MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Triste Festa dos Reis Magos em Belém

Por causa da guerra em Gaza

BELÉM, terça-feira, 6 de janeiro de 2009

ZENIT.org

Em um ambiente entristecido pela guerra entre palestinos e israelenses na faixa de Gaza, a comunidade católica celebrou a Epifania, a festa dos Reis Magos, na cidade natal de Jesus.
Também era de tristeza o ânimo entre os cristãos ortodoxos que se dispunham para celebrar o Natal, neste 7 de janeiro, na Basílica da Natividade.

O custódio da Terra Santa, o franciscano Pierbattista Pizzaballa, procedente de Jerusalém, junto a uma comitiva, foi saudado em seu caminho a Belém, como é tradição, por palestinos e israelenses, mas desta vez em silêncio.

Os escoteiros, nesta ocasião, evitaram desfilar por respeito a Gaza.

Depois do canto do «Te Deum», o pároco da igreja de Santa Catarina, que se encontra junto à Basílica da Natividade, frei Samuel Fahim, dirigiu-se à assembléia para afirmar que «o que está ocorrendo durante estes dias em nossa região é muito triste e nos faz experimentar o que está escrito no Evangelho, quando tantas crianças inocentes foram massacradas».

«Mas, assim como naquele tempo Jesus estava no meio deles, também está hoje entre nós. E por este motivo nos dirigimos a Ele suplicando-lhe que transforme nossa tristeza em alegria, e a guerra em paz. Queremos viver a festa da Epifania com este espírito», afirmou o pároco.

Por sua parte, o vigário da Custódia, frei Artemio Vítores, respondendo às perguntas dos jornalistas, convidou a «ver além e a entrar mais profundamente no mistério da Encarnação».

«Passamos pela porta da humildade, a porta da humilhação – acrescentou. Se o espírito do Natal nos leva a celebrar com maior facilidade o dom da Vida, hoje a situação nos leva, contudo, a experimentar a humildade e a fraqueza do Deus que se encarna. Ainda assim, esse Menino, que nasceu aqui, é o Príncipe da Paz. Nestes dias, o que devemos fazer é, sobretudo, rezar, invocando esta paz, e não perder a esperança.»