MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Revanchismo do governo petista contra o coronel Cordero,do Uruguai

Cel Ref Manuel J. Cordero Piacentini em ambulância-UTI ao ser extraditado para a Argentina

24/01 -

DOIS PESOS, DUAS MEDIDAS

Por Marli Nogueira*

A pior atitude que qualquer pessoa – ou governo – pode tomar em relação aos fatos da vida é a adoção de dois pesos, duas medidas. Ao anunciar o Plano Nacional de Direitos Humanos, o Planalto avisa, com toda candura de que é capaz quando lhe convém, que uma das diretrizes do Plano (a de número 23) é o “Reconhecimento da memória e da verdade como Direito Humano da cidadania e dever do Estado”, tendo como Objetivo Estratégico “Promover a apuração e o esclarecimento público das violações de Direitos Humanos praticadas no contexto da repressão política ocorrida no Brasil no período fixado pelo art. 8o do ADCT da Constituição, a fim de efetivar o direito à memória e à verdade histórica e promover a reconciliação nacional.”

Ocorre que a última coisa em que o governo pensou ao editar o malfadado Plano foi exatamente a Verdade, como qualquer pessoa minimamente inteligente é capaz de perceber.

Se o Brasil já conta com mais de 500 anos de história, não há motivo plausível para se pinçar apenas um curto período (de 1946 a 1988, segundo fixado no art. 8º do ADCT) para que sobre ele se investiguem “as violações de Direitos Humanos” então havidas. E as violações ocorridas logo após a proclamação da República, sob Floriano Peixoto, nosso segundo presidente, que foi obrigado a agir com violência para debelar a Revolta Federalista do Rio Grande do Sul e a Revolta da Armada, além de conter seus incontáveis opositores? E as violações perpetradas durante a ditadura de Getúlio Vargas, que promoveu perseguições em todo o território nacional? E outras várias violações, ocorridas em todos os governos? Ou será que apenas a partir de 1946 o
Brasil conheceu tais violações?

Fica patente, portanto, que o interesse do governo é afagar o ego dos terroristas (muitos deles hoje integrando o aparato estatal) que, pouco antes da Contra-Revolução de 1964 e durante grande parte do regime militar, infernizavam a vida de todos os brasileiros, não apenas com greves e badernas, mas também com assaltos a bancos e cofres-fortes, assassinatos (inclusive de seus próprios companheiros, por questões de “justiçamento”, o que equivalia a uma punição para todo aquele que decidisse voltar atrás na empreitada de transformar o Brasil em uma Cuba ou uma União Soviética) e guerrilhas. Um analista político isento dirá, com toda a clareza, que não haveria de ser com pedidos de “por favor”, “por gentileza”, que esses terroristas iriam prestar às autoridades as informações necessárias para que se impedissem novos assaltos, novos assassinatos, novos focos de guerrilhas, a fim de que elas pudessem evitá-las e, assim, salvar a vida de muitos brasileiros. Estávamos em guerra, cujas normas são próprias da situação. E elas são facilmente detectáveis em milhares de livros que tratam das guerras ocorridas ao longo de toda a história da humanidade. Dessa forma, a “verdade” que a Comissão Nacional de Direitos Humanos busca é apenas aquela que traga vantagens para seus integrantes e para a “companheirada” (não nos esqueçamos de que o próprio presidente da Comissão, Sr. Paulo Vannuchi, pertenceu ao movimento revolucionário ALN, Aliança Libertadora Nacional, de matriz castrista, que, como os demais, visava à instalação do comunismo no Brasil, o que agora está sendo buscado pela via gramsciana).

