto, o “poder dos sovietes” da Rússia de outubro de 1917, transformou-se rapidamente no poder do Partido Bolchevique sobre os sovietes.

O PNDH-3 escancarou as entranhas totalitárias do PT, quis mostrar que Lula foi só preparação menchevique para a segunda fase blochevique com Dilma Rousseff. Só falta Vannuchi propor a destruição do Cristo Redentor para colocar em seu lugar, abençoando o Rio de Janeiro, uma monumental estátua de Che Guevara. No mais, serão abolidas todas as liberdade, incluindo a de pensamento. Esse filme de terror já foi visto pelo mundo.

E enquanto Vannuchi se preocupa em acabar com a Lei da Anistia, Celso Amorim oferece a mão do governo brasileiro ao Hamas, organização terrorista que não está nem aí para direitos humanos. Aliás, Lula continua in Love com Ahmadinejad e provavelmente continuará a gracejar comparando os que morrem nas ruas ao se oporem às eleições fraudadas pelo déspota que nega o holocausto, a briga de torcidas de futebol.

O PT mostrou suas entranhas totalitárias, consciente que pode fazer sucesso. Haverá um recuo tático e depois se volta à carga. Petistas conhecem bem o que afirmou Tzvetan Todorov: “O totalitarismo é uma máquina de tremenda eficácia. A ideologia comunista propõe a imagem de uma sociedade melhor e nos incita a desejá-la: não faz parte da identidade humana o desejo de transformar o mundo em nome de um ideal? (...) Além do mais, a sociedade comunista priva o indivíduo de suas responsabilidades: são sempre ‘eles’ quem decidem. Ora, a responsabilidade é frequentemente um fardo pesado a ser carregado (...) A atração pelo sistema totalitário, experimentado inconscientemente por numerosos indivíduos, provém de um certo medo da liberdade e da responsabilidade – o que explica a popularidade de todos os regimes autoritários”.

Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.

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