MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Coliseu Sapucaí: Lula joga camisinhas para os gladiadores do sexo

Lula joga camisinhas para os gladiadores do sexo

Carnaval e a Ditadura da Alienação

Ana Echevenguá

“Ei, você aí, me dá um dinheiro aí, Me dá um dinheiro aí. Não vai dar? Não vai dar não? Você vai ver a grande confusão que vou fazer Bebendo até cair. Me dá, me dá, me dá (oi) Me dá um dinheiro aí!”

A alienação do carnaval chegou. ‘Não transe sem camisinha’ (Lula, no desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro, jogou camisinhas para o público), ‘não beba’, ‘não dirija se beber’, ‘não se desidrate’, ‘só veja e leia notícias sobre a festa de Momo’... tratamento alienante mesmo! O governo paternalista fornece verba pras escolas de samba, camisinha, disque-pileque, trio elétrico, feriado, imagens inéditas das bundas e dos tapa-sexo das musas do carnaval, ...

E o que acontece? O povo adere às maravilhas do consumo de sexo e substâncias e psicotrópicas. E o pobre gasta tempo, dinheiro e energia para ser rei ou rainha na ‘Festa-do-Povo’ e desfilar para a diversão dos mais abastados. Como nos áureos tempos do Coliseu de Roma!

Enquanto isso, os “Donos do Poder” aproveitam o período para colocarem suas falcatruas em dia... criam leis e MPs oportunistas para garantir seu locupletamento às nossas custas, na maior parte das vezes; até o Supremo Tribunal Federal está aproveitando a alienação para exigir do Congresso Nacional a votação do reajuste de sua remuneração, que vai provocar efeito cascata na folha de pagamento da magistratura federal e promotorias. E, imaginem só!, os deputados federais querem usar este reajuste para equiparar seus vencimentos aos dos ministros do STF.

Aonde buscar tanto dinheiro?? Ora, eles metem a mão no nosso bolso: a carga tributária de 2008 chegou à casa dos 36,54% do PIB. Sem reforma tributária, os pobres chegam a pagar 44,5% a mais de tributos do que os ricos. No carnaval, a coisa não muda! Segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, mais de um terço do preço dos produtos do carnaval é tributo. Confete e serpentina possuem 43,83% de impostos embutidos no seu preço final. 54,8% do preço da cerveja - independente da embalagem (lata ou garrafa) – são impostos; 45,8% do refrigerante em lata e 43,91% da água mineral, idem.

Mas isso não nos interessa! Afinal, precisamos ‘cair na folia’! E os moradores do “país tropical abençoado por Deus” são agraciados com os feriadões do Carnaval, da Páscoa, do Dia das Bruxas, da festa da Independência, da República...

Alienação é palavra de ordem! Lula, na mensagem de fim de ano, disse que a crise internacional não era problema porque o Brasil ficaria mais fortalecido com ela e incentivou seus governados a uma feliz gastança para realizar seus sonhos no Natal;: “se tem um dinheirinho no bolso ou recebeu o décimo-terceiro, e está querendo comprar uma geladeira, um fogão ou trocar de carro, não frustre seu sonho, com medo do futuro (...) se você não comprar, o comércio não vende. E se a loja não vender, não fará novas encomendas à fábrica. E (...) a médio prazo, o seu emprego poderá estar em risco".

Ora, antes do discurso otimista-alienante (com uma aula de ‘economês’ digrátis), já havia um movimento generalizado de cortes de despesas no Brasil. Ou seja, as demissões começaram antes da crise chegar aqui. Em dezembro de 2008, contamos com 650 mil demissões; somente a indústria demitiu mais 80 mil pessoas. A CSN - Companhia Siderúrgica Nacional - foi uma das primeiras. Mais de 590 funcionários estão pedindo a reintegração aos seus empregos, com apoio do Ministério Público do Trabalho. (http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/02/19/materia.2009-02-19.0102383175/view).

A Vale, no mesmo período, anunciou o corte de 10% em sua produção, com a demissão de cerca de 1.300 funcionários ao redor do mundo; 20% destas demissões ocorrerá em Minas Gerais (http://dinheiro.br.msn.com/financaspessoais/noticia.aspx?cp-documentid=15142194).

Em 11 de dezembro de 2008, a Embraer já anunciava o que está colocando em prática hoje: o corte “cerca de 20% de seu efetivo em janeiro de 2009, o que representará algo próximo a 4 mil funcionários”. (http://www.gazetamercantil.com.br/GZM_News.aspx?parms=2232888,608,20,1).

E os números vão aumentar em 2009 porque esta é a melhor forma de cortar custos. Segundo o PNUD - Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento -, a América Latina pode perder até 4 milhões de empregos este ano; o crescimento do mercado de trabalho informal e de baixa remuneração afetará negativamente a vida de 7 milhões de trabalhadores. Há previsão de aumento de até 15% nos níveis de pobreza; e de perdas bilionárias, com as grandes marcas anunciando venda de unidades de negócios, fechamento de fábricas e demissões. Tão logo as 10 maiores fabricantes mundiais de carros anunciaram mais de 35 mil demissões, a GM demitiu 744 empregados em São José dos Campos (SP).

As empresas de tecnologia de informação, somente em janeiro de 2009, demitiram mais de 30 mil pessoas no mundo. A Microsoft já eliminou 5 mil vagas (http://portal.softwarelivre.org/news/12674). Recentemente, a Sadia anunciou a demissão de cerca de 350 funcionários. (http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/economia/)

Parece que a aula de economês não deu certo: a compra do fogão dos seus sonhos, ou a entrega do seu dinheirinho pras casas Bahia, pro Big, pra Fiat do Brasil não mudou o rumo da crise... você está (ou estará) na fila do seguro-desemprego!

Ai, gente boa! O tempo passa e o Brasil continua, desde o tempo das Capitanias Hereditárias, com uma das maiores concentrações de renda do planeta. Atualmente, 10% da população mais rica do Brasil detêm 75,4% de todas as riquezas do país.

Ao invés de reforma tributária e política, temos proliferação de programas sociais: distribuição de bolsa-família, de bolsa-escola, de seguro-desemprego que manipulam as pesquisas sobre o nosso rendimento 'per capita'. E somos elogiados quando as pesquisas mostram brasileiros saindo da chamada ‘linha da indigência’ (os que recebem valores mensais inferiores a um quarto do salário mínimo) e passando para a ‘linha da pobreza’ (os que recebem até meio salário mínimo mensalmente).

Fazemos festa chafurdando na lama! O Brasil Alienado vive sob a Ditadura do Poder Econômico com a prevalência dos interesses da classe dominante, da elite, dos ricos, dos plutocratas ou dos cleptocratas. Assim como a Ditadura Militar, a do Poder Econômico também nos bombardeia insistentemente, através da mídia mercenária, com o discurso falaz de que vivemos sob as asas da liberdade e da democracia.


Ana Echevenguá, advogada ambientalista, coordenadora do programa Eco&Ação, presidente da ong Ambiental Acqua Bios e da Academia Livre das Águas, e-mail: ana@ecoeacao.com.br, website: http://www.ecoeacao.com.br/

Ana Echevenguá - advogada ambientalista - coordenadora do programa Eco&Ação - http://www.ecoeacao.com.br/ - telefone 48 88133380/91343713 - Florianópolis - SC.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

A imagem que faltou na Sapucaí


A perpetuação do Bolsa Família


22/02/2009

Turma do Bolsa Família foge da ‘profissionalização’

O governo lançou no ano passado um programa que tinha a aparência de porta. Uma porta de saída para a clientela do Bolsa Família.

A idéia era oferecer cursos profissionalizantes para os brasileiros pobres. Conforme noticiado aqui, chegou-se mesmo a firmar uma parceria com a iniciativa privada.

Pretendia-se reservar 45% dos empregos criados em obras do PAC para os pobres pendurados no cadastro do Bolso Família.

Idealizaram-se cursos para profissões como: pintor, azulejista, encanador, carpinteiro, mestre-de-obras, desenhista, eletricista, tratorista, gesseiro, etc.

Tomada pelo que estava escrito no papel, a iniciativa parecia condenada ao êxito. Vista pelo resultado, tornou-se um fiasco.

O plano subiu no telhado por duas razões: foi atropelado pela crise global e, mais grave, fenece por falta de interesse dos candidatos a emprego.

Deve-se ao repórter Roldão Arruda a revelação: das 370 mil pessoas selecionadas pelo goveno como alunos portenciais dos cursos, só 18,5 mil (5%) demonstraram interesse.

Por que? Na opinião do governo, as pessoas receiam que, matriculando-se nos cursos profissionalizantes, perderão o capilé do Bolsa Família.

De nada adiantou o governo assegurar que ninguém seria desligado or programa senão depois que ficasse caracterizada a efetiva inserção no mercado de trabalho.

Consolida-se a impressão de que será mais difícil do que se imaginava retirar do Bolsa Família o caráter meramente assistencialista.

PS.: Ilustração via blog do Orlandeli.
Escrito por Josias de Souza às 23h44

Fonte: http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/

Para evitar vaias, Lula apareceu na moita no carnaval carioca, fantasiado de Reinaldo Azevedo (ou seria de malandro carioca?)




O Estadão - 23/02/2009

Para evitar vaias, Lula usa discrição

Ele não foi anunciado no Sambódromo

O presidente Lula e a primeira-dama, Marisa Letícia, assistiram na noite de ontem ao primeiro dia de desfiles das escolas de samba do Rio. Para evitar as vaias, como ocorreu na abertura dos Jogos Pan-americanos, em 2007, Lula chegou de forma discreta ao Sambódromo. O nome dele não foi anunciado pelo locutor oficial do desfile.

A assessoria do presidente também teve o cuidado de esperar que a Império Serrano, primeira escola a desfilar, já estivesse na avenida e sob aplausos do público.

Com chapéu panamá e roupa clara, Lula ficou em uma janela do camarote do governador Sérgio Cabral, sempre ao lado de Marisa, que vestia uma blusa azul e branco, nas cores da Beija-Flor, escola que tem a simpatia do casal. Às 23h30, Marisa desceu para a pista.

Diferentemente do ano passado, o camarote tinha poucos convidados e foi dividido em duas partes. Na área onde estava o presidente tiveram acesso, além do governador e da mulher, o jornalista Sérgio Cabral, pai, Zeca do PT, parentes de Lula e o vice-governador do Rio, Luiz Fernando Pesão. Na outra ala, uma espécie de segunda classe, estavam a ex-governadora do Rio Benedita da Silva, o governador do Paraná, Roberto Requião, e a empresária Lili Marinho. Lula e Marisa chegaram às 21h30.

