MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Eleições: Como a mentira se processou

QUEM ME ENVIOU ESTE EMAIL É UMA PESSOA SÉRIA, RESPONSÁVEL, QUE NÃO PERDERIA TEMPO INVENTANDO FIRULAS.
QUANTO AOS COMENTÁRIOS, SÃO DELES.
ESTOU REPASSANDO COMO MATÉRIA PARA REFLEXÃO.
VAMOS DEIXAR DE LADO A "PASSIONICE" E VER O QUE ELE TEM A DIZER.
CONCORDAR OU NÃO, EIS THE QUESTION.

Ademir


LEIA ATÉ O FINAL. TRAZ À TONA A SUPOSTA VERDADE DO GOVERNO...

UMA ANÁLISE APARENTEMENTE BEM ELABORADA.

VALE A PENA LER !!!!!!



Resultado das eleições 2010

A verdade, nua e crua.

Pra quem quiser entender.


VOTAÇÃO PARA PRESIDENTE:


Eleitorado: 135.804.433

Apurado: 135.804.043 (99,99%)

Abstenção: 24.610.296 (18,12%)

Comparecimento: 111.193.747 (81,88%)


Votos: 111.193.747

Brancos: 3.479.340 (3,13%)

Nulos: 6.124.254 (5,51%)

Válidos: 101.590.153 (91,36%)


1
13
DILMA
PT - PRB / PDT / PT / PMDB / PTN / PSC / PR / PTC / PSB / PC do B
47.651.434 (46,91%)

2
45
JOSÉ SERRA
PSDB - PTB / PPS / DEM / PMN / PSDB / PT do B
33.132.283 (32,61%)

3
43
MARINA SILVA
PV
19.636.359 (19,33%)

4
50
PLÍNIO
PSOL
886.816 (0,87%)

5
27
EYMAEL
PSDC
89.350 (0,09%)

6
16
ZÉ MARIA
PSTU
84.609 (0,08%)

7
28
LEVY FIDELIX
PRTB
57.960 (0,06%)

8
21
IVAN PINHEIRO
PCB
39.136 (0,04%)

9
29
RUI COSTA PIMENTA
PCO
12.206 (0,01%)


Plinio, Eymael, Zé Maria, Levy Fidelix, Ivan Pinheiroe Rui Costa Pimenta, somaram 1.170.077 votos = 1,15%

18,12% de abstenção é um número elevado num país onde o voto é obrgatório.

Abstenções + Nulos + Brancos = 25,19


DEMONSTRATIVO DO ELEITORADO

TOTAL ELEITORADO

135.804.433

VOTOS APURADOS

135.804.043

(-) Abstenção

24.610.296

(-) votos não apurados

390


Comparecimento

111.194.137

(-) Brancos

3.479.340

(-) Nulos

6.124.254

(-) Sob-judice

390

9.603.984

Total Votos válidos

101.590.153

Abstenção/brancos/nulos/não apurados

34.214.280

Total de votos não válidos

25,19%


Este quadro indica que 25% dos eleitores demostratam sua insatisfação:

1. ou votando em branco (tipo serve qualquer um - tanto faz);

2. ou anularam o voto (protestaram de fato)

3. ou simplesmente protestaram não comparecendo às urnas, não importa o motivo.


1/4 do total dos eleitores aptos a votar é um número altíssimo,

num país onde se é obrigado a votar.



-----------------------------------------


Terminado o primeiro turno das, 8(oito) estados, mais o Distrito Federal irão para o segundo turno.


1. Alagoas:

1
45
* TEOTONIO VILELA
PSDB - PP / PSC / PPS / DEM / PSB / PSDB
534.962 (39,58%)

2
12
* RONALDO LESSA
PDT - PDT / PT / PMDB / PR / PRP / PC do B / PT do B
394.155 (29,16%)




2.Amapá



1
14
* LUCAS
PTB - PTB / PCB / PSDC / PRTB / PMN / PTC / PRP
96.165 (28,93%)

2
40
* CAMILO CAPIBERIBE
PSB - PT / PSB
95.328 (28,68%)




3. Brasília (DF)

1
13
* AGNELO
PT - PRB / PDT / PTB / PMDB / PPS / PHS / PTC / PSB / PRP / PC do B
676.394 (48,41%)

2
20
* RORIZ
PSC - PP / PSC / PR / DEM / PSDC / PRTB / PMN / PSDB / PT do B
440.128 (31,50%)




