MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

O caso Cesare Battisti e o senador Eduardo Suplicy

Foto: Ucho Haddad

Amigo,

Entendo que o sen. Suplicy é um caso. Clínico, naturalmente.

Condição que, nas especiais circunstâncias que o cercam, o condena a ser também um paradigma do 'Idiota Útil', exemplo escarrado de candidato a eventualmente receber uma bala na nuca.

Seu comportamento evidencia bondade. Dispõem deste tipo peculiar de sensibilidade à dor, sofrimento ou carência alheios, eliciando o impulso de socorro. Acredito mesmo que é capaz de, literalmente, dar a própria camisa a um necessitado. É, por minha ótica, um valor humano superlativo que lhe move minha simpatia.

Mas, pari passu, carrega aquele particular tipo de ingenuidade que associo à patologia, porque bloqueia fatalmente a percepção da ambiência emocional havida em qualquer contato social - a percepção intuitiva do que se passa nos bastidores ocultos do discurso e intenções manifestos.

Tout court, cegueira emocional. Um fenômeno que, não trabalhado psicoterapeuticamente, representa absoluta condenação ao fracasso existencial, inclusive porque o torna vítima inerme à manipulação cínica da canalha que o cerca.

Representa uma tal facilidade de indução a compromissos com conceitos negativos - valores espúrios, sofismas engolidos sem análise apenas para garantir a não-rejeição - que irá, gradual mas seguramente, conduzí-lo a crescentes níveis de corrupção anímica.

Suplicy é - era? - uma bela alma, um coração generoso, a quem uma falha na capacidade perceptual transformou em vítima e instrumento, cego e abúlico, da insídia comunista. Mais um de seus infinitos crimes contra a consciência.

Este pobre homem incorpora à perfeição o primeiro dos três clássicos perfis caracterológicos passíveis de adição à escatologia marxista - o IMBECIL, escravizado a seu inimigo por disfunção perceptual, culpas mágicas e dependência emocional - burrice patológica.

Tal como o segundo destes perfis - o 'DOENTE', neurótico motivado a destruição do Bem por frustração e inveja corrosiva - tem reais possibilidades de superação em trabalho psicoterapêutico. Algo de que, ademais, fogem como o diabo da cruz.

Quanto ao terceiro tipo - o CANALHA, modelo imperante nas elites comunistas - só é suscetível a um único, e somente um, remédio: qualquer dos procedimentos que abreviem sumária e completamente sua estadia no planeta.

Suplicy é um pobre coitado, alvo de derrisão e desprezo por aqueles mesmos que o usam impiedosamente, e merecedor de nossa compaixão. Mas, enquanto instrumento - consciente ou não - do Mal Manifesto, nunca, de nossa tolerância.

M.

P.S. - Dados significativos:

- não existe comunista após psicoterapia eficaz - e - comunismo e sanidade psico-emocional são antíteses absolutas.

***

SENADOR SUPLICY FOI O AUTOR DO BOATO MENTIROSO

Filosoficamente falando, ser corno não é nenhum demérito, pois a ação raramente tem a participação do chifrado. A coisa toma ares patológico, quando o corno inicialmente acostuma, depois passa a gostar e por fim vicia.

O senador Eduardo Suplicy (PT/SP), não se emenda, além de ser um dos defensores e freqüentador visitante da cela do terrorista italiano Cesare Battisti é também autor da divulgação da versão que o presidente Lula atendera um pedido da primeira dama francesa, para transformá-lo em refugiado político.

Suplicy nunca revelou a fonte dessa informação inquietante, embora por ter descendência familiar italiana, quando procurado pela imprensa da Itália, deu quantas entrevistas conseguiu contando essa versão, que foi assimilada como verdadeira, pois a fonte era um senador da republica brasileira, do partido do Presidente Lula.

Agora a primeira Dama desmente a versão e educadamente não chama o Suplicy de mentiroso, embora ele o seja. Essa questão toda além de ter causado incidentes diplomáticos com o governo italiano, a participação do senador pai de Supla e ex de Marta Relaxa e Goza, causa agora embaraços diplomáticos também com a França.

O senador Eduardo Suplicy esquece que esses revolucionários estrangeiros são uns ingratos. Da última vez que o senador acolheu um individuo desses em sua casa, o traidor, pôs-lhe um par de chifres, que o petista ainda ostenta. É verdade que como conseqüência benéfica o senador livrou-se da extinta dona Marta.

O chato é que depois que se é corno, deve-se ter cuidado para não agregar mais nenhuma qualidade negativa, pois a principal já é muito carregada de preconceito. Por isso, lamentamos que o senador, tenha enriquecido o seu currículo paralelo, passando agora a ser um corno mentiroso.

Obs. Texto recebido de Márcio del Cistia (F. Maier).