Assessores temiam que a imagem de Lula fosse associada aos dirigentes da Beija-Flor. O patrono da escola, Anísio Abrahão David, foi preso quatro vezes pela PF - a última no ano passado. Nas conversas com os auxiliares, porém, Lula avaliou que a presença no Rio não tinha riscos diante das últimas pesquisas de opinião que mostram aumento de sua popularidade.

Lula decidiu assistir ao desfile a convite do puxador Neguinho da Beija-Flor. Ele chegou a ser convidado a participar do casamento do sambista, no Sambódromo, mas até a meia-noite não estava acertado se ele participaria.

Fonte: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090223/not_imp328645,0.php


***


Marcelo Sayão/EFE

A despeito da megapopularidade de Lula, a assessoria do Planalto cercou-o de cuidados para evitar que fosse vaiado na Marques de Sapucaí.

Armou-se em torno de Lula um escudo de discrição. Eis os cuidados que foram adotados:

1. Diferentemente do que ocorrera na abertura dos Jogos Panamericanos, em 2007, o locutor oficial do Sambódromo não anunciou a chegada do presidente;

2. Escolheu-se uma hora estratégia para o deslocamento de Lula até o camarote do governador Sérgio Cabral (PMDB);

3. O presidente aguardou até que a Império Serrano, primeira escola a desfilar, já estivesse evoluindo na avenida, sob aplausos das arquibancadas;

4. De resto, o carro que conduzia Lula estacionou ao pé do camarote, em área protegida por grades e tapumes, a salvo dos olhares do público.

Lula chegou pouco depois de 21h30. Levava a tiracolo a primeira-dama Marisa Letícia.

Ele trajava roupa clara e chapéu panamá. Ela, calça jeans e blusa azul e branco, as cores da Beija-Flor, escola do coração do primeiro-casal.

Adotaram-se também providências para evitar o contato de Lula com Anísio Abrão David.

Patrono da Beija-Flor, Anísio é frequês de caderneta da Polícia Federal. Bicheiro e mercador de caça-níqueis, foi em cana quatro vezes, três das quais sob Lula.

O camarote oficial do governo do Rio foi dividido em dois. O acesso à ala reservada a Lula foi restrito a autoridades e familiares do presidente.

Lula é aguardado na concentração das escolas. Neguinho da Beija-Flor convidou-o para padrinho de seu casamento, que ocorrerá na avenida.

Embora o Planalto não tenha confirmado a presença de Lula, a movimentação de agentes de segurança é prenúncio de que o convite de Neguinho pode ter sido aceito.

PS.: Chegada a hora do casamento de Neguinho, Lula nao deu as caras.
Escrito por Josias de Souza às 00h44

Terroristas do messetê matam 4 seguranças de fazenda


Líderes do MST matam 4 seguranças de fazenda

Postado por movimento da ordem vigilia contra corrupção às 2/23/2009 11:02:00 AM

ELES ASSASSINAM, E OS OUTROS É QUE SÃO VIOLENTOS

Dois integrantes do movimento são indiciados por crime em Pernambuco; comando do MST justifica mortes – Por Letícia Lins – O GloboAinda é muito tenso o clima na Fazenda Consulta, onde, na tarde de sábado, quatro seguranças da propriedade foram assassinados a tiros durante um confronto com o MST. O delegado de São Joaquim do Monte, Luciano Francisco Soares, indiciou ontem dois líderes do MST por homicídio qualificado. A polícia procurava ontem um terceiro acusado, que teria fugido levando as armas das vítimas e dos sem-terra.

Leia texto completo em http://movimentoordemvigilia.blogspot.com/2009/02/lideres-do-mst-matam-4-segurancas-de.html

Vexame da chancelaria brasileira


Vexame da chancelaria brasileira

Postado por movimento da ordem vigilia contra corrupção às 2/23/2009 02:14:00 PM

O BRASIL E A ONU

O Brasil, por meio de sua chancelaria, novamente dá um vexame que o desloca para o segundo time das nações do planeta. Opinião de Dan M. Kraft - Estado de Minas

A manifestação preconceituosa, com discurso terceiro-mundista, do chefe do Itamaraty, Celso Amorim, em relação à Suiça, no caso da sociopata que se disse atacada por neonazistas, condena o país à sua classificação de irrelevante na cena política mundial, a despeito dos avanços econômicos.

Leia texto completo em http://movimentoordemvigilia.blogspot.com/2009/02/o-vexame-da-chancelaria-brasileira.html

O tamanho do crime


O tamanho do crime

Olavo de Carvalho

Diário do Comércio, 19 de fevereiro de 2009

O estudo mais completo já empreendido sobre assassinatos em massa no mundo é o do professor de Ciência Política da Universidade do Havaí, Rudolph J. Rummel, que lhe rendeu o Lifetime Achievement Award da American Political Science Association em 1999. O essencial da pesquisa é resumido em Never Again: Ending War, Democide & Famine Through Democratic Freedom (Coral Springs, FL, Lumina Press, 2005), e os dados completos estão no site http://www.hawaii.edu/powerkills. Rummel substituiu ao conceito de “genocídio”, que lhe parece muito vago, o de “democídio”, com o qual designa especificamente a matança de populações civis por iniciativa de governos. Resenhando os episódios de democídio documentados desde o século III a.C. até o fim do século XIX, ele chega a um total aproximado de 133.147.000 vítimas, destacando-se aí, como supremos assassinos em massa, os imperadores chineses (33.519.000 mortos em 23 séculos) e os invasores mongóis na Europa (29.927.000 mortos entre os séculos XIV e XV).

Leia texto completo em http://www.olavodecarvalho.org/semana/090219dc.html

Imagem de carnaval: Skinhead suíço no Bola Preta...

Descoberto petróleo nas Ilhas Malvinas

Sexta-feira, Janeiro 30, 2009

Petróleo: 18 bilhões de barris nas Malvinas.

A Inglaterra anunciou a descoberta, nas águas das Ilhas Malvinas, de reservas estimadas em 18 bilhões de barris, 4 bilhões de barris a mais que as do pré-sal brasileiro. A notícia foi publicada hoje no Clarin e ontem no The Guardian. E por lá o petróleo é mais em cima.

..........................

Vai ver se a Rainha vai dividir esta riqueza com a Argentina, como o Lula quer fazer com Itaipu para beneficiar o seu companheiro Fernando Lugo.

Postado por Coronel às 14:09:00

Fonte: http://coturnonoturno.blogspot.com/2009/01/petroleo-18-bilhoes-de-barris-nas.html

Informativo Notalatina

Os crimes das FARC sob o embuste de "acordo humanitário"

Quero abrir esta edição de hoje agradecendo sensibilizada a solidariedade e apoio que recebi de leitores e amigos, não só do Brasil como de cubanos, venezuelanos, colombianos e argentinos espalhados pelo mundo, e que se manifestaram através de comentários no Notalatina, por e-mails e telefonemas, além de denúncia em seus blogs e sites à tentativa de intimidação que denunciei na edição anterior. Não teria condições de agradecer individualmente como cada um merece, pelo volume e minha eterna falta de tempo, por isso o faço publicamente através deste blog. Muito obrigada e que Deus os abençoe a todos!

E hoje recebi mais um prêmio do meu amigo Clausewitz, proprietário do Blog do Clausewitz, que muito me honrou pelo objetivo do mesmo. Diz ele:

Leia texto completo em http://notalatina.blogspot.com/2009/02/os-crimes-das-farc-sob-o-embuste-de.html

Vivane Castro no desfile de carnaval: Vende-se a Amazônia



Viviane Castro voltou a desfilar no carnaval com um tapa-sexo de 3,5 cm que desfilou no ano passado, na escola carioca São Clemente. Ela prometera que desfilaria em São Paulo pela X-9 Paulistana com um tapa-sexo maior, mas não resistiu.

Além disso, trouxe estampadas em suas coxas uma imagem do presidente Barack Obama e uma do presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva. Em sua barriga, estava pintado "vende-se". Ela disse que quer representar a venda da Amazônia brasileira aos países estrangeiros pelo PT- PARTIDO DOS TRAIDORES. O tema da escola este ano é a Carnavalização da Amazônia.

Obs.: Texto de autoria desconhecida e imagens recebidos de um amigo via e-mail (F. Maier).

Crime político

Almir Pazzianotto Pinto

Advogado, foi ministro do Trabalho e presidente do TST

Correio Braziliense - 23/02/2009

Matar alguém: pena de reclusão de seis a 20 anos. Essa a norma do Código Penal aplicável no Brasil a assassinos. Segundo a lição de Nelson Hungria, “o homicídio é o tipo central de crime contra a vida e é o ponto culminante na orografia dos crimes. É o crime por excelência. É o padrão da delinquência violenta, ou sanguinária, que representa como que uma reversão atávica às eras primitivas”.

A lei admite que, sob determinadas circunstâncias, o autor atua impelido por motivo de relevante valor social ou moral, ou dominado de violenta emoção, após ser injustamente provocado ou agredido. Em casos tais, faculta-se ao julgador reduzir a duração da pena.

Cuidou o legislador, por outro lado, de prescrever que não haverá crime quando alguém mata em estado de necessidade, em legítima defesa ou no estrito cumprimento de dever legal. A Constituição concede ao criminoso, se brasileiro nato, o benefício de não ser extraditado. O naturalizado poderá sê-lo, em casos excepcionais. O crime político e o delito de opinião, entretanto, garantem asilo ao estrangeiro, que permanecerá em nosso território protegido pela nossa lei.

Isso coloca-nos diante da pergunta: quando matar deixa de ser crime comum e passa à categoria de crime político? Explodir bar, rodoviária, estação de metrô, prédio ou banca de jornal, como instrumento de contestação a regime político de direita, centro ou esquerda, democrático ou ditatorial, provocando a morte de inocentes, caracteriza crime privilegiado e garante a impunidade dos autores?

O atentado contra o presidente Prudente de Morais, em 1897, que resultou na morte do marechal Carlos Machado Bittencourt, pertenceria à espécie do crime político? E quanto à bomba detonada no Aeroporto de Gurarapes à época do governo Castelo Branco? Como qualificar a morte do ministro Aldo Moro, vítima das Brigadas Vermelhas, as execuções de Celso Daniel e Toninho do PT, o assassinato do juiz paulista Antonio José Machado Dias, e outras muitas ações do PCC e do Comando Vermelho?

Daquilo que se sabe desde o assassinato do arquiduque Francisco Fernando da Áustria, que precipitou a deflagração da Primeira Guerra Mundial, revelou-se impossível tipificar com rigor científico o crime dito político. Sabe-se, porém, que houve crime. Na ética dos extremistas toda brutalidade é permitida, quando praticada em nome da ideologia que professam. O caso Cesare Battisti é simples: ele permanece vivo, saudável e forte. Escreve livros, concede entrevistas. Deixou na Itália, contudo, quatro defuntos, quatro famílias desamparadas, e um paraplégico.

