MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Movimento Social Terrorista (MST)


25/01/2009

"O MST foi domesticado por Lula"

O deputado e ex-ministro Raul Jungmann diz que movimento se deixou cooptar por dinheiro

BRASÍLIA

Ex-ministro do Desenvolvimento Agrário no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o deputado Raul Jungmann (PPS-PE) afirma que os dirigentes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) se deixaram cooptar em troca de liberação de recursos e cargos em autarquias federais, como as superintendências do Instituto nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). ­ No governo Lula o MST ficou domesticado, dócil e a reforma agrária perdeu o poder de pressão que havia com Fernando Henrique ­ disse o deputado. Segundo ele, há suspeitas de irregularidades na distribuição de verbas. ­

O TCU (Tribunal de Contas da União) está investigando uma série de processos relacionados à liberação de verbas ao movimento. Muitas estatais e autarquias distribuíram dinheiro sem qualquer controle público ­ acusa o deputado. Segundo ele, o Ministério do Desenvolvimento Agrário colocou pessoas indicadas pelo movimento para comandar superintendências regionais e unidades avançadas do Incra em várias regiões do país. ­

O Incra e o MDA foram aparelhados e o governo abriu os cofres do Tesouro ao movimento através dos quase todos os Ministérios, autarquias e estatais. Lideranças intermediárias e superiores do MST foram cooptadas. Eles têm cargos comissionados e viraram chapa-branca ­ afirma. Um dos principais adversários políticos do MST, o ex-ministro reconhece que o movimento tem o mérito de ter colocado a reforma agrária na agenda do governo na gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, pressionando para que fosse possível assentar 650 mil famílias de trabalhadores rurais e distribuir, durante os dois mandatos do PSDB, cerca de 22 milhões de hectares de terra. ­ Mas eles também têm o demérito de ter retirado a reforma agrária da agenda do governo Lula ­ diz Jungmann.

O deputado lembra que a a "ferocidade das invasões" era tão intensa que os sem-terra chegaram a tumultuar o governo Fernando Henrique. Invadiram a fazenda particular do próprio presidente, em Buritis (MG) e, em outra ocasião, o gabinete de Jungmann, em Brasília, sem contas as centenas de propriedades invadidas e os conflitos provocados no campo. ­ O MST perdeu o fator de coesão e luta ao se render ao governo Lula. Não são mais os revolucionários que enfrentavam o governo Fernando Henrique. O movimento é governista ­ diz Jungmann, que concentra suas críticas no principal dirigente do MST, o economista João Pedro Stédile. ­

O Stédile era um revolucionário e se transformou num barnabé. O dirigente de fato do movimento é o Luiz Dulci (ministro da Secretaria Geral da Presidência) que chama o movimento para conversar sempre que fazem ameaças e libera mais dinheiro ­ afirma. O ex-ministro diz que o MST perdeu o rumo e a razão de ser porque seus objetivos eram políticos e a meta era, se possível, derrubar o governo Fernando Henrique. ­ O movimento tem objetivos políticos. Se a finalidade fosse a reforma agrária, seu desempenho no governo Lula seria mais agressivo que no de FHC. Haveria mais pressões. Mas ocorre justamente o contrário ­ observa o deputado.

Segundo ele, a explicação é porque ao se envolver como parceiro na campanha que elegeu o governo do PT, os dirigentes sem-terra assumiram um papel de bom comportamento e dentro dos limites definidos pelo Palácio do Planalto. Jungmann acha que o suposto distanciamento do MST em relação do governo Lula, anunciado no encontro por ocasião dos 25 anos, em Sarandi, é falácia. ­ É coisa pra inglês ver porque trata-se de cria e criador ­ afirma. Ele diz que os sem-terra estão sem alternativa política, mas se preparam para retomar as invasões e manifestações com mais intensidade caso em 2010 seja eleito um governante do PSDB. Eles voltarão cuspindo fogo ­ diz.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI3470833-EI7896,00.html