4. Goiás



1
45
* MARCONI PERILLO
PSDB - PRB / PTB / PSL / PPS / DEM / PRTB / PHS / PMN / PTC / PSDB / PT do B
1.400.227 (46,33%)

2
15
* IRIS REZENDE
PMDB - PT / PMDB / PC do B
1.099.552 (36,38%




5. Pará



1
45
* SIMAO JATENE
PSDB - PPS / DEM / PSDC / PRTB / PMN / PRP / PSDB
1.720.631 (48,92%)

2
13
* ANA JULIA
PT - PRB / PP / PDT / PTN / PSC / PR / PHS / PTC / PSB / PV / PC do B / PT do B
1.267.981 (36,05%)




6. Paraíba

1
40
* RICARDO COUTINHO
PSB - PDT / PTN / PPS / DEM / PTC / PSB / PV / PRP / PSDB
942.121 (49,74%)

2
15
* ZE MARANHAO
PMDB - PRB / PP / PT / PTB / PMDB / PSL / PSC / PR / PHS / PMN / PC do B / PT do B
933.754 (49,30%)




7. Piauí

1
40
* WILSON MARTINS
PSB - PRB / PT / PMDB / PTN / PR / PSB / PRP / PC do B
725.563 (46,37%)

2
45
* SILVIO MENDES
PSDB - PSC / PPS / DEM / PSDB
470.660 (30,08%)




8. Rondônia



1
15
* CONFUCIO MOURA
PMDB - PDT / PMDB / PRTB / PC do B / DEM
291.765 (43,99%)

2
23
* JOÃO CAHULLA
PPS - PP / PTB / PSL / PTN / PPS / PSDC / PHS / PMN / PV / PRP
246.350 (37,14%)




9. Roraima

1
11
* NEUDO CAMPOS
PP - PP / PT / PTB / PSC / PTC / PSB
104.804 (47,62%)

2
45
* ANCHIETA
PSDB - PMDB / PTN / PR / PPS / DEM / PSDB
99.124 (45,03%)




O que se pode abstrair deste quadro:



1. Todos os estados são da região norte e nordeste.



2. Apenas no DF e no Pará o PT possui candidato próprio e só no DF o candidato do PT aparece em primeiro lugar, com possibilidade de vitória.



3. Então, as notícias de que o PT é forte no Norte e Nordesde, são falsas, já que só venceu com candidato próprio no Acre, na Bahia e Sergipe e num estado do sul, o RGS, como segue:




--------------------------------------------------------------------------------





Nos estados que a eleição já se encerrou o PT venceu com candidato próprio em:



1.Acre



1
13
* TIÃO VIANA
PT - PRB / PP / PDT / PT / PTB / PTN / PR / PSDC / PHS / PTC / PSB / PV / PRP / PC do B
170.202 (50,51%)

2
45
TIAO BOCALOM
PSDB - PMDB / PSL / PSC / PPS / DEM / PMN / PSDB / PT do B
165.705 (49,18%)




2. Bahia

1
13
* WAGNER
PT - PRB / PP / PDT / PT / PSL / PHS / PSB / PC do B
4.101.270 (63,83%)

2
25
PAULO SOUTO
DEM - DEM / PSDB
1.033.600 (16,09%)




3. Rio Grande do Sul

1
13
* TARSO GENRO
PT - PT / PR / PSB / PC do B
3.416.460 (54,35%)

2
15
FOGAÇA
PMDB - PDT / PMDB / PTN / PSDC
1.554.836 (24,74%)




4. Sergipe

1
13
* DEDA
PT - PRB / PDT / PT / PMDB / PSL / PSC / PR / PTC / PSB / PC do B
537.223 (52,08%)

2
25
JOÃO ALVES
DEM - PP / PTN / PPS / DEM / PHS / PMN / PV / PSDB
466.219 (45,19%)






O PSDB venceu com candidato próprio em:



1. Minas Gerais



1
45
* ANTONIO ANASTASIA
PSDB - PP / PDT / PTB / PSL / PSC / PR / PPS / DEM / PSDC / PMN / PSB
6.275.520 (62,72%)

2
15
HELIO COSTA
PMDB - PRB / PT / PMDB / PC do B
3.419.622 (34,18%)




2. Paraná

1
45
* BETO RICHA
PSDB - PRB / PP / PTB / PSL / PTN / PPS / DEM / PSDC / PHS / PMN / PTC / PSB / PRP
3.039.774 (52,44%)