A conduta dos defensores do patibular criminoso é banal. Confirmam os fatos, mas contestam a autoria. Fazem-no sob dois argumentos: o facínora foi condenado à revelia e, à época dos homicídios, havia requerido a baixa do PAC (Proletários Armados do Comunismo).

Quanto ao primeiro, a resposta não pode ser outra: a revelia ocorreu porque se evadira da prisão, após ser condenado por crimes de assassinatos. Quanto ao segundo, é notório que organizações terroristas não funcionam como partidos políticos ou clubes, nos quais, para se filiar, preenche-se ficha de inscrição e, para se demitir, protocola-se pedido de desligamento.

O terrorista age no escuro. Não tem nome, endereço, CNPJ, RG ou CPF. Nada de assembleias, atas e livros de presença. Dependendo do humor, ou de conflitos internos, desloca-se de uma sigla a outra com as armas e o produto das pilhagens.

Entre as vítimas de Cesare Battisti uma sobrevive: o filho de Pierluigi Torregiani, que, aos 13 anos, assistiu à morte do pai e está em cadeira de rodas. A palavra desse homem tem alguma validade, ou só merece crédito a do facínora? As quatro condenações resultaram de aberrações jurídicas? Encerram erros judiciais? A magistratura italiana deixou-se conduzir por mero impulso vingativo?
São perguntas que os senhores ministros do Supremo Tribunal Federal — colegas dos falecidos magistrados Giovani Falcone e Paulo Borsolini — devem responder antes de abrigar no seio da nossa sociedade a patibular figura de Battisti. Tal como aqui sucede, o povo italiano trava desigual batalha contra a corrupção, o narcotráfico, o crime organizado e o inorganizado. O PAC talvez não mantivesse aliança com a cosa nostra. Descendia, porém, das temidas Brigadas Vermelhas.

Deixemos por conta do país dos nossos avós o encargo de cuidar do delinquente. O indivíduo é perigoso e indesejável em solo brasileiro.

Lula não serve. Nem Dilma.

Lula venerando o gorila e o cocalero


LULA NÃO SERVE. NEM DILMA.

José Roberto Doubek Lopes - Jornalista

Lula tem altos índices de popularidade. Muitos não confiam nas pesquisas. Convém ter em vista, no entanto, que o brasileiro é muito superficial em política. Cai em qualquer conversa. As pesquisas podem, até, representar a realidade.

Temos um exemplo vivo do que pode acontecer com a gente: ficar igual à Venezuela e à Bolívia. Lula usa os pobres para perpetuar-se no poder. Na Venezuela e na Bolívia Chávez e Morales fazem a mesma coisa.

Lula afirmou, por várias vezes que nunca foi esquerdista. Acho até que ele nem sabe o que é isso. O desejo único dele é continuar na crista da onda. Faz muito barulho, sempre. O leitor já viu Lula na televisão falar com calma e argumentar? Barulhento e vermelho. Está assim sempre.

Por traz dessa aparência que, de fato, sensibiliza a maioria do povo, faz suas tramas. Uma delas é transformar o governo numa propriedade privada sua. O leitor se lembra da estrela-símbolo de seu partido que foi implantada nos jardins de seu palácio em Brasília? Não sei se ainda está por lá mas que foi um acinte, ninguém duvida. Seu palácio é o palácio da nação. Não é dele.

Em “seu” Boeing suntuoso corre mundo. Esquece a pobreza que diz ter muito por aqui.

Do governo anterior, manteve o principal que foi a política econômica. Pudera! Sabia que seria a única forma de não deixar a inflação voltar. No mais, no entanto, destruiu quase tudo.

As Agências Reguladoras, que foram uma conquista relevante para não permitir que assuntos técnicos fossem contaminados pela política foram completamente destruídas. Todos os grandes caciques da política já têm uma programação de indicações de afilhados para cargos de diretor das agências.

As estatais que tinham sido banidas em nome da eficiência e da economia estão de volta. Eletrobrás e Telebrás são exemplos. Tudo para manter afilhados políticos em postos de comando.

O entusiasmo com o petróleo do pré-sal abriu a oportunidade imperdível da criação de uma estatal exclusiva para cuidar dele. Como se já não bastasse a Petrobrás para impedir a concorrência nos preços dos combustíveis. Ainda bem que a crise obrigou o governo a esquecer um pouco o assunto.

O Bolsa-Família é o exemplo de assistencialismo. Lula acabou de incluir mais 1,3 milhão de pessoas no programa em vez de oferecer recursos para a dinamização do comércio, da agricultura e da indústria numa época de crise. O senador Jarbas Vasconcelos declarou que o Bolsa-Família é o maior programa de compra de votos do mundo.

Lula não fez reforma alguma. Preocupou-se, exclusivamente, com a capitalização do assistencialismo.

De fato, toda a reforma, por mais importante que seja, deixa seqüelas políticas para seus realizadores. Mas são riscos que um bom político precisa estar disposto a correr. Lula paga o preço que for para não perder a popularidade. Não quer nenhum arranhão.

Algumas reformas necessárias que não foram nem tocadas: partidária, tributária, previdenciária e trabalhista.

O escândalo do mensalão, entre os demais, não abalou Lula. Ele deveria ter virado a mesa. Não conseguiu virar. Estava embaixo dela.

Dilma para suceder Lula? Ficará tudo igual. Ela é exatamente igual a ele. Ainda mais que, agora, aprendeu a sorrir. E até plástica fez.

O recente encontro de prefeitos em Brasília foi a prova do descaramento de Lula para promover sua candidata. Só com o recebimento das delegações, o governo gastou mais de 2 milhões de Reais. Fora o custo das benesses oferecidas aos prefeitos.

A sucessão ainda não é uma certeza. Ouvi de um político que não está descartado um 3º mandato. Acredito. Lula é matreiro o suficiente para não abrir o jogo. E Chávez e Morales estão aí para ensinar.

Fonte: http://www.jornalacordabrasil.com.br/modules/xt_conteudo/index.php?id=210


***

EM 2010 PRECISAMOS SUBSTITUIR LULA

MUDANÇA TOTAL !

José Roberto Doubek Lopes - Jornalista

Lula é um fenômeno. A popularidade é nunca vista. Em todas as classes socias. Maior que a de Getúlio. Mas não é justificativa para eu me calar.

Hitler foi considerado um deus na Alemanha. Stalin também foi na União Soviética. Fidel Castro idem. Peron, também. Hugo Chávez está sendo. Evo Morales, igual. E por aí vai. Há grandes diferenças de comportamento entre esses nomes mas é somente uma questão de graduação. Todos usaram o Estado para perpetuar-se no poder.

Aqui vão algumas razões pelas quais acho que Lula não serve. Além dessas, há muitas outras. Cada uma delas pode ser questionada. O leitor poderá manifestar-se sobre meus exageros ou omissões com a certeza de que sua mensagem será transcrita na próxima edição.

1-O histórico de Lula não é exemplo de nada. Como profissional, não se tem notícia nenhuma de sua curtíssima dedicação ao trabalho. Como dirigente sindical, usou e abusou de seu incrível carisma exercitando-se como condutor de massas. Como político, usou e abusou de seu partido. Considero-o o estímulomais infiel de todos os políticos brasileiros.

2-Apego sem medida por Fidel Castro, Hugo Chávez, Evo Morales e condutores de outros países de esquerda. Nunca tivemos um presidente assim.

3-Oposição compulsiva aos Estados Unidos. De fato, sem os Estados Unidos não teríamos crise. Mas não teríamos, também, a maior nação do mundo.

4-Desvirtuamento de nossa política externa. Nosso País está tendo prejuízos. Lula ama os fracos e odeia os fortes.

5-Nenhuma iniciativa para introduzir no País reformas fundamentais como a trabalhista e a previdenciária.

6-Proteção ao sindicalismo: estímulo para que a contribuição sindical continue obrigatória. Destino de parte de seus recursos às Centrais Sindicais sem nem a obrigação de prestar contas de seu uso.

7-Transposição das águas do Rio São Francisco em lugar de implementar planos racionais já existentes de suprimento de água para o polígono das secas. A transposição é uma agressão à natureza. Além de propiciar a continuação da “indústria da seca”.

8-Interesse tendencioso na aprovação da compra da Brasil-Telecom pela Oi. Até hoje, ninguém demonstrou o que o consumidor ganhará com isso.

9-Instituição de programas assistencialistas permanentes e eleitoreiros em vez dos que deveriam existir para alavancar a ascenção social dos mais pobres. Só alavancar.

10-Fuga de responsabilidade por casos de corrupção como o do mensalão. Outros episódios significativos: morte de Celso Daniel e Operação Satiagraha (Daniel Dantas). O histórico da ascenção política de Lula tem ligação com casos nebulosos.

Componentes do governo Lula que, por seu histórico e por sua conduta atual não servem ao País:
-Dilma Rousseff

-Tarso Genro

-Paulo Vanuchi

-Carlos Lupi

-Marco Aurélio Garcia

-Celso Amorim

-Edson Lobão

-Franklin Martins

-Hélio Costa

Fonte: http://www.jornalacordabrasil.com.br/modules/xt_conteudo/index.php?id=187

Acesse o site Jornal Acorda Brasil, de José Roberto Doubek Lopes, em http://www.jornalacordabrasil.com.br/modules/xt_conteudo/?id=85

O negro que não é almirante

O NEGRO QUE NÃO É ALMIRANTE

Edvaldo Tavares (*)

Face à ênfase dada, durante a inauguração da estátua do "Almirante Negro", pela TV Globo, creio ser boa a hora para dar conhecimento do pensamento publicado, que roda na internet, do CMG (Capitão de Mar e Guerra) Gilberto Roque Carneiro (RM1), da Marinha de Guerra do Brasil.

O oficial superior declara que João Cândido Felisberto era um velho marinheiro, e, os marinheiros novos, oriundos das Escolas de aprendizes do Nordeste, mais intelectualizados, manipulados por políticos, eram os que estavam urdindo o motim. Acrescenta que a vitória de Marechal Hermes da Fonseca nas urnas, sobre Rui Barbosa, trazia de volta ao poder os militares afastados durante quinze anos.