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O PAPEL DO MST NA "AFRICANIZAÇÃO DO BRASIL

No século passado, nosso continente sofreu um período de contínua desestabilização por meio de guerras civis, golpes de Estado, invasões e outros processos violentos. Esta foi a forma pela qual o Império Britânico dominou a Ibero-América, com a ciência política de Thomas Hobbes, segundo a qual os poderes coloniais só podem sobreviver quando as nações subjugadas, ou em vias de sê-lo, são submetidas à permanente instabilidade. Hoje, como no século passado, os interesses britânicos regressaram para cá e não poderiam se comportar de maneira diferente.

O ataque britânico está em marcha em todas as frentes: está-se apoderando de bancos e minas, estatais estratégicas, redesenhando as fronteiras nacionais e mobilizando as hordas jacobinas de narcoterroristas, para destruir todos os aspectos da vida institucional nacional da região.

No Brasil, ao mesmo tempo em que interesses do Império Britânico se apodera da economia do país, entidades a seu serviço controlam o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), o melhor instrumento com que contam para desmembrar o País. O reconhecimento feito pelo líder do MST, Gilmar Mauro, de que sua organização está promovendo uma "guerra civil de baixa intensidade" em vários pontos do País, revela o propósito de encetar uma nova fase de ações ofensivas, como foi determinado no IV Encontro Nacional do MST, realizado em Brasília, em janeiro de 1.999.

Essa nova ofensiva do MST não é uma decisão soberana na cúpula dirigente local, mas o cumprimento das ordens de marcha recebidas de seus controladores externos, processo similar ao desfechado, a partir do início do mesmo ano, pelo seu congênere mexicano Exército Zapatista de Libertação Nacional (EZLN). A semelhança entre os dois movimentos os torna clones quase perfeitos, criados no laboratório de "engenharia social" da decrépita Monarquia britânica, cujo objetivo maior é o desmembramento dos Estados nacionais soberanos.

A guerra irregular, como forma de ação, foi importada pelo próprio Gilmar Mauro do EXLN mexicano, a partir do encontro de La Trinidad, promovido pelos "zapatistas" em 1996, no qual ele foi delegado oficial por meio de canais organizados dentro do Foro de São Paulo, do qual ambos são membros. Entretanto, a coordenação mais importante é feita por intermédio de organismos e representantes pessoais do Establishment anglo-americano-francês. Um deles é a viúva do falecido presidente francês François Mitterrand, Danielle Mitterand. Estes círculos oligárquicos têm uma idéia fixa a respeito de suas iniciativas colonialistas quanto às nações em desenvolvimento: a destruição dos Estados nacionais soberanos e a criação de "enclaves étnicos", dentro do esquema geral de formação de um "governo mundial" oligárquico, o qual mobiliza uma vasta rede de organizaçõeso não-governamentais (ONGs). O esquema foi proposto para a criação de um "Curdistão" ao Norte do Iraque, ao final da Guerra do Golfo, em 1.991, e repetido para o Brasil, quando o casal Mitterrand se uniu ao movimento internacional a favor da criação da reserva indígena ianomâmi. Em dezembro de 1.997, Danielele Mittrerrand visitou a localidade de Chenallo, em Chiapas, zona dominada pelo EZLN, que considerou "similar ao Curdistão". Antes de viajar a Chiapas, ela passou pelo Brasil, onde se reuniu com seus amigos habituais, o ideólogo do MST Frei Betto e os líderes da organização.