Por outro lado, se é mesmo para “resgatar a verdade”, então que se incluam, no Plano, outros fatos igualmente importantes da história do País e que até hoje não foram esclarecidos, tais como os citados abaixo (cito apenas uns poucos para não dar à listagem a extensão de um catálogo de telefones):

- o assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel, e de todas as testemunhas do crime, após ele ter descoberto o desvio de dinheiro público para o PT, segundo consta de varias reportagens jornalísticas;
- o assassinato do prefeito de Campinas, o Toninho do PT (ao que se noticiou, pelo próprio PT), que até hoje também constitui um “mistério”;
- a maracutaia das ONGs, cerca de 300 mil instaladas no Brasil (a revista Veja chegou a publicar uma matéria mostrando as irregularidades de uma ONG sediada em Santa Catarina, pertencente à senadora petista Ideli Salvatti);
- o “mensalão” do PT, com todos aqueles dólares transitando em cuecas, malas e caixas de uísque vindas do exterior, mas que, apesar da denúncia do deputado Roberto Jefferson, até hoje permite que os culpados andem livres e soltos mundo afora;
- os escândalos das ambulâncias, das sanguessugas, das emendas parlamentares, das verbas indenizatórias dos membros do Congresso, etc, etc, etc;
- o descaso com as populações carentes (por mais que se apregoe que “nunca na história deste país” os pobres foram tão assistidos), que acabam por se instalar em locais altamente perigosos, sujeitos a deslizamentos em épocas de chuva, sem que haja fiscalização alguma sobre suas construções e nem uma política de contenção de encostas, de limpeza de bueiros, entre outras, capazes de mitigar os efeitos dos temporais. E isso a despeito de as cenas de tragédia se repetirem ano após ano;
- o perdão de dívidas de países africanos, dando, de mão beijada, o dinheiro que a maioria dos brasileiros consegue produzir com imensas dificuldades. E pior: sem sequer nos perguntar se concordamos com tais medidas;
- o financiamento de obras em países outros, preferentemente da América Latina, desde que seus governantes também abracem a mesma ideologia ora reinante por aqui, igualmente sem consulta prévia e sem que nós mesmos já tenhamos a infra-estrutura que, benevolentemente, o governo busca implantar alhures (será que essas obras são, realmente, efetivas, ou será que a dinheirama toda não se destina a outros fins, impublicáveis?);
- a recepção calorosa ao ditador iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, o mesmo que duvida firmemente do holocausto e que se reelegeu de forma nada republicana, ao que a mídia noticiou;
- o afã com que se quer controlar a imprensa, o empresariado, as opções religiosas, enquanto se atribui aos “movimentos sociais” (verdadeiros grupos de guerrilha) um poder de dirimir os conflitos de terras, retirando do Judiciário essa função, em nítido desprezo ao direito de propriedade.

E muito mais.
Essa turma dos “direitos humanos” parece se esquecer de que também constitui uma imperdoável violação desses direitos toda ação política que, em tempo de paz, suga o dinheiro dos contribuintes sem fornecer-lhes, em compensação, os serviços públicos de qualidade que todo esse dinheiro poderia construir. Mas ao invés de realmente governar – o que significa restituir ao povo os seus impostos transformados em serviços (além de promover a concórdia e a união de todos) -, nossos políticos preferem servir-se de discursos adulatórios das massas, de políticas assistencialistas corruptoras da sociedade, de instigação de certas categorias contra outras, de distorcer o sagrado princípio democrático do império da lei (como estabelecido no caput do art. 5º da Constituição) para favorecer uns em detrimento de outros, de políticas de aparelhamento do Estado com a “companheirada” (tenham eles ou não competência e qualificação), além de viver nababescamente ao mesmo tempo em que cinicamente pregam a “proteção dos pobres”.

Afora tudo isso, há de se atentar para o fato de que a nossa Constituição “Cidadã” já estabelece, em seu artigo 5º, XXXIII, que “todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado”. O que se quer mais?

Está na hora, sim, de uma Comissão Nacional da Verdade. Mas que ela seja abrangente e imparcial, investigando inclusive – ou melhor, principalmente - os desmandos do atual governo, sem os quais o povo brasileiro iria muito bem, obrigado. Escolher de forma oportunista a “verdade” que se quer ouvir, enganando o povo com discursos ideológicos e, pois, afastados da realidade, configura atitude vil, abjeta e incompatível com a democracia e a liberdade.
Basta de dois pesos, duas medidas!

*A autora é Juíza do Trabalho em Brasília.