A Revolta dos Marinheiros, em 1910, no Encouraçado Minas Gerais, foi decorrente da punição imposta de 25 chibatadas, pelo Comandante Batista das Neves, a um marinheiro, por ter navalhado no rosto um companheiro que estava dormindo. Na noite seguinte à da punição, após um jantar fora, num navio estrangeiro, resolvera, devido aos ânimos exaltados, ir dormir a bordo. Ao se dirigir sozinho para o seu camarote, foi tocaiado e trucidado por golpes de machado do CAV. De imediato, instalou-se um grande tumulto a bordo, resultando em mortos e feridos. Não era um motim, de marinheiros contra oficiais, sendo que muitos marinheiros lutaram ao lado dos oficiais. Marinheiros de outros navios, também fundeados na Baía de Guanabara, acharam que a revolta política começara, aderiram.

João Cândido fora criado pela família do CF Alexandrino de Alencar e pelas mãos deste, aos quinze anos de idade, entrara para a Marinha de Guerra, em Rio Grande. Em 1910, por ser amigo dos oficiais e principalmente pela proximidade que tinha com o ex-ministro Alexandrino, que deixara recentemente o ministério, os revoltosos, após o descobrirem escondido no interior do Encouraçado Minas Gerais, forçaram-no a entregar o manifesto da revolta aos deputados que se dirigiam ao navio numa lancha – na verdade, um só deputado, um oficial da Marinha na Reserva, o único que aceitara a missão.

O documento, a Marinha mantém arquivado o original no SDGM, foi escrito a mão, não por gente de pouca cultura, mas letrada, com data posterior ao dia da entrega. Nada é mencionado sobre castigos físicos, as queixas são: vida dura da guarnição, rancho ruim, falta de pessoal, soldos baixos e etc.

A chibata, responsável pelo tumulto, foi somente pretexto dos políticos para tirarem o corpo fora de um movimento abortado e militarizar o acontecimento.

Como o Congresso Nacional ficava na Cinelândia, Rio de Janeiro, os políticos debateram a hipótese de bombardeio do centro da cidade – tal fato foi amplamente divulgado pelos jornais, alarmando a população.

João Cândido, negro, analfabeto, filho de escravos, foi manipulado durante décadas de acordo com os interesses políticos. A história da sua vida popularmente conhecida, de acordo com os registros históricos não é verdadeira.

O verdadeiro líder da revolta, Francisco Martins, apareceu na década de 1940, no interior da Bahia, contando a história do planejamento, elaborado no esconderijo numa casa junto ao Campo de Santana, centro da cidade do Rio de Janeiro, perto do antigo Ministério da Guerra. Escreveu uma carta anônima para o SDGM desmascarando João Cândido. Francisco Martins não servia no Encouraçado Minas Gerais, conforme foi apurado, mas num dos navios engajados. Misteriosamente conseguiu dar baixa da Marinha uma semana depois dos acontecimentos.

BRASIL ACIMA DE TUDO! SELVA!

(*) MÉDICO. BRASÍLIA/DF.

Pequeno glossário econômico lulo-petista


Pequeno glossário econômico lulo-petista

Félix Maier

Adam Smith - Protagonista de Mr. & Mrs. Smith

Capital - dinheiro do povo petista

Coeficiente de Gini - abertura das pernas da prima-irmã de Mary Corner ("Abra as pernas da Gini" - música adaptada de Chico Buarque)

Coma Andante - Fidel Castro

Cueca - pochete de petista, para trasportar dólares, euros e reais

Demanda - cartão corporativo petista

Econometria - medição do eco

Escola Austríaca - onde Hitler estudou pintura

Fayol - onde são guardadas as armas do MST, "braço armado do PT"

FHC - FHCannabis, em apoio à liberação do uso da maconha, antigo projeto petista

Flex - locomoção petista: empurrado pelos ricaços (banqueiros, com juros altos) e pelo Bolsa-Esmola (para os falsos pobres)

IPEA - Índice Petista de Economia do Amigo (Lula)

Jardinagem - confecção de estrela do PT nos jardins do Palácio da Alvorada

Keynes - economista a ser citado, não lido

Mais-valia - Mais-valia ter assaltado do que estudado (indenizações milionárias de terroristas da esquerda); antes era o "cofre do Adhemar de Barros", hoje é o "cofre da Viúva"

Mão invisível - gatuno, pivete

Mises - economista citado em concursos de beleza feminina

Mojito com jinetera - caipirinha e feijoada de petista

Neoliberalismo - as festinhas petistas com as meninas de Madame Mary Corner, em Brasília

Oferta - cartão corporativo petista

PAC - Plano de Ajuda aos Companheiros; Projeto de Alisamento da Cara (plástica de Dilma Rousseff, candidata de Lula a presidente em 2010)

PACU - marca de vaselina preferida da Bolsa-Boiola

Pochete - dólar na cueca

Política de cotas - 20%, 50%, 100% de superfaturamento

Procura - cartão corporativo petista

Ricardo - o economista que enfeita a testa do marido

Sonho de capitalista - vida de comunista brasileiro, como Oscar Niemayer, que tem apartamento em Copacabana, de frente para o mar, com Mercedes Benz (com motorista) na garagem

Sonho de petista - Havana na Praia de Ipanema (com despesas pagas por Brasília)

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Brasilistão: O Brasil dos Ratos e Urubus


Ratos e Urubus - Desfile da Beija Flor, em 1989. Poderia ser hoje esse desfile, não?

Comentário semanal do coronel Gelio Fregapani

Comentário da semana nº 25 - 22 de fevereiro de 2009

Assunto: A Crise, Ambientalismo, Pressão Britânica

AOS MEUS CORRESPONDENTES

Entendendo a Crise

Os EUA, conseguindo tornar sua moeda como referencia, a imprimiu sem controle e passou a consumir sem produzir (a não ser tecnologia). Alguns produtores de petróleo se encheram de dólares. Outros centros passaram a fabricar bens a baixo custo (inclusive co tecnologia americana) e juntaram imensas somas, impressas nos EUA, muito superiores ao valor de tudo o que existe naquele país.

Naturalmente isto terminaria por desabar. Os EUA terão que fazer os dólares demais perderem o valor. Só vislumbro duas possibilidades: ou o desvalorizarão extremamente ou mais provavelmente trocarão a moeda, fazendo perder a validade o que estiver no exterior.

Em qualquer caso será um calote como nunca antes aconteceu. Pode até ser retardado, mas não evitado. As grandes emissões americanas de socorro podem iludir, mas é querer apagar o fogo com gasolina.

Naturalmente o calote visa basicamente a China, Índia, Arábia e outros com grandes quantidades de dólares entesourados, mas atingirá até a você, que guarda dólares em casa.

O que podemos esperar do futuro?

Não sabemos, mas sabemos o que não podemos esperar: Paz e harmonia

Naturalmente, nenhum povo definha sem espernear. O Mundo estará conturbado. Os tigres asiáticos que vivem da exportação tendem e implodir em meio de guerras, revoluções e genocídios

Será grande a disputa por comida e pelas matérias primas que escassearem, -Segundo George Bush (pai), "Antigamente, os povos vigorosos quando necessitavam de água, a tomariam sem se importar com os direitos de seus detentores". Isto é verdade e a humanidade não mudou. Quem necessitar de matérias primas e não puder comprar (por causa do calote) tentará tomar.

Claro, é melhor tomar sem luta. Isto explica a guerra de Quarta Geração. Mas o Brasil está despertando. Não conseguirão, com ou sem guerra.

Cidade de Franca, um motivo de orgulho

A cidade de Franca terá seu lixo totalmente transformado em adubo, graças ao esforço da doutora em química, Joana D'Arc de Sousa, uma das mais importantes pesquisadoras de reaproveitamento de resíduos. Inicialmente, 10 toneladas de lixo vai virar adubo. Em seis meses, será a totalidade. Será reaproveitado também o lixo dos curtumes, indústria calçadista e canaviais. "A fórmula para transformar lixo em fertilizante está em uma plantinha que cultivo no fundo do meu quintal", diz Joana. Seu projeto já é ambicionado por outros municípios e até por multinacionais

O resultado prevê a recuperação total inclusive de áreas de aterro, feito digno de heroína, num tempo em que os ambientalistas se limitam a prejudicar o progresso.
A dispensa da ministra do Atraso - (Os)marina Silva foi um dos melhores atos do Presidente. Dentre os ambientalistas, talvez o min. Minc seja o melhor, mas quem consegue resultados são as pessoas que pesquisam e as que realizam, não os amantes do mico leão dourado.

Joana já foi assediada por outras prefeituras, consulados da Itália e Espanha e multinacionais.

Gostaria de vê-la como ministra do Meio-ambiente no próximo governo.

(Inspirado em artigo da Folha de São Paulo)

Próxima ação do inimigo. É difícil acreditar que, durante a crise, haja tanta preocupação com os pobres índios

O príncipe Charles e a mulher, Camilla, estarão no Brasil nos próximos dias 11 a 15 de março para falar sobre mudanças climáticas. De acordo com a Embaixada do Reino Unido no Brasil, o assunto é uma alta prioridade para o governo britânico e de interesse pessoal do príncipe "há várias décadas".

Mesmo que queira conversar sobre o "clima", ele tem interesse mesmo é em pressionar o Lula, Amorim e provavelmente o STF no caso da Raposa-Serra do Sol.

Esta poderá ser oportunidade melhor de demonstrar soberania do que a recusa da extradição do Batisti. Será que o presd. Lula terá coragem de enfrentar? - Duvido! Aliás, duvido também da coragem de qualquer candidato da oposição. Por isto estou prestando atenção em dois novos partidos em formação: o partido de Desenvolvimento Nacional e o partido Federalista

Do Imazon

"O Brasil se incomoda porque sabe que não tem soberania plena. Sabe que se quiser desmatar tudo, vai ter problemas com a comunidade internacional", afirma o pesquisador Paulo Barreto, do Imazon.

Ainda não sei se ele está preocupado ou contente.

Fórum Social Mundial e a pestilência dos esgotos de Belém

Rio, 10/fev/09 - Quase ao final do Fórum Social Mundial 2009, em Belém, cerca de 400 representantes de ONGs domésticas e estrangeiras se reuniram para escolher qual seria a maior mazela ‘socioambiental' a ser combatida em suas vindouras campanhas internacionais. A escolha recaiu sobre as hidrelétricas Santo Antônio e Jirau, em construção no rio Madeira, contra as quais foi redigido um verborrágico Manifesto denunciando que a sua implementação traz riscos de graves danos sociais, ambientais e econômicos irreversíveis em toda a região.

"Deverá ser uma prioridade de campanha a suspensão das licenças ambientais das hidrelétricas Santo Antônio e Jirau".

Os ambientalistas não se importaram com os impressionantes 92% dos dejetos sanitários de Belém que permanecem sem coleta. Os 1,2 milhão de habitantes da cidade produzem, diariamente, 274 milhões de litros de esgoto sanitário, quase todos lançados in natura nos cursos d´água e no solo. O lixo, se vê nas ruas.