Embora o MST tenha intensificado suas ações por todo o País, está claro que sua liderança selecionou algumas regiões estratégicas para tentar criar enclaves ou zonas liberadas. O próprio Gilmar Mauro, após voltar do México, afirmou que seu sonho era criar uma "república" do MST no Pontal do Paranapanema. Ao mesmo tempo, a revista IstoÉ revelou que fontes ligadas aos serviços de inteligência militar do Brasil apontavam a região do Sul do Pará como uma provável "zona livre", selecionada pela cúpula do MST. As áreas selecionadas eram:

1. Rio Grande do Sul, onde o resultado seria uma queda de produção agrícola drástica numa das regiões mais produtivas do Pais. com os conflitos no campo já provocados pelo MST, o valor da terra caiu cerca de 60% no Estado. Ademais, isto levaria o conflito à zona de fronteira, que historicamente serviu do Império Britânico para traçar sua geopolítica de controle do Rio da Prata. É evidente que a estratégia do MST é transformar a crescente massa de miseráveis que a política neoliberal do presidente Fernando Henrique Cardoso está criando em "refugiados econômicos", que facilmente podem desestabilizar toda a zona de fronteira.

2. O Pontal de Paranapanema, onde a investida englobaria parte dos estados de São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul, área onde é gerada a metade da energia elétrica do País, que possui uma densa rede de distribuição de eletricidade e abrange a hidrovia Tietê-Paraná.

3. O Estado do Pará, especificamente a região compreendida por um raio de 200 km em torno do complexo mineiro de Carajás - escolhida como um dos focos insurrecionais por possuir certas características "africanas", como riquezas minerais, florestas e uma população paupérrima, facilmente manipulável devido à sua marginalização do processo civilizatório, criado sob a matriz cultural cristã ocidental. Isto é o que admite um dos líderes do MST na região, o bispo Dom Pedro Casaldáliga, uma das conexões do movimento com o EZLN mexicano, pela sua íntima colaboração com o bispo Dom Samuel Ruiz, o verdadeiro comandante do "zapatismo" mexicano."

O CONTROLE BRITÂNICO DO MST

Praticamente, desde a fundações oficial do MST, a monarquia britânica tem presenteado o movimento com ajuda financeira, ao mesmo tempo em que se converteu, por meio de várias de suas fundações, na principal patrocinadora da imagem internacional do movimento fornecendo-lhe um disfarce de genuíno movimento em prol da justiça social. A relação do MST com a casa de Windsor se realiza principalmente por intermédio de dois canais, o Conselho Mundial de Igrejas (CMI) e o Departamento do Desenvolvimento para o Gabinete Internacional (DFID), o antigo Colonial, que centralizou o apoio britânico aos líderes responsáveis pelo genocídio em curso na África Central.

O MST foi oficialmente fundado em 1.984, pela Comissão Pastoral da Terra (CPT). Esta, por sua vez, deve sua criação a outra entidade que nasceu no Brasil nos anos 70, graças ao apoio que recebeu do CMI, a Comissão da Justiça e Paz, controlada pelo agora ex-arcebispo de São Paulo, cardeal Dom Paulo Evaristo Arns. Atualmente, as principais figuras da CPT se converteram de fato nos verdadeiros comandantes do MST, como os bispos Tomás Balduino e Pedro Casaldáliga. A CPT foi fundada em Goiânia, em abril de 1.975; atualmente faz parte da organização Pax Christi, sediada na Bélgica, uma ONG com ativo trabalho na Colômbia, onde intermediou vários seqüestros perpetrados pela narcoguerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC).

Segundo o jornal Gazeta Mercantil de 21 de outubro de 1997, um representante do MST, Delwek Matheus, foi recebido em Londres por ninguém menos que o recém-nomeado vice-ministro britânico de Desenvolvimento Internacional, George Fowles.

Durante o governo John Major, o DFID era dirigido por lady Lynda Chalker, que coordenou pessoalmente o apoio oficial britânico aos genocidas da África Central, Laurent Kabila, do ex-Zaire (atual República Democrática do Congo), Yoweri Museveni, de Uganda e Paul Kagame, de Ruanda. No atual Governo inglês, encabeçado por Tony Blair, esta política não foi alterada.

