MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

sábado, 24 de janeiro de 2009

O Tesouro, o BNDES e nós


Comentário do Dia

23.01.09

O Tesouro, o BNDES e nós

Arthur Chagas Diniz (*)

O Tesouro Nacional, com o objetivo de abastecer a caixa do BNDES, vai aumentar a dívida interna em cerca de 10% (dez por cento). Se a emissão de títulos da dívida pública tiver, por todo o período de carência, a taxa SELIC de hoje, vai custar 12,75% ao ano. O BNDES emprestará esses recursos a 8,75% ao ano. Assim, se todos os tomadores dos empréstimos do BNDES pagarem em dia, sem qualquer default, o brasileiro terá que subsidiar as empresas beneficiárias em R$4 bilhões/ano.

Como a operação é anunciada como uma “pedra de toque” do solucionismo brasileiro, talvez fosse interessante saber por que a Petrobras - que irá receber 20% a 25% deste total com destinação aos investimentos no pré-sal - está adotando tal comportamento. Em primeiro lugar, porque Lulla quer. Ele acredita que é uma espécie de Midas. A segunda razão é que os blocos que compõem o pré-sal, e que seriam leiloados pela ANP (Agência Nacional do Petróleo), foram retirados do leilão a pretexto de criar uma nova empresa 100% estatal, já que não haveria riscos exploratórios uma vez que se sabia da existência de uma camada contínua no pré-sal. O preço do petróleo desabou, as dificuldades de extração são as mesmas (elevado valor e tecnologia incipiente).

A presunção de Lulla vai custar aos brasileiros, no mínimo, R$4 bilhões/ano. Se houver humildade, ainda dá para baixar a bola.

(*) Presidente do Instituto Liberal

Fonte: http://www.institutoliberal.org.br/comentario.asp?cdc=2505

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Tesouro fará aporte de R$ 100 bilhões para o BNDES

Ao anunciar medida, ministro diz que governo quer assegurar crédito para as principais atividades do País

Adriana Fernandes e Fabio Graner, da Agência Estado

SÃO PAULO - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou nesta quinta-feira, 22, que o Tesouro Nacional fará um aporte de R$ 100 bilhões ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) como forma de garantir todo o crédito necessário às empresas em 2009. "O objetivo é disponibilizar crédito suficiente para investimentos nas principais atividades do País", disse o ministro.

Leia mais em http://www.estadao.com.br/economia/not_eco311296,0.htm.