***

23/01 - UM PESO E DUAS MEDIDAS

http://www.averdadesufocada.com/index.php?option=com_content&task=view&id=2797&Itemid=1

Pela editoria do site http://www.averdadesufocada.com/

Para entendermos o que está acontecendo com a extradição do coronel reformado Manuel Juan Cordero Piacentini, é necessário que conheçamos a história da violência revolucionária que atingiu a América Latina.na década de 70. Em janeiro de 1966, foi criada a Organização Latino Americana de Solidariedade - OLAS -, numa reunião em Havana, com a presença de 700 delegados representando os movimentos revolucionários de 22 países. A sua finalidade era “Unir, coordenar e estimular a luta contra o imperialismo norte-americano, por parte de todos os povos explorados da América Latina”. O documento final determinava, por consenso, a existência de um Comitê Permanente, sediado em Havana, que se constituiria na genuína representação dos povos desses países. Dessa organização partiriam as ondas vermelhas, em cujas cristas estariam os movimentos revolucionários que inundariam a América Latina.

O documento final determinava, por consenso, a existência de um Comitê Permanente, sediado em Havana, que se constituiria na genuína representação dos povos desses países. Dessa organização partiriam as ondas vermelhas, em cujas cristas estariam os movimentos revolucionários que inundariam a América Latina. A OLAS passou a ser dirigida por representantes de Cuba, Brasil, Colômbia, Peru, Uruguai, Venezuela, Guatemala, Guiana e México. Orientada política e ideologicamente pelo Partido Comunista da União Soviética - PCUS-, Caberia à OLAS conduzir e impulsionar, operacionalmente, o processo revolucionário. Nos debates predominavam as discussões sobre a utilização da luta armada e pregava-se que "todos os movimentos de libertação têm o direito de responder à violência armada do imperialismo com a violência armada da revolução” e que “a luta revolucionária deve estender-se a todos os países latino-americanos”.
Che Guevara influenciava os jovens com suas teorias de que: “Na América Latina luta-se de armas na mão, na Guatemala, na Colômbia, na Venezuela e na Bolívia e despontam já os primeiros sinais no Brasil. Quase todos os países deste continente estão maduros para essa luta que só triunfará com a instalação de um governo socialista. O ódio intransigente ao inimigo deve ir além das limitações naturais do ser humano. Deve se converter em violenta, seletiva e fria máquina de matar. Nossos soldados têm de ser assim, um povo sem ódio não pode triunfar sobre um inimigo brutal.”
Assim, os tentáculos do Movimento Comunista Internacional (MCI) expandiam-se para a América Latina de forma organizada. A partir de então, surgiram inúmeras organizações que participaram da luta armada, todas recebendo apoio em dinheiro, armamento e munição, fornecidos pela União Soviética por intermédio de Cuba, além de cursos de treinamento de guerrilha nesse último país.
No Brasil, foram criadas 29 organizações terroristas e outras 22 que optaram por outras “formas de resistência”, sob o pretexto e a justificativa de lutarem contra a “ditadura”.
No Chile, o Movimiento de Izquierda Revolucionário (MIR), fundado em 1965 durante o governo de Eduardo Frei, iniciou, efetivamente, suas atividades revolucionárias em 1967.
Quando a luta armada terminou, o número de vítimas passava de 4.000.
Na Argentina, vários grupos estavam em atividade, porém dois eram particularmente poderosos: os Montoneros e o Ejército Revolucionário del Pueblo (ERP). Entre 1970 e 1973, o terror aumentou suas ações. Em 1971, eles fizeram 21 tentativas de invasão de unidades militares, 466 atentados a bomba, assassinaram 110 pessoas e seqüestraram outras 117. Na década de 1969 -1979, foram praticados pelas organizações terroristas argentinas 21.000 atentados a bomba, 1.748 sequestros e 1.501 assassinatos. Em 1983, ao término da luta armada, o saldo de mortos era superior a 30.000 pessoas.
Hoje, são muitos os ex-montoneros que estão no governo da presidente Cristina Kirchner.
No Uruguai, o Movimiento de Liberación Nacional (Tupamaro), que atuava desde 1963, intensificou as suas ações a partir de 1971. Quando os terroristas foram derrotados o número de vítimas era superior a 1.000.
Nas últimas eleições foi eleito presidente o antigo tupamaro Pepe Mujica . No Senado e na Câmara dos Deputados a representação de ex-militantes tupamaros é grande.
