MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Infiltração das FARC na FAB?

Terça-feira, Fevereiro 03, 2009

Coronel colombiano denuncia infiltração das Farc na FAB e insiste em ligações da guerrilha com governo Lula

Edição de Terça-feira do Alerta Total

http://alertatotal.blogspot.com/

Por Jorge Serrão

O Coronel colombiano Luis Alberto Villamarín Pulido volta a denunciar que os
"os arquivos eletrônicos dos computadores de Raul Reyes (morto na operação do exército colombiano dentro do território equatoriano em 01.03.2008) e investigações de analistas políticos brasileiros demonstram que há vários anos existe uma substancial infiltração comunista em importantes escalões do comando da Força Aérea brasileira". O militar também revela, sem citar nomes diretamente, que integrantes do governo Lula se relacionam diretamente com a guerrilha colombiana.

O coronel Villamarín Pulido é pesquisador das Farc e especialista em estudos sobre terrorismo. Escreveu vários livros: "Conexion Al-Queda: del Islamismo Radical Al Terrorismo Nuclear", "El cartel de las farc" e "La Selva Roja". Portanto, é uma fonte com autoridade no assunto para sustentar o peso das denúncias que faz. Já eram conhecidas as ligações das Farc com facções criminosas, como o Comando Vermelho. Agora, surgem as ramificações políticas e até a infiltração no meio militar.

O militar colombiano descreve o jogo de dissimulação que tenta esconder as ligações das Farc com os brasileiros: "Enquanto Chávez e Correa mantinham negociações diretas com as Farc, através do então ministro do interior Ramón Rodríguez Chacín e do Ministro da Defesa Gustavo Larrea, o governo de Lula tinha cinco funcionários de alto nível comprometidos no mesmo complô".

Villamarín Pulido vai mais além: "Quando a trama ficou exposta, Chávez e Correa se defenderam com grosserias e ofensas contra a Colômbia. Lula se fez de desentendido, esquivou-se de qualquer responsabilidade. O procedimento é sintomático. Com muitas desculpas e mentiras piedosas a administração Lula tem se esquivado de qualificar as Farc como terroristas".

O coronel critica o desgoverno brasileiro por não "desenvolver uma campanha militar sustentada na fronteira com a Colômbia para destruir vários acampamentos guerrilheiros instalados na selva amazônica brasileira, cortar os nexos do narcotráfico brasileiro com os terroristas colombianos, e deportar vários propagandistas das Farc que se movem à vontade tanto nas universidades e nos corredores das instituições governamentais brasileiras".

Villamarín Pulido adverte que as Farc fazem parte do comando estratégico que quer – a médio ou longo prazo – unificar os regimes esquerdistas em todo o continente latino-americano. E vai mais fundo em sua análise: "Não é despropositado afirmar que o Exército brasileiro, outrora instituição nitidamente anticomunista, está submetido a uma tensão imprevisível, sabendo que tem sido amordaçado, enquanto os dirigentes políticos populistas estão mergulhados na estratégia política traçada por Havana, que visa submeter todo o continente ao arcaico esquema marxista-leninista".

Segundas intenções

Na relação perigosa com as Farc, o coronel Villamarín Pulido sustenta que o governo petista não desmentiu, categoricamente, os rumores sobre a contribuição de cinco milhões de dólares que Tirofijo (codinome de Manuel Marulanda, chefe das Farc, que morreu em 26.03.2008) enviou para a campanha de reeleição presidencial de Lula.

O coronel colombiano lembra que "com a cumplicidade de alguns funcionários do governo e dirigente comunistas brasileiros, o terrorista Francisco Collazos – aliás, Oliverio Medina, ou padre Camilo – membro ativo da chamada Frente Internacional das Farc, burlou os serviços de segurança internacional e obteve asilo político autorizado pelo próprio Lula da Silva".

"Por detrás de toda a maquinação midiática montada pelas Farc e seus sócios com a vistosa libertação unilateral de seis seqüestrados, a ardilosa jogada visa objetivos políticos e estratégicos, como a projeção de Lula como um pacifista internacional, e das Farc como um movimento político não terrorista".

"O certo é que nem Lula nem seu governo têm sido aliados da Colômbia na luta contra o narcoterrorismo, mas, o que é muito pior, interessa-lhes e lhes convém que as Farc existam, para continuarem obstinados no projeto de submeter a Colômbia ao ambicioso projeto de expansão castro-chavista".

Os ataques do coronel Villamarín estão no link: ¿A qué apuesta Lula Da Silva con la liberación de los secuestrados por las Farc?