Em agosto de 1.997, Diolinda Alves de Souza, alta dirigente do MST, viajou à Europa para evitar a prisão de seu marido José Rainha - considerado o líder militar maoísta do movimento e, à época, seu coordenador na crítica região do Pontal - , que fora condenado a 26 anos de prisão por sua suposta participação em dois assassinatos cometidos por sem-terras em Pedro Canário (ES). Sua viagem foi patrocinada pela Christian Aid (CA), organização filantrópica oficial das 40 igrejas da Inglaterra e Irlanda, encabeçada pela Igreja Anglicana e cujo chefe superior é a própria rainha Elizabeth II. A CA integra a estrutura do CMI e, igualmente, a rede do "Império Invisível" britânico, pois tem assento na Crown Agens Foudation (Fundação dos Agentes da Coroa), entidade recém-privatizada, que trabalha em coordenação com o DFID. A CA tem financiado o MST desde 1986 e não lhe tem negado apoio político em momentos cruciais. Em abril de 1996, após o sangrento confronto com a Polícia MIlitar provocado pelo MST em Eldorado de Carajás (PA), o diretor do Projeto Brasil da CA, Domingos Armani, não perdeu tempo em jogar lenha na fogueira, afirmando publicamente: "O massacre é o resultado direito da falta de reforma agrária".

Além da CA, a viagem de Diolinda teve patrocínio de várias ONGs, como os Amigos da Terra e a Oxfam, que tiveram importante participação na mobilização internacional que impôs ao Brasil a criação da reserva indígena ianomâmi. Na realidade, esta foi a "madrinha" do casamento do MST com o EZLN, consagrado durante o encontro de La Trinidad, em junho de 1.996.

Além da antiga relação com a CA, o MST desenvolve laços com outras organizações similares:

. em 1991, a Right Livelihood Foundation (RSF) outorgou o seu prêmio anual Right Livelihood Award ao padre Ricardo Rezende, da Comissão Pastoral da tErra (CPT); a RLF patrocinou as pesquisas do líder do MST, João Pedro Stédile, para seu livro A luta pela terra no Brasil, escrito a quaro mãos com frei Sérgio Görgen, um dos líderes do movimento no Rio Grande do sul;

.em 1992, a Anti-Slavery International (ASI - Internacional Anti-Escravidão) outorgou ao padre Rezende sua medalha anual. A ASI foi criada em 1787 por famílias oligarcas da Inglaterra como os Wilberforce e os Buxton. O atual lorde Buxton é um dos vice-presidentes do Fundo Mundial para a Natureza (WWF), do príncipe Philip;

. em fevereiro de 1.997, o MST recebeu o Prêmio Internacional Rei Balduino, outorgado pela casa real da Bélgica. Em 1989, o prêmio foi conferido ao falecido pedagogo Paulo Freire, que foi um dos principais ideólogos do MST.


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MÁFIA VERDE - 3ª EDIÇÃO - 2001 - PÁG. 217.

Pedidos

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R. México, 31 - s 202 - Rio de Janeiro/RJ CEP 20031 144.

Foi escrito por uma equipe de investigadores da revista Executive Intelligence Review (EIR).

Por Carlos Alberto Brilhante Ustra - Cel Ref

Matéria extraída do site: http://www.averdadesufocada.com/

A seguir, transcrevo uma matéria publicada no jornal "Ombro a Ombro" que assim como os seu fundador , Cel Pedro Shirmer, infelizmente, já não existe mais. É a respeito de um grupo de oficiais que eu, orgulhosamente, integrava. Quando os fatos, a seguir narrados, se passaram, eu já estava no Uruguai , como Adido do Exército. Domingo, dia 20/07/2008; o mesmo Coronel de Engenharia me visitou e durante a nossa conversa me afirmou que tudo se passou como está abaixo transcrito.

"Havia nos anos 80, em Brasília, um grupo de oficiais que se reunia no saguão do Quartel-General do Exército, no intervalo entre o almoço e o início do expediente da tarde. Eram todos coronéis antigos no posto: Coronéis modernos eram aceitos no grupo desde que se limitassem a ouvir.