Durante a guerrilha revolucionária, o coronel reformado Manuel Juan cordero Piacentini, na época um jovem major, combateu os Tupamaros .
Um peso e duas medidas
Casado há 32 anos com uma brasileira, residente em Santana do Livramento, Cordero foi preso em 26/02/ 2007. Sua extradição foi pedida pela Argentina e pelo Uruguai Os crimes dos quais é acusado teriam sido cometidos na Argentina. Seu pedido de refúgio foi negado. Doente, em agosto do ano passado, a Justiça determinou o cumprimento da prisão no âmbito domiciliar para tratamento médico.
Ainda em agosto de 2009, o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a extradição do uruguaio para Argentina, mas a redação final da decisão foi publicada apenas em dezembro.. Um mês depois , de publicada a sentença, Cordero, hoje, dia 23/01/2010, em uma ambulância-UTI, foi entregue às autoridades argentinas, na cidade de Paso de los Libres.
Interessante é comparar esse processo com o que envolve o italiano Cesare Battisti, ex-militante do movimento extremista de esquerda Proletários Armados pelo Comunismo (PAC), preso em Brasília desde março de 2007. Em 28/11/2008, o Comitê Nacional para os Refugiados (Conare) rejeitou por 3 votos a 2 o pedido de refúgio de Battisti. O ministro Tarso Genro e militantes da luta armada no poder defendem a permanência de Battisti no Brasil. O pedido de extradição foi feito pelo governo italiano em maio do ano passado, sob a alegação de que Battisti foi condenado naquele país à prisão perpétua, por quatro homicídios ocorridos entre 1977 e 1979.
O ex-deputado petista Luiz Eduardo Greenhalgh, advogado de Battisti e ideologicamente ligado à seu cliente, afirma que os crimes foram imputados falsamente ao italiano. “Os delitos, ainda que falsamente imputados a Battisti no pedido de extradição, são frutos de ação política, e o Brasil impede a extradição por crimes dessa natureza. Nossa Constituição, nossas leis, nossa jurisprudência e o tratado de extradição entre Brasil e Itália impedem a extradição por crimes políticos”, diz ele. Melhor seria se dissesse: "nossa ideologia não permite punir um companheiro"; "Crimes cometidos em nome da ideologia vermelha são crimes políticos" ; "reações à violência comunista são considerados crimes comuns"
Battisti tem a seu favor o fato de o Supremo ter rejeitado a extradição de outros três italianos — Pietro Mancini, Luciano Pessina e Achille Lollo, todos esquerdistas, militantes nos anos 70. Mancini foi condenado na Itália a 20 anos de prisão por ter cometido vários crimes. Lollo, por ter incendiado o apartamento onde residia a família de Mário Mattei, um militante de direita. No incêndio morreram carbonizados dois filhos de Mattei ( com 8 e 12 anos).. Pessina, também condenado, por vários atentados a bomba, sem vítimas . Nos julgamentos, o STF concluiu que a motivação para os pedidos teria fundo político. Quando a extradição é rejeitada, o estrangeiro pode viver livremente no Brasil. "O STF, por sua tradição de respeito às garantias constitucionais e aos direitos Humanos tem se posicionado frontalmente contra esse tipo de iniciativa”, diz Greenhalgh, referindo-se ao que chama de extradições políticas, ele mesmo casado com uma militante da luta armada no Brasil.
Ele afirma, em defesa de Battisti que ele — oriundo de uma família de militantes comunistas — ingressou na militância política muito jovem, no fim da década de 70 e início dos anos 80, quando havia "enorme disputa entre o mundo capitalista e o comunista."
O processo de Battisti está confuso. Apesar do STF ter votado pela extradição, caberá ao presidente Lula a última palavra. Comentam que se procura uma saída para manter o companheiro de ideologia no país. Provavelmente pelo lado humanitário (?) Lula decidirá pela permanência de Battisti no país. Mais um assassino, comunista, livre, leve e solto no Brasil. A ideologia vermelha justifica qualquer ato: os assaltos, os atentados, os sequestros e os assassinatos.
O major Cordero na década de 70, jovem também, lutou contra a guerrilha vermelha, quando havia enorme disputa entre o mesmo mundo capitalista e comunista que motivou Battisti a cometer os quatro assassinatos. Só que, como Cordero não estava do lado dos companheiros que hoje estão no poder, os crimes atribuidos a ele não são políticos, são crimes comuns, sem direito às benesses que favorecem os "resistentes". Um peso e duas medidas, justiça ideologicamente comprometida.

