MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

PM de São Paulo: Mortos a serviço da lei

Mortos a serviço da LEI

Histórias de policiais militares que puseram a vida em risco e morreram patrulhando as ruas de São Paulo. Para suas famílias, o desafio é descobrir como seguir em frente

Por Fabio Brisolla Fotos Mario Rodrigues


03.12.2008

Cerimônia no mausoléu da PM, no Cemitério do Araçá: a Guarda Fúnebre homenageia policiais com três salvas de sete tiros de festim

Armados com metralhadoras e fuzis, quinze integrantes de uma quadrilha roubaram um banco em Guarulhos às 14 horas do último dia 7. Uma troca de tiros começou na saída da agência e os bandidos escaparam em cinco carros, dando início a uma perseguição cinematográfica que envolveu dezenas de viaturas policiais. Os fugitivos seguiram em direção à Zona Norte da capital e, em questão de minutos, chegaram às ruas do Tremembé, bairro monitorado pelo soldado Ailton Tadeu Lamas havia 22 anos. Durante o cerco, ele encontrou dois bandidos que tentavam invadir uma casa e houve confronto. Lamas feriu um deles, mas acabou atingido por disparos de AR-15 e morreu ao chegar ao Hospital da Polícia Militar, no Tucuruvi. Vinte e quatro horas depois, três salvas de sete tiros de festim iniciaram a cerimônia no mausoléu Os Heróis da Polícia Militar, no Cemitério do Araçá. Após o discurso do comandante do 43º Batalhão da PM (a unidade de Lamas), veio a bênção do capelão da corporação. Até então estendida sobre o caixão, a bandeira do Brasil foi dobrada e entregue pelo secretário da Se-gu-rança Pública, Ronaldo Marzagão, a Eliane Soares Lamas, mulher do soldado. No instante seguinte, o clarim soou o toque de silêncio. Lamas foi o 272º homem enterrado com honras militares no mausoléu, criado em 1969 em homenagem aos policiais mortos em serviço. As perdas contabilizadas, no entanto, são maiores, já que algumas famílias de PMs dispensam as honrarias e optam por funerais restritos aos parentes e amigos.

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