Se ousasem opinar, tinham como resposta um silêncio nada cerimonioso - sinal de que não estavam agradando.

O local era conhecido como "boca maldita", razão pela qual muitos havia que passavam ao largo, por receio de se comprometerem. Falava-se de tudo, com destaque para a "marreta".

Corria o ano de 1984. A Revolução de 31 de Março dera "luz verde" à "abertura", não obstante os bolsões de resistência à entrega do Governo aos políticos.

Eleito Tancredo Neves, pelo Congresso, os frequentadores da "boca maldita" especulavam sobre a sua investidura na Presidência da República. Toma posse? Não toma posse? Foi aí que um Coronel de Engenharia se manisfestou: Tancredo não toma posse! Mas como? Um retrocesso na "abertura"? Revolução dentro da Revolução?.

Passavam-se os dias e sempre que o assunto vinha à baila, o Coronel sustentava, com vigor, a convicção de que Tancredo Neves não tomaria posse. Olhares interrogativos de esguelha pairavam no ar. Sorrisos contidos e nem todos contidos...

Após o almoço de 14 de março de 1985, véspera do dia marcado para a posse, o grupo está formado quando surge o Coronel de Engenharia. De imediato, espocam interrogações e afirmações jocosas: é amanhã, companheiro...

E o de Engenharia, tranquilamente, falou: amanhã é amanhã, hoje ainda é dia 14! Risos, olhares.

E eis que naquela noite, Tancredo Neves baixa ao hospital e não toma posse!

Em reunião a seguir, o tom de gozação cedeu lugar à curiosidade, daí perguntas como: baseado em que, as suas afirmações? E responde o de Engenharia: - quem me disse foi meu guia espiritual, que nunca falhou!

Ante a resposta, seguiu-se um pedido do grupo: volte ao seu guia, pergunte-lhe o que vai acontecer depois e nos conte.

Passados alguns dias, retorna o de Engenharia e diz: - Meu guia falou que tudo se arranjará: Haverá um período de democracia plena, que não se pode dizer a duração porque a unidade de tempo no plano espiritual não coincide com o calendário terreno: depois, virá um período de trevas com uma ditadura braba jamais vista no Brasil... "

Durante a luta armada, nas décadas de 60 e 70, todas as organizações terroristas tinham como objetivo principal a formação de um "Exército de Libertação Nacional" . Segundo elas só com a formação desse exército seria possível tomar o poder no Brasil.

Nunca conseguiram atingir esse intento. Foram sempre combatidas pelos órgãos de repressão.

Hoje, esse exército já existe, como podemos ver pelo que abaixo está descrito. Ele é apoiado e mantido com dinheiro público, com a ajuda do governo federal, de governos estaduais, de prefeituras municipais, com uma grande parte da Igreja Católica e até de ONGs com sede no exterior.

Saqueiam, roubam, causam prejuizos aos proprietários das terras invadidas e nada lhes acontece. Ninguém é punido, ninguém é preso. São intocáveis.

Estão prontos para o combate, devidamente instruídos e enquadrados.

Querem Stédilie para presidente. Querem a revolução socialista .

No mundo inteiro sempre que militantes dessa ideologia assumem o poder, o extermínio dos dissidentes é de milhares ou talvez de millhões de pessoas.Os primeiros s serem fuzilados são os oficiais do Exército , como aconteceu na Polônia e em Cuba.O tempo que permanecem no poder é de muitos anos.

Da maneira como as coisas estão andando: com a amoralidade imperando; com a corrupção cada vez maior em todos os escalões; com o crime organizado dominando as principais cidades; com ministros interpretando leis de acordo com a sua ideologia; com juristas afirmando que as cláusulas pétreas da nossa Constituição não tão pétreas e que o direito adquirido é muito relativo; com o povo desesperado com a falta de segurança; com as Forças Armadas achincalhadas, sucateadas, sem munição, sem comida e sem recursos para sobreviverem; creio que a ditadura sangrenta, jamais vista no Brasil, prevista pelo guia espiritual do meu amigo Coronel de Engenharia, acontecerá quando o MST, pela luta armada, assumir o governo deste país.