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Comentários

Carlos Alberto Pires da Silva IP:201.34.56.xxx 23-01-2010 22:44:31

Hoje estamos extraditando militares estrangeiros que lutaram contra facções criminosas autodenominando-se combatentes contra o regime ditatorial.
Amanhã será a vez de nossos militares que cumpriram seus deveres de defensores da Pátria e da Ordem.
Esses cretinos mafiosos não têm nada a ver com movimentos políticos esquerdistas, são assassinos cruéis que mataram meninos e 8 e 12 anos.
Um País que acoberta esses vândalos que moral pode ter de condenar os militantes do Comando Vermelho combater o crime organizado se nós importamos a pior escória que pode haver no mundo.


Roberto - Vejam o artigo e reflitam IP:189.62.57.xxx 23-01-2010 23:05:12

Cara Editora

Em vez de tratar de dar-nos suas "liçoes tergiversadas da hisória" porque nao admite que o que os preocupa a voces é o artigo do jornalista da Folha de Porto Alegre transcrito abaixo..
Como lhes disse mais de uma vez, sou oficial da PM e nao queremos NADA que nos assemelhe com estes assassinos do passado. Já batante trabalho temos com limpar o nome da corporaçao quando temos deliquentes que matam sem pensar seres humanos que por mais que sejam talvez marginais devem ser educados para a sociedade .
Em boa hora, que vá Cordero (que nao foi nada cordeiro pelo visto) pagar pelos seus crimes como devem fazer todos..

Saudaçoes

Extradição de uruguaio pode abrir precedente contra Lei da Anistia
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GRACILIANO ROCHA
da Agência Folha, em Porto Alegre
A possível extradição do coronel reformado uruguaio Manuel Cordero, 71, pode abrir caminho para que crimes cometidos durante a ditadura brasileira (1964-1985) sejam investigados e reforçar a contestação da constitucionalidade da lei 6.683, a Lei da Anistia.
Para a Argentina, que requereu sua extradição, Cordero cometeu crimes de lesa-humanidade durante a ditadura daquele país (1976-1983). A entrega dele deveria ter ocorrido na terça, mas foi suspensa por razões médicas. Ele está internado em Santana do Livramento (RS).
A Lei da Anistia impede a responsabilização de pessoas por crimes de motivação política entre 1961 e 1979, quando foi promulgada.
Tanto juristas favoráveis à revisão da anistia quanto os contrários a ela veem na extradição do uruguaio, autorizada pelo Supremo Tribunal Federal em 2009, a abertura de um caminho, no futuro, para processos contra militares brasileiros suspeitos de crimes durante a ditadura.
Isso porque Cordero --oficial ativo da Operação Condor, aliança das ditaduras sul-americanas para eliminar opositores de esquerda-- responderá pelo sequestro de uma criança em 1976. Ele também é suspeito do desaparecimento de 11 pessoas.
O STF acolheu a tese da Procuradoria-Geral da República sobre a equivalência entre desaparecimento forçado (pelo qual é acusado na Argentina) e sequestro, previsto no Código Penal Brasileiro: são crimes continuados e, portanto, não abrangidos pela Lei da Anistia.