Viva a cidade de Franca e sua Joana D'Arc

Saudações patrióticas

Na próxima semana trarei novas informações

GF

A marolinha da Embraer




Síndrome de Estocolmo


SINDROME DE ESTOCOLMO

Percival Puggina

21/02/2009

Síndrome de Estocolmo é o nome atribuído a um fenômeno psicológico diagnosticado, pela primeira vez, após um assalto com sequestro ocorrido na capital sueca nos anos 70. Ao longo do período de cativeiro, que durou seis dias, os reféns desenvolveram, em relação aos sequestradores, uma relação afetiva que acabou interferindo, até mesmo, na acuidade de seus depoimentos como vítimas e testemunhas do crime. Tal síndrome, em síntese, resulta de uma operação mental inconsciente, gerada com o objetivo de proteger a psique, mediante a ilusão de que não há um perigo real na situação a que o sequestrado fica exposto.

Desde muito tempo, observando certos atores na cena política brasileira, percebo que idêntico fenômeno se manifesta entre eles. Trata-se de um apego emocional que não se dirige a pessoas, mas a certos períodos históricos em que estiveram envolvidos, ainda que tais períodos tenham sido de sofrimento e de anomalia institucional. Os tempos não lhes foram bons, mas esses senhores e senhoras estruturaram suas biografias sobre as dificuldades do momento. Boa parte da esquerda brasileira, por exemplo, demonstra, por atitudes, o quanto era feliz e não sabia nos anos que ela mesma denominou “de chumbo”. A agitação e a propaganda lhes concederam uma aura de vanguarda dos direitos humanos, liberdades públicas e justiça social (embora muitos tenham pegado em armas para lutar por um comunismo que é, em tudo, o contrário disso). Um pouco mais de fantasia e uma persistente repetição convenceram a muitos de que haviam sido a encarnação do bem na luta contra o mal.

Na eleição da “abertura política”, o PMDB (esquerda da época e primeiro beneficiário daquele momento histórico) elegeu, sozinho, a maioria do Congresso e todos os governadores estaduais, à exceção de Sergipe. Foi uma das mais contundentes vitórias eleitorais da vida republicana, seguida de um fracasso com raras exceções no subseqüente exercício do poder. Decorridas mais de duas décadas, muitos líderes nacionais do PMDB padecem a nostalgia e vivem do dividendo que lhes ficou daqueles tempos. Trazem-nos permanentemente à memória de quem os escuta, não como advertência, mas por saudade, mesmo, e por falta de méritos posteriores.

O PT surgiu nesse período, como força política à esquerda da esquerda. Longe do trono, acabou tomando para si os dividendos da disputa anterior à sua própria existência. Foi mestre nessa apropriação. Era inevitável que chegasse ao poder. Chegou. E foi o que se viu. E é o que se vê. Hoje, amplos segmentos do partido tornam visível a saudade que sentem daqueles anos iniciais em que eram felizes e não sabiam. Viviam na alva pureza dos ideais e não sujavam as vestes com a poeira e com o barro do poder.

Há uma parcela do PT, radicada no Rio Grande do Sul, que viveu seu período de ouro na oposição ao governo de Antônio Britto. Foram anos terríveis na política estadual, quando só por falta de hábito (não de vontade), as forças em confronto não pegaram em armas. Ódio para provocar a explosão é que não faltou. Os gaúchos se dividiram entre petistas e antipetistas. Não por acaso, na eleição seguinte, o partido elegeu o governador e suas maiores bancadas no Congresso e na Assembléia Legislativa. E foi o que se viu.

Restou a nostalgia do período em que, ao seu comando, a militância ganhava as ruas com bandeiras vermelhas e as carregava com fervor religioso e ódio fundamentalista. Nesse fervor e nesse ódio muitos eram felizes e não sabiam. Turbulências que, curiosamente, deixaram saudades... Esse sentimento, essa peculiar Síndrome de Estocolmo, se exibe em surtos periódicos, como acaba de acontecer nos episódios que envolveram o ex-deputado Cézar Busatto. É uma enfermidade e tem diagnóstico conhecido.

Revista Voto, edição de fevereiro/2009

Fonte: http://www.puggina.org/detailautor.php?recordID=SINDROME%20DE%20ESTOCOLMO

O Leão de Münster e Pio XII

O New York Times definiu o bispo Von Galen “o adversário mais obstinado do programa nacional-socialista anticristão”. Sua coragem e seus duros sermões contra Hitler, pronunciados do púlpito da catedral de Münster, deram a volta ao mundo. E Pio XII escreveu a ele para manifestar seu pleno apoio e sua gratidão

Clemens August von Galen


O LEÃO DE MÜNSTER E PIO XII *

Stefania Falasca

“Os três sermões do bispo Von Galen proporcionam a nós também, na via dolorosa que percorremos ao lado dos católicos alemães, um conforto e uma satisfação que há muito tempo não experimentávamos. O bispo escolheu bem o momento para dar um passo à frente com tanta coragem”.[1]

Com essas palavras de gratidão e plena aprovação, Pio XII, escrevendo em 30 de setembro de 1941 ao bispo de Berlim, Konrad von Preysing, comentava o ataque frontal desferido contra o regime de Hitler do púlpito da catedral de Münster naquele verão de 1941 por Clemens August von Galen. E não apenas isso. Pio XII concluía a carta ao prelado de Berlim manifestando todo o seu apoio: “Nem é preciso, portanto, que asseguremos expressamente a ti e a teus confrades que bispos que, como o bispo Von Galen, se manifestarem com tamanha coragem e irrepreensibilidade encontrarão sempre apoio em nós”.[2]

A carta do Papa recebeu resposta imediata do bispo de Berlim. Em 17 de outubro, Von Preysing pegou papel e caneta e não hesitou em responder a Pio XII desta forma: “Enche-me de verdadeira alegria o fato de que a ação do bispo Von Galen tenha servido de consolo para o coração de Vossa Santidade”.[3]

Leia mais em http://www.sacralidade.com/igreja2008/0103.galen.html

ANÁLISE DA FRAUDE NA VENEZUELA

ANÁLISE DA FRAUDE NA VENEZUELA

GRAÇA SALGUEIRO *

Há tempo eu já havia comentado, por artigos meus ou do Alejandro Peña Esclusa, que o referendo por si só era uma coisa ilegal e inconstitucional, pois os venezuelanos já haviam decidido isto em dezembro de 2007 dando um rotundo NÃO a Chávez.

Depois, como explicou o engenheiro Alfredo Weil no programa “Mesa de Análisis” conduzido por Marta Colomina, a votação eletrônica na Venezuela NÃO É AUTÊNTICA segundo as definições requeridas pela comunidade internacional que devem obedecer a 3 requisitos básicos:

1. Imparcialidade do Conselho Nacional Eleitoral. Como sabemos, dos cinco reitores 4 são chavistas e 1 finge ser moderado;

2. Transparência do organismo eleitoral – o árbitro -, no caso, o CNE;

3. Garantia absoluta aos eleitores do segredo do voto. Weil desafiou os políticos presentes ao programa[1], a declararem se estes três princípios são respeitados nas votações que se realizaram na Venezuela nos últimos anos (especificamente o Referendo Revocatório de agosto de 2004 até 15 de fevereiro de 2009).

Leia mais em http://www.sacralidade.com/mundo2008/0102.fraude.html

A economia de cabeça para baixo


A ECONOMIA DE CABEÇA PARA BAIXO *

Thomas Sowell * *

Dos especiais de TV aos editoriais dos jornais, a mídia estadunidense está forçando cérebro adentro dos americanos a idéia de que os atuais problemas econômicos foram causados pelo mercado e que só o governo os pode salvar. É a "doença socialista" se expandindo na economia do país mais rico do planeta. Se o povo acreditar, talvez, em breve, não o seja mais, exatamente por isso.

O que estava faltando no mercado imobiliário, diz a mídia, era a regulamentação governamental sobre a “ganância” dos seus agentes". Isso cria um grande melodrama moral, mas acaba situando os fatos de cabeça para baixo. Foi precisamente a intervenção do governo que transformou a próspera indústria do subprime numa pilha de nervos e numa espécie de tragédia anunciada.

Um economista, especializado em mercados financeiros, deu uma dica da história dos mercados imobiliários quando disse: "Emprestar dinheiro a americanos comprarem sua casa própria tem sido um dos negócios menos arriscados e mais lucrativos que um banco pode fazer, há quase um século". Isto é o que era esse mercado, antes do governo intervir. Como muitas intervenções governamentais, ela começou pequena, discreta, e mais tarde foi crescendo e se tornando mais visível.

Leia mais em http://www.sacralidade.com/mundo2008/0100.crash.html

Exército Brasileiro: Informativo Haiti




A gauchada também foi ao Haiti...

Guantánamo respeita regras. E agora, Obama?


21/02/2009

Folha de S. Paulo

Guantánamo respeita regras, diz estudo pedido por Obama

DA REDAÇÃO

Um estudo conduzido por um almirante americano a mando do presidente Barack Obama concluiu que a prisão de Guantánamo respeita as Convenções de Genebra de proteção dos direitos dos prisioneiros de guerra.

O levantamento, requisitado como parte do plano de fechar a prisão na base militar em Cuba, tem sua entrega prevista na Casa Branca neste final de semana.

A despeito de ter apontado que o centro de detenção criado pelo governo de George W. Bush para abrigar detentos da "guerra ao terror" respeita as normas internacionais, o almirante Patrick Walsh, autor do estudo, recomendou a adoção de medidas para aumentar o contato humano entre os detentos.

Segundo autoridades familiarizadas com o estudo citadas pelo "New York Times", a meta é permitir maior diálogo entre os presos e os estimular a participar de atividades em grupo.

Além da prática de tortura em interrogatórios -que o governo Bush chamava de "técnicas duras" e que Obama baniu-, a prisão de Guantánamo é alvo de críticas pelo fato de confinar os presos até 23 horas diárias em cubículos de cimento ou em gaiolas a céu aberto.

A conclusão do relatório gerou críticas. Segundo o "Times", ela deve colocar Obama, pela primeira vez, na posição de defensor da prisão que prometeu fechar até 2010. "A revisão sobre Guantánamo aparenta não ser mais que o acobertamento das práticas de tratamento abusivo e detenção ilegal do governo Bush", disse a União Americana de defesa das Liberdades Civis (ACLU).