Veja estas manchetes de jornais:

* MST: 2 milhões de militantes e 1.800 escolas
* 200.000 crianças no Brasil aprendem no Livro Vermelho de Mão
* País terá graduação para assentados
* Graduação na USP só para aluno assentado
* MST forma professores e prega luta
* Projeto (para professores da roça) é inspirado em graduação para sem-terra.

Não é assustador?

* Estão matriculados 160.000 sem-terrinhas nas 1800 escolas públicas dos assentamentos e acampamentos. São reconhecidas pelo MEC e mantidas, evidentemente, com recursos que vêm do Governo.
* Existem cursos exclusivos em cerca de 20 universidades para formação de sem-terra, por convênio. Esses cursos são, na maioria, pagos pelo Incra. Para se candidatar ao curso é preciso ser assentado, filho de assentado, não ter formação superior e trabalhar como educador em escolas.
* Uma universidade própria, a Florestan Fernandes. Inaugurada em janeiro de 2005, em novembro do mesmo ano formava 60 alunos em cursos de especialização, com a presença do secretário-geral da Presidência, ministro Luiz Dulci. Bem destacada no centro de cada diploma estava a frase: “Contra a intolerância dos ricos, a intransigência dos pobres. Não se deixe cooptar. Não se deixe esmagar. Lutar sempre”
* Existe ainda um projeto de uma escola sul-americana de agroecologia, cujo protocolo de intenção para sua implantação no Estado do Paraná foi assinado pelos governo do Brasil, Venezuela, Paraná e pela Via Campesina.
* Acaba de ser noticiado que, pela primeira vez no País, teremos estudantes saindo de universidades com o diploma de professor rural. O Ministério da Educação fechou convênio com cinco universidades para a formação desses cursos. Segundo o MEC, esses cursos são inspirados nos Cursos de graduação para os sem-terra. Há três anos existem esses cursos na UFMG – Universidade Federal de Minas Gerias. Na aula inaugural de 2005, discursou Armando Vieira, líder do MST em Minas. Sabem o que pregou? “As Universidades são latifúndio, e nossa presença aqui é uma ocupação”! Como se vê é pura luta de classes e subversão. Agora imaginem a doutrinação que será feita quando formarem os professores para as 96 mil escolas rurais, freqüentadas por 6 milhões de aluno.

Por que essa exclusividade?

A Revista Época, em reportagem que ficou famosa, escreveu:

“Há 20 anos eles eram crianças colocadas pelos pais na linha de frente das invasões, para constranger a polícia e suas baionetas. Hoje eles são o comando de ocupações, marchas e saques pelo Brasil afora. A nova geração do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), a primeira nascida nos acampamentos e formada nas escolas da organização, chegou ao poder.”

Eis o que pregam alguns desses alunos:

● “Quando boa parte do povo estiver pronta para pegar na enxada, a gente faz uma revolução socialista no Brasil”.

● “Meus pais só queriam um pedaço de terra. Agora queremos mudar a sociedade, mesmo que não seja pela via institucional”.

●” A gente precisa ir para a luta, acampar e viver o desconforto para destruir o capitalista que vive dentro de nós”.

●“Quando 169 milhões de pessoas no País quiserem o socialismo, não vai ter jeito. Nem que seja pela força”.

● “Queremos a socialização dos meios de produção. Vamos adaptar as experiências cubana e soviética ao Brasil”.

Eles querem a revolução! E pela educação vão formar revolucionários para incendiar o campo...

Essa é das piores e mais perigosas espadas que estão sobre a cabeça do produtor rural.

Acompanhe conosco essa ação. Denuncie, esclareça seus amigos.

http://www.paznocampo.org.br/