2
12
OSMAR DIAS
PDT - PDT / PT / PMDB / PSC / PR / PC do B
2.645.341 (45,63%)




3. Santa Catarina




25
* RAIMUNDO COLOMBO
PSDB - DEM - PTB / PMDB / PSL / PSC / DEM / PTC / PRP
1.815.304 (52,72%)

2
11
ANGELA AMIN
PP - PP / PDT / PT do B
857.698 (24,91%)






4. São Paulo

1
45
* GERALDO ALCKMIN
PSDB - PMDB / PSC / PPS / DEM / PHS / PMN / PSDB
11.519.314 (50,63%)

2
13
ALOIZIO MERCADANTE
PT - PRB / PDT / PT / PTN / PR / PSDC / PRTB / PRP / PC do B / PT do B
8.016.866 (35,23%)




5. Tocantins

1
45
* SIQUEIRA CAMPOS
PSDB - PRB / PTB / PTN / PSC / PR / DEM / PRTB / PMN / PTC / PV / PSDB / PT do B
349.592 (50,52%)

2
15
CARLOS GAGUIM
PMDB - PP / PDT / PT / PMDB / PSL / PPS / PSDC / PHS / PSB / PRP / PC do B
342.429 (49,48%)


É Só entrar no Site do TSE você tem tudo ai abaixo:



Fonte: http://divulgacao.tse.gov.br/



Nos estados onde a eleição já terminou os votos ficaram assim distribuídos:



Quantidade de votos do PT = 8.225.155



Quantidade de votos do PSDB = 22.999.514



E que se abstraí destes números?



Abstraí-se que o índice de 84% de aprovação do governo Lula foi um número inventado. Uma mentira deslavada!!!



Explico como se processou a mentira:



Quando houve o plebiscito sobre o Desarmamento, o governo entrou pesadamente a favor do SIM.



Mas, pequenos institutos de pesquisa independentes que davam a vitória do NÃO na base de 60% a 70% também "apareciam", timidamente, mas apareciam e os institutos de pesquisa do governo tiveram que, lentamente, adequar a verdade até o dia do plebiscito, tal como voltou a acontecer agora. À uma semana, véspera da eleição, os grandes institutos começarão a se aproximar lentamente da verdade.


O grau de canalhice federal (tal como aconteceu no Plebiscito do Desarmamento) manteve esta tendência favorável ao governo até e undécima hora; até quando os institutos de pesquisa disseram "nós não vamos mais continuar nessa canoa furada” e, na hora H, os institutos tiveram que dizer a verdade, porque, se não o fizessem, estariam desmoralizados para sempre e perderiam a clientela toda, já que ninguém quer saber de contratar institutos que erram em pesquisas.



Como os institutos perceberam que a estratégia do PT não estava dando certo, tiveram que ir trazendo à público a realidade, lentamente, até que disseram a verdade às vésperas das eleições! Os votos comprovaram as pesquisas. Incrível, né? Margem de erro zero.



Acontece que, em qualquer campo da vida humana, pra se poder mentir bem, é necessário saber a verdade sem enfeites.



O governo sabe disso e se o "blefe" funcionar, os dois ganham, mas quando o "truco" não pega; fica a pergunta: quem perde mais... o governo ou os institutos de pesquisas?



Os institutos de pesquisas levam vantagem por que sabem da realidade antes do governo e só manterão o blefe se forem muito bem pagos... Mas muito bem pagos mesmo. Pagos de forma que, se ficarem sem o faturamento daqueles que não contratam quem não acerta em pesquisas, por alguns meses, eles ainda poderão sobreviver até que tudo caia no esquecimento.



Por outro lado, o governo sabendo que pode perder, não investe... Então os institutos preferem adequar as pesquisas à realidade até o dia anterior às eleições.



Tenhamos em mente que ninguém monta instituto de pesquisa (uma empresa) para durar somente 4 anos ou 8 anos, mas muita gente se candidata para apenas 4 anos.



Quem conhece eleições sabe que é raríssima uma parcela imensa do eleitorado mudar de ideia bruscamente. Um desvio de 84% para 47% NÃO EXISTE EM CIÊNCIA ESTATÍSTICA (só em casos excepcionalíssimos).



Em eleições, o eleitor vai formando a sua opinião ao longo do tempo, dificilmente ele muda no dia do voto. Como se sabe, o NÃO ganhou o plebiscito com mais de 2/3 dos votos, mostrando a realidade abstraída pelos pequenos institutos de pesquisas.