Brasilistão, o paraíso da Lei de Gerson

COISAS DESSE BRASIL PETISTA, O PARAÍSO DA LEI DE GERSON

Se o presidente da República, que deveria dar o exemplo de moralidade no trato da coisa pública, tornou-se useiro e vezeiro em compactuar com as maracutaias protagonizadas pelos aloprados petistas, seja através do apoio tácito ou mesmo ao fingir que não sabia de nada, por que o senador Tião Viana, do PT do Acre, não iria seguir o exemplo do líder, e também tirar sua "casquinha", fazendo uso do dinheiro público para fazer proselitismo eleitoral. Na foto anexa temos um exemplo de como alguns dos nossos políticos, contaminados pelo cinismo e pela certeza de impunidade que tomou conta desse Governo, não ficam sequer constrangidos ao serem pegos em flagrante, praticando atos indignos e/ou ilegais. A imagem é clara, e dá para ver com nitidez que na ambulância doada pela Polícia Federal do Acre para um dos "programas caça-votos" mantidos pelo Governo Federal, portanto adquirida com dinheiro público, está estampada, de forma despudorada, a promoção pessoal do senador Tião Viana. Esse é o retrato do Brasil petista, um país em que a "Lei de Gerson" passou a ser adotada como padrão de comportamento, e a falta de vergonha na cara passou a ser considerada sinal de esperteza política. Assim não dá para ser feliz!

Júlio Ferreira

Recife - PE

Ficha corrida de antigos terroristas, hoje ministros de Lula


Onde eles estão?

Codinome: DILMA VANA ROUSSEFF LINHARES ("ESTELA", "LUIZA", "PATRICIA", "WANDA")

- Em 1967, era militante da Política Operária (POLOP), em Minas Gerais, junto com seu marido, Claudio Galeno de Magalhães Linhares ("Aurelio", "Lobato"). Saiu da POLOP e,também com seu marido, ingressou no Comando de Libertação Nacional (COLINA), tendo sido eleita, em Abr 69, quando atuava na então Guanabara, membro do seu Comando Nacional.

- Acompanhou a fusão entre o COLINA e a Vanguarda Popular Revolucionária, que deu origem à Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-P). Em Set 69, participou como convidada - só com direito à voz - do I Congresso da VAR-P, realizado numa casa em Teresópolis. Nessa ocasião, Darcy Rodrigues, um ex-sargento do Exército oriundo da VPR, tentou agredi-la , sob a ameaça de Dilma não mais poder participar das ações armadas. Na ocasião, recebeu a
proteção de Carlos Franklin Paixão de Araújo e com ele foi viver e militar no Rio Grande do Sul e, logo depois, em São Paulo, onde foi presa em 16 Jan 70.

Dilma Roussef, a "camarada de armas" de José Dirceu, como ele mesmo lhe chamava, unindo numa só expressão o tratamento soviético e o ideal comuno-guerrilheiro.

A Ministra Dilma "Estela" Roussef, em seus tempos de juventude, foi guerrilheira e participou ativamente das fileiras de dois grupos terroristas no país: o COLINA, Comando da Libertação Nacional, organização terrorista e subversiva; e o VAR-Palmares, a Vanguarda Armada Revolucionária de Palmares, uma verdadeira FARC brasileira, a qual, como o próprio nome diz, tencionava realizar a Revolução Comunista por meio das armas e da violência. No VAR-Palmares, a Ministra usava o codinome de "Estela". E, tomando como base as atitudes da Ministra, nada nos faz supor que tenha esquecido suas idéias revolucionárias.

O jovem Carlos Minc Baumfeld, camarada de armas da ministra Dilma Roussef, atuou no Comando de Libertação Nacional – COLINA, onde participou, juntamente com outros militantes, do assalto ao Banco Andrade Arnaud, na rua Visconde da Gávea, 92, no Rio de Janeiro, de onde foram roubados cerca de R$ 45 milhões de cruzeiros. Na ocasião foi assassinado o comerciante Manoel da Silva Dutra. Posteriormente, com a fusão do COLINA com a Vanguarda Popular Revolucionária - VPR-, o novo grupo passou a chamar-se Vanguarda Armada-Palmares – VAR-Palmares.

A VAR-Palmares foi uma das responsáveis, entre outros crimes, pelos assassinatos do marinheiro inglês David A. Cuthberg e do delegado de Polícia Octávio Gonçalves Moreira Júnior.

Dentre as principais ações da VAR-Palmares destacamos, além dos brutais e traiçoeiros assassinatos citados:

- A grande ação

Com a finalidade de solidificar a fusão da VPR com o Colina e obter recursos para o novo grupo que surgia, a VAR-Palmares, foi planejado o roubo de um cofre da residência de Ana Capriglione Benchimol, em Santa Teresa, Rio de Janeiro.

Na tarde de 18 de julho de 1969, 13 militantes da VAR-Palmares, entre ele, Carlos Minc Baumfeld, disfarçados de policiais e comandados por Juarez Guimarães de Brito, invadiram o casarão de Anna Benchimol Capriglione, com o pretexto de busca de “documentos subversivos”. Após confinarem os presentes numa dependência do térreo da casa, um grupo subiu ao 2º andar e levou, com a ajuda de cordas lançadas pela janela, o cofre de 200 kg, que foi colocado numa Rural Willys. Em menos de trinta minutos consumava-se o maior assalto da subversão no Brasil. Levado para um aparelho localizado próximo da Taquara, Jacarepaguá, o cofre foi aberto, e os assaltantes puderam ver, maravilhados, milhares de cédulas verdes. Ao final, os dois milhões, oitocentos mil e sessenta e quatro dólares atestavam o sucesso da “grande ação“.

O destino desses dólares é discutido até hoje. Fala-se em compra de armas, distribuição entre as regionais da VAR-Palmares, pequenas cotas aos militantes e até na remessa de um milhão de dólares para a Argélia. Fala-se, também, em contas na Suíça. Ao certo, jamais houve uma contabilidade dessa fortuna.

Os dois estar o bem à vontade, trabalhando no mesmo governo. Afinal, Dilma Roussef, a companheira Estela, foi o cérebro do Plano de Ação do Cofre, por coincidência – PAC -, e Carlos Minc, o companheiro Jair, Orlando ou José, um dos executantes.

Outros dados:

- Em 31 Mar 69, Carlos Minc Baumfeld, Fausto Machado Freire e outros assaltaram o Banco Andrade Arnaud, na Rua Visconde da Gávea, 92, na GB/RJ, roubaram a quantia de 45 milhões de cruzeiros e onde foi assassinado o comerciante Manoel da Silva Dutra.

- Em 16 Out 69, preso na Rua Ana Neri, 332, na GB, informo - Em 18 Jul 69, como militante da VAR-PALMARES, participou da "Grande Ação", assalto ao "Cofre do Adhemar" (Ver Recordando a História) em Santa Teresa/RJ; o local do aparelho da VPR, na Rua Toroqui, 59, em Vila Kosmos, na GB, onde residia com sua amante Sônia Eliane Lafoz e Eremias Delizoikov, que, resistindo a tiros à voz de prisão, morreu no local.

- Alguns dias depois, a VPR distribuiu um panfleto clamando por vingança aos seus mortos, particularmente o Eremias, e, ameaçando os militares do Exército:"... podem esperar, nós vamos enchê-los de chumbo quente".

- Em 15 Jun 70, foi um dos 40 militantes comunistas banidos para a Argélia, em troca do Embaixador da Alemanha.

- Fez curso em Cuba, onde permaneceu durante 2 anos. Foi Deputado Estadual pelo PV/RJ e Sec Meio Ambiente do governo Sérgio Cabral; Atualmente, é Min do Meio Ambiente em substitução a deminissionária Marina da Silva.

Codinome: CARLOS MINC BAUMFELD ("JAIR","JOSE", "ORLANDO")


A Lei da Anistia, de 1979, permitiu que os terroristas regressassem e se reintegrassem à vida política nacional. Foram transformados de criminosos em heróis e passaram a ocupar cargos públicos nos governos. Apesar do que representou a queda do muro de Berlim, continuam a defender o comunismo. E, alimentando-se do próprio fel, perseguem todos aqueles que lutaram contra eles, num odioso revanchismo.

Mas, afinal de contas, ONDE ELES ESTÃO?

Veja a ficha corrida de outros terroristas e "militantes" de esquerda em http://www.ternuma.com.br/aonde.htm

UnoAmérica: Alejandro Peña Esclusa no Rio de Janeiro, em abril




PRESIDENTE DA UNOAMÉRICA, ALEJANDRO PEÑA ESCLUSA, NO RIO DE JANEIRO

TOTALITARISMO BOLIVARIANO CONTRA O ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO NA AMÉRICA LATINA

DIA 23 DE ABRIL
Horário: 10:00H ÀS 13:00H
Local: Sede da Academia Brasileira de Filosofia
Rua: Riachuelo, 303 - Casa de Osório - Centro

ORGANIZAÇÃO: JOÃO RICARDO MODERNO (PRESIDENTE DA ABF) E HEITOR DE PAOLA
Estacionamento Privado na Rua Riachuelo, 305

UNOAMÉRICA E O EIXO DO MAL LATINO-AMERICANO

DIA 25 DE ABRIL

Horário: das 9:00h às 13:00h

Local: Anfiteatro do Centro Médico Barrashopping, 3º andar - Bara da Tijuca

(PROGRAMA PROVISÓRIO)

APRESENTAÇÃO: Jorge Roberto Pereira e João Ricardo Moderno

HEITOR DE PAOLA: O Eixo do Mal Latino Americano

GRAÇA SALGUEIRO: As FARC e o terrorismo na América Latina

ALEJANDRO PEÑA ESCLUSA: UNOAMÉRICA - Perspectiva de mudanças na América Latina


ORGANIZAÇÃO: JORGE ROBERTO PEREIRA (PRESIDENTE DO FDR)

200 lugares apenas. Inscrição: R$15,00, depósito comprovado em conta.
Inscrições e reserva: lspenitente@faroldademocracia.org

Crimes & Crimes

Ernesto Caruso

08/02/2009

Cacciola veio, Battisti não vai. Vontade do governo Lula/Tarso.

Salvatore Cacciola foi condenado pela Justiça brasileira a 13 anos de reclusão por crimes financeiros, peculato, gestão fraudulenta. É o que consta. Em suma, dinheiro no bolso de alguém e, não é tostão não. Virou caça. Prejuízo para o Brasil que normalmente não recebe de volta o fruto do roubo que enriquece bandidos e servidores-bandidos.

No entanto, o que mais chamou a atenção nesse caso foi o interesse — funcional, claro — do ministro da Justiça, Tarso Genro, que foi a Mônaco pugnar pela extradição do referido condenado. Empenhou-se com devoção pela causa.

Certos crimes do colarinho branco dão publicidade ao governo e lhe emprestam seriedade, como a dizer que rico também é detido, algemado e recolhido à prisão. Cinema, exclusividade na transmissão pela TV, vazamento sobre o sigilo da operação, impunidade.