Mario T. Silva - Covardes. IP:201.5.41.xxx 23-01-2010 23:26:07

São covardes! O que fazem é o mesmo que "bater em defunto"! Não imaginam o que podem estar provocando! Não levam em consideração que o Brasil não é mais um País de jovens, e sim um País de velhos, e os velhos sabem muito bem das atrocidades cometidas por essa laia! Continuam cobras venenosas, só matando mesmo! É tudo tendencioso. Esta notícia veiculada na "rede roubo" ops! rede grobo, foi anunciada hoje por um âncora ao lado do Alexandre Garcia. Castigo? A fisionomia do Alexandre Garcia não era boa. Vagabundos, ladrões, subversivos! Mas isso vai passar, como em Honduras, no Chile, etc. Não percebem que a única coisa que conseguem fazer é cavar a própria cova! Burros! Hipócritas! COVARDES!!!


Mario T. Silva - Ao Sr. Roberto. IP:201.5.41.xxx 24-01-2010 00:55:53

Pelo visto o Sr. deve ser um jovem e idealista oficial da PM, muito louvável! Continue na sua luta! É importante que tenhamos pessoas assim. Mas será que seu posicionamento seria o mesmo se tivesse sido oficial da PM na década de 60? Vendo seus companheiros de farda serem assassinados por terroristas dispostos a tudo para a implantação do comunismo por ordem de Cuba, URSS ou China? O Sr. mesmo poderia ter sido "justiçado", como foram muitos de seus companheiros de farda. Tudo se inverteu após a abertura política neste País, Sr. Roberto! Houve um giro de 90° à esquerda. Seus ensinamentos básicos é que foram atingidos por tergiversações da corja comunista que sempre emperrou o desenvolvimento deste País. Pelo que eu percebo, aqui não há essa preocupação que o Sr. insinuou, como o próprio texto do site diz em seu título, o que não concordamos é com um peso e duas medidas. Não vejo nenhuma tergiversação no que foi escrito, ou o Sr. desconhece a história do terrorista Battisti? O assassinato de seu colega de farda Alberto Mendes Junior? Esses marginais que matam sem pensar, como o Sr. mencionou, é resultado desta situação, causada pelos comunistas. No período do governo militar não existia isto! A autoridade era respeitada! Se o Coronel Cordero foi extraditado, por que não extraditar Battisti? Quem lhe escreve é um Sr. de idade Sr. Roberto, que já passou por vários governos, e que conheceu os jovens militares que combateram essa corja que aí está, e sempre teve a certeza que jamais levaria um tiro nos cornos por não ter cumprido a missão ou por ter pedido baixa!!! Como era praxe entre êles!


Homem Americano - PRECISAMOS DE BAYGON? IP:187.41.163.xxx 24-01-2010 04:33:46

Senhora editora,poupe-nos, por favor.

Acaso a senhor não percebeu que certas figuras que comentam os posts aqui neste site são petralhas? Quer coisaq mais ignóbil que as declarações do comentarista Roberto? Ele se diz oficial da PM. òtimo. Como força auxiiar, nenhum conhecimento tiveram as polícias militares sobre as informações do CIEx. Tinham aárdua tarefa de auxiliar no policiamento, tarefa ademais vinculada diretamente à sua atividade fim. Raraos eram os policiais militares que podiam ter acesso a informações, contudo, tais informações eram privativas de oficiais dos quadros superiores.

Desculpe-me, mas, este site está se tornando impossível de ser acompanhdo. Não rasguei meus cotovelos e joelhos rastejando nas campanhas em que operei para ouvir ou ler idiotices de pessoas não qualificadas para o debate.

Não publique, se não quiser, mas, acredite, não tenho lá tanto interesse de publicar comentários spbre os posts e vê-los desmerecidos por nenhum maldito vermelho. Eles não desistirão nunca, nem eu. Se tiver que combatê-los novamente, farei a minha obrigação para com a humanidade, obrigação que não cumpri, pois permiti que voltassem para infernizar o nosso povo.


Luiza Fraga - Balança Viciada. IP:189.25.13.xxx 24-01-2010 05:55:36

Não se pode comparar o que houve na Argentina com o que aconteceu aqui. Se ele cometeu crimes, nada mais justo que seja remetido ao seu país para que responda por ele. AGORA, QUEM VAI JULGA-LO? E EM QUAIS BASES? SERÁ UM TRIBUNAL JUSTO OU DE EXCEÇÃO? SE FOR O SEGUNDO CASO,NÃO PODERIA TER SIDO ENTREGUE.