Só para lembrar, a pergunta feita no plebiscito era capciosa. "Você é a favor da proibição da comercialização de armas de fogo?"



Que não prestasse a atenção votaria no SIM e o governo investiu pesadamente nisso.



Eu tive a comprovação da indução ao erro que o governo promoveu. Perguntando à várias pessoas se elas eram a favor de se poder ter armas de fogo e todas diziam que sim; que a gente tem que poder se defender, por que a bandidagem estava muito grande, mas quando eu perguntava como eles iriam votar no plebiscito, diziam que iriam votar no SIM e só depois que eu mostrava a sacanagem embutida na pergunta é que essas pessoas viam a bobagem que iriam fazer. Aí mudavam pro NÃO!



Quanto ao índice de aprovação do governo em 84% mudar assim, em 3 ou 4 meses para 47%, uma "virada" desta natureza é impossível estatisticamente falando, exceto em casos excepcionalíssimos como a morte de um candidato, fato importante só revelado na véspera.



Dizia-se que Lula chegou a ter mais de 90% de avaliação positiva somando o Bom e o Ótimo. Isto é estatisticamente impossível de ocorrer. Este tipo de fraude sempre e só ocorreu em países ditatoriais. Foi norma em TODOS os países da esfera comunista e nos demais totalitários da África, Europa, Ásia, Oceania e até mesmo América Latina.


Para quem é leigo nesta matemática, segue um exemplo simples, que todos entendem.



Quando o governo aumenta o valor percentual de um tributo, a quantidade arrecadada aumenta em proporção menor. Se estes aumentos persistem, chega um momento em que cada aumento da alíquota causa uma redução real da arrecadação, tudo por que desestimula a produção e aumenta a sonegação. É o chamado Efeito Tanzi (do italiano Vito Tanzi) que mostra a correlação negativa entre inflação e impostos. Quem gera o imposto, para não perder vendas e a competitividade de seu produto, acaba subfaturando, ou vendendo parte com nota-fiscal e outra sem ou vendendo tudo sem nota-fiscal. As empresas precisam sobreviver gerando lucros para pagar seus empregados e remunerar o capital investido.



No dia em que governantes e, principalmente os sindicalistas souberem exatamente em quantas partes se divide uma empresa, a coisa muda. Só que eu não vou dizer aqui a fórmula mágica que beneficiaria o governo e muito mais os sidicatos. Contratem-me, que eu "conto" e provo por A+B que tudo o que existe está equivocado.



Este fenômeno, o Efeito Tanzi, também funciona em muitas outras funções sociais e uma delas é para medir a aprovação popular. Vejam o percentual de abstenções, brancos e nulos... 25% é um absurdo num país onde se é obrigado a votar. O volume de mentiras patrocinadas pelo governo; a corrupção por ele aparada sem punição; as ligações obscura; a falta de transparência são um dos principais fatores desse índice alarmante.



Se o governo do Lula tivesse tido um percentual real de bom + ótimo na casa de 53%, com margem de erro de 2%, pra mais ou pra menos, a Dilma tinha vencido no primeiro turno, tudo sob a égide do "melhor prevenir do que remediar". - Entenderam a matemática?!



Mas há tão pouca gente interessada em pesquisar isto com seriedade ou até em analisar estes números. Talvez seja por que é muito difícil vencer a barreira quase intransponível do poder público, visto sua imensa capacidade de mentir e subornar.



Vale outra máxima: "A mentira tem pernas curtas". Não foi à toa que o Beto Richa, no Paraná, entrou com um pedido de liminar impedindo a divulgação das últimas 3 pesquisas, já que as pesquisas veiculadas pela "máquina governamental" dava vitória para Osmar Dias e era um blefe poderia "colar".



Valeu outra máxima: "Quem sabe, sabe!"



Portanto Prezados Amigos:



Chega de mentiras, principalmente para as classes mais pobres que não tem como chegar a essas conclusões.

Queremos um governo transparente... Sem mentiras... Sem vexames...

Queremos um presidente de fato e não de boato.



Pior do que está, jamais irá ficar. O novo governo terá a obrigação de fazer um governo melhor do que quase estamos acostumados, mas não vamos nos acostumar jamais.



Vamos mudar, por que com o PT, já sabemos que não dá certo.



É muita mentira para tão poucas realizações.



"É muita caca, pra pouco pinico". (Rita Lee)
"BRASIL...mostra sua cara...!"


Obs.: Texto recebido de um amigo internauta (F. Maier).