Dinheiro, dinheiro, dos meios justificados pelo fins, da expropriação do passado, roubo do cofre, dos assaltos a bancos, do financiamento da desconstrução da democracia e da edificação do marxismo.

Cesare Battisti é um fugitivo da Justiça italiana por homicídio e roubo e atuação nos anos de chumbo naquele país; foi líder do grupo Trabalhadores Armados para o Comunismo (Proletari armati per il comunismo - PAC). Em 1971 abandonou os estudos e foi para a luta armada, como vários dos brasileiros, a partir de movimento estudantil de 1968. Preso em 1979, julgado e condenado pela morte do marechal Anthony Santoro, em 6/6/1978, do agente Digos Andrea, 19/4/1979, do açougueiro Lino Sabbadin Mestre, 16/2/1979 e planejar o assassinato do joalheiro Pieluigi Torregiani, 16/2/de 1979), cujo filho ficou paraplégico por ferimento na ação terrorista. Lá não existe indenização para terrorista condenado à prisão perpétua, nem anistia. Quando muito lhe concedem liberdade condicional.

Como se pode observar pela datas, nada ocorreu de forma diferente do contexto mundial, em especial do aliciamento do jovem, por seu destemor, vontade de corrigir as injustiças a qualquer preço, e também estudante, por desejo de auto-afirmação, lançando-o nas ações de guerrilha e terrorismo, para a implantação do comunismo marxista-leninista.

Algumas boas almas conseguem fazer uma diferença entre os bárbaros crimes de Battisti e os seus comparsas mundiais, desde que vivessem em um país de normalidade política, e os praticados na luta contra uma ação de força democrática, que preventivamente os tenha neutralizado no primeiro momento, como foi o caso do Brasil, em 1964. Salvou-nos o AI/5 que fundamentou o processo de estabilização política, pondo um ponto final nos grupos guerrilheiros e terroristas que desencadearam os anos de chumbo na década de 70.

A análise não pode ser simplista, na alternativa pura, ser crime político ou comum, sem considerar o número de vítimas, os meios usados, os motivos e a extensão dos danos, físicos, psicológicos e materiais constatados. Um desses marxistas aloprados coloca uma bomba no aeroporto e mata dez inocentes e fere outros vinte, vira inocente, "dimenor" inimputáve, se for em nome da causa e considerado crime político.

Na mesma década, em 16 março de 1978, o jurista Aldo Moro, foi sequestrado pelas Brigadas Vermelhas. Cinco agentes de escolta de Moro foram fuzilados pelos vermelhos. Cinqüenta e cinco dias de cativeiro. Encontrado morto em nove de maio no porta-malas de um automóvel.

Na mesma Itália de Cezare Battisti.

Não foi do Aldo Moro, que os "bons meninos" cortaram a orelha e a enviaram como prova?

Nas bandas de cá, nos idos 25 de julho de 1966, com cerca de 300 pessoas no Aeroporto Internacional dos Guararapes, explodiu uma maleta deixada pelos terroristas vermelhos com morte e vítimas, no total de 17.

No atentado ao QG do II Exército (SP), na madrugada do dia 26 de junho de 1968, uma violenta explosão provocava a morte prematura do jovem soldado de 18 anos, MARIO KOZEL FILHO, que teve o corpo dilacerado.

Outros crimes podem ser lembrados como o do Cap Charles Chandler, assassinado em 12 de Outubro de 1968, o seqüestro do embaixador americano Charles Burke Elbrick no dia 04 de setembro de 1969, o do embaixador da Suíça no Brasil, Giovanni Enrico Bucher, em 7 de dezembro de 1970, etc.

Quem não se lembra dos Montoneros, uma organização terrorista argentina atuante na década de 70, particularmente em guerrilha urbana, que seqüestrou e depois matou o Gen Pedro Aramburu, cujo pior atentado consumado, ocorreu em 1976, com 24 mortos, quando explodiu uma bomba na Policia Federal daquele país. As demais Nações sulamericanas viveram momentos semelhantes e os derrotaram, exceto a Colômbia que ainda luta por aniquilá-los.

Na Alemanha, ficou marcada essa década pelo julgamento de Gudrun Ensslin, Andreas Baader, Ulrike Meinhof e Jan-Carl Raspe, líderes do grupo terrorista de esquerda Fração do Exército Vermelho – RAF, acusados de integrarem uma organização criminosa e responsáveis por seis atentados a bomba e outros atos. Gudrun, Baader e Raspe foram condenados à prisão perpétua. Ulrike Meinhof havia se suicidado em sua cela. Os outros três também se suicidaram posteriormente. Confusão mental, insegurança, desespero.

Apregoa-se que é do costume brasileiro dar acolhida a refugiados políticos. Mas, o que fizeram os pugilistas cubanos quando foram presos e devolvidos a Cuba pelo governo Lula/Tarso, sem que tenha havido julgamento e condenação pela Justiça. Qual o crime? Simplesmente abandoram as delegações esportivas e queriam abrigo; proteção que lhes foi negada por LULA/GENRO, presidente e ministro, que se portaram como algozes e leais a Fidel, primariamente. Os telejornais classificavam os pugilistas como desertores.

Ora, comprovadamente, o governo tem, nos vários escalões, gente que participou ativamente dos eventos dolorosos em prol da implantação do marxismo no Brasil, que, como tal, e colega dos terroristas que perpetraram os inúmeros crimes — com sanha selvagem — no mundo democrático, sorveu ensinamentos da mesma matriz soviética e chinesa. São solidários hoje.

Uns poucos desses crimes, lembrados acima, com dor e tristeza, diferente das comemorações sorridentes, onde os Dirceus e Martins sorriem e brindam sequestros e assaltos.

O Brasil está desmoronando nas mãos de picaretas, muito mais dos que os 300 citados pelo Lula. Os chamados de desonestos no passado são aliados no presente.

Pasmem-se. De um programa na TV Brasil, 3 contra l, uma especialista em segurança diz que o PCC hoje tem 130 mil integrantes. Logo, falência do governo central, dos estaduais, do Congresso Nacional e do Judiciário.

Ironia do destino. O AI/5 que derrotou nas armas Dirceu, Dilma e Genoino, lhes deu oportunidade na democracia. O Deputado federal José Genoino poderia ter sido fuzilado pelo guerrilheiro José Genoino. O que ele pregava e lutava, juntamente com os demais guerrilheiros e terroristas, está demonstrado pela existência das FARC. O ex-deputado Sigifredo López, libertado pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, neste início de 2009, fora sequestrado em 2002 com outros 11 colegas que foram assassinados. Ele foi o único não fuzilado e agora retornou ao seio da família.

Estarrecedora a sua declaração quando propõe a pacificação, como a única: "maneira de trazer com vida os 22 militares que neste momento estão amarrados a uma árvore há dez anos".

Eurábia: Muçulmanos duplicam sua população na Espanha em 5 anos


Muçulmanos se sentem adaptados na Espanha

Sua presença se duplicou em cinco anos e aumenta 100 mil por ano

Por Nieves San Martin

ZENIT.org

MADRI, quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009 (ZENIT.org).- A liberdade, o acesso à saúde pública e o respeito às crenças religiosas continuam sendo os aspectos mais valorizados pelos muçulmanos que vivem na Espanha, segundo um estudo sobre esta comunidade religiosa e cultural realizado pela empresa Metroscopia para três ministérios espanhóis.

A maioria dos imigrantes muçulmanos que vive na Espanha diz sentir-se adaptada à vida no país, e não percebe obstáculos para a prática de sua religião. Eles valorizam de forma muito positiva tanto a sociedade espanhola como seu sistema político, e expressam um alto grau de confiança nos principais grupos e instituições sociais.

São as conclusões mais destacadas do Estudo sobre a Comunidade Imigrante Muçulmana 2008, realizado pela empresa Metroscopia para os ministérios da Justiça, do Interior, do Trabalho e Imigração.

O informe, elaborado pelo terceiro ano consecutivo, tem o objetivo de refletir o grau de integração desta comunidade religiosa e cultural na Espanha.

Entrevistou-se para este informe de 2008 duas mil pessoas procedentes de Marrocos (57%), Senegal (13%), Paquistão (11%) e Argélia (5%), e em proporção menor a 5%, Bangladesh, Gâmbia, Mali, Mauritânia e Nigéria. A comunidade muçulmana tem um perfil marcadamente masculino (77%) e jovem (92% não superam os 45 anos).

A maioria declara que a religião é importante em sua vida, mas entende e pratica um Islã tolerante e aberto e não crê que nenhuma religião seja superior a outra. (É o que dizem, da boca para fora, a meu ver)

Há atualmente 1.145.424 muçulmanos na Espanha. O número está muito acima dos 525.000 muçulmanos que viviam no país em 2003, o que significa que sua presença se duplicou em apenas 5 anos.

Leia O suicídio demográfico em http://www.cleofas.com.br/virtual/texto.php?doc=OPINIAO&id=opi0228

Leia, ainda, O Islã em http://www.culturabrasil.org/isla.htm

Palavras aos cadetes: Desistir jamais!

Cadetes da AMAN


Desistir jamais

Olympio Junior

Ministro do STM

Recebi, como recebo sempre essa época do ano, convites para a entrega dos correspondentes espadins àqueles alunos que vão iniciar seus cursos nas Academias Militares do Exercito, Marinha e Aeronáutica.

Não posso ir a todas, mas sempre que posso, gosto de ver aqueles meninos e agora meninas, entrando pelo Portão do respectivo estabelecimento de Ensino Militar, garbosos, fardados, marchando em perfeita sintonia com o Hino que cantam da sua Instituição.

Gosto de ver, estampado nos rostos das famílias e dos seus amigos que lá comparecem, o sorriso do orgulho face ao sacrifício que certamente fizeram mas que agora saboreiam a vitória alcançada.

Gosto de sentir a emoção do patriotismo e de ouvir o juramento de lealdade que fazem. Gosto, enfim, de presenciar aquele momento da entrega de suas vidas, ainda que de inocente experiência mas de profunda e irrevogável esperança, a uma carreira de imensos sacrifícios, de total e absoluta dedicação a serviço do meu País.

Porém, passado aquele momento de festa e de grande emoção, me pego a pensar, com a experiência que tenho, somada a situação que vivemos hoje, sobre o que os aguarda no futuro, e confesso que fico bastante irrequieto, temeroso até.

Aqueles jovens, ainda puros, não sabem que vão estudar (e como vão estudar, durante toda a carreira) tudo sobre a arte da guerra e do combate e vão conhecer e aprender tudo sobre equipamentos e instrumentos militares, os mais modernos do mundo, mas que na realidade nunca irão manusear porque, no nosso País, não se acredita ser necessário a compra de
armamento/equipamento militar para ficarmos em igualdade bélica a outras nações.