E Battisti, que foi pedido pela população e pelos familiares de suas vítimas? Protela-se à exaustão sua remessa para os tribunais italianos, por quê?
Evidentemente que a questão ideológica perpassa estes dois casos, pois há um alinhavo entre Battisti e os que lhe guardam as costas, mesmo com o clamor do povo brasileiro em fazer cessar esta vergonha de acobertar um assassino frio, como este maluco da Brigate Rosse.

Pergunto se alguém lembra dos nomes: Guillermo Rigoundeaux e Erislandy Lara? Pois são os dois boxeadores cubanos que pediram asilo no Brasil e foram deportados em tempo recorde, sob alegação estúpida de irregularidades nos documentos. Claro que estavam! Queriam asilo, ora bolas! Disse Tarso Genro: “ Nós vamos cumprir a lei, a Polícia Federal cumpriu a lei. A deportação foi feita porque os cubanos queriam ir embora", acrescentou. Devolver os atletas para Cuba foi o mesmo que matá-los. Para Genro, eles queriam, então, morrer????
Mas asilo para eles...bem, neste caso.................NÃO! Agora, para terrorista italiano...............SIM.
Um peso para várias medidas sim, dependendo de quem esteja pedindo e sendo pedido.


A editora - Para o Sr Roberto IP:189.61.0.xxx 24-01-2010 12:15:11

Incomoda muito a vocês a revelação da história. Os dados que estão na matéria são de várias fontes, todas confiáveis.Desminta-os, se for capaz. Essa história precisa ser levada ao público. Sabemos que o site é uma gota d'água, mas, é melhor que nada. Sempre alguém tomará conhecimento de fatos que se passaram no Brasil e que são "esquecidos", ou melhor,escondidos por conveniência por aqueles que estão no poder e que exercem pressão econômica sobre grande parte da mídia para que não publique determinados fatos.
Respeitamos muito a PM e sabemos que são muitos os policiais honestos que compôem essa corporação que teve grande participação na luta contra o terrorimo naa décadas de 60 e 70.Cremos, que foi essa instituição que teve mais componentes mortos nessa luta, em defesa da sociedade. Mesmo assim, o senhor que se diz oficial da PM ainda denigre a lembrança de seus companheiros de farda.Lamentamos que o senhor tenha voltado a nos visitar, se não crê em fatos verídicos por que perde seu tempo e nos faz ler suas baboseiras, que postamos apenas porque somos bem mais democráticos que o senhor e seus gurus vermelhos.


A editora - Para Homem Americano IP:189.61.0.xxx 24-01-2010 12:26:47

Senhor , é um prazer tê-lo com frequência em nosso site.Seus comentários reforçam a linha desse espaço- mostrar a verdade e , por meio do debate, levar aos jovens( nem creio que seja a situação do Sr Roberto) a verdade. Se não aceitarmos comentários contrários às nossas opiniões, não teremos oportunidade de rebatê-los com novos argumentos. Entendo sua revolta, mas peço-lhe, que como diz, continue na luta e a luta agora é essa , palavras, palavras e mais palavras. Na cabeça de alguém vai entrar!. Quem quiser continuar de antolhos , que continue...
Esperamos contar sempre com sua presença e com a sua experiência!!!


A editora - Para CID IP:189.61.0.xxx 24-01-2010 12:48:34

Seu comentário não foi publicado, pois apesar de concordarmos com grande parte de sua postagem , pensamos que foi desrespeitoso com a PM, que não é representada pelas opiniões do Sr Roberto. Aliás, nem sabemos se ele faz parte dessa corporação que arrisca a vida em defesa da sociedade.


Pedro Henrique Bougleux - Ao Sr Carlos Alberto Pires da IP:189.112.246.xxx 24-01-2010 12:59:46

Gostei de seu comentario aliás sempre os leio com atenção mas eu creio que isto ai é coisa grave e séria mereceria uma atenção maior.
Os quadrilheiros da America querem sangue dos que não conseguiram assassinar.........estão sedentos.
Eu creio que o momento exige uma campanha nacional entre os homens de bem para arrecadação de fundos objetivando o reequipamento e reaparalhamento de nossas Forças Armadas atualmente desarmadas, posso ser um sonhador mas ainda creio no setor produtivo responsavel e nos homens e mulheres de bem, ainda são muitos.


