MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

"Subprime Pacheco"


Não se sabe como as financeiras têm fôlego financiarem sem limites mesmo com a inadimplência a níveis acima de alarmantes. Há 4 meses passados em Ribeirão Preto/SP - segundo comentava um oficial de justiça - em média 15 veículos eram retomados todas as semanas. E a situação (desemprego) piorou muito depois disso - os créditos foram limitados, mas por pressão de Lula foram retomados sem controle. Há alguma coisa extranha nisso tudo pois a diminuição das parcelas diante da diminuição do IPI, porem com o aumento do juros, é irrisória.

Paulo Sérgio Loredo

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Revendas de carros terão R$ 200 mi desde que garantam emprego

EDUARDO CUCOLO

da Folha Online, em Brasília

11/02/2009 - 12h16

O Ministério do Trabalho espera fechar um acordo para garantir R$ 200 milhões às revendedoras de veículos usados em crédito para capital de giro com juros menores, em troca da garantia de empregos nesse setor.

De acordo com o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, já foi fechado um acordo com o Banco do Brasil.

O dinheiro virá do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador). A proposta foi aprovada pelo Codefat (Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador).

"Estamos propondo uma linha de crédito de capital de giro para as revendedoras de automóveis, inicialmente R$ 200 milhões. Esse é o setor automotivo que mais teve impacto", afirmou.

Hoje, essas linhas no BB têm juros acima de 30% ao ano (TJLP de 6,25% + 24% a.a.). Agora, os juros vão cair para cerca de 16,5% ao ano (TJLP + 16,456%).

"Isso significa uma taxa de 1,4% ao mês. É o empréstimo mais baixo para capital de giro praticado no Brasil", afirmou Lupi.

Na próxima semana, os representantes do setor também devem assinar com o ministério um compromisso de preservar os empregos nessas redes.

"Não haverá nenhuma demissão. Eles se comprometem a manter todos os postos de trabalho, no papel, documentado."

O crédito máximo será de R$ 200 mil por empresa, pelo prazo de 24 meses com cinco de carência. O contrato de garantia de emprego será assinado no momento de utilização dôo crédito e irá vigorar durante o período de financiamento. Se demitirem, terão de devolver os recursos antecipadamente.

Leia "Subprime Pacheco" vem aí em http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/kennedyalencar/ult511u467867.shtml