Vão aprender a cumprir e obedecer a Lei (e o farão cegamente, tenho certeza) mas assistirão, dia após dia, ela não ser cumprida, ser desrespeitada, ser usada para beneficiar alguns poucos em detrimento de muitos.

Vão aprender sobre dever, pundonor e decoro, sobre ética, palavra ultimamente retirada do dicionário brasileiro. Vão saber tudo e praticar a verdade. Tudo sobre dignidade pessoal, sobre imparcialidade e educação, e vão constatar que esses preceitos inalienáveis estão esquecidos da
sociedade brasileira.

Não vão entender, nunca, porque preparam-se, por toda a carreira, para dedicarem-se e ser fiel à Pátria, cuja honra, integridade e instituições deverão ser defendidas mesmo com o sacrifício da própria vida e têm, mesmo assim, seus vencimentos tão diferenciados de outros funcionários públicos que nunca deram nem vão dar nada ao País, pois dele só querem benesses, vantagens e lucros e o que é pior, porque ninguém faz nada a respeito e calam-se diante dessa imoralidade.

O que podemos dizer a esses ilustres jovens militares. Não desistam. Os certos não devem mudar e sim os errados. Podem ter certeza de que milhares de pessoas estão do lado de vocês.
Um dia, não se sabe quando, mas com certeza esse dia já esteve mais longe, as pessoas de bem desse País vão se pronunciar, vão se apresentar, como já fizeram em um passado não muito longe, e aí sim, as coisas vão mudar, o sol da democracia e da Justiça brasileira vai voltar a brilhar.

A verdade sobre Sérgio Naya

A morte de Sérgio Naya, em hotel na Baia, segundo notícias, foi por enfarto.

Ele foi acusado pelo desabamento do Edif. Palace II, na Barra. Contudo, o fato é que Sérgio Naya realmente não foi culpado. O desmoronamento se deveu a um erro de cálculo da estrutura, que havia sido confiado a um calculista contratado.
Na ocasião o acusaram de colocar areia de praia no concreto, para baratear a obra.

Enorme imbecilidade e mentira. Qualquer um que tenha conhecimento de construções sabe que a concretagem de prédios é feita com material comprado de uma firma de concreto que o entrega na obra, em betoneiras móveis enormes.

E estas firmas sempre tiram corpos de prova para verificar as características do material empregado.

Isto foi feito até na obra da minha casa, em Curitiba, que entreguei a uma construtora. No dia da concretagem, previamente marcado, chegou um caminhão betoneira que bombeou o concreto, sob pressão, por tubulações até o local devido. E antes de saírem, tiram corpos de prova, que depois são testados, para provar que o material atende as especificações.

Dai ele ter sido absolvido.

A onda que fizeram é porque havia sido aliado dos militares, dai o chamarem de filhote da ditadura.

Contudo, o desmoronamento poderia ter sido evitado se o síndico, logo que tomou conhecimento das rachaduras, tivesse chamado uma empresa especializada e agido, ao invés de ficar esperando que a empresa do Naya providenciasse o reforço. Tanto que o Palace I não caiu.

Eu tive um apartamento em prédio da Selva de Pedra que esteve com a estrutura comprometida e com rachaduras crescentes. O síndico chamou uma firma que imediatamente lançou estacas de reforço, tendo o prédio se firmado. Tentamos cobrar da João Fortes, que fez corpo mole. E como João Fortes era amigo do Figueiredo e do Délio, o síndico, que era militar, jogou a despesa sobre o condomínio e não reclamou.
Ficamos com o prejuízo, mas o prédio ficou seguro.

Pedro Paulo

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Por que não sou um fã de Charles Darwin


Por que não sou um fã de Charles Darwin

Olavo de Carvalho

Diário do Comércio, 20 de fevereiro de 2009

As festividades bilionárias em comemoração aos duzentos anos de nascimento de Charles Darwin tornam momentaneamente invisíveis alguns fatos essenciais da vida e da obra desse homem de ciência.

Desde logo, Darwin não inventou a teoria da evolução: encontrou-a pronta, sob a forma de doutrina esotérica, na obra do seu próprio avô, Erasmus Darwin, e como hipótese científica em menções inumeráveis espalhadas nos livros de Aristóteles, Sto. Agostinho, Sto. Tomás de Aquino e Goethe, entre outros.

Tudo o que ele fez foi arriscar uma nova explicação para essa teoria – e a explicação estava errada. Ninguém mais, entre os autoproclamados discípulos de Darwin, acredita em “seleção natural”. A teoria da moda, o chamado “neodarwinismo”, proclama que, em vez de uma seleção misteriosamente orientada ao melhoramento das espécies, tudo o que houve foram mudanças aleatórias. Que eu saiba, o mero acaso é precisamente o contrário de uma regularidade fundada em lei natural, racionalmente expressável. O darwinismo é uma idéia escorregadia e proteiforme, com a qual não se pode discutir seriamente: tão logo espremido contra a parede por uma nova objeção, ele não se defende – muda de identidade e sai cantando vitória. Muitas teorias idolatradas pelos modernos fazem isso, mas o darwinismo é a única que teve a cara de pau de transformar-se na sua contrária e continuar proclamando que ainda é a mesma.

Todos os celebrantes do ritual darwiniano, neodarwinistas inclusos, rejeitam como pseudocientífica a teoria do “design inteligente”. Mas quem inventou essa teoria foi o próprio Charles Darwin. Isso fica muito claro nos parágrafos finais de A Origem das Espécies, que na minha remota adolescência li de cabo a rabo com um enorme encantamento e que fez de mim um darwinista, fanático ao ponto de colocar o retrato do autor na parede do meu quarto, rodeado de dinossauros (só agora compreendo que ele é um deles). Agora, graças à amabilidade de um leitor, tomei conhecimento dos estudos desenvolvidos por John Angus Campbell sobre a “retórica das ciências”. Ele estuda os livros científicos sob o ponto de vista da sua estratégia de persuasão.

Num vídeo fascinante que vocês podem ver em http://www.youtube.com/watch?v=_esXHcinOdA, ele demonstra que o “design inteligente” não é apenas um complemento final da teoria darwinista, mas a sua premissa fundamental, espalhada discretamente por todo edifício argumentativo de A Origem das Espécies. O “design inteligente” é, portanto, a única parcela da teoria darwiniana que ainda tem defensores: e estes são os piores inimigos do darwinismo.

É certamente um paradoxo que o inventor de uma explicação falsa para uma teoria preexistente seja celebrado como criador dessa teoria, porém um paradoxo ainda maior é que a premissa fundante da argumentação darwiniana seja repelida como a negação mesma do darwinismo.
Puramente farsesco, no entanto, é o esforço geral para camuflar a ideologia genocida que está embutida na própria lógica interna da teoria da evolução. Quando os apologistas do cientista britânico admitem a contragosto que a evolução “foi usada” para legitimar o racismo e os assassinatos em massa, eles o fazem com monstruosa hipocrisia. O darwinismo é genocida em si mesmo, desde a sua própria raiz. Ele não teve de ser deformado por discípulos infiéis para tornar-se algo que não era. Leiam estes parágrafos de Charles Darwin e digam com honestidade se o racismo e a apologia do genocídio tiveram de ser enxertados a posteriori numa teoria inocente:

“Em algum período futuro, não muito distante se medido em séculos, as raças civilizadas do homem vão certamente exterminar e substituir as raças selvagens em todo o mundo. Ao mesmo tempo, os macacos antropomorfos... serão sem dúvida exterminados. A distância entre o homem e seus parceiros inferiores será maior, pois mediará entre o homem num estado ainda mais civilizado, esperamos, do que o caucasiano, e algum macaco tão baixo quanto o babuíno, em vez de, como agora, entre o negro ou o australiano e o gorila.”

Imaginem, durante as eleições americanas, a campanha de John McCain proclamar que Barack Hussein Obama estava mais próximo do gorila do que o candidato republicano!

Tem mais: “Olhando o mundo numa data não muito distante, que incontável número de raças inferiores terá sido eliminado pelas raças civilizadas mais altas!”

Para completar, um apelo explícito à liquidação dos indesejáveis:

“Entre os selvagens, os fracos de corpo ou mente são logo eliminados; e os sobreviventes geralmente exibem um vigoroso estado de saúde. Nós, civilizados, por nosso lado, fazemos o melhor que podemos para deter o processo de eliminação: construímos asilos para os imbecis, os aleijados e os doentes; instituímos leis para proteger os pobres; e nossos médicos empenham o máximo da sua habilidade para salvar a vida de cada um até o último momento... Assim os membros fracos da sociedade civilizada propagam a sua espécie. Ninguém que tenha observado a criação de animais domésticos porá em dúvida que isso deve ser altamente prejudicial à raça humana. É surpreendente ver o quão rapidamente a falta de cuidados, ou os cuidados erroneamente conduzidos, levam à degenerescência de uma raça doméstica; mas, exceto no caso do próprio ser humano, ninguém jamais foi ignorante ao ponto de permitir que seus piores animais se reproduzissem.”

Notem bem: não sou contra a hipótese evolucionista. Do que tenho observado até hoje, devo concluir que sou o único ser humano, no meu círculo de relações próximas e distantes, que não tem a menor idéia de se a evolução aconteceu ou não aconteceu. Todo mundo tem alguma crença a respeito, e parece disposto a matar e morrer por ela. Eu não tenho nenhuma.

No entanto, minha abstinência de opiniões a respeito de uma questão que considero insolúvel não me proíbe de notar a absurdidade das opiniões de quem tenha alguma. Há muito tempo já compreendi que os cientistas são ainda menos dignos de confiança do que os políticos, e os paradoxos da fama de Charles Darwin não fazem senão confirmá-lo. Meus instintos malignos impelem-me a pegar os darwinistas pela goela e perguntar-lhes:

– Por que tanta onda em torno de Charles Darwin? Ele inventou o “design inteligente”, que vocês odeiam, e a seleção natural, que vocês dizem que é falsa. Ele pregou abertamente o racismo e o genocídio, que vocês dizem abominar. Para celebrá-lo, vocês têm de criar do nada um personagem fictício que é o contrário do que ele foi historicamente. Não vêem que tudo isso é uma palhaçada?

Comente este artigo no fórum:
http://www.seminariodefilosofia.org/forum/15

Obs.: Um livro importante sobre Darwin foi escrito pelo embaixador e pensador José Osvaldo de Meira Penna, Polemos - Uma análise crítica do darwinismo, Editora UnB, Brasília, 2006. Adquira nas livrarias ou em http://www.americanas.com.br/AcomProd/1472/362939. Leia a introdução do livro em http://www.meirapenna.org/publicacoes/livros/2006/polemos/index.htm (F. Maier).