Carlos Alberto Pires da Silva IP:201.88.34.xxx 24-01-2010 13:51:49

Que me perdoe o Cid, mas acho que não devemos generalizar, uma vez que nosso objetivo é unirmos forças e não dividi-las como espera o inimigo.
Não concordo de maneira alguma com as proposições do Roberto que diz ser oficial sem a devida identificação. Cabendo a nós pesquisar mais profundamente se de fato pertence a essa Egrégia Corporação.
Talvez seja um esquerdista querendo semear joio onde estamos tentando plantar trigo e nos empurrando para a beira de um abismo divisionário.
Não sou oficial da PM, nem do Exército, Aeronáutica ou Marinha. Contudo a sua crítica foi muito pesada e isso pode gerar suscetibilidades e trazer conflitos com essa Força Auxiliar que como relata a própria Editora prestou relevantes serviços no combate à subversão e tiveram valorosos combatentes tombados nessa luta.
Mais uma vez solicito à Editora que passe um pente fino nos comentários a fim de evitarmos esses tipos de ataque que não trazem nenhum proveito a nossa causa, a nossa união. Muito pelo contrário só atraem divisões.


Um brasileiro IP:189.21.75.xxx 24-01-2010 14:53:42

Referindo a fala do major-PM, por algumas vezes eu alertei nos meus modestos comentários aqui neste site, que as nossas polícias e as Forças Armadas, infelizmente, estão "minadas" pelos vermelhos. Basta observarmos os inúmeros policiais que se lançam candidatos ou que já militam nos partidos de esquerda. Recentemente tivemos o exemplo daquele delegado arrogante da PF, que ficou um bom tempo nos holofotes da mídia e depois foi anunciada a sua pretensão com todo aquele estardalhaço: lançar-se candidato pelo PCdoB.
Percebam que aqui e acolá surge um desses que gostam de massagear o ego dos poderosos. Isso já é um indicativo de que ele estará do lado do sistema socialista que gradativamente está sendo implantado e certamente terá um cargo de relevância Polícia Secreta Brasileira, que eu não sei ainda como será chamada. Os que não estiverem de acordo com o sistema sofrerão as brutais penalidades impostas pelo regime, que vão desde prisão até o fuzilamento. Dom Helder, de saudosa memória, esquerdista até a medula, disse certa vez: "Quem bajula os poderosos, massacra os pequenos". Realmente o sistema "socialista" segue a risca esse pensamento.


Luiza Fraga - Pontos Chaves IP:189.25.13.xxx 24-01-2010 19:41:49

Calorosa celeuma por conta de um debate proposto com maestria - a situação é indefensável: o STF usa a mesma lei (Lei 6815/80) para tomar as mais díspares decisões. Os atletas cubanos foram deportados; coronel argentino extraditado; terrorista italiano assassino já julgado está em suíte VIP, sem data de ser alijado. E as fundamentações para decisões tão diferentes? RISÍVEIS!

A mudança de composição do STF, somada a à variação de entendimentos de alguns de seus membros, produziu uma reforma constitucional branca, onde, sem medo de errar, podemos buscar a fidelidade partidária de seus Ministros. Esta, senhores é a mais alta corte do país. Ela é do PETÊ.

Convém analisar tudo isso antes de aplaudir ou condenar determinada decisão, pois a mais alta corte do Poder Judiciário não age com independência.

Se é PM ou não, não faz a menor diferença - salvo o fato que a superficialidade em analisar os fatos demonstra apenas imaturidade política. Mais cuidado devemos todos ter antes de, desavisadamente, aplaudir uma decisão aqui ou vaiar outra acolá. Estão amaciando terreno e todas estas alterações no Supremo podem, também, ter sido para pior.

Grupo de parlamentares brasileiros apoiam